sexta-feira, dezembro 21, 2007

em uma galaxia muito, muito distante.1

narração:
- eu estou no meus 60 anos de idade, eu quando era criança eu vir uma frase que mudou a minha vida, " a muito, muito tempo, em uma galaxia muito, muito distante", eu vi star wars, eu sempre queria ir para essa galaxia, eu lutei por toda a minha vida para eu fazer essa viagem, demorou e muito para os meus projetos se tornarem realidade, depois a n.a.s.a finalmente aprovou meu prójeto, agora faltam 05 dias para essa viagem, essa é a historia dessa viagem, eu sou Luke, nesse meio tempo eu tive uma familia linda, eu tenho um filho, uma filha e uma linda mulher"
o luke ele é velho ele é careca, com cabelos brancos nos lados usa camisa social azul, e uma calça marrom.
a casa dele é uma casa com telhado, a casa era branca, tinha um jardim verde, uma casa normal.
dentro da casa, tinha tudo que uma casa normal, e ele estavam sentados.
Luke:
- finalmente estamos perto.
tinha um homem com camisa vermelha social, uma calça marrom, cabelo curto, e preto.
homem:
- oi pai.
Luke:
- meu filho Sky.
Sky:
- eu finalmente fui aprovado como um atronauta pela n.a.s.a.
Luke:
- finalmente.
Sky:
- você sempre colocava uma areronave de brinquedo no meu beço.
Luke:
- ainda bem que você me ajudou para eu entrar na nave que vai para essa galaxia muito, muito distante.
Sky:
- você é o meu pai, e você queria ir então eu tinha que ajudá-lo.
Luke:
- eu sei.
Sky:
- só falta 5 dias.
Luke:
- você não sabe por quanto tempo eu esperei por essa viagem.
Sky:
- você falou que foi toda a sua vida.
Luke:
- esse star wars mudou minha vida.
Sky:
- em pesa que uma frase muda a vida de um homem.
Luke:
- não, é uma frase , mais um sonho que muda um homem.
em uma galaxia muito, muito distante parte:02
Luke ficou olhando pela janela.Luke:- sai de casa pode ser uma pequena coisa, mais demora para voltar você sempre acha que é alguma grande coisa, mais sair do planeta onde você vive, é uma grande coisa.Sky:- e vamos fica muito distante do nosso planeta.Luke:- bem esse é o propósito da viajem.Sky:- eu sei.Sky se levantou e foi até o a porta da sala.Sky:- é o que todos nós vamos fazer.Luke:- eu sei.Sky:- o engraçado que quem teve esse sonho primeiro foi uma pessoa.Luke:- mais quase esse sonho não aconteceu.Sky:- eu sei de todo o trabalho que você teve.Luke:- teve vezes que eu quase desistir.Sky:- é mesmo.Luke:-sim, mais eu pensei o que perderia se eu desistir-se do meu sonho, mais também pensei o que ganharia no meu sonho.Sky:- ainda bem que você escolheu o que ganharia.Luke:- é horrível você desistir de um sonho.Sky:- mais é muito difícil trazer esse sonho para a realidade.Luke:- é assim com todos os sonhos.Sky:- você tem razão.Luke:- eu tenho?Sky:- sim.Luke:- talvez eu tenha.
em uma galaxia muito, muito distante parte:03
Sky:- não tenha duvida.Luke:- é que eu penso com que tudo que eu tive que sacrificar.Sky:- mais você vai realizar o seu sonho.Luke:- mais será que é só o meu sonho.Sky:- não, eu também quero ir nessa galáxia.Luke:- eu tive que lutar para você ter esse sonho.Sky:- eu sei, você comprou todos os filmes do star wars.Luke:- mais você de primeira não queria ir para essa galáxia, você só queria ser um jedi.Sky:- eu sei.Luke:- eu tive que converçer você de que jedais não existem.Sky:- você só queria destruir o meu sonho.Luke:- e conseguir.Sky:- até que você me convenceu.Luke:- não foi um trabalho fácil.Sky:- mais por que queria que eu tiver-se o seu sonho.Luke:- nessa época eu pensava que eu não iria mais eu queria que alguém force nessa viagem.Sky, fechou os olhos de emoção.Sky:- obrigado.Luke:- eu não sei o por que, que eu queria ir para essa galáxia, e não queria ser um jedi.Sky:- vai ver você é mais inteligente do que eu.
em uma galaxia muito, muito distante parte:04

Sky estava olhando para cima.
Sky:
- vamos além do céu.
Luke:
- será que vamos em outra galáxia.
Sky:
- é isso o que as pessoas estão esperando.
Luke:
- se eu for para muito distante já vai ser o suficiente.
Sky estava andando e foi para a janela de vidro, e estava vendo a paisagem, estava vendo as gramas as casas, e as pessoas passando na rua.
Sky:
- existem pessoas que não conseguem realizar o seu sonho.
Luke:
- eu tenho pena delas.
Sky:
- por que muitas pessoas desistem na hora.
Luke:
- é muito triste isso.
Luke se levantou, mais ele estava se levantando devagar, estava com alguns trêmiliques, e conseguiu se levantar.
Luke:
- mais para realizar um sonho pode demorar muito.
Sky:
- quando demora para realizar um sonho.
Luke:
- outros sonhos aparecem.
Sky:
- o sonho de ser pai.
Luke:
- eu conseguir uma namorada foi difícil.
Sky:
- como você conseguiu, eu sei que a minha mãe é briguenta.
Luke:
- isso foi á 30 anos.
Sky:
- você ainda se lembra.
Luke:
- eu acho que eu me lembro.
Sky:
- você pode me contar.
Luke:
sim.
em uma galaxia muito, muito distante parte:05

á 30 anos atrás, na faculdade de astrologia, a faculdade era grande, com milhares de quartos, e muitas salas e tinham muitos alunos, o Luke tem cabelo longo, preto, uma calça azul, uma camisa preta, ele estava com uma mochila preta, e caderno, e livros, ele estava andando, e viu uma mulher, com cabelos loiros, camiseta branca, calça marrom.
Luke:
- você consegue.
Luke estava criando coragem, por que ele é muito tímido, ele se aproximou dela.
Luke:
- oi.
a mulher fica calada e estava lendo um livro.
Luke:
- oi.
ela olhou para ele.
ela:
- oi.
Luke:
- eu sou Luke.
Ela deu um pequeno sorriso.
ela:
- como no filme?
ele sabia que ela estava falando de star wars.
Luke:
- meu pai me deu esse nome antes de ver o filme.
ela:
- interessante.
Luke:
- mesmo?
Ela:
- não.
Luke:
- você está estudando o que?
ela:
- fisica.
Luke:
- física é muito interessante, principalmente a proporção das turbinas da nave, para poder sair dessa planeta.
ela:
- não só esse planeta mais como qualquer outro.
Luke:
-certo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:06

Luke via que ela parecia irritada.
- eu estou te ocupando.
ela:
- está.
Luke:
- certo.
Luke sentou ao lado dela, ela reparou isso.
ela:
- o que você está fazendo?
Luke:
- eu estou esperando.
ela:
- o que?
Luke:
- te desocupar.
ela:
- mais eu não quero falar contigo eu estou muito ocupada estudando.
Luke:
- eu fico tirando 10 e me divirto.
ela:
- eu não sei como é a sua vida.
Luke:
- olhe para cima.
ela:
- por que?
Luke:
- se você olhar para cima vai entender a minha vida.
ela ficou olhando para cima e só via o céu.
ela:
- eu só vejo o céu.
Luke:
- agora pense em alguma coisa.
ela fechou os olhos e pensou sobre as dificuldades que foi chegar ali.
ela:
- eu estou vendo eu chegar aqui.
Luke:
- não olhe no passado veja o futuro.
ela:
- não estou entendendo.
Luke:
- você está fazendo faculdade de que?
ela:
- astrologia.
em uma galaxia muito, muito distante parte:07

Luke:
- por que você quer fazer astrologia se você não consegue ver além dos seus olhos.
Ela:
- bem eu quero trabalhar na nasa.
Luke:
- pelo visto não como astronauta.
ela:
- eu tô querendo ser um astronauta mulher.
Luke:
- mais você está querendo uma coisa pelo motivos errados.
ela:
- quem você pensa que é para me dizer que os meus motivos estão errados.
Luke:
- por que você deve ter paixão.
ela:
- mais eu estou indo por orgulho.
Luke:
- você não pode ser astronauta assim.
ela:
- você pensa que sabe muito.
Luke:
- eu aposto que você quer ser como á Sally Ride é a primeira mulher astronauta. Voou na nave espacial Challenger.
ela:
- como você sabe.
Luke:
- eu andei pesquisando.
ela:
- ela viajou na nave Challenger em 1983 nos estados unidos.
Luke:
-eu aposto que ela queria só ia pelo orgulho.
ela:
- mais eu aposto que ná época todas as mulheres gostaram dela, por que ela foi onde só os homens iam.
Luke:
- eu tambem sobre dos feitos eu aposto que depois dela ir por espaço e quando voltou para a terra, ficou fofocando para as amigas e depois fizeram uma viagem com duas mulheres Sally Ride e Kathryn Sullivan.
ela:
- mais eu soube de uma professora que também foi para o espaço.
Luke:
- essa eu sei é á Sharon McAuliffe.
em uma galaxia muito, muito distante parte:08

Luke:
- mais você sabe o que aconteceu com a nave Challenger.
ela:
- eu não me lembro, o que foi que aconteceu.
Luke:
- em 1986, aconteceu o inevitável. Como a essa altura a profissão de astronauta já estava integrada ao universo feminino, Judith Resnik e Sharon McAuliffe estavam a bordo do fatídico vôo do Challenger de 28 de Fevereiro de 1986, quando todos os sete tripulantes morreram.
ela:
- isso foi trágico.
Luke:
- você não deve ir só pelo orgulho.
ela:
- mais eu quero viver como elas.
Luke:
- mais isso não é exactamente um sonho.
ela:
- o que você pensa que sabe sobre os sonhos?
Luke:
- eu vim aqui para realizar um sonho.
ela:
- é melhor você se concentrar na realidade.
Luke:
- eu estou me concentrando, por isso quando eu vim para cá, eu estudei todos os fatos históricos da NASA.
ela:
- você acredita que o homem foi a lua.
Luke:
- bem se forem tomara que algum sonhador tenha ido com eles.
ela:
- aposto que ele só foi pelo orgulho.
Luke:
- se ele só foi pelo orgulho, tomara que ele não tenha ido.
ela:
- quer dizer que você não acredita que o homem pisou na lua.
Luke:
- bem eu queria receber essas informações no dia.
ela:
- é mesmo.
Luke:
- eu gostaria de ir para lá algum dia.
em uma galaxia muito, muito distante parte:09

Luke estava olhando para ela.
Luke:
- por que você não quer ir para lua.
ela:
- mais por que?
Luke:
- pense você seria o orgulho de todas as mulheres.
ela:
- você tem razão.
Luke:
- a primeira mulher air para lua.
ela:
- gostei dessa ideia.
Luke:
- é mesmo.
ela:
- sim.
Luke:
- ótimo.
ela:
- você quer ir para a lua também.
Luke:
- esse não é o meu sonho.
ela:
- então qual é.
Luke:
- ir para muito, muito distante da terra.
ela ficou supressa.
ela:
- eu pensava que você queria participar de alguma missão para pousar em algum planeta.
Luke:
- mais eu quero.
ela:
- é mesmo.
Luke:
- ninguém sabe o que vai encontrar longe daqui.
ela:
- o que você espera encontrar?
Luke:
- talvez um planeta.
ela:
- e se você não encontrar nada.
Luke:
- não vai ser problema
em uma galaxia muito, muito distante parte:10

ela:
- então você não ver problema se não encontrar nada.
Luke:
- só está muito distante da terra vai ser o suficiente.
ela:
- ser o primeiro homem á ir muito distante da terra.
Luke:
- eu não quero ir sozinho.
ela:
- o que?
Luke:
- ninguém comandar uma nave sozinho.
ela:
- me diga se você chega em um planeta, você vai querer pisar nele primeiro, como o primeiro homem a pisar em uma terra muito distante.
Luke:
- não me importo com isso.
ela:
- mais você não se importa com o prémio.
Luke:
- realizar o sonho já é o suficiente.
ela:
- quer dizer, que você não quer nem ter a experiência de ser o primeiro em tudo.
Luke:
- eu sou o primeiro que estou querendo simplesmente ir para muito, muito distante.
ela:
- como você sabe disso?
Luke:
- eu não sei.
ela:
- mais você quer ser o primeiro á ir nessa galáxia.
Luke:
- eu já disse que não me importo em ser o primeiro.
ela:
- eu aposto que você quer ser como os caras dá União Soviética que em 1961, com a viagem tripulada por Iuri Gagarin na cápsula espacial Vostok 1.
Luke:
- eu sei quem foi o primeiro homem á ir no espaço.
ela:
- você quer vencer dos Russos.
Luke:
- não me importa vencer ninguém, só me importa é ir para muito, muito distante.
em uma galaxia muito, muito distante parte:11

ela:
- eu não entendo para que você quer tanto ir se você não quer ganhar nada.
Luke:
- eu não entendo por que você quer ir para o espaço.
ela:
- eu já disse para ser um orgulho para as mulheres.
Luke:
- mais você seria só mais uma na multidão.
ela:
- eu farei algo importante.
Luke:
- como o que?
ela:
- talvez pisar na lua.
Luke deu uma risada.
Luke:
- você só decidiu isso agora.
ela:
- bem eu vou me torna uma mulher importante.
Luke:
- você terá que trabalhar duro.
ela:
- é o que eu estou fazendo.
Luke:
- mais a vida não é só estudos.
ela:
- se a pessoa não estuda não vai a parte alguma.
Luke:
- eu não falei nesse sentido.
ela:
- então em que sentido você falou?
Luke:
- que a pessoa não pode dedicar a vida aos estudos, a pessoa tem que de diverte de vez em quando.
ela:
- mais se exagerar na diversão nunca vai ser lembrado.
Luke deu uma risada, ela não entendeu a risada.
ela:
- por que você está rindo.
Luke:
- você não vai ser lembrada.
ela:
- por que?

em uma galaxia muito, muito distante parte:12

Luke:
- você acha que á pessoa vai ser lembrado para sempre, daqui a um milhão de anos eles vão se esquecer dá gente.
ela:
- mais eu quero que pelo menos a minha geração se lembre de min.
Luke:
- você parada e lendo os livros dos outros você vai evoluir e muito!
ela:
- ler é importante.
Luke:
- eu sei que ler é importante, mais você não pode se prender as teorias dos outros, uma pessoa que não se prendia a teoria dos outros e fazia as suas próprias teorias e faziam formulas diferente dá época é o John Forbes Nash um grande matemático.
ela:
- mais ele era esquizofrénico.
Luke:
- só por que ele tinha uma doença não quer dizer que ele foi uma grande pessoa.
ela:
- pensava que você só estudava os fatos históricos da astronomia.
Luke:
- eu leio vários assuntos.
ela:
- por que você ler muito.
Luke:
- mais isso não me impede de ver alguns filmes, e me diverte nas festas.
ela:
- você é muito estranho.
Luke:
- eu só vejo as minhas possibilidades antes de qualquer coisa.
ela se levanta da cadeira e fecha o livro.
Luke:
- vai para aula?
ela:
- não eu só quero me distância de você.
Luke se levanta e vai atrás dela.
ela:
- o que você quer?
Luke:
- sair com a mulher que vai para a lua.
ela deu uma risadinha.
ela:
- eu não sei se eu vou.por que?
em uma galaxia muito, muito distante parte:13

Luke:
- vamos lá tenha um sonho.
ela:
- eu acho que eu sonho em ser uma mulher astronauta.
Luke:
- isso é uma coisa boa.
ela:
- mais é claro.
Luke:
- bem, se esse é seu sonho mesmo então realizio.
ela:
- talvez.
Luke:
- não tem talvez, é fazer ou não fazer.
ela:
- bem eu estou lutando muito para isso.
Luke:
- posso saber o nome dessa mulher astronauta?
ela:
- meu nome é Kate.
Luke:
- é bom saber.
Kate:
- você vai para as aulas.
Luke:
- eu só estudo nas aulas de aula, mais fora eu só quero saber de me divertir.
Kate:
- qual é a sua principal diversão?
Luke:
- olhar para as estrelas.
Kate:
- essa é a sua principal diversão?
Luke:
- sim.
ela:
- pensava que você sairia por air bebendo.
Luke:
- eu bebo mais isso é de vez em quando.
Kate:
- você é mesmo o sonhador.
Luke:
- e você é mesmo orgulhosa.
em uma galaxia muito, muito distante parte:14

Kate:
- bem eu devo ser orgulhosa.
Luke:
- eu não disse que isso era mal.
Kate:
- você pode ser um sonhador, mais você tem que concentrar os pés aqui na terra.
Luke:
- como isso é possível?
Kate:
- é só você não olhar muito para o céu.
Luke:
- como eu posso encostar os meus pés aqui na terra, se eu estou querendo sair dela.
Kate:
- eu queria dizer você se concentrar na nossa realidade.
Luke:
- é isso que os génios fazem?
Kate:
- eu não sei.
Luke:
- os génios pensam além do seu tempo, ele só pensa no futuro, para que os outros consigam usá-lo.
Kate:
- mais eu aposto que eles estavam com os pés no chão.
Luke:
- mais eu aposto que eles pensavam mais em evoluir, eles viam o pneu, logo pensavam em carro.
Kate:
- você se acha um génio como o Leonardo da vinci um dos maiores génios da Humanidade?
Luke:
- bem eu não me acho um génio eu me baseio por eles.
Kate:
- você ler muito sobre eles?
Luke:
- na verdade eu tento pesquisar mais como um homem pode ir para muito mais muito distante desse planeta.
Kate:
- concertesa teria que ter vários motores, e propulsores.
Luke:
- mais também teríamos que ter muita comida.
Kate:
- é verdade para as pessoas poderem comerem.
Luke:
- e teria que ter uma mulher na viagem.
em uma galaxia muito, muito distante parte:15

Kate:
- por que?
Luke:
- é porque pega muito mal, tem que ter pelo menos uma lá.
Kate:
- você acha a mulher, é só um objeto sexual.
Luke:
- na verdade não.
Kate:
- então por que tem que ter uma mulher.
Luke:
- por que uma mulher tem que viajar com a gente, para ela ser a primeira mulher a ir para o espaço, e ir para uma viagem para muito, muito longe da terra.
Kate:
- você já tem uma mulher em mente.
Luke:
- na verdade não.
Kate achou isso estranho.
Kate:
- você não tem idéia de quem vai ser a tripulação.
Luke:
- na verdade não.
Kate:
- então você vai dividir o seu sonho com mais pessoas.
Luke:
- sim.
Kate:
-e se você não for o mais importante dá viagem.
Luke:
- mais eu vou na viagem isso é o que importa.
Kate:
- você é uma pessoa muito estranha.
Luke:
- muito obrigado.
Kate:
- já vou.
Luke:
- vai para onde?
Kate:
- para o meu quarto.
Luke:
- eu vejo você depois.
Kate:
-certo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:16

30 anos depois, Sky estava olhando o seu pai.
Sky:
- ela foi muito difícil.
Luke:
- tudo o que eu lhe contei, foi só uma dificuldade de conquistar.
Sky:
- mais você conseguiu.
Luke foi em direção a cozinha.
Luke:
- você quer alguma coisa?
Sky:
- não.
Luke:
- você quer alguma coisa para comer.
Sky foi em direção ao Luke.
Sky:
- você vai cozinhar!
Luke:
- na verdade eu vou perdi para a empregada.
Sky:
- ainda bem.
Luke:
- eu cozinharia mais o meu braço treme muito.
Sky:
- você não deve se limitar.
Luke:
- eu sei daqui a 5 dias eu vou para muito, muito distante.
Sky:
- você vai ser o lendário homem do espaço.
Luke:
- não me importa.
Sky:
- o que?
Luke:
- eu só quero viajar para o espaço só isso.
Sky:
- como assim só isso?
Luke:
- eu quero ir para o espaço que isso tem de complicado.
Sky:
- é muito complicado.
em uma galaxia muito, muito distante parte:17

Luke:
- não me diga.
Sky:
- tudo ficou mais complicado para você.
Luke:
- tudo ficou muito complicado mais com muita determinação você consegue se livrar desses desafios.
Sky:
- você me ensinou tudo para eu poder ir para a NASA.
Luke:
- eu já disse que quero que você vá para muito, muito distante.
Sky:
- você falou mesmo que talvez você não encontre nada?
Luke:
- sim.
Sky:
- você acha mesmo que não vai encontrar nada.
Luke:
- eu não tenho certeza de nada.
Sky:
- mais você vai para o espaço.
Luke:
- nem eu tenho certeza disso.
Sky:
- eu tenho certeza que você vai.
Luke:
- eu quero ir.
Luke estava andando e entrou na cozinha.
Luke:
- como foi que aconteceu com tudo isso?
Sky:
- com muito trabalho.
Luke:
- eu queria morar em uma espaço nave.
Sky:
- teria muito trabalho e muito dinheiro.
Luke:
- eu não quero ficar aqui na terra.
Sky:
- tenha calma daqui a 5 dias você vai sair da terra.
Luke:
- mais está demorando muito.
Sky:
- tenha calma
em uma galaxia muito, muito distante parte:18

Luke:
- eu já tive muita calma.
Sky:
- isso custou toda a sua vida.
Luke:
- antes de eu morrer eu queria ao menos ir para o espaço.
Sky:
- você não vai morrer em menos de 5 dias.
Luke:
- como você sabe?
Sky:
- por que eu conheço meu pai.
Luke:
- você não me conhece tão bem.
Sky:
- eu sei que você é um sonhador e um batalhador.
Luke:
- e você sabia que eu vou ter um enfarto.
Sky:
- o que?
Luke:
- os médicos disseram que eu vou ter um problema no coração, mais eles não sabem dizer quando eu vou morrer.
Sky vai em direção a pai e com as duas mãos segura a mão esquerda do pai.
Sky:
- deus sabe o quanto você lutou para essa viagem eu aposto que ele vai ser bom e te deixar viajar, isso eu tenho quase certeza.
Luke:
- eu gostaria que alguém me garantir-se isso.
Sky:
- você quer desistir.
Luke:
- você sabe que não.
Sky:
- mais por que você está falando como se fosse um derrotado.
Luke:
- é que eu realmente não sei se vou vencer essa.
Sky:
- tenha fé.
Luke:
- eu estou tentando.
Sky:
- se você acreditar que vai conseguir você vai conseguir.
Luke:
- tomara.
em uma galaxia muito, muito distante parte:19

Sky:
- tenha fé.
Luke:
- eu vou ter o máximo que posso.
Sky:
- a fé move montanhas.
Luke:
- alguém já experimentou isso de verdade?
Sky:
- na verdade isso é só um metáfora.
Luke:
- eu sei, mais o ultimamente eu não estou confiante mais nos meus sonhos.
Sky:
- não desiste dele, não nesse momento.
Luke:
- eu seria um louco se eu desistir-se.
Sky:
- completamente louco.
Luke:
- eu posso ser louco, mais eu não sou completamente louco.
Sky:
- simplesmente tenha fé.
Luke:
- tomara que o meu coração sustente até lá.
Sky:
- por que você nunca me falou que você poderia morrer do coração.
Luke:
- na verdade eu não queria que ninguém souber-se.
Sky:
- por que você me contou?
Luke:
- eu acho que acabei decidindo que alguém deveria saber a verdade.
Sky:
- você acha que devemos arrumar um jeito para essa viagem não demorar.
Luke:
- como assim?
Sky:
- de ser pelo menos depois da manhã.
Luke:
- eu não quero que você farsa isso.
Sky:
- por que?
em uma galaxia muito, muito distante parte:20

Luke:
- por que eles podem pensar que tem algum problema e se descobrirem que eu posso morrer do ataque do coração provavelmente eles não vão deixar.
Sky:
- você tem razão.
Luke:
- você me promete que não vai fazer nada.
Sky:
- eu prometo.
Sky se afastou do pai.
Sky:
- você tem algum outro segredo.
Luke:
- não.
Sky:
-tomara.
Luke:
- é sério eu não tenho nenhum outro segredo.
Sky:
- eu tenho uma coisa para contar.
Luke:
- o que?
Sky:
- eu estou com medo dos resultados.
Luke:
- da nave explodir?
Sky:
- não do que vai acontecer com as pessoas daqui da terra.
Luke:
- eu sei elas iram envelhecer muito, e nós vamos ficar jovens.
Sky:
- bem no meu caso jovem!
Luke:
- eu posso ter 60 anos mais sou muito jovem.
Sky:
- que pena que existe uma possibilidade de você não durar muito.
Luke:
- não importa portante que eu viaje.
Sky:
- é mesmo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:21

Sky:
- bem eu tenho que ir.
uma mulher morena, com cabelos pretos, e usa usa saia grande e preta, um avental.
a mulher:
- o senhor quer alguma coisa?
Luke:
- meu filho não quer nada, Rejina.
Rejina:
- o senhor quer alguma coisa?
Luke:
- pode me preparar um café.
Rejina:
- posso, e vou fazer.
a rejina foi para a cozinha, os dois foram para a sala, e sentaram nas cadeiras.
Luke:
- você quer mesmo ir embora?
Sky:
- eu disse para a minha mulher que eu só ia visitá-lo.
Luke:
- está certo.
Sky:
- você quer alguma ajuda.
Luke:
- eu já perdi ajuda para muita gente, mais hoje eu não quero nenhuma ajuda sua.
Sky:
- você tem certeza, posso chamar um médico.
Luke:
- é a ultima coisa que eu estou querendo ver.
Sky:
- ver se sobrevive nesses 5 dias.
Luke:
- e esse dia não passa.
Sky:
- calma que eu sei que você vai viajar.
Luke:
- eu também sei.
Sky:
- então eu já vou.
Luke:
- vá com Deus.
Sky:
- você ver se melhora até lá.
Luke:
- se eu não morrer até lá.
sky:
- sobreviva.
Luke:
- e viaje.
em uma galaxia muito, muito distante parte:22

sky estava saindo da casa.
Luke:
- tchau.
o Sky foi embora, Luke fechou a porta, Luke andou até a sala e sentou na cadeira.
Luke:
- eu vou ter que falar com Hoffman.
Rejina trouxe o café.
Rejina:
- está aqui senhor.
Luke:
- muito obrigado.
as 5 da tarde o Luke saiu de casa e entrou no carro, o carro é vermelho, janelas de vidro normais, e é um carro pequeno.
Luke:
- vamos lá.
ele dirigiu para um prédio, ele entrou no estacionamento, o estacionamento não está lotado de carro dá para achar fácil uma vaga, o estacionamento é um pouco escuro, mais tem milhares de lâmpadas funcionando. O luke encontrou um lugar para estacionar o carro, ele foi na portaria.
Luke:
- gostaria de falar com Hoffman do 404.
o porteiro:
- sim, senhor.
ele apertou no interfone, e interfonou e eles falaram, e depois o porteiro foi para ele.
porteiro:
- pode entrar.
Luke:
- muito obrigado.
o porteiro abriu a porta de ferro, ele entrou na casa, foi no elevador e apertou o botão do quarto andar, ele foi na porta, bateu na porta.
Hoffman:
- quem é?
Luke:
- sou eu Luke.
Hoffman abriu a porta, o Hoffman é jovem na base dos trinta, tem cabelo curto, cabelo preto, usa camisa social branca, e uma calça marrom, olhos castanhos.
Hoffman:
- bem vindo.
Luke:
- o que você quer conversa comigo?
Hoffman:
- só fala dos sistema de segurança.
em uma galaxia muito, muito distante parte:23

Hoffman ficou conversando com o Luke, e eles ficaram muito tempo falando.
Hoffman:
- entendeu?
Luke:
- sim.
os dois ficaram sentados numa cadeira, com as mãos numa mesa, de madeira, o Luke estava olhando pela janela.
Hoffman:
- eu sei que parece besteira.
Luke:
- você sabe o que está fazendo.
Hoffman:
- eu sei.
Luke:
- você tem uma água?
Hoffman:
- você não quer alguma outra coisa para beber.
Luke:
- desculpe, mais só água.
Hoffman:
- certo
Hoffman foi na cozinha e ele abriu a torneira e colocou água, purificada, e foi para o Luke e entregou o copo de água.
Hoffman:
- eu me lembro que a gente foi para aquele bar.
Luke:
- eu parei de beber.
Hoffman:
- eu pensava que você iria beber por toda a sua vida.
Luke:
- aquele foi o único dia.
Hoffman:
- é mesmo.
Luke:
- você foi a pessoa que conseguiu realizar o meu sonho.
Hoffman:
- eu sei você ficava me dizendo isso o tempo todo.
Luke:
- eu me lembro do dia que você apareceu.
em uma galaxia muito, muito distante parte:24

23 anos atrás, na NASA, onde tinha milhares de computadores, e ele estava numa sala, com muitas cadeiras, numa sala com ar condicionado, o Luke estava com terno e gravata preta, camisa branca, calça preta, e com cabelo preto e curto.
Luke:
- como assim você não vai realizar o meu projéto.
o velho, tinha terno e gravata marrom, e calça marrom.
o velho:
- desculpe.
Luke:
- você deve realizar os meus projetos.
o velho:
- com que nave?
Luke:
- com as naves que nós temos.
o velho:
- mais essas naves não servem para ir para muito distante.
Luke:
- eu já disse você deve fazer esse projeto.
o velho:
- desculpe, mais com essas naves.
Luke:
- por que você acha que essas naves não vai conseguir para muito distante.
o velho:
- e esse projeto é muito rídiculo, e você por tanto tempo que você trabalha na NASA, você ainda nem falou a distância exata que você quer ir.
Luke:
- mais eu aposto que se a gente ir para onde nenhum homem jamais foi pode ser uma ideia consideravel.
o velho:
- eu não acho considerável.
Luke:
- mais imagine o que se pode encontrar em muito, muito distante daqui.
o velho:
- talvez nós não encontremos nada.
Luke:
- mais e se nós encontramos.
o velho:
- eu aposto que você que ir muito longe tão longe que seja impossível retorna a terra.
Luke:
- nós vamos á uma distância considerável.
o velho:
- eu aposto que você não sabe o que é considerável.
Luke:
- você não pode me impedi de tentar.
o velho:
- não sou eu que estou impedindo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:25

Luke:
-então o que está me impedindo?
o velho:
- eu já disse.
Luke:
- você não pode fazer naves mais potentes.
o velho:
- mais a potencia que você quer é impossível.
Luke:
- todos diziam que era impossível uma viagem de pouco até a lua, vai me dizer que aquilo foi uma faça.
o velho:
- não, nós realmente fomos na lua.
Luke:
- então essas naves devem ter potências suficientes para ir para muito, muito distante do nosso planeta.
o velho:
- se isso acontecer provavelmente vamos morrer de fome.
Luke:
- vamos tentar colocar comida suficiente.
o velho:
- o que você está perdindo é impossível.
Luke:
- não me diga o que é impossível.
o velho:
- mais se vocês perderem combustível vocês vã morrer.
Luke:
- nós podemos ter combustível reserva.
o velho:
- desculpe mais é muito perigoso.
Luke:
- mais precisamos arriscar.
o velho:
- se você quer se arriscar arrisque sozinho e não gaste dinheiro da NASA.
Luke:
- mais precisamos nos arriscar.
o velho:
- você é louco.
Luke:
- não diga que isso é loucura
o velho:
- eu digo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:26

Luke estava ficando com raiva, e ele bateu na mesa.
Luke:
- você deve arrumar um jeito para essa viagem acontecer.
o velho:
- eu sei o que faço.
Luke:
- você não sabe.
o velho estava para sair da sala.
Luke:
- você não pode fazer isso.
o velho:
- eu posso e eu vou.
o luke tirou papeis que estava no bouço do terno.
Luke:
- se eu fosse você realizaria o meu trabalho.
o velho
- você está me ameaçando?
Luke:
- estou.
o velho estava ficando irritado.
o velho:
- você pretende me matar?
Luke:
- você já está prestes a morrer.
o velho:
- o que você quer dizer com isso?
Luke:
- eu estou querendo dizer que você já está ficando muito velho.
o velho:
- mais eu ainda estou na ativa.
Luke:
- é isso o que você pensa.
o velho:
- como eu disse eu sei o que eu estou fazendo.
Luke:
- mais você sabe mesmo!
o velho:
- o que você quer dizer com isso.
Luke:
- eu sei que você está roubando.
o velho:
- isso é mentira.
Luke:
- não é isso que isso diz.
ele colocou os papeis na mesa.
o velho:
- isso é loucura.
em uma galaxia muito, muito distante parte:27

Luke:
- não é isso que a piscina da sua casa diz.
o velho:
- eu construir com o meu salário.
Luke:
-eu sei!
o velho:
- você não sabe quem você está ameaçando.
Luke:
- eu sei o chefe de todas as operações da NASA.
o velho:
- e você é só o líder mais não o chefe.
Luke:
- mais se eu espalhar essa noticia.
o velho:
- eu tenho contatos.
Luke:
- eu sei.
o velho:
- você está se metendo em perigo.
Luke:
- é mesmo!
o velho:
- saia daqui.
Luke:
- eu quero que você realize o meu projeto, se você não realiza você vai preso.
o velho:
- eu já disse essas naves são impossíveis de se fazer isso.
Luke:
- todo esse projeto daria certo se você não desviar-se as verbas.
o velho:
- eu já disse que não estou desviando verbas.
Luke:
- você quer que eu leia as folhas.
o velho:
- tudo isso é mentira.
Luke:
- eu sei que é verdade por que eu paguei um ótimo detective para te investigar.
o velho:
- o que você falou?
Luke:
- isso mesmo que você ouviu.
o velho:
- como você teve coragem de me investigar.
Luke:
- eu faço de tudo para realizar o meu projeto.
em uma galaxia muito, muito distante parte:28

o velho:
- você não tem medo de morrer.
Luke:
- agora você está me ameaçando?
o velho:
- você sabe do meu poder.
Luke:
- eu sei das sua influências.
o velho:
- então você sabe que não deve me atrapalhar.
Luke:
- mais você é quem vai perder se não aprovar o meu projeto.
o velho:
- eu faço o que eu quero.
Luke:
- mais você está fazendo as escolhas erradas.
o velho:
- você é que está fazendo as escolhas erradas.
Luke:
- mais eu não vou parar na prisão.
o velho:
- eu acho que você só vai latir.
Luke:
- eu já estou roendo.
o velho:
- você não vai me ameaçar.
Luke:
- de todas essas ameaças á minha vai ter mais efeito.
o velho pegou uma arma que estava na cintura.
o velho:
- por que eu não mato você.
Luke:
- por que eu já avisei á várias pessoas sobre essas informações e elas vão receber essas informações, quando eu morrer.
o velho:
- como eles vão receber essas informações morto.
Luke:
- por que eu dei as ordens para os correios quando eles ficarem sabendo da minha morte.
o velho:
- o meu povo pode encobrir a sua morte.
Luke:
- isso é o que você pensa.
o velho:
- isso é o que eu sei.
Luke:
- você não sabe de nada

em uma galaxia muito, muito distante parte:29

o velho:
- eu aposto que eu sei mais do que você.
Luke:
- você perderia nessa aposta.
o velho:
- o que você sabe mais do que eu.
Luke:
- eu deixei o meu celular para ligar, caso alguma coisa aconteça comigo.
o velho:
- você não vai fazer nada.
Luke:
- se é isso o que você pensa.
o luke estava se aproximando da casa.
o velho:
- pense no que você está fazendo.
Luke:
- essa frase cabe mais á você se você não realizar o meu projeto.
o velho:
- é melhor você parar com isso.
Luke:
- eu só quero que você realize o meu projeto.
o velho:
- saia daqui.
Luke:
- pense no que eu falei.
o velho:
- eu já disse pare com isso.
Luke:
- você quer ser preso.
o velho:
- me deixe em paz.
Luke:
- tudo o que eu quero que você realize o meu projeto.
o velho:
- eu vou pensar nisso.
Luke:
- pense em menos de três dias porque se passar de três dias eu vou passar as informações para todo mundo.
o velho:
- saia da minha vida.
Luke:
- pense no que eu falei.
o velho:
- eu vou pensar.
Luke:
- certo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:30

Luke saiu da sala, o velho estava na sala ainda.
o velho:
- droga eu devo fazer alguma coisa.
ele pegou o celular e ligou para uma pessoa.
o velho:
- ele sabe de mais.
a pessoa no telefone:
- o que você quer que eu faça com ele.
o velho:
- mate-o
Luke foi para uma pessoa com cabelos curtos, e brancos, usa camisa social branca e uma calça, azul escuro.
Luke:
- ele pode fazer com que o projeto não der certo.
a pesssoa:
- você acha que ele prefere abortar o seu projeto.
Luke:
- Ramond você sabe que aquele velho idiota, nunca foi afavor dos meus projetos.
Ramond:
- mais esse projeto tem que ser realizado.
Luke:
- mais pessoas estão prestes a morrer se esse trabalho der certo.
Ramond:
- nós sabemos que o velho Tory tem contatos poderosos.
Luke:
- ele pretende me matar.
Ramond:
- como você sabe disso?
Luke:
- ele me apontou uma arma.
Ramond:
- por que isso?
Luke:
- eu disse para ele que eu sei o que ele anda fazendo.
Ramond:
- por que você não me diz o que ele anda fazendo.
Luke:
- eu quero ter pelo menos um poder sobre ele.
Ramond:
- mais se você for o único que tem a informação para ele você vai ser um alvo fácil.
Luke:
- não me importa, tudo o que eu quero que as pessoas vão para essa galáxia muito, muito distante.
Ramond:
- mais esse seu sonho está se tornando suicídio.
Luke:
- não importa, só importa é que temos que fazê-lo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:31

Ramond:
- mais temos que ver nossos limites.
o Luke recebe o telefonema, ele atende.
Luke:
- fala.
a pessoa no telefone:
- o Tory telefonou para uma pessoa para te matar.
Luke:
- você tem certeza.
a pessoa:
- sim.
Luke:
- certo.
ele desligou o telefone.
Luke:
- ele exagerou.
Ramond:
- o que foi?
Luke:
- ele pretende me matar.
Ramond:
- como você descobriu?
Luke:
- eu contactei a CIA.
Ramond:
- o que?
Luke:
- eu pedir a muito tempo alguns favores para eles.
Ramond:
- que tipo de favores?
Luke:
- para pesquisar a vida do Tory.
Ramond:
- você está louco.
Luke:
- depois que eu soube que ele tem contactos poderosos, eu tive que fazer amizades com as pessoas da CIA.
Ramond:
- você quer fazer uma guerra dentro da NASA?
Luke:
- tudo o que eu quero que o Chefe realize o meu projeto.
Ramond:
- você está querendo que eles pesquisem todas as oportunidades para a sua viagem ser possível.
Luke:
- eu estou fazendo tudo o que posso.
em uma galaxia muito, muito distante parte:32

Ramond:
- mais você tem que pensar em todos os seus atos.
Luke:
- eu estou querendo pensar.
Ramond:
- mais e se o seu telefone também estiver grampeado.
Luke:
- eu sempre que saio daqui eu pesso para a CIA para ver se o meu telefone está sendo rastreado.
Ramond:
- você está seguro.
Luke:
- na verdade, aqui existem dois agentes da CIA, tem dois agentes perto da gente nesse exato momento.
Ramond:
- você tem certeza.
Luke:
- eu estou vendo eles.
tinha dois agentes perto deles, um deles estavam na porta.
Ramond:
- mais você está querendo realizar uma guerra.
Luke:
- na verdade eu estou querendo realizar uma viagem.
Ramond:
- eu sei que você está negociando até com os Russos.
Luke:
- uma pessoa realizar uma viagem dessas, é importante para a Humanidade, não importa o país que vai realizar essa viagem.
Ramond:
- você quer fazer de tudo para realizar essa viagem.
Luke:
- você não faz ideia.
Ramond:
- você vai ter que pensar que talvez a sua familia possa está em perigo.
Luke:
- se o meu projeto for aprovado tudo isso vai acabar.
Ramond:
- tomara que tudo isso acabe antes que alguém morra.
Luke:
- eu estou rezando para isso.
Ramond e Luke estavam andando.
Ramond:
- mais e se algo acontecer.
Luke:
- a guerra vai começar.
Ramond:
- por favor não comece essa guerra.
em uma galaxia muito, muito distante parte:33

Luke:
- eu não quero essa guerra mais se o Tory não quiser evitar provavelmente vai ter essa guerra.
Ramond:
- esse negocio já está indo longe demais Tory contratou até uma pessoa para te assassinar.
Luke:
- isso eu sei.
Ramond:
- tem certeza que eles vão proteje-lo.
Luke:
- é o que eu estou contando.
Ramond:
- tomara que ninguém te mate.
Luke:
- não se preocupe com isso.
Ramond:
- está certo.
Luke:
- eu quero que você verifique se ele vai realizar o meu projeto.
Ramond:
- o que você esperá?
Luke:
- do jeito dele eu acho que ele não vai realizar.
Ramond:
- você está brincando com fogo.
Luke:
- ele também.
Ramond:
- você tem a sorte da CIA está no seu lado.
Luke:
- bem.
Ramond:
- o que?
Luke:
- se ele não fizer nada eu vou ser forçado a agir.
Ramond:
- não faça nada idiota.
Luke:
- como o que?
Ramond:
- começar uma guerra.
Luke:
- eu só quero viajar onde nenhum ser humano jamais foi.
Ramond:
- eu sei disso.
Luke:
- e não estou disposto de desistir dessa viajem
Ramond:
- mais faça o certo.
Luke:
- eu vou tentar.
em uma galaxia muito, muito distante parte:34

Ramond:
-se cuida.
Luke:
- não se preocupe com migo.
Ramond:
- é meio dificíl eu não me preocupa.
Luke:
- tudo vai dar certo eu tenho o povo da CIA me protegendo.
Ramond:
- tá certo.
Luke:
- eu vou para casa.
Ramond:
- tenha cuidado ao ligar o carro.
Luke:
- você tem razão.
na frente deles tinha dois corredores, estava iluminado, e as paredes são brancas, eles estavam na ponta dos dois caminhões.
Luke:
- Bem eu acho que eu já vou.
Ramond:
- certo.
Luke estava andando no corredor esquerdo, e as pessoas estavam seguindo ele.
Luke:
- eu quero que façam bem o seu trabalho.
a pessoa:
- não se preocupe nós vamos cuidar de você muito bem.
Luke:
- preste atenção eu ouvir que o Tory pode mandar alguém para me matar, eu quero que vocês prestem atenção tudo em minha volta.
a pessoa:
- sim senhor.
Luke:
- eu só queria que ele liberar-se essa viajem.
eles sairá da NASA, estavam no estacionamento aberto, e la estava o carro dele, parado no canto, eles vão até o carro.
Luke:
- não estou muito confiante entrar no meu carro.
a pessoa:
- você quer que a gente diriga.
Luke:
- eu quero que você ligue.
a pessoa foi por carro abriu a porta, e ligou o carro.
a pessoa:
- nada aconteceu.
Luke:
- é melhor verificar se os freios estão bem.
a pessoa locomoveu o carro, e andou um pouco e parou, a pessoa saiu do carro e foi até luke.
a pessoa:
- tudo no seu carro está bem.
Luke:
- obrigado.
Luke entrou no carro e foi dirigindo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:35

finalmente quando ele dirigia ele chegou em casa tranquilamente, la estava a casa pequena ele entrou na casa e viu a sua mulher a kate estava com um avental branco e uma roupa por de baixo do avental tem uma camisa branca e uma saia.
Kate:
- ola meu amor.
Luke:
- ola.
Kate:
- aconteceu alguma coisa no trabalho.
Luke:
- o Tory não quis aprovar os meus projetos.
Kate:
- tenha calma que você um dia vai conseguir ir para muito longe daqui.
Luke:
- cadê o pequenino sky?
Kate:
- ele está lá em cima lendo.
Luke:
- tomara que ele esteja lendo mesmo.
Kate:
- confie no garoto.
Luke:
- eu estou brincando.
Luke abraçou a Kate com força.
Kate:
- você é o marido que toda mulher deseja.
Luke:
- eu ainda sinto pena de você não ser astronauta.
Kate:
- bem eu não fui muito bem nos testes.
Luke:
- não se preocupe que um dia você ainda vai para a lua.
Kate:
- por que você acha isso?
Luke?
- por que eu quero ver a minha mulher na lua.
Kate:
- você não quer se livrar de min.
Luke:
- não.
luke deu um pequeno sorriso.
Kate:
- bem tomara que você se torne o chefe da NASA.
Luke:
- bem eu não me importo em ser o chefe de tudo da NASA, tudo o que eu quero que essa viagem seja possível.
Kate:
- eu acredito que você vai viajar.
Luke:
- cadê a minha filha.
Kate:
- ela ainda está na escola.
Luke:
- nessa hora.
Kate:
- nossos filhos são estudiosos.
em uma galaxia muito, muito distante parte:36

Luke:
- eu acho que eu vou ver como está o pequenino Sky.
Luke sobe as escadas, fazendo barulho de passos na escada, estava subindo normalmente ele vai para a porta a esquerda, ele encosta o ouvido na porta e fica escutando sons do filme star wars.
Luke:
- eu sei o que você está lendo!
Luke continuou em frente e entrou no quarto e foi no armário dele, ele olha para uma camisa azul, ele retira a camisa que ele estava usando e coloca a camisa azul, e ele sai do quarto, e desce as escadas, a Kate estava olhando a janela, Luke estava curioso foi até ela.
Luke:
- o que foi meu amor?
Kate:
- é esses homens lá fora eu sempre tenho a impressão que algo ruim vai acontecer.
Luke:
- eles estão aqui para garantir que nada aconteça.
Kate:
- você confia neles para nos proteger.
Luke:
- se eu não confiasse eu não estaria tão tranquilo.
Kate:
- tem certeza que está tudo bem no trabalho.
Luke:
- eu já falei que aquele velho Tory não está aceitando o meu projeto.
Kate:
- é só isso.
Luke:
- na verdade eu acho uma coisa muito grande ele não aceitar o meu projeto.
Kate:
- quem sabe um dia ele aceite.
Luke:
- é só espererar.
Kate:
- você quer um café?
Luke:
- você mesma vai fazer!.
Kate faz uma cara de raiva.
Kate:
- sim, tem algum problema.
Luke:
- não.
Kate:
- ainda bem.
ele começou a rir, ela foi para a cozinha, ele seguiu ela.
Luke:
- e você ainda quer pisar na lua.
Kate:
- quem sabe um dia.
Luke:
- nunca se sabe.
Kate:
- você vai ver hoje eu faço o café e amanhã eu irei para a lua.
Luke:
- eu juro quando eu me tornar chefe de operações eu vou fazer o máximo para você ser aceita lá.
Kate:
- não tente alimentar o meu sonho.
Luke:
- você nunca pode desistir do sonho.
em uma galaxia muito, muito distante parte:37

kate:
- eu sei disso.
o tempo estava passando sky saiu do quarto e a alguém estava batendo na porta da casa, Luke ficou olhando para porta pensou "eles deixaram passar deve ser alguém conhecido".
Luke:
- quem é?
a pessoa:
- Sônia.
Luke ficou feliz e abriu a porta e lá estava a sua filha de quinze anos.
Luke:
- você demorou muito.
Sônia:
- eu estava muito ocupada lendo, e deixei o tempo passar.
Luke:
- eles cuidaram bem de você?
ele apontou para mais dois agentes da Cia que estava lá fora.
Sônia:
- sim pai, eles me seguiram para todo canto, menos no banheiro feminino, mais tinha pena deles eu ficava me divertindo e eles parados sem fazer nada.
Luke:
- na verdade eles estão fazendo alguma coisa te protegendo.
Sônia:
- eu sei, mais do que exatamente eles estão nos protejendo.
Luke:
- existem pessoas nesse mundo que querem nos fazer mau.
Sônia:
- eu sei.
Luke:
- entre na casa não vamos ficar conversando em quanto você está do lado de fora.
Luke deu um pequeno sorriso.
Sônia:
- você tem razão.
ela entrou.
Luke:
- gostaria de ter certeza que certa coisa que eu estou fazendo é o certo- ele falou isso bem baixinho.
Luke viu o Sky descendo as escadas.
Luke:
- como foi a leitura!
Sky:
- foi muito boa.
Luke:
- eu sei que você estava assistindo star wars.
Sky:
- mais você via muito quando era criança.
Luke:
- é verdade.
Sky:
- certo.
Luke:
- qual deles foi?
Sky:
- o retorno de jeday.
Luke:
- esse filme é muito bom.
Sky:
- principalmente quando o dath vather salvar o luke.
Luke:
- o pai sempre deveria salvar o seu filho.
em uma galaxia muito, muito distante parte:38

sky:
- mais as vezes o filho tem que aprender a se defender sozinho, por que um dia pode não ter um pai por perto.
Luke:
- um pai que ama seus filhos sempre está do lado dos seus filhos mesmo que não estejam vivos.
Sky:
- eu não acredito muito nesse negocio de espiritu.
Luke:
- eu também não acredito que um homem pode ir para muito, muito longe daqui, mais incerteza virando realidade.
Kate estava vendos os dois conversarem, ela se aproximou deles lentamente.
Kate:
- se a pessoa acredita então é verdade.
Sky:
- eu acho se a pessoa morre, é literalmente o fim dela.
Luke:
- ele parece mesmo um cientista.
Kate:
- por que?
Luke:
- os cientistas querem por tudo a prova, e querem ver e tocar, mais uma coisa que esses cientistas não pensam é que, meu filho, a gravidade existe?
Sky:
- claro pai.
Luke:
- você pode ver o tocar?
Sky:
- não, mais se não existir-se como a gente não ficava na terra.
Luke:
- talvez.
Sky:
- mais isso é certeza.
Luke:
- como um corpo faz com que tenha gravidade?
Sky:
- massa.
Luke:
- mas também tem massa, e nada é atraído para gente.
Sky:
- mais existe muitas explicações.
Luke:
- mas também á muitas explicações sobre os espiritus.
Sky:
- mais isso não existe.
Luke:
- por que você acha que não existe?
Sky:
- simplesmente eu acho.
Luke:
- bem nós também simplesmente achamos que existe espiritus.
em uma galaxia muito, muito distante parte:39

sky:
- eu não vou discuti mais isso.
Luke:
- bem, muitas vezes temos que discuti para termos que evoluir.
Sky:
- mais o janta está pronto?
Kate olhou para o relógio.
Kate:
- é mesmo já é hora do Jantar.
Luke:
- então o que estamos esperando.
eles foram para a cozinha e a Kate estava pegando as verduras as carnes, todos os ingredientes tipicos de uma bela comida.
Luke:
- o que vamos ter para o jantar?
Kate estava sorrido.
- um assado especial.
Luke foi senta na cadeira, Kate estava olhando para as pessoas da CIA lá fora.
Kate:
- por que não chamamos eles para o jantar.
Luke:
- você tem razão deveríamos chama-los.
Kate viu um deles receber um tiro na cabeça, todos os guardas da CIA estavam indo se esconder para se proteger dos tiros, mais quando Kate viu a pessoa da CIA ser assassinada ela tinha gritado, Luke ficou preocupado.
Luke:
- o que foi?
Kate:
- um dos agentes foi morto- ela falou isso chorando.
Luke ficou imediatamente preocupado.
Luke:
- NÃO VÁ PARA PERTO DA JANELA.
Kate se abaixou, e ela foi para o Luke.
Kate:
- o que está acontecendo?
Luke:
- o tal chefe de operações, não quer aprovar a minha ideia, e eu tenho provas de um crime que ele anda cometendo.
Kate:
- você deve entrega-lo para a cadeia.
Luke:
- eu vou amanhã.
Kate estava muito preocupada.
Kate:
- isso se sobrevivemos.
Luke se lembrou de uma coisa.
Luke:
- temos que fazer com que as crianças não fiquem perto da janela.
ele saiu rastejando, a casa estava levando uns tiros, o Sky gritou.
Sky:
- O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
Luke:
- FILHO NÃO FIQUE PERTO DA JANELA.
ele foi subindo as escadas rastejando, e ficou batendo a porta, a filha estava muito assustada ele abriu a porta do quarto dela.
Luke:
- Sônia venha.
Sônia:
- sim, pai.
em uma galaxia muito, muito distante parte:40

Sônia estava andando agachada em direção ao pai dela, quando chegou perto dele ele abraçou ela com força, e depois soltou ela.
Luke:
- você está bem?
Sônia:
- nada me aconteceu.
Luke:
- preste atenção continue agachada vamos para o quarto do seu irmão e trazer-lo para baixo, certo?
Sônia:
- certo, pai vamos.
Luke todos eles estavam andando agachados, tentando evitar os tiros, ele bateu na porta.
Luke:
- sky?
Sky:
- sim pai.
Luke abriu a porta a parede do quarto de Sky tinha muitas marcas de balas, Luke vendo o Sky.
Luke:
- venha com cuidado, e não se levanta.
Sky foi andando agachado, e todos os três estavam juntos.
Luke:
- preste atenção todos nós vamos descer.
Sky:
- estou com medo.
Luke:
- eu também estou.
Luke pegou o filho e eles foram descendo as escadas, Kate foi em direção á eles.
Kate:
- ainda bem que vocês estão bem.
Luke:
- tomara que eles tenham pedido ajuda.
Kate:
- eu estou rezando para que já tenha matado esse cara.
Umas das pessoas da CIA entrou na porta da frente.
Pessoa:
- eu estou aqui para garantir que nínguem entre.
Luke:
- mais temos que sair aqui não é seguro.
pessoa:
- eu só estou fazendo o que me mandaram.
Luke:
- você está aqui para a nossa segurança.
a pessoa:
- eu não te aconselho a sair.
Kate:
- ele tem razão ele pode está mirando para porta, e pode nos atingir.
Luke:
- droga, amanhã eu vou entregar esse Tory maldito.
a pessoa:
- isso seria bom.
Kate:
- tem muitos deles lá fora?
a pessoa:
- só estamos percebendo um atirador, não estamos vendo sinais que possa haver outros.
Kate:
- tomara que seja só um.
Luke:
- só um deles já está causando trabalho demais.
a pessoa:
- estamos fazendo o máximo possível.
em uma galaxia muito, muito distante parte:41

Luke:
- alguém mais está vivo?
a pessoa:
- tem alguns.
Luke:
- você sabe quantas pessoas estão lá fora.
a pessoa:
- eu ligaria para eles mais se eles descobriram a posição dele, eu posso sem querer dizer a posição dele.
Luke estava indo bem devagar para a Janela, e ele estava se levantando bem devagar por que estava com medo, uma bala passou perto dele, Kate estava se lembrando de uma coisa.
Kate:
- eu disse para a gente ter alguma arma em casa.
Luke:
- mais tínhamos crianças dentro de casa e poderia ser muito perigoso.
Kate:
- eu acho que provocar alguém perigoso não é uma ótima ideia.
Luke:
- eu não pensei nisso direito, eu não sou uma pessoa perfeita.
Kate estava muito abaixada com muito medo de levar um tiro.
Luke:
- você realmente acha que aqui é seguro.
a pessoa:
- bem, isso é o que eu acho.
Luke:
- o que me preocupa é que só a frente da casa está sendo protegida, mais não á parte de trás da casa eles podem invadi por de trás.
a pessoa:
- mais por enquanto só estamos identificando um deles, não sabemos se existe outro.
Sônia:
- como você sabe que essa pessoa não é um deles?
Luke:
- eu vi bem ele, essa pessoa é uma das pessoas que estavam passando perto de min para me proteger.
Sônia:
- eu confio em você pai.
Kate estava indo para parte de trás da casa.
Luke:
- isso, temos que ir para a parte de trás da casa, lá é muito seguro.
eles estavam se locomovendo, para a parte de trás da casa e saíram.
Luke:
- onde está vindo os tiros?
a pessoa:
- na parte de frente da casa.
Luke:
- temos que entrar no carro que está estacionado em frente a casa.
a pessoa:
- eu vou ver se está seguro.
a pessoa estava andando devagar para ver se todo o local, estava vendo se eles poderiam andar com seguranças, e quando estava saindo de perto da parede, e as balas passaram perto dele e ele recuou.
a pessoa:
- aqui não é seguro.
Luke:
- não vamos conseguir chegar no carro.
Kate:
- não tem outro jeito.
na casa em volta tinha todo um cercado de ferro.
Luke:
- não conseguiremos chegar na outra casa sem ser morrer.
Kate:
- tem que haver outra maneira.
Luke:
- estamos pensando em um geito.
Kate:
- é melhor você pensar agora.
em uma galaxia muito, muito distante parte:42

os tiros pararam por um instante.
a pessoa:
- as balas devem ter acabado?
Luke:
- ou ele pode está se movendo.
a pessoa ficava olhando para todo o lugar para ver se via alguém se movendo.
a pessoa:
- eu não sei o que aconteceu pode ter acabado as balas dele.
Luke:
- preste atenção nos carros.
a pessoa:
- certo.
ele foi para uma outra pessoa da cia, e lhe informou para prestar atenção nos carros, e tinha um carro preto que estava andando e chegou onde estava havendo o tiroteio.
A pessoa:
- vamos naquele carro.
as três pessoas da CIA foram no carro.
a pessoa:
- SAIA DO CARRO.
ele viu uma pessoa não muito bem escondida que estava estava entre os arbustos.
a pessoa:
- tem alguém ali.
o carro começou a se movimentar, ameaçando atropela los.
Luke pegou a arma da pessoa da CIA que estava morto, e foi atrás do carro e apontou a arma para a pessoa que estava escondida, e viu que ele estava segurando um rifle.
Luke:
- QUEM É VOCÊ?
a pessoa escondida:
- eu não vou dizer.
Luke:
- se você não me dizer você vai morrer.
a pessoa escondida:
- quem é você?
Luke:
- alguém que vai mandar você para o inferno.
a pessoa escondida:
- engraçado eu pensei dizer o mesmo em relação a você.
Luke:
- eu sei que foi Tory que mandou você.
a pessoa escondia:
- desculpe mais não vou revelar nada da minha missão.
Luke:
- você está me deixando com raiva.
a pessoa escondida:
- o que você vai fazer vai ficar verde e musculoso!
Luke:
- eu posso atirar em você.
a pessoa escondida recebe um tiro na cabeça, Luke olhou para as pessoas que estavam na frente.
Luke:
- foi algum de vocês?
uma outra pessoa da CIA vai até ele, e depois viu a pessoa que estava morta.
a pessoa:
- não foi nenhum de nós.
o que ele tinha falado antes, estava apontando para o carro, se eles fizer-sem algum movimento suspeito ele atirava na pessoa dentro do carro, ele se aproximou dele.
a pessoa:
- o tiro deve ter vindo da casa.
Luke:
- que casa a minha?
a pessoa:
- não.
Luke:
- então de que casa?
em uma galaxia muito, muito distante parte:43

a pessoa:
- eu não sei se eu devo dizer.
Luke ficou olhando para todo canto.
Luke:
- vocês estão me espionando?
a pessoa:
- bem....
Luke:
- vocês não confiam em min?
a pessoa:
- nós confiamos mais queremos ter certeza de que você está fazendo a coisa certa.
Luke:
- eu não acredito, que vocês estão fazendo isso.
a pessoa:
- nós precisamos saber de tudo dos nossos aliados.
Luke viu que dentro do carro, tinham alguém com armas.
Luke:
- as pessoas de dentro do carro estão armadas.
as pessoas de dentro do carro começaram a atirar, todas as pessoas da CIA abaixaram, e eles começaram a mexer o carro, eles atiraram no pneu e o carro parou de se mover, as pessoas da CIA começaram a atirar no carro, estavam acertando as pessoas de dentro do carro, a pessoa que estava do lado dele recebeu um tiro na perna esquerda, e ele ficou caído no chão, Luke pegou o braço dele e ficou puxando ele.
Luke:
- vamos se levante.
a pessoa:
- estou tentando.
a pessoa ficava atirando no carro, mais as pessoas de dentro do carro tinham metralhadoras.
a pessoa:
- por que você não me deixa e se salva.
Luke:
- desculpe mais eu não vou deixa-lo.
a pessoa continuava atirando no carro, e os outras pessoas da CIA estavam também atirando no carro, Luke estava puxando ele para a casa dele.
Luke:
- onde está a sua casa.
a pessoa:
- desculpe mais eu não posso dizer.
Luke:
- mais a casa da CIA é o lugar mais seguro.
a pessoa:
- mais talvez eles estão olhando para nós.
Luke:
- você quer arriscar a sua vida?
a pessoa:
- foi para isso me contrataram.
Luke:
- mais você não está vendo a nossa situação.
eles estavam atirando mais para perto deles.
a pessoa:
- droga.
Luke conseguiu entrar na casa, e a pessoa também estava na casa, Luke estava atirando no carro.
Luke:
- minhas balas estão acabando.
a pessoa:
- as minhas também.
Luke estava olhando para todo o redor.
Luke:
- droga, gostaria de ter alguma coisa.
a pessoa:
- temos que acabar com isso.
em uma galaxia muito, muito distante parte:44

Luke estava pensando na situação.
Luke:
- se aqueles dois caras da CIA morrerem, nós seremos os próximos.
a pessoa:
- você tem razão.
Luke estava se escondendo na frente da parede.
Luke:
- tomara que as pessoas da "casa" nos ajudem.
a pessoa:
- eu não sei se vão.
Luke:
- mais vocês são pagos para me proteger.
a pessoa:
- nós sim, eles não.
Luke:
- essa CIA não está prestando para nadar.
a pessoa estava tentando se levantar.
a pessoa:
- vamos lá perna fique boa.
Luke:
- o que você vai fazer quando estiver em pé?
a pessoa:
- tentar resolver isso.
Luke:
- você vai ser morto.
a pessoa ficou olhando para o carros, e as pessoas de dentro do carro continuando atirando na casa onde eles estão.
a pessoa:
- eu acho que posso acabar com isso.
Luke:
- o que você vai fazer?
A pessoa:
- confie em min.
Luke estava tentando evitar o máximo possível para evitar as balas, mais a pessoa estava tentando e muito se levantar mais ficava sentindo a dor da bala da perna, Luke foi para ele tentar ajuda-lo.
a pessoa:
- pare eu tenho que fazer isso sozinho.
Luke:
- você não vai conseguir com essa bala na perna.
a pessoa enfiou os dedos no ferimento da perna, ele estava gritando de dor, conseguiu pegar a bala, depois jogou fora a bala.
a pessoa:
- era isso que me evitava!
a pessoa estava se levantando mais quando estava em pé não conseguiu suporta a dor e caiu no chão, ele sentiu um pouco de dor, ele estava suando muito.
Luke:
- isso é muita dor para você, você tem que parar.
a pessoa:
- minha missão é protege-lo.
Luke:
- mais você não vai me proteger de nada se você estiver morto.
a pessoa estava com as duas mão no chão, tentando de levantar.
a pessoa:
- é só uma dor na perna.
Luke:
- seja lá o que você pretende fazer deixa eu ajuda-lo.
a pessoa:
- eu não quero ajudar.
Luke:
- infelizmente você não tem muita escolha.
Luke tentou chegar perto da pessoa, mais ele deu um soco na cara de Luke.
a pessoa:
- EU DISSE PARA NÃO ME AJUDAR.

A pessoa sentia todo o terror que estava em volta deles, a pessoa sabia que tinha que fazer algo se não é capaz deles morrerem e o trabalho dele falhar, a pessoa ficava com um pensamento na cabeça “eu tenho que protege-lo mas do que tudo eu não quero que as pessoas saibam que eu falhei em uma missão, eu tenho que ser um exemplo para essas pessoas”, vendo o carro ainda atirando neles sem parar.
A pessoa ficou olhando para o carro, mas sempre tomando cuidado para não receber nenhum tiro, via o carro com muitas pessoas dentro com um desejo enorme de matar alguém, ele queria que eles não ti ver sem essa forme de matar, mas sabia que não tinha muita escolha, tinha que agir de alguma maneira, mas ele ainda não sabia como.
Um dos medos dele é que tenha, mas alguém que eles ainda não tenham visto, esse pensamento apavora ele, a pessoa fica o tempo todo de olha no que está acontecendo, ele tenta não pisca, pelo medo de perder algo de vista, mas se a situação fica assim os dois vão morrer.
A pessoa estava tentando usar toda a força que podia para se levantar, mas a perna ferida ainda estava doendo, a dor era tanta que é como se alguém colocar-se sal no sangue, usando toda a força que podia da outra perna conseguiu de levantar.
Luke viu que a pessoa tinha se levantado, o Luke não olhava para fora por que sabia que o pessoal da CIA estava tentando protege-lo o máximo que podia, mesmo se todos eles morrer – sem, Luke não achava que a sua vida poderia causar tanto sacrifício.
Um outro pensamento ficava na cabeça de Luke será que as pessoas do carro não têm medo de morrer, mas do mesmo jeito que ele pensava que a sua vida não valia tanto, ficou pensando que bem para as pessoas poderia fazer se tirar-se a vida dele.
Os tiros ficavam quebrando os vidros da casa, os dois tomavam o maior cuidado para não se cortarem ou serem mortos, um ferimento nessa situação por pior que seja pode ser um grande prejuízo, principalmente se corta alguma parte da mão.
Nesses ferimentos a pessoa não poderia jogar nada, teria uma dificuldade muito grande para atirar, principalmente se atingi-se alguma parte do dedo, desse jeito a pessoa não iria poder usar a arma muito bem.
Quando o ferimento for no pé esse é o considerado o pior nessa situação, por que eles teriam que correr muito, principalmente se os bandidos tentarem entra na casa, uma pessoa com um pé ferido pode causar muito prejuízo, atrasando mas a corrida e facilitaria para os bandidos te matarem.
A pessoa pensou em uma coisa.
Pessoa:
- você tem fogos de artifício?
Luke ficou muito confuso com essa pergunta.
Luke:
- por que você pretende fazer alguma coisa?
A pessoa:
- sim, e eu acho que essa idéia vai nos ajudar e muito.
Luke:
- eu tenho eu sempre guardo para comemorar o 4 de Julho.
A pessoa:
48
- onde está?
Luke:
- o que você pretende fazer?
Pessoa:
- uma maneira simples de resolver todo esse problema.
Luke:
- Certo.
A pessoa já estava perdendo a paciência.
Pessoa:
- me diga onde está?
Luke:
- no porão, lá embaixo.
A pessoa:
- certo.
A pessoa vai correndo até o porão, ele tentava correr o mais rápido que podia, mas não conseguia, ficava sentindo a dor na perna dele, estava pingando de suor por causa da dor que ele sentia.
Ele chegou à porta e usou toda a força para arrebentar a porta, ele desceu as escadas de madeira e viu os fogos de artifício, correu e pegou 5 fogos de artifício e depois foi para a cozinha.
Viu que na cozinha que uma garrafa de PET, colocou a pólvora e pegou um lenço.
Pessoa:
- tomara que funcione.
Mas ele tinha poupado dois fogos de artifício, foi até a porta.
Luke:
- bela idéia, mas como você vai chega lá com uma perna ferida, e ainda sobreviver.
A pessoa:
- eu pensei em tudo mas garanto que eu possa não sobreviver.
Luke:
- mas se haver outros quem dá CIA poderá me proteger.
A pessoa:
- olha quando eu fazer o plano você vai para a CIA e dizer o que está havendo talvez a CIA possa te ajudar.
Luke:
- é a sua única alternativa?
A pessoa:
- considerando os fatos eu acho que é a única.
Luke sabia dos perigos, ele pegaria um carro, mas se tiver outras pessoas esperando por ele, quem iria garantir a proteção dele, mas nesse caso ele teria que acredita totalmente nos planos da pessoa que vai dá totalmente certo, por que os dois sabem que uma falha pode ser fatal.
A pessoa sabia que se a perna falar-se e ele caí-se todos iriam morrer, ele só tem uma chance.
Luke:
- você está preparado?
A pessoa:

49
- sim.
Esse não é o exato pensamento da pessoa sabia que as pernas ainda estavam doendo e isso poderia ser fatal.
A pessoa estava olhando para fora, e com um isqueiro ele acendeu um dos fogos de artifício e atingiu no carro.
Nesse momento a pessoa correu até o carro, no caminho ele fez com que o pano pegar-se fogo por causa do isqueiro, e quando chegou perto do carro jogou a garrafa dentro do carro.
A pessoa:
- missão cumprida.
O carro explodiu, matando as pessoas que estava no carro e jogando o agente da CIA para longe.
Ele ficou caído no chão, ele via o que aconteceu.
Agente:
- isso o que dá se meter comigo.
Ele morreu logo em seguida por causa dos ferimentos que foram muito graves.
Luke foi para um carro e foi até a CIA.
No dia seguinte ele contou tudo que o Tory fez, o Tory foi preso o Luke se tornou o chefe das operações da NASA.
Ramond chegou perto do Luke.
Ramond:
- feliz?
Luke:
- muitas pessoas morreram para eu está vivo hoje.
Ramond:
- você está respirando pelo menos.
Luke:
- esse Tory merecia morrer pelo que ele fez.
Ramond:
- ele já está na cadeia.
Luke:
- mas não vai ser condenar do à morte.
Ramond:
- mas você é o chefe das operações da NASA agora, devia fica pelo menos feliz.
Luke:
- Pessoas realmente estavam tentando me matar, e uma pessoa se sacrificou para me salvar, eu não sou uma pessoa importante no máximo que eu tenho é um sonho.
Ramond:
- mas você tem a CIA do seu lado.
Luke:
- Eu sei disso.
Ramond estava preocupado, estava na cara de Luke que ele poderia fazer uma coisa que poderia se arrepender.
Ramond:
- você pode tentar realizar o projeto.
Luke:
50
- eu sei.
Parte:02
Na NASA depois de dois dias depois dos eventos ocorridos, o Luke tomar conta de uma missão fazer com que o homem chegue em alguma galáxia muito distante.
Luke estava na sala dele, com uma janela de vidro que dá para olhar a base onde os foguetes são lançados.
Luke:
- outro dia e nada de termos a mínima idéia de como viajar tão distante, essas naves não tem combustível suficiente.
Ele bateu na mesa por que via que o projeto não estava dando muito certo.
Uma pessoa bate na porta.
Luke:
- quem é?
Ramond:
- sou eu Ramond.
Luke:
- pode entra.
Antes do Ramond entrar o Luke deu uma grande respirada, para ver se a raiva passava.
Ramond entra na sala.
Ramond:
- como está indo as coisas chefe?
Luke:
- eu estou nisso há muitos dias e eu não sei como fazer.
Ramond sabe os dias que ele passou achou esse negocio de “muitos dias” muito confuso.
Ramond:
- más você só está nesse projeto a poucos dias, eu tenho que dizer que isso não é muito.
Luke:
- não é sobre o cargo de chefe que eu estou falando.
Ramond fica confuso.
Ramond:
- sobre o que você está falando?
Luke:
- eu estou falando de irmos para muito, muito distante daqui, eu sempre ficava com esse pensamento na minha cabeça, e agora que parece que eu posso realizar esse tal feito, eu não encontro as chaves necessárias para fazer essa operação.
Ramond:
- peça para o chaveiro!
Luke se irrita e bate na mesa com toda força.
Luke:
- não brinque.
Ramond fica assustado com essa reação dele.
Ramond:
- calma eu estava só brincando.
51
Luke:
- mas isso é muito sério, eu não sei o que fazer.
Ramond:
- tudo vai se resolver.
Luke:
- com essas naves?
Ramond:
- qual é problema?
Luke:
- essas naves não têm como ir para muito distante, esses combustíveis de foguetes são muito poucos para essa operação que queremos fazer, e não temos tantas espaçonaves e tantos satélites para a nossa nave ir lá e reabastecer.
Ramond:
- o que você acha que precisamos fazer?
Luke:
- é isso que eu estou pensando.
Ramond:
- você me parece muito nervoso, vá para sua casa e descanse.
Luke:
- se eu descansar você acha que os nossos problemas serão resolvidos amanhã?
Ramond:
- não.
Luke:
- se não acharmos a solução para esse problema, nós poderemos morrer e nunca fazermos com que os humanos viagem para tão longe.
Ramond:
- más você está muito nervoso eu duvido que você resolva esse problema.
Luke:
- eu estou assim por que eu pesquisei muito sobre isso, e não achava nada que der-se muito certo, eu tento resolver esses problemas com que já termos.
Ramond:
- nesses poucos dias você já está trabalhando feito um condenado.
Luke:
- eu fico preocupado se nunca acharmos.
Ramond:
- acharemos à solução.
Luke:
- COMO.
Luke fica andando de um lado para outro.
Luke:
- COMO vamos fazer essa viagem?
Ramond:
- vamos resolver.
Luke:
- eu queria acreditar nisso.
Ramond:
- olha fique se preocupando com isso depois.
Luke:
52
- temos que resolver isso o mais cedo possível.
Ramond:
- eu sei que você pensa assim.
Luke:
- se não resolvermos isso o mais cedo possível, poderemos NUNCA resolver.
Ramond:
- vamos resolver.
Luke:
- pare de dizer isso.
Ramond:
- me diga como você vai resolver isso.
Luke:
- eu estou pensando o máximo que posso.
Ramond:
- talvez poderemos pedir para outra pessoa.
Luke:
- boa idéia.
Ramond:
- o que?
Luke:
- colocaremos nos jornais que queremos que alguém resolva esse problema o más rápido possível.
Ramond:
- qual vai ser a recompensa?
Luke:
- simples que trabalhe aqui na NASA.
Ramond:
- certo.
Luke:
- vou fazer isso agora.
Ele pegou o telefone.
Luke:
- me ligue com qualquer jornal daqui.
Ramond:
- bem agora só resta ver qual vai ser o resultado.
Seis meses depois, um garoto com camisa listrada, calça cumprida marrom, usa óculos.
Luke viu a pessoa e foi até a pessoa.
Luke:
- olá.
Pessoa:
- oi.
Luke:
- o que você faz aqui?
Pessoa:
- eu resolvi o problema eu sei de tudo que é necessário fazer para fazer a tal viagem de irmos para muito distante.
Luke ficou com um sorriso no rosto.

53
Luke:
- seja muito bem vindo.
Pessoa:
- muito obrigado.
Luke:
- meu nome é Luke e o seu?
Pessoa:
- meu nome é hoffman.
Luke:
- bem vindo.
Hoffman:
- onde eu trabalho.
Luke:
- Primeiro você me diz como resolver o problema.
Hoffman:
- eu já disse que eu sei.
Luke:
- então vamos até a minha sala.
Os dois foram para a sala do Luke:
Luke:
- me conte como você resolveu os problemas.
Hoffman:
- bem eu tinha feito um programa de computador que fazia que o programa tiver-se as mesmas situações de uma nave de verdade.
Luke:
- o que você descobriu?
Hoffman:
- que é impossível.
Luke:
- tomara que você não tenha vindo aqui só para dizer isso.
Hoffman:
- é uma das coisas que eu descobri.
Luke:
- não é a ÚNICA certo?
Hoffman:
- você parece que não tem confiança em min.
Luke:
- eu acabei de te conhecer.
Hoffman:
- você não sabe em quem confiar de primeira.
Luke:
- antes de min tinha uma pessoa que trabalhava nesse cargo, eu confiava e muito nele, mas vi que ele não é exatamente uma pessoa de confiança.
Hoffman:
- pois confie em min.
Luke:
- diga logo.
O Luke já estava um pouco com raiva.

54
Hoffman:
- daí eu mudei a forma da nave.
Luke:
- como assim você mudou a nave.
Hoffman:
- já que eu vi que era impossível com esse tipo de nave então eu mudei a nave, assim eu resolvi o problema.
Luke:
- certo.
Hoffman:
- mas vamos precisa de energia nuclear.
Luke:
- o que?
Hoffman:
- não tem outro jeito.
Luke:
- mas se algo der errado, muita coisa pode ir pelos ares.
Hoffman:
- bem com esses combustíveis vai ser impossível viajar tanto.
Luke:
- não encontrou nenhuma outra solução.
Hoffman:
- se você quer ir para o espaço mas não volta isso tem jeito.
Luke:
- lógico que temos que voltar.
Hoffman:
- olha eu já testei de tudo no programa do meu computador, más sempre dava o mesmo resultado que é sem voltar.
Luke:
- você sabe que isso vai além do meu poder.
Hoffman:
- mais vocês são a NASA.
Luke:
- o presidente não nos deixa mexer com esse tipo de coisa.
Hoffman:
- mais muitos países usam isso.
Luke:
- más esses país buscam isso para energia, e as vezes para tentar se defender.
Hoffman:
- principalmente para atacar.
Luke:
- eu sei.
Hoffman:
- mais vocês querem fazer essa viagem.
Luke:
- lógico que queremos.
Hoffman:
- más se não realizarmos isso pode não dá certo.

55
Luke:
- estou pensando.
Hoffman:
- em dizer adeus para essa viagem?
Luke:
- vamos realizar essa viagem esse é meu sonho.
Hoffman:
- más todos os sonhos tem um preço.
Luke:
- eu sei.
Hoffman:
- por que você está pensando nisso.
Luke:
- por que mexer com esse tipo de energia é muito perigoso.
Hoffman:
- não já é perigoso ir para muito distante daqui, pense não sabemos os perigos que existem no espaço.
Luke:
- eu sei que isso não é um passeio no parque.
Hoffman:
- um parque muito grande que você pode se perder no caminho.
Luke:
- você parece que não ver o problema.
Hoffman:
- que problema?
Luke:
- se essa energia explodir.
Hoffman:
- diga uma coisa que não tenha problema.
Luke:
- você tem razão.
Hoffman:
- eu sei que se algo der errado poderemos todos morrer.
Luke:
- ainda bem que sabe.
Hoffman:
- eu juro que depois de meses essa energia nuclear foi a minha ultima opção.
Luke:
- gostaria que tiver-se outra.
Hoffman:
- mas não á.
Luke:
- eu sei.
Hoffman:
- então vamos usar essa energia.
Luke:
- como vamos usar-lo?
Hoffman:
- simples.
56
Luke:
- isso não é nada simples.
Hoffman:
- para a minha solução é.
Luke:
- se só uma coisa der errado vai ser um grande perigo.
Hoffman:
- más cada lançamento já é um grande perigo por que eles podem explodir qualquer dia.
Luke:
- eu sei.
Luke estava pensando nas coisas que ele teria que fazer para o governo aprovar esse projeto.
Luke:
- o que você pretende fazer, quais serão as mudanças que você vai fazer na nave?
Hoffman:
- nisso eu pensei fazemos um lugar onde vai ficar a energia nuclear e na nave vamos fazer milhares de geradores, esses geradores vão ser para as turbinas fazendo com que a nave possa viajar muito rápido.
Luke:
- você trouxe os projetos?
Hoffman:
- não.
Luke:
- por que você não trouxe?
Hoffman:
- por que estão no meu e-mail.
Luke:
- por que você colocou aí.
Hoffman:
- para que as tintas não sejam gastas com o meu dinheiro.
Luke:
- você é muito esperto.
Hoffman:
- você diria um gênio?
Luke:
- para isso eu tenho que ver o projeto.
Hoffman:
- bem vocês devem ter algum computador que seja conectado na internet.
Luke:
- temos.
Hoffman:
- certo.
Luke:
- você colocou no e-mail?
Hoffman:
- sim.

57
Luke:
- só para você não gastar dinheiro com tinta?
Hoffman:
- bem para ninguém roubar meu projeto.
Luke:
- más você sabe que os hackers podem invadir o seu computador e pegar as informações.
Hoffman:
- mas eu fiz com que ninguém suspeitar-se de min a ponto de invadir o meu computador.
Luke:
- foi você?
Hoffman:
- o que?
Luke:
- que fez o projeto?
Hoffman:
- claro.
Luke:
- por que você poderia ter roubado os projetos de alguém.
Hoffman:
- pode acreditar que foi eu.
Luke:
- só acredito por que você falou com clareza.
Hoffman:
- então eu conseguir o emprego.
Luke:
- primeiro eu tenho que ver o projeto.
Hoffman:
- você não confia em min.
Luke:
- eu tenho que ver se esse projeto não é ridículo.
Hoffman:
- bem eu pesquisei por meses.
Luke:
- e eu pesquisei por anos.
Hoffman:
- más a diferença é que eu me dei bem com esse projeto.
Luke:
- por isso eu digo que eu quero ver o projeto.
Hoffman:
- mas você vai ver.
Luke:
- certo.
Hoffman:
- certo.
Luke:
- o que você está esperando?

58
Hoffman:
- que você me der o emprego.
Luke bateu a mão na mesa para expressar a raiva dele.
Luke:
- você só está perdendo meu tempo, se você não quer me mostrar então é melhor sair daqui.
Hoffman:
- tenha calma.
Luke:
- eu estou tentando manter a minha calma e você só fica falando dessa idéia e não apresenta PORRA nenhuma.
Hoffman:
- fique calmo.
Luke:
- eu não agüento ficar perto de uma pessoa que fica rindo da minha cara.
Hoffman:
- o projeto é sério.
Luke:
- eu estou duvidando disso.
Hoffman:
- não duvide.
Luke:
- se você não me mostra esse projeto AGORA você pode sair daqui.
Hoffman:
- eu vou mostrar, mas você tem computador.
Luke:
- temos.
Hoffman:
- certo.
O Hoffman se levantou:
- vamos até o computador.
Hoffman:
- vamos.
Luke:
- finalmente.
Os dois andaram até uma sala que tinha computador e impressora.
Luke:
- tomara que não seja um desperdício de tempo.
Hoffman:
- e se você achar uma perca de tempo.
Luke:
- darei um soco na sua cara.
Hoffman:
- você não bateria numa pessoa de óculos bateria.
Luke:
- não.
Hoffman:
- certo.

59
Luke:
- é só eu pedir para uma pessoa que tire o seu óculos e bato na sua cara.
Hoffman:
- certo.
Hoffman foi no computador e fez o que devia e imprimiu o projeto.
Hoffman:
- me diga quando tudo isso acabar você vão dá os créditos a min.
Luke:
- eu vejo isso depois.
Hoffman:
- o que?
Luke viu todo o projeto.
Luke:
- por enquanto o emprego é seu.
Hoffman:
- más eu resolvi o problema.
Luke:
- isso é o que você acha.
Hoffman:
- não isso é o que eu sei.
Luke:
- olha eu vou ver isso direito, farei os cálculos de quanto isso vai custar.
O Ramond estava passando por perto e foi até eles.
Ramond:
- quem é ele?
Luke:
- a solução para o problema.
Ramond:
- do que você está falando?
Luke:
- bem segundo ele, com esse projeto poderemos ir para muito, muito longe daqui.
Ramond:
- é mesmo.
Hoffman:
- sim.
Ramond:
- então você vai ser o nosso projetista?
Hoffman:
- é o que estou querendo ver.
Ramond:
- não se preocupe.
Hoffman:
- bem pelo que me parece eu posso receber ou não esse emprego.
Ramond:
- você está confiante de que achou mesmo a solução.
Hoffman:
- eu acredito que sim.

60
Ramond:
- então não se preocupe.
Luke:
- eu disse que eu vou ver se esse projeto funciona mesmo, eu vou ler tudo isso e pesquisa muito.
Hoffman:
- bem eu já fiz todas as pesquisas necessárias.
Luke:
- eu acredito em você mas eu tenho que ver isso aqui direito, bem eu não tenho certeza de tudo, por isso eu quero pelo menos ter a certeza de que esse projeto vai funcionar.
Ramond:
- eu aposto que esse garoto não veio aqui para perder tempo.
Luke:
- nessa situação ninguém quer perder tempo.
Hoffman:
- você pode ler tudo isso daí.
Luke:
- e é isso que eu vou fazer.
Hoffman:
- você vai ver que o meu projeto é realmente possível.
Luke:
- se o seu projeto não for possível você vai perder o emprego.
Hoffman:
- então eu venho amanhã.
Luke:
- sim.
Hoffman:
- muito obrigado.
O Hoffman saiu andando.
Ramond:
- você ver esperança nesse projeto.
Luke:
- bem eu estou querendo que esse projeto der certo.
Ramond:
- que bom.
Luke:
- esse cara me deixa maluco.
Ramond:
- mas pense ele pode realizar o seu sonho.
Luke:
- muitas pessoas estão se sacrificando para que o meu sonho der certo.
Ramond:
- bem por que é um bom sonho.
Luke:
- pessoas me dizem o que você acha que vai encontra quando formos muito distante da terra.
Ramond:
- o que você espera encontra?
61
Luke:
- nada.
Ramond:
- você está se sacrificando tanto para não encontra nada?
Luke:
- o que você espera encontrar?
Ramond:
- algum alienígena.
Luke:
- sério!
Ramond:
- pelo menos é melhor do que não encontrar nada.
Luke:
- bem eu não estou colocando muita esperança de encontrar nada por que alguns podem se desapontar.
Ramond:
- você pretende ir para muito longe só para ver como é o espaço?
Luke:
- bem na verdade, eu quero ir o mais longe do que qualquer outro homem já foi.
Ramond:
- alguma esperança da nave pousar em algum planeta?
Luke:
- bem se vocês quiserem?
Ramond:
- você só pretende ir para muito longe.
Luke:
- podemos até ver outra galáxia já imaginou?
Ramond:
- já.
Luke:
- eu não quero colocar muita esperança por que se a gente não encontrar nada, todos vão se desapontar.
Ramond:
- mas eu tenho certeza de que vamos encontrar algo.
Luke:
- bem se encontrarmos algo vai ser conseqüência dessa viagem.
Ramond estava muito sonhador.
Ramond:
- será que existem outros seres lá fora.
Luke:
- existem.
Ramond:
- engraçado você falou isso com uma certeza.
Luke:
- agora eu acho que não são inteligentes.
Ramond:
- por que você acha isso?

62
Luke:
- os seres de que eu estou falando que existem lá fora provavelmente são bactérias de outros planetas, como é que virmos de marte.
Ramond:
- você não acha que existem outras espécies mas inteligentes?
Luke:
- pode até haver mas como você garante que ele são mas inteligentes do que a gente.
Ramond:
- a raça humana é tão violenta.
Luke:
- não classifique os humanos como um todo, você sabe que tem pessoas que pensam diferentes da gente, ninguém tem um pensamento igual.
Ramond:
- você está certo.
Luke:
- tem as mulheres, nós os homens não sabemos o que elas pensam, estamos tentando descobrir até agora, e as mulheres já sabem de bastante coisa da gente.
Ramond:
- eu sei ela nos dominar fácil.
Luke:
- se elas dominam você tudo bem, mas ninguém manda em min.
Ramond:
- eu aposto que não é você quem manda em casa.
Luke:
- lógico que não nós fazemos disso uma democracia fazemos tudo como eu e a minha amada gostamos.
Ramond:
- sem falar dos filhos.
Luke:
- bem para min esse vai ser mas um filho.
Ramond:
- do que você está falando?
Luke:
- bem eu acho, que isso vai entrar para a historia.
Ramond:
- isso eu tenho certeza.
Luke:
- eu sei, por isso eu tenho o máximo de cuidado quando alguém vem aqui e me diz que pode realizar o projeto, eu quero ter toda certeza disso.
Ramond:
- eu sei que você está cuidando disso.
Luke:
- eu estou dedicando a minha vida para isso.
Ramond:
- eu sei que você pesquisa muito sobre esse assunto.
Luke:
- eu pesquiso sempre quando eu posso.
63
Ramond:
- bem eu acho que você pesquisa quase todo tempo.
Luke:
- eu pesquiso sempre na medida do possível.
Ramond:
- eu aposto que você pesquisa isso quase toda hora do dia.
Luke:
- eu tento pesquisar tudo.
Ramond:
- quer dizer que você não pesquisa só o seu projeto.
Luke:
- bem eu tento não limitar as minhas linhas do pensamento.
Ramond:
- eu pensei que você só pesquisava só sobre essa viagem.
Luke:
- bem eu vivo além do meu projeto.
Ramond:
- sobre o que você pesquisa de mais?
Luke:
- os pensamentos dos filósofos alguns deles sempre falam da nossa vida, apesar de nós nunca temos visto pessoalmente.
Ramond:
- eu não sabia que você pesquisava isso.
Luke:
- eu pesquiso.
Ramond:
- bem pelo visto você só vai pesquisar se esse projeto vai dá certo.
Luke:
- esse projeto vai dá certo.
Ramond:
- você já olhou o projeto dele.
Luke:
- olhei mais pouco.
Ramond:
- e como você consegue dizer isso?
Luke:
- bem pelo que ele me disse isso pode dá certo, mas eu não confio tanto nele.
Ramond:
- mas você já está dizendo que o projeto dele vai dá certo.
Luke:
- bem eu não disse o projeto dele.
Ramond:
- do que você está falando?
Luke:
- eu estou falando do projeto de irmos para muito longe daqui.
Ramond:
- você acha isso mesmo.
Luke:
- sim.
64
Ramond:
- como você ganhou toda essa confiança do nada.
Luke:
- bem se pessoas como ele estão interessados em realizar esse projeto, e você tinham que ouvir as coisas que ele disse, todas as loucuras que ele fez para realizar esse projeto.
Ramond:
- isso é muito bom.
Luke:
- ele não estava com medo de receber um soco na cara ele estava muito confiante sobre o projeto, ele não teve medo se eu achava idiota ele arriscou tudo.
Ramond ficou muito confuso com uma coisa.
Ramond:
- você falou que ele não tinha medo dele levar um soco na cara?
O Luke fica um pouco sem jeito.
Luke:
- eu disse que ele estava me deixando maluco.
Ramond:
- mas você iria bater nele.
Luke:
- eu disse que ele estava me deixando maluco.
Ramond:
- você tem que ter calma.
Luke:
- acredite, eu fiquei calmo na medida do possível.
Ramond:
- eu me lembro que um dia você estava explodindo de raiva e foi o dia que você estava poucos dias no trabalho.
Luke:
- eu me lembro desse dia, foi um dia depois colocamos o anuncio no Jornal.
Ramond:
- acredite eu conheci algumas pessoas que estão achando que a gente acha que existe vida extra-terrestre, e que nós estamos escondendo isso.
Luke:
- conheço é uma das teorias que nós estamos escondendo algo.
Ramond:
- você já pensou em verificar os arquivos.
Luke:
- ainda não mas isso eu verifico depois.
Ramond:
- não sente nenhuma curiosidade de olhar.
Luke:
- por enquanto á única coisa que estou interessado é ver se esse projeto vai funcionar.
Ramond:
- certo.
Luke:
- quando eu chegar em casa eu vou pesquisar isso.
65
Ramond:
- você não vai fazer a pesquisa agora?
Luke:
- eu estava querendo dizer que as minhas pesquisas eu vou fazer isso em casa.
Ramond:
- o que você vai fazer até chegar a hora?
Luke:
- eu vou olhar o projeto dele e a pesquisa dele.
Ramond:
- certo.
Luke:
- eu vou para a minha sala.
Ramond:
- certo.
Luke:
- te vejo depois.
Luke foi direto para a sala dele, ficava olhando as paginas e ficava olhando de novo, verificava no máximo 5 vezes cada pagina.
Luke:
- isso me parece correto.
Depois ele foi para casa, pesquisou mais sobre o assunto, a Kate estava vendo ele no computador, ele ficou pesquisando durante horas.
Kate:
- o que você está fazendo?
Luke:
- pesquisando.
Kate:
- eu sei disso.
Luke:
- o que quer saber?
Kate:
- eu sempre vejo você pesquisando sobre algo, mas parece que isso é muito importante.
Luke:
- isso é muito importante.
Kate abraçou ele e deu um beijo na boca dele.
Luke:
- Bem o que você descobriu?
Luke:
- bem na verdade que outra pessoa descobriu.
Kate:
- o que é?
Luke:
- alguém pode ter descoberto o jeito de realizar o projeto.
Kate:
- mas você sempre chega aqui com muitos projetos.
Luke:
- eu sei.

66
Kate:
- que projeto é esse?
Luke:
- o projeto dos humanos irem para muito, muito distante daqui.
Kate ficou muito feliz.
Kate:
- você realmente vai poder realizar esse sonho.
Luke:
- se esse garoto tiver acertado, esse sonho vai se tona realidade.
Kate:
- que bom que um de nós vai realizar o tal sonho.
Luke:
- eu não fico impedindo as pessoas delas terem o seu próprio sonho.
Kate:
- eu sei.
Luke:
- mas pessoas morreram para eu continuar fazendo esse projeto.
Kate:
- eu me lembro desse dia.
Luke:
- como poderíamos esquecer o dia do ataque a nossa casa.
Kate:
- mas você está vendo coisas boas acontecerem a partir de agora.
Luke:
- eu estou vendo se isso é realmente é possível.
Kate:
- por que você simplesmente não acredita nesse garoto, pelo visto ele é muito inteligente.
Luke:
- eu quero acreditar.
Kate:
- então por que não parar de pesquisar.
Luke:
- eu estou vendo se não vai haver nenhum perigo.
Kate:
- sempre tem perigo.
Luke:
- é mas esse se der errado eu e quase toda a NASA morre.
Kate:
- como?
Luke:
- ele estar querendo mexer com energia nuclear.
Kate:
- mas isso é muito perigoso.
Luke:
- você não acha que eu não sei isso.
Kate:
- eu sei que você vai tomar o maior cuidado.

67
Luke:
- eu tenho que verificar tudo para ver se não á nenhum perigo de explosão.
Kate:
- tomara que tudo esteja certo.
Luke:
- por que você acha que eu estou fazendo tudo isso.
Kate:
- bem continue a pesquisa.
Luke:
- eu vou verificar.
Depois de 5 dias ele foi viu que tudo estava certo, o Hoffman continuou no emprego.
No tempo de hoje.
Hoffman:
- decorou tudo.
Luke:
- sim.
Hoffman:
- não acredito que tanto tempo se passou desde daquele dia.
Luke:
- eu sei.
Hoffman:
- eu gostaria de ir nessa viagem.
Luke:
- bem você é o Chefe da NASA agora, eu tive que me tona astronauta, se não, não estaria nessa viagem.
Hoffman:
- foi difícil deixar de ser chefe.
Luke:
- não.
Hoffman:
- mas você ganhava melhor do que astronauta.
Luke:
- mas eu queria mas do que tudo viajar para bem longe daqui.
Hoffman:
- você resistiu muito bem aos testes?
Luke:
- você sabe que sim.
Hoffman:
- você está bem.
Luke:
- se preocupe somente para aquilo não virar uma bomba atômica.
Hoffman:
- eu vou ter.
Luke:
- depois de tantas conversas de que eu tive que fazer para tona esse projeto possível.
Hoffman:
- você não vai se arrepender.
68
Luke:
- certo.
Hoffman:
- você não confia em min?
Luke:
- se não confiar-se eu não entregaria a NASA nas suas mãos.
Hoffman:
- mal acredito que você confia tanto em min.
Luke:
- o Ramond ficou um pouco chateado.
Hoffman:
- eu sei.
Luke:
- bem, eu preciso ir para casa.
Hoffman:
- já vai tarde.
Luke:
- eu preciso muito ir para a casa.
Hoffman:
- você sabe que já está muito tarde.
Luke:
- eu sei.
Hoffman:
- você pretende ir mesmo.
Luke:
- já vou.
Hoffman:
- mas se algo te acontecer?
Luke:
- se algo é para acontecer já devia ter havido há muito tempo.
Luke fica pensando um pouco.
- o que as pessoas iriam querer de min?
Hoffman:
- podem querer roubar o seu carro.
Luke:
- que roubem.
Hoffman:
- más eles são capazes de te matarem.
Luke:
- enquanto eu falo com você vai ficando, mas tarde.
Hoffman:
- você está certo.
Luke:
- até o dia da viagem.
Hoffman:
- bem eu não vou ver você.
Luke:
- mas vai falar comigo.

69
Hoffman:
- é mesmo.
Luke estava andando abriu a porta, e saiu foi para o carro, e foi dirigindo.
Luke:
- quando vai ser o dia, que Deus faça com que não seja antes dessa viagem, se não a minha vida não teria sentido.
Dirigiu até a casa, ele entrou, jantou um pouco e depois foi dormir.
No dia seguinte, o Luke se levantou sentiu uma pequena dor nas costas.
Luke:
- por que eu devo sentir isso todo dia.
Ficou se levantando mas ele não podia se levantar muito depressa por causa de idade.
Luke:
- vamos seu velho se levante.
Ele sentia um pouco de dificuldade.
Luke:
- como simplesmente se levantar pode fica tão difícil.
Ele finalmente conseguiu se levantar.
Luke:
- você não pode fica parado.
Luke foi andando e foi descendo as escadas, ficava descendo devagar.
Luke:
- tomara que nada desse negocio de ser velho me atrapalhe.
Ficava descendo finalmente chegou no ultimo andar.
Ele ficava sentindo como se o seu coração estiver-se disparado.
Luke:
- por que você está fazendo isso.
Ele bateu a mão no corredor para demonstra a raiva.
Luke:
- você vai fazer o que sempre fazia, você não vai parar agora.
A Rejina estava varrendo o chão, e viu o Luke.
Rejina:
- o senhor quer alguma coisa?
Luke:
- que os dias passassem mas rápido.
Rejina:
- o único jeito seria se você se divertisse.
Luke:
- a minha única diversão.
Rejina:
- faltam poucos dias.
Luke:
- eu sei só faltam 4 dias.
Rejina:
- seria bom se você relaxar-se.
Luke:
- eu não quero fica relaxando, isso não faz bem para min.


70
Rejina:
- você já trabalhou muito até agora por que você não faz alguns minutos de descanso.
Luke:
- eu estava descansando mas acordei e quero fazer alguma coisa.
Rejina:
- mas você já está velho.
Luke:
- más não estou morto.
Rejina:
- o senhor quer pelo menos café.
Luke:
- sim.
Rejina foi para a cozinha.
Na casa de Hoffman, ele tinha acabado de acorda, uma pessoa bateu na porta dele.
Hoffman:
- essas pessoas não sabem que não é legal visitar os outros bem cedo.
Hoffman foi para porta.
Hoffman:
- o que quer?
A pessoa:
- quero fazer uma entrevista.
Hoffman:
- isso é hora de chega na casa dos outros.
A pessoa:
- me desculpe.
Hoffman:
- bem já que você já veio.
Hoffman abriu a porta.
A pessoa é uma mulher ,com blusa abotoada de cor azul, saia curta e azul, salto-auto preto, ela segurava na mão um caderninho.
Hoffman:
- de que jornal você?
Mulher:
- eu sou da CNN.
Hoffman:
- por que está sozinha?
Mulher:
- por que queria conhecer, mas cedo o homem que vai ajuda nessa viagem.
Hoffman:
- bem eu não vou fazer muita coisa.
Mulher:
- mas você conhece o homem que planejou tudo isso.
Hoffman:
- lógico que conheço.
Mulher:
- eu tenho um pouco de dificudade de falar com ele.

71
Hoffman:
- bem é que agora ele está com muita pressão, ele acha que ele não pode embarcar nessa viagem.
Mulher:
- espere.
Hoffman:
- o que?
Mulher com a caneta e lápis na mão, escreveu um pouco.
Mulher:
- isso é uma entrevista.
Hoffman:
- certo.
Mulher:
- por que o homem que planejou essa viagem, não pode ir.
Hoffman:
- alguns médicos estão dizendo que talvez ele não sobreviva nessa viagem.
Mulher:
- por que isso?
Hoffman:
- estão suspeitando que tenha algum problema no coração.
Mulher:
- você acha que isso é verdade?
Hoffman:
- bem eu sei que ele está muito velho, talvez o coração esteja ruim.
Mulher:
- você vai deixar ele ir mesmo assim?
Hoffman:
- se não fosse por ele eu não conseguiria esse trabalho.
Mulher:
- más você acha mesmo que ele deveria viajar?
Hoffman:
- esse é o sonho dele.
Mulher:
- por isso você deixaria ele morrer?
Hoffman:
- as vezes você tem que dá a vida para que o sonho aconteça.
Mulher:
- isso justifica ele morrer na viagem.
Hoffman:
- não sabemos se nada vai acontecer.
Mulher:
- você estaria disposto a se sacrifica para realizar o sonho?
Hoffman:
- sim.
Mulher:
- qual seria esse sonho?
Hoffman:
- de fazer algo novo.

72
Mulher:
- o que você fez de novo?
Hoffman:
- para uma reporta do CNN você é não sabe de muita coisa.
Mulher:
- desculpe, é que eu sou novata.
Hoffman:
- Você notou que você veio aqui às sete horas da manhã?
Mulher:
- desculpe é que eu não conseguia dormir pensando na entrevista.
Hoffman:
- o que você sabe sobre o projeto?
Mulher:
- que vocês pretendem viajar a muito distante da terra, e o criador disso foi o Luke.
Hoffman:
- você só sabe o básico?
Mulher:
- bem eu estou querendo saber mas.
Hoffman:
- você sabe quem eu sou certo?
Mulher:
- você é o Hoffman.
Hoffman:
- pelo menos isso você sabe.
Mulher:
- eu não sou totalmente inexperiente.
Hoffman:
- eu duvido.
Mulher:
- eu sou uma mulher séria.
Hoffman:
- isso não quer dizer nada.
Mulher:
- eu sou uma mulher trabalhadora.
Hoffman:
- como você conseguiu ser da CNN?
Mulher:
- desculpe más aqui eu faço as perguntas.
Hoffman:
- você é repórter?
Mulher:
- bem eu sou.
Hoffman:
- bem eu vou falar o que eu fiz.
Mulher:
- certo.


73
Hoffman:
- eu fiz esses novos modelos de naves.
Mulher:
- certo.
Hoffman:
- eu percebi que as naves de antigamente não conseguiam fazer isso e numa grande distância, eu sei que ir de um planeta para outro não é muito perto, más eu fiz com que puder sermos ir alem.
Mulher:
- você acha que vai funcionar?
Hoffman:
- eu fiz várias pesquisas eu fiz comprovar várias da minhas teorias e de acordo com que eu sei, eu acho que podemos ir muito distante.
Mulher:
- você acha que eles vão pousar em outro planeta.
Hoffman:
- talvez.
Mulher:
- você não tem certeza?
Hoffman:
- bem o objetivo é ir o más longe possível.
Mulher:
- você acha seguro pousar em outro planeta e ainda sair de lá?
Hoffman:
- nós já testamos isso.
Mulher:
- quando?
Hoffman:
- alguns anos atrás, quando fizermos o primeiro modelo de nave gostaríamos de saber se a nave poderia pousar e depois sair, nós testamos quando mandamos a nave para uma missão de pousar em marte.
Mulher:
- deu certo.
Hoffman:
- o que?
Mulher:
- deu certo o pouso?
Hoffman:
- como você pode ser da Terra e não saber que pousamos em marte.
Mulher:
- é que sou destra ida.
Hoffman:
- pousamos e depois saímos de lá e os astronautas que estavam lá na nave saíram todos bem.
Mulher:
- certo.
Hoffman:
- você sabe que pisou em marte sabe?

74
Mulher:
- não.
Hoffman:
- foi o Sky.
Mulher:
- quem é ele?
Hoffman:
- o filho de Luke.
Mulher:
- certo.
Hoffman ainda estava um pouco com sono.
Hoffman:
- acabou as perguntas?
Mulher:
- sim.
Hoffman:
- você quer alguma coisa?
Mulher:
- não.
Hoffman:
- más eu quero.
Hoffman vai até o cozinha e fica preparando o café.
Mulher:
- você mora sozinho.
Hoffman:
- sim.
Mulher:
- não existe ninguém que te ajude?
Hoffman:
- Não.
Mulher:
- você quer ajuda na cozinha?
Hoffman:
- não.
Mulher:
- está namorando?
Hoffman:
- porque essa pergunta?
Mulher:
- é que alguns homens solteiros sabe fazer as coisas sozinho.
Hoffman:
- você não devia ter saído.
Mulher:
- me desculpe.
Hoffman:
- eu não fico nada feliz de manhã.
Mulher:
- principalmente tão cedo.

75
Hoffman:
- você veio aqui só para entrevista?
Mulher:
- sim.
Hoffman:
- más a entrevista já acabou?
Mulher:
- sim.
Hoffman:
- então o que você está esperando?
Mulher:
- a minha equipe vim.
Hoffman:
- que horas eles vem?
Mulher:
- doze horas.
Hoffman:
- as DOZE.
Mulher:
- sim.
Hoffman:
- não acredito que você veio aqui muito cedo, o que você vai fazer até lá.
Mulher:
- eu pensava que eu tinha muitas perguntas na minha cabeça.
Hoffman:
- você parece que quer literalmente saber de tudo.
Mulher:
- o que você quer dizer com isso?
Hoffman:
- você veio aqui parecendo que não sabia de nada.
Mulher:
- bem eu disse que era inexperiente.
Hoffman:
- isso não é desculpa, de vim aqui parecendo que você só sabia o óbvio.
Mulher:
- mas...
Hoffman:
- eu quando era inexperiente eu me esforçava para saber de tudo, para todos não me virem como um pobre coitado.
Mulher:
- quer dizer que você sempre faz pesquisa?
Hoffman:
- você como repórter deveria aprender a pesquisa e não venha dizer nada com inexperiente.
Mulher:
- você está sendo muito mal.



76
Hoffman:
- eu sempre me esforcei para ser o melhor, e vem uma pessoa que se diz trabalhadora, e não faz nada no trabalho.
Mulher:
- você sempre é experiente?
Hoffman:
- não.
Mulher:
- então pare de tentar me rebaixar.
Hoffman:
- más o que você queria vindo aqui em casa muito cedo.
Mulher:
- eu só queria falar com você.
Hoffman:
- más você poderia falar comigo a qualquer hora, bem menos muito cedo.
Mulher:
- eu sei que você é um homem muito ocupado.
Hoffman:
- você poderia tentar essa entrevista as seis da noite, nesse horário estou completamente livre.
Mulher:
- más eu não sabia.
Hoffman:
- mas você sabia que era muito cedo quando você veio.
Mulher:
- eu sei, más eu já disse que queria falar com você e não agüentava á espera, eu tinha que falar com você.
Hoffman:
- bem mas se você pretendia fica aqui por muito tempo, você devia ter planejado mas perguntas.
Mulher:
- eu sei, eu estava tão empolgada de vim para cá.
Hoffman:
- por que você queria tanto falar comigo.
Mulher:
- é que logo você vai ser uma pessoa histórica.
Hoffman:
- eu não diria isso.
Mulher:
- más você vai comandar da terra uma missão que as pessoas vão a anos luz daqui.
Hoffman:
- eu devo dizer que todos os créditos são do Luke.
Mulher:
- más você sabe como é difícil falar com ele.
Hoffman:
- e parece que ele agora só está querendo sair só no dia.


77
Mulher:
- por causa do entusiasmo.
Hoffman:
- sim a lendo mas ele planejou por muito tempo essa viagem desde de quando ele era criança.
Mulher:
- aposto que ele não consegue fazer nada.
Hoffman:
- ele é capaz de muitas coisas.
Mulher:
- naquela idade.
Hoffman:
- ele é uma grande pessoa, eu tenho certeza que a idade não vai vencer-lo.
Mulher:
- como você sabe?
Hoffman:
- bem ele tem bastante experiência.
Mulher:
- por que ele é muito velho.
Hoffman:
- ele pesquisa muito, ele fica lendo quantos livros possíveis, ele não é uma pessoa de fica parado.
Mulher:
- e você.
Hoffman:
- eu sempre tento chegar no meu limite, tentar planejar mas projetos de naves.
Mulher:
- me disseram que os Estados Unidos não vai pagar os seus projetos de novas naves, eles não vão dá dinheiro para a NASA se os projetos forem esses.
Hoffman:
- eles acham que o que eu faço é uma grande perda de tempo.
Mulher:
- eu tenho certeza que não é.
Hoffman:
- o difícil é fazer com que o governo acredite nisso.
Mulher:
- más uma de suas naves foi até marte.
Hoffman:
- o presidente daqui, brigou muito comigo, por deixar que só tenha um americano na nave.
Mulher:
- foi mesmo.
Hoffman:
- eles não ligam em ir para o espaço.
Mulher:
- foi muito horrível à briga.


78
Hoffman:
- foi.
Mulher:
- o que você vai fazer depois dessa missão.
Hoffman:
- eu vou para a Rússia.
Mulher:
- não gosta daqui.
Hoffman:
- lá eles aceitaram que eu fizer-se as naves.
Mulher:
- você não quer descontar nada não, né?
Hoffman:
- por que você acha isso?
Mulher:
- por que o governo daqui brigou contigo.
Hoffman:
- Não, o motivo que eu vou é para pelo menos poder realizar o meu sonho.
Mulher:
- como você falou as pessoas devem realizar os sonhos.
Hoffman:
- lógico.
A mulher deu um sorriso.
Hoffman:
- você não sente nem um pouco de sono.
Mulher:
- não.
Hoffman:
- como você não está sentindo sono.
Mulher:
- quando eu vim para cá eu estava a toda.
Hoffman:
- mas a entrevista já acabou.
Mulher:
- eu sei.
Hoffman:
- qual é o seu nome?
Mulher:
- Melinda.
Hoffman:
- linda?
Melinda:
- obrigada.
Hoffman:
- não, o seu nome é Linda.
Melinda:
- é MElinda.


79
Hoffman:
- certo.
Hoffman colocou o café já pronto na xícara.
Hoffman:
- tem certeza que não quer o café?
Melinda:
- sim, eu tenho.
Hoffman tomou o café e colocou a xícara no lugar.
Hoffman:
- delicia.
Ele foi para o sofá sentou lá descansou um pouco.
Melinda:
- bela casa.
Hoffman:
- você trabalha mesmo na CNN.
Melinda:
- sim.
Hoffman:
- certo.
Melinda:
- está desconfiado?
Hoffman:
- só estou perguntando.
Melinda:
- bem eu devo dizer que você é a minha primeira entrevista da CNN.
Hoffman:
- que sorte.
Melinda:
- esse foi um dos motivos para eu vim para cá.
Hoffman:
- bem lembre-se NUNCA venha muito cedo.
Melinda:
- más e se o jornal for de manhã.
Hoffman:
- nem se esforce muito por que poucas pessoas realmente vêem isso.
Melinda:
- eu trabalhava antes no jornal que passava de manhã.
Hoffman:
- más quase essa hora.
Melinda:
- sim.
Hoffman:
- duvido que a audiência tenha sido muito grande.
Melinda:
- bem algumas vezes a audiência subia muito.
Hoffman:
- dois pontos.


80
Melinda:
- bem nesse horário a gente não fazia GRANDES entrevistas.
Hoffman:
- eu devo imaginar o por que?
Melinda:
- esse foi o meu primeiro emprego.
Hoffman:
- e como você foi parar na CNN.
Melinda:
- com muito esforço.
Hoffman:
- e o esforço parou.
Melinda:
- você fica me condenando muito.
Hoffman:
- o que você queria?
Melinda:
- você tratar assim todas as pessoas que vão te entrevistar.
Hoffman:
- quando a pessoa não é muito profissional, sim.
Melinda:
- você está me condenando só por que eu não pesquisei muito para essa pesquisa.
Hoffman:
- acredite isso para min não é pouco.
Melinda:
- eu pelo menos fiz o meu trabalho.
Hoffman:
- eu fico feliz que você ao menos pesquisou para saber onde eu moro.
Melinda:
- você não é uma pessoa muito fácil de achar.
Hoffman:
- eu sei.
Melinda:
- eu ouvi que você fala Russo.
Hoffman:
- sim.
Melinda:
- como você aprendeu essa língua eu acho tão difícil, pesquisas não adiantam muito.
Hoffman:
- meu pai era Russo, e minha mãe americana.
Melinda:
- deve ter sido difícil esse namoro.
Hoffman:
- por que você acha isso?
Melinda:
- bem você sabe a rivalidade entre as duas nações.

81
Hoffman:
- não existe dificuldades se você está realmente apaixonado.
Melinda:
- eu não pensei por essa forma.
Hoffman:
- bem eu não colpo você, eu sei que você é repórter e sempre ver a realidade das coisas.
Melinda:
- más os repórteres também se apaixonam.
Hoffman:
- vocês são humanos.
Melinda:
- é mesmo.
Hoffman:
- eu não estou muito acordado.
Melinda:
- quando eu cheguei aqui você não estava dormindo, estava?
Hoffman:
- eu tinha me levantado.
Melinda:
- você ainda não perdeu a sua vontade de dormir?
Hoffman:
- como eu disse eu me levantei mas não acordei.
Melinda:
- eu estou vendo que você está acordado.
Hoffman:
- por que uma pessoa veio, e não veio para dormir veio para ficar conversando.
Melinda:
- me desculpe.
Hoffman:
- pelo menos você veio aqui para realizar o seu trabalho, fico feliz só com isso.
Melinda:
- eu não estou sendo uma pessoa fácil de agüentar.
Hoffman:
- você seria se...
Melinda:
- se eu tiver-se vindo mas cedo.
Hoffman:
- certo.
O Hoffman estava caindo de sono, mas quando ele ia fechar os olhos ele sempre acorda.
Melinda:
- você quer que eu saia.
O pensamento do Hoffman dizia bem alto “Sim”.
Hoffman:
- não.

82
Melinda:
- eu estou vendo que você está caindo de sono.
Hoffman:
- eu estou tentando ficar acordado quanto posso.
Melinda:
-se você pretendia continuar dormindo então por que você se levantou?
Hoffman:
- bem é que tem alguns dias que eu me levanto ando um pouco depois volto a dormir.
Melinda:
- eu tive sorte de você ter pelo menos se levantado.
Hoffman:
- sorte?
Melinda:
- sim, por que?
Hoffman:
- eu não gosto de que pessoas cheguem na minha casa muito cedo.
Melinda:
- más você está sendo um pouco gentil.
Hoffman:
- por que estou com tanto sono que mal consigo ficar com raiva direito.
Melinda:
- eu posso tentar dormir aqui no sofá.
Hoffman:
- se eu não tiver-se cansado eu diria não, mas venha para o sofá que eu vou para a minha cama.
Melinda:
- certo.
Hoffman foi para o quarto, ele se deitou e dormiu.
Cinco horas depois ele acorda:
Hoffman:
- estou atrasado, ainda bem que eu sou o chefe de lá.
Hoffman foi para o sofá e viu que a melinda estava dormindo pelada, ele se surpreendeu e voltou para o quarto.
Hoffman:
- bem eu sou o chefe mesmo.
Hoffman não parava de pensar nela pelada.
Hoffman:
- será que foi assim que ela conseguia entrar na CNN?
Depois de algum tempo ela acorda e veste a roupa.
Melinda:
- onde estou?
Ela demorou para se lembrar.
Melinda:
- meu deus eu estou na casa do Hoffman.
Melinda ficou andando de um lugar para outro.
Melinda:
- será que ele me viu.
Ela estava toda envergonhada.
No quarto Hoffman estava deitado na cama e ainda estava muito supresso com que viu.
Hoffman:
- será que ela faz isso de propósito.
Ele ouve á Melinda bater na porta.
Hoffman:
- Melinda?
Melinda:
- sim sou eu.
Hoffman:
- pode entrar.
Melinda entrou no quarto.
Melinda:
- já acordou.
Hoffman:
- sim, eu não estou apenas levantado, ou ainda deitado.
Melinda:
- você se levantou para mas alguma coisa?
Hoffman:
- não.
Melinda:
- só queria saber.
Hoffman:
- alguma coisa aconteceu.
Melinda:
- nada importante.
Hoffman:
- você esteve na casa do dono da CNN?
Melinda:
- não.
Hoffman:
- eu só queria saber.
Melinda:
- você me viu?
Hoffman:
- eu estou vendo você, eu não sou cego.
Melinda:
- você me viu dormindo no sofá.
Hoffman:
- não.
Melinda:
- certo.
Hoffman:
- eles já vem?
Melinda:
- quem:


84
Hoffman:
- toda a equipe.
Melinda:
- sim, eles já devem está chegando.
Hoffman estava um pouco desajeitado, por que ele lembrava do que viu.
Hoffman:
- bem eu tenho que levantar.
Melinda:
- eu vou sair do quarto.
A melinda saiu do quarto, o Hoffman deu uma pequena respirada, e depois passou a mão na cara.
Hoffman:
- tente agir normalmente.
Estava se levantando, pensamento do Hoffman “como eu faço para ela não saber que eu vi ela pelada” hoffman ficava no desespero, ele não sabia como agir direito.
Hoffman estava tentando criar coragem.
Hoffman:
- pare de agir como se você nunca vir-se uma mulher pelada antes.
Hoffman não parava de pensar nela pelada.
Hoffman:
- eu não posso ir desse jeito, ela pode saber.
Ele ficou andando no quarto.
Hoffman:
- eu tenho que me esquecer disso.
Um pensamento alegre veio na cabeça dele.
Hoffman:
- talvez não esquecer, mas não pensar nisso nesse momento.
Hoffman estava ficando cada vez mas encabulado.
Hoffman:
- eu tenho que me comporta.
Ele estava todo confiante de que iria na sala e ver ela, como se nada tiver-se acontecido.
Hoffman:
- mas e se ela fez aquilo de propósito.
Ele ficava pensando sobre isso.
Hoffman:
- mas e se não for.
Hoffman abriu a porta e ele ia sentar no sofá, a Melinda estranhou isso.
Melinda:
- o que foi?
Hoffman:
- nada importante.
Melinda estava desconfiada.
Melinda:
- você viu alguma coisa.
Hoffman:
- o que?

85
Melinda:
- nada.
Hoffman sentou, ele estava se sentindo um pouco estranho.
Hoffman:
- eles já vem?
Melinda:
- já.
Hoffman:
- certo.
Ele ouve alguém bater na porta.
Hoffman:
- espero que seja eles.
Hoffman foi ate a porta, abriu a porta, e viu a equipe de tv, o cameraman foi para a Melinda:
Cameraman:
- por que você veio cedo?
Melinda:
- é por que eu estava animada para a entrevista.
Cameraman:
- mas você sabia que não seria a entrevista oficial?
Melinda:
- eu sabia.
Cameraman:
- então está pronta?
Melinda:
- sim.
Melinda olha para o Hoffman.
Melinda:
- você está disposto?
Hoffman:
- para fazer a entrevista?
Melinda:
- sim.
Hoffman:
- sim.
Eles fizeram à entrevista, Na casa de Sky, era uma casa comum, o sky estava em uma cadeira lendo o jornal, Uma mulher loira, com um vesti mento típico de dona de casa.
Mulher:
- alguma coisa interessante?
Sky:
- faltam poucos dias para ter algo que vai está em todos os jornais.
Mulher:
- você vai ser um grande astronauta.
Sky:
- bem o grande astronauta vai ser o meu pai.
Mulher:
- ele só vai ser só mas um.

86
Sky:
- toda essa idéia foi dele.
Mulher:
- não dê menos crédito a você.
Sky:
- mas eu estou falando a verdade ele começou todo esse projeto.
Mulher:
- más você vai está na historia.
Sky:
- eu sei.
Mulher:
- bem se eu não estou enganada você já está na historia.
Sky:
- eu sei como a primeira pessoa a pisar em marte.
Mulher:
- você é capaz de realizar grandes coisas.
Sky:
- todos nós somos capazes de realizar grandes coisas.
Mulher:
- não comparado a você.
Sky:
- você parece que adora diminuir os outros.
Mulher:
- você não quer ser uma pessoa importante.
Sky:
- sim, meu amor.
A mulher notou que ele parecia desanimado.
Mulher:
- você devia ficar feliz.
Sky:
- eu estou feliz com essa viagem.
Mulher:
- então pare de pensar que isso é uma desgraça.
Sky:
- eu não estou tratando.
Mulher:
- olha eu te conheço você parece que não está muito feliz.
Sky:
- você não entende.
Mulher:
- mas você vai entrar para a historia.
Sky:
- é isso que eu estou odiando.
Mulher:
- você não está feliz.
Sky:
- sobre a viagem eu estou feliz, más eu não gosto como o noticiário fica me tratando.

87
Mulher:
- mas os noticiários ficam com muito elogio sobre você.
Sky:
- mas eles falam pouco sobre o meu pai.
Mulher:
- qual o problema?
O sky bate na mesa com raiva.
Mulher:
- o que foi?
Sky:
- por que os elogios só deveriam está virado para ele, mas eu é que vou entrar na historia, eu sei disso como os jornais me tratam, mas deveria ser ele entendeu? Lindsey.
Lindsey:
- ouvir mas você fez grandes coisas.
Sky:
- teve pessoas nas missões que eu fui que deveriam ter os mesmos créditos mas eles só dão créditos a min.
Lindsey:
- pare de fica se reduzindo.
Sky:
- eu estou tendo o mesmo tratamento que eu devia receber.
Lindsey:
- eu sei que eu me casei com uma grande pessoa.
Sky:
- eu não sou nada comparado ao meu pai.
Lindsey:
- olha o seu pai já está muito velho para fazer alguma coisa.
Sky:
- talvez ele não sobreviva.
Lindsey:
- o que você falou?
Sky:
- isso mesmo que você ouviu.
Lindsey:
- por isso você está tão abatido?
Sky:
- eu tenho certeza de que ele não vai sobreviver a essa viagem, mas ele quer arriscar mesmo assim.
Lindsey:
- está me dizendo que ele está disposto a morrer pelo sonho dele.
Sky:
- esses são os tipos de pessoa que merecem entra para a historia.
Lindsey:
- más você não vai fazer nada.
Sky:
- mesmo se ele não for à morte vai vim pela depressão.


88
Lindsey:
- por que você acha isso?
Sky:
- ele planejou isso a vida toda, e ele tem a oportunidade de realizar esse sonho, eu não vou impedir isso.
Lindsey:
- você prefere que o seu pai morra do que ele fica vivo.
Sky:
- se eu atrapalha esse sonho dele vai ser pior do que a morte, e eu vou ter causado isso.
Lindsey:
- você devia avisar sobre a saúde dele para a NASA.
Sky:
- nesse caso eu preferia a morte.
Lindsey:
- mas pelo menos você tem a possibilidade de viver muito.
Sky:
- ele não vai viver depois disso.
Lindsey:
- por que você está querendo fazer isso com ele?
Sky:
- você realmente não entende.
Lindsey:
- então me faça entender.
Sky:
- Ele sempre me disse vai atrás dos seus sonhos não importa o quanto você queira sacrificar.
Lindsey:
- olhe por seus filhos.
Sky:
- o que têm eles?
Lindsey:
-eles são uma das coisas boas que você fez.
Sky:
- também a única.
Lindsey:
- o que você quer dizer com isso?
Sky:
- no máximo que eu fiz foi encostar o meu pé em outro lugar.
Lindsey:
- mas poucos são capazes de realizar aquilo que você fez?
Sky:
- pisar em outro lugar não é muito difícil.
Lindsey:
- você pisou em outro planeta foi o primeiro.
Sky:
- teve um Russo na nave que merecia ter essa Honra.


89
Lindsey:
- meu deus pare com isso.
Sky:
- é a verdade todos os astronautas que eu vir se esforçaram muito para ter esse emprego.
Lindsey:
- mas você também se esforçou.
Sky:
- você acha?
Lindsey:
- isso eu tenho certeza.
Sky:
- não teria tanta certeza assim.
Lindsey:
- por que você está dizendo isso?
Sky:
- eu colava em todas provas, eu tinha sempre um amigo que era mas inteligente que eu, eu sempre trapaceava em todos os testes, eu só conseguir esse emprego por que o meu pai ainda era chefe da NASA, então eu mostrei as minhas notas, e depois eu conseguir esse emprego.
Lindsey:
- nem todo mundo é perfeito, eu muitas vezes faltava à aula.
Sky:
- eu sempre via o meu pai pesquisando sobre algo, eu não entendia sobre o que ele pesquisava, só que ele é uma pessoa que realmente estuda, ele sempre tentar fazer o máximo.
Lindsey:
- mas você tem que admitir que ele era grande coisa, ele foi chefe da NASA.
Sky:
- todos dizem que ele mereceu.
Lindsey:
- bem você mesmo disse que ele mereceu.
Sky:
- ele merece entrar para historia, não eu.
Lindsey:
- eu já disse você está na historia, não tem como se livrar disso, bem se um dia eles fizerem milhares de bases espaciais em marte, eles vão lembrar pouco do primeiro homem que pisou lá.
Sky:
- eu duvido.
Lindsey:
- por que você acha isso?
Sky:
- pisamos na lua a muito tempo e não fizermos nada lá.
Lindsey:
- más o céu é limite.
Sky:
- talvez depois desse dia, o espaço talvez seja um limite.

90
Sky ficou com um sorriso no rosto.
Lindsey:
- pelo menos está com um sorriso no rosto.
Sky:
- por que pode ser verdade.
Lindsey:
- mas no dia da sua viagem vamos quebrar todos os limites.
Sky:
- eu sei.
Lindsey:
- gostaria que eles voltar-sem.
Sky:
- quem?
Lindsey:
- eu estou falando do nossos filhos.
Sky:
- eles podem aprender uma historia mentirosa.
Lindsey:
- pare de dizer isso.
Sky:
- as vezes uma pessoa que é muito importante para a sua vida, não é importante para todo resto.
Lindsey:
- para de ter pensamentos tristes.
Sky:
- eu estou tentando fica feliz na medida do possível.
Lindsey:
- você não tem uma vida tão horrível.
Sky:
- eu nem vou precisa lutar.
Lindsey:
- se você quiser lutar que lute por alguma coisa.
Sky:
- eu farei.
Lindsey beija na boca de Sky.
Lindsey:
- você já está lutando.
Sky:
- o que?
Lindsey:
- você já está lutando para que o seu pai var nessa viagem.
Sky:
- até que isso é verdade.
Lindsey:
- eu tenho certeza de que vai ser uma batalha que você vai vencer.
Sky:
- eu gostaria de não ter que lutar para isso.


91
Lindsey:
- bem você tem que lutar pelo que você acredita.
Sky:
- mas isso é um sonho.
Lindsey:
- o que isso tem de ruim?
Sky:
- meu pai sempre disse que procure realizar o seu sonho, mas não faça com que você atrapalhe o sonho dessa pessoa.
Lindsey:
- isso é uma boa frase.
Sky:
- mas o meu pai não vai gostar por que ele vai achar que ele está atrapalhando o meu sonho.
Lindsey:
- mas você não já realizou.
Sky:
- já.
Lindsey:
- então meu bem você não tem do que reclamar você só tem que aproveitar a vida.
Sky:
- bem foi o que eu fiz até agora.
Lindsey:
- então não pare com isso, continue e você vai realizar o seu sonho.
Sky:
- eu estou fazendo o máximo para isso.
Lindsey:
- você não vai desistir da viagem.
Sky:
- não.
Lindsey:
- fique feliz que só falta poucos dias para ocorrer o que você tanto esperar.
Sky:
- pare de tratar isso como se fosse o meu sonho.
Lindsey:
- mas você não sonha com isso.
Sky:
- para min é só uma viagem.
Lindsey:
- mas isto vai entrar para a historia.
Sky:
- eu já sei.
Lindsey:
- na historia eu vou ser esquecida, mas você não.
Sky:
- o problema é que o meu pai vai ser esquecido.


92
Lindsey:
- mas você vai lembrar dele.
Sky:
- eu sei que eu nunca vou esquecer ele.
Lindsey:
- você é um bom homem como seu pai ainda é.
Sky:
- mas ele é o melhor.
Lindsey:
- você é o melhor do que qualquer homem da terra.
Sky:
- eu queria acreditar nisso.
Lindsey beijou ele três vezes na boca.
Lindsey:
- para min você é o melhor homem.
Sky:
- e tomara que eu continue sendo.
Sky se levanta e fica olhando para a janela.
Sky:
- belo dia.
Lindsey:
- o que?
Sky:
- só estou dizendo que é um belo dia.
Lindsey:
- bem a essa hora já é tarde.
Sky:
- no espaço não faz diferença.
Lindsey:
- mas lembre-se você está na terra.
Sky:
- eu sei quando eu voltar você não vai ser a mesma.
Lindsey:
- está pensando nisso.
Sky:
- eu não vou ver as crianças crescendo.
Lindsey:
- elas vão crescer saudáveis.
Sky:
- meu pai viu eu crescer, mas eu não vou ver eles.
Lindsey:
- bem essa é uma das desvantagens de você ir nesses tipos de viagens.
Sky:
- de acordo com os cálculos vamos chegar aqui 100 anos depois.
Lindsey:
- bem você vai ver o futuro.
Sky:
- bem vai ser uma espécie de presente para min.

93
Lindsey:
- você vai ter uma nova família quando voltar?
Sky:
- eu não sei dizer?
Lindey:
- eu posso está viva até lá.
Sky:
- uma coisa que eu acho muito difícil de acontecer.
Lindsey:
- bem durante muito tempo nem se pensava em poder ir a muito distante daqui.
Sky:
- eu sei que a vida pode nos surpreender de alguma forma.
Lindsey:
- lembre-se sempre quem você.
Sky:
- Sky filho de Luke.
Lindsey:
- tente se considerar só como Sky.
Sky:
- eu vou tentar.
Lindsey:
- não é só tentar que eu quero você possa fazer.
Sky:
- certo.
Lindsey:
- Sky o homem que foi no limite do espaço.
Sky:
- vai ser desse jeito que a historia vai lembrar de min.
Lindsey:
- bem também como o homem que pisou em marte.
Sky:
- eu não devo me esquecer disso.
Lindsey:
- eu não gostaria que no dia você fosse sair.
Sky:
- eu sei que isso vai ser muito difícil.
Lindsey:
- vamos fica felizes todo dia de lembrar onde você está.
Sky:
- você vai ter alguma família?
Lindsey:
- mas eu já tenho.
Sky:
- eu estou falando com outro homem?
Lindsey:
- eu vou ser sempre fiel a você.


94
Sky:
- eu vou ser fiel a você.
Lindsey:
- sei!
Sky:
- por que você acha que eu não vou ser fiel?
Lindsey:
- bem você é homem.
Sky:
- e você é mulher, então qual é o problema?
Lindsey:
- é uma coisa natural do homem.
Sky:
- meu pai sempre foi fiel.
Lindsey:
- mas eu aposto que ele não pensava em namorar.
Sky:
- se ele não pensar-se nisso eu não teria existido.
Lindsey:
- eu disse depois dele ter namorado a sua mãe.
Sky:
- bem ele já tinha namorada, ele não precisava de outra.
Lindsey:
- mas eu aposto que se o seu pai não pensar-se só no trabalho, ele estaria namorando outras pessoas.
Sky:
- meu pai não é esse tipo de pessoa.
Lindsey:
- mas eu aposto que você é.
Sky:
- bem você apostaria no cavalo errado, por que eu realmente seria fiel a você, e nem queira duvida isso.
Lindsey:
- eu sempre escuto boatos de que você me traiu.
Sky:
- que historia é essa?
Lindsey:
- bem esses boatos estão vindo depois dessa viagem que você foi para marte.
Sky:
- eu já disse que eu sempre fui fiel a você.
Lindsey:
- bem isso é o você diz.
Sky se levanta da cadeira.
Sky:
- parece com esse tipo de pensamento.
Lindsey:
- mas é verdade?


95
Sky:
- não.
Lindsey:
- eu quero acreditar em você.
Sky:
- não é tão difícil assim.
Lindsey:
- você não imagina o quanto isso foi difícil?
Sky:
- mas acredite no que eu estou falando.
Lindsey:
- mas os boatos são muito fortes.
Sky:
- a gente se casou antes de eu ir para marte, eu não estragaria a felicidade que eu sentir depois do nosso casamento.
Lindsey:
- quem ama não desconfia.
Sky:
- com quem você acha que foi?
Lindsey:
- aquela russa que estava na viagem.
Sky:
- está falando da Slarva.
Lindsey:
- ela.
Sky:
- se eu tiver-se acredite depois de todos esses anos eu teria ao menos te contado algo que aconteceu então pare de ser desconfiada á esse ponto.
Lindsey:
- por que você queria tanto que ela fosse nessa viagem.
Sky:
- por que quando estávamos indo para marte ela me falou sobre o sonho dela de ir para muito, muito distante.
Lindsey:
- mas você batalhou tanto que ela vai está nessa viagem.
Sky:
- eu sempre consigo o que quero.
Lindsey:
- eu digo ainda bem para isso.
Sky:
- você sabe que depois dessa viagem você vai ter que sustentar todo mundo até a nossa volta.
Lindsey:
- não mude de assunto.
Sky:
- mas esse assunto não vale a pena comentar.
Lindsey:
- você é quem diz.

96
Sky:
- OLHA eu não trair você.
Lindsey:
- mas você está lutando isso mas do que está lutando para o seu pai em ir para o espaço.
Sky:
- bem por enquanto ninguém esta causando problemas para o meu pai ir.
Lindsey:
- bem tomara que continue assim.
Sky:
- olha não queira criar confusão poucos dias da minha viagem.
Lindsey:
- eu tenho que dizer uma coisa.
Sky:
- você vai querer um divorcio?
Lindsey:
- NÃO, você quer isso.
Sky:
- lógico que não, é que você estava falando que você estava de traição, então eu pensei que você queria isso.
Lindsey:
- não é isso.
Sky:
- o que quer?
Lindsey:
- é que uma vez eu atendi o telefone.
Sky:
- que isso tem de errado.
Lindsey:
- era uma mulher russa ligando.
Sky:
- qual o problema?
Lindsey:
- fale a verdade, está me traindo.
Sky:
- de todos os dias que você pensava nisso tinha falar justo hoje.
Lindsey:
- ME RESPONDA.
Sky:
- não grite comigo.
A Lindsey estava com raiva.
Sky:
- é melhor você se acalmar.
Lindsey:
- está me fazendo de idiota.
Sky:
- você está fazendo isso consigo mesma.


97
Lindsey:
- você não respondeu.
Sky:
- o que você acha?
Lindsey:
- que sim.
Sky:
- só por que ela ligou.
Lindsey:
- quer provar maior?
Sky:
- meu deus.
Lindsey:
- o que?
Sky:
- ela é só uma colega minha nada de mas.
Lindsey:
- promete?
Sky:
- eu não preciso prometer nada já que você sabe que eu não fiz nada.
Lindsey:
- então por que você não simplesmente não consegue prometer.
Sky:
- por que é uma promessa idiota.
Lindsey:
- não venha dizer que esse promessa é idiota.
Sky:
- uma das coisas que prometo é que eu vou para muito, muito distante daqui.
Lindsey:
- isso já diz tudo.
Sky:
- ninguém pediu para você entrar nessa paranóia.
Lindsey:
- você me parece que está comprovando.
Sky:
- você falou que quem ama não desconfia.
Lindsey:
- mas quem ama não traí.
Sky:
- ainda bem que vou embora daqui.
Lindsey:
- não diga isso.
Sky:
- eu vou sair daqui de qualquer forma.
Lindsey:
- diga que você não tem nada com aquela russa.
Sky:
- eu não preciso dizer nada.

98
Lindsey:
- você não respondeu a minha pergunta já é prova suficiente.
Sky:
- eu vou sair.
Lindsey:
- eu aposto que quando você sair vai para aquela vagabunda.
Sky:
- eu disse que ela é só uma amiga.
Lindsey:
- eu acho que eu sei que tipo de amiga é.
Sky:
- qual?
Lindsey:
- amigos que algumas vezes fazem sexo.
Sky:
- deixa de ser idiota.
Lindsey:
- eu estou deixando.
Sky:
- não com esse tipo de pensamento.
Lindsey:
- mas é esse pensamento que está me deixando ligada com tudo do que está acontecendo.
Sky:
- tudo que você escuta são boatos.
Lindsey:
- mas nos boatos sempre tem algum toque de verdade.
Sky:
- todos os boatos são uma grande mentira.
Lindsey:
- você ficou comigo tanto tempo.
Sky:
- eu sei.
Lindsey:
- como você teve a coragem de me trair.
Sky:
- na sua cabeça eu te trair.
Lindsey:
- mas diga a verdade?
Sky:
- se eu disser você vai achar que é uma grande mentira.
Lindsey:
- basta ser sincero.
Sky:
- paranóica do jeito que você está dificilmente vai acreditar em alguma palavra minha.
Lindsey:
- eu vou.

99
Sky:
- eu não te trair.
Lindsey:
- a sua fala não parece que você está falando a verdade.
Sky:
- certo.
Lindsey:
- eu aposto que vocês dois são dois tarados.
Sky:
- quem é o outro?
Lindsey:
- o seu pai.
Sky deu um tapa na cara dela.
Sky:
- não ouse falar assim DO MEU PAI.
Lindsey:
- mas você nem se defendeu.
Sky:
- eu posso suporta a sua desconfiança comigo mas não fale nada do meu pai.
Lindsey:
- SAIA DAQUI.
Sky:
- eu estou na minha casa.
Lindsey:
- SUA CASA.
Sky:
- eu não vejo você não fazer nada para sustentar a casa.
Lindsey:
- se você acha que eu não vou sustentar a casa então por que você vai, para essa viagem.
Sky:
- por que esse é um sonho que eu estou querendo realizar a muito tempo, e eu não quero que ninguém atrapalhe isso.
Lindsey:
- você só pensa em você.
Sky:
- sim eu penso.
Lindsey:
- de tão egoísta que você é.
Sky:
- por que eu só me interesso pelo meu sonho, isso é um modo de ser egoísta, eu só me preocupo com o sonho do meu pai, porque ele estava planejando há muito tempo em ir para essa viagem.
Lindsey:
- vocês podem ir nessa viagem.
Sky:
- como se você fosse impedir isso.
Lindsey:
- bem eu posso fazer com que ele não vá para essa viagem.
Sky:
- você não faria isso.
Parte:03

Sky já não estava agüentando, mas a desconfiança dela, estava andando de um lado para outro, a Lindsey ficava seguindo ele, onde ele andava ela estava perto, como um animal perseguindo a presa, Sky só estava tentando se livrar da desconfiança dela.
Sky:
- por que você não fica calada.
Lindsey:
- você pode entrar para a historia, mas isso n te dá o direito de me fazer calar a boca.
Sky:
- mas você está desconfiado de algo que não é nem verdade.
Lindsey:
- como eu vou saber se é verdade ou não.
Sky:
- eu estou enjoado dá sua desconfiança.
Lindsey:
- eu estou cansado das suas mentiras.
Sky:
- você esta dizendo das minhas verdades.
Lindsey:
- desculpe mas não consigo acreditar em você.
Sky:
- você devia.
Lindsey:
- eu queria acreditar que você não tem nada com aquela russa.
Sky:
- quantas vezes eu preciso dizer que eu não estou envolvido com ela.
Lindsey:
- você jura pelos seus filhos.
Sky:
- tomara que quando eu voltar o mundo esteja dominado por macacos.
Lindsey:
- pare de piadas.
Sky:
- tudo o que você está fazendo já uma grande piada.
Lindsey:
- eu tenho o direito de desconfiar.
Sky:
- por que você quer tanto que eu traia você?
Lindsey:
- eu não quero isso.

101
Sky:
- já sei por que você me traiu quando eu fui para o espaço.
Lindsey:
- você sabe que isso não é verdade.
Sky:
- como eu posso saber?
Lindsey:
- se não eu teria um filho que não é seu.
Sky:
- seria verdade.
Lindsey:
- todos eles são seus filhos.
Sky:
- daria para acreditar se não existir-se uma coisa chamada camisinha.
Lindsey:
- você sabe que eu sempre fui fiel.
Sky:
- não eu devo dizer que eu não sei.
Lindsey:
- isso é uma besteira.
Sky:
- será?
Lindsey:
- sim isso é uma besteira.
Sky:
- é o que eu acho exatamente da sua desconfiança comigo.
Lindsey:
- vamos parar com isso.
Sky:
- certo.
Eles se abraçaram.
Lindsey:
- me desculpe.
Sky:
- certo.
Sky foi ao carro e saiu dirigindo ele.
Num grande apartamento onde as paredes eram cinzas, as janelas eram grandes, a Sônia já grande tinha uma calça jeans, uma blusa branca com decote.
Sônia:
- eu não acredito que o meu pai vai viajar.
Tinha um homem na casa, ele usa uma calça cumprida, de cor marrom, no momento está sem camisa.
Pessoa:
- eu não sabia que faltava poucos dias.
Sônia:
- por que você queria saber isso se você não é nem astronauta.


102
Pessoa:
- por que vai ser o dia que o meu sogro vai embora.
Sônia:
- parece que ele finalmente vai conseguir realizar o sonho.
Pessoa:
- você já realizou o seu sonho.
Sônia:
- por que essa pergunta?
Pessoa:
- deveria ser muito importante para o seu pai, para que todos aprenderem se querem alguma coisa vai atrás.
Sônia:
- você parece que tem pensado muito a minha família ultimamente.
Pessoa:
- como eu posso esquecer que eu estou com a filha de uma pessoa que vai ser um grande herói.
Sônia:
- mas parece que o meu irmão é que vai ser lembrado.
Pessoa:
- mas o seu pai tem que ser lembrado.
Sônia:
- bem eu não digo que meu irmão não mereça mas foi o meu pai que planejou tudo.
Pessoa:
- olha eu quero o melhor para o seu pai já que ele me ajudou a ficar com você.
Sônia:
- como ele te ajudou.
A Sônia ficou com um sorriso na cara.
Pessoa:
- por que ele me deu alguns conselhos sobre você.
Sônia:
- e você nunca me contou isso.
Pessoa:
- no começo eu não achava que valia a pena comentar.
Sônia:
- e por que só agora você acha que vale a pena comentar.
Pessoa:
- bem como você mesmo falou ele já deve está indo um dia desses, e eu quero que nesse dia você pense em tudo que ele te ajudou.
Sônia:
- e você acha que eu iria me esquecer.
Pessoa:
- eu sei da sua raiva.
Sônia:
- que raiva que você acha que eu sinto.
Pessoa:
- a raiva que você sente do seu irmão.

103
Sônia:
- mas eu não sinto nenhuma raiva dele.
Pessoa:
- você diz isso mas não é verdade.
Sônia:
- é natural as pessoas sentirem raiva do irmão.
Pessoa:
- eu noto que as vezes alguns quadros que você pinta, você mostra a figura de marte toda destruída.
Sônia:
- bem talvez eu nunca fui fã desse planeta.
Pessoa:
- ninguém é fã de um planeta, a menos que tenha acontecido algo.
Sônia:
- pare de tentar pensar que se você saber-se de tudo.
Pessoa:
- essa é a questão eu sei de poucas coisas de você.
Sônia:
- eu aposto que você sabe de muitas coisas sobre min.
Pessoa:
- mas por que você mostra esse ódio pelo seu irmão.
Sônia:
- é por que o meu pai dava mas atenção para ele.
Pessoa:
- deve ser por esse negocio de astronauta.
Sônia:
- por isso mesmo.
Pessoa:
- eu sei que o seu pai é uma pessoa muito ligado ao trabalho, o seu irmão foi querer trabalhar justo onde ele é o chefe.
Sônia:
- nem devia ter tocado nesse assunto.
Pessoa:
- eles vão para o espaço, e é indeterminado o tempo que eles voltaram, dizem que só vai ser daqui a 100 anos.
Sônia:
- você diz como se eu não pensar-se nisso.
Pessoa:
- um dia eu vi uma coisa?
Sônia:
- o que?
Pessoa:
- que no dia da viagem você pretende ir a outro local.
Sônia:
- onde você viu isso?
Pessoa:
- o seu diário estava aberto, eu li um pouco.


104
Sônia:
- COMO OUSAR.
Pessoa:
- eu não acho que sou eu que fiz uma coisa ruim.
Sônia:
- mas talvez eu não vá.
Pessoa:
- pode ser a ultima vez que você vai ver o seu irmão e o seu pai, por favor nesse dia esteja lá.
Sônia:
- mas tudo que eles me causaram.
Pessoa:
- mas o dia da viagem vai ser um dia muito importante para eles você devia pelo menos se animar um pouco em saber que esse vai ser um dia muito feliz.
Sônia:
- por eles eu fico feliz mas é por que parece que o mundo inteiro está de olho neles.
Pessoa:
- você está preocupado com fama deles?
Sônia:
- não é isso, é que simplesmente, eu queria que ele me notar - sem.
Pessoa:
- más você tem que fazer alguma coisa você não vai ser reconhecida do nada.
Sônia:
- as pessoas não ligam mas para a arte.
Pessoa:
- você tem que tentar um dia tentar ser mas ousada, se não ninguém vai te notar isso, ser notado dificilmente é uma coisa que acontece da noite para o dia.
Sônia:
- eu sei que eu não faço nada de novo, mas...
Pessoa:
- o desejo de todos é ser notado pelo trabalho.
Sônia:
- mas eu trabalhei tanto nesses quadros.
Pessoa:
- mas você não tentou fazer nada novo.
Sônia:
- o que eu posso fazer de novo?
Pessoa:
- isso você tem que saber sozinha.
Sônia:
- mas muitas vezes as pessoas recebem ajuda.
Pessoa:
- daí as duas pessoas são notadas.




105
Sônia:
- eu não disse que queria todo o reconhecimento.
Pessoa:
- muitas vezes e o que as pessoas querem mas muitas vezes não admitem isso, porque tem vergonha de dizer por que vai mostrar para o mundo que a pessoa é egoísta.
Sônia:
- Eu aposto que isso é uma grande mentira.
Pessoa:
- aposte o que quiser mas eu aposto que é o desejo de todos.
Sônia:
- se eu for egoísta eu digo.
Pessoa:
- não é preciso dizer.
Sônia:
- o que você está querendo dizer com isso?
Pessoa:
- bem é que eu acho.
Sônia:
- você está querendo dizer que eu sou uma má pessoa.
Pessoa:
- todos querem se dá bem.
Sônia:
- isso não é verdade.
Pessoa:
- vai me dizer que você quer o mal para você.
Sônia:
- lógico que não.
Pessoa:
- por isso você quer se dá bem.
Sônia:
- bem mas eu também quero ajudar os outros.
Pessoa:
- mas a pessoa quer fazer para ele se sentir bem.
Sônia:
- bem isso é verdade.
Pessoa:
- bem todos querem se dá bem, isso é mal?
Sônia:
- bem eu acho que não.
Pessoa:
- se a pessoa quer se dá bem isso é uma coisa boa, mas querer se ajudar é um sinal de egoísmo.
Sônia:
- mas egoísta é pessoa que só quer ajudar a se mesma.
Pessoa:
- mas você não ajudaria uma pessoa se isso não fizer-se você bem.


106
Sônia:
- bem isso é verdade.
A pessoa dá um beijo na boca da Sônia.
Pessoa:
- não existe nenhuma ação que a pessoa faz que você ajude o outro, mas sem que essa ação ajude você.
Sônia:
- isso pode ser verdade.
Pessoa:
- então você pretende se acalmar e não fica irritada com eles.
Sônia:
- mas parece que eles nunca se importaram comigo.
Pessoa:
- você é uma boa pessoa.
Sônia:
- como você sabe Trick?
Trick:
- se não eu não ficaria com você.
Sônia:
- eu sou uma das mulheres mas desejadas.
Trick:
- por causa da popularidade da sua família.
Sônia:
- isso não é verdade.
Trick:
- você pode achar isso.
Sônia:
- quer dizer que você não me deseja.
Trick:
- pela pessoa que você é.
Sônia:
- aposto que você ficou comigo porque eu sou linda.
Trick:
- isso também ajudou mas não foi o único motivo.
Sônia:
- não?
Trick:
- eu realmente gosto de você.
Sônia:
- eu gosto quando você falar isso.
Trick:
- eu vou dizer todo dia.
Sônia:
- obrigada.
Trick abraçou a Sônia.
Trick:
- eu gosto muito de você.


107
Sônia:
- você vai me fazer ir para lá.
Trick:
- bem eu acho que é a sua obrigação a ir para lá.
Sônia:
- você tem certeza?
Trick:
- tenho.
Eles se beijam na boca.
Sônia:
- está certo, eu vou.
Trick:
- ainda bem que você concordou.
Sônia:
- vamos fazer sexo?
Trick:
- eu esperava você dizer isso.
Os dois foram para um quarto.
Luke estava olhando a janela.
Luke:
- me parece que o tempo não passa.
A Rejina se aproximou do Luke:
- o grande dia está perto.
Luke:
- eu fico vendo esse relógio para ver se o tempo passa mas rápido.
Rejina:
- você conseguiu agüentar até agora o que é esperar mais alguns dias.
Luke:
- por que acho que não tenho tantos dias pela frente.
Rejina:
- deus não é tão mal ele vai deixar que você viaje.
Luke:
- não tem idéia de quanto deus pode ser mal.
Rejina:
- por que você diz isso?
Luke:
- minha mulher morreu por câncer cerebral, ela ainda era alérgica a tranqüilizantes, ela ficou sentindo muita dor até a hora da morte.
Rejina:
- eu sinto muito.
Luke:
- você nem a conhecia como pode sentir algo.
Rejina:
- é que me pareceu que ela foi importante para você.
Luke:
- só depois que ela morreu eu percebi isso.



108
Rejina:
- o que?
Luke:
- eu me concentrava tanto no trabalho e fazer pesquisas, que eu mal vi como ela vivia como era os dias dela, mal pude ver as minhas crianças crescendo, isso não é nada bom.
Rejina:
- mas eu aposto que ela ficaria feliz, você vai conseguir realizar os seus sonhos.
Luke:
- eu mal conseguir saber do que ela ficaria feliz.
Rejina:
- pense que ela só quer o bem para você.
Uma lagrima estava saindo do olho de Luke.
Luke:
- mas eu gostaria que ela fosse a essa viagem comigo.
Rejina:
- mas ela vai está com você em espírito.
Luke:
- eu não quero o espírito dela eu quero ela em carne e osso.
Rejina:
- bem o senhor vai ter que se acostumar em saber que ela está em espírito.
Luke:
- como eu vou saber que ela está em espírito?
Rejina:
- você simplesmente sabe.
Luke:
- eu gostaria de ver pelo menos o espírito dela.
Rejina:
- é só você se lembrar dela.
Luke:
- isso não adianta muito.
Rejina:
- como você pode saber?
Luke:
- eu penso nela todo dia.
Rejina:
- ela foi o seu grande amor.
Luke:
- um amor de uma vida.
Rejina:
- isso é uma coisa boa.
Luke:
- é mesmo?
Rejina:
- vocês foram muito fieis um com o outro.



109
Luke:
- eu era.
Rejina:
- diga que você não traiu ela.
Luke:
- claro que não.
Rejina:
- ela fica feliz com isso.
Luke:
- é o que eu gostaria.
Rejina:
- você tem motivo para acreditar que não ficaria.
Luke:
-não.
Rejina:
- ela era sua mulher eu aposto que ela ainda o ama, esteja onde ela estiver lá no céu.
Luke:
- eu tenho certeza que é no céu que ela está.
Rejina:
- você vai ver o tumulo dela antes de ir para essa viagem.
Luke:
- por que?
Rejina:
- para você falar para ela que você vai a essa viagem.
Luke:
- eu mesmo irei dizer pessoalmente.
Rejina:
- o que você está querendo dizer?
Luke:
- eu acho que a minha hora está chegando.
Rejina:
- você não sabe disso.
Luke:
- tem tantas coisas que eu sei, por isso fico pesquisando, mas a única coisa que não dá para saber é isso.
Rejina:
- bem todos gostaríamos de saber quando.
Luke:
- você não queria saber.
Rejina:
- por que você acha isso?
Luke:
- por que isso pode ser em pouco tempo.
Rejina:
- eu sei que a vida de alguém pode acabar em qualquer segundo.



110
Luke:
- mas se acabar-se em poucos segundos e você souber-se você tentaria mudar?
Rejina:
- todo mundo quer viver mas.
Luke:
- mas do que adiantaria viver se você sabe que pode não realizar o sonho que você tanto quer.
Rejina:
- bem eu nunca sonhei ser empregada.
Luke:
- todos sempre começamos com empregos pequenos antes de irmos para os maiores.
Rejina:
- qual foi o emprego mas baixo que você teve?
Luke:
- faxineiro.
Rejina:
- VOCÊ faxineiro?!
Luke:
- sim.
Rejina:
- como você de faxineiro começou a trabalhar na NASA.
Luke:
- eu era faxineiro na NASA, eu queria ver as coisas pesquisar tudo ao redor para ver se eu conseguia alguma coisa.
Rejina:
- e pelo visto conseguiu.
Luke:
- se você quer trabalhar baixo, mas você quer ir em um nível que você nunca imaginou?
Rejina:
- sim.
Luke:
- seja faxineiro ou faxineira em um lugar, importante, como um hospital, mas seja faxineiro em um lugar que você goste.
Rejina:
- isso me ajuda.
Luke:
- ajuda mas também se você conversar.
Rejina:
- namorar?
Luke:
- bem se possível sim mas conversar é muito bom também.
Rejina:
- foi assim que você conseguiu.




111
Luke:
- todos os trabalhos são estressante, por isso todos precisam de um amigo por perto para poderem conversar, nesse momento a pessoa vai falar tudo o que puder sobre a vida, mas muitas vezes falam sobre o trabalho.
Rejina:
- como você as vezes.
Luke:
- falar com as pessoas muitas vezes é o mas importantes, aliás todas as pesquisas foram feitas por uma pessoa.
Rejina:
- isso é verdade.
Luke:
- isso foi uma das coisas que eu aprendi na minha vida.
Rejina:
- diga que você não aprendeu só agora.
Luke:
- a gente aprendi com a vida.
Rejina:
- você está varrendo o lugar um dia, depois você pode ser dono ou talvez dona dôo lugar.
Luke:
- sempre se lembre disso.
Rejina:
- mas você é uma pessoa muito inteligente.
Luke:
- o que isso tem haver?
Rejina:
- é que talvez você consiga fazer isso.
Luke:
- isso é besteira.
Rejina:
- eu não acho que isso é besteira.
Luke:
- todos nós temos o mesmo potencial.
Rejina:
- eu acho difícil de acreditar nisso.
Luke:
- á única coisa que todos nascem de diferente só é superficial, se a pessoa quiser ele ou ela podem ser quem quiser.
Rejina:
- vou sempre me lembra disso.
Luke:
- nunca esqueça disso.
Rejina:
- eu prometo.
Luke:
- mas lembre-se as pessoas importam.


112
Rejina:
- falando nisso.
Luke:
- o que foi?
Rejina:
- eu fico escutando telefonemas de jornais por todo o mundo querendo falar com você.
Luke:
- eu não quero falar com ninguém.
Rejina:
- mas você falou que é importante falar com as pessoas.
Luke:
- eu sei muito bem o que eu disse.
Rejina:
- então por que não fala com eles?
Luke:
- á parte de falar com as pessoas é só quando você quer namorar ou fazer amigos.
Rejina:
- mas você tem que falar com os filhos.
Luke:
- um bom pai ou mão deveriam tentar fazer amizade com filho ou filha, não importando a idade.
Rejina:
- você tentar fazer isso.
Luke:
- o GRANDE Sky.
Rejina:
- o que tem ele?
Luke:
- eu falo com ele quase todo dia.
Rejina:
- pelo menos isso é bom.
Luke:
- meu filho.
Rejina:
- você sente muito orgulho dele.
Luke:
- ele foi o primeiro homem a pisar em Marte, como você acha que eu não deveria sentir orgulho dele.
Rejina:
- á sua família é histórica.
Luke:
- somos só uma família.
Rejina:
- mas vocês fazem GRANDES coisas, que entra na historia.
Luke:
- somos pessoas que tentam realizar o sonho.

113
Rejina:
- mas você consegue.
Luke:
- gostaria que muitos tiver-se a mesma sorte.
Rejina:
- você vai ser um velho que vai viajar o mais longe que qualquer pessoa da sua idade já foi.
Luke:
- eu sou só um homem a idade não importa.
Luke começa a sentir uma forte dor no peito, ele reage todo, colocando a mão no peito.
Rejina:
- o que foi?
Luke:
- um infarto.
Rejina:
- temos que levar você para o hospital.
Luke:
- NÃO.
Rejina:
- mas você pode ter o perigo de morrer.
Luke:
- se eu for assim é que eu vou querer a morte.
Rejina:
- não seja estúpido.
Luke:
- se eu for para o hospital, vai ter uma grande possibilidade para eu não ir nessa viagem.
Rejina:
- mas se você morrer todo o tempo que você passou vivendo, será inútil.
Luke:
- é você acha que alguma coisa vai mudar se eu for para o hospital.
Rejina:
- pelo menos vamos saber que você está bem.
Luke:
- eu não vou está bem, mesmo que...
Ele sentiu a dor pressionando mas forte.
Luke deu um pequeno grito de dor.
Rejina:
- eu tenho que ligar.
Luke:
- se você ligar eu vou querer morrer.
Rejina:
- como você sabe que eles não vão deixar você ir.
Luke:
- eu sempre escuto esses boatos da própria NASA.
Rejina:
- mas esse é o seu sonho.

114
Luke:
- apesar do Hoffman concorda para eu ir todos os outros iram pressionar ele, para que eu não vá.
Rejina:
- mas eles não podem fazer isso com você.
Luke:
- mas é isso que eles vão fazer.
Rejina:
- você não pode fazer nada.
Luke:
- eu estou tentando.
Rejina:
- como você está tentando?
Luke:
- simplesmente não morrendo até lá.
Rejina se sentia pressionada se ele morresse alguém poderia culpar ela de algo, sabia que o certo seria ligar para o hospital, mas ela estava proibida disso.
Rejina:
- você está me colocando contra parede.
Luke:
- desde que eu fiquei velho, e eu disse que eu iria viajar muita gente ficou tentando me colocar contra parede todo dia.
Rejina:
- você tem muitos amigos.
Luke:
- que agora são poucos.
Rejina:
- eu sei que você ainda tem muitos.
Luke:
- poucos que tenham poderes.
Rejina:
- mas quem te apóia é o chefe da NASA e um herói.
Luke:
- eu sei.
Rejina:
- eles são poucos mas tem o poder de muitos.
Luke:
- eu quero acreditar nisso.
Rejina:
- bem é simplesmente você acreditar que eles podem.
Luke:
- é um pouco difícil de...
A dor parecia que pressiona mas forte, como se alguém tiver-se apertando o coração dele.
Luke:
- dor VÁ embora.


115
Rejina:
- eu tenho que ligar.
Luke:
- NÃO.
Rejina:
- mas as pessoas vão me culpar.
Luke:
- você sabe que não é isso deveria bastar.
Os dois estavam desesperados.
Rejina:
- ta certo eu não vou ligar.
Ele ficava sentindo a dor, até que finalmente ela parou.
Rejina:
- Graças a deus.
Luke:
- muito obrigado.
Rejina:
- meu deus não me der mas um susto desses.
Luke:
- me deixe ir nessa viagem.
Rejina:
- por que eles não colocam logo pela manhã?
Luke:
- por que eles estão verificando se tudo está certo para o dia.
Rejina:
- mas até lá isso vai ser uma tortura para você.
Luke:
- se a vida fosse do jeito que a gente quer.
Rejina:
- seria um mundo melhor?
Luke:
- mas aqueles que querem dominar o mundo?
Rejina:
- eu sei.
Luke:
- bem eu não gostaria que tiver-se um líder mundial.
Rejina:
- mas isso se isso fosse bom.
Luke:
- como isso poderia ser bom.
Rejina:
- talvez a pessoa possar ser um bom líder.
Luke:
- eu duvido.
Rejina:
- bem as pessoas duvidavam que alguém poderia realmente ir para muito distante no espaço.


116
Luke:
- você pode está certa.
Rejina:
- eu acho que teria uma grande possibilidade de haver paz mundial.
Luke:
- acha isso.
Rejina:
- eu acho que o líder iria fazer com que colocarssemos todas as nossas diferenças de lado.
Luke:
- isso se fosse um bom líder.
Rejina:
- eu acho que dificilmente possar haver um mal líder para humanidade.
Luke:
- ele pode fazer com que todo mundo vire escravo.
Rejina:
- os presidentes poderiam fazer isso com as pessoas, e por que não fazem.
Luke:
- bem alguns fazem.
Rejina:
- mas sempre tem alguém que oberdesse por opção.
Luke:
- eu não acredito nisso.
Rejina:
- bem sempre pode existir a possibilidade da pessoa não ser assim tão mal.
Luke:
- você acha?
Rejina:
- eu acredito que existe bondade.
Luke estava muito pensativo, ficava pensando na possibilidade dele não ir nessa viagem, fica pensando se todas as pessoas vão fazer o combinado, porque se uma delas não cumprir o combinado a chance é maior dele não ir para o espaço. Ficou olhando a janela ficava vendo o céu azul, imaginando se ele vai ultrapassar os limites do céu, o pensamento de que talvez ele não consiga isso, fica deixando ele mais triste.
Rejina ficava vendo o velho Luke, não parava de pensar como um homem pode fazer tantas coisas para os outros mas pela própria fez tão pouco, um homem tão bom desses deveria ir para onde quiser.
Rejina:
- você acha que existe mesmo a chance de você não ir?
Luke:
- eu tive dificuldades até para sair da cama.
Rejina:
- MAS você é o grande Luke.
Luke:
- eu sou só conhecido como o velho Luke.
Rejina:
- acredite que você é alguém e você pode conseguir ultrapassar o limite do céu.
Luke:
- se eu morrer antes da viagem.
Rejina:
- não vamos falar sobre isso.
Luke:
- todos sabem que eu não vou durar muito tempo.
Rejina:
- você vai durar mil anos.
Luke:
- em que lugar?
Rejina:
- no mundo dos vivos.
Luke:
- eu agradeço o fato de você ser muito gentil.
Rejina:
- você só me ajuda que tipo de pessoa eu seria se eu tratar-se você mal.
Luke:
- quase todo mundo.
Rejina foi para perto dele, pós a mão no ombro esquerdo dele.
Rejina:
- lembre-se você vai viajar.
Luke:
- você só pode ter vindo do céu.
Rejina:
- e você veio do espaço.
Luke:
- então me levem de volta.
Rejina:
- só falta poucos dias.
Luke:
- me levem agora.
ele fica chorando.
Luke:
- eu não aguento mas.
em uma galaxia muito, muito distante parte:49

Sky estava dirigindo o carro ficava olhando para a estrada, mas as vezes ele andava bem devagar e ainda com o vidro aberto, para as pessoas poderem ver ele, Sky fica vendo as pessoas dando "tchau" para ele, Sky só ficava olhando e as vezes ele mandava um "tchau" também só para ele não fica feio na imagem de heroi do povo.
Sky estava sempre preocupado com a velocidade, se ele achava que estava correndo muito, ele diminuía, apesar dos carros dele serem bons ele nunca entrar numa corrida, se alguém quer uma corrida com ele, Sky diz:-desculpe, mas as minhas corridas são espaciais- todos ficam feliz em ver que o Sky está feliz. Mas ele sempre presta atenção em tudo dentro do carro por que é a mesma coisa que ele tem que fazer quando for para o espaço.
Sky ver o Hoffman na rua, Sky estaciona perto do Hoffman.
Sky:
- chefe o que você faz aqui.
Hoffman:
- só estou dando uma volta.
Sky:
- você não vai ficar exausto quando a gente for!
Hoffman:
- eu não vou me preocupar em nada na sua volta.
Sky:
- eu não sei se eu vou ver você quando voltarmos.
Hoffman:
- eu vou deixar tudo pronto para sua volta.
Sky:
- eu quero ver você respirando na volta.
Hoffman:
- eu digo a mesma coisa sobre o seu pai.
Sky fica sério, sabe que esse assunto é muito importante, que esse assunto não é do tipo para se jogar conversa fora.
Sky:
- eu aposto que ele ainda vai aguentar mas duas viagens.
Hoffman:
- sempre indo cada vez mais longe.
Sky:
- quer entrar no carro.
Hoffman:
- você vai para onde?
Sky:
- só da uma volta.
Hoffman:
- certo.
Hoffman abre a porta do carro, depois entra e fecha a porta.
Hoffman:
- não esperava te encontrar hoje.
Sky:
- se tudo acontecer-se como a gente esperava a vida não teria graça.
Hoffman:
- você pode ter razão.
em uma galaxia muito, muito distante parte:50

Slarva é uma russa, ela tem cabelos loiro, e usa uma camisa cinza, uma saia também cinza, ela está em um apartamento, ela fica tendo a vista do que a janela mostra.
Slarva:
- será que o sky vai aparecer aqui.
Ela fica dando voltas, ela estava preocuapda se o sky vinha, ficava pensando se ele está sofrendo alguma coisa, sabe que alguma coisa ruim pode acontecer com alguém dessa viagem.Ela não está muito informada sobre a condição de Luke, pensava que ele erá uma pessoa que estava bem, apesar de saber obiviamente que ele é velho.
Slarva estava preocupada pensando que quem está na pior é o sky, ela nõa ver ele á alguns dias, fica pensando no que fazer.
ela ouve alguém bater na porta.
Slarva:
- quém é?
Melinda:
- sou melinda eu sou uma reporter.
Slarva:
- certo.
ela abre um pouco a porta e ver todas as pessoas, todas as pessoas que trabalham, ela viu que eram reporteres, ela fica pensando de que são fãs malucas, querendo saber da vida dela, e também, ela vai ser á primeira mulher russa a viajar á muitos quilometros de viagem.
Slarva:
- eu sei, vocês ligaram hoje cedo.
Melinda:
- desculpe chegar assim, mas estavamos entrevistando, a pessoa que vai comandar todas essa operação- ela fez um momento de silêncio porque estava envergonhada, porque talvez ele tenha visto ela pelada, a melinda não parar de pensar sobre isso.
Melinda:
- podemos entrar.
Slarva:
- pode.
ela deixa todo mundo entrar na casa.
Slarva:
- limpe os seus pés no tapede.
Melinda:
- o que?
Slarva:
- eu queria que vocês limpar-sem o pé.
Mleinda:
- desculpe.
todos limparam o pé no tapete.
Slarva:
- já vamos começar?
Melinda:
- na verdade, vamos preparar tudo, se você está bem com isso.
Slarva:
- tudo bem.
em uma galaxia muito, muito distante parte:51

Luke estava olhando a janela, só estava nesse local só esperando o tempo passar, ele estava muito preocupado que o tempo pode ser o maior inimigo dele, sabe que algo pode matálo, ele sabe que esse algo, erá o que devia manter ele vivo, mas ele mal se aguentava, ficava pensando se o coração aguentária.
Luke:
- será que esse dia não vai acabar nunca, os dias deviam passar rápido.
a Rejina estava varrendo o chão, e ficou vendo ele lá naquele estádo.
Luke:
- querida você imaginava que esse dia seria tão demorado.
Rejina ficou confusa, ele falou "querida" para ela.
Rejina:
- desculpe, senhor?
Luke:
- você sabe Kate você não realizou o seu sonho será que eu vou relizálo.
Rejina sábia que a mulher dele morreu.
Rejina:
- com quem você está falando?
Luke:
- você devia ser a unica mulher lá comigo, mas por que, porque você fez aquilo, porque isso tinha que acontecer com você.
Rejina não se preocupou muito com ele, talvez ele tiver-se conciência e fica falando de arrependimento.
Luke:
- você vai ficar do meu lado na hora.
Luke ficou parando por um istante como se tiver-se escutando alguém.
Luke:
- COMO ASSIM?
ele bate na cadeira demonstrando raiva.
Luke:
- você não pode ir por céu nessa hora, eu quero você perto de min.
ele ficava falando sozinho, a Rejina notou que erá muito sério, porque ele realmente pensava que estava conversando com alguém.
Rejina:
- senhor.
Luke:
- REJINA, eu não gosto de pessoas me interrompendo em uma conversa.
Rejina:
- senhor, não tem ninguém.
Luke:
- você não ver que eu estou conversando com a minha mulher.
Rejina:
- mas senhor ela morreu faz muito tempo.
Luke:
- eu sei que ela morreu.
Rejina:
- pare, por favor de falar sozinho.
Luke:
- ela está aqui em espiritu.
Rejina:
- o senhor acredita nisso?
Luke:
- você pode simplesmente acreditar.
Rejina:
- mas assim você vai parecer com um louco.
Luke:
- eu estou falando com a minha esposa.
Rejina:
- o senhor pode ser considerado louco.
Luke:
- já me consideram, mas eu realmente estou falando com ela.
Rejina:
- se o senhor diz.
Luke:
- agora deixe eu converçar com a minha senhora.
Rejina:
- está certo, senhor.
em uma galaxia muito, muito distante parte:52

Na casa da Slarva estava tudo pronto para a entrevista dá certo, todos estavam em suas devidas posições, estavam todos verificando até o minimo detalhe que eles poderiam ter deixado passar, mas como tudo estava perfeito, uma deles diz- estamos quase pronto-a melinda já estava ficando um pouco impacitênte porque acha que eles estão fazendo um trabalho terrível, ela sentia vontade de sair voando e deixar todos, sem se importa o emprego dela.
O nervosismo dela, é que ela já fez uma entrevista, com uma pessoa que conhecia pouco, dó sabia de alguns detalhes, ela estava com raiva de se por saber que aquilo foi um grande fracarsso, ela sabia que qualquer outro reporter teria feito um trabalho maravilhoso, mas ela estava quase em um posso de enêficiência, por que algué já havia reclamado dela, e ainda á equipe que não está ajudando e muito.
Slarva estava um pouco nervosa, mas ela sabia que esse nevorsismo vai ser o minimo que ela vai ter que passar quando ela fazer essa viagem, ela sabe que se ela for, os réporteres viram na casa dela quase todo santo dia, porque ela vai ser a primeira mulher á viajar á muito distante da terra.
Melinda pensou uma coisa.
Melinda:
- ainda bem que mulheres não tem esse negocio de nascionalidade.
Slarva não entendeu esse infeliz comentário.
Slarva:
- o que você quiz dizer?
Melinda:
- bem você sabe, alguma mulheres queriam que fosse uma americana.
Slarva:
- bem se tiver alguma mulher que já foi nas mesmas missões que eu fui, essas mulheres vão ver o quanto qualificada eu sou.
Melinda deu um pequeno sorriso sarcástico.
Slarva:
- o que você queria dizer com essa rizardinha?
Melinda:
- é que você sabe?
Slarva:
- o que?
Melinda:
- aquela misssão sua, nenhuma mulher ficou orgulhosa.
Slarva:
- por que você diz isso.
Melinda:
- é que agora estão aceitando mulheres astronautas por pena, não é como antigamente.
Slarva:
- se tudo fosse sempre como antigamente ninguém evoluiria.
Melinda:
- desculpe-me por esse infeliz comentário.
Slarva:
- você se importa com a nascionalidade da mulher?
Melinda:
- não.
Slarva:
- então eu não vejo problemas.
Melinda:
- mas gostariamos que fosse uma americana.
Slarva:
- vocês sempre querem comentar sobre esse assunto.
Um dos cameraman se aproximou da melinda, indo bem devagar ele cutucou ela.
Cameraman:
- já estaremos prontos.
Melinda:
- isso já deveria está pronto.
Cameraman:
- é que querem que essa trasmição seja auvivo.
Melinda:
- O QUE!
cameraman:
- é que a produção quer que as mulheres liguem para poder falar com essa mulher astronauta.
Melinda:
- ninguém me disse que esse negocio devia ser auvivo.
Cameraman:
- á produção ligou agora nos informando isso.
Melinda:
- mas eu não estou pronta para esse tipo de converça.
uma pessoa no fundo gritando-3-os dois ficam confusos.
Melinda:
- já vai começar.
Cameraman:
- então se prepare.
em uma galaxia muito, muito distante parte:53

na cidade o Sky ainda estava dirigindo o carro, ele ficava olhando diretamente para a estrada ele não olhava para mas nenhuma direção.
Hoffman achou engraçado a maneira dele dirigir.
Hoffman:
- é desse jeito que você faz quando você está em uma nave espacial?
Sky:
- do que você está falando?
Hoffman:
- você literalmente fica de olho na estrada.
Sky:
- você acha que no espaço é diferente?
Hoffman:
- bem a pessoa tem muito "espaço" para ir onde quiser.
Sky:
- e os buracos?
Hoffman:
- nesses temos que tomar muito cuidado.
Sky:
- como na terra lá no espaço tem milhares de coisa que pode bater na gente, ou no caso que a gente possar bater.
Hoffman:
-aposto que lá você não vai encontrar ninguém reclamando.
Sky:
- esse é um dos meus maiores medos.
Hoffman:
- você realmente acha que você vai encontrar alguém para reclamar?
Sky:
- a questão é se a gente encontrar alguma coisa como devemos reajir.
hoffman:
- bem você não é um monstro.
Sky:
- para eles nós podemos ser um monstro, por que eles podem ser diferente dá gente.
Hoffman:
- eu não falo nesse sentido.
Sky:
- então em que sentido você está falando?
Hoffman:
- é que você é uma boa pessoa.
Sky:
- será.
Hoffman:
- e você ainda vai ter o seu pai na viajem, não se preocupe.
Sky:
- certo,
em uma galaxia muito, muito distante parte:54

a sônia estava em frente á uma tela em branco, estava segurando um pincel estava pronta para pintar o quadro, não sabia direito o que fazer com o quadro, estava pensando em algo mais isso fugia da mente da pessoa, estava muito preocupada se a arte vai terminar bem ou não ainda estava pensando- o que eu vou fazer com esse quadro- ela ficava se matutando, se ia fazer a tal pintura, ela estava pronta para fazer o quadro, mas não estava com coragem ou disposição suficiente para fazê-lo, estava mas preocupada com tudo que acontecia a sua volta, ficava olhando para a janela, só vendo a paisagem que parecia infinita, ela não parava de pensar na beleza do que está vendo.
milhares de árvores o céu amarelo e vermelho pelo sol da tarde, ela também via alguns passaros voando, erá uma beleza que não tinha tamanho, mas ela tem um pensamento na cabeça- o que eu posso fazer no mundo da arte para poder ser notada, e se nínguém apresciar a minha arte como vai ficar as coisas para min.Ficava um pesadelo interminavel, ela sabe que o pai dela e o irmão estão realmente estão fazendo uma coisa que está imprescionando o mundo.
Ela não saberia dizer se o que ela sente por eles se é raiva ou inverja ela não estava pensando boa coisa sobre eles, estava com raiva de tanta farma que eles recebem, não sabe se fica grata por eles, mas ela sabe que apesar de toda a farma deles, elá não está sendo reconhecida para nada, tudo se deve ao pai dela e ao irmão.
Ela sabe que eles são reconhecido por que eles fizeram coisas que ninguém havia feito até agora, que é ir em uma galáxia muito distante.
Sônia:
- porque eu tive que nascer nesse tempo, meu pai e irmão são vangloriados, o meu irmão principalmente, eu não entendo porque dessa paixão louca por eles, são pessoas normais que tem sonhos, só porque eles estão realizando e todo mundo está vendo, então é por isso que eles tem que ser amados, todos sabem que por trás dos herois também existe outras pessoas que se sacrificaram para o sonho desses "herois" se tornarem realidade.
ela ficava o tempo todo dizendo que - ninguém presta atenção nas pequenas pessoas- isso ficava atormentando ela.
o Trick estava andado na casa e estava vendo a sua namorada, fiacava vendo a coitada em frente ao um quadro que ela não está conseguindo pintar, ele sabe que ela é cheia de criatividade, mas sabe o que a Sônia está passando e não parar de pensar no sentimento dela.
ele estava se aproximando de pouco a pouco não estava querendo supriender ela, por que sabia que ela estava muito ocupada pensando, ele estava feliz.
Ele não é um tipo de homem que quase que não fica com raiva, dificilmente alguém pode deixálo irritado, só se alguém realmente fica cutucando a cabeça dele, ele explode de raiva, mas esse momento é só por pouco segundos.
Trick:
- minha linda.
Sônia:
- amor, eu mal sabia que você estava aí.
Trick:
- eu sei que você está pensado na sua arte.
Sônia:
- é nela que eu gostaria de pensar.
Trick:
- eu pensei que você estava pensando na sua pintura.
Sônia:
- eu tenho raiva.
Trick:
- eu sei da atenção que a sua familia está recebendo.
Sônia:
- é.
em uma galaxia muito, muito distante parte:55

na casa da Slarva, estava um clima de tenção entre as duas, porque ambas sabiam do precoseito da melinda, sobre o fato da Slarva ser russa, isso estava encomodando a Melinda, mas só para "melhorar", á entrevista que a Melinda vai fazer vai ser ao vivo, isso já aumenta o clima de desespero que fica na casa.
Slarva já estava com raiva dá reporter por ela odiar o fato dela ser russa, isso deixa a entrevista muito mas difícil, não sabia o que fazer, ela sentia vontade de dá um tapa na cara dela, mas ela sabe que a violência não irá resolver nada, e se issso for gravado não vai ajudar em nada a imagem dela.
A Melinda também estava com raiva de ter dito que não gostava delamas um dos motivos que anda chateando ela, é o fato dá entrevista ser auvivo, ela nunca fez algo do tipo, isso normalmente acontece quando é alguma coisa muito grande, que seja do interesse de muitos.
Melinda:
- vamos esquecer aquilo que eu falei.
A Slarva ouviu isso, para ela parecia uma piada, ela não vai pedoar a Melinda pelo que ela disse e dificilmente vai esquecer. Mas para a entrevista ser boa, elas não podem está com raiva de uma da outra.
Slarva:
- esquecer o que?
Melinda sabe que isso é uma prova de que tudo está indo bem.
Melinda:
- muito obrigada.
Slarva só deu um pequeno riso, mas ela não tinha diminuido a raiva.
Slarva:
- você também esqueceu desse ódio?
o cameramen falou nessa hora- vamos gravar agora- todos já estavam nervosos.
Melinda já estava uma pilha de nervos.
Melinda:
- sim.
Ela não foi verdadeira quando disse isso, mas ela tinha que ser profissional.
Cameramen:
- gravando.
em uma galaxia muito, muito distante parte:56

Luke ainda estava tendo os seus deliríos de que a sua esposa poderia está lá, ele nem sabe direito de que ele não está vendo nada, mas na mente dele ele realmente acredita de que está vendo alguém, a Rejina estava vendo ele falando sozinho.
Rejina:
- eu gostaria que ele parar-se com isso.
ela está uma pobre auma atormentada.
em uma galaxia muito, muito distante parte:57

a rejina está muito incomodada com a situação do seu patrão que parece piorar a cada minuto, as vezes ele mesmo se esquecia de que ela já estava morta, esse pensamento parecia não más está na pobre cabeça dele, ele tentar não se incomodar muito pelo fato da rejina está muito preocupada com ele.

Rejina:
- patrão o senhor vai querer alguma coisa, ou só a senhora quer alguma coisa, melhor dizendo tem alguma coisa que eu poderia ser útil.
Luke:
- só se você puder curar as dores do nosso tempo, que parece nunca acabar, ela vai e vem que parece um rio de almar interminavel, esse rion você deseja que ele pare mas ele nunca parar, mas se alguém já conseguiu ver algum riu se acalmar por favor nos avise.
Rejina:
- a dor do tempo sempre voltar não importa o quanto você queira que pare ela parece não acabar, parece que estamos em um mar de almas.
Luke:
- você é um pouco mas intêligente do que eu esperava.
Rejina:
- eu tenho aprendido bastante coisa com o senhor, o senhor me ensina quase tudo, eu aprendo um pouco mas quando você explica alguma coisa sobre o trabalho de ser astronauta.
Luke:
- os estudos fizeram de min o homem que sou hoje.
Rejina:
- eu adimiro o homem que você é mas não aguento mais o fato de alguentar esse novo homem que você está se tornando.
Luke:
- o que você falou.
Rejina:
- o senhor fala sozinho.
Luke:
- me deixe em paz.
Rejina:
- mas...
Luke:
- me deixe em paz.
em uma galaxia muito, muito distante parte:58

o Sky parecia que estava dirigindo sem rumo nenhum, ele mal estava prestando atenção onde ia parecia que está destraído, Hoffman não percebe essa subita mudança, por que ele ficava olhando o tempo todo para a janela, ele mal sabia para onde estava indo, tudo estava na mão do sky, que nessse momento ele não confia nem em se mesmo para dirigir um carro, o pensamento dele estava muito distante da realidade.
O pensamento de sky na verdade é o simples fato do porque ele vai ficar recebendo todos os créditos da viagem, ele sabe que o pai dele não se importa muito se vai ficar com toda a fama ele simplesmente não queria muita fama tudo que ele queria é pelo menos ter o prazer de fazer essa incrivél viagem.
o pai nunca se impotou se ia receber fama ou não tudo o que importa é que o filho vai está bem, mas fora isso, ele sabe que só ter o prazer de voar para alguma galáxia muito distante daqui já anima ele e muito, o pior seria de depois de tanto sacríficio ele não pudesse ir.
sky de repente presta atenção no que está fazendo.
Sky:
- para onde estamos indo?
Hoffman:
- não sei.
em uma galaxia muito, muito distante parte:59

hoffman se impressionou com o fato do Sky que estava totalmente dirigindo sem rumo, isso estava preocupando um pouco do Hoffman, porque ele tem medo que talvez eles dois estejam perdidos, Hoffman não sabia o que pensar, ele não estava com nenhum dinheiro estava totalmente dependente do Sky, um medo assolava a cabeça dele, se eles estavam perdidos, isso erá muito preocupante milhares de pensamentos assolam a cabeça de Hoffman- e se nós estamos até ficamos sem gasolina será que ele tem alguma coisa para paragar- hoffman pensava que ele realmente estava indo para algum lugar.
Hoffman:
- para onde você estava indo.
Sky:
- na verdade eu só queria dá uma volta sem rumo.
Hoffman:
- eu estou um pouco velho para eu me aventurar assim.
Sky:
- nunca se está velho demais para uma aventura.
Hoffman:
- você estava pensando em seu pai, né.
Sky:
- na verdade eu acho que isso é para todos, não deve ser só para uma pessoa.
Hoffman ficava pensando se ele sabe muito sobre a saúde do pai dele, porque os riscos parecem ser muito grande de que alguém morra nessa viagem, ele não quer ser o culpado por esse evento.
Hoffman:
- você acha que o seu velho estará disposto para uma outra aventura dessas.
Sky:
- eu acho que depois disso eu aposto que ele vai pensar em se aposentar.
Hoffman:
- já está sendo um grande trabalho para ele ir nessa grande aventurar.
Sky sabe que existe uma grande possibilidade do pai dele morrer, mas só eles dois poderiam saber disso, ele sabe que o Hoffman é um grande amigo do pai dele, mas eu aposto que ele não é tão amigo para poder jogar a sua carreira fora.
Sky:
- eu pensava que você já estava bem informado da situação do meu pai, porque você parece tão preocupado, já que você sabe que não tem nada do que se preocupar.
Hoffman:
- eu quero que tudo continue assim até o final.
Sky:
- só se algo muito grande acontecer é que algo poderia pó essa viagem em risco.
Hoffman:
- de que tipo de situação você está falando?
Sky:
- você sabe que derrepente algo pode literalmente cair do céu.
Hoffman:
- como um meteoro.
Sky:
- vocês é que devem nos tirar essa preocupação se algo acontecer com a terra.
Hoffman:
- eu estou fazendo direito o meu trabalho.
Sky:
- eu espero que você esteja.
Hoffman:
- se um meteoro vinher-se a terra, nós saberiamos.
Sky:
- eu só quero que tudo esteja igual quando eu voltar.
Hoffman:
- isso eu não posso grantir.
Sky:
- por que não.
Hoffman:
- por que você sabe que os homens sempre vão inventar várias coisas.
Sky:
- será que tudo vai está diferente daqui a 100 anos.
Hoffman:
- nunca se sabe.
Sky:
- as pessoas já estão inventado várias coisas.
Hoffman:
- lembra que vocês vão voar numa invenção minha.
Sky:
- eu sei, a unica nave á ir tão longe no espaço.
Hoffman:
- vocês vão provar que essa nave é mesmo capaz disso.
Sky:
- é isso que vamos testar.
em uma galaxia muito, muito distante parte:60

Na casa da slarva estava acontecendo à entrevista todos estavam muito preocupados de tudo não sair como planejado porque tudo estava parecendo que tudo ia á ruínas, porque a Melinda era novata, e poucos sabiam que a entrevista ia ser ao vivo, todos estava preocupados que a melinda não deve está pronta para esse tipo de preção tudo estava na base do desespero todos não sabiam como ajir se alguma coisa derse errado, o que provavelmente iria acontecer.
Nenhuma delas não ajudava porque um fato que a Melinda contou ainda estava com um clima pesado no ar, elas pareciam ser rivais, mas tudo deve ocorrer bem na entrevista.
A Melinda estava toda segurando a respiração para não parecer muito nervosa, ela fica imaginando todos que devem está assistindo ela, sabe que talvez não só os Estados unidos vejam, mas talvez uma boa parte do mundo.
Ela simplesmente agüentou todo nervosismo que ela estava sentindo.
Melinda:
- eu sou a repórter Melinda da CNN, eu estou aqui com a Slarva uma tripulante dessa incrível viajem.
Ela deu um pequeno sorriso parecendo uma coisa ameaçadora, mas ela se lembrou que teria que manter tudo no nível proficional, ela se lembrou de que tinha que fala uma coisa.
Melinda:
- como vocês devem ter notado essa é uma entrevista ao vivo.
A melinda tinha vontade de falar-se nada sair como você esperava podem culpar o chefe da CNN que ele não me falou nada - mas ela não poderia falar isso alem de ser anti-proficional ela perderia o emprego por isso.
A Slarva por outro lado queria se demonstrar uma heroína para as mulheres, ela não queria entrar em uma briga, porque isso poderia sujar a imagem dela, e se ouver-se processo por alguma coisa, talvez o dia dá viajem iria se estender mas do que o esperado, e todos sabiam que todo o trabalho que foi para fazer essa viajem, tinha sido muito demorado.
Melinda:
- como foi a primeira vez que você foi ao espaço?
Slarva:
- no começo eu estava me sentindo muito bem já que eu conhecia toda a tripulação, nossa equipe era tão amiga, que eu não senti muito medo quando eu tinha ido ao espaço.
Melinda:
- eu soube que a sua primeira missão no espaço tinha sido, a missão para marte, você deve ter uma sorte muito grande.
Slarva:
- porque você acha isso?
Melinda:
- porque a sua primeira missão foi muito importante, para a humanidade.
Slarva:
- eu acho que posso dizer que sim que eu realmente tive sorte nessa primeira viagem, eu fui à primeira mulher a pisar em marte.
Melinda:
- engraçado que você vai também nessa viajem com o mesmo astronauta que você vai nessa viajem.
Slarva:
- eu sei o Sky.
Melinda:
- você sabe que toda a sua fama de agora está sendo por causa dele.
Slarva não gostou muito desse comentário.
Slarva:
- o que você quer dizer com isso?
Melinda:
- que o Sky foi na justiça para deixar você viajar.
Slarva:
- bem isso foi uma das coisas que me ajudou.
Melinda:
- o que você acha que também te ajudou.
Slarva:
- bem eu ter sido a primeira mulher a pisar em marte eu acho que isso foi uma das coisas que me ajudou para eu ir nessa missão espacial.
Melinda:
- me desculpe eu quase esqueci disso.
Slarva:
- como você pode se esquecer se essa foi à primeira coisa que você comentou.
A Slarva estava tentando deixar a Melinda sem graça.
Melinda:
- bem esse é um programa ao vivo e normalmente eu fico muito nervosa.
Slarva:
- pois deveria se acalmar.
Melinda:
- você deve ser uma idóla mundial?
Slarva:
- bem eu não queria me tonar isso eu só queria me tonar só uma mulher viajando para muito distante da terra.
Melinda:
- você tem algum namorado na terra.
Slarva:
- não mas quem sabe quando eu voltar eu posso ter um.
Melinda:
- você vai ser uma pessoa duplamente famosa.
Slarva:
- bem isso eu não posso evitar.
Melinda:
- mais o Sky também vai ser.
Slarva:
- eu espero que todos tenham a fama que merece.
Melinda:
- que honestidade.
Slarva:
- eu não fasso essa viajem só por min.
Melinda:
- você faz por todas as mulheres.
Slarva:
- para a humanidade em geral.
Melinda:
- palavras lindas.
Slarva:
- muito obrigada.
Melinda:
- você prentende fazer alguma coisa antes da viajem.
Slarva:
- como assim?
Melinda:
- bem você talvez poderia ir em alguma festa.
Slarva:
- eu entendo me diverti um pouco.
Melinda:
- você pretende fazer alguma coisa.
Slarva:
- bem eu acho que eu pretendo fazer alguma coisa, mas eu não vou dizer tudo na frente das câmeras.
Melinda:
- todos merecem uma privacidade.
Slarva:
- bem as pessoas não prescisam saber de tudo, se a pessoa quiser saber ela pode estudar e saber tudo o que pode prescisar.
Melinda:
- ninguém já nasse sabendo.
Slarva:
- isso mesmo.
As duas deram risadas descontraídas.
Melinda:
- essa foi toda a entrevista da CNN, muito obrigada foi um prazer conhece-la.
Slarva:
- o prazer foi todo meu.
O cameraman:
- corta.
Pararam de filma e todos ficaram aliviados.
Melinda:
- graças a deus.
Slarva:
- bem já está na hora.
Toda produção já estava indo embora, todos saíram, a Slarva só ficou olhando eles indo embora.
Slarva:
- tchau.
Quando todos saíram. Ela fechou a porta.
Slarva:
- finalmente.
No carro onde estava Hoffman e Sky o carro finalmente parou.
Sky:
- eu acho que eu vou te deixar na NASA.
Hoffman:
- pensava que você só queria um passeio.
Sky:
- mas não posso ficar de viajem a minha vida toda.
Hoffman:
- isso é um pouco irônico.
Sky:
- por que você acha isso.
Hoffman:
- bem pelo fato de você ser um astronauta você vai ter que sempre patir da terra eu considero isso uma viajem.
Sky:
- eu vou ficar um bom tempo vendo estrelas.
Hoffman:
- isso é difícil de dizer.
Sky:
- por que você diz isso?
Hoffman:
- porque vocês vão para muito longe mais do que a gente já sabe e tudo que está muito distante da terra a gente só faz especular, mas ninguém nunca foi tão distante.
Sky:
- esse é o propósito da viajem.
Hoffman:
- você se empolgar de ver o desconhecido?
Sky:
- isso empolgar mas ao mesmo tempo nos assustar e muito, porque o descocido pode ser realmente muito descocido pode ter coisas lá fora que podem ter a capacidade para nos matarem.
Hoffman:
- como os buracos negros.
Sky:
- você sabe que lá pode está cheio desses buracos.
Hoffman:
- eu não duvido disso.
Sky:
- por isso todos ficavam se peguntando se é mesmo seguro as pessoas irem nessas viajem.
Hoffman:
- o que é realmente seguro.
Sky:
- do que você está falando?
Hoffman:
- tudo é um perigo é só a gente não tomar cuidado que alguma coisa pode acabar nos matando.
Sky:
- então vamos para a NASA?
Hoffman:
- vamos convidar algumas garotas?
Sky:
- do que você está falando?
Hoffman:
- eu aposto que as mulheres fariam de tudo para ir num lugar de tamanha importância.
Sky:
- pode ser muito perigoso.
Hoffman:
- por que você acha isso?
Sky:
- elas podem querer espionar os nossos projetos.
Hoffman:
- por que você tem medo disso.
Sky:
- para ser o projeto da NASA e não outra equipe de viajens espaciais, não podemos espalhar todos os nossos projetos para todo mundo.
Hoffman:
- isso preocupa você.
Sky:
- não vamos deisiludi a NASA.
Hoffman:
- você quer dar importância para a NASA?
Sky:
- claro que sim.
Hoffman:
- então por que você chamou uma mulher russa para as nossas missões.
Sky:
- cuide da sua vida.
Hoffman:
- lembre-se que eles também tem alguém que trabalhe com espaço-nave você não está lembrado direito, você que se importa com os nossos camarados os russoas porque você não entrega a NASA para eles, não é uma ótima idéia.
Sky:
- não me faça brigar por isso de novo.
Hoffman:
- ainda poderemos escolher uma americana para o projeto.

Sky:
- a Slarva é excelente para o trabalho.
Hoffman:
- é o que só você acha.
Sky:
- eu a vi fazendo um execelente trabalho.
Hoffman:
- eu acho que só você viu isso.
Sky:
- porque você está falando nisso.
Hoffman:
- eu só queria que você transar-se com uma americana.
Sky:
- do que você está falando.
Hoffman:
- eu sei sobre vocês dois.
Sky:
- minha mulher coemçou com todo esse negocio não foi, olha essa russa faz um trabalho melhor do que qualquer outra mulher que já vir trabalhando.
Hoffman:
- eu sei, porque eu vi vocês se beijando.
Sky:
- isso é ridículo.
Hoffman:
- depois quando vocês voltaram a terra, e vocês tiveram que ficar nas casinhas da NASA para descançarem, eu vi vocês se beijando quando ela entrou na porta da sua casa.
Sky:
- você está sendo muito chato.
Hoffman:
- se eu tiver-se uma mulher eu ficaria com ela, Á mi esquecir quando você voltar ela vai está tremendamente velha e você vai prescisar de uma nova para aumentar o seu prazer de voltar e finalmente ter o gosto da vitória.
Sky:
- você vai pegar um táxi.
Hoffman:
- a verdade te assusta.
Sky deu um soco na cara de Hoffman.
Sky:
- vá pegar um táxi.
Hoffman saiu do carro.
Hoffman:
- eu te vejo alguns dias.
Sky:
- vai pro inferno.
Sky continuou dirigindo o carro.
Hoffman estava andando na rua, ele viu um táxi ele levantou o braço.
Hoffman:
- TÁXI.
O táxi parou bem na frente dele.
Hoffman:
- esse deve trabalhar.
Ele entrou no táxi sentou lá.
Hoffman:
- avernida 133, da rua Clinton.
Taxista:
- ok, chefe.
Ele dirigiu o táxi, foi dirigindo até a cidade, e ele viu a Melinda com os braços levantados pedindo um táxi.
Hoffman:
- ei você poderia parar na frente daquela mulher.
Ele apontou onde ela estava.
Taxista:
- bem esse é meu trabalho.
Ele parou o táxi bem na frente dela.
A Melinda entrou no táxi, depois ela viu Hoffman.
Hoffman:
- é a segunda vez que eu vejo você nesse dia longo.
Melinda:
- eu te digo o mesmo.
O táxi se moveu.
Hoffman:
- onde você estava?
Melinda:
- entrevistando pessoas.
Hoffman:
- deixeme adivinhar, alguém da tripulação.
Melinda:
- você agora deve está com a vida cheia.
Hoffman:
- nem brinque.
Melinda:
- como vai ser no seu dia de glória?
Hoffman:
- bem eu só vou ter um dia toda à tripulação vai ter vários dias de glória.
Melinda:
- mas você vai comandar tudo.
Hoffman:
- sim, mas eu vou comandar tudo só que daqui da terra.
Melinda:
- eu sei.
Hoffman:
- quando eu estiver aqui na terra, só vão se lembrar de min nesses dias, mas eu ainda vou trabalhar aqui.
Melinda:
- você não vai basear toda a sua vida em um projeto.
Hoffman:
- prescisaremos provar que as pessoas ainda estão vivendo quando eles saírem daqui da terra.
Melinda:
- a vida continua.
Hoffman:
- é exatamente o ponto que eu quero chegar, teremos muitos trabalhos pela frente.
Melinda:
- por que tudo o que fazemos só vai ser só passado para eles.
Hoffman:
- não importa o que acontesar eles voltaram sempre como heróis.
Melinda:
- e nós ficaremos felizes só cuidando das nossas vidas.
Hoffman:
- iremos mostrar que estamos nos divertindo e muito.
Melinda:
- todos eles vão sentir inveja vendo como eu aproveitei tudo que podia.
Hoffman:
- você que aproveitar a vida com um encontro.
Melinda:
- você está me convidando para sair?
Hoffman:
- você falou que temos que aproveitar a vida, pois quando eu te vo eu pensei como ela é bonita, e ela faz de tudo para o seu trabalho.
Melinda:
- eu pensava que você só pensava coisas más sobre min.
Hoffman:
- bem eu estava de mau humor naquela hora não gostava que ninguém fosse me visitar tão cedo.
Melinda:
- eu entendo.
Hoffman:
- mas depois foi pensando com mais clareza, porque quem fica com raiva todo tempo.
Melinda:
- as pessoas que querem viver da raiva com certeza não tem muito do que viver.
Os dois riram um pouco.
Hoffman:
- está pensando em sair comigo?
Melinda:
- talvez.
Hoffman:
- você quer deixar uma pessoa simples com uma duvida na cabeça.
Melinda:
- para falar a verdade as pessoas simples é que são cheias de pegunta na cabeça são as complicadas que tentam tirar as duvidas para não ser uma pessoa simples.
Hoffman:
- eu posso pagar a sua viajem.
Melinda:
- isso não me convence a sair com ninguém.
Hoffman:
- me ajude um pouco meu dia foi deverás difícil.
Melinda:
- deve...o que?
Hoffman:
- o meu dia foi muito complicado.
Melinda:
- e o dia de alguém é fácil.
Hoffman:
- você não facilita uma.
Melinda:
- você tem que saber falar com as pessoas.
Hoffman:
- bem eu aprendo.
Melinda:
- falar com as pessoas pesoalmente não tem como a pessoa saber se comunicar cara-a-cara só conversando na internet.
Hoffman:
- fala com mulheres na internet é fácil.
Melinda:
- e falar comigo é difícil.
Hoffman:
- não só você.
Melinda:
- eu reparei uma coisa em você.
Hoffman:
- com certeza não é o meu charme.
Melinda:
- você parece que está sangrando na boca.
Hoffman:
- eu tive um pequeno desentedimento com o Sky.
Melinda:
- o homem que pisou em marte.
Hoffman:
- ele mesmo.
Melinda:
- me conte qual foi o desentedimento, eu sou uma repórter eu posso fazer alguma coisa.
Hoffman:
- eu não quero que isso vá ao ar, porque eu não quero que nada fique interonpendo o projeto.
Melinda:
- vai deixar que ele vá impune.
Hoffman:
- a viajem é que importa e nada mais.
Melinda:
- esse deve ser o pensamento de todos.
Hoffman:
- eu tive um amigo que quase morreu por essa viajem, você acha que eu vou fazer alguma coisa para atrapalhar os dias dessa viajem, eu quero que tudo isso ocorra o mais rápido possível.
Melinda:
- pelo visto eu estava certa.
Hoffman:
- não tem como a nossa tripulação não levar a sério essa viajem.
Melinda:
- o que você vai fazer depois dessa viajem.
Hoffman:
- ainda fazendo outras viajens.
Melinda:
- você tem alguma viajem planejada depois dessa.
Hoffman:
- você só vai saber depois de um jantar.
Melinda:
- está bem...vamos ao encontro.
Hoffman:
- eu cheguei ao meu ponto.
Ele cutuca o taxista no ombro.
Hoffman:
- é lá.
Hoffman aponta para onde ele vai.
O taxista para lá.
Hoffman:
- me encontre na minha casa.
Hoffman pagou o taxista e depois saiu do táxi.
Quando estava à noite, o Sky para em frente ao prédio da slarva, ele sobe as escadas até a casa dela.
Sky:
- sou eu Sky.
A Slarva antede a porta e abraça ele.
Slarva:
- eu te aguardei o dinha inteiro.
Sky:
- eu sair de casa com raiva da minha mulher.
Slarva:
- você se acalmou.
Sky:
- eu andei muito de carro, eu estou calmo até demais.
Slarva:
- quando a repórter estava aqui eu me lembrei da nossa viajem.
Sky:
- e de como começamos o namoro lá.
Slarva:
- como eu poderia esquecer disso.
Sky:
- aqueles foram os dias mais felizes para min.
Slarva:
- na verdade para nós dois.
Sky:
- a minha mulher é muito ciumenta.
Slarva:
- e com razão.
Sky:
- eu sei que eu sou o marido mais confiável mais eu mereso um tempo.
Slarva:
- vamos ter todo o tempo que quiser-mos quando nós finalmente irmos ao espaço, isso será incrível.
Sky:
- sem ninguém para falar mal da gente.
Slarva:
- lá no espaço não vai haver diferença entre raças só vai existir duas pessoas que se amam.
Sky:
- foi isso que eu sentir quando nós tínhamos viajado, foi muito bom aquilo, eu queria sentir isso de novo, por que só com você eu aprendir o que é realmente ter liberdade.
Slarva:
- não vai haver pessoas nos olhando estranhos.
Sky:
- bem se encontrarmos alguma alienígena?
Slarva:
- você acredita nisso?
Sky:
- eu sei que pode haver alguma coisa lá.
Slarva:
- eu sempre tento encarar as possibilidades.
Sky:
- eu não tento me ligar a isso.
Slarva:
- temos que por os nossos pés no chão mesmo se o nosso emprego é tirar os pés do chão.
Sky:
- eu quero acreditar que exista alguma coisa lá que nós desconhecemos.
Slarva:
- se a gente desconhece então como é possível imaginar.
Sky:
- você tem razão.
Slarva:
- eu acredito no amor, mesmo não tendo como provar que ele existe.
Sky:
- se existe alguma força maior, devemos acreditar, mas pelo menos deixa eu entrar na casa.
Slarva:
- me desculpe, entre.
Sky entrou na casa dela, e ela fechou a porta.
Sky:
- você vai botar a casa a venda?
Slarva:
- porque você acha isso?
Sky:
- por que eu acho que a gente só vai voltar daqui a muito tempo.
Slarva:
- mas eu quero uma casa para eu ficar quando eu voltar.
Sky:
- vamos ter uma casa grande.
Slarva:
- vamos finalmente morar junto e a sua esposa ela não vai se inporta.
Sky:
- vai se passar uns 100 anos aqui na terra duvido que ela vá está viva.
Slarva:
- nunca se sabe ela pode ter uma vida bem longa.
Sky:
- deprimente do jeito que ela é eu duvido.
Slarva:
- como as pessoas sabem que nós volaremos daqui a 100 anos tem alguma possibilidade da gente viajar e voltar daqui a 50 anos.
Sky:
- vamos passar um ano viajando, existe uma grande possibilidade de muito tempo se passar enquanto estamos no espaço.
Slarva:
- como você acha que vai ser o futuro.
Sky:
- só tomara que não seje muito distante da realidade que nós vivermos porque eu acho que ficaria perdido.
Slarva:
- não tenha duvida de quando a gente voltar vamos está totalmente perdidos, esse vai ser o preço para ir a 100 anos na frente.
Sky:
- só espero que macacos não tenham dorminado o planeta até lá.
Slarva:
- nós iríamos ser caçados.
Sky:
- então voltaríamos para a nave e vamos pular mais 100 anos.
Slarva:
- mas se outra coisa dominar o planeta.
Sky:
- então faremos dessas viagens as nossas vidas.
Slarva:
- você não parece nada com medo do que pode encontrar aqui no futuro.
Sky:
- eu só espero que a humanidade não acabe até lá.
Slarva:
- eu acho que até lá a humanidade vai ter minhares de naves espaciais.
Sky:
- os humanos podendo viver onde quiserem.
SLarva:
- menos no sol lógico.
Sky:
- o que você acha que os humanos vão inventar daqui para frente.
Slarva:
- como eu disse vai ser uma coisa muito desconhecida.
Os dois se beijaram na boca.
Sky:
- para o desconhecido.
Ele passa uma noite na casa da Slarva.
em uma galaxia muito, muito distante parte:61

Luke estava tão cansado que ele dormiu na cadeira, Luke finalmente acorda.
Luke:
- finalmente mas um dia acabou, estou cada vez mais próximo de realizar o que eu sempre quis na vida.
Ele fica com um rosto feliz, e olhando para a janela.
Luke:
- só falta mas trés dias.
a Rejina estava por perto.
Rejina:
- o senhor vai querer alguma coisa?
Luke:
- além de querer viajar.
Rejina:
- o senhor quer alguma coisa para comer?
Luke:
- não.
Rejina:
- certo.
Luke:
- eu acho que eu vou sair de casa hoje.
Rejina:
- mas e as suas condições?
Luke:
- eu vou para o espaço daqui alguns dias, eu acho que estou disposto a simplesmente andar na rua você não acha.
Rejina:
- mas eu acho que você deveria ficar em casa.
Luke:
- talvez eu fassa isso, mas hoje não ontem eu passei o dia e a noite inteira nessa cadeira, eu quero movimentar mais as minhas pernas para ninguém pensar que eu morri, eu quero viver, apesar de parecer que já é tarde para min.
Rejina:
- mas o senhor vai de carro?
Luke:
- eu sei que eu sou um péssimo motoristas muitas pessoas falam mal de min quando eu estou no trânsito eu só quero paz e nada mais.
Rejina:
- então o senhor vai simplesmente andar?
Luke:
- como eu disse eu ainda não morri.
Rejina:
- lembre-se que só falta poucos dias para essa viagem.
Luke:
- eu estou contando os dias na minha cabeça, você acha que eu vou me esquecer justamente disso, eu posso não lembrar de algumas coisas, mas dessa viajem é que eu NUNCA vou me esquecer.
Rejina:
- você faz alguma idéia de quando vai voltar?
Luke:
- talvez o mais cedo pissível?
Rejina:
- posso ir com o senhor?
Luke:
- pode.
Rejina:
- então esperá só um pouco.
ela foi para o quarto dela.
Na casa da Slarva os dois acordam.
Sky:
- bom dia amor.
Slarva:
- bom dia espaço.
Sky:
- antes eu não gostava desse nome, mas só depois esse meu nome fez algum sentido.
Slarva:
- você faz parecer que esse nome fez você.
Sky:
- são as pessoas que fazem elas mesmas, não é o nome e nenhuma outra coisa que faz com que a pessoa mude.
Slarva:
- você deve achar que o nome não faz diferença!
Sky:
- o que você quer dizer com isso?
Slarva:
- o meu nome não é um nome comun das mulheres da Russia.
Sky:
- as crianças frescavam com o seu nome?
Slarva:
- frescavam e muito.
Sky:
- se você tem alguma coisa que não sej normal dificilmente você vai ser tratado normalmente.
Slarva:
- você parece que já sofreu iso.
Sky:
- só quando criança, mas depois de um incidente que aconteceu lá em casa eu nem me importava do que os outros me chamavam, eu só me importava com a minha vida.
Slarva:
- o que foi que aconteceu?
Sky:
- uns terroristas estavam tentando matar o meu pai.
Slarva:
- isso deve ter sido muito traumatizante para vocês .
Sky:
- quando o meu pai se tornou chefe da NASA ele aumentou a segurança lá e fez com que a gente ficar-se em casa na maior parte do tempo, minha irmã pela solidão que ela sentia ela começava a pintar o que via, por isso que ela se tornou pintora.
Slarva:
- eu não imaginava que a sua familia passou por muita coisa.
Sky:
-as pessoas normalmente não imaginam esse tipo de passado quando se tratar com a gente, mas eu não reclamo da minha vida porque tem pessoas que poderiam ter passado por coisas piores do que aconteceu com a gente, assim eu não quero reclamar de bouca cheia.
Slarva:
- é verdade tem pessoas que nem sofrem muito e pensam que essa pessoa está passando um dos piores sofrimentos do mundo.
Sky:
- aposto que cada pessoa tem uma historia triste para contar mas nunca á tempo para ouvir todas elas.
Slarva:
- eu tento ler alguns livros.
Sky:
- você é uma boa astronauta acharia estranho se você não ler-se alguns livros.
Slarva:
- é que alguns vem com historias muito tristes.
Sky:
- posso imaginar como é, ler essas historias.
Slarva:
- mas nada me imperde de ver alguns filmes.
Sky:
-as vezes não gosto tanto de um como de outro.
Slarva:
- por que você não gosta?
Sky:
- porque nas historias as pessoas sempre querem um final feliz e sempre colocam não é como na vida real, que nada pode dar certo.
Slarva:
- mas se a vida da pessoa tá um lixo e ela ver a historia de uma pessoa lutando e no final perde, é uma coisa muito desanimadora.
Sky:
- você está certa
em uma galaxia muito, muito distante parte:62

Slarva:
- você acha que nossa historia é muito animadora, duas pessoas apaixonadas fazendo de tudo para a gente continuar nessa nossa felicidade?
Sky:
- eu acho que já tem muitas historias parecidas com as nossas, a unica coisa que muda é que a gente vai sair da terra onde ninguém possar nos incomodar.
Eles se beijam na boca.
Slarva:
- até esse dia de liberdade.
Sky se levantar da cama, e fica colocando a roupa.
Sky:
- eu tenho que inventar uma bela desculpa para a minha esposa.
Slarva:
- por que você não fala a verdade.
Sky:
- e a verdade te salvará!
Slarva:
- bem pode ser alguma coisa parecida com isso.
Sky:
- desculpe mas eu não acredito nisso.
Slarva:
- ela vai acabar descobrindo uma hora ou outra.
Sky:
- duvido.
Na casa de Sky Hoffman aparece lá, e bate na porta.
a mulher atende.
Hoffman:
- olá lindsey.
Lindsey:
- olá é qual é o seu nome?
Hoffman:
- meu nome é Hoffman.
Lindsey:
- você quer falar com o Sky.
Hoffman:
- Não na verdade eu quero falar com você.
Lindsey:
- é alguma coisa importante?
Hoffman:
- eu acho que sim.
Lindsey:
- então por favor entre.
Hoffman entra na casa.
Hoffman:
- eu tinha me encontrado com Sky ontem estava dirifgindo.
Lindsey:
- nós tivermos uma briga feia, mas eu não quero me lembrar dessa briga.
Hoffman:
- bem nada deve ser comparado com o soco que ele me deu.
Lindsey:
- por que ele fez isso?
Hoffman:
- eu tinha tocado em um assunto delicado.
Lindsey:
- qual seria esse.
Hoffman:
- eu vou lhe dizer.
Hoffman entregou para ela um envelope.
Hoffman:
- abra quando quiser.
Lindsey ficou assutada.
Lindsey:
- o que poderá ser isso.
Hoffman:
- você mesma tem que ver.
Lindsey:
- você acha que eu vou gostar?
Hoffman:
- eu tenho certeza de que não.
Lindsey:
- então porque você vai me mostrar isso?
Hoffman:
- por que o Sky perdiu por isso.
ela abriu o envelope, e viu uma foto de Sky e Slarva se beijando na boca.
lindsey ficou chorando.
Lindsey:
- quando?
Hoffman:
- foi no momento que ele voltou de marte.
Lindsey:
- aquele desgraçado traidor.
Hoffman:
- nada do que eu disser vai ajudar, talvez você tenha que falar com ele.
Lindsey:
- MAS COM CERTEZA EU VOU FALAR COM ELE.
Hoffman saiu da casa lentamente.
Lindsey fechou a porta e sentou no sofa e ficou chorando.
em uma galaxia muito, muito distante parte:63

a Sônia estava saindo de casa entrou no carro e foi dirigindo.
Ela dirigiu até onde estava o pai, dela, ele viu o carri, ele acenou e o carro parou perto dele, ela abriu o vidro da janela.
Luke:
- eu estou feliz em ver você.
Sônia:
- faz muito tempo que eu não venho visitar o senhor.
Luke:
- você quer entrar em casa.
Sônia:
- sim mas o que você está fazendo não muito perto de casa.
Luke:
- eu vou está saindo do planeta terra em alguns dias, essa distância é pequena comparado á grande viajem.
Sônia:
- o senhor não consegue parar de pensar nessa viajem.
Luke:
- eu quero me lembrar que um dia eu realmente viajei para muito distante da terra.
Sônia:
- o senhor que se livrar dá gente.
Luke:
- eu cuidei de vocês muito bem, vocês estão livres para fazer qualquer coisa, que queiram eu só pesso á vocês que como eu deixo vocês fazerem o que quiserem por favor me deixem ser livres como vocês.
Sônia:
- nada te imperde de você bater assas e voar.
Luke:
- eu acho que a velhi-se está me imperdindo.
Sônia:
- foi uma briga para deixar um homem da sua idade viajar pelo espaço, sem cuidados médicos, não vai pensar em desistir.
Luke:
- eu sinto pena do meu sonho do meu sonho ter afetado tantar gente.
Sônia:
- não sinta pena.
Luke olha para a casa.
Luke:
- você me leva para a casa.
Sônia:
- está bem entra no meu carro.
Luke:
- certo.
ele entrou no carro no banco de trás.
Luke:
- eu pensava que ninguém viria hoje.
Sônia:
- e o meu irmão ele aparece.
Luke:
- ele está muito ocupado com essa viajem.
Sônia:
- ele me parece com alguém.
os dois riram.
Ela estava dirigindo.
Luke:
- que pena que o trabalho me afetou toda minha vida.
Sônia:
- você não iria querer cuidar dá gente!
Luke:
- por que você acha isso.
Sônia:
- nós dois davamos muito trabalho, você não iria cuidar muito bem da NASA.
Luke:
- eu queria cuidar de vocês e não de uma base.
Sônia:
- mas pelo menos com esse trabalho, você conseguiu que o meu irmão tiver-se uma boa fãma.
Luke:
- eu cuidei do futuro dele.
Sônia:
- você sempre dava mas atenção á ele
em uma galaxia muito, muito distante parte:64

Luke:
- você acha que eu nunca dei importância para o que você fazia.
Sônia:
- eu via como você erá muito concentrado no meu irmão.
Luke:
- eu não tenho culpa dele querer uma profissão que envolve no que eu trabalhava, desculpe mas a pintura não tinha nada haver com o meu trabalho.
Sônia:
- você parece que não se importa com nada só nessas vidas que vocês levam.
Luke:
- eu tenho CULPA pelo meu trabalho?
Sônia:
- você poderia se envolver menos nos seus trabalhos e se concentrar em todos os seus filhos.
uma lagrima caiu do olho de Luke, ele sentia uma dor emocional.
Luke:
- você não sabe o quanto eu me arrependir, de fica só trabalhando e fazendo pesquisas de que poderiam ser utéis para nós, mas quase nada do que eu havia feito me ajudava a ser um pai melhor, só me tornava pior, o trabalho parecia que me possuia, eu tornei o meu sonho, em uma coisa matérial, eu não estava me importando para a vida de ninguém eu só queria realizar o meu sonho, porque para a pessoa realizar o sonho tem que ser tão complicado.
Sônia:
- você não via como a gente morria de medo, eu pensei que eu iria morrer naquele dia.
Luke:
- um agente da CIA morreu para eu continuar vivo, eu devia levar isso como lição de vida, mas eu fiquei me empenhorando cada vez mas no meu trabalho, e a vida que eu não conseguir aproveitar.
Sônia:
- talvez quando você voltar você possar se o homem mais velho da terra.
Luke:
- se eu voltar.
Sônia:
- não seja rídiculo.
Luke:
- antes eu não estava aguentando nem 5 dias, eu vou passar quase um ano lá no espaço.
Sônia:
- mas você é um homem forte tenho certeza que esse tempo talvez passe rápido.
Luke:
- eu queria ter essa sua certeza.
Sônia:
- do que a gente tem certeza na vida?
Luke:
- não sei dizer.
Pararam bem em frente a casa do Luke, eles sairam e entraram na casa.
Luke:
- obrigado pela carona.
Sônia:
- você não sabe que é muito perigoso lá fora.
Luke:
- eu não aguento o mesmo papo.
Sônia:
- eu quero que você esteja inteiro, quando você voltar, e também quando você for embora.
Luke:
- infelizmente eu talvez vá embora tão cedo.
Sônia:
- eu sei o dia que você vai.
Luke:
- você vai está com a gente antes dá gente ir?
Sônia:
- talvez eu vá.
Luke:
- porfavor sem talvez.
Sônia:
- eu posso te visistar sempre quando você quiser.
Luke:
- você tem poucos dias para fazer isso.
Sônia:
- talvez em espirito eu vá te visitar.
Luke:
- doí muito em não saber se existe alguma possíbilidade de ver você de novo depois dessa viajem.
Sônia:
- o senhor vai me ver.
em uma galaxia muito, muito distante parte:64

Luke:
- você acha que eu nunca dei importância para o que você fazia.
Sônia:
- eu via como você erá muito concentrado no meu irmão.
Luke:
- eu não tenho culpa dele querer uma profissão que envolve no que eu trabalhava, desculpe mas a pintura não tinha nada haver com o meu trabalho.
Sônia:
- você parece que não se importa com nada só nessas vidas que vocês levam.
Luke:
- eu tenho CULPA pelo meu trabalho?
Sônia:
- você poderia se envolver menos nos seus trabalhos e se concentrar em todos os seus filhos.
uma lagrima caiu do olho de Luke, ele sentia uma dor emocional.
Luke:
- você não sabe o quanto eu me arrependir, de fica só trabalhando e fazendo pesquisas de que poderiam ser utéis para nós, mas quase nada do que eu havia feito me ajudava a ser um pai melhor, só me tornava pior, o trabalho parecia que me possuia, eu tornei o meu sonho, em uma coisa matérial, eu não estava me importando para a vida de ninguém eu só queria realizar o meu sonho, porque para a pessoa realizar o sonho tem que ser tão complicado.
Sônia:
- você não via como a gente morria de medo, eu pensei que eu iria morrer naquele dia.
Luke:
- um agente da CIA morreu para eu continuar vivo, eu devia levar isso como lição de vida, mas eu fiquei me empenhorando cada vez mas no meu trabalho, e a vida que eu não conseguir aproveitar.
Sônia:
- talvez quando você voltar você possar se o homem mais velho da terra.
Luke:
- se eu voltar.
Sônia:
- não seja rídiculo.
Luke:
- antes eu não estava aguentando nem 5 dias, eu vou passar quase um ano lá no espaço.
Sônia:
- mas você é um homem forte tenho certeza que esse tempo talvez passe rápido.
Luke:
- eu queria ter essa sua certeza.
Sônia:
- do que a gente tem certeza na vida?
Luke:
- não sei dizer.
Pararam bem em frente a casa do Luke, eles sairam e entraram na casa.
Luke:
- obrigado pela carona.
Sônia:
- você não sabe que é muito perigoso lá fora.
Luke:
- eu não aguento o mesmo papo.
Sônia:
- eu quero que você esteja inteiro, quando você voltar, e também quando você for embora.
Luke:
- infelizmente eu talvez vá embora tão cedo.
Sônia:
- eu sei o dia que você vai.
Luke:
- você vai está com a gente antes dá gente ir?
Sônia:
- talvez eu vá.
Luke:
- porfavor sem talvez.
Sônia:
- eu posso te visistar sempre quando você quiser.
Luke:
- você tem poucos dias para fazer isso.
Sônia:
- talvez em espirito eu vá te visitar.
Luke:
- doí muito em não saber se existe alguma possíbilidade de ver você de novo depois dessa viajem.
Sônia:
- o senhor vai me ver.
em uma galaxia muito, muito distante parte:66

Hoffman estava andando normalmente pela cidade despreocupado com a vida, ele vai até uma cafeteiria por perto.
a cafeiteiria tinha o nome de "bone café" o nome era pintado por uma tinta vermelha.
Hoffman entrar lá, quando entra ver todo local e se sentar em uma cadeira.
Trick estava tomando café lá.
Hoffman olha para ele e sentar perto dele.
Hoffman:
- você é o namorado da Sônia?
Trick:
- sim, e você quem é?
Hoffman:
- eu sou o amigo do pai dela.
Trick:
- você é o Hoffman?
Hoffman:
- ele mesmo.
Trick apertou a mão de hoffman.
Trick:
- bem pelo menos alguém que ela conhece vai ficar aqui na terra.
Hoffman:
- eu sei toda a familia dela vai para o espaço.
Trick:
- o engraçado que isso é literalmente.
Hoffman:
- me lembro quando ela erá criança, ele me apresentou a familia depois de eu ter demonstrado o projeto da nave.
Trick:
- você tem que me ajudar, para ela não se sentir sozinha.
Hoffman:
- você não já tem esse trabalho?
Trick:
- é mas toda a familia dela vai viajar, e ela conhece você por muito tempo, pense toda a familia dela vai sair da terra e só vai voltar daqui a 100 anos.
Hoffman:
- bem de acordo com o que eu calculo pode ser mais do que 100 anos.
Trick:
- pior ainda, sem ajuda da familia tem um perigo dela se sentir só, e a unica pessoa que ela esperá receber todo o apoio seria de min, isso não é certo ela devia ter mas pessoas, do que só uma pessoa.
Hoffman:
- eu não sei como vai ser a minha vida daqui para frente eu não sei se vou ter muito tempo para vocês.
Trick:
- eu acho que vamos precisar de sua ajuda.
Hoffman:
- por que?
Trick:
- porque as dispesas da casa estão muito alta, e eu tento vender os quadros dela, eu faço a propaganda dizendo de que ela é filhas de herois, mas está vendendo pouco os quadros dela.
Hoffman:
-eu não sabia que a situação de vocês estava mal.
Trick:
- eu estou fazendo tudo que posso para a situação não piorar mas por enquanto que já pagamos o aluguel tudo está bem, mas eu duvido que no próximo mês continuaremos no prédio.
Hoffman:
- ela sabe disso?
Trick:
- eu estou tentando fazer o máximo para ela não saber da situação.
Hoffman:
- tomara que tudo se resolva.
Trick:
- essa é uma das coisas que eu estou querendo resolver e muito.
Hoffman:
- lembre-se que se isso não melhorar ela pode acabar sabendo.
Trick:
- o pior que eu sei isso.
Hoffman:
- eu poderia lhes dar algum dinheiro, mas isso seria a curto prazo.
Trick:
- você não tem um trabalho para min lá na NASA.
Hoffman:
- bem eu devia ver o seu currículo porque eu não quero ninguém incorpetente lá na NASA porque todos trabalham com seriedade.
em uma galaxia muito, muito distante parte:67

Trick:
- eu sei que eu estou perdindo para você pode não ser muito bom para os negocios, mas pense bem você estaria ajudando uma pessoa que você conhece muito bem, ela te considerar quase um membro da familia.
Hoffman:
- eu não sou muito amigo dessa familia mas.
Trick:
- o que foi?
Hoffman:
- é que eu tive uma briga feia com o Sky.
Trick:
- pelo que foi essa briga.
Hoffman:
- uma besteira nada que envolvi vocês.
Trick:
- desculpe mas eu não acredito em que brigas sérias sejam por besteiras deve ter sido algo muito grande, bem talvez nem tanto.
Hoffman:
- é que eu sei de uma coisa do Sky.
Trick:
- o que?
Hoffman:
- eu não te conheço tão bem assim.
Trick:
- talvez eu fale com a sônia, ela pode te ajudar.
Hoffman:
- desculpe mas eu quero que tudo que aconteceu só os envolvidos saibam, eu não quero prejudicar mais ninguém.
Trick:
- esperá você estava pretendendo prejudicar alguém.
Hoffman:
- se tudo ocorrer como eu espero, alguém vai ficar com raiva.
Trick:
- pelo amor de deus vocês vão está junto no prosseço dessa viajem, e vocês pretendem prejudicar um ao outro até lá o que está acontecendo com vocês, me parece que vocês mataram alguém, e tomara que eu tenha falado isso de brincadeira porque algo realmente sério desse calibre poderia prejudicar quase todo mundo.
Hoffman:
- não se preocupe que o caso que eu estou envolvido não é extamente tão sério.
Trick:
- você já pensou no fato que você está disposto a fazer com que uma pessoa sofrar, em, você talvez não esteja fazendo com a mente muito limpa.
Hoffman fica um pouco com raiva.
Hoffman:
- eu fui magoado quando o Sky deu um soco em min, você acha que eu fiquei feliz com isso eu queria ver esse cara pagar por pelo menos uma coisa que ele faz, acredite eu sei de bastante coisa que esse merdinha está envolvido.
Trick:
- calma parece que você não está pensando nos fatos todos, se lembrar que ele é o seu amigo, agora que foi que você falou para ele para ele ter levado tão á sério eu falo com ele em todos os natais possíveis ele sempre me pareceu um tipo de pessoa calma, ele não como um desses valentões que fica batendo em todo mundo.
Hoffman:
- isso prova que você não sabe de nada.
Trick:
- eu me lembro do dia que ele parecia chateado foi o dia em que ele soube que aquela mulher não iria a viajem, isso parece que deixou ele bravo.
Hoffman:
- eu não quero falar desse tipo de assunto.
Trick:
- você não prescisa falar você já disse tudo.
Hoffman:
- olha apesar dele ter me irritado ele é o meu amigo.
Trick:
- então tente disfazer tudo, faça com que se torne amigos de novo, antes que ele vá para essa tal viajem.
Hoffman:
- eu não posso fazer isso.
Trick:
- por que não?
Hoffman:
- porque já está feito.
em uma galaxia muito, muito distante parte:68

Sky e slarva ainda estavam no apartamento, sky percebe que está demorando muito.
Sky:
- droga eu tenho que sair o mais rápido possível.
Slarva estava arrumando o cabelo com uma escova, estava andando na direção dele.
Slarva:
- é só você dizer que você estava na casa de um amigo.
Sky:
- mas ela já pensa que eu estou dormindo com você.
Slarva:
- bem você não deve dizer que ela se enganou quanto á isso, porque você realmente está namorando comigo.
Sky:
- quando nós voltamos não tinhamos feito nada de divertido, vamos fazer que a nossa volta seje como realmente um novo começo.
Slarva:
- você quer mesmo esse novo começo?
Sky:
- é o que eu estou querendo.
Slarva:
- mas você deve sevir de exemplo.
Sky:
- que você deve está com a pessoa que você ama não importa o que acontesar, mesmo se você tiver que travar uma guerra entre nessa batalha.
Slarva:
- mas você vai está traindo a sua esposa isso não é um grande exemplo.
Sky:
- eu devo passar a vida respeitando o que os outros gostam, eu não vou ter um tipo de vida normal saiba disso, eu quero viver do jeito que eu quiser viver, se isso incomodar alguém eu sinto pena dessa pessoa, porque essa pessoa não tem vida, porque eu não me importo, do que as pessoas falam.
Slarva:
- mas você está sendo considerado um heroi.
Sky:
- mas será que eu vou continuar o mesmo heroi depois de 100 anos de diferença para eles, eu vou viver do meu jeito, como eu sempre fasso.
Slarva:
- então tudo bem trair a esposa.
Sky:
- o pior é trair alguém que você ama, as vezes você só se engana, mas quando você sabe, você simplesmente sabe.
Slarva:
- você vai se encontrar com a sua irmã antes da viajem?
Sky:
- eu não seria muito familia se eu não fosse falar com ela antes de ir, porque quando nós voltamos provavelmente ela vai está morta.
Slarva:
- você fala de uma maneira muito fria.
Sky:
- desse anos nós voltaremos daqui a 100 anos para frente quem sabe até mais, eu só estou sendo realista.
Slarva:
- a realidade parece assustadora.
Sky:
- parece não é assustadora.
Slarva:
- e voltando do assusnto da sua esposa.
Sky:
- eu falo com ela antes da viajem.
Slarva:
- ela vai ter bastante tempo para ficar com raiva.
Sky:
- ela vai ter ficado com alguém quando eu voltar.
em uma galaxia muito, muito distante parte:69

a lindsey estava chorando muito, ela ficava olhando as fortos, ela não estava querendo acreditar no que estava vendo, mas não tinha como esquecer.


estava andando na sala, estava muito deprimida, alguém bate na porta ela foi até lá, quando abriu viu que erá o Trick.


Trick:


- o Hoffman esteve aqui.


Lindsey:


- sim.


Trick:


- pelo seu estado eu imagino que ele deve er contado algo.


Lindsey:


- ele me contou o que aquele desgraçado fez.


Trick:


- o que você vai fazer?


Lindsey:


- você sabe se ele á ama?


Trick:


- olha eu só soube disso hoje, eu não sei de nada que possa ter acontecido, mas talvez ele tenha feito por bem.


Lindsey:


- que bem haveria nisso.


Trick:


- talvez ela souber-se de algo que poderia por a vida dele em risco.


Lindsey:


- eu aposto que ele está adorando esse risco que ele está correndo, aquele desgraçado eu aposto que ele sempre estava querendo me trair.


Trick:


- eu sei o que você pensa.


Lindsey:


- eu aposto que nenhum homem é fiel.


Trick:


- você pode apostar o que você quiser mas nunca aposte para valer, eu amo muito a Sônia, eu vim aqui, querendo evitar que o Sky se dé mal.


Lindsey:


- você não pensou que eu poderia me dá mal.


Trick:


- bem seu marido é irmão da minha garota, eu só quero que ela não sofra nada antes dessa viajem aconteçar.


Lindsey:


- eu aposto que eu não deveria deixar ele ir.


Trick:


- não fassa nada para ele não ir.


Lindsey:


- se eu quiser eu posso fazer alguma coisa.


Trick:


- NÃO FASSAR NADA.


Lindsey:


- não aumente seu tôm de voz comigo.


Trick:


- não tente fazer nada para adiar essa viajem.


Lindsey:


- por min nem deveria haver essa viajem.


Trick:


- pense no pai dele.


Lindsey:


- eu não me importo mais, para ninguém dessa familia.
em uma galaxia muito, muito distante parte:70

Trick chgou mais perto dela e deu um tapa na cara dela.
Trick:
- esse seu tipo de atitude não vai ajudra a ninguém nem a você pode fazer com que gente inocênte sofra só porque ele comenteu um erro, você não deve punir á todos, só porque um cometeu um erro você não deve fazer com que todos tenham que sofrer.
Lindsey:
- porque você me bateu.
Trick:
- porque você tem que se controlar pelo amor de deus.
Lindsey:
- as pesoas devem saber o que eu sofrir, e ele tem que pagar.
Trick:
- eu concordo que ele deve pagar de alguma forma, mas a questão é que só ele deve pagar e não todo mundo, porfavor se você for falar alguma coisa, que isso fique só entre vocês.
Lindsey:
- você está fazendo parecer que eu vou matar alguém.
Trick:
- mas você tem um perigo de ferir emocionalmente um bocado de pessoa.
Lindsey:
- eu sei que o pai do Sky pode ficar muito ofendido com minha descisão, mas é que eu tenho que fazer o que eu acho o certo e o Sky tem que pagar pela consequência, ele deve sofrer muito.
Trick:
- eu não duvido que o que ele fez foi horrível, mas você tem que parar para pensar.
Lindsey:
- mas eu aposto que ele teve muito tempo para pensar em tudo aquele canalha, ele sabia exatamente no que estava se metendo.
Trick:
- olha tente ser uma pessoa melhor, demonstre que você é uma boa pesssoa, que você não é uma pessoa horrível fassa com que ele não se sinta bem em ter ficado com outra.
Lindsey:
- como uma pessoa que sofre muito pode um dia se demonstra uma boa pessoa.
Trick:
- para falar a verdade eu não sei, mas eu acho aqueles que nós consideramos maús não pensam sobre o porque que sofreu fica acusando todo mundo, machucando muitas pessoas até que finalmente atinjir seu objetivo.
Lindsey:
- esses normalmente são as pessoas que querem vingança.
Trick:
- nós vermos no cinema que vingança é uma coisa boa mas na realidade você só vai acabar se machucando cada vez mais e mais até parecer que o ódio que você sente nunca acabar.
Lindsey:
- você parece que sabe muito sobre esse assunto.
Trick:
- eu tinha um tio.
Lindsey:
- ele fez alguma coisa com você?
Trick:
- não, ele erá o meu tio favorito, eu soube muito tempo depois que ele era um agente da CIA ele foi morto em uma missão.
Lindsey:
- você sabe quem o matou?
Trick:
- ele se sacrificou para salvar a vida de uma pessoa.
Lindsey:
- você sabe de quem?
Trick:
- do Luke o pai do seu marido.
em uma galaxia muito, muito distante parte:71

Lindsey:
- essa familia parece que acabou com a vida do seu tio, eu acredito se o meu tio sácrificou a sua vida para salvar-los eu acho que eles valem mais do que a gente pensa.
Trick:
- pelo menos você parece está mudando de opinião, olha eu não queria te bater mas você parecia que estava descontrolada.
Lindsey:
- olha eu sinto muito pelo seu tio ter morrido mas isso não tem nada haver comigo, eu quero que esse desgraçado vá para a prisão antes dele ir, se eles quiserem patir que patam mas esse desgraçado deve fica.
Trick:
- olha eu admito que eu também estou com raiva dele, porque eu pensei que ele erá uma pessoa boa mas pelo visto eu ando me enganando mas por favor eu também acho você digna de confiânça não tente fazer nada estupido.
Lindsey:
- eu devia saber de tudo isso.
Trick:
- o que?
Lindsey:
- no dia que eu me casei com ele até o dia que eu conheci parece que eu dei um pulo para a alegria mas eu acho que ele não pulou junto comigo.
Trick:
- quando ele sair da terra, você pode namorar ou até casar com quem quiser, ele pelo visto estpa lhe-dando esse direito, mas pelo que eu vejo ele não fez isso ultimamente parece que ele tinha feito á um bom tempo, ele parecia muito feliz quando voltou eu não entendia o porque, talvez seja pelo fato de ter voltado para terra mas agora eu não tenho duvida do que foi essa alegria, foi amor que ele havia sentindo, isso é um desrespeito a você porque ele já estava casado aos olhos de deus, eu não sei como isso aconteceu, mas infelizmente parece que eles vão ficar namorando por muito tempo.
Lindsey:
- eu só devo deixar com que tudo isso aconteça deixa que ele saia vitorioso com isso se eu quiser eu posso adiar essa viajem para fazer um julgamento justo, se você pensa bem, ele cometeu uma traição e deve pagar por isso, mas não ele não vai pagar por isso aqueles dois vão viver juntos e para sempre como em um conto de fadas, você gostaria de ver a Sônia se encontrando com alguém eu aposto que você desejaria vela sofrer eu estou certa ou errada.
Trick:
- eu sei que isso doi muito, não estou dizendo para você não fazer nada eu só não quero que você fassa nada que pode deixa muita gente com raiva, você apesar de pensa que está se comportando muito bem, você vai ajir pior do que um cara que traiu a esposa, o pior que eu não sei se ele já traiu mas de uma vez.
Lindsey:
- eu não tenho a certeza dde nada ele pode está agindo pela as minhas costas já a muito tempo, não dá para saber, mas o que me incomoda, é que ele chegou um dia para min e disse, foi uma expériência divina essa viajem, no começo eu pensava que ele estava falando dá viajem e se, ele está muito apaixonado por ela, isso é o que mais me chatear.
Trick:
- acredite você não é a unica.
Lindsey:
- isso é besteira e você sabe disso, vocês só falam por falar mas realmente não se importa com nada, só uma pessoa que foi traída sabe o que é isso, esse sentimento de ódio que não desaparece, você quer tirara esse ódio mas parece que ele não termina, você não consegue pensar nos bons motivos, você simplesmente não consegue.
Trick:
- bem isso pode ser chamado também de raiva, que é realmente uma coisa incontrolável, algumas pessoas pensam que controlam esse sentimento, mas um dia ele pode explodir e ferir muitas pessoas, até mesmo as pessoas que não tinha nada haver com o assunto.
Lindsey:
- eu não estou defendendo que raiva é uma coisa boz eu sei que muitas pessoas morrem por isso.
Trick:
- não deixe esse sentimento te controlar, você não vai querer uma coisa dessas aconteça com você, eu sei que você é uma pessoa amavel, eu sei disso, por causa de um dos natais que passamos aqui, você nos atendia com tanto carinho.
Lindsey beija e Trick na boca, o Trcik afastar ela com o braço.
em uma galaxia muito, muito distante parte:72

Luke e sônia entraram na casa de luke eles estavam sentados pensando na vida e tudo mas ela se apóximou dele com um ar de tranquilidade ela parecia que não estava mais com toda raiva que sentia por ele está não muito famoso ela fica alegre de ver que ele finalmente parece muito feliz mas ela sabia que isso tem haver com o fato da viajem está muito próxima, mas no fundo ela queria saber se ele está feliz por vela antes da longa viajem que pd parecer que está demorando muito, mas ela não se cançar de ver o quanto o pai dela parece está muito feliz com isso prece que ele não aguenta mas a vida de tristeza que ele estava passando issodeixava menos preocupada como o pai dela iria viver depois dessa viajem ela parece saber que o pai dela está aproveitando toda a alegria de viver uma coisa que parece que ele não estava aproveitando muito.
ele estava muito tempo parado não falando nada ele ainda estava ainda com um pequeno sorriso.
Luke:
- será que eu verei meu neto?
Sônia:
- isso é uma coisa que não não dá para saber talvez você veja ele mas talvez ele possa está na mesma idade que você lembra que você vai está daqui a muito tempo no futuro, você sabe que você pode ver uma boa parte da nossa geração futura.
Luke:
- quem será que vai cuidar dos filhos do meu filho?
Sônia:
- talvez á mãe deles ela deve cuidar deles, é o dever dela como um ser humano, e como mãe ela não vai abandona os filhos dela só porque ele vai sair da terra se ela não cuidar deles direito eu vou dá uma boa porrada nela uma coisa que eu tenho certeza que ela nunca vai esquecer.
Luke:
- eu gostaria que você fosse nessa viajem eu treinaria você por algum tempo e você poderia ser uma grande astronauta.
Sônia:
- não importa se você veio primeiro, ele o seu filho vai fica com toda a fama e você só vai ser uma sombra dele, eu aposto que vai ter alguma estatua dele na NASA, só homenageando ele e não ao senhor.
Luke:
- eu sei que você só quer o meu bem, mas quando a gente voltar eu já vou está feliz por ter finalmente conseguido meu objetivo, eu fico feliz com isso você não consegue fica feliz por min, eu mal acredito que esse dia está chegando como eu perdi a Deus por esse dia, mas nunca chegava agora temos toda a tecnologia de fazer com que mas pessoas que tiverem o mesmo sonho que eu tive, essa pessoa pode realizá-lo sem problemas.
Sônia:
- você estava correndo para que o seu coração fique bom.
Luke:
- eu tenho um coração de aço eu aguentaria 100 viajens dessa e brincando com todos.
A sõnia deu um sorriso.
Sônia:
- sua vida não vai ser normal quando vocês voltarem.
Luke:
- coitado do Sky.
Sônia:
- ele vai fica com muitas mulheres que ainda nem nasceram.
Luke:
- só espero que não sejam muito novas, muitas desse tipo querem fica com o meu pequenino Sky, muitas querem fuder com ele.
Sônia:
- aposto que ele vai fica muito feliz quando voltar.
Luke:
- eu gostaria de está jovem como ele.
Sônia:
- o senhor é jovem só que não aparenta.
Luke;
- obrigado.
em uma galaxia muito, muito distante parte:73

Sônia:
- Eu vou sentir saudades de você.
Luke:
- eu vou sentir bastante saudade quando eu sair da terra.
Sônia:
- mas, por favor, volte com vida.
Luke:
- eu vou tentar fazer isso.
Sônia:
- lembre-se você não está prometendo a qualquer um você está prometendo a sua filha.
Luke:
- para min não faz diferença eu tento cumprir o que eu prometo pode ser para qualquer a minha pormessa não muda nõa importando a pessoa.
Sônia:
- mas lembre-se que eu vou fica muito triste se você não volta.
Luke:
- a minha tristeza já é muito grande porque é muito pouco a chance para min encontrar você.
Sônia:
- para min vai ser fácil encontrar você.
Luke:
- mesmo quando eu estava andando sem caminho você me encontra eu não duvido que você vá me achar.
Sônia:
- a sempre uma esperança.
Luke:
- sempre.
em uma galaxia muito, muito distante parte:74

Luke:
- sempre, temos que ter a esperança por que a nossa saude vai embora as pessoas morrem, no final tudo isso, a esperança é só isso que temos.
Sônia:
- pare de parecer tudo mais drámatico.
Luke:
- vamos á realidade, eu realmente quero te ver de novo.
Sônia:
então já que as chances são pequenas de nos encontramos, então vamos aproveitar esse dia que você está na terra fazer que esses sejam os dias mais felizes da sua vida.
Luke:
- realmente proveitar esses dias como se fossem os ultimos.
Sônia:
- bem se você quiser me ver vai ser realmente os ultimos, você não parou de pensar nisso, eu quero realmente está com você, antes que eu me arrependar e não ter aproveitado esses ultimos dias com o meu pai.
em uma galaxia muito, muito distante parte:75

Luke:
- vamos aproveitar esses dias.
Sônia:
- aonde você quer ir.
Luke:
- para falar a verdade eu não tenho a menor idéia de onde ir.
Sônia:
- o que o senhor não saber aonde você quer ir.
Luke:
- na verdade eu acho que pesquisei bastante o espaço, mas esqueci de pesquisa algumas coisas daqui.
Sônia:
- você ainda não morreu, vamos aproveita o tempo, eu sei de uns lugares.
Luke:
- você conhece a terra melhor do que eu.
Sônia:
- eu sou uma pintora eu tenho que saber o que está na terra, eu presciso ver o que os outros não conseguem.
Luke:
- como o que?
Sônia:
- às vezes as pessoas olham para o céu e só ver isso o céu não ver mais nada, mas tem pessoas que conseguem ver uma verdadeira obra de arte.
Luke:
- quando você falou ver o que os outros não conseguem você deve está falando daquelas pessoas que só conseguem ver a ciência não consegue ver mais nada.
Sônia:
- é exatamente isso que eu queria dizer.
Luke:
- mas você tem que realmente dizer, não pode deixar os outros na duvida e pensar que você é um louco.
Sônia:
- eu não me importo com que os outros pensam.
Luke:
- as vezes por mas que você não queira reconhecer esses desgraçados tem realmente alguma coisa haver com a sua vida, essas pessoas também tem sonhos, e eles não querem que ninguém interrompa esse sonho são até capazes de matar, mesmo se o sonho da pessoa for o mais egoísta possível.
Sônia:
- vamos mudar de assunto que isso parece que está irritando você.
Luke:
- e isso não faz muito bem para a minha suade.
Sônia:
- você tem que pensar com uma pessoa normal e não um especialitsa porque os especialistas na maioria das vezes sempre acabam irritado porque alguém falou alguma coisa errada, e os normais podem simplesmente está enganado e não se importa com isso.
Luke:
- mas eu sempre tentei ser os especialistas se eu estava errado com alguma coisa, eu realmente quero saber se eu errei com alguma coisa.
Sônia:
- para nos diverti vamos tentar parecer os mais normais possíveis.
Luke:
- eu acho que deveríamos.
Sônia:
- será que os burros se divertem mais.
Luke:
- eu acho que se uma pessoa é inteligente ele pode se diverti a sua própria maneira, só porque ele não ver as coisas como todo mundo, não quer dizer que ele não se divita.
Sônia:
- vamos tentar parar com isso.
Luke:
- parar com o que?
Sônia:
- de cada brincadeira virar uma coisa séria.
Luke:
- eu vou tentar.
Na casa da Slarva o Sky já estava saindo.
Sky:
- eu tenho certeza que a minha mulher vai me matar.
Slarva:
- eu acho que já está muito tarde, então para ela não desconfiar mais você deve ir embora, só para ela não fica muito desconfiada.
Sky:
- eu vou simplesmente dizer que eu estava em uma dessas casas da NASA, e estava me testando, para ver como eu estava para ir para essa viajem.
Slarva:
- como você acha que vai ser daqui a 100 anos.
Sky:
- eu não gosto de presumir nada, mas aposto que lá vai ter muita tecnologia de que a gente nunca ouviu falar, mas depois talvez a gente posssa de adaptar a esse mundo novo.
Slarva:
- você acha que a rivalidade entre os nossos países vai diminuir.
Sky:
- eu acho que já está diminuída.
Slarva:
- mas parece que já está rolando uma nova guerra fria por causa da nossa viajem.
Sky:
- o páis não importa a gente é que importa.
Eles se beijaram na boca.
Sky:
- quem os Estados Unidos pensa que é para está se metendo em nosso relacionamento.
Slarva:
- eu tenho certeza que tudo o que eu falo parece besteira.
Sky:
- eu vi naquela nave que você realmente se importa com as coisas, essa foi uma das coisas que eu mais gostei em você.
Slarva:
- por que você não revela tudo logo.
Sky:
- eu quero que ela fique sabendo na ultima hora.
Slarva:
- você não acha isso muita crueldade.
Sky:
- eu só quero que ela fique com raiva de min, quando eu for para o espaço.
Slarva:
- você acha que vai sair alguma coisa de bom disso.
Sky:
- se vai eu não sei, mas depois a gente ver isso.
Slarva:
- como você a diz vai ter 100 anos para pensar em tudo.
Sky:
- por isso não se preocupe.
Slarva:
- você acha que o seu pai vai gostar do que a gente está fazendo.
Sky:
- ele já é um homem grande ele irá entender.
Slarva:
- bem como você a diz às vezes seu pai é um homem forte, ele pode fazer alguma coisa contra nós.
Sky:
- não se preocupe muito com o meu pai.
Slarva:
- você acha que ele vai pegar o trabalho de chefe da NASA.
Sky:
- eu acho que não.
Slarva:
- por que você acha isso.
Sky:
- por que eu acho que ele já perdeu o direito para ser o chefe da NASA, eu acho que ele não pode, mas mandar em nada, na NASA, e eu temos certeza de que ele vai se aposentar.
Slarva:
- você acha que você pode ser o chefe da NASA.
Sky:
- lógicamente eu vou ter algum direito nela já que eu sou um grande herói para as pessoas, eles dificilmente vão negar algo para min.
Slarva:
- você vai fazer alguma coisa quando chegamos aqui na terra.
Sky:
- disso eu tenho certeza, poderíamos ver o que tem de novo aqui na terra.
Slarva:
- eu acho que a gente teria muito tempo para ver tudo o que a gente quiser, e se a gente quiser saber de tudo que inventaram leve em conta que só vamos voltar daqui a 100 anos não seria uma boa coisa tentar ver tudo o que descobriram e pesquisaram, e você sabe que essa nossa viajem vai aos dá anos de pesquisar pense nas muitas viagen que os humanos já vão fazer apatir dessa dificilmente a gente vai viver muito na terra.
Sky:
- eu sei que as pessoas vão inventar muitas coisas, mas eu quero dizer que a gente só vai ver o que eles acabaram de descobrir que pode ser divertido para nós.
Slarva:
- você acha que o nosso indioma vai mudar muito.
Sky:
- por que você acha isso?
Slarva:
- eu estou querendo dizer os dialetos que a gente vai ter pode ser completamente diferente.
Sky:
- eu não duvido que as coisas vão mudar e muito, mas temos que ter fé de que a gente pode sobreviver á tudo o que eles inventarem.
Slarva:
- não deve ser nós que devemos se adaptar á eles é eles que devem se adaptar a nós, por que leve em considerassam que nós vamos acabar com o mundo deles, por que nós somos os heróis deles.
Sky:
- isso me parece um pouco imperialista.
Slarva:
- eu estou sendo o mais delicado possível porque pensem eles vão querer que provavelmente a gente se separe não sabemos como podem está as coisas em nossos países.
Sky:
- você parece que não se esquece da guerra fria.
Slarva:
- meu pai foi um a gente da KGB, ele se sacrificava pelo país.
Sky:
- parece que a nós dois estivermos envolvidos com essas duas redes de espionagem.
Slarva:
- guerra fria já se passou eu quero tentar esquecer o que aconteceu com o meu pai, ele um dia foi baleado e ficou paralítico, eu não agüentava o ver querendo ainda trabalhar para o seu país.
Sky:
- parece que ele é um homem que gostava do seu trabalho.
Slarva:
- quando você está em um trabalho você já está arriscando á sua vida querendo que o seu trabalho lhe der algum futuro, devemos todos entender isso, para queremos trabalhar cada vez mais por que se o seu trablho não resultar em nada, você pode passar a vida na pobreza, e você pode morrer por isso, devemos sempre levar o nosso trabalho á sério.
Sky:
- mas se a pessoa não gostar do trabalho.
Slarva:
- essa pessoa deveria ter vergonha por que não se sacrificou para fazer o trabalho que tanto quer.
Sky:
- mas talvez a pessoa só não tivesse essa oportunidade.
Slarva:
- para min é só a pessoa se esforça muito daí pode ter o trabalho que a pessoa quer.
Sky:
- mas como eu disse...
Slarva:
- ter o emprego que a pessoa quer não é fácil à pessoa tem que se acostumar com isso.
Sky:
- você tem razão, mas eu tenho que admitir que às vezes ter o trabalho que você quer às vezes pode ser fácil.
Slarva:
- eu sei que alguns têm muita sorte.
Sky:
- eu entendo com é ser uma dessas pessoas eu tinha aproveitado que o meu pai era o chefe da NASA, eu tinha que aproveitar essa oportunidade, eu não poderia peder essa chance.
Slarva:
- eu fico feliz por isso, assim foi o jeito que eu te conheci.
Sky:
- eu nem imagino como seria minha vida se eu não fosse da NASA.
Slarva:
- você simplesmente seria o Sky.
Sky:
- todos ficam dizendo que eu sou uma ispiração para as crianças.
Slarva:
- não vamos ficar falando disso.
Sky:
- vamos ter uma converça mais feliz.
Slarva:
- na verdade eu queria dizer que você deve encontrar com a sua mulher e rápido.
Sky:
- será que a NASA fica muito longe da minha casa.
Slarva:
- para a nossa sorte deve ser muito longe.
Sky:
- será que eu posso peder alguns minutos, com você.
Slarva:
- você já está perdendo tempo demais.
Eles se beijaram na boca.
Slarva:
- você tem que ir.
Sky:
- até.
Ele saiu da casa.
O trick estava afastado da Lindsey.
Trick:
- por que você fez isso?
Lindsey:
- eu achei que você estava querendo isso.
Trick:
- só porque uma pessoa é de trair não quer dizer que todos traírem porque nem todos são iguais.
Lindsey:
- quer dizer que você não sente nenhuma vontade de sair comigo de domir comigo.
Trick:
- á única coisa que eu tive por você foi simplesmente compaixão.
Lindsey:
- eu estou muito envergonhada.
Trick:
- você deve saber que nem tudo que a gente pensar é realmente para acontecer.
Lindsey:
- quer dizer que você não sente nada por min.
Trick:
- eu já sinto uma coisa por alguém e eu estou namorando essa pessoa, eu sou uma pessoa completamente fiel, você pode pensar o que quiser dos homens pode pensar que todos são traidores só porque você acha isso não quer dizer que isso seja verdade, e eu tenho certeza de que você não estava pensando direito, você estava pensando como foi traído por um cara que muitos querem ele como exemplo, agora eu sabemos que tipo de pessoa ele é.
Lindsey:
- uma pessoa que merece uma vida inteira de sofrimento.
Trick:
- ele é esse tipo de pessoa, mas você tem que pensar em não fazer nada, que pode fazer com que você se arrependa você não pode pensar que todos meresem sofrer só por causa de um erro dele.
Lindsey:
- o pior que ele defendeu essa mulher ele lutou na justiça para que ela fosse nessa viagem, será que ele faria o mesmo por min.
Trick:
- você ainda é a mulher dele não importa o que.
Lindsey:
- mas ele não lutou tanto para ficar comigo.
Trick:
- ele se casou com você isso deveria ser o suficiente, mas eu vejo que não é assim que ele pensa, ele acha que pode fazer tudo e ainda sair impune, ele deve sofrer alguma coisa.
Lindsey:
- isso é o que está passando na minha cabeça depois de tudo isso ele fica saindo como o grande herói.
Trick:
- será que é assim para todos que nós escolhemos ser um herói será que alguém estava escodendo alguma coisa, algo que todos não estavam sabendo tipo o herói poderia amar uma coisa que todos pensavam que essa pessoa odiava.
Lindsey:
- você está falando que ele poderia está escodendo algo, que as pessoas não descobriram.
Trick:
- tipos se lançam alguma coisa sobre o nome dessa pessoa todos querem saber tudo sobre a pessoa.
Lindsey:
- ele é um cretino eu não vou deixar que a historie pense que ele é um grande herói, ele é um homem de trair a esposa, esse tipo de homem a gente não pode deixar que as pessoas pensem que ele é um grande herói que ele nunca traiu ninguém.
Trick:
- você tem que aceitar isso de uma forma ou outra.
Lindsey:
- ele vai saber que eu sei, por que eu tenho certeza que esse desgraçado nunca iria me contar que ele estava tendo um caso.
Trick:
- disso eu não tenho tanta certeza, eu acho que ele iria te contar de alguma forma.
Lindsey:
- eu aposto que esse desgraçado só iria me contar quando ele fosse viajar eu tenho certeza que ele iria fazer isso.
Trick:
- eu não sei se ele faria isso.
Lindsey:
- ele é um covarde eu sei disso.
Trick:
- eu achava que o que vocês tinham era algo mágico, só que agora eu vi o truque.
em uma galaxia muito, muito distante parte:76

Lindsey:
- é meio estranho pensar que alguém é melhor do que você.
Trick:
- queremos algo para nos deixar feliz, a gente as vezes pensa que é melhor do que a outra pessoa, mas os fatos não são assim.
Ele se afasta um pouco vai até a porta.
Trick:
- tudo tem que se resolver conforme o tempo passar.
Ela vai para a jenala fica vendo se alguém está se aproximando.
Lindsey:
- por que esse desgraçado não vem logo.
Trick:
- ele deve está ocupado.
Lindsey:
- eu aposto que ele está com ela.
Trick:
- não pense nisso.
Lindsey:
- que outro lugar ele poderia está.
Trick:
- ele poderia está trabalhando na NASA, nunca se sabe.
Lindsey:
- você parece que você sabe de tudo, ONDE ELE ESTÁ.
Trick:
- eu sei tanto quanto você.
Lindsey:
- eu aposto que você sabe mais.
Trick:
- não fique por ai pensando que eu sei muita coisa, que eu só soube disso com o Hoffman ele me informou tudo.
Lindsey:
- será que ele informou mas coisas á você mas você não está me contando nada.
Trick:
- eu vou sair daqui.
Lindsey:
- você está com medo de alguma coisa, me diga o que é?
Trick:
- eu estou com medo de você.
Lindsey:
- você sabe que eu não sou de fazer mal á ninguém.
Trick:
- eu pensava a mesma coisa sobre o Sky, mas eu soube depois que ele estava saindo com aquela mulher.
Lindsey:
- eu não sei como aquele desgraçado foi capaz.
Trick:
- todos são capazes de fazer muitas coisas, coisas que assustam muitas outras.
Lindsey foi até a porta.
Trick:
- o que você vai fazer?
Lindsey:
- eu reparei em uma coisa.
Trick:
- o que?
Lindsey:
- venha até aqui.
ele foi para perto dela, ela pegou um abaju e tacou na cabeça dele, ele desmaiou.
Lindsey:
- que você pode atrapalhar tudo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:77

Sônia estava sentada na cadeira.
Sônia:
- pai você quer alguma coisa.
o pai dela estava andando em círculo.
Luke:
- é que eu simplesmente não gosto de fica parado.
Sônia:
- eu tambem sou muito inquieta.
Luke:
- quando você erá pequena erá muito incontrolável, um dia quando eu estava pesquisando alguns documentos em casa, eu perdi para você me trazer um café, eu mal olhei para o lado e você havia sumido, depois eu continuei trabalhando não demorou muito e você apareceu com o meu café.
Sônia:
- mas depois daquele dia eu começei a fica mais quieta.
Luke:
- é uma coisa que eu nunca vou me esquecer.
Sônia:
- vamos parar de pensamentos ruins, o que você está fazendo ultimamente.
Luke:
- eu estou querendo e muito viajar.
Sônia:
- tomara que deus seja caridoso com você.
Luke:
- eu posso está mal mais eu não estou tão mal.
Sônia:
- talvez no futuro eu possa ter a mesma idade que você, literalmente.
Luke:
- bem na verdade eu acho que você vai está mais velha do que eu.
Sônia:
- tudo isso é questão de tempo.
Luke:
- mas quanto tempo termos.
Sônia:
- uma eternidade se isso for possível.
Luke:
- tomara que você esteja bem quando a gente sair daqui.
Sônia:
- as pessoas que eu mais me importo vão sair daqui da terra.
Luke:
- não vamos sair para sempre.
Sônia:
- mais vão sair por muito, muito tempo.
Luke:
- para nós esse tempo vai ser pequeno.
Sônia:
- mas para quem está na terra, milhates podem já ter morrido.
Luke:
- ou bilhares depende muita da situação.
Sõnia:
- quem vai cuidar dessa casa.
Luke:
- vai ser a rejina, você se importa.
Sônia:
- é que eu fico imaginando que algue...
o telefone toca.
Sônia:
- quem será?
A sônia vai até o telefone, atende ele.
Sônia:
- quem é?
Trick:
- estamos com problemas.
em uma galaxia muito, muito distante parte:78

Sonia:
- quem está falando?
Trick:
- sou eu Trick.
Sônia:
- do que voce está falando?
Trick:
- á esposa de Sky sabe que ele está traindo ela, ela me bateu na cabeça com um abaju, eu acho que ela vai vai fazer alguma coisa.
Sônia:
- espera um segundo você está dizendo que o meu irmão está traindo a esposa.
Trick:
- pelo que eu sei já estava traindo a muito tempo.
Sônia:
- quando você soube disso?
Trick:
- hoje.
Sônia:
- o que você acha que ela vai fazer?
Trick:
- tomara que ela não acabe matando alguém.
Sônia:
- você acha que ela é capaz disso.
Trick:
- eu não duvido disso.
Sônia:
- você sabe onde está o meu irmão.
Trick:
- droga, eu não sei, talvez o hoffman saiba.
Sônia:
- eu vou ligar para ele.
ela desliga o telefone e depois liga para o Hoffman e depois ele atende o telefone.
Hoffman:
- quem é?
Sônia:
- sou eu a sônia.
Hoffman:
- como você vai?
Sônia:
- eu vou bem, mas você sabe onde está o meu irmão?
Hoffman:
- você soube que ele me bateu.
Sônia:
- então você não sabe?
Hoffman:
- eu aposto que ele está na casa da tal Slarva, quer saber o que ele está fazendo?
Sônia:
- eu acho que fasso um bela idéia.
Hoffman:
- então você sabe?
Sônia:
- eu sei.
Hoffman:
- ele não devia trair a esposa.
Sônia:
- eu acho que ela vai matá-lo.
Hoffman:
- o que?
Sônia:
- eu acho que ela vai matá-lo.
em uma galaxia muito, muito distante parte:79

Hoffman:
- do que está falando?
Sônia:
- parece que ela saiu de casa com muita raiva, ela machucou Trick depois saiu da casa.
Hoffman:
- pode ser tudo minha culpa.
Sônia:
- do que você está falando?
Hoffman:
- eu falei do relacionamenti que o Sky estava tendo, eu falei com ela.
Sônia:
- você falou isso hoje.
Hoffman:
- foi hoje bem cedo.
Sônia:
- o que você estava pretendendo?
Hoffman:
- vingar o que ele fez comigo.
Sônia:
- você parece uma criança.
Hoffman:
- alguém tem a minima idéia de onde ela possa está?
Sônia:
- eu tenho certeza que ela foi atrás dele.
Hoffman:
- você ligou para á Slarva?
Sônia:
- ainda não.
Hoffman:
- tenta.
Sônia:
- tchau.
Sônia desliga o telefone, o Luke está preocupado.
Luke:
- o que está acontecendo?
Sônia:
- parece que o Sky estava traindo a esposa e parece que a esposa vai fazer algum mal á ele.
Luke:
- temos que chamar a policia.
Sônia:
- tomara que o Trick esteja cuidando disso.
Luke:
- temos que ter certeza que alguém está ligando.
Sônia:
- você tem o telefone da Slarva?
Luke:
- eu tenho o telefone dela anotado no caderno que está em cima do criádo-mudo.
Sônia foi atrás do caderno pegou ele e foi direto para o telefone.
Sônia:
- achei.
Ela telefonou para o Slarva, mas ninguém atendia.
Sônia:
- maldita Slarva.
em uma galaxia muito, muito distante parte:80 (fim da primeira parte)

Sônia estava muito nervosa, ela olhou para os lados, não sabia o que fazer.
Luke:
- meu deus se alguém machucar o meu filho.
Sônia:
- eu não sei o que devemos fazer.
Luke:
- talvez ela não fassa nada com ele, podemos está preocupado com nada.
Sônia:
- ela machucou o Trick, eu tenho certeza que ela pretende fazer alguma coisa.
Luke:
- espere você falou que a Slarva não estava atendendo?
Sônia:
- sim falei.
Luke:
- e se ela está querendo fazer mau aos dois.
Sônia:
- o pior é que eu não sei onde ele está e não tenho o telefone de celular dele.
Luke:
- pelo menos sim um deles falar-se com a gente.
Sônia:
- tudo o que podemos fazer é rezar.
Na casa de Sky, o Sky parece de carro lá, Trick olha para ele e vai até ele.
Sky:
- ei cara o que você está fazendo por aqui.
Trick:
- Hoffman contou para a Lindsey que você estava traindo com a Slarva, ela saiu e antes disso ela me bateu com um jarro, e já faz um bom tempo.
Sky:
- Maldito Hoffman.
Trick:
- bem na verdade quem traiu á mulher foi você.
Sky:
- ela vai fazer alguma coisa?
Trick:
- eu aposto que sim.
Sky:
- meu deus ela vai fazer algo com a Slarva?
Trick:
- pode apostar que sim, ou talvez com você, mas como pelo visto ela não te achou pelo visto ela vai atrás dá...
Sky:
- Slarva.
Trick:
- temos que ir para casa da Slarva.
Sky:
- certo.
eles foram para o carro do Sky, o Sky dirigiu.
Trick:
- você só tinha um caso com a Slarva?
Sky:
- sim que tipo de homem você acha que eu sou.
A Slarva estava amarrada em uma cadeira, com um lenço tapando a boca.
o Sky muito preocupado liga para a policia e conta tudo, toda a familia se encontra na casa do Luke.
Sky:
- pai, eu estou com medo.
Luke:
- não se preocupe, eles vão encontrar a slarva.
a sônia se aprôxima do irmão.
Sônia:
- seja forte maninho.
hoffman tinha chegado na casa.
Sky:
- desgraçado, por que você fez isso de contar para a lindsey.
Hoffman:
- eu não sabia que ela iria fazer tudo isso me desculpe.
Sky:
- a slarva pode ser morta você sabia.
Hoffman:
- me desculpe.
no local onde estava a Slarva.
voz de auto-falante:
- lindsey solte a refém.
Lindsey:
- se vocês querem pegar esta vádia russa venham pegar.
ocorreu um tiro, todos na casa ainda estavam aguardando alguma novidade, o telefone tocar.
policia:
- recuperarmos a slarva.
Todos na casa:
- ISSO.
a Lindsey foi para uma prisão, o Sky se apróximou da Slarva.
Sky:
- quando nós voltarmos da viagem eu prometo me casar com você.
Slarva:
- sério.
Sky:
- sim.
o dia do lançarmento chegou, todos que se desperdiram um do outro, todo o passado foi pedoado, eles finalmente partiram o Luke estava na nave, ele estava muito feliz, eles decolaram, eles foram para muito muito distante da nossa galáxia, todos eles comemoraram quando a nave, chegou em uma outra galáxia, o luke fica muito, feliz com essa viagem.
o luke tem um derrame ele vai no chão o Sky segura ele.
luke:
- obrigado filho.
Sky:
- não, pai por favor não.
o Sky começar a chorar, o luke morreu quando ele estava onde ele queria, ele não estava com nenhum arrenpenndimento, todos na nave souberam que ele realizou o sonho dele, depois quando voltaram para terra, ocorreu um enterro cérimonial, depois no enterro, uma coisa estava na lápide dele."o céu é o limite por que não podermos ultrapassar o limite do céu".



FIM