segunda-feira, outubro 29, 2007

Efeito p:01

no Japão uma pessoa mora numa casa, e ele estava dormindo ele tinha no quarto vários bilhetes de loteria, estava deitado na cama enrolado com o lençou, a luz do sol batia na cara dele, o nome desse garoto é Xino.
Xino: por que esse sol tinha que bater na minha cara.
ele se levanta lentamente, ele estava usando um pijama todo branco, tinha se levantado e pegou um cd e o cd é da banda Blind Guardian.
Xino: engraçado você pai, você foi um americano, mais teve que ir para japão.
Xino ouve uma ligação, ele pega o telefone.
a voz do telefone é a da mãe dele.
mãe: seu pai morreu.
Xino: o que?
Xino ficou sabendo depois que o pai dele morreu em um manicomio.
Xino: não pode ser.
Xino ficou chorando e muito.
Xino: pai por que você morreu.
o pior que o corpo do pai não poderia ser mandado para japão pelo fato dele ser americano, ele ficou sabendo depois que o pai dele tinha uma familia, e foi o dia que o filho dele foi visita-lo.
Xino: esse menino o que foi que ele disse para o meu pai.
Xino ficava correndo na rua ficava pensando sobre o por que do pai ter tido tanta raiva desse filho que iria querer mata-lo.
Xino: será que ele reagiria diferente comigo.
um velho porteiro da casa da mãe dele.
Xino: minha mãe está bem.
o porteiro: ela fica chorando sobre a morte do seu pai.
Xino: eu sei.
o porteiro: você vai jogar na loteria.
Xino: CLARO! eu quero ganhar mais.
o porteiro: eu tenho que saber como você sempre ganho na loteria.
Xino: eu nasci com sorte, eu tenho sorte no amor, e sorte no jogo.
o porteiro: por falar em amor como vai a Sakura.
Xino: eu vou encontrá-la depois do meu exercicio martinal.
o porteiro: boa sorte.
Xino: obrigado.
Xino foi correndo e quando chegou em casa, trocou de roupa colocou a velha camisa com os botões, a camisa de manga longa, e a roupa era preta, ele pegou uma bicicleta e foi pedalando até o restaurante, ele encontra Sakura ele tem a roupa de colegial e com a saia, ela tem cabelo longo e loiros.
Xino: como você vai.
Sakura: eu estou investigando uma série de casos de mortes, e quase sempre são com as mesmas pessoas, e algumas morrem de um modo que ninguém previa.
Xino: é assim que é o fim do mundo.
Sakura: você sempre disse se houver-se um aporcalolipse, você nós salavaria.
Xino: eu sempre digo isso.
Sakura: tomara que seja verdade.
Xino: descobriu alguma coisa sobre esses casos.
Sakura: uma pessoa me disse sobre um tipo de caderno que o titulo é death note, se você tem ele você não pode se livra dele se não você morre, e parre-se quanto mais você mata mais aumenta a espectativa de vida.
Xino: e você acredita nessa besteira.
ela fica toda timida.
Sakura: bem as vezes o que nós não acreditamos que exista pode realmente existir.
Xino: você disse que alguêm te ajudaria a fazer a estudar para as provas.
Sakura: ele é um garoto muito inteligente.
Xino: qual é o nome dele?
Sakura: o nome dele é Kira.
Xino: certo.
Sakura: você não fica com ciumes não.
Xino: não me interessa se esse garoto é inteligente mais ele não tem dinheiro.
Sakura: não pense que eu fico com você por causa do dinheiro.
Xino: eu sei.
os dois se abraçam e beijam na boca, um beijo demorado.
Xino: eu estou com fome.
Sakura: bora comer.
eles comem a refeição deles e cada um vai para um canto.
Xino: eu vou me casa com ela, meu deus como eu a amo.
num lugar aparece Xino com roupa toda preta e um sobretudo preto, e ele tinha uma barba mal feita ele fica escrevendo em um caderno e fica falando o que ele está escrevendo.
Xino: talvez isso não dé certo, talvez eu vá morrer, mais eu preciso voltar para poder salva-la.

terça-feira, outubro 16, 2007

Cyberman ep:01

Tudo começou quando eu tinha 20 anos, eu erá só um garoto morando no brasil basicamente no estado do ceará, eu morava junto com minha mãe mais nesse dia eu vi que eu estava com uma divida de 2 mil reais, e a gente não tinha como pagar essa conta, mais eu vi na televisão que estavam pagando dois mil reais, só para você ser cobaia do teste, eu fui para lá sem pedir para a minha mãe, eu me virei eu trouxe todos os meus documentos e fui lá, essa foi só uma parte da minha vida, depois eu paguei as contas depois de 5 meses começei a sentir alguma coisa em min, de repente eu fiquei mais inteligente, eu fiz vários curços passei no vestibular de primeira, eu fiz a faculdade, depois eu fui me sustentando com o dinheiro do governo, eu erá conhecido como o inventor, eu criei vários tipos de partes mecânicas, que entregava para os hospitais, nisso eu fiquei ganhando vários dinheiros, sempre quando eu queria inventar algo novo, eu ia para a reserva de lixo, e tambem carto peças de computadores, para me ajudar nas invenções, e uma dessas criações queria criar o policial perfeito, eu fiquei fazendo uma super armadura, para os policias pudessem resolver os crimes com muita facilidade, esse projeto por enquanto não estou mostrando a ninguém, eu sou Carlos Dervelin, eu tenho um cabelo cumprido e preto, eu normalmente visto roupas que representam bandas de metal, eu não sou muito de gosta dessas bandas mais eu gosto das camisas e todos os meus amigos são metaleiros, eu moro numa casa pequena, eu sou de gostar muito mais só nas minhas invenções, principalmente nessa armadura, ela é toda preta, com capacete preto, e com muitos detalhes tecnologicos, bem essa armadura eu faço no meu porão, eu nunca convido ninguém para ir para lá, bem aqui estou eu com um dos meus amigos o nome dele é Trevon, ele tem capelo curto e preto, eu sempre respeitei o que ele dizia antes mesmo de eu ter essa super-inteligência, bem agora vamos começar essa historia.
Dervelin: (sentado na cadeira e olhando Trevon no computador) como está a sua vida consertando os computadores.
Trevon:(olha para Dervelin) nada muito dificíl só que eu tive que estudar muito para conserta os computadores.
eu achei engraçado por que tudo que eu tinha aprendido, foi tudo num istante, eu só fiz os curços por sacanagem, por que eu não precisava fazer tudo, bem muitas vezes eu só aprestava atenção na meninas, mais eu nunca tive coregem de chega em uma delas.
Dervelin: eu falei que você se viciaria nesse jogo.
Trevon: (deu uma rizada) eu nunca me viciei nessa porra de jogo, toda vez que você vem para cá normalmente é só para isso.
Trevon: eu tenho coisas melhores para fazer do que jogar esse jogo.
Dervelin: como está sua relação com a Samira?
Trevon: está indo muito bem.
ele apesar de ser meu grande amigo, ele quando chega na minha casa quase não toca no assunto, eu vi algumas fotos dela, mais normalente é só isso nunca vi ela pessoalmente, eu sabia que essas fotos dela não são montagens, eu sempre percebo esses tipos de coisa, e até agora meus amigos ficam me dando jogos que é para me dá susto e nunca me deram susto, mais voltando o assunto, eu tenho certeza de que ele nunca vai apresenta ela para o nosso grupo, principalmente por que um deles, é um gordo que fica dizendo todos os podres, para pessoa que você ama, ou até que você pretende ter alguma coisa.
Dervelin: que nivel você está?
Trevon: 76 e 55 de classe.
Dervelin: que classe você é mesmo.
Trevon: monge.
Dervelin: você deveria mudar de classe por que monge é paia.
Trevon: mais monge é massa.
Dervelin: (morrendo de ri) você tem que para dessa mania de acha monge é massa.
Trevon: e você tem que parar com essa mania de achar a musica do Hatebreed massa.
Em todos os anos que conheço ele, ele sempre vem com o mesmo papo, e ainda diz que uma banda que eu gosto, é coisa de emo, que eu não gosto de emo, mais essa banda não é emo.
Dervelin: eu vou para o porão.
Trevon: certo.
Bem eu vou lá em embaixo no meu querido porão onde eu fico fazendo minhas invenções, eu inventei um liquido que é mais potento do quer qualquer forma de combustivel conhecida na terra, eu coloquei isso no jato da armadura do "o policial perteito" bem eu só fico olhando em volta as mesas de metal, e os braços mecânicos que eu fiz, bem de volta ao trabalho.
Dervelin: bem vamos lá.
eu vou para a armadura, fico ajeitando alguns fios, mais depois de um tempo eu vejo que tudo está perfeito, e se eu quizer entrega isso para alguêm eu poderia fazer isso sem problema.
Dervelin: eu preciso de o copo com água.
bem já que nínguem é de ferro, eu abro a minha porta e vou até a cozinha e pego um copo e depois eu pego uma garrafa com água e coloco no copo, depois eu bebo a água lógico, e vejo o Trevon na cozinha.
Dervelin: vai querer alguma coisa.
ele fica olhando para os lados como se estiver-se confuso, deve ser normal.
Trevon: só quero uma água.
eu pego outro copo encho de água e entrego para ele.
Dervelin: como está indo o jogo:
ele me olha com uma cara de desconfiado.
Trevon: está indo bem.
eu puxo uma cadeira para me sentar, e me sento.
Trevon: você tem trinta anos e não tem uma namorada.
eu odeio quando as pessoas me perguntam sobre o fato de eu não ter nenhuma mulher mais fico feliz quando eu falo do meu trabalho.
Dervelin: você vai ver que alguma ciêntista bonita vai se apaixonar por min.
eu até agora não vir nenhuma ciêntista bonita, tirando a dos filmes.
Trevon: quando você vai arranjar alguêm.
Dervelin: isso eu não sei.
bem eu já ajudei muita gente a anda com pernas mecânicas, mais deus não acha que isso serve de bomdade, então eu não sei o que é.
Dervelin: não vale eu deveria ter uma namorada.
Trevon: você sabe que muitos ainda estão procurando o amor verdadeiro e muitos desses caras estão souteiros.
ele está falando a verdade.
Dervelin: para min a mulher perfeita foi a Najara.
Trevon: desde muito tempo você falou nela e nunca foi atrás dela.
Dervelin: eu sei que eu devo tentar pegar pelo menos uma.
Trevon: mais você terá que esqueçer esse amor que nunca vai acontecer.
ele fala uma coisa que para min é impossivel eu me lembro de tudo dela, mais eu fui covarde demais, e não consegui fala nada com ela.
Dervelin: tenta é alguma coisa que eu tento mais conseguir é outra coisa.
Trevon: você vai na praça portugal.
eu sempre vou para lá querendo pegar alguêm mais eu sempre fico na mesma, mais quando me perdem para ir para lá eu sempre digo.
Dervelin: sim, eu vou.
Trevon: o Lucas vai trazer a Luana.
nunca me interesei nela e dizem que ela é baixa, e como o Lucas sempre falava mal de min nem se eu quizer-se iria rolar alguma coisa, eu só me torne o super inteligente em casa, mais quando eu estou com os meus amigos me torno o maior bobão.
Trevon: você vai ver ela.
ele falou uma coisa interesante eu NUNCA vir ela tudo que eu falei foi em base de teorias, ou melhor dizendo tudo o que o Lucas contava, mais ele fica falando mal de min, será que eu deveria acredita em tudo que ele disse.
Dervelin: parece que eu finalmente vou ver ela.
Trevon: não me lembro se ele disse que a Luana é bonita.
ele falou com o ton de fazer com que eu me aproxime dela.
Dervelin: com tudo que o Lucas falou para ela, Lucas o maior queima-filme de toda historia, desculpe mais se você esta pensando o que eu estou pensando pode esquecer, quando eu tinha 20 anos ela pensava que eu era um monstro.
Trevon: você tem razão.
em uma prédio em um andar mora um garoto, ele tinha uma camisa cinza, e uma calça com uns desenhos e ele estava no computador jogando um jogo online, ele é loiro com cabelos pontudos.
garoto: vamos professor evolua.
a mãe dele aparece na porta, ela é uma loira, já envelhecida, e usava uma roupa.
mãe: Jeferson você deveria fazer algo melhor do que fica aí parado.
Jeferson: o que a senhora quer que eu faça.
mãe: vai trabalhar.
Jeferson: eu já tentei, mais não deu certo.
mãe: mais você era mais novo, agora você tinha feito vários curços, á unica vez que você trouxe dinheiro para casa foi aqueles 2 mil reais, que você usou para fica pagando esse jogo.
Jeferson: eu faço o que eu quero.
mãe: se você não trabalha eu não vou mais dá dinheiro para você.
Jeferson: mais eu preciso desse dinheiro.
ele falou isso com o tom de raiva.
mãe: já estou cançada de você fica aí parado sem fazer nada.
Jeferson: se eu forçe a senhora eu não faria isso que a senhora quer fazer.
mãe: não me interessa se você não procura trabalho eu não vou mais pagar.
Jeferson: mais assim eu não vou poder jogar.
mãe: o problema não é meu.
Jeferson: ooo mãe chata.
mãe: você pode dizer o quiser de min, mais se você não trabalha você não vai receber o dinheiro.
Jeferson: mais eu não estou afim de trabalha.
mãe: então você não recebera o dinheiro.
Jeferson: retire o que você disse.
mãe: meu filho você deve trabalha.
Jeferson: eu trabalho DEPOIS, e você continua a me dar dinheiro.
mãe: não vem com historia não se você não trabalha você não recebe o dinheiro.
Jeferson: a senhora vai continua me dando o dinheiro.
mãe: só se você trabalha.
Jeferson: mais eu só vou trabalha depois.
mãe: então só depois você recebe o dinheiro.
a mãe saiu da porta do quarto, Jeferson se irritou muito e foi até ela.
Jeferson: NÃO venha com essa você vai continua me dando dinheiro.
mãe: então trabalhe.
Jeferson: só que a senhora não vai ter condição de receber o dinheiro.
mãe: do que você está falando.
Jeferson: bola de energia.
Uma energia vai acumulando na mão dele fazendo uma grande bola.
mãe: o que você está fazendo?
Jeferson: eu digo a mesma coisa da sua decisão.
Ele lança a bola de energia na mãe, e acerta, ela fica levando choque, ficou recebendo durante um tempo, e ela caiu no chão.
Jeferson: o que você falou sobre não me pagar.
durante um tempo a mãe dele acorda amarrada.
mãe: o que você está fazendo?
Jeferson: eu vou fazer com que te considerem invalida.
mãe: por que você está fazendo isso.
Jeferson: você disse que não ia pagar mais meu jogo então eu tinha que fazer alguma coisa.
mãe: seu pai não vai aceitar isso.
Jeferson: eu cuido dele.
mãe: pare com isso filho.
Jeferson: você começou agora você vai ver como vai termina.
Jeferson: é só o meu pai chega.
mãe: por favor filho se você ama a nós nos poupe.
Jeferson se aproxima da mãe.
Jeferson: durma.
um pó mágico encobre ela e ela começa a dormi.
Jeferson: eu disse que você iria se arrepender.
na casa de Deverlin, Dervelin estava no laboratório, ainda trabalhando na maquina.
alguêm bate na porta.
Dervelin: quem é?
Trevon: sou eu Trevon que mais seria o seu amado Adriel.
Dervelin: já falei que não sou gay.
Dervelin se levanta e vai até a porta.
Trevon: vamos ao rodizio de pizza no pizzas.
Dervelin: eles iam hoje.
Trevon: é.
Dervelin saiu do laboratório e fechou a luz.
Dervelin: certo.
os dois vão até o carro que é um novo polo, da cor verde, ele abre o carro.
Dervelin: mau vejo a hora de comer a pizza.
Trevon: eu sei você quer se encontra com o Adriel.
Dervelin dá um soco no ombro esquerdo de Trevon.
Dervelin: eu já disse que não sou gay.
os dois entram no carro e Dervelin dirige o carro, na casa de Jeferson.
o pai dele chegou é uma pessoa com uma aparência velha e com alguns cabelos brancos e o resto moreno.
Pai: o que aconteceu com a sua mãe.
Jeferson: ela queria tira o meu dinheiro.
Pai: por isso você fez isso com ela.
Jeferson: ela estava louca.
Pai: desamarre sua mãe já.
Jeferson: CALA BOCA.
Ele atirou uma bola de fogo pela janela.
Pai: como você fez isso.
Jeferson: você me promete que vai fica dando o meu dinheiro.
Pai: tá eu prometo mais desamarre ela.
Do corpo de Jeferson saiu uma bola transparente e foi em direção ao pai dele jogando-o na parede.
Jeferson: você não me pareceu que iria fazer.
Pai: eu prometo te dá o dinheiro.
Jeferson: você pode muda de idéia por causa dela.
Pai: eu JURO que não vou.
Jeferson: eu não posso ter certeza.
No carro o Dervelin estava dirigindo.
Dervelin: mau espero a hora, para comer a pizza.
uma bola de fogo caiu na rua supriendendo-o Dervelin tentou esquiva do buraco, mais o carro derrapou e caiu no buraco girando o carro vária vezes, até quando ele parou.
Trevon: viu a situação eu estou bem e você.
Dervelin: eu estou sentido muita dor.
Dervelin ver na frente dele o braço esquerdo, e estava fora do corpo.
Dervelin: NÃAAAAAOOOOOOOO.
Trevon ver um braço fora do carro só que um braço sem nenhum corpo, e viu que ao redor de Trevon estava sangrado.
Trevon: meu deus.
ele saiu do carro e pegou o celular e ligou para o hospital.
Dervelin: socorro.
Trevon: eu estou perdindo ajuda.
Trevon entrou no carro e pegou o Dervelin pela mão e ficou puxando.
Dervelin: parar, parar.
Trevon: não tem essa de parar vamos.
Trevon tirou dervelin do carro, e Trevon estava vendo Dervelin sem um braço.
Trevon:temos que levar você para o hospital.
Dervelin fica gritando de dor, uma ambulância veio, levou Trevon e Dervelin para o hospital, o tempo passou e lá estava Dervelin na cama com sem um braço, olhando para o braço perdido, Trevon chega na sala.
Trevon: eu liguei para "os vinte" eles sabem do que aconteceu.
Dervelin: eu não queria saber o que aconteceu.
Dervelin começa a chorar.
Dervelin: maldito acidente.
Trevon: pelo menos você não morreu.
Dervelin: a morte era a melhor coisa que poderia acontecer comigo agora.
Trevon: não fale assim parece um emo.
Dervelin: como você tem coragem de falar assim.
Trevon: muitas pessoas perdem alguma coisa e desejam a morte, mais tudo o que eles tem a fazer é continuar com a vida.
Dervelin: você tem razão.
Trevon: você quer água.
Dervelin: poderia ser pior?
no prédio de Jeferson, ele e o pai ainda estão discurtindo.
Pai: eu já disse solte a sua mãe.
Jeferson: ela ainda não se arrependeu do que disse.
Pai: filho pare com isso, e aquilo que você soltou destruindo a janela pode ter matado alguem.
Jeferson: eu não me importo com as outras pessoas para min elas são um lixo.
Pai: por Favor pare com isso.
Jeferson se apróxima do pai.
Jeferson: você pensa que sabe tudo.
Pai: do que você está falando.
Jeferson dá um murro na barriga do pai, e ele é tacado na parede com a força do murro.
O pai do Jeferson cospe um pouco de sangue.
Pai: como você tem tudo isso.
Jeferson: isso eu não sei explicar.
Pai: por favor filho pare com isso.
Jeferson: tá bem.
Ele cria uma espada cortando a corda e a mãe acorda.
Jeferson: se vocês me desobedecer eu mato vocês.
Pai: obrigado filho.
Dervelin ainda no hospital vendo o braço que faltava.
Dervelin: o que foi que aconteceu?
Dervelin ficou olhando pela janela e chorando.
Dervelin: o que foi que aconteceu?
Dervelin fecha os olhos e ainda derramando lagrima.
Dervelin: o que aconteceu na estrada, o que foi aquela explosão?
Trevon estava bebendo água e via Dervelin falando sozinho.
Trevon: coitado.
Trevon entra na sala, Dervelin abre os olhos.
Dervelin: apareceu em algum noticiário o que foi que aconteceu?
Trevon: estão investigando mais até agora não descobriram nada.
Dervelin: e tudo o que queria era comer pizza.
Trevon: mais tudo deu errado.
Dervelin: eu mesmo quando vou sair vou tentar achar alguma explicação.
Trevon: eu sei que você é a pessoa mais inteligente que conheço mais acho que você não vai encontrar nada.
Dervelin: eu mesmo vou achar o que causou tudo isso ou eu não me chamo Carlos Dervelin.
Trevon: tem alguma idéia para outro nome.
Dervelin: não brinque com isso.
Trevon: e se você encontrar o que você vai fazer?
Dervelin: eu não sei.
Trevon: agora sua vida está passando por uma grande mudança.
Dervelin: você fala como se eu não souber-se.
Trevon: me desculpe.
Dervelin: eu tento pensar em outra coisa mais o pensamento de eu ter perdido o braço é muito assustador, e o pior esse pensamento é verdade.
Trevon: eu me lembro do que eu vi parecia uma especie de meteoro.
Dervelin: um meteoro sempre deixa algum pedaço, assim mfacilita o trabalho de saber o que foi que caiu.
Trevon: eu não sei realmente o que foi aquilo.
Dervelin: mais eu vou saber.
Trevon: e se for mesmo um pequeno meteoro.
Dervelin: o estrago foi grande mais eu acho que se a explosão fosse de um meteoro a explosão seria pior.
Trevon: tem certeza.
Dervelin: eu não vi o que era aquilo.
Trevon: eles devem saber.
Dervelin: á unica coisa que é certeza é de alguma coisa caiu.
Trevon: por isso pode ser um meteoro.
Dervelin: quando eu vi aquilo me pareceu uma bola de fogo.
Trevon: ter saido do mundo a rpg!
Dervelin: eu sei que parece loucura mais eu acho mesmo que era uma bola de fogo.
Trevon: esse acidente deve ter de algum modo afertado a sua cabeça.
Dervelin: até eu sei que é loucura mais eu fiquei super inteligente do nada.
Trevon: super-inteligência é uma coisa soltar bola de fogo é outra historia.
Dervelin: só o destino vai revelar o que erá.
na casa de Jeferson a mãe e o pai estava discurtindo.
mãe: o que vamos fazer com ele?
pai: eu não sei.
mãe: não podemos deixar que ele controle tudo.
Pai: não vamos deixar mais briga com ele não vai adiantar em nada, porque pode acontecer o que aconteceu com você, e se acontecer de novo pode até ser pior.
a mãe fica olhando para a porta do quarto de Jeferson.
mãe: devemos deixar ele de castigo.
pai: castigo, ele tem o poder de fazer o que quiser com a gente.
mãe: não podemos deixar ele no controle.
pai: ele pode nos matar quando ele quiser.
mãe: vai deixar o nosso filho mandando na gente com o controle da situação.
pai: eu não posso deixa que o pior aconteça.
mãe: e tudo que eu queria é que ele trabalhar-se.
pai: deixa ele trabalha para depois.
mãe: ele tem que aprender a controla os seus poderes se não ele vai machucar mais pessoas.
Pai: eu sei não podemos deixar.
os dois ficam andando de um lado para o outro.
mãe: o que vamos fazer?
pai: eu não sei.
no hospital um doutor com cabelo curto e usando roupa de médico foi para Dervelin.
Doutor: você já pode ir para a casa.
Dervelin: então você acha que eu estou clinicamente bem.
Doutor: sim.
Dervelin: que pena que não estou inteiro.
doutor: você pode usar os braços póstiços.
Dervelin: eu vou usar um dos braços mecânicos que eu construir.
Doutor: é mesmo você é o famoso ciêntista Dervelin.
Dervelin: sim sou eu.
doutor: que pena que você até agora você não achou a cura para as doenças mais perigosas e mortais.
Dervelin: eu faço o que posso para descobrir coisas.
doutor: quem diria que uma coisa que você contruiu você mesmo usar.
Dervelin: mais eu NUNCA QUIRIA USAR ISSO.
Dervelin estava irritado.
doutor: me desculpe se eu o ofendir.
Dervelin: eu nunca pensei nas pessoas que perdiam os seus membros, eu só fazia essas partes mecânicas para ocupar meu tempo.
doutor: eu soube que alguns dos seus trabalhos fazem coisas melhores do que um braço normal.
Dervelin: isso não amerniza o fato da pessoa perder um braço.
doutor: mais aquele acidente poderia causar coisas piores a você.
Dervelin: eu não quero saber se as coisas poderiam ser melhor ou pior tudo o que importa é o que está acontecendo agora.
doutor: é verdade.
Dervelin: pelo que você falou eu já posso ir para casa.
doutor: sim você pode.
Dervelin: ótimo.
o doutor saiu da sala.
Dervelin: òtimo (ele falou isso com um pesar na voz).
Dervelin estava saindo do hospital, Trevon viu ele andando.
Trevon: agora você pode sair.
Dervelin deu um soco na parede, ele estava fazendo uma cara de raiva.
Dervelin: eu gostaria de ter saído com os dois braços.
Trevon: você não pode regenerar seu braço.
Dervelin: tudo o que eu tenho é essa tal inteligência.
Trevon: pelo menos você se sustenta muito bem.
Dervelin estava chorando.
Dervelin: eu gostaria de ter o poder de se regenerar.
Trevon: eu aposto que é tudo que os humanos queriam.
Dervelin fica de joelhos no chão.
Dervelin: mais é tudo o que eu queria nesse momento.
Trevon se aproxima de Dervelin.
Trevon: quando você sair daqui, você vai entrar encontato com uma outra vida, você vai ter que aceitar isso.
Dervelin: maldito acidente.
Trevon ajudou ele a se levantar.
Trevon: eu sei o quanto o acidente é maldito para você.
Dervelin: por que eu não morri de vez.
Trevon: pare de falar isso deus te poupou por um motivo.
Dervelin: eu nem quero descobrir que motivo é esse.
Trevon: eu sei que existe um bom motivo.
Dervelin: não existe motivo para uma pessoa perder o braço.
Uma pessoa aparece ele parece ser gordo, e tem um cabelo cumprido, e usa uma camisa do "Led zepelin" e uma calça curta e preto.
Dervelin: o que você faz aqui.
a pessoa: eu soube que você se recuperou.
Dervelin: o que você quer Pedro.
Pedro: só vim ver você.
Dervelin: como alguem quer me ver se nem eu quero ver eu mesmo.
Pedro: pare com essa baitolagem.
Dervelin fica cada vez mais com raiva.
Dervelin: você não se importa comigo.
Pedro: como você pode dizer isso só por que eu falei mal das suas historias.
Dervelin: quando era tudo o que eu fazia você não se importava.
Pedro: só por isso eu não sou seu amigo.
Dervelin: você pode ser um dos meus amigos, mais você erá a ultima pessoa que quiria ver.
Pedro: pare com isso.
Dervelin estava andando divarga em direção á ele.
Trevon: parem com isso.
Dervelin: parar com o que?
Trevon: vocês são amigos.
Dervelin: mais é ele quem mais odeio.
Trevon: vocês não podem parar isso é um hopital.
Pedro: eu sei que só vim hoje mais eu estava preocupado com tigo.
Dervelin: se você se preocupar-se tanto comigo você me arranjaria uma namorada quando eu mais queria uma.
Pedro: só por causa disso.
Dervelin: é nessa época que eu precisava de um amigo que me ajudar-se e nem para isso você servia, você ficava contando as verdades que eu não me orgulhava.
Pedro: o que você quer uma agora.
Dervelin: você só vai tentar arranjar AGORA.
Trevon: parem com isso vocês estão em um hospital.
Dervelin: eu não me importo.
Dervelin saiu do hospital e o Trevon entrou junto no taxi.
Dervelin: me leve onde eu devo ir.
Jeferson estava na faculdade u.f.c tinha milhares de lugares dá faculdade, ele andava com uma mochila, andava com ela todo o tempo, uma pessoa um pouco forte e com cabelos pretos, o cabelo erá um pouco longo, ele usava uma camisa branca e calça azul.
a pessoa: ei seu nerd.
Jeferson olhou para ele.
Jeferson: o que foi?
a pessoa passou perto dele e deu um empurram com o ombro.
a pessoa: nada.
depois ele saiu rindo.
Jeferson: você não vai rir por muito tempo.
Jeferson estava andando e ele escorregou numa casca de banana, ele deixou cair todos os livros, todos começaram a rir dele.
Jeferson: parem com isso.
mais eles continuavam rindo.
Jeferson: eu disse para PARAREM.
mais eles continuavam rindo.
Jeferson: vocês perdiram por isso.
os olhos de Jeferson ficaram totalmente branco, todos que estavam rindo começaram a sentir frio, e estavam congelando, até que todos congelaram, Jeferson se levantou.
Jeferson: eu disse para pararem de rir.
Jeferson entrou na faculdade, e ele entrou na sala, uma pessoa viu os alunos congelados.
a pessoa: o que aconteceu?
Jeferson: aconteceu uma pequena nevasca.
as pessoas ligaram para o hospital, e tinha reporteres.
Jeferson: eles viram uma amostra de meu poder.
a pessoa que chateou Jeferson estava perto dele.
a pessoa: ei seu nerd.
Jeferson olhou para ele, Jeferson se aproximou dele.
Jeferson: cuidado
a pessoa empurrou Jeferson.
a pessoa: cala-a-boca.
a pessoa continuou andando e foi até um carro.
Jeferson: eu disse para ter cuidado.
Jeferson levantou a mão.
Jeferson: lanças de fogo.
muitos lanças de fogo foram no carro da pessoa e o carro explodiu.
os reporteres viram as lanças de fogo.
um dos reporteres: aconteceu um evento muito estranho, nós achamos que esse evento matou uma pessoa.
Jeferson: tomara que tenha matado.
Jeferson saiu andando.
na casa de Dervelin, Dervelin viu essa noticia.
Dervelin: um outro evento estranho.
Dervelin ficou pensando sobre esse evento.
Dervelin: eu vou pensar direito no bar. Dervelin se levantou e foi até a porta.
No bar, o local é um pouco escuro, tinha minhares de cadeiras, e muitas pessoas sentadas, lá estava o Dervelin bebendo cerveja:
Dervelin:
- Eu mal costumo beber cerveja.
um velho estava do lado, ele usa camisa social branca, e uma calça marrom, ele tinha cabelos no lados da cabeça e ele tinha um barba branca.
o velho:
- Então pare.
Dervelin:
- eu não quero aceitar a minha realidade.
O velho:
- Que realidade?
Dervelin:
- De min ter perdido um braço.
O velho:
- Temos que aceitar a nossa realidade, o mais cedo ou mais tarde.
Dervelin:
- Eu perdi o braço e não você.
o velho:
- Eu não sou responsável por nada, esse é o meu principal problema, na verdade é o problema de muitas pessoas.
Dervelin estava chorando.
Dervelin:
- Eu quero morrer.
o velho:
- Você quer mesmo morrer?
Dervelin:
- quero.
o velho:
- Você quer morrer, por que você perdeu a esperança como muitos de nós já perdemos, muitos querem morrer, mais não tem coragem para isso, mais eles tem que buscar o lado bom, o dá esperança o mundo precisa de um heroi.
Num super mecado erá um dia normal, até uma pessoas colocarem as suas mascarás e mostrarem as suas armas, estavam assaltando o super-mercado.
Bandido:
-Todos vocês no fundo dá loga.
todos estavam no fundo dá loga, uma pessoa estava chorando.
pessoa:
- Alguém nos ajude.
Uma pessoa apareceu, estava usando a armadura do super-policial.
Bandido:
-Você vá para o fundo.
a pessoa de armadura estava andando em direção á ele, os bandidos começaram á atirar, mais as balas quando batiam na pessoa de armadura, as balas só recochetiavam.
Bandido:
- Quem é você?
a pessoa de aramadura:
-Cyberman.
todos não paravam de atirar nele, mais não adiantavam nada.
Cyberman:
-Entregue-se.
bandido:
- Nunca.
Cyberman apertou um botão na cintura, e as armas deles estavam indo em direção ao Cyberman.
Bandido:
- O que é isso.
as armas foram atraídas por ele, e todas armas encostaram nele. Cyberman apertou um outro botão na cintura e as armas cairam ele armaçou todas as armas.
Cyberman:
-Entregue-se.
todos correram, mais o Cyberman ativou um jato das costas, e foi na direção deles com uma grande velocidade, pegou um por um, e depois Cyberman apertou um botão do ate-braço esquerdo, e um turbo paracereu, lançando nitrogênio liquido neles, cogelando-os, Todos aplaudiram ele.
uma pessoa:
- muito obrigada Cyberman.
Cyberman:
- não foi nada.
ele saiu voando por causa do jato, e ele saiu voando.
Na favela do rio de janeiro, tinham milhares de traficantes todos estavam mirando nos guardas que estavam vindo.
Um dos traficantes:
- O poilicia vocês não passam.
O Cyberman aparece lá, os traficantes estavam atirando no Cyberman mais não adiantavam nada, Cyberman foi na direção de todos eles, e batia em todos os traficantes, entortava as armas.
Cyberman:
- Desistam.
um traficante é negro com camisa branca, com traços sujos, e uma calça curto, e uma chinela havaian.
Traficante:
- Fudeu.
ele correu até um prédio, e entrou em uma casa, e viu o lider dos traficantes.
Traficante:
-Fudeu.
o lider dos traficantes:
- é a policia?
Traficante:
- Um homem de armadura negra.
o lider dos traficantes:
- Ele pode aparecer aqui, que eu vou metralha esse filho da puta.
Traficante:
- isso não vai adiantar em nada.
o lider dos traficantes:
- Ele não é a prova de balas.
Traficante:
- Eu acho que é.
a porta explode, todos miraram as armas para a porta, o Cyberman estava lá.
Cyberman:
- Entregue-se traficante.
o lider dos traficantes:
- Você vai morrer agora, metralha ele.
todos estavam atirando mais não adiantava em nada.
Cyberman:
- É só isso que você consegue fazer.
O lider dos traficantes:
- Droga.
o cyberman deu um soco na cara do lider dos traficantes, o lider caiu na hora.
Cyberman:
- Vocês tambem se entreguem.
em brasilha um deputado estava no carro, ele usava terno e gravata, e uma calça social, preta, e no outro lado tinha um prefeito.
Deputado:
- Está aqui o dinheiro.
prefeito:
- Vamos fazer caixa dois.
o carro parou.
Deputado:
- O que está acontecendo?
aparece um amassado na porta, e a porta foi lançada e aparece o Cyberman:
Cyberman:
- Você não vai se safar.
Deputado:
- Você não quer uma propina.
Cyberman deu um murro na cara dele.
Cyberman:
- Vocês estam presos.
em todos os noticiários estavam passando informações sobre o Cyberman, dizendo que eles salvou pessoas em um incêndio, imperdindo os roubos, Jeferson viu os notciários.
Jeferson:
- Uma pessoa está se passando de heroi.
pai:
- Finalmente alguêm está fazendo algo pelo Brasil.
Jeferson:
- Ele é só um heroizinho.
Pai:
- Mais ele é o heroi.
Jeferson se irritou e foi para o quarto e ligou o computador.
Jeferson:
- Ele é um heroi de araque, mais eu sou um professor.
ele jogou o jogo.
Jeferson:
- Bom, vamos jogar.
O cyberman estava voando com a ajuda do jato, e chegou em casa, um porão que tinha portas de ferro, e as postas se abriram, e ele estava no laborátorio, apertou um botão perto da cabeça, e mostrou ser o Dervelin que estava dentro.
Dervelin:
- O mundo precisa de um heroi.
ele saiu da aramadura, o braço esquerdo era mecânico.
Dervelin:
- E eu sou o heroi.
ele subiu as escadas do laboátôrio, e entrou em casa.
Dervelin:
- Como é bom fazer a coisa certa.
ele andou na casa, e depois foi trabalhar no láboratôrio, Na casa de Jeferson, estava no combutador.
- E se eu for professor no mundo real.
ele desenhou o desenho do professor de ragnarok, e foi para o local que custurá, entregou o desenho.
Jeferson:
- eu quero uma roupa dessas.
ela pegou o desenho, cinco dias depois ele voltou, para o local á roupa estava pronta, ele pegou a roupa, a mulher que fez o seviço.
Mulher:
- É R$175,00.
Jeferson:
- Certo.
ele pagou, e foi com a roupa e todos viam á roupa, muitas pessoas estranhavam, e algumas pessoas riam.
Jeferson:
-Não riam de min.
muitas pessoas estavam rindo.
Jeferson:
- vocês vão pagar.
ele se concentrou e tudo estava esfriando, o Cyberman estava voando perto do Local, e tudo estava congelando.
Cyberman:
- O que está acontecendo?
Cyberman estava voando pela cidade, e tudo estava congelando, ele tambem estava.
Cyberman:
- Aquecer.
o gelo que se formou no corpo dele derreteu.
Cyberman:
- Nunca tinha visto isso antes.
a pista estava escorregadia, e tinha um ônibus deslizando, e antes ele estava correndo, Cyberman desceu.
Cyberman:
- Super-força.
ele pegou o ônibus, mais o ônibus é muito pesado, ele estava deslizando depois o cyberman enfiou os pés no chão, e o ônibus estava parando, e finalmente parou.
Uma pessoa no ônibus:
- muito obrigado.
os carros estavam deslizando, um batia no outro,mais um carro ia em direção á uma pessoa, Cyberman foi voando até lá, pegou a pessoa no braço, e puxou para cima, passando por cima do carro.
a pessoa:
- muito obrigada.
as pessoas estavam congelando.
Cyberman:
- Eu tenho que parar isso.
Cyberman foi voando até as nuvens e foi voando de um lado para o outros disfarzendo o vento gelado, até que o vento parou.
Jeferson:
- como ele pode vencer á habilidade do professor.
Cyberman:
- finalmente isso parou.
Jeferson:
- AS PESSOAS DEVERIAM APRENDER A NÃO MECHER COM UM PROFESSOR.
Cyberman ouviu a converça e foi para perto do Jeferson.
Cyberman:
- O que você falou?
Jeferson:
- As pessoas deveriam aprender a não rir de um professor.
Cyberman:
- Você é um professor de que?
Jeferson:
- Um professor de magos.
Cyberman:
- mais não existe magos.
Jeferson:
- Isso é o que você pensa.
Cyberman:
- Vá para casa.
Jeferson:
- O mundo é minha casa.
Cyberman estava voando por causa do jatos.
Jeferson:
- eu devo fazer alguma coisa.
Cyberman voou até a casa, e saiu da armadura e entrou na casa.
Dervelin estava na casa, o Trevon chegou na casa.
Trevon:
- Como está indo as coisas?
Dervelin:
- tudo está indo bem.
Trevon:
- Que bom.
Dervelin:
- Você soube do subto frio que causou na cidade.
Trevon:
- Eu sei, até sei que o tal do Cyberman salvou a cidade.
Dervelin:
- Eu tento achar uma explicação para isso, mais eu vi uma pessoa que ficava dizendo que erá professor de magos, isso foi muito estranho.
Trevon:
- Bola de fogo, é abilidade de mago, ou feiticeiro.
Dervelin:
- Mais ninguêm tem esse poder no mundo real.
Trevon:
- e como uma pessoa fica super-inteligênte de uma hora para outra.
Dervelin:
- mais isso já é demais.
Trevon:
- Você tem certeza disso.
Jeferson estava andando na rua, ele estava andando, e a cara erá cara de raiva.
Jeferson:
- Maldito cyberman.
um cachorro estava latindo para ele, Jeferson soltar um pó e o cachorro dorme.
Jeferson:
- não ousem latir para min.
Muitas pessoas olhavam estranhamente para ele, Jeferson estava aumentando o pó, estava indo para toda cidade, todos estavam dormindo.
Jeferson:
-durman infelizes.
Muitas pessoas estavam dormindo na rua.
Jeferson:
- teman de ante meu poder.
duas horas depois, no noticiário viu milhares de pessoas estavam dormindo, Dervelin estava vendo esse noticiário.
Dervelin:
- Alguma coisa sobre-natural está acontecendo.
Trevon:
- e você não acreditava nisso.
Dervelin:
- Eu não sei se eu estou certo.
Trevon:
-Alguêm tem que fazer alguma coisa.
Dervelin:
-Alguêm precisa parar tudo isso.
Dervelin estava confuso não sabia o que acreditar, se as magias realmente existem, ou não existem.
Dervelin:
- Tudo isso só pode ter acontecido de forma magica.
Trevon:
-Bem ,eu só falei que poderia ser.
Dervelin:
- ou ele pode auterar as móleculas, e fazer o que ele quer.
Trevon:
- como isso é possivel.
Dervelin:
- Ele pode ter ganhado os poderes, de alguma forma, e esses poderes fazem isso com a nossa realidade.
Trevon:
- Então você realmente acredita nisso.
Dervelin:
- Depois que eu perdi o braço, eu não tenho certeza mais de nada.
Trevon:
- mais, não podemos sair por air falando dessa teoria como se foçe verdade.
Dervelin:
- eu sei, nós seriamos tachados como loucos.
Trevon:
-isso concerteza é verdade.
Dervelin foi em direção ao labóratôrio.
Dervelin:
- eu devo descobrir isso.
Trevon:
- mais como?
Dervelin:
- Isso eu não sei.
No prédio de Jeferson á mãe viu ele.
Mãe:
- Foi você que causou tudo isso.
Jeferson:
- Eles estavam caçuando de min.
mãe:
-Você tinha que fazer com que toda cidade, durmi-se.
Jeferson:
- na verdade, foi só muitas pessoas, eu peguei o dinheiro de algumas.
Mãe:
-Isso não se faz.
Jeferson deu um soco na barriga da mãe.
Jeferson:
- Cale-a-boca, criatura inferior.
o pai viu isso.
Pai:
- peça desculpas para sua mãe.
Jeferson:
- Você não fale comigo desse jeito.
Pai:
-Eu sou sei pai.
Jeferson:
-E eu sou seu mestre.
pAI:
-Mestre de que?
Jeferson:
- mestre do mundo.
pai:
- peça desculpas para a sua mãe.
Jeferson fez uma energia com as mãos, e lançou uma esferá de energia em direção ao Pai, ele recebeu o choque e caiu incosciênte.
Jeferson:
- eu disse que eu sou seu mestre.
Na casa de Dervelin, ele estava indo para o laboratôrio, e desceu.
Dervelin:
- Vamos descobrir.
entrou na armadura, e abriu as portas de cima e ele acionou o jato e ele foi voando.
Cyberman:
-Tá na hora de saber.
ele foi voando, No prédio de Jeferson:
Mãe:
- o que você está fazendo isso?
Jeferson:
- isso é o que acontece com aqueles, que não me obede-sem.
Mãe:
- Você não erá assim.
Jeferson:
- Eu sempre queria ser o mais forte, no mundo vitual, mais eu sou o mais forte no mundo real.
Mãe:
-Por favor pare com isso.
Jeferson:
- NÃO.
mãe:
- por favor.
Jeferson deu um murro na cara da mãe.
Jeferson:
- Cale-a-boca.
o pai se lançou contra o filho.
Pai:
-Você vai me escutar.
Jeferson:
- hahahahahaha.
Pai:
- não ria.
Jeferson:
- EU rio quando eu quero.
Jeferson deu um murro no peito do pai, ele foi voando por causa do impacto do murro de Jeferson.
Jeferson:
- EU SOU SEU MESTRE.
jeferson ele mirou a mão no pai.
Jeferson:
- Fique calado.
Mãe:
- socorro, socorro.
O cyberman tinha um aparelho auditivo para poder ouvir de longe, ele ouviu a mãe de Jeferson pedindo socorro, Cyberman foi em direção ao prédio ele invadiu a casa pela Janela.
Cyberman:
- O que está acontecendo?
Jeferson:
- só uma briga de pais e filhos.
Cyberman:
- você é aquele professor de magos.
Jeferson:
- eu tive finalmente o reconhecimento.
Cyberman:
- na verdade, é que eu não sabia outra maneira de te chamar, eu acho isso muito rídiculo.
Jeferson:
-Seu desgraçado.
Cyberman:
- bem, se é só uma briga de pais e filhos eu não devo me meter.
Mãe:
- ele tem poderes.
Cyberman:
-Eu acho que tipo de poder, se eu me lembro bem você não tinha nem um pingo de gelo em você, você erá imurne á rajada de frio.
Jeferson:
- meu nome é Jeferson o seu lider.
Cyberman:
- eu vou te chamar de Jeferson, mais não vou reconhecer você como meu lider.
Jeferson:
- você vai ver o quanto o seu poderoso.
Na mão de Jeferson estava juntando energia.
Jeferson:
- meu poder infinito.
ele lança uma esferá de energia, Cyberman recebeu no peito, ele foi lançado com o impacto da Esferá de energia, ele foi jogado na parede.
Cyberman:
-Eu não esperava isso.
Mãe:
-Nos ajude.
Cyberman se levanta e vai na direção de jeferson e dá um murro na cara de Jeferson, Jeferson lançou uma bola de fogo, e ele foi jogado pela janela, quando ele estava caindo, ele ativou o jato.
Cyberman:
-ainda bem, que isso não quebrou.
Cyberman foi voando e entrou na casa com tudo e deu um curro no peito de Jeferson, e o Jeferson foi lançado na parede.
Jeferson:
- seu maldito.
Jeferson:
- Você vai me pagar.
Cyberman:
- o quanto você quer que eu pague.
Jeferson estava concentrando energia, mais antes dele forma toda á esfera, Cyberman deu vários murros, Jeferson deu um murro na barriga de ferro, do Cyberman e ele foi para a parede com o soco do murro.
Cyberman:
- você é muito forte.
Jeferson:
- Na verdade, eu estava em meu estado de ira.
Cyberman:
- É bom saber.
Cyberman correu em direção ao Jeferson:
Jeferson:
- Impacto explosivo.
Cyberman sentiu como se ele tiver-se levando uma explosão, e caiu no Chão.
Cyberman:
- Droga, eu devo ficar mais esperto quando ele lança á magia.
Jeferson:
- Eu vou revelar para o mundo quem você é.
Jeferson estava soltando um pó magico, que faz as pessoas dormirem, quando Cyberman estava um pouco sonolento, Cyberman apertou um botão na cintura, que tapa a narina metâlica, e ligava automaticamente o oxigênio.
Cyberman:
- Belo truque garoto.
Jeferson:
- droga, você devia está dormindo nesse istante.
Cyberman:
-Desculpe, mais eu não estou com sono.
Jeferson:
-você me torra á paicência.
Cyberman apertou um botão na cintura, e garras metálicas do pé pregavam no chão, Jeferson lançou á bola de fogo, mais o Cyberman não saiu do lugar.
Cyberman:
- sabia que você iria fazer isso.
Jeferson:
- Bem já que você é um heroi, e você deve salvar pessoas.
Cyberman:
- bem é isso que os herois devem fazer.
Jeferson:
- Então vai salvá-las.
Cyberman:
- Elas não estão correndo nenhum perigo grande.
Jeferson:
- se eu foçe você não estaria tão certo disso.
Cyberman:
- Por que?
Jeferson:
- por causa da chuva de meteoros.
Cyberman:
- que chuva de meteoros?
Jeferson:
- essa.
milhares de pequenos meteoros começaram a aparecer.
Cyberman:
- Seu maldito.
Cyberman foi voando com uma super-velocidade batendo nos meteoros destruindo eles, ele ficava destruindo o maxímo que ele conseguia, mais um desses meteoros bateu num prédio, e por causa disso quatro pessoas cairam, Cyberman foi em direção á eles, e pegou um e outro, até pegar todos, e colocou eles no chão.
uma pessoa:
- Muito obrigada.
Cyberman:
- Não foi nada.
mais o piso atingido estava caindo.
Cyberman:
- Bem vamos lá.
Cyberman foi segurou o piso com muita dificuldade, aumentou a pôtencia dos jatos, conseguindo segurar o piso, e depois colocou no chão, mais depois foi evitar vários meteoros, até que conseguiu destruir todos.
Cyberman:
- um problema resolvido.
Cyberman voou até a casa de Jeferson, e ficou de frente com o Jeferson.
Cyberman:
- Eu lhe-aconselho á você não fazer mais isso.
Jeferson:
-Eu faço eu que eu quero.
Cyberman foi na direção de Jeferson deu um murro com a mão esquerda, mais o Jeferson se esquivou, e deu vários murros mais o Jeferson continuou esquivando, até o Jeferson dá um murro no peito de Cyberman e com a força do impacto foi para a parede com Força.
Cyberman:
- Isso, não pode mais acontecer.
Jeferson:
-Se, renda ao seu mestre.
Cyberman:
- Você não é meu mestre e eu não vou me render.
Cyberman vai até ele e se virar, e aumenta a potência do Jato, mais só saia fogo, e isso estava queimando os pés de Jeferson, Cyberman deu um cutuvelada no rosto de Jeferson, Jeferson caiu no Chão.
Cyberman:
- você tem que parar com isso.
Jeferson com o nariz sangrando.
Jeferson:
- Nunca.
Um foi na direção do outro e começaram á dá murros um no outro, Cyberman estava vencendo por que á sua armadura de Ferro, duia mais do que os socos de Jeferson, até que o Cyberman, conseguiu dá um nocaute no Jeferson desmaiando na hora.
Cyberman:
- problema resolvido.
Cyberman chamou a poilicia e o Jeferson foi preso.
Pai:
-eu não queria que isso acontecer-se.
Cyberman:
- Ninguém queria que acontecer-se.
Cyberman saiu voando e voutou para a casa, e saiu dá armadura e subiu até entra na casa dele, Trevon viu o Dervelin.
Trevon:
- Você soube o que aconteceu.
Dervelin:
- Á unica coisa que descobrir é que foi realmente uma bola de fogo que caiu na estrada.
Trevon:
- como você tem certeza disso.
Dervelin:
-Eu simplesmente sei.
Trevon:
- Á tá.
os dois foram até a sala.
Trevon:
- Como está se sentindo.
Dervelin:
- meio tonto.
Trevon:
- como assim?
Dervelin:
- Como se eu tiver-se lutado com alguêm.
Trevon:
- mais obiviamente você não lutou.
Dervelin:
- na verdade, eu só lutei contra a minha cabeça.
Trevon:
- vai ver foi isso, você bateu na sua cabeça até ficar assim!
Dervelin:
- vai ver foi isso.
no prédio do Jeferson.
pai:
- tudo isso começou por que você não queria dá a mesada para ele.
mãe:
- agora você, está me acusando.
Pai:
- sim estou.
mãe:
- mais eu só queria que ele tiver-se um futuro bom.
Pai:
- que belo futuro você deu para ele.

sexta-feira, outubro 12, 2007

Lokan contra os mestres da destruição v2

Num mundo cheio de orcs, elfos, humanos e etc. Tem uma cidade cheia de elfos, os elfos são criaturas parecidas com os humanos só que com as orelhas pontudas e são muito esbeltos, e eles vivem numa cidade só deles chamada Leften, e perto de Leften existe uma outra raça que fica atacando os elfos, são os orc, estas criaturas se parecem com humanos primitivos e corcundas, de pele acinzentada, cabelos grossos, testa baixa e rosto suíno, com caninos proeminentes que lembram as presas de javalis.
Estas criaturas vivem numa cidade chamada orkam, muitas vezes eles atacam os elfos matando alguns, mais nem todas às vezes eles iam lá para matar, tem uma vez que...
Na cidade de Leften, a noite uma mulher elfa, vestindo um manto e alguns trapos daquela época.
Elfa: eu tenho que chegar cedo em casa.
Dois elfos estavam correndo, os dois tinham armaduras de prata que cobriam quase todo o corpo, estavam correndo com cara de assustados e eles estavam gritando, e dava para perceber que estavam assustados.
Um deles: corram, se não vão morrer.
A elfa não entendeu nada ela ficava se perguntando: fugir de que, o que poderia estar acontecendo, ela correu em direção a um deles.
A elfa: me diga o que esta acontecendo?
O elfo fala com rapidez:
O elfo: é um ataque de orcs.
A elfa: deveríamos chamar os guardas da cidade.
Dois orcs estavam perto deles, um dos elfos olhou para eles terrivelmente assustado.
O elfo: corram os orcs.
Os três começaram a correr de medo, os orcs correram atrás deles, mas um dos orcs estava se aproximando.
O elfo: devemos fazer alguma coisa.
O elfo ficou preparado para atirar com o arco dele, então ele colocou um pouco de força nas pernas e foi andando, ele parou para mirar nos orcs, quando ele atirou a flecha, conseguiu atingir a cabeça do orc fazendo com que ele morrê-se na hora.
Mas o outro estava correndo com toda velocidade, e quando os elfos estavam correndo a elfa caiu, o orc se aproximou dela, pegou a perna dela e puxou ela, e estava correndo em direção contraria aos elfos.
O elfo que estava correndo falou para o outro que estava com o arco.
O elfo: droga.
O elfo com o arco: deveríamos fazer alguma coisa.
O elfo: vamos procurá-la.
Os dois vão correndo desesperados, procurando ela. O orc estava puxando a mulher.
A elfa: me solta.
O orc: eu estou planejando algo especial com você.
A elfa com muito medo grita.
A elfa: nãaaaaaaaaoooooo.
O orc a leva para um canto e começa a rasgar a roupa dela e a fazer sexo com ela, a elfa tenta resistir mais ele é forte demais.Os dois ainda estão procurando ela, 10 minutos depois acham ela, ela estava no chão, toda machucada e o orc de pé sorrindo.
Lokan enterra sua mãe e Gabriel e vai até o homem. Lokan examina o homem mais detalhadamente. Ele possuía um corpo corpulento e estatura alta. Ele estava respirando ofegante, por sorte a lança não atingiu nenhum ponto vital. Lokan se lembra de sua infância quando estava correndo junto de Ellond e tropeçou em uma arvore e caiu e cortou seu joelho em uma pedra, então começou a chorar, Gabriel viu a cena e foi em direção a Lokan colocou-o em seus braços e o levou para casa esquentou uma agulha e costurou o ferimento, Lokan gritou de dor, mas logo a dor parou e ele se sentiu melhor.
Lokan: como você fez isso pai?
Gabriel: isso se chama medicina.
Lokan: o que é isso?
Gabriel: é a habilidade de uma pessoa curar outras pessoas.
Lokan: me ensina, por favor, me ensina, me ensina.
Gabriel: ta legal.
Lokan pega o homem em seus braços e leva para dentro de casa e o coloca em uma cama, analisa os ferimentos nas costas do homem e cuida de suas feridas. Uma elfa entra na casa de Lokan, ele quando a vê a acha a criatura mais bela do mundo, como o raiar do sol no mar, como um mar de rosas, tudo que ele achava bonito ele via nela. Ela trajava um vestido branco, rosto angelical, Lokan chega a pensar que ela é uma ninfa, ela corre em direção ao homem.
Elfa: pai.
Lokan achou estranho ela ter chamado ele de pai, ele retira os cabelos que cobriam as orelhas do homem e nota que suas orelhas estavam cortadas.
Lokan: então ele é um meio-elfo?
Ela começa a chorar e Lokan a conforta em seus braços.
A elfa: ele vai ficar bem?
Lokan: não posso dizer com certeza, mas acho que vai ficar bem.
A elfa não se conforma.
A elfa: malditos mestres da destruição.
Lokan tenta acalmá-la.
Ela ficava cada vez mais triste pensando que o seu pai poderia está numa situação de morte, Lokan olhava para o corpo do homem e pensando como esse homem poderia ter uma filha tão bonita, ficava passando a mão na cabeça dela, para tentar acalmá-la, mais ela ficava chorando.
Lokan: eu prometo que o seu pai vai ficar bem.
A elfa ficou calma.
A elfa: você promete mesmo.
Lokan: sim, eu prometo.
A elfa se distanciou de Lokan e ficou vendo onde ele mora.
A elfa: quem é você?
Lokan: meu nome é Lokan.
A elfa levantou a mão como um gesto de aperta a mão.
A elfa: prazer sou Ella.
Lokan: Ella?
Ella ficou um pouco irritada.
Ella: tem algum problema com o meu nome?
Lokan dá um sorriso.Lokan: HAHAHAHAHA.
O prefeito saiu da casa, mas dois dias depois os guardas pegaram o bebê e tiraram ela da cidade.
A elfa: seus malditos tomaram que todos vocês morram.
Ela estava andando com o bebê depois ela achou uma casa no meio da floresta e viu que estava vazia.
A elfa: meu querido Lokan chegamos a nossa nova casa.
Ela entrou e colocou o bebê na cama.
A elfa: os tempos vão ser difíceis para você meu querido bebê, eu vou ter que educá-lo, vou ter que fazer com que você aprenda a lutar, e varias outras coisas.
Ela passou alguns dias ela foi trabalhar de costureira em Loten, e comprava comida e chegava em casa e cuidava do Lokan, alguns meses se passaram e ela começava a chorar de saudade de Leften as amigas que ela tinha na cidade, e começou a ficar com raiva e foi até Lokan.
A elfa: seu bebê maldito por sua culpa eu estou fora da minha cidade, eu não estou falando com as minhas melhores amigas, me expulsaram de onde gerações da nossa família viveram tudo isso foi por sua causa.
Ela ficou com muita raiva e pegou uma adaga.
A elfa: e tudo isso foi por causa de você e seu maldito pai, você é um maldito, você não merece viver nesse mundo.
Ela ficou mirando a adaga no bebê, de repente ela houve uma voz.
A voz: Lana não faça isso.
Lana: quem foi que me chamou pelo meu nome?
A voz: se você matar seu filho não vai saber o motivo por que ele está vivo.
Lana: esse maldito bebê destruiu minha vida.
A voz: mais essa vida tem o poder de salvar milhares de pessoas.
Lana: meu bebê vai salvar muitas pessoas?
A voz: esse pode ser o futuro dele.
Lana: eu aposto que você é uma dessas pessoas que acham que sabe por que o meu filho nasceu.
A voz: eu não tenho muita certeza mais pode ser que ele seja o salvador do mundo.
Lana: você não acha que está exagerando sobre o destino do meu filho?
A voz: você sabe que esse tipo de nascimento é normalmente proibido pelos deuses.
Lana: eu sei.
A voz: então por que você acha que um meio elfo e meio orc nasceu?
Lana: não faço a menor idéia.
A voz: os deuses previram que um meio elfo e meio orc derrotaria a maior ameaça que vai aparecer nesse planeta.
Lana: que tipo de ameaça?
A voz: são pessoas muito poderosas que se especializaram em apenas uma coisa.
Lana: em que?
A voz: em destruir coisas, eles são chamados de os mestres na destruição.
Lana: os mestres da destruição?
A voz: sim.
Lana: quem está falando?
Aparece um elfo na porta dela com uma armadura e uma capa, ele tem cabelos loiros e olhos azuis.
O prefeito saiu da casa, mas dois dias depois os guardas pegaram o bebê e tiraram ela da cidade.
A elfa: seus malditos tomaram que todos vocês morram.
Ela estava andando com o bebê depois ela achou uma casa no meio da floresta e viu que estava vazia.
A elfa: meu querido Lokan chegamos a nossa nova casa.
Ela entrou e colocou o bebê na cama.
A elfa: os tempos vão ser difíceis para você meu querido bebê, eu vou ter que educá-lo, vou ter que fazer com que você aprenda a lutar, e varias outras coisas.
Ela passou alguns dias ela foi trabalhar de costureira em Loten, e comprava comida e chegava em casa e cuidava do Lokan, alguns meses se passaram e ela começava a chorar de saudade de Leften as amigas que ela tinha na cidade, e começou a ficar com raiva e foi até Lokan.
A elfa: seu bebê maldito por sua culpa eu estou fora da minha cidade, eu não estou falando com as minhas melhores amigas, me expulsaram de onde gerações da nossa família viveram tudo isso foi por sua causa.
Ela ficou com muita raiva e pegou uma adaga.
A elfa: e tudo isso foi por causa de você e seu maldito pai, você é um maldito, você não merece viver nesse mundo.
Ela ficou mirando a adaga no bebê, de repente ela houve uma voz.
A voz: Lana não faça isso.
Lana: quem foi que me chamou pelo meu nome?
A voz: se você matar seu filho não vai saber o motivo por que ele está vivo.
Lana: esse maldito bebê destruiu minha vida.
A voz: mais essa vida tem o poder de salvar milhares de pessoas.
Lana: meu bebê vai salvar muitas pessoas?
A voz: esse pode ser o futuro dele.
Lana: eu aposto que você é uma dessas pessoas que acham que sabe por que o meu filho nasceu.
A voz: eu não tenho muita certeza mais pode ser que ele seja o salvador do mundo.
Lana: você não acha que está exagerando sobre o destino do meu filho?
A voz: você sabe que esse tipo de nascimento é normalmente proibido pelos deuses.
Lana: eu sei.
A voz: então por que você acha que um meio elfo e meio orc nasceu?
Lana: não faço a menor idéia.
A voz: os deuses previram que um meio elfo e meio orc derrotaria a maior ameaça que vai aparecer nesse planeta.
Lana: que tipo de ameaça?
A voz: são pessoas muito poderosas que se especializaram em apenas uma coisa.
Lana: em que?
A voz: em destruir coisas, eles são chamados de os mestres na destruição.
Lana: os mestres da destruição?
A voz: sim.
Lana: quem está falando?
Aparece um elfo na porta dela com uma armadura e uma capa, ele tem cabelos loiros e olhos azuis.
O elfo: meu nome é Gabriel, eu sou o anjo mandado por Corell para proteger seu filho.
Lana: você esta falando a verdade?
Gabriel: estou.
Lana fica de joelhos e fica chorando.
Lana: eu sabia que o meu filho era abençoado.
Gabriel: você pode ter certeza que sim.
Lana: eu tinha duvidado muitas vezes do destino do meu filho.
Gabriel: pode ter certeza que o futuro dele é bom.
Lana olha para o seu bebê e pensa em tudo que aconteceu e ficou com uma duvida na cabeça “será que ele é destinado a salvar o mundo?” Ela não parava de pensar nisso.
Gabriel: se levante, por favor.
Lana se levantou.
Lana: muito obrigada por dizer isso.
Gabriel: não me agradeça, mais eu tenho a impressão que muitos vão agradecer você de ter esse filho e cuidar dele.
Lana: mais você não pode fazer nada para eu voltar à cidade.
Gabriel: eu não posso fazer mais nada para te ajudar só fui mandado aqui com a missão de protegê-lo, mas foi só isso.
Lana: mas eu sinto saudades do meu povo eu realmente quero voltar.
Gabriel: desculpe, mas foi o plano dos deuses ele ser criado aqui.
Lana: mas aqui não vou poder criá-lo direito.
Gabriel: me desculpe, mas esse foi o plano dos deuses.
Lana: eu aposto que esses deuses não sabem cuidar de uma criança.
Gabriel: eles tentam cuidar de uma raça.
Lana: eles não sabem o que é sacrificar para poder criá-lo.
Gabriel: acredite os deuses não querem que ele seja criado em nenhuma cidade, ele tem que ser treinado como antigamente, quando não havia nenhuma cidade.
Lana fica se irritando por que não aceita o que os deuses querem.
Lana: mais eles têm que saber que nós evoluímos e que as crianças não podem ser criadas em florestas como um selvagem.
Gabriel dá um pequeno sorriso.
Gabriel: então você não deve conhecer mesmo a sua criança.
Lana dá um tapa na cara de Gabriel.
Lana: não fale que eu não sei nada do meu bebê por que EU SEI.
Gabriel vê que ela está muito irritada.
Gabriel: para nós continuarmos tendo essa conversa você deve se sentar e se acalmar.
Lana fica pensando e muito e vai para a cadeira e se senta, Gabriel vai para a outra cadeira.
Gabriel: esse Local pode parecer que foram os homens que fizeram mais na verdade foram os deuses.
Lana: eu pensava que eu tinha encontrado essa casa por acaso eu notei que essa casa estava vazia.
Gabriel: os deuses concordaram que ele teria que ser criado como um selvagem, mais também eles decidiram que ele precisaria de um local para ficar.
Lana: mais eu ainda não entendo por que ele não pode ser criado em alguma cidade.
Gabriel: os deuses não me falaram sobre isso.Lana: por que você não perguntou?
Gabriel: eles não queriam me dizer, e eles falaram que era importante você não saber o por que.
Lana: mais tudo o que eu queria saber agora é o por que?
Gabriel: bem tudo tem um motivo.
Lana: eu devia simplesmente aceitar o que os deuses decidiram.
Gabriel: não é muito fácil de aceitar essas condições para você.
Lana: eu devo fazer tudo para o meu filho.
Gabriel: eu vou fazer todo o possível para que essa decisão não se torne um arrependimento para você.
Lana: eu fico feliz que alguém queira me ajudar, muitos dias eu pensei que eu estava sozinha, eu já havia perdido as esperanças.
Gabriel: os deuses sabem que tudo isso vai ser muito difícil.
Lana: bem eu lutei para que o meu filho estivesse bem apesar de tudo o que aconteceu.
Lokan começa a chora, Lana vai até ele e amamenta ele.
Lana: coitado ficou muito tempo sem se alimentar.
Gabriel: esse bebê é muito especial.
Lana começou a chorar, mas desta vez é de alegria.
Lana: por pouco quase matei você.
Gabriel vai para perto dos dois.
Gabriel: eu mesmo não acredito que o destino de muitos pode estar nesse pequenino bebê.
Lana: eu mesma não acreditei que esse menino pode ser a salvação da humanidade.
Gabriel: um meio orc e meio elfo.
Lana: ainda bem que você está aqui para me ajudar.
Lana ficou olhando para o bebê.
Lana: como um bebê que teve um pai daqueles pode ter tão poderoso destino.
Gabriel: muitas vezes as pessoas são destinadas á ter um ótimo pai e por alguma coisa que o destino cause a ele, essa pessoa pode se tornar uma das piores pessoas, não são os nossos pais que decidem o nosso destino, somos nós que decidimos o nosso próprio destino.
Lana: você tem razão.
Gabriel olha para o bebê.
Gabriel: até que é um lindo bebê.
Lana: obrigada por dizer isso.
Lana ficou olhando para ele e ficou imaginando.
Lana: como é o céu?
Gabriel: existem vários tipos de céu um para cada deus, mais o céu de Corell é muito lindo é cheio de florestas e rios.
Lana: deve ser lindo mesmo.
Gabriel: mais a gente não fica só olhando a paisagem também temos que obedecer ao nosso deus.
Lana: bem você deve ser um dos que obedeceu a ordem dele.
Gabriel: foi uma grande honra ver o nosso deus e obedecer às ordens dele.
Lana: muito obrigada por dizer isso assim eu não vou ter medo quando a minha vida acabar.
Gabriel: você deve viver muitos anos.
Lana: eu sei o tempo que os elfos vivem.
Gabriel: tomara que você viva esse tempo.
Lana: só os deuses sabem o nosso futuro.
Gabriel vai à direção ao bebê.
Gabriel: qual é mesmo o nome dele?
Lana: o nome do meu lindo filho é Lokan.
Gabriel: por que Lokan?
Lana: ele é o herói da nossa família por isso eu coloquei esse nome, o engraçado é que o meu filho pode ser um herói.
Eles ouviram um barulho de uma explosão.
Gabriel: o que foi isso?
Os dois ficaram espantados, Gabriel tirou a grande espada preta dele.
Gabriel: eu irei proteger você e o seu filho.
Lana ficou abraçada com o Gabriel por que o medo dela é muito grande.
Gabriel: mais o que poderá ser isso?
Lana: eu não sei, pode ser dois magos brigando, ou qualquer outra coisa.
Apareceu um homem na porta, ele tem a aparência de um humano, com cabelo moreno, e ele é branco, e tinha uma armadura preta, e uma capa preta.
O homem: dois seres inferiores aqui.
Gabriel: quem é você?
O homem: sou Izark, discípulo do mestre da destruição total.
Gabriel: o que você veio fazer aqui?
Izark: só vim aqui estudar algumas criaturas desse planeta, e matar muitas.
Lana: lute contra ele.
Gabriel: eu só posso lutar contra ele se ele ameaçar Lokan.
Izark: essa pessoa não seria capaz de me derrotar.
Lana: você está errado.
Izark: bem já que estudar é chato eu prefiro ir para a parte do matar, mais não posso matar todas as criaturas para deixar um pouco para o meu mestre.
Gabriel: fuja com o seu filho Lana.
Lana foi a direção á Lokan, mas Izark foi com toda velocidade atrás dela, mais Gabriel estava vendo ele se movimentando e foi na direção dele empurrando com o corpo Izark , e Izark foi tacado na parede.
Izark: pelo visto eu subestimei as pessoas desse planeta.
Gabriel: eu não sou uma pessoa comum eu sou um anjo.
Izark: eu nunca briguei com um anjo antes.
Gabriel: eu lhe peço não incomode a gente.
Izark retira a sua espada.
Izark: eu vou pensar no seu caso.
Gabriel: eu não vou fazer nenhum mal.
Izark: ótimo.
Izark vai em direção ao Gabriel e com o braço esquerdo deu um soco na cara de Gabriel.
Gabriel: eu queria dizer que eu não vou te machucar se você não tentar nos machucar.
Gabriel deu um soco com o braço esquerdo que foi em direção a barriga dele, e Izark com o impacto do soco foi voando e bateu na parede, chega a quebrá-la.
Izark: você é realmente forte.
Gabriel: não subestime o poder dos anjos.
Izark: eu não subestimei, eu só achei que os anjos deveriam ser tão fortes.
Gabriel: bem esse erro você não vai cometer de novo.Izark: e eu prometo que não irei bater tão fraco.
Gabriel: o que?
Izark corre na direção de Gabriel e ataca com a espada, tentando enfiar a espada na barriga dele, mais Gabriel defendeu o ataque.
Izark: bela defesa.
Gabriel: isso não foi nada.
Izark: vamos ver se você consegue essa defesa de novo.
Gabriel se afasta e vai até Izark a ataca com a espada tentando atacar a perna dele, mais Izark defende.
Izark com a perna esquerda conseguiu dá um chute na cabeça de Gabriel.
Gabriel deu um giro e atacou a barriga de Izark, atacando com a espada, mas Izark defende o golpe com a espada.
Izark: você luta muito bem.
Gabriel: você também.
Izark: mas o seu estilo de luta não é o suficiente para me derrota.
Gabriel: você só é de fala.
Izark: você está totalmente enganado.
Gabriel: você não demonstra que eu estou enganado.
Gabriel empurra Izark e enfia a espada no pé esquerdo de Izark.
Izark: aaaaaaaaaaaahhhhhhhhh, seu maldito.
Izark saiu da casa, mas quando estava saindo levou uma espadada nas costas, causando um grande corte nas costas dele.
Gabriel: isso mesmo saia daqui.
Izark: a luta ainda não acabou.
Izark concentra muita quantidade de energia, só que essa energia é preta, e ele estava concentrando essa energia na palma da mão esquerda.
Gabriel: o que ele está fazendo.
Izark: bola negra.
Ele lança a bola de energia no Gabriel, e fica segurando a bola de energia com as duas mãos, e estava queimando as mãos dele.
Gabriel: essa energia pode destruir essa casa.
Gabriel saiu da casa e rebolou a energia para cima, Izark foi para cima do Gabriel e cortou a cabeça de Gabriel.
Izark: para um anjo você é bem fraco.
Izark entrou na casa e viu Lana segurando o bebê.
Izark: não tem mais ninguém para te proteger.
Lana: você matou Gabriel.
Izark: sim.
Izark viu todos que estavam no local.
Izark: não tem mais ninguém para te defender.
Lana pegou uma adaga.
Lana: se você se aproxima eu te mato.
Izark: hahahahahahahahahahahah.
Lana: não ria.
Izark: vai ser um milagre se você me matar.
Lana: por favor, saia daqui.
Izark: não.Lana: por que?
Izark vai até Lana, com a sua mão esquerda pega o pescoço dela e fica sufocando ela. Lana olhando pro bebê:
Lana: me desculpe filho.
E larga o bebê dos braços e deixa o bebê cair no chão e Lokan fica chorando. Lana pega uma adaga e enfia no braço de Izark
Izark: ah sua vadia.
Izark da um tapa na cara de Lana e ela cai no chão e fica chorando, Izark pega a espada e vai à direção de Lana.
Izark: morra sua vadia.
Lana: socorro!Socorro!
Lokan fica com os olhos vermelhos, Izark se aproxima cada vez mais de Lana e ela se afasta, então aparece um cara muscoloso e pelado com aparência selvagem e cabelos grandes e pretos desarrumados, com os olhos vermelhos e caninos pontiagudos. Lana vê que seu bebê não está lá e sabe que aquele homem é Lokan, ai grita:
Lana: LOKAN!
Quando Izark olha pra trás, ele leva um murro que joga ele pra trás e faz ele quebrar a parede. Lana fica espantada quando vê que o homem que está na frente dela é seu filho.
Lana: eu não acredito, meu filho Lokan.
Lokan olha pra mãe e depois pra Izark ai corre em direção ao corpo de Gabriel e pega sua espada e corre em direção a Izark e quando chega perto de Izark quebra sua espada defendendo seu ataque.
Izark: o quê?
Izark concentra uma bola de energia negra e vai correndo em direção a Lokan e quando a bola de energia já está grande lança em Lokan. Lokan correu para a bola de energia e a pegou rebatendo-a de volta para Izark, ele pula para tentar desviar da esfera de energia, mas não consegue, a bola acerta a sua perna causando uma grande explosão, ele grita de dor.
Isark: ahhh.
Isark olha para Lokan com raiva e concentra uma energia negra em volta de si e estende as mãos e lança uma rajada de energia negra em Lokan, mas Lokan consegue esquivar da rajada e corre em direção a Isark e o ataca com a espada cortando a perna dele.
Isark: droga. Ele é muito forte pelo visto eu terei que fazer uma última coisa.
Ele concentra energia em volta do terreno e acontece uma enorme explosão, Lokan é afetado pela explosão, depois da explosão Lokan aparece todo machucado andando lento e vai a direção da casa, vai para sua mãe e a abraça se transformando em bebê novamente, e começa a chorar.
Lana: eu vou cuidar de você assim como você cuidou de mim.
Ela viu o quanto seu bebê ajudou enquanto ela precisava de ajuda, e imaginou o quanto herói ele seria quando crescer.
Dois dias depois aparece um homem na porta parecido com Gabriel só que com cabelos pretos, uma armadura, uma espada e um escudo de metal, era um elfo. Lana pergunta quem é.
O elfo: eu sou Gabriel.
Lana fica confusa.
Lana: mas o Gabriel está morto.
Gabriel: meu corpo material morreu, mas nós anjos podemos assumir outras formas materiais, pois não morremos.
Lana abraça Gabriel muito forte de saudade.
Lana: obrigado por voltar.
Gabriel: eu tinha que voltar para cuidar de Lokan.
Gabriel se lembra de uma coisa e pergunta.
Gabriel: quem derrotou Izark?
Lana olha para Lokan.
Lana: meu filho.
Gabriel se espanta com essa notícia.
Gabriel: mas como?
Lana sorri.
Lana: você mesmo falou que ele era um herói. Não acreditei, mas naquele dia eu vi o quanto herói meu filho era.
Gabriel: estou surpreso com essa notícia.
Lana: para mim também foi difícil de acreditar, mas quando se tem fé os heróis aparecem e naquele dia eu tive fé.
Gabriel sente fome.
Gabriel: você tem comida ai? Meu corpo material está sentindo fome.
Lana dá um grande sorriso.
Lana: tem sim.
Os dois entram na casa e o tempo passa, os anos passam e Lokan cresce. Gabriel passa a treinar Lokan na arte da espada. Lokan quase adolescente treinando na floresta junto com Gabriel.
Lokan: eu posso parar por hoje? É que estou muito cansado.
Gabriel sorri.
Gabriel: hahahahaha.
Gabriel chega perto de Lokan e passa a mão em sua cabeça, chega Ellond, ele é um elfo adolescente, mas novo que Lokan. Lokan tem um irmão chamado Ellond, filho de Gabriel e Lana.
Ellond: ei Lokan vem cá olhar uma coisa maneira.
Lokan: que foi?
Lokan corre em direção a Ellond, Gabriel vai com ele. Eles vêem uma nave em forma de castelo no céu. Gabriel olha com raiva para a nave.
Gabriel: já começou.
No mundo chamado Eldelast existe várias criaturas, em um local existe uma criatura meio-elfo meio-orc, com cabelos longos e negros, com uma armadura preta que cobria quase todo o corpo e uma espada com quase seu tamanho, trajava um manto marrom, ele estava numa floresta onde as arvores faziam barulho com o vento, mas o ar estava pesado para Lokan, mas ele não sabia porque, ele olha para o redor.
Lokan: o que está havendo? Eu não vejo nenhum sinal de caçador.
Lokan continua andando e vê pegadas de javali.
Lokan: eu tenho que caçar algo para minha mãe.
Ele corre a procura de um javali, mas de repente ele escuta passos. Ele procura de onde vem os passos, com suas orelhas elficas tenta identificar os passos. Lokan fechou os olhos tentando sentir a natureza ao redor, mas ele estranhou os passos, pois pareciam passos humanos, ele franziu a cara.
Lokan: deve ser orcs ou elfos, isso não é assunto meu.
Lokan segue seu caminho atrás do javali, mas ele acha diversos javalis mortos com lanças cravadas neles, ele se escondeu na folhagem e analisou o local e notou que o terreno estava queimado, achou estranho, mas pensou que poderia ser apenas caçadores. Lokan tentou localizar os caçadores, ele não se assustou, pois tem dois metros e oitenta de altura. Lokan continuou ouvindo os passos, olhou ao redor para ver se encontrava alguém, mas mão encontrou ninguém. Sua barriga roncou, ele pensou porque não pegava um dos javalis, afinal ninguém ia se importar com somente um. Ele pegou um javali e o levou. Começou a cantar uma canção em elfico, mas ele foi surpreendido por barulhos de soldados vindo em sua direção, ele pensa que talvez os javalis sejam dos soldados e decide devolvê-lo, mas quando chega lá encontra um homem correndo desesperado com uma lança cravada em suas costas, ele estava usando trapos, Lokan correu em sua direção.
O Homem: não se aproxime soldado da destruição.
Lokan achou isso estranho.
Lokan: eu não sou um soldado da destruição.
O homem não acredita nisso, ele arranca a lança de suas costas e aponta para Lokan, mas cai no chão inconsciente, Lokan corre em sua direção e o pega nos braços e o leva de volta para casa. Quando chega em casa ele vê ela coberta de lanças, ele larga o homem no chão e corre em direção a sua casa. Quando entra em sua casa e vê Gabriel morto no chão junto com sua mãe, mas logo percebe que seu irmão Ellond tinha sido recrutado pelo exercito de Leften e escapou da morte por isso, Lokan se ajoelhou perante o corpo de sua mãe, ela estava ofegante, ele a segura nos braços.
Lana: eu não me arrependo de ter tido vocês dois, lembre-se você é um herói, você me salvou uma vez, e eu sempre tive orgulho de você.
Lokan retira a lança do corpo de sua mãe e crava no chão com força, ele levanta sua mãe.
Lokan: NÂÂÂÂO.
Lokan sente sua vida desmoronar diante dele.
Lokan: eu sinto muito por não ter lhe salvo. Eu juro que vou matar todos que lhe mataram e não terei pena de nenhum deles.
Lokan enterra sua mãe e Gabriel e vai até o homem. Lokan examina o homem mais detalhadamente. Ele possuía um corpo corpulento e estatura alta. Ele estava respirando ofegante, por sorte a lança não atingiu nenhum ponto vital. Lokan se lembra de sua infância quando estava correndo junto de Ellond e tropeçou em uma arvore e caiu e cortou seu joelho em uma pedra, então começou a chorar, Gabriel viu a cena e foi em direção a Lokan colocou-o em seus braços e o levou para casa esquentou uma agulha e costurou o ferimento, Lokan gritou de dor, mas logo a dor parou e ele se sentiu melhor.
Lokan: como você fez isso pai?
Gabriel: isso se chama medicina.
Lokan: o que é isso?
Gabriel: é a habilidade de uma pessoa curar outras pessoas.
Lokan: me ensina, por favor, me ensina, me ensina.
Gabriel: ta legal.
Lokan pega o homem em seus braços e leva para dentro de casa e o coloca em uma cama, analisa os ferimentos nas costas do homem e cuida de suas feridas. Uma elfa entra na casa de Lokan, ele quando a vê a acha a criatura mais bela do mundo, como o raiar do sol no mar, como um mar de rosas, tudo que ele achava bonito ele via nela. Ela trajava um vestido branco, rosto angelical, Lokan chega a pensar que ela é uma ninfa, ela corre em direção ao homem.
Elfa: pai.
Lokan achou estranho ela ter chamado ele de pai, ele retira os cabelos que cobriam as orelhas do homem e nota que suas orelhas estavam cortadas.
Lokan: então ele é um meio-elfo?
Ela começa a chorar e Lokan a conforta em seus braços.
A elfa: ele vai ficar bem?
Lokan: não posso dizer com certeza, mas acho que vai ficar bem.
A elfa não se conforma.
A elfa: malditos mestres da destruição.
Lokan tenta acalmá-la.
Ela ficava cada vez mais triste pensando que o seu pai poderia está numa situação de morte, Lokan olhava para o corpo do homem e pensando como esse homem poderia ter uma filha tão bonita, ficava passando a mão na cabeça dela, para tentar acalmá-la, mais ela ficava chorando.
Lokan: eu prometo que o seu pai vai ficar bem.
A elfa ficou calma.
A elfa: você promete mesmo.
Lokan: sim, eu prometo.
A elfa se distanciou de Lokan e ficou vendo onde ele mora.
A elfa: quem é você?
Lokan: meu nome é Lokan.
A elfa levantou a mão como um gesto de aperta a mão.
A elfa: prazer sou Ella.
Lokan: Ella?
Ella ficou um pouco irritada.
Ella: tem algum problema com o meu nome?
Lokan dá um sorriso.
Lokan: HAHAHAHAHA.
Ella se irritou cada vez mais e deu um chute na perna esquerda de Lokan, Lokan sentiu a dor.
Lokan:eu não acho o seu nome engraçado.
Ella ficou um pouco confusa.
Ella: por que você riu.
Lokan: por nada.
Ella se irritou cada vez mais.
Ella: como você se ri por nada.
Lokan: eu só estava rindo por que eu não esperava conhecer ninguém hoje.
Ella olha para o pai e se senta numa cadeira de madeira, e ficou com um olha de tristeza.
Ella: hoje era para ser um dia feliz.
Um tempo atrás quando Ella e o elfo estavam andando na cidade, a cidade não estava muito cheia.
O elfo: o que você quer fazer filha?
Ella: vamos ao rio de Facinor.(rio de Facinor é um rio mágico que a água do rio onde todos podem beber, essas águas foi abençoada pelo Corell, ele batizou o rio de Facinor por que é o nome do lendário guerreiro, que lutou com ele nas grandes batalhas, mais hoje os elfos alem de beber água, eles tomam banho por que sentem mais jovens).
O elfo: ta certo filha, como eu adoro ir para lá.
Um elfo estava correndo na cidade dizendo.
O elfo correndo: os soldados da destruição estão vindo.
Ella e o elfo acharam estranho isso, mais o elfo lembrou que existe um grupo que está destruindo tudo.
O elfo: vamos para o rio não quero que ninguém estrague o nosso dia.
Os dois foram andando e saíram da cidade, e estavam na floresta indo para o caminho de terra que leva até o rio, Ella foi toma banho, o Elfo só ficava olhando para cima por que não queria ver a sua filha pelada.
Ella: vem tomar banho pai.
O elfo: já vou.
O elfo fica muito envergonhado e se aproxima do rio, ele não olha para a sua filha porque ele acha vergonhoso o pai ver a própria filha pelada, ele escuta um barulho vindo de uma moita.
O elfo: o que é isso?
Esbravejou percebendo que alguém poderia está observando.
Ella: o que está acontecendo pai?
O elfo pensa que talvez possa ser dois elfos espiando.
O elfo: vista sua roupa agora filha.
Ella: porque pai?
O elfo: vista sua roupa agora.
Enquanto Ella se veste ele pega sua espada e vai a direção à moita, quando chega lá vê dois elfos deitados no chão sangrando.
Elfos: nos ajude, por favor.
Lännon: meu nome é Lännon, não se preocupe que eu vou ajudá-los.
Um dos elfos se levanta e vai a sua direção.
Elfo: o único jeito de você nos ajudar é nos matando.
O elfo estende a mão.
Elfo: prazer, meu nome é Vardamir e esse é Mablung, nós somos do posto de defesa de Vallinor, o posto de defesa foi atacado.
Lännon se surpreende quando ouve essa notícia.
Lännon: é lá que está toda a guarda da cidade, sem isso a cidade fica indefesa.
Ella vê o desespero de seu pai.
Ella: o que está acontecendo pai?
Lännon: a cidade talvez possa ser atacada.
Ella: mas porque pai?
Lännon pergunta aos soldados.
Lännon: quem atacou vocês foram os orcs?
Vardamir: são forças que eu nunca vi antes, eles se auto consideram os Mestres da Destruição e se eu fosse você eu me afastava o mais rápido da cidade, eles destroem tudo em seu caminho, mas eles poupam quem se rende e se eu fosse vocês faria apenas uma coisa se fossem a cidade, pegaria o máximo de suprimentos e fugiria, pois se eles lhe encontrarem você morre. Se você pensa que uma espada e coragem podem derrotá-los, pense de novo.
Lännon fica assustado com isso.
Lännon: a situação não pode ser tão desesperadora assim.
Vardamir ri de um jeito sádico.
Vardamir: é porque você não estava lá.
Lännon: me conte o que houve.
Vardamir: eu não vou contar, não vou desperdiçar meus últimos momentos com um idiota.
Lännon fica em uma postura ameaçadora.
Lännon: eu não fui grosseiro com você, então não seja grosseiro comigo.
Vardamir dá uma joelhada na barriga de Lännon, ela vê esse momento de violência.
Ella: não machuque meu pai.
Vardamir vai a direção a Ella, mas Mablung corre em direção e fica entre ele e Ella.
Mablung: pare com isso Vardamir, nós já sofremos demais não faça mal a ela.
Vardamir: não importa se sofremos, eu não me importo mais com isso, esse é o fim do mundo só podemos sobreviver se nos rendermos, tudo vai acabar mesmo.
Mablung: se você quer morrer, que morra, mas não envolva os outros nisso.
Vardamir ri.
Vardamir: é engraçado você ameaçar uma pessoa que quer morrer.
Mablung começa a ficar irritado.
Mabulng: pare com isso.
Vardamir olha para os olhos de Mablung.
Vardamr: eu acho ridícula essa sua teoria de que todos no fim são iguais, pra mim essa teoria é patética.
Mablung: você pode achar a teoria patética, mas eu não acho, todos quando chega no fim buscam apenas uma coisa, esperança.
Vardamir sorrir e senta no chão.
Vardamir: nós já perdemos a esperança.
Mablung: você que perdeu a esperança, eu ainda tenho esperança.
Vardamir: a esperança da morte é a única que nos restou.
Mablung fica irritado com a falta de esperança do amigo.
Mablung: um dia haverá alguém que irá nos ajudar
Vardamir fica muito irritado com o fato de seu amigo ser um sonhador e ter perdido a noção da realidade.
Vardamir: cai na real não temos esperança.
Mablung olha para Lännon e vai a direção a ele, por que está preocupado com ele que para Mablung é só uma pessoa inocente.
Mablung: você está bem?
Lännon: eu estou bem.
Mablung: eu vou te conta á historia.
Um tempo atrás no posto de defesa de Vallinor onde é rodeado por uma muralha de pedra, onde têm corredores, e um portão de madeira, onde estão rodeados de soldados, esses soldados são elfos, eles vestem umas armaduras de batalhas que na armadura tem espinhos de ferro, esses espinhos são muito bem apontada, se você encosta-se a ela é muito capaz de te machuca, mesmo se você toque de leve.Eles têm escudos redondos e muito pesados, e tem milhares de arqueiros, que tem pouca armadura e tem o lugar onde guarda as flechas, e eles têm espadas, caso seja necessário caso as flechas acabem.Existem quartéis feitos de pedras grandes, para serem mais resistentes ao impacto de pedras gigantes, que são soltos pelas cata-putas, e lá estão Vardamir e Mablung.Mablun é um elfo com cabelo curto e preto, onde usa armadura comum de soldado, o Vardamir é um elfo com cabelo longos e pretos só que o cabelo dele é liso, e usa uma armadura de soldado e tem um escudo.
Vardamir ficava muito tédio por que não acontecia nada.
Vardamir: já têm mais de 10 anos que eu trabalho aqui e não fomos atacados por nada.
Mablung achou isso engraçado.
Mablung: o que você esperava que acontecer-se?
Vardamir: pelo menos uma batalha, mais não acontece nada, muitas vezes fico me perguntado para que existe um posto de defesa.
Mablung: devemos está prevenidos.
Vardamir: mais eu queria ao menos uma.
Mablung: você parece um orc que está sempre querendo uma batalha.
Vardamir: eu sei que o que o que, eu estou querendo parece com que os orcs desejam mais eu queria ao menos entender por que eu estou aqui.
Mablung: você está aqui para nos ajuda a defender a cidade.
Vardamir fica com as mãos na cara, e dá uma respirada forte.
Vardamir: eu sei do meu dever aqui.
Mablung: até que nesse momento parece um trabalho fácil.
Vardamir: eu trabalho aqui á dez anos, e não vir nada de difícil.
Mablung: é que nunca teve uma batalha.
Vardamir: e essa deve ser a única cidade com posto de defesa.
Mablung: na verdade o prefeito da nossa cidade teve essa idéia de outras cidades poderosas.
Vardamir: mais pelo menos atacavam aquelas cidades.
Mablung: bem as outras cidades tinham muito ouro.
Vardamir: o que na nossa cidade tem de precioso.
Mablung: as vidas de lá.
Vardamir: só nisso que você se importa, todo lugar para aonde a gente vá tem vida então por que eles atacariam.
Eles escutam as cornetas, Vardamir se surpreendi.
Vardamir: as cornetas vai haver um possível ataque.
Os dois sobem as espadas e ficam no corredor que dava para ver o que estava acontecendo, e quando eles viram o que era, tinha soldados prontos para atacar, e tinham muitos, até onde a vista dos elfos alcançava tinha soldados, esses soldados são escuros, com o corpo normal, e tinham armaduras, mais não cobria todo o corpo, e na frente deles tinha um maior com um cavalo, e ele tem armadura completa, todos os soldados diziam “líder”.
Líder: nós queremos entra, mais antes você tem que se junta com a gente.
O líder elfico apareceu e estava em cima do muro, ele tem armadura completa, e uma coroa de ouro.
O elfo: se junta a vocês, o que vocês são.
Líder: nós somos os soldados da destruição.
O elfo: eu ouvir falar de vocês, pelo que eu sei vocês destroem tudo e tenta ganha mais exércitos, bem pelo que eu vejo vocês tem exercito suficiente, então seria melhor você não entrarem e também queremos deixa tudo intacto.
Líder: nós recebemos ordens para matar e também unir exercito, não importando o nosso numero.
O elfo: por que vocês querem tanto reunir o exercito?
Líder: para aumenta o nosso império.
O elfo: para min vocês têm o suficiente então não vamos deixar vocês entrarem.
Líder: me parece que vocês não têm muita escolha nesse momento, mais eu ainda digo se vocês quiserem se juntam a nós vocês ainda tem essa alternativa.
O elfo: aquele que querer se juntar a eles vai morrer.
Líder: SOLDADOS PREPAREM PARA O ATAQUE.
O elfo: ARQUEIROS MIREM AS SUAS FLECHAS.
Líder: é a sua ultima chance.
O elfo: eu prefiro a morte.
Líder: ATACAR.
O elfo: ATACAR.
Milhares de flechas ia em direção um ao outro, mais do soldados da destruição parecia que eles estavam fazendo chover flechas, mais as flechas dos soldados da destruição é o mais penetrante, se você defender com o escudo a flecha penetra o escudo e você pode se machucar, muitos elfos eram atingidos, alguns não agüentavam a dor das flechas e a defesa era abaixada e a pessoa levava flechada, e as flechas pareciam que não acabavam, Vardamir muito impressionado com tudo isso que está acontecendo.
Vardamir: eu queria uma batalha, mais ISSO já é exagero.
Mablung estava defendendo as flechas com o escudo, uma das flechas penetrou no braço dele.
Mablung: MEU BRAÇO.
Vardamir ficava tentando olhar o que estava acontecendo mais ele só via uma chuva de flechas negras, era muita flecha tanto que não dava para ver mais nada de todos os ângulos.
Vardamir: como foi que eles conseguiram tanta flecha.
Mais a chuva de flechas parou e todos olharam ao redor tinham poucos feridos e muitos mortos, todos acham estranho.
Líder: esse foi o nosso primeiro ataque o próximo vai ser pior.
O elfo líder olhou para situação.
O elfo: nós não vamos nos render.
O líder concentrou uma bola de energia na mão e essa energia é escura e lançou para o Elfo líder e houve uma explosão, matando o elfo líder, e milhares de bolas de energia foram soltas, destruindo o muros jogando milhares de elfos que estavam em cima dos muros, depois os soldados da destruição pularam muito alto lançado as lanças deles, só que quando eles jogavam parecia um torpedo indo com tudo, e eram muitas lanças ficavam acertando os elfos matando, muitos elfos ficavam atirando flechas nos soldados da destruição matando alguns, mais dos exercito do elfos restaram poucos, por que todos morreram pelas lanças ou pelas flechas, Vardamir não foi acertado por nada, e ficou desesperado com a situação.
Vardamir: o que vamos fazer?
Mablung: eu diria luta até a morte, mais devemos correr para avisar o povo da cidade, sobre esse ataque.
Um dos soldados da destruição chegou perto de Vardamir e o soldado tirou um espada, e foi ataca, Vardamir defendeu o golpe, depois foi avança em direção a ele e tentou enfia a espada no peito do soldado, mais não conseguiu ele defendeu o golpe.
Vardamir: vocês não podem vencer os elfos dessa, maneira somos muitos rápidos.
O soldado: você é só uma criatura.
Vardamir atacou a perna esquerda do soldado acertando cortando ela, mais quando ele ia cair ele deu uma impulsionada para frente com a outra perna e atingiu Vardamir mais foi arranhado na parte esquerda do corpo dele.
Vardamir: seu maldito.
Vardamir enfiou a espada no meio da cara do soldado.
Vardamir: toma isso por você ter me arranhado.
Um dos arqueiros elficos se aproximou de Vardamir.
O elfo: saiam daqui nós temos três fileiras de atirarias que podem atrasar eles para não chegarem à cidade, lembre-se temos flechas infinitas.
Mablung: mais vocês vão morrer.
O elfo: nós juramos defender a cidade.
Vardamir: ele tem razão se ficamos aqui nós vamos morrer.
Mablung ficou vendo a situação do elfos correndo, elfos lutando e vencendo algumas batalhas mais perdendo outras, e os quartéis sendo destruído, uma lagrima foi descendo no olho de Mablung, por que ele sentia tristeza no coração.
Mablung: até que ponto nós chegamos.
Vardamir: vamos sair.
Mablung e Vardamir saíram correndo, uma fileira de elfos ficou atirando e a outra ficava entregando as flechas para fileira da frente, e ficou matando muitos deles quando os soldados ficavam atirando as lanças alguns ficavam esquivando, mais eles continuavam a atirar.Um dos elfos estava comandando tudo.
O elfo: NÃO PAREM DE ATIRAR.
Mablung olha para trás.
Mablung: existem soldados suficientes para avisá-los eu quero fica aqui para matar quantos eu puder.
Vardamir: você está louco.
Mablung: eu tenho que ir e lutar.
Vardamir: você luta depois essa não é a hora.
Mablung: eu vou luta.
Os elfos ficavam atirando flechas sem parar, impedindo que os soldados passem, o Líder deles, viu a situação e lançou uma bola gigante e preta em direção para os elfos, e houve uma grande explosão, os elfos ficaram atirando no Líder, mais deixavam os soldados passarem, mais eles tentavam o mais rápido possível atacar eles, Mablung foi para um dos que tentou passa, e atacou foi tenta corta a cabeça do soldado, mais ele se abaixou.
Mablung: droga.
O soldado arranhou a barriga de Mablung, veio o Vardamir e cortou a cabeça do soldado.
Mablung: obrigado.
Vardamir pegou o braço de Mablung, e puxou ele.
Vardamir: saia daqui.
Mablung: não.
Vardamir: você que ser importante que ser o herói, então vá para a cidade, e avise eles.
Mablung: mais eu quero luta
Vardamir: vai sua vida será perdida em vão se você lutar aqui, eu quero que você saia daqui.
Mablung: está certo, eu vou sair.
Mablung saiu correndo mais viu que o seu amigo estava parado.
Mablung: por que você também não vem?
Vardamir: eu queria sair, mais eu desejei um momento de uma batalha, eu não posso desperdiçar essa batalha.
Mablung: venha comigo.
Vardamir: eu tenho que dizer que eu estou com muito medo de morrer.
Mablung: venha comigo e não morra.
Vardamir: mais se eu for com você, eu provavelmente vou morrer de qualquer jeito.
Mablung: não fale besteira.
Vardamir: você sabe que é verdade.
Mablung saiu correndo sem olha para trás, uma parte do exercito da destruição não estava sendo atingido pelas flechas, e eram muitos todos estavam correndo rápido, Vardamir foi a direção á eles.
Vardamir: corell me poupe da morte pelo menos hoje.
Mablung estava correndo mais sentiu uma dor no estomago, e ficou caído no chão, e ele desmaiou, o Vardamir aparece correndo, Mablung acordou e viu Vardamir.
Mablung: o que aconteceu?
Vardamir: nós resistimos até o limite que a gente poderia, mais eles eram numerosas as defesas falhou nós lutamos, mais perdemos a cidade vai ser atacada.
Mablung olha e com a visão elfica viu o Lännon e Ella andando.
Mablung: temos que avisa a eles.
Vardamir: eu te carrego.
Mablung: o que mais você vai deseja.
Vardamir: ter muitas elfas para min.
Mablung: tomara que tudo isso acabe logo.
Vardamir: isso não vai acabar.
Mablung: é só você deseja que pode acontecer o fim dessa batalha.
Vardamir deu uma rizada.
Vardamir: ta bom eu desejo que tudo isso acabe.
Mablung: então tudo isso vai acabar.

quinta-feira, outubro 11, 2007

intercâmbio ep:1

No Brasil, no estado do ceara, num prédio tinha um garoto, com camisa preta, e usava uma camisa branca por de baixo, e tem uma calça cumprida, ele estava no quarto, o nome dele é Alan, ele tem milhares de postes de desenhos japoneses.
Alan: será que vai dá certo esse negocio de intercâmbio.
Ele se levantou e desceu e foi até a portaria pegar uma carta, quando ele abriu a carta viu que está tudo certo para o intercâmbio.
Alan: isso.
Ele subiu para o andar dele e ligou para o amigo Davi.
Alan: está tudo certo?
Davi: nós vamos por japão.
Alan: isso mesmo.
Davi: ainda bem que nós já sabemos a lingua japonesa.
Alan: bem nós vamos ter o nosso primeiro ano no japão muito divertido.
Davi: ainda bem que sabemos a lingua se não teriamos que passar um ano inteiro tentando entender o que eles falam.
Alan: ainda bem que nós somos muito viciado, em animes.
Davi: mal, posse espera para ver uma japonesa.
Alan: cara eu tambem estou muito empolgado para ir por japão.
Davi: ainda bem que a gente é de ir para os restaurantes japoneses, por que lá nós teriamos dificuldades com aqueles pauzinhos.
Alan: é mesmo.
Davi: vamos já nessa semana.
Alan: eu não acredito que eu vou passa um ano vagabundando.
Davi: essa é uma das coisas melhores da vida.
Alan: mais depois desse ano, lembre-se que nós vamos ter que estudar.
Davi: eu estou doido para ver por de baixo das saias, das japonesas.
Alan: eu tenho certeza, que a nossa vida não vai ser como no animes.
Davi: onde os secos, sempre se dão mal.
Alan: por isso lembre-se de se controla.
Davi: eu vou me lembra.
Alan: até o Japão.
Davi: eu acho que você esqueceu que de primeira teremos que ir para o aeroporto.
Alan: não estou enganado.
Davi: tchau.
Alan: tchau.
Alan desliga o telefone, e fica pulando animado por que vai por japão.
Na casa de Davi, Davi é loiro com os cabelos pontudos, e vestia uma camisa grande com a cara do desenho naruto, e com as calças pretas, e ele tem uma estante cheia de mangas, alguêm bateu na porta dele.
Davi: quem é?
A pessoa: seu irmão.
Davi vai até a porta e abri, o irmão dele é gordo com os cabelos curtos, e tinha uma barba mal feita, e tem uma calça jeans.
irmão: eu sei que você vai para o Japão.
Davi: sim, eu vou.
Irmão: você sabe depois que o nosso pai morreu, eu sempre tentei cuidar de você, eu sempre tentei isso, mais agora eu vejo que eu não vou poder mais protege-lo de alguma coisa.
Davi: se você quer me proteger me traga algumas camisinhas.
os dois começaram a rir.
Irmão: ver se cuida.
Davi: eu vou dá o maximo para me proteger, mais lembre-se eu não vou sozinho.
Irmão: esse seu amigo vai cuidar de você.
Davi: eu sei me proteger sozinho.
Irmão: ele vai.
Davi: ele sempre me ajudou quando pude, ele vai me ajudar.
Irmão: lembre-se você é um escorpião, e todos da familia escorpião sempre consegue se vira e bem.
Davi: eu sei disso.
Os dois se abraçam o irmão começa a chora.
Irmão: se cuida.
Davi: tá certo.
Alan fica arrumando suas coisas, depois de algum tempo alguêm bate na porta.Alan: quem é?a pessoa: sua mãe.ele vai até a porta, e ver uma senhora loira, bem velha e com um vestido.A mãe: eu soube que você vai para o japão.Alan: eu vou.A mãe entra na casa.A mãe: que dizer que você não está feliz com a pensão que você está recebendo.Alan: Lógico que eu fico feliz com a minha pensão.a mãe: então por que você não fica aqui.Alan: eu estou querendo viajar para um outra pais só para ter uma boa vida por lá.a mãe: você não vai ter essa boa vida meu filho.Alan: como você sabe.a mãe: você não consegue se virar sozinho.Alan: lá eu vou ter um amigo que vai me ajuda.a mãe: desista dessa viagem.Alan: desista você dessa ideia de eu fica aqui.a mãe: você vai abadonar sua familia.Alan: eu vou tentar ter uma boa vida.a mãe: você não vai ter essa vida, você só vai se vira bem aqui no Brasil.Alan: as vezes eu perço dinheiro para você mais eu prometo que eu vou me cuidar lá.a mãe: meu filho, você pode se torna um mendigo.Alan: eu sei me vira, eu vou estudar e muito para que eu tenha um futuro bom no japão.a mãe: se o seu pai estiver-se entre nós ele não deixaria você ir.Alan: você só veio aqui para impedir que eu vá.a mãe: eu não quero que você vá.Alan: mais eu vou.a mãe vai até uma cadeira e fica falando com uma voz triste.mãe: você sabe que eu não sobrevivo sem você.Alan: você deveria aprender a viver com os outros e ter feito mais amigos.mãe: você sabe que eu sou doente.Alan: você pode ser doente, mais eu não.mãe: você quer me matar.Alan: la vem você com essas coisas.mãe: você sabe que eu morro de depresão.Alan: muitas pessoas sofrem de depressão mais eles não imperdem que os outros tenham vida.mãe: se você for eu morro.Alan: não morre nada.mãe: eu vou chorar muito se você for.Alan: eu tenho amigos que vão chorar de saudades, e eles não vão imperdi que eu vá.a mãe começa a chora.mãe: mais meu filho.Alan: deixa de chora que isso não vai imperdi que eu vá.mãe: mais eu já sofro você não morando no mesmo lugar que eu, vai ser uma dor muito pior se você for.Alan: muitas coisas teram que ser sacrificadas para que eu vá.mãe: mais eu não vou sobreviver.Alan: digamos que eu tenha uma vida boa, mais não quer dizer que erá o que eu queria, eu depois que começei a gostar de animes e mangas, e fiquei muito viciado em cultura japonesa eu sempre quiz ir por japão.mãe: mais eles vão te tratar mal lá.Alan: e por acaso aqui eles me tratam bem.mãe: pela alma de seu pai more.Alan fica com raiva e fala alto.Alan: não fale dá alma de meu pai.mãe: mais você está deixando ele triste.Alan: eu aposto que ele está triste por que você não me deixa feliz.mãe: ele está triste por que você vai embora.Alan: ele não está triste PORRA nenhuma.mãe: não fale assim comigo.Alan se acalma um pouco.Alan: você só veio aqui para me irritar.mãe: eu estou aqui para que você tenha conciência, de que você não vai se dá bem lá.Alan: como você sabe disso?mãe: por que você é meu filho e eu sei como você, e você não vai se dá bem lá.Alan: se você me conhecer-se mesmo você saberia de que eu me daria muito bem lá.mãe: você está abandonando a familia.Alan: eu não estou abandonando a familia.mãe: você está sim.Alan: você quer que eu abandone, mais quando eu me dá bem lá eu venho aqui de vez em quando.mãe: você não pode ir.Alan: você é a minha mãe você tinha todo o direito de mandar em min quando eu era um garotinho.mãe: e eu ainda tenho direito de mandar em você.Alan: você tinha esse direito quando eu era garoto mais agora já sou grande e eu posso fazer o que quiser da minha vida.mãe: eu sou sua mãe, e eu digo que você não vai.Alan: você não quer que eu vá, mais a senhora não entende que eu quero ir.mãe: mais eu vou morrer se você for.Alan: me desculpe mais a minha vida não é só para cuidar de você, a minha vida é para fazer o que eu quiser e ser independente.mãe: foram os seus amigos que colocaram essa ideia de você viajar para o Japão.Alan: eles me ajudaram nessa ideia mais eu quiz ir por conta própria.mãe: quem mais vai?Alan: só o meu amigo Davi.mãe: mais ele é um irresponsável.Alan: ele é mais responsavel do que a senhora.mãe: olha como fala com a sua mãe.Alan: eu estou falando a verdade, ele planeja realmente tudo, ele tem alguns contatos no japão.mãe: eu lhe imploro meu filho não vá.Alan: você pode dizer o que quiser mais eu vou para o Japão.a mãe foi até a geladeira e pegar uma jarra de suco de laranja que tinha na geladeira.mãe: você tem suco?
Davi estava deitado na cama só vendo o dia passa.
Davi: quero ir logo por japão.
uma pessoa bate na porta do quarto dele.
Davi: quem é?
o irmão: sou eu seu irmão você vai querer alguma coisa na hora do lanche.
Davi: eu quero um pão com manteiga.
o irmão: certo.
Davi se levanta e vai até a porta, e abre e vai para o irmão.
Davi: eu acho que eu deveria fazer meu lanche.
o irmão: você nunca queria fazer, agora quer fazer?
Davi: eu vou para um outro país eu tenho que aprender a me vira.
O irmão olha para ele com orgulho.
irmão: você está certo.
Davi: vai ser dificíl fica sem a sua comida.
irmão: ninguém no mundo faz uma comida tão gostosa quanto a minha.
Davi: tomara que a japonesa que eu namora saiba fazer uma comida como você.
o irmão dá uma rizada.
irmão: isso é impossivel.
Davi: não importa se me arranjem uma comida mais gostosa do que a sua comida.
o irmão: bem eu aprendi a cozinha com o nosso pai, e eu tenho que dizer que ele é melhor do que eu, isso você tem que admitir.
Davi: sim erá, mais o pior quando ele pedia a empregada para cozinha, não se comparava com a dele.
os dois ficam alegres mais um pouco triste com a lembrança de um pai perdido.
Davi: aqueles eram bons tempos.
irmão: você vai ter otimos tempos lá no Japão.
Davi: eu vou arranjar uma japonesa gostosinha como nos animes.
irmão: mais eu duvido que elas tenham um peitão.
Davi: eu ligo um pouco para isso.
irmão: você liga e muito para isso.
Davi: bem mais vamos fazer esse lanche.
irmão: o lanche pode espera.
Davi: me ensina a fazer comida como você.
irmão: tá certo.
Davi: elas vão ver que eu sei cozinha.
irmão: lembre-se que se conquista um homem pelo estomâgo, mas não uma mulher.
Davi: eu sei.
o irmão foi ensina tudo que ele sabia sobre cozinhar.
-Claro que tenho - respondeu Alan mais calmo agora - está ai na sua frente.
-Filho entenda, eu não quero o seu mal, pelo contrário, eu penso apenas no seu futuro.
-Mãe entenda, se a senhora pensa no meu futuro então me deixe ir, pois o meu futuro é no Japão.
-Seu futuro é ao lado de sua mãe e não em um país estrangeiro longe de todos que você ama.
-É engraçado a senhora falar longe de todos que eu amo, parece até que eu sou amo a senhora. Não é porque a senhora não teve uma vida social, que eu também não tenha e eu vou com o meu amigo Davi.
-Esse seu amigo só quer se aproveitar de você ele não liga para você, mas eu sim.
-Ele se importa comigo mais que a senhora.
-Eu sou sua mãe e ele é apenas um amigo seu.
-Apenas um amigo? Você nunca teve amigos para saber a importância de um.
-Não fale assim comigo, eu sou sua mãe ainda e você me deve respeito, pois foi eu que criei você nesses anos todos e não seus amigos.
-Lá vem você de novo, o que você tem contra os meus amigos? Parece até que tem ciúme deles.
-Eu estou apenas dizendo que caso alguma coisa aconteça com você quem vai lhe ajudar sou eu e não seus amigos.
-Como você sabe? Meus amigos me ajudaram várias vezes enquanto eu precisava de ajuda, e você onde estava nessas horas? Provavelmente se preocupando consigo mesma, você não liga pra mim .
-Claro que eu ligo e é por isso que eu não quero que você vá.
-Será que você não quer que eu vá
Davi estava cuzinhando o Irmão estava olhando.
Irmão: está aprendendo a cozinha.
Davi: estou você vai ver quando eu estiver lá, eu vou ser um ótimo cozinheiro.
Irmão: o problema é que eu não vou está aqui.
Davi: eu sei.
Irmão: a minha namorada vem aqui para ver o filme "Closer".
Davi: você quer que eu saia.
Irmão: você vai embora e só vai vim nos feriados, eu quero fica com o meu irmão até a hora de você ir embora.
Davi: valeu.
os dois apertam a mão um do outro.
Irmão: não vai ter filho cedo.
Davi: eu vou ter um bocado de camisinhas.
Irmão: mais as camisinhas não são tão seguras assim.
Davi: você achar?
Irmão: eu tenho uma filha, e eu sou divociado, eu não pretendia ter esse filho, e eu contava com as camisinhas.
Davi: tomara que as minhas namoradas tenham anti-cocepicionais.
Irmão: AS!!!.
Davi: sim tem algum problema?
Irmão: você não consegue nem uma brasileira imagine uma Japonesa.
Davi: você vai ver que elas vão cair nas garras do seu irmão.
Irmão: eu quero ver.
Davi: quando eu chega lá para os quarenta você vai ver que eu vou ter um filho com uma japonesa.
Irmão: por tanto que você namore mulheres.
Davi: você achar que eu vou me interessa por algum homem.
Irmão: vai ver.
Davi dá um chute com a perna esquerda e dá um chute, na perna direita dele, ele chutou por que estava com raiva.
Davi: Lógico que eu vou pegar mulher.
Irmão: só tamara.
Davi: você vai saber que o seu irmão é o maior conquistador de mulheres por lá.
Irmão: mais se você fizer muito sexo vai ter que se cuidar.
Davi: eu sei.
Irmão: seu amigo vai vim aqui algum dia?
Davi: ele só vem nos sábados.
Irmão: eu gostaria de ter uma converça com ele.
Davi: lembre-se que eu queria ir por Japão e eu envolvir ele nisso.
Irmão: eu sei.
Uma gota de água quente caiu na mão de Davi.
Davi: ai.
Irmão: você deve ter cuidado.
Davi: eu sei em pegar as garotas.
Irmão: não eu falei de cozinhar.
os dois começaram a rir.
Alan fica andando pela sala.
Alan: você não quer que eu seja feliz?
A mãe se aproxima dele.
Mãe:eu quero e muito sua felicidade.
Alan: não é o que está parecendo.
Mãe: mais eu quero sua felicidade.
Alan: mais você não entende que eu não vou ser feliz aqui no Brasil.
Mãe: mais por que você não vai ser feliz aqui no Brasil.
Alan: mais eu quero e muito e por Japão.
Mãe: mais por que você não quer ficar aqui.
Alan: por que eu não gosto daqui.
mãe: por favor filho pense nisso.
Alan: saia da minha casa.
mãe: mais..
Alan:SAIA DA MINHA CASA.
ela saiu, Alan ficou vendo tv e se sentou.
Alan:ó mãe chata.
Ele ficou vendo tv,os dias passam até o dia da viagem.
Alan: finalmente chegou o grande dia.
Alan estava com as malas prontas, ele pegou umas malas e saiu do prédio, e pegou um taxi e foi para casa do Davi, e tocou o interfone.
Alan: Davi.
Davi: sim.
Alan: aqui é o Alan deça agora.
Davi: sobe aqui um istante.
Alan: certo.
a porta se abriu, ele subiu e bateu na porta, e o Davi abriu a porta.
Davi: pode entrar.
Alan entrou e não viu nenhuma mala pronta.
Alan: você pelo menos arrumou alguma coisa?
Davi: Não.
Alan: como não?
Davi: eu queria arrumar depois.
Alan: dá gente viagar!
Davi: eu vou arrumar agora.
Alan: certo vai arrumar.
Alan vai para uma cardeira o irmão dele deu um sorriso.
Irmão: eu disse á ele para arrumar as coisas rápido.
Alan: ele sempre deixa as coisas por ultima hora.
Irmão: tomara que ele não tenha essa mania no Japão.
Alan: eu acho que o lugar onde morar não muda o abito dá pessoa.
Irmão: mais ele tem que ser mais responsável.
Alan: é mesmo.
Alan fica olhando para o copo.
Alan: quando ele sair por aquela porta ele não vai mais voltar.
Irmão: foi difcíl para min aceitar isso.
Alan: eu prometo que vou cuidar dele.
Irmão: tomara que não.
Alan: por que não?
irmão: ele tem que aprender fazer as coisas sozinho.
Alan: eu sei.
Irmão: vou ajudar ele.
Alan: eu tambem.
eles estavam ajudando Davi, e depois quando tudo estava pronto.
Alan:está com a passagem?
Davi: sim.
Davi e o irmão se abraçaram.
Davi: tchau.
Irmão: vouta quando puder.
eles se separaram e Davi fechou a porta.
Alan: para o aeroporto
Davi: e depois Japão.
Alan: como foi que você passou essa ultima semana?
Davi: eu aprendi a cozinha.
Alan: eu fiquei ouvindo da minha mãe vários motivos para eu não ir para o Japão.
Davi: pelo visto você não mudou de idéia.
Alan: eu sou muito determinado no que eu quero.
Davi:é mesmo.
eles estavam descendo e chamaram um taxi, e o taxi parou, e eles entraram.
Alan: para o aeroporto.
O taxi começou a se mover.
Davi: imagina se você puder-se dizer aqui, para o japão.
Alan: isso só no futuro quando inventamos carros voadores.
Davi: quem pode descobrir primeiro são os japoneses.
Alan: você acha?
Davi: eles inventam de tudo lá.
Alan: é mesmo.
Davi: seria massa ter uma daquelas coisa em casa.
Alan: será que ainda vende melancia quadrada.
Davi: isso foi a muito tempo.
Alan: mais só por isso você acha que não existe mais.
Davi:seila.
Alan: é mesmo a gente não mora no japão.
Davi: ainda.
Alan: é mesmo.
Alan estava olhando para fora da janela do carro.
Alan: bem esse é o dia.
Davi estava super estusiasmado.
Davi: esse é um grande dia.
Alan: você tem razão.
ele ficou calado só pensado, mais o Davi não parava de viajar na cabeça pensando como maravilhoso pode ser o Jápão.
Davi: pense nas mulheres de lá.
Alan: só que eu duvido que elas tenham peito grande.
Davi: você está querendo dizer que não existe mulher no Japão como as mulheres de tenjou tenge.
Alan: para existir mulheres com peitos daquele tamanho teria que ter muito silicone.
Davi: e isso é ruim?
Alan: só estou falando.
Davi: o que eu não daria para conhecer uma mulher daquelas.
Alan: você teria que ter muito dinheiro.
Davi: por que?
Alan: porque se uma mulher gasta muito dinheiro com peitos daquele tamanho ela não se atreveria a ficar com qualquer um.
Davi: pode ser.
Alan: tenho certeza que os peitos das Japonesas são normais.
Davi fechou os olhos e ficou re-encostando no banco do carro.
Alan: tenha calma isso é um taxi.
Davi: eu sei mais só de imaginas uma Japonesa daquele jeito.
Alan: você teria que ver filme live-action para saber como são de verdade as Japonesas e parar de imaginar elas como se fosse aqueles desenhos.
Davi: fale com respeito sobre os animes.
Alan: mais eu só estou falando a verdade.
Davi: se a gente encontra uma dessas.
Alan: eu me perguntaria se eu estou sonhando.
Davi: por isso eu estou doido para encontrar uma dessas.
Alan: eu aposto que você usou muito a sua mão imaginando uma dessas.
Davi: tenha respeito.
Alan: pelas Japonesas eu vou ter todo respeito.
Davi: mau posso esperar para chegar.
Alan: você acha que a gente vai ter uma dessas.
Davi: claro, nós vamos ficar muitos ricos.
Alan: tomara.
Davi: e nós vamos ter muitas Japonesas.
Alan: eu acredito no amor eu acho que eu vou encontrar uma e me apaixonar.
Davi: eu tambem tenho esse sonhos.
Alan: mais só vou me apaixonar por uma ( ele deu uma rizada).
Davi: eu não sou um monstro eu tambem preciso de uma mulher.
Alan: para você está tudo bem se tiver peito grande.
Davi: é o sonho de todo homem.
Alan: para min não importa o tamanho do peito.
Davi: você fala isso mais na hora você muda de opinião.
Alan: eu não vou mudar de opinião.
Davi: se eu não encra uma para min tudo bem.
Alan: bem provavelmente a gente não vai encontrar.
Davi: não destrua meu sonho.
Alan: certo.
Davi fica olhando para cima pensando.
Davi: mais e se nas boates tiverem uma?
Alan: bem só se você queixar ela, ela vai para cama com tigo.
Davi: você tem razão.
Davi estava cantando a musica do naruto fighting dreamers, ele estava cantando e batendo as mão nas coxas querendo produzir o rítimo, Alan estava ficando em comodado por que ele não tinha nada para se destrair.
Alan: á viagem para o Japão vai ser chata.
Davi: por que você está falando isso?
Alan: por que eu não vou ter nada do que fazer só fica sentando e olhando a janela, isso para min vai ser muito frustante, eu sei que quando desembarcamos no japão vai ser ótimo mais até lar como é que eu vou ficar.
Davi: bem você pode simplesmente dormi, até quando chegamos lar, desse jeito você vai ter perdido milhares de horas de voôu, assim será mais fácil para você.
Alan: você tambem vai fazer isso?
Davi: você está brincando quando eu estive nesse avião eu vou tentar cada gatinha que estiver lá.
Alan: você pensa que vai conseguir?
Davi: você está duvidando de min.
Alan: não.
eles finalmente chegaram no aeroporto pegaram as suas malas.
Davi: Japão lá vamos nós.
Alan: finalmente.
Davi chegou perto do Alan, e ele apontou para frente.
Davi: lá está o nosso fututo.
Alan: bem longe mais lá está.
eles estavam andando.
Alan: está com a passagem?
Davi: lógico.
Alan: ótimo.
Davi: se prepare para falar adeus para esse país.
Alan: eu vou dizer.
Davi estava correndo.
Davi: mal posso esperar.
Alan oulhou para trás.
Alan: só alguns minutos e eu vou dizer adeus para vocês.
Alan virou e estava andando para frente.
Alan: logo irei dizer.
Davi estava vendo o Alan andado e correu na direção dele.
Davi: anda depressa eu quero entrar logo nesse avião.
Alan: tá certo.
os dois correram e estavam na fila do detector de metais.
Davi: isso vai nos atrasar.
Alan: não se preocupe o voôu partira dentro de horas e não segundos.
Davi: mais cada tempo que perdemos é importante.
Alan: o pior que eu acho que estou muito agitado para dormi no voôu.
Davi: a gente se preocupa com isso depois.
Alan: você tem razão.
Davi: eu sempre tenho!
Alan: vamos logo.
algumas pessoas passavam e iam de novo por que foi detectado o metal.
Alan: se você tem alguma coisa de metal é melhor mostrar logo.
Davi: certo.
eles estavam na fila do detecto de metais.
Alan:
- como deve ser muito bom lá no Japão.
Davi:
- Não me diga.
é finalmente é a vez deles, eles mostraram todo metal que eles tinham.
Alan:
- como no cinema, eles fazem parar passar as armas, com toda segurança.
Davi:
- Eu já disse ninguêm vai sequestrar o nosso avião.
Alan:
- Mais as pessoas que morreram no woltrade centerm,morreram por que alguêm roubou o avião.
Davi:
- Mais isso não vai acontecer por que esse voou vai para o Japão.
Alan:
- mais o avião daquele atentado não estava indo para Nova york.
Davi:
- não seja tão persimista.
Alan:
- mais o avião pode ter algum problema.
Davi:
- Não se preocupe tudo dára certo.
Alan:
- como você pode saber, você não prever o futuro.
Davi:
- e você prever o futuro.
Alan:
- Não.
Davi:
- Olha tudo vai dar certo basta acreditar.
Alan:
- eu aposto que as pessoas do atentado antes de viajar eles pensaram muito nisso.
Davi:
- não vai ter ninguém querendo nos matar.
uma pessoa que estava atrás do Alan, que ele estava na passagem do detecto de metal.
a pessoa:
- se você não se mover eu mesmo te mato.
Alan se moveu e saiu da frente dele.
Alan:
- me desculpe.
Davi:
- você não se deve se prender, á esse negocio de atentado.
Alan:
- e se aquele cara é terrorista.
Davi:
- ele só estava com raiva por que você está na frente dele, na fila do detector de metais, o que você esperava? que ele esperar-se você teorizar e fica atrapalhando a fila.
Alan:
- Você tem razão.
Alan:
- mais isso não tira o fato de que pode haver um terrorista.
Davi:
- não vai ter terrorista.
Alan:
- ninguém sabe.
Davi:
- tenha calma.
Alan:
- eu não quero morrer.
Davi:
- você não vai morrer.
Alan:
- mais e se houver-se um terrorista.
Davi:
- você faria alguma coisa com ele.
Alan:
- mais terrorista anda armado.
Davi:
- não se preocupe.
Alan:
- mais e se o terrorista matar todo mundo com uma metralhadora.
Davi:
- não vai acontecer nada.
Alan:
- e se a gente cair no mar.
Davi:
- você não sabe narda.
Alan:
- eu sei narda, mais a gente teria que nadar e muito para chegar em uma ilha.
Davi:
- ou a gente pode cair numa ilha.
Alan:
- você acha que pode haver uma mulher gostosa na ilha.
Davi:
- não vai haver gostosas, por que a gente não vai cair.
Alan:
- como você sabe?
Davi:
- eu acredito em deus isso para min já é o suficiente.
Alan:
- será que isso serve.
Davi:
- tem quer servi.
Alan:
- você tem que razão.
Davi:
- ok, vamos.
eles andaram até a sala de embarque.
Davi:
- bem agora é só esperar.
Alan:
- e você estava apresado.
Davi:
- eu sei mais eu vi uma gata bem ali.
ele aponta para a lanchonete.
Davi:
- eu vou pergunta para ela se ela vai para o Japão.
Alan:
- ela pelo menos parecia japonesa.
Davi:
- nós vamos para o Japão e não parecemos em nada com nenhum japonês.
Alan:
- eu sei mais você não esperá que tenha mais gente nesse aeroporto que queira ir para o japão.
Davi:
- eu vou mesmo assim.
Alan:
- ela tem amiga.
Davi foi andando.
Alan:
- espere.
ele foi em uma garota que usava saia de colegial Japonesa.
Davi:
- ola como vai?
Garota:
- oi.
Alan estava se aproximando, e viu a roupa.
Alan:
- pelo visto você vai para o Japão.
garota:
- sim.
Davi:
- nós tambem.
Alan:
- esse seu sim, não foi muito português, você é Japonesa.
Garota:
- sim.
Davi:
- Você gosta dá comida daqui?
Alan:
- como você faz uma pergunta dessa.
Davi:
- por que?
Alan:
- todas as comidas do Brasil não tem o mesmo gosto.
garota:
- eu gosto de algumas.
Alan:
- você veio aqui á que motivo.
Garota:
- meu pai veio trabalhar aqui á negocios.
Alan:
- foi por causa da tv digital?
garota:
- eu não sei dos negocios do meu pai.
Alan:
- ninguém é preciso saber, mais as vezes á pessoa sabe por que as vezes isso é trabalho de escola.
Davi:
- você tá entendendo tudo.
garota:
- sim.
Davi:
- como?
Garota:
- eu vim aqui alguns anos atrás só agora á gente está saindo.
Davi:
- entendo.
Alan:
- eu vejo que você gosta de batatinhas.
a garota estava segunrando um saco de batatinhas fritas.
Alan:
- pelo que eu sei não tem muito lá.
davi:
- a gente nunca foi para o Japão.
Garota:
- vocês vão adorar.
Alan:
- isso depende muito.
Garota:
- por que?
Alan:
- você só ver as coisas boas no japão por que o seu pai provavelmente tem dinheiro, e você só ver o lado bom do japão, mais á gente tá indo com pouco dinheiro.
garota:
- eu sei que vocês vão adorar.
Alan:
- nós brigamos muitos com outras, pessoas espero que seja legal.
garota ficou um pouco assustada.
garota:
- briga, vocês foram muito violento.
Alan:
- não foi esse o caso, nós discurtimos com algumas pessoas.
Davi:
- eu não discurti com ninguém.
garota:
- garanto que vocês não vão se arrepender.
Alan:
- espero.
Garota:
- vocês podem andar comigo.
Alan:
- mais isso deve ser muita ousadia a gente mau conhece você.
garota:
- eu estou indo de volta, eu estudei um pouco no meu país e voutei, e agora eu estou indo de volta para o meu pais.
Alan:
- entendo.
Davi:
- você vai voltar sozinha.
garota:
- sim.
Davi:
- isso não é muito perigoso.
garota:
- bem, é que eu ja tenho idade para eu ir sozinha.
Alan:
- qual é o seu nome?
garota:
- sakura.
Alan:
- prazer, eu sou Alan.
Davi:
- e eu sou Davi.
Sakura:
- prazer em conhece-los.
Davi:
- Bem todos nós vamos no mesmo voou.
Alan:
- pelo que me parece sim.
Sakura:
- por que vocês querem tanto ir para o Japão.
Alan:
- nós queremos visitar outro mundo.
Sakura:
- outro mundo?
Alan:
- você sabe que o Brasil é diferente do Japão.
Sakura:
- eu sei.
Davi:
- você ver anime?
Sakura:
- não.
Alan:
- os japoneses para nós são os que tem melhor dezenho.
Sakura:
- é tudo com olhos grandes.
Davi:
- e outras coisas grandes.
Sakura:
- como assim?
Davi:
- nada.
Sakura:
- espero que você não esteja falando dos peitos.
Davi:
- não é nada.
Sakura:
- então por que você incluiu isso na converça.
Davi:
- calma.
Alan:
- eu sei que isso pode ser ofencivo para vocês.
Sakura:
- ficam criando uma imagem de que a gente tem um peito grande.
Alan:
- nós sabemos disso.
Davi:
- desculpe se eu á ofendir.
Alan:
- não vamos ficar com raiav, vamos nos sentar.
ele estendeu a mão indicando as cadeiras de ferros, que estavam lá.
Sakura:
- boa idéia.
os três sentaram, nas cadeiras.
Alan:
- como é lá no japão?
Sakura:
- é uma grande cidade, com alguns pátios, e praças.
Alan:
- tem muita natureza.
Sakura:
- em alguns lugares.
Davi:
- vocês respeitam muito a tradição.
Sakura:
- sim.
Alan:
- por que á gente pergunta sobre o país dela, ela deve achar normal vamos pergunta mais sobre ela.
Davi:
- você ver desenhos.
Sakura:
- não.
Davi:
- nenhum.
Alan:
- por que você acha que desenho é coisa de criança.
Sakura:
- eu ficava estudando todo tempo.
Alan:
- não é a toa que os japoneses são o povo mais inteligente do mundo.
Davi:
- para min isso é muito relativo.
Alan:
- mais isso é verdade.
Davi:
- o tal do albert não era japonês.
Alan:
- isso é verdade.
Davi:
- isso depende muito do quanto á pessoa é inteligente.
Alan:
- mais eles são considerado o povo mais inteligente do mundo.
Davi:
- eu ainda digo, que isso é muito relativo.
Sakura:
- bem tem alguns que não são nada inteligente.
Davi:
- eu ouvi dizer que cdf, se dá bem.
sakura:
- nas provas sim.
Davi:
- eu queria dizer em outro sentido.
Sakura:
- que sentido?
Alan:
- de pegar mulheres.
Sakura:
- mais isso depende muito dá pessoa.
Alan:
- ser cdf não significa pegador.
Davi:
- então tudo isso é relativo.
Alan:
- o cara cdf pode até ser bonito.
Davi:
- eu não disse, isso é muito relativo.
Sakura:
- bem, o importante é o amor.
Davi:
- mais se o cara não for bom nos estudos o pai da menina, não vai te aceitar.
Sakura:
- por que o pai só quer o melhor para a filha.
Alan:
- isso é verdade.
Davi:
- então eu sou o melhor!.
os três riram.
Davi:
-o voou é daqui á pouco.
Alan:
- eu estou prestando atenção nos voous.
Sakura:
- como é á vida de vocês?
Alan:
- algum tempo de estudo e depois ver os animes.
Davi:
- só ver animes.
Sakura:
- vocês gostam mesmo dos desenhos Japoneses.
Alan:
- os desenhos Japoneses são feitos para todos verem, mais tem emisoras de tv, que faz o desenho parecer muito infântiu.
Davi:
- por isso que eu sempre tento evitar de ver, os desenhos que passam nas emiçoras.
Sakura:
- eu soube que aqui no Brasil passava.
Alan:
- passava em uma emisora de tv.
Sakura:
- vocês sabem qual erá?
Alan:
- rede macnhete.
Sakura:
- eu nunca vir um desenho do meu pais.
Alan:
- bem, alguns são muito adultos e pesados.
Davi:
- tem alguns que é morte quase direto.
Alan:
- com pessoas explodindo.
Sakura:
- e vocês assistem esses desenhos.
Alan:
- mais é melhor ver essas coisas, do que ver desenhos infântiloides.
Sakura:
- eu não sabia que os desenhos dos meu país eram tão bons.
Davi:
- quando eu vi o desenho pela primeira vez mudou á minha vida.
Alan:
- está na hora.
Todos os três se levantaram.
Davi:
- para o Japão.
Alan:
- vamos.
Sakura:
- para o meu país.
os três foram no portão de embaque.
Davi:
- você está tranquilo?
Alan:
- estou.
Sakura:
- eu estou um pouco nervosa.
Davi:
- que bom ver que todo mundo está bem.
Alan:
- e se acontecer?
Davi:
- nós teremos uma morte tranquila.
Alan:
- como você pode está tão tranquilo, por que eu sei que nada vai acontecer.
Sakura:
- por que o seu amigo está nervoso?
Davi:
- por que ele acha que vai haver algum terrorista.
Sakura:
- não seja ridículo, não vai ter nenhum terrorista.
Alan:
- eu acho que não foi isso que as pessoas daquele voou pensava.
Davi:
- tente se acalmar.
Alan:
- como eu posso me acalmar sabendo que pode ter algum terrorista a bordo.
Davi:
- por que eu falei com o osama bin laden e ele disse que não teria ninguém nesse voou.
Alan:
- não banque o palhaço.
Davi:
- é você que está bancando o palhaço.
Alan:
- eu só estou questionando os fatos.
Davi:
- tanto faz.
Alan:
- como assim tanto faz?
Davi:
- se a gente vai morrer, á gente morrerá se não tudo vai acabar bem.
Alan:
- será que eles verificaram tudo.
Davi:
- você tá muito nevoso.
Alan:
- só estou falando os fatos.
Davi:
- é melhor, você parar de falar esses fatos se não vai assustar alguém.
Sakura:
- você tem que relachar.
Alan:
- como eu posso relaxar com tudo isso que pode acontecer.
Sakura:
- eu tenho uma agulha, e sei um ponto vital para fazer você dormi.
Alan:
- vocês sabe essas tecnicas.
Davi:
- é por isso que você não tinha medo de ir com a gente.
Sakura:
- qualquer coisa eu posso acabar com o problema.
Davi:
- está vendo temos uma pessoa que sabe fazer de tudo.
Alan:
- agora eu estou calmo.
Davi:
- com quem vocês aprendeu esse negocio de ponto vital.
Sakura:
- eu aprendi lendo.
Alan:
- muito bom.
Davi:
- parece que você vai ter que usar é tecnica.
Sakura:
- me parece que sim, o seu amigo está muito nervoso.
Davi:
- eu só estou com vontade de ir rápido ao japão.
Sakura:
- mais essas viagens demoram muito.
Davi:
- não me interessa eu tenho coisas mais importantes para fazer.
ele estavam entrando,e finalmente entraram no avião, por dentro é um avião normal com acentos, inclinaveis, era normal.
Davi:
- finalmente nesse avião.
Alan:
- tomara que a morte seja rápida.
Davi:
- pare se ser persimista.
Alan:
- tá certo.
eles se sentaram nos seus lugares e a Sakura sentou ao lado deles.
Davi:
- que conecidência.
Sakura:
- é mesmo.
Alan:
- quantas vezes você voou?
Sakura:
- cinco.
Alan:
- ela deve ser um sortuda.
Davi:
- tenha calma.
Sakura pegou umas argulhas da no bolço.
Alan:
- certo.
Alan se posicionou na posição.
Alan:
- pode fazer.
ela enfiou á argulha nele, e ele dormiu na hora.
Davi:
- você já fez isso muitas vezes.
Sakura:
- na verdade é á minha primeira vez.
Davi:
- você só fez isso hoje.
Sakura:
- sim.
Davi:
- mais isso é muito perigoso.
Sakura:
- eu menti só para ele se acalmar.
Davi:
- boa idéia.
depois de muitas horas eles finalmente chegaram no japão, e ela tirou á argulha dele, ele acordou meio desorientado.
Alan:
- chegamos.
Sakura:
- sim.
Davi estava dormindo, Alan olha para ele.
Alan:
- ele tambem estava nervoso.
Sakura:
- ele dormiu sozinho.
Alan mecheu no Davi.
Alan:
- acorde.
Davi acordou:
Alan:
- Chegamos.
Davi:
- CHEGAMOS.
eles sairam do avião.