quinta-feira, fevereiro 26, 2009

O Efeito

(cena)
Estava de manhã ás 8 horas, uma pessoa estava dormindo essa pessoa, ela é do tamanho médio uma mulher, ela estava com estava usando um pijama todo rosa, a mulher se levanta e vai para uma porta, está saindo do quarto dela, e depois ela vai para outra porta abre ela, depois a pessoa vai descendo as escadas, quando ela estava descendo as escada, nisso tudo a mulher estava de olhos fechados, ela estava andando na rua, todos estava olhando ela.
Pessoa01
- o que ela está fazendo?
(cena)
Não só era essa mulher que estava demonstrando esse comportamento estranho, tinha muitas pessoas que estavam fazendo isso, as pessoas que não estavam fazendo o mesmo que ela ficavam estranhando, uma mulher foi na mulher que estava andando.
Mulher01
- oi moça, eu sei que você não me conhece mas porque você está fazendo isso.
(cena)
Mulher01 nota que os olhos dela estavam fechados.
Mulher01
- olha é muito perigoso você sair assim, espere deve ser sonâmbula, ACOOOOOOOOOORDE.
(cena)
a mulher não estava acordando, isso deixava a mulher01 preocupada, mais eram muitas pessoas que estavam fazendo a mesma coisa que a mulher.
Pessoa01
- o que será que está havendo?
(cena)
todos continuavam andando até chagar em um ponto, uma casa já velha quase toda destruída, e a casa tem uma cor verde, e as pessoas que estavam agindo estranhamente, estavam fazendo fila, as pessoas normais ficavam tentando acorda as “não normas”, depois de duas horas um helicóptero viu que as pessoas estavam com “não normais” estavam formando um circulo de dentro desse circulo estavam formando uma certa que estavam apontando para a casa.
Reporter01
- meus queridos telespectadores vocês estão vendo isso, eles formaram um símbolo, isso pode parecer normal mais todos eles estão em estado de sonambulismo.
(cena)
Em um apartamento, tinha uma escrivaninha e nela tem um computador, o quarto tinha pôster de uma banda de metal “angra” e no centro do quarto tinha uma pessoa deitada dela, com uma pijamas todo de preto, e ao lado tem uma mesa, e nela tem um celular, o celular toda, a pessoa tem cabelo grande todo despenteado, o telefone toca, ele pega o telefone:
A pessoa:
- alô.
Voz no telefone:
- cara liga a tv.
A pessoa:
- quem é?
Voz no telefone:
- liga a tv e coloca no 12, RÁPIDO.
(cena)
ele vai para a sala tinha uma mesa grande, e na sala tem vista de fora, por um buraco na parede, e tinha muitos jornais no chão, ele vai e liga a tv e ver o acontecimento, ele fica confuso, ele vai para o quarto e pega o celular.
A pessoa:
- quem é?
Voz no telefone:
- sou eu Zé o Paulo não ta lembrado de min.

- cara você sabe que está acontecendo?
Paulo
- não mais uma coisa eu vou dizer estou no Local, cara não dá para entender, eu fico gritando nos ouvidos deles, e eles não reagem, cara isso é maneiro.

- cara porque eles estão fazendo esse símbolo?
Paulo
- não sei, cara, mas é muito maneiro fica aqui?

- cara você andou bebendo?
Paulo
- sim é que tem um bar aqui perto que fica aberto até essa hora você acredita?

- é bom o lugar?
Paulo
- cara eu não gosto muita da musica daqui você sabe, mas eu não agüento.

- você não agüenta o que?
(cena)
O Zé ouvindo o som de vômito.

- cara você está bem?
Paulo
- eu estou pouco enjoado.

- mais voltando o assunto eles estão falando alguma coisa?
Paulo
- ninguém está falando nada, cara eu tenho que admitir é um pouco assustador.

- o que você acha que é?
Paulo
- eu acho que eles simplesmente combinaram isso?

- fica em estado de sonambulismo e ainda fazer, bem perfeito um símbolo e ainda em estado de sonambulismo!
Paulo
- eu não sei isso pode acontecer não?

- mais nem em 1 milhão de anos.
Paulo
- você acha que isso é um sinal do apocalipse.

- você sabe que eu não acredito nessas besteiras de fim do mundo.
Paulo
- você acha que é alguma coisa.

- tudo isso só pode ser orquestrado por alguém, só pode ser alguém que tem o poder de controle da mente?
Paulo
- cara, você deve estar bêbado.

- bem desta vez eu digo não eu acabei de acorda.
Paulo:
- eu te acordei me desculpe.
(cena)
O Zé vai para a sala e ver o que está havendo, no lugar.

- cara provavelmente isso é um momento histórico eu aposto que as pessoas vão se lembrar disso pelo resto da vida, cara você trouxe alguma câmera.
Paulo
- pelo amor de deus eu estava em um bar, por que você acha que eu traria uma câmera?

- no seu celular deve haver algum tipo de câmera?
Paulo
- nó Maximo que essa câmera pode fazer é bater fotos e mais nada.

- cara um evento desses a gente deveria fazer alguma coisa.
Paulo
- que tão eu ir para a sua casa para nós comemoramos esse evento histórico, vamos fazer todo o prédio fazer essa comemoração.

- não é bem disso que eu estou querendo dizer, a gente devia está filmando isso.
Paulo
- talvez o canal que você trabalha deve está envolvido vai lá, talvez eles te deixam fazer uma cópia dá fita.

- cara eu vou depois eu vou ao meu horário de trabalho.
Paulo
- cara você nem imagina a quantidade de pessoas que tem aqui, ou...droga.

- o que foi?
Paulo:
- a policia está nos afastando deles.

- eu entendo, eles devem achar que a população deve fica fora disso.
Paulo
- mas estão nos afastando com cacetes, meu deus está um inferno aqui, as pessoas estão empurrando.

- tente se afastar mais deles.
Paulo:
- eu estou me afastando, cara tem muitos carros parados.

- eu aposto que os ladrões estão fazendo a festa.
Paulo.
- cara, você deve ter razão eu estou verificando meus bolsos, eles parece que não roubaram nada de min disso eu não tenho total certeza.
(cena)
uma mulher , com cabelos loiros, e curtos, camisa preta, e calça jeans, com uma sacola preta na mão, ela estava vendo a cena que estava havendo lá fora, ficava passando pelas pessoas tentando ver o que estava acontecendo, ele cutuca um homem, gordo, com camisa do palmeiras, e uma calça curta azul, com chinelas.
a mulher:
- oi, eu sou Elisanjela, você como se chama?
o homem:
- Carlos oliveira.
Elisanjela:
- você sabe o que está havendo esse tulmuto.
Carlos Oliveira:
- pelo que eu ouvir umas pessoas estão paradas em estado de sonâmbulismo, e parece que estão muito bem organizados, formando um simbolo.
Elisanjela:
- você sabe qual é o simbolo?
Carlos oliveira:
- ainda não sei.
Elisanjela:
- vou tentar ver por uma tv.
(cena)
ela e ele, vão para um shoping e vão para uma loja de eletrônicos, mas a loja estava cheia demais, eles vão subindo uma escada rolante, e vão ao um restaurante lá, tinha uma tv de plasma, grande, foram ver o que estava acontecendo, ficaram vendo o noticiário.
Elisanjela:
- isso presisaria de muito treino, eu acho que eles estavam praticando isso várias vezes, mas foram tantas, que ficaram podiam fazer isso até dormindo.
Carlos Oliveira:
- se você quer saber a minha opinião, eu acho que pode ser um sinal de um fim do mundo.
Elisanjela:
- isso é um pensamento da idade média qualquer coisa é o fim do mundo.
Carlos Oliveira:
- não o fim da raça humana quero dizer, mais um novo comesço.
Elisanjela:
- deve ser simplesmente uma coisa qualquer, que vai ser esquecida daqui a 5 anos.
Carlos Oliveira:
- eu duvido.
(cena)
na televisão mostra uma mulher que estava no estado de sonambulismo, ela é loira, e estava usando uma camisola rosa.
Carlos Oliveira:
- MEU DEUS.
Elisanjela:
- o que foi?
Carlos Oliveira:
- a mulher que acabou de mostrar é a minha irmã.
Elisanjela:
- você tem certeza?
Carlos Oliveira:
- eu conheço minha própria irmã.
Elisanjela:
- você sabe se ela fazia parte de algum culto?
Carlos Oliveira:
- ela mora na casa comigo, ela sempre fica em frente do computador, eu nunca vi ela saindo para nada, eu não conheço nenhuma dessas pessoas, se ela conhescer-se eu saberia.
Elisanjela:
- então o que pode ser isso?
(cena)
Zé estava se arrumando, colocando perfume, depois eles derceu e foi para o estacionamento e pegou um carro dele, que é um fusca vermelho, entrou no carro, e foi dirigindo, quando estacionou em um prédio, saiu do carro e foi correndo, entrou lá, subiu as escadas, depois foi para uma sala, viu um cara mechendo nos videos, é um cara louro, com camisa social azul, e uma calça jeans, e um tênis preto,olhou para o Zé.
Pessoa:
- oi Zé.
Zé:
- Diego você está vendo o que está acontecendo?
Diego:
- cara estou vendo e não estou acreditando, acho que isso daí não é tão grande como dizem.
Zé:
(cena)
na imagem que está cendo trasmitida aparece umas letras"Está vindo", o Zé se assusta.
Zé:
- foi você que fez isso?
Diego:
- quem está fazendo isso?
Zé:
- você é o unico responsavel pela trasmisão desse video?
Diego:
- SIM, deve ser alguém brincando com a gente?
Zé:
- ou pode está está relacionado?
Diego:
- do que você está falando?
Zé:
- esse evento, e essas letras pode está tudo relacionado?
Diego:
- cara você cherou o que quando veio para cá.
Zé:
- isso só pode ser uma mensagem.
Diego:
- mas o que está chegando?
Diego:
- deve ser alguma brincadeira que as pessoas estão fazendo.
(cena)
as letras mudam "Diego não é uma brincadeira", o Diego se assusta.
Zé:
- alguém está nos ouvindo.
(cena)
as letras mudam"eu sempre estou ouvindo você" o Zé se assusta, caiu no chão.
Zé:
- ok, é uma brincadeira de muito mal gosto.
Diego saiu da sala e ficava procurando pessoas por perto e não estava vendo ninguém ele estava começando a chorar.
Diego:
- por favor pare eu já estou muito assustado, PAAAARE.
(cena)
o Zé coloca a mão no ombro do Diego.
Zé:
- tente fica calmo.
Diego:
- mais como?
Zé:
- na verdade eu falei comigo mesmo.
(cena)
no shoping as pessoas estavam se apróximando mais da tv.
Elisanjela:
- eu acho que eu vou para a casa.
Carlos Oliveira:
- até que você teve uma boa idéia.
(cena)
os dois estavam correndo quando eles se aproximaram da porta de vidro, a porta se fecha, Elisanjela tentava abrir mais não conseguia.
Elisanjela:
- o que está havendo?
Carlos oliveira:
- agora já estou discartando a possíbilidade de ser uma coisa natural.
(Cena)
Carlos cultuca a Elisanjela.
Elisanjela:
- o que foi?
(cena)
o carlos estava apontando para as camisetas, elas estavam muito bem alinhadas, e formavam uma frase"Elisanjela e Carlos vocês vão me ajudar nos acontecimentos futuros", eles ficaram assustados.
Elisanjela:
- como isso pode ser possível.
(cena)
as portas se abrem, quando eles olham para as camisas, elas não estão formando as frases.
Carlos Oliveira:
- ok, isso é sinistro.
(cena)
Elisanjela estava em estado de choque.
Carlos Oliveira:
- você está bem.
(cena)
a elisanjela estava se mijando, o diego e o zé estavam saindo do prédio.
Zé:
- cara isso não pode está acontecendo.
Diego:
- mas está acontecendo esse é o problema.
Zé:
- eu vou matar a pessoa que está brincando com a gente.
Diego:
- agora sim eu acredito em um poder maior.
Zé:
- eu já estava acreditando nisso.
Diego:
- o que vamos fazer?
Zé:
- e eu tô com cara que lido com essa situação o tempo todo.
Diego:
- me desculpe.
Zé:
- cara, eu te aconselho á você ir para a sua casa.
Diego:
- como se isso fizer-se muita diferença.
Zé:
- fica aqui parado feito idiotas pelo visto não está ajudando muito não é mesmo?
Diego:
- vamos ao uma lanchonete que tem aqui perto.
Zé:
- por que você quer fazer isso?
Diego:
- cara, eu só quero beber.
Zé:
- será que devemos receber as nossas informação desse prédio.
Diego:
- não seria muito irônico o local das informações é onde a gente vai receber as inforações.
4 horas depois.
(cena)
eles estão na sala de videos, uma mulher de cabelos pretos, uma jaqueta marrom, uma camiseta azul, uma calça jeans, ela entregou umas fotos, as fotos mostravam o local do acontecimento, na foto não mostravam as pessoas, mas mostrava uma casa destruida.
Mulher:
- olham essa foto.
(cena)
os dois estavam olhando as fotos.
Mulher:
- isso não é muito estranho.
Diego:
- você ficaria supreso do que a gente está considerando estranho, agora Jaqueline.
Jaqueline:
- do que vocês estam falando?
Diego:
- alguém estava aqui.
Jaqueline:
- sim, uma pessoa você.
Diego:
- não uma pessoa estava aqui, mas nós não conseguimos ver essa pessoa você não acha isso muito estranho.
Jaqueline:
- eu acho que você estão pirando, eu acho que eu tenho que chamar um médico para você.
Zé:
- eu concordaria com você se eu não tiver-se aqui na hora.
Jaqueline:
- cara, vocês estão malucos, eu vou sair daqui.
Zé:
- me diga essas fotos foram tirada no local do ocorrido.
Jaqueline:
- sim, porque?
Zé:
- eu acho que isso é um sinal para todos nós uma coisa vai acontecer e vai ser uma coisa grande.
Jaqueline:
- o que você acha que vai acontecer outra guerra?
Zé:
- isso eu duvido.
Jaqueline:
- por que você duvida disso?
Zé:
- por que tudo isso eu acho que não está sendo controlado por humanos.
Jaqueline:
- o que você acha que existe algum poder maior envolvido nisso tudo, e vocês querem que eu ache que eu não ache isso tudo loucura?
Zé:
- eu mesmo teria concordado com você.
Jaqueline:
- todos sabem que você se droga, porque você diz que viu o mundo cruel, você não consegue suporta a nossa realidade, você está tão disposto a acreditar em algo maior.
Zé:
- mas quando esse poder maior vem de encontro á você, primeiro você fica em estado de choque, você de segunda não acredita, mas quando ver, a unica coisa que você consegue fazer é aceitar.
Jaqueline:
- esse papo só está me deixando com raiva.
Zé:
- vocês se acalmem por favor.
Jaqueline:
- eu já ouvir tudo que eu podia tudo desse maluco.
(cena)
ela tenta abrir a porta, mas não consegue abrir a porta.
Jaqueline:
- ok, você podem abrir essa porta.
(cena)
ela se virar e eles não estão no local.
Jaqueline:
- parem com essa brincadeira.
uma voz:
- você prescisa se acalmar pelos eventos que vão se seguir.
Jaqueline:
- dirego, zé?
Uma voz:
- não minha pobre filha, não sou nenhum deles.
Jaqueline:
- até eu vou acreditar.
(cena)
ela tenta abrir a porta de novo, mas quando ela abre, ela ver outra sala igual.
Jaqueline:
- ok, como vocês fizeram isso?
Uma voz:
- filha tente se acalmar.
Jaqueline:
- como você quer que eu me acalme, se você não aparece, e praticamente eu estou presa, você se acalmaria com isso.
Uma voz:
- eu não sei o que passa na cabeça de vocês, mas eu lhe aseguro você está segura minha filha.
(cena)
jaqueline, fica correndo, ela fica abrindo as portas em frente mais cada sala dava no mesmo.
Jaqueline:
- PAAARE com isso.
(cena)
jaqueline começa a chorar.
Jaqueline:
- eu faço o que você quiser, só me tire daqui.
Uma voz:
- eu sei que vocês estão procurando por algo.
Jaqueline:
- do que você está falando?
uma voz:
- e quando esse algo chegar, você irá dizer o mundo a verdade, você aceita essa tarefa.
Jaqueline:
- já que parece que eu não tenho escolha.
Uma voz:
- eu te preparei para esse momento, para que você esteja á mais preparada.
Jaqueline:
- eu aceito a tarefa.
(cena)
ela fica de joelhos.
Jaqueline:
- eu aceito.
Zé:
- o que?
(cena)
o Zé o Diego estava no lugar, ela olha para trás e tudo estava normal.
Jaqueline:
- agora eu sei como você acreditou.
(cena)
numa casa onde tinha de tudo de tecnologia de bom do tempo, o carlos oliveira, e Elisanjela estavam no lugar.
Carlos Oliveira:
- o que vamos fazer?
(cena)
a Elisanjela estava em estado de choque no sofar.
Carlos Oliveira:
- para quem eu fui pergunta.
(cena)
uma pessoa estava na geladeira, erá paulo.
Paulo:
- achei a minha pesciosa cerveja.
Carlos oliveira:
- obrigado, por me ajudar a ter trazido ela, até aqui.
Paulo:
- por min tudo bem, eu tinha que sair daquele lugar, eu soube que as pessoas estão sendo levadas para o hospital.
Cralos oliveira:
- eu espero que tudo esteja bem, com a minha irmã.
Paulo:
- eu tenho certeza que ela vai se recuperar.
Carlos oliveira:
- do que você está falando isso nunca aconteceu antes.
Paulo:
- eu não vejo nada demais é só um bocado de pessoa que está em estado de sonambulismo.
Carlos Oliveira:
- cara, se você vir-se o que eu vi, você concordaria que tudo isso que aconteceu, não é uma coisa pequena.
Paulo:
- porque você viu alguma coisa, se você viu, pode me dizer, eu tenho um amigo que trabalha no jornal.
Carlos Oliveira:
- eu acho que eu devia guarda para min.
Paulo:
- tá bom.
Carlos oliveira:
- tomara que ela se recupere.
Paulo:
- eu já falei que a sua irmã vai fica bem.
Carlos oliveira:
- eu estou querendo dizer essa mulher.
Paulo:
- o que aconteceu com ela?
Carlos Oliveira:
- ela viu uma coisa muito assustadora.
Paulo:
- eu já sei ela viu você pelado, isso deve assustar á qualquer um.
Carlos Oliveira:
- eu juro se eu não tiver-se na casa dela eu jogaria qualquer coisa em você.
Paulo:
- é eu tenho certeza que você não gostaria de causar nenhum estrago.
Carlos Oliveira:
- eu ainda gostaria que será que ele vai me pedir.
Paulo:
- você está falando do seu chefe?
Carlos Oliveira:
- eu diria, simplesmente o GRANDE CHEFE.
Paulo:
- entendo.
Carlos oliveira:
- o que você entende?
Paulo:
- que você está se tornando padre.
Carlos Oliveira:
- bem não é isso.
Paulo:
- não dá para acreditar você realmente acha que está trabalhando para deus.
Carlos Oliveira:
- ao que tudo me indica está me parecendo que é verdade.
Paulo:
- se você está trabalhando para um poder maior, não pode obra do outro cara.
Carlos oliveira:
- eu não acho isso.
Paulo:
- se ela não viu o que você viu ela pode ter olhado no olho do mal e tremido.
Carlos Oliveira:
- em todos tem a devida coragem de ver algo realmente grande, podem ficar realmente assustados.
Paulo:
- como se essa conversinha foçe dar em algo, você sabe que isso não vai dar em nada, acho que você sabe muito bem disso.
(cena)
a jaqueline, o Diego e o Zé estavam sentados todos em frente aos videos.
Zé:
- você acha que as próximas mensagens vão vim mesmo desse jeito?
Diego:
- bem conosco ele estava nos explicando desse jeito.
Jaqueline:
- o que você acha que a gente deve fazer?
Zé:
- esperar.
Diego:
- á próxima mensagem?
Zé:
- não, pelo outro acontecimento.
Jaqueline:
- onde você acha que vai ser.
(cena)
Zé pega as fotos e mostra para eles.
Zé:
- está vendo? essas fotos são á nossa mostra de onde vai ser.
Jaqueline:
- o que você acha que tem no local.
Zé:
- esperá um segundo.
(cena)
o Zé liga para o paulo, ele atende o telefone:
Zé:
- paulo você está perto do local onde aconteceu aquele caso das pessoas?
Paulo:
- não muito, porque?
Zé:
- eu gostaria que você foçe ver o que tem no local.
Paulo:
- certo, eu vou.
Zé:
- obrigado.
(cena)
Paulo desliga o Telefone, e vai para perto do Carlos Oliveira.
Paulo:
- olha quando ela fica boa vamos para o local onde aconteceu aquela coisa?
Carlos Oliveira:
- depende do estado dela.
Elisanjela:
- eu vou com vocês.
Carlos Oliveira:
- Você tem certeza, se acontecer alguma outra coisa, não vamos levá-la para sua casa de novo.
Elisanjela:
- o medo que eu tenho está diminuindo, fico pensando se deus se comunicou com a gente, nós simplesmente temos que fazer o que ele pede.
Paulo:
- bem você é que descidem.
Carlos Oliveira:
- bem vamos.
(cena)
os três estavam andando um perto do outro no local, o Paulo ficou batendo na porta dentro da casa que estava de frente do acontecimento, uma pessoa de orculos, camisa social branca, e calça de exército.
a pessoa:
- o que vocês estão fazendo aqui?
Paulo:
- olha nós só queriamos pergunta se você por acaso viu alguma coisa estranha.
(cena)
a pessoa apontou a arma na cara dele, um revolver.
Pessoa:
- vocês não vão me levar.
Paulo:
- olha cara, nós não somos seja lá o que for que você pense o que eu sou, nós só viemos aqui fazer uma perguntas.
Pessoa:
-é exatamente o que uma pessoa do governo iria dizer.
Paulo:
- porque você se acha não importante aponto do governo vim atrás de você, porque eles não vem atrás de min, eu sou amigo de muitas pessoas, eu fico sabendo de muitas informações, e o local onde fico é de bebâdo e os bebâdos liberam informação muito mais fácil.
Pessoa:
- Por que eu tenho algo que pode mudar o mundo.
Paulo:
- cara, não importa o que você saiba, não vai mudar o mundo, porque aliáis nada muda.
Pessoa:
- mais isso realmente vai fazer a diferença.
Paulo:
- CARÁ, já ouvir esse papo antes...
(cena)
Paulo dá um murro na cara da pessoa.
Paulo:
- me diga LOGO.
Carlos Oliveira:
- ei cara, você vai matar a gente.
pessoa:
- por que você me bateu?
Paulo:
- você aponta uma arma na minha cara, e você é quem pergunta porque eu te batir.
(cena)
a pessoa abaixa a arma.
Pessoa:
- eu sou Zed, e quem são vocês.
Paulo:
- eu sou paulo, aquele cara é Carlos Oliveira, e aquela mulher é elisanjela.
Zed:
- que tipo de coisa é que você estava se referindo?
Paulo:
- seila.
Carlos Oliveira:
- você recebeu alguma mensagem?
Zed:
- digamos que eu recebi.
(cena)
ele pega muitas folhas, todas as folhas mostravam vários numeros e letras.
Paulo:
- parece que foi um bebâdo que escreveu isso.
Zed:
- eu acredito que esse sinal que eu recebi não é da terra.
Paulo:
- eu acredito, que seu computador está com defeito.
Carlos Oliveira:
- você acha que é de aliênigenas?
Zed:
- é o que eu estou rezando que seja.
Paulo:
- deus, aliênigenas o que está faltando nessa historia.
Elisanjela:
- uma coisa tem haver com a outra.
Paulo:
- do que você está falando?
Elisanjela:
- que deus existe ninguém duvida, mas a questão aliênigenas, estamos sempre na duvida.
Carlos Oliveira:
- o que deus prentende fazer?
Elisanjela:
- acabar com a duvida de vez por todas.
Paulo:
- vocês todos são drogados?
Carlos Oliveira:
- não é tão difícil de acreditar.
paulo:
- vamos ter as cabeças no lugar, porque eu acho que tudo isso está saindo do controle das nossas cabeças, eu realmente penso que todos vocês são malucos.
Carlos Oliveira:
- você sabe que aconteceu lá fora foi algo grande.
Paulo:
- acho que só era um bando de malucos.
Zed:
- bem, eu tenho antenas bem posicionadas, e todas elas apontam para um só lugar, e esse lugar que aponta está recebendo essas fontes, vocês não vão tentar me desacreditar.
Carlos Oliveira:
- acredite, senhor, que acredito que você esteja se comunicando com os aliêngenas.
Paulo:
- eu só vim aqui, para ver se algo estava acontecendo aqui, pelo que eu vejo aqui só tem um maluco.
(cena)
Zed mostrar as folhas.
Zed:
- eu tenho certeza que isso daqui é alguma coisa.
Paulo:
- então prova.
Zed:
- eu estou estudando essas folhas, porque eu sei que elas representam algo.
(cena)
Paulo bate nas folhas.
Paulo:
- essas folhas são a prova maior que você é só um maluco.
Carlos Oliveira:
- Paulo venha ver.
(cena)
Paulo foi para perto de Carlos Oliveira.
Paulo:
- o que você quer.
Carlos Oliveira:
- olhe.
(cena)
as folhas estavam juntas e as letras estavam formando um símbolo, erá o mesmo símbolo que as pessoass de fora estavam fazendo.
Paulo:
- você organizou isso?
Carlos Oliveira:
- não, isso simplesmente estava assim.
Paulo:
- istó é um símbolo comum, qualquer um pode fazer isso.
Carlos Oliveira:
- mas as pessoas estavam formando esse símbolo.
Paulo:
- istó é somente um SÍMBOLO, NADA DEMAIS.
(cena)
a folha que estava formando o símbolo começou a fica girando e voando por toda a sala.
Paulo:
- ok, eu paro de beber.
(cena)
as folhas estão girando por toda a sala.
Elisanjela:
- como essas folhas estão fazendo isso.
(cena)
Paulo foi para perto de Zed.
Paulo:
- você é o cara que estava estudando isso, me fale.
Zed:
- desculpe mas não sei o que é.
Carlos Oliveira:
- paulo, você não parece assustado.
Paulo:
- bem quando eu estava bebâdo eu vi um elefante rozaa, depois disso comescei achar tanta coisa normal.
Zed:
- devem ser os aliênigenas.
Paulo:
- cara, pode ser tantas coisas, qualquer impôtese é valida.
Elisanjela:
- zed, você tem uma camêra?
Zed:
- tenho.
(cena)
Zed pegou a camera e ficou filmando as folhas giratôrias.
Zed:
- istó é incrível.
(cena)
toda a sala começou a tremer.
Paulo:
- seria uma bao hora de sair daqui.
Carlos Oliveira:
- porque deus ficaria girando papel.
Elisanjela:
- para talvez acreditamos em algo.
(cena)
todo mundo saiu do local.
Zed:
- tomara que isso não prejudique meus trabalhos.
Paulo:
- se algo realmente grande está por vim, os seus trabalhos serão insignificantes.
Zed:
- você tem razão.
Paulo:
- cara como eu quero algo para bebêr.
Zed:
- você tomar cerveja á essa hora.
Paulo:
- o que?
(cena)
5 dias atrás.
o Paulo estava em um hospital, e dentro do hospital ele estava no banheiro urinando sangue, Paulo começava a chorar.
4 minutos depois.
ele estava numa cama hospitalar, o médico estava com umas folhas do exame dele.
Médico:
- senhor Paulo, tenho uma má noticia.
Paulo:
- quanto tempo eu tenho?
Médico:
- os seus rins estão destruidos, por causa de muita quantidade de alcôol.
Paulo:
- quanto tempo.
Médico:
- o seu figado, não está muito bem.
Paulo:
- QUANTO TEMPO?
Médico:
- eu sinto ilhe-informa mais você só tem um mês de vida.
Paulo:
- certo.
(cena)
ele estava na porta do hospital, um carro para na frente dele, saiu o Zé.
Zé:
- como foi nos testes?
Paulo:
- eu não tenho mais do que um mês.
Zé:
- não tem nada que possa fazer?
Paulo:
- tem é rezar para deus e pedir para ele fazer alguma coisa.
Zé:
- venha comigo, eu te levo para a sua casa.
Paulo:
- vamos para um bar.
Zé:
- cara você tem certeza.
Paulo:
- o que você quer, que eu fique tendo um vida saudável, nada do que eu faça vai fazer diferença.
Zé:
- cara tem que haver um jeito.
Paulo:
- vamos sair daqui.
(cena)
Paulo entra no carro, o Zé dirigi o carro.
Zé:
- se você pudesse mudar as coisas, você faria a diferença.
Paulo:
- eu me diverti até agora, não eu não mudaria nada.
(cena)
no dia atual.
Paulo:
- sim.
(cena)
o paulo sente uma forte dor no estômago, ele fica de joelhos.
Carlos Oliveira:
- cara o que está havendo?
Paulo:
- cara estou mal.
Carlos Oliveira:
- você quer que eu te leve por um hospital.
(cena)
Paulo vomita sangue.
Carlos Oliveira:
- pelo visto sim.
(cena)
eles pegaram um taxi que estava passando e levaram o paulo diretamente para o hospital,chegando la no Hospital, eles foram diretamente para recpção.
recepcionista:
- vocês tirem um numero.
(cena)
o paulo vomitou sangue nela.
recepcionista:
- meu deus levem ele direto para emergência.
o enfermeiros pegaram uma cadeira de roda e levaram ele diretamente para um médico, o outros ficaram na recpção.
Zed:
- estou sem palavras.
Carlos Oliveira:
- mais é muita coisa que está acontecendo com a gente.
(zed)
estava com as mão tremendo.
Carlos Oliveira:
- de ante os olhos de deus, nós não o revereciamos de primeira, nós ficamos com medo.
(cena)
elisanjela foi para perto do Zed, segurou as mãos dele.
Elisanjela:
- eu senti esse mesmo medo que você sentiu.
Carlos Oliveira:
- cara, eu não aparento mais eu ainda estou morrendo de medo, pelo que pode acontecer.
Zed:
- o que você acha que vai acontecer?
Carlos Oliveira:
- eu acho que vamos finalmente entrar em contato.
Zed:
- será que eles vão ser amigaveis com a gente.
Carlos Oliveira:
- fico pensando.
Zed:
- sobre o que?
Carlos Oliveira:
- se a gente nunca esteve em contato com nenhum aliênigena, porque a vida que existe lá fora, simplesmente não ia ser boa com a gente, mas Deus encontrou uma espécie que seria boa com a gente, e que tudo pode acabar bem.
Zed:
- tomara.
Elisanjela:
- e o amigo dele?
Carlos Oliveira:
- de quem?
Elisanjela:
- estou falando do nosso amigo paulo, ele deve saber de alguma coisa.
Carlos Oliveira:
- porque você acha isso.
Elisanjela:
- o amigo dele pediu para que nós fossemos lá.
Carlos Oliveira:
- você tem razão, se o paulo se recuperar nós vamos falar com ele.
Zed:
- eu acho que eu devo voltar para lá.
carlos Oliveira:
- eu acho que não.
Zed:
- mas os meus trabalhos.
Carlos Oliveira:
- como o paulo disse se o que vai acontecer, o seu trabalho pode ser insiginificante, porque pode mudar toda a nossa historia teriamos que rever vários conceitos.
Zed:
- acho que o governo vai como sempre dizer que não foi nada.
Carlos Oliveira:
- eu acho que o que deus tem em mente, os militares não vão dá conta.
Zed:
- quando essa coisa vai acontecer?
Carlos Oliveira:
- isso vai depender.
Zed:
- do que você está falando?
Carlos Oliveira:
- de qual vai ser a próxima mensagem de Deus.
(cena)
todos ainda estavam vendo a tv.
Jaqueline:
- isso é ridiculo nenhuma mensagem vai aparecer aí.
Diego:
- é melhor vocês fazerem o trabalho de vocês.
Zé:
- eu vou ver como está as pessoas que estavam lá.
Jaqueline:
- pelo menos você faz alguma coisa.
Zé:
- é.
10 anos atrás.
(cena)
o zé estava na casa dele, ele estava tomando uma coca-cola, ele tinha fotos de uma criança que tinha sido arrastado, por uma carro, ele tinha muitas fotos disso, a mão dele estava tremendo, uma mulher, com camisola preta, cabelos longos pretos, estava se aproximando dele.
Mulher:
- o que foi?
Zé:
- minha mão está tremendo, de uma raiva que estou sentindo, como alguém pode fazer isso.
Mulher:
- você não devia ver isso.
Zé:
- eu sou um colunista, ele me perdiram para fazer uma coluna sobre o que aconteceu.
Mulher:
- entregue o trabalho, para outra pessoa.
Zé:
- eu sinto que eu devo fazer.
Mulher:
- deixe isso de lado, e venha para cama.
Zé:
- Elena, como você pode ser tão fria.
Elena:
- por que não á nada que eu possa fazer.
Zé:
- eu tenho que fazer alguma coisa.
Elena:
- fassa o que quiser.
(cena)
ela foi para um quarto.
Zé:
- eu devo fazer alguma coisa.
(cena)
Narração de zé: fiquei tão destruido, esse mundo está aos pedaços, eu não consigo fica aqui nesse mundo, eu tenho que sair dele, eu vi sal na mesa, eu soube se cheirar o sal, você perde o liquido do náriz, acontece uma série de eventos que leva a sua morte, eu fui cheirar o sal, cheirei ele mas de repente me encontro em outro local, vejo um revolver na minha mão, não sei de onde saiu isso, eu nem tenho isso, daí vejo, 5 homens, via os rostos deles, eram os rostos das pessoas que matou á menina, eu sei disso porque vi as camêras, atiro neles sem pensar duas vezes, eles atiravam, o engraçado é que eles não sabiam em quem atirar, matei aqueles cachorros, meres-sem morrer, não sei como mais de repente estou no meu apartamento de novo, sem a arma e com o nariz sangrando.
(cena)
a elena ver o Zé com o nariz sangrando.
Elena:
- o que você fez?
Zé:
- eu acho que tive uma aluscinação.
(cena)
o Zé passa a mão no nariz, e vé que só estava machado de sangue, mais fora isso não estava acontecendo mais nada.
Zé:
- como isso foi possível.
no dia seguinte.
(cena)
ele ver a televisão, tava passando um jornal.
jornalista:
- 5 homens morreram de tiros, a policia informa que eles podem está envolvidos, com a menina que foi arrastada no carro.
Zé:
- como foi que isso aconteceu.
Elena:
- o que foi?
zé:
- 5 homens morreram.
Elena:
- isso pode acontecer qualquer dia, deveria ser alguém com muita raiva.
Zé:
- foi alguém que tinha muita raiva deles, disso tenho certeza.
Elena:
- você fala como se conherscer-se ele?
Zé:
- e conheço.
Elena:
- quem foi?
Zé:
- você está olhando para ele.
Elena:
- você está ficando louco, você estava aqui em casa o tempo todo, e pelo que vejo esse crime aconteceu em uma distância muito grande.
Zé:
- tenho certeza que fui eu.
Elena:
- porque você mataria eles?
Zé:
- porque foram eles que mataram aquela garotinha, disso eu tenho certeza.
Elena:
- me parece que você está ficando louco.
Zé:
- MAIS FUI EU ( bateu a mão na mesa)- fui eu que mandei esses desgraçados por inferno.
Elena:
- mas você estava bem aqui, e eles estavam muito longe.
Zé:
- eu não sei explicar.
Elena:
- você pirou de vez.
(cena)
o Zé foi até a cozinha, pegou um copo de água, ele estava ouvindo som de uma musica erá "make believe" do angra.
zé:
- eu acredito que fui eu que matei.
Elena:
- você quer ir para a cadeia?
Zé:
- isso foi justiça divina, deus queria que eu fizer-se isso.
Elena:
- só faltava essa.
Zé:
- eu acho que deus, não perduou eles por fazer esse crime, com um de seus filhos.
Elena:
- por que você não tenta se torna padre para sevir.
Zé:
- acredito que, não é presciso se torna padre para sevir á deus, qualquer um pode servi-lo.
Elena:
- vou sair daqui porque você está me deixando louca.
(cena0
A Elena saiu de casa, uma hora depois, o Zé saiu da casa dele.
Zé:
- estou começando á acreditar no paraíso.
(cena)
uma garota, estava com um cd na mão era o "nevermind "do "nivarna".
Zé:
- cd legal.
garota:
- obrigada.
(cena)
5 horas depois o Zé estava estava com um corpo de café na mão, diego ver o Zé naquela situação.
Diego:
- você não pretende tomar esse café?
Zé:
- o que?
Diego:
(deu uma rizada)- meu deus cara onde você está.
Zé:
- é que eu estava pensando em uma coisa que aconteceu comigo.
Diego:
- o que foi que aconteceu?
Zé:
- eu estava na minha sala, e de repente eu estava em outro local, muito distante de onde eu estava.
Diego:
- o que você andou fumando?!
Zé:
- entendo se eu me ouvir-se também acharia que eu sou maluco.
Diego:
- então você sabe que você não deve continuar esse converça com ninguém que todos chegaria em uma grande conclusão.
Zé:
- não sei como isso aconteceu.
Diego:
- cara pare com isso foi provavelmente um sonho.
Zé:
- provelmente foi isso, devo ter caído de sôno.
Diego:
- você vai fazer a matéria?
Zé:
- do que você está falando.
Diego:
- do vingador que está por aí.
Zé:
- não sei do que você está falando?
Diego:
- alguém matou 5 cara que mataram a criança que foi arrastado no carro, dizem que ninguém viu o assasino, e as "vitimas" não sabiam de onde estavam vindo os tiros.
Zé:
- eu vou investigar isso.
Diego:
- bem feito, eles tevem o que meresceram.
Zé:
- eles mereciam uma coisa pior.
Diego:
- concordo.
(cena)
já é de noite, o Zé ficou olhando para cima, ele ficou 2 minutos Olhando para cima.
Paulo:
- o que á de interesante?
(cena)
o paulo estava perto do Zé.
Zé:
- o que?
Paulo:
- o que á de interesante lá em cima.
Zé:
- é que eu acho que existe algo lá.
Paulo:
- sim, estrela, nuvens, alguns passáros e etc...
Zé:
- estou querendo dizer um Deus.
Paulo:
- você acha que ele existe?
Zé:
- digamos que sim.
Paulo:
- você deve está louco.
Zé:
- desculpe mais quem é você?
Paulo:
- sou Paulo.
Zé:
- eu me chamo Zé.
Zé:
- eu sei do aumentativo de juzé.
Zé:
- na verdade é só Zé, não é diminutivo de nada.
Paulo:
(deu uma rizada)- sério!
Zé:
- sério.
Paulo:
- você parece ser um bom rapaz.
Zé:
- na verdade eu sou um colunista meu objetivo é saber de tudo não importa o que?
Paulo:
- você matou alguém? já roubou alguém?
Zé:
- nenhum dos dois.
Paulo:
- então você é uma boa pessoa.
Zé:
- eu não paro de pensar que realmente existe Deus, e porque ele está deixando tudo isso acontecer.
Paulo:
- você pensa que o mundo é ruim?
Zé:
- eu acho.
Paulo:
- ninguém faz de fato o mal, todo mundo faz o que eles acham certo, só que o que é certo para um não é certo para o outro.
Zé:
- porque o mundo é assim?
Paulo:
- para as pessoas acreditarem em deus, se a pessoa está no desespero, é só nessa parte que a pessoa realmente acha que á um deus.
Zé:
- chega, vou para o bar.
Paulo:
- engraçado estou indo no mesmo caminho.
Zé:
- tomara que não no caminho dos desesperados.
Paulo:
- eu nunca vou está nesse caminho.
Zé:
- é um caminho que ninguém quer seguir.
Paulo:
- vamos logo ao bar que eu estou com uma vontade de beber algo.
Zé:
- por que não.
(cena)
eles estão em um balcão de bar.
Paulo:
- você acredita em céu.
Zé:
- antes eu diria que o céu já é aqui temos todo tipo de pornografia, a morte deveria ser o inferno que todos falam, imagine, você ter todos os defeitos de uma pessoa qualquer, tipo sede, mas você não pode tomar nada por que você já morreu.
Paulo:
- esse foi a tirada mas experta sobre esse negocio de céu e inferno, mas por que você não acredita nisso?
Zé:
- se uma coisa incrível acontece com você, teria que ser um cara muito idiota para ignorar o que aconteceu.
Paulo:
- você está com todo esse papo por causa de uma mulher?
Zé:
- acredite, não tem nada haver com isso.
Paulo:
- vamos tente pegar uma dessas garotas.
Zé:
- eu já tenho uma.
Paulo:
- vamos tente pegar uma seria algo inocênte, só umazinho você não é presciso casar com ela.
Zé:
- você é casado?
Paulo:
- claro, por isso meu amigo, eu entendo das coisas.
Zé:
- você e a sua esposa estão de bem.
Paulo:
- nunca estavamos.
Zé:
- e por que casou com ela se vocês nunca estavam de bem.
Paulo:
- por que eu amo ela, é só nossos idéias que não se batem bem.
Zé:
- por que?
Paulo:
- eu não acredito nesse negocio de que o homem só pode fica com uma mulher, se você pensa bem, os homens podem ficar com mais de uma parceira.
Zé:
- isso eu tenho que concorda com tigo.
Paulo:
- e a minha mulher é do tipo ferminista.
zé:
- nenhuma mulher concordaria com que você diz, não quer dizer que isso torna todas elas ferministas.
Paulo:
- mas á questão é que ela é uma ferminista.
Zé:
- ela raspa os pelos do suvaco?
Paulo:
- do que você está falando?
Zé:
- tem ferministas que não raspam o pelo do suvaco.
Paulo:
- se ela não raspar-se eu não me casaria, por isso é o limite.
Zé:
- você com essas idéias já pegou mais de uma mulher?
Paulo:
- tentei várias vezes, mais nunca dava certo.
Zé:
- uma descobria á outra.
Paulo:
- exato.
Zé:
- esse negócio nunca dá certo, os dois tem ter o mesmo tipo de idéalismo se não é só mais uma tráição barata.
Paulo:
- tomara que você não esteja me jugando.
Zé:
- longe de min julgar alguém.
Paulo:
- por que você não tentar pegar uma.
Zé:
- eu só estou chateado, com tudo isso, eu vi uma coisa que muitos achariam impossível.
Paulo:
- os loucos também vêm coisas que acham impossível.
Zé:
- eu realmente gostaria de uma maneira de provar para todos de que eu não estou enganado.
Paulo:
-e eu acho que você tem que esquecer esse tal milagre que aconteceu com tigo.
Zé:
- se você estiver-se no meu lugar você entederia que é impossível, esquecer, você ver algo inacréditvel, e depois fingi que aquilo nunca aconteceu.
Paulo:
- é o que acontece as vezes em um casamento, vemos uma coisa maravilhosa, e depois você percebe que ela não é tão maravilhosa quanto você pensa
zé:
- se for esse o caso, essa coisa maravilhosa, ainda está ali, mas você só não consegue vela de novo.
Paulo:
- você me parece que nunca foi casado?
Zé:
- você parece que é casado só que não gosta.
Paulo:
- eu acho que é como você falou, apesar de, eu não ver nada, no fundo eu sei que aquela coisa mágica está lá.
(cena)
o telefone toca, o paulo ver e depois desligao telefone.
Zé:
- quem erá?
Paulo:
- é a minha patroa.
Zé:
- você simplesmente desligou o telefone, eu acho que ela vai fica com muita raiva.
Paulo:
- cada um tem um jeito de lidar com a esposa.
Zé:
- eu acho que sei o que você quer dizer.
Paulo:
- escuta, vamos beber, até não sabemos o que está havendo?
Zé:
- por que não?
(cena)
eles ficava tomando cerveja uma atrás da outra, de repente tudo desaparece o zé se encontra sozinho, e ver as pessoas que ele matou o sangue jorrando no chão.
Zé:
- vocês tiveram o que vocês mereceram.
(cena)
ele ver vários carros com os caminhos de sangue, o Zé estava sentido caláfrios.
Zé:
- por que isso está acontecendo comigo.
(cena)
as pessoas que ele matou aparecem desta vez com saliva de sangue.
Zé:
- VOCÊS SÃO DESGRAÇADOS.
(cena)
o Zé está sendo levado para o manicômio.
Zé:
- VOCÊS SÃO DESGRAÇADOS.
(cena)
ele fica repetindo isso direto, o paulo estava no manicômio vendo a situação de zé.
Paulo:
- puta merda, eu não pensei que ele ficaria assim por causa de um porre.
(cena)
o zé em um quarto, gritando- seus desgraçados- todos olhando para o estado que ele estava, depois de mêses ele ficava tomando médicamento mas não parecia que ia dá certo, e ele foi se recuperando.
(cena)
no tempo atual, O zé estava indo em direção ao hospital, quando entrou lá foi para um atendente do hospital.
Zé:
- ola meu nome é Zé, eu sou um colunista do jornal "Pessoal" eu vim ver como estão as pessoas que esatavam fazendo aquele sinal.
Atendente:
- me mostre os documentos.
(cena)
ele mostra os documentos, depois ele vai para a sala onde estão as pessoas, ele ver um médico lá.
Zé:
- ola, você está cuidando deles.
Médico:
- sim, eu sou o responsável por eles.
Zé:
- o senhor pode me dizer, em que estado eles estão.
Médico:
- ainda estão em estado de sonâmbulo.
Zé:
- você tem alguma teoria provavél, do que aconteceu?
Médico:
- eles deveriam está em um estado hipínótico?
Zé:
- essa é a sua teoria?
Médico:
- sim.
Zé:
- algum deles voltou para o estado normal?
Médico:
- infelizmente todos estão no mesmo estado.
Zé:
- o que você está fazendo para ajudá-los.
médico:
- nós tentamos acordá-los, incerindo adrenalina, e outras coisas que fariam qualquer um acorda, mas nenhum voltou a fica normal.
Zé:
- fora o evento em se, aconteceu alguma coisa estranha com você?
Médico:
- não, não aconteceu nada estranho.
Zé:
- eu presciva ter certeza.
Médico:
- ter certeza?
Zé:
- é que muita coisa fora normal estava acontecendo comigo.
Médico:
- tenho certeza, que para tudo tem uma explicação lógica.
Zé:
- BEM, eu sei á lógica, mas se eu falar-se a lógica me chamariam de louco.
Médico:
- bem nada de estranho está acontecendo.
Zé:
- bem , DESTA tenho que discorda, o que aconteceu com "eles" foi muito estranho.
médico:
- bem daqui vamos encontrar as respostas.
Zé:
- tomara.
(cena)
ele estava andando vendo os paciêntes e dentre eles, ele ver á Elena.
Zé:
- não pode ser.
(cena)
ele chega para perto dela.
Zé:
- se eu te contace sobre o que aconteceu você teria acreditado em min?
Médico:
- você está bem?
Zé:
- ela é a minha ex.
Médico:
- eu sei que eu não devo me intrometer mas o que aconteceu com vocês.
Zé:
- fiquei obsecado por uma historia.
Médico:
- qual?
Zé:
- sobre o caso da menina que foi arrastado com o carro.
Médico:
- eu ouvir falar disso.
Zé:
- eu nunca esquecir disso.
Médico:
- soube quem alguém matou eles?
Zé:
- você acha que eles mereceram.
Médico:
- não tenho duvida.
(cena)
todos os paciêntes estavam voltando ao normal.
médico:
- como?
(cena)
a ex-mulher do Zé acorda.
Elena:
- onde estou?
Zé:
- você está em um hospital.
Elena:
- o que aconteceu comigo?
Zé:
- você estava em estado de sonâmbulismo profundo.
Elena:
- eu acho que isso não é motivo, para levar alguém para o hospital.
Zé:
- acontece que você não erá a unica.
Elena:
- o que você faz aqui?
Zé:
- eu vim fazer uma matéria.
Elena:
- sobre o que?
Zé:
- sobre o que aconteceu com você e todos eles.
Elena:
- o que foi que eu fiz?
Zé:
- você junto com eles, estavam formando um símbolo em estado hípinótico.
Elena:
- como isso é possível?
Zé:
- erá o que eu estava investigando.
Elena:
- porque isso está acontecendo?
Zé:
- acredito que algo grande está para acontecer?
Elena:
- você tem alguma idéia do que possa acontecer?
Zé:
- eu tenho um amigo ele está me ajudando ná matéria.
(cena)
no hospital, um dos médicos foi falar com carlos Oliveira.
Médico:
- o seu amigo está bem.
Carlos Oliveira:
- graças a deus.
Elisanjela:
- eu acho que pode ser literalmente isso.
Médico:
- o que?
Elisanjela:
- nada não.
Zed:
- agora eu posso ir para a minha casa?
Carlos Oliveira:
- se aquilo não está acontecendo?
Zed:
- você não vem comigo?
Carlos Oliveira:
- não.
Zed:
- então prefiro fica aqui.
(cena)
uma pessoa de levanta da cadeira e grita"estou andando, é um milagre", depois outra pessoa "estou curada".
Zed:
- o que está acontecendo?
Carlos Oliveira:
- dás duas uma, ou os médicos estão realmente ficando bom no que fazem, ou deus está curando todos eles.
Zed:
- com tudo que está acontecendo eu voto na segunda opção.
Carlos Oliveira:
- eu tambem acho.
Elisanjela:
- vamos ver o Paulo.
(cena)
todos eles foram ver o Paulo, chegando na sala, ver o o Paulo, com a mesma roupa e um sóro.
Elisanjela:
- ouvir dizer que você está bem?
Paulo:
- apesar daquilo que aconteceu, estou me sentindo muito bem.
Carlos Oliveira:
- o que você quer fazer?
(cena)
o paulo fica chorando.
Paulo:
- eu não tinha como sobreviver muito, tempo e de repente eles me dizem que eu posso viver por muito tempo, como isso é possível, eu só vivo bebendo, não faço nenhum exércicio, porque estou curado, eu que não acredito nele, agora que eu sei da verdade min assusta um pouco.
zed:
- vamos cara, tente se recompor.
Paulo:
- esse tipo de milagre não devira acontecer como pessoas como eu.
Carlos Oliveira:
- sei o que pensa que você não merece, ser digno dá bença de deus, mas quando você aceita tudo fica mais fácil.
Paulo:
- parece mais converça de pastor.
Carlos Oliveira:
- eu concordaria com você nesse fato.
Paulo:
- cara como isso pode acontecer comigo?
Carlos Oliveira:
- temos de parar de nos fazer essa pergunta.
Paulo:
- estou concordando com você.
Zed:
- você ainda sente vontade de bebér.
Paulo:
- nínguem me tira a vontade de bebér não importa a indentidade da pessoa.
Zed:
- hahahahahaha!
Elisanjela:
- você tem que aceita isso para um sinal que você tem que parar de bebér.
Paulo:
- me desculpe mais você conhece a minha vida.
Elisanjela:
- não.
Paulo:
- eu sei que cada um pode ter passado por coisa pior do que eu, e não venha dizer, se eu devo parar de bebér isso é um direito meu.
Elisanjela:
- se você quer assim não á o que discurti.
Paulo:
- ainda bem que estamos intendidos.
Zed:
- você deveria para de bebér é um vicío e isso faz mal.
Paulo:
- você é viciado em computador?
Zed:
- sim.
Paulo:
- tem mulher? ou fez sexo?
Zed:
- nenhum dos dois.
Paulo:
- digo o mesmo de você.
(cena)
O Zé estava com a elena.
Elena:
- será que eu vou poder sair daqui?
Zé:
- se você está bem.
Médico:
- nós vamos fazer uns exames em você para verificar se você está bem, se tudo ocorrer bem pode ir para casa.
(cena)
uma pessoa grita do corredor"estou andando é um milagre".
Zé:
- parece que você vai ter poucas para fazer os exames.
Médico:
- o que está acontecendo?
Zé:
- o que teoricamente erá para acontecer em hospitais todo sair bem.
Médico:
- eu vou ver.
Zé:
- eu vou ver.
Elena:
- será que você pode fica perto de min, tudo isso está começando a me assustar.
Zé:
- não se preocupe, eu não vou sair de perto de você.
Elena:
(ela fica chorando)- ainda bem que você está sendo bonzinho comigo, o pior que eu dizia que você estava louco.
Zé:
- eu sei você me deixou por pensar que eu estava maluco.
Elena:
- for favor só fica perto de min.
Zé:
- não vou para lugar algum.
Elena:
- estou muito assustada com tudo que está acontecendo.
Zé:
- não á nada do que temer.
Elena:
- além do próprio medo.
Zé:
- não é bem a frase que eu esperava completar isso.
Elena:
- todos estão se curando é isso que está acontecendo?
Zé:
- sim.
Elena:
- como eu sou egôista, você deve pesquisar sobre o que está acontecendo.
Zé:
- o que aconteceu foi deus ser bonzinho comigo, não aguentava fica no meu apartamento sozinho procurando algum outro sinal, não quero mais essa vida, eu só quero viver em paz.
Elena:
- sinto em ter te mandando por um hóspicio.
Zé:
- eu entendi, eu faria a mesma coisa.
Elena:
- porque ainda está aqui.
Zé:
- porque não me importa o que acontece com o mundo eu quero fica aqui com você.
(cena)
4 dias atrás na casa de Zed, ele estava em frente do computador, ele estava em um bate-papo, no outro lado era á irmã dos Carlos Oliveira, nome dela é Tatiane.
Tatiane:
- qual o seu trabalho?
Zed:
- eu não faço nada de especial.
Tatiane:
- vamos me diga.
Zed:
- eu sou um técnico de computador.
Tatiane:
- acho esse tipo de profissão importante, pense tem muitos computadores pelo mundo, você já deve ter ajudado muita gente.
Zed:
- bem é.
Tatiane:
- teve algum caso que você teve mais dificuldade no trabalho.
Zed:
- teve uma vez que eu estava indo trabalha num local perigoso da nossa cidade, quando eu entrei na casa da pessoa eu estava extremamente tenso, eu não conseguia pensar em resolver o problema de computador de alguém, a mulher ficava falando onde era que estava o computador, nisso ficava pensando para onde eu iria e a porta, me pareceu uma boa idéia, depois de eu ter resolvido o problema eu fui embora o mais rápido possível por que estava com um medo.
Tatiane:
- para min você é um conforto como pessoas como eu.
Zed:
- porque você diz isso?
Tatiane:
- porque eu tenho um medo enorme de sair de casa.
Zed:
- não me diga.
Tatiane:
- eu fui assaltada perto de casa, depois disso fiquei com esse medo, de sair de casa, o meu irmão ele gosta de sair, ele acha que eu sou uma perdedora, que só gosta de fica em casa e não gosta de nenhum tipo de festa, mais isso não é verdade, eu gosto de festas, mas não posso ir para casa dos outros por que eu criei esse enorme pavor de sair de casa.
Zed:
- bem sempre é bom sair.
Tatiane:
- não é conversando com alguém no computador, que de repente eu vou perder o pavor de sair de casa.
Zed:
- eu tenho que admitir que eu também tenho um pavor?
Tariane:
- qual seria o seu pavor?
Zed:
- eu tenho medo de locais onde tem muitas pessoas por perto.
Tatinane:
- então você deve ser uma pessoa muito caseira.
Zed:
- Nós sempre temos que enfrentar os nossos medos, se não nos sucumbimos, dos nossos medos.
tatiane:
- você não deve ir muito para festas?
Zed:
- apesar que eu tenha esse medo, sempre quando eu estou festa estou indo, isso para tentar arranjar namorada, eu fico pensando em me diverti, mas sempre fico suando frio pensando que alguma coisa pode acontecer.
Tatiane:
- já aconteceu alguma coisa com você?
Zed:
- acontecia, mas sempre me livrava das confusões.
Tatiane:
- engraçado, eu me divirto em festas, mas não saio de casa e você tem medo de fica num local que tenha muita gente.
Zed:
- á vida tem disso.
Tatiane:
- tomara que você encontre alguém.
Zed:
- será que alguém realmente encontra alguém?
Tatiane:
- bem sei de muitas pessoas que encontram.
Zed:
- mas será que realmente dão certo.
Tatiane:
- se for o destino dessas pessoas se encontrarem.
Zed:
- eu sempre vou por lado cientifico, não acredito nessa coisa de destino.
Tatiane:
- Acredito que seja verdade.
(cena)
no tempo atual, o Zed estava andando, e ver a tatiane ela estava suando frio, Zed chega perto dela.
Zed:
- ola.
Tatiane:
- é você mesmo.
Zed:
- sou eu mesmo o Zed.
Tatiane:
- onde estou ?
Zed:
- você está em hospital.
Tatiane:
- o que aconteceu?
Zed:
- o destino fez com que você ficar-se perto de min.
(cena)
no hospital uma repórter estava no local, a repórter é a Jaqueline, ela estava segurando o microfone.
Jaqueline:
- estou em um hospital, pessoas estão sendo curadas, quem não conseguia andar, está andando, estou com um médico(o mesmo médico que estava perto do Zá) o nome dele é dourtor Almeida.
Dr.almeida:
- olá.
Jaqueline:
- o senhor pode nos dizer o que está havendo aqui.
Dr.Almeida:
- as pessoas estão sendo curado como por um milagre, todas as doenças que estão aqui estão se curando sozinha, como por um milagre.
Jaqueline:
- você acha que o Deus está envolvido nisso tudo?
Dr:Almeirda:
- estou tentando resolver isso do modo mais lógico possível.
Jaqueline:
- o senhor acha coincidência que os dois fatos ocorreram um perto do outro?
Dr.Almeida:
- provavelmente tem uma explicação lógica para tudo.
Jaqueline:
- este é o canto dos milagre, do canal 10.
Dr.Almeida:
- já terminou a entrevista?
Jaqueline:
- sim já terminou.
Dr. Almeida:
- tenho que dizer, que estou um pouco assustado com tudo o que está acontecendo, todos os tipos de ferimentos estão se curando rápido demais, mais rápido do que qualquer humano que eu já vi.
Jaqueline:
- pelo menos seu hospital é dos bons.
Dr.Almeida:
- mas á gente não está fazendo nada.
Jaqueline:
- bem está acontecendo o que devia acontecer em hospitais as pessoas ficarem boas, para você tudo isso devia ser muito bom, mas vejo que você está pensando que tudo isso é ruim.
Dr.Almeida:
- e você ainda falou o “cantos dos milagre” na entrevista.
Jaqueline:
- mas estão acontecendo vários milagres.
Dr.Almeida:
- mas agora muitas pessoas vão querer vim para cá, temos poucos enfermeiros eu acho que não vamos dá conta de tanta gente.
Jaqueline:
- mas é o que está acontecendo quer que você aceite ou não.
Dr.Almeida:
- se as pessoas virem aqui e não encontrarem o milagre que eles tanto espéram.
Jaqueline:
- isso vai durar durante um ano.
Dr.Almeida:
- como você sabe que tudo isso vai durar exatamente um ano?
Jaqueline:
- você quer saber como sei?
Dr.Almeida:
- é exatmente o que quero saber.
(cena)
ela entrega um livro, de João Luis, e entrega o livro chamado"canto dos milagre".
Jaqueline:
- algo me fez ler esse livro, o que mais me chamou atenção é o nome de uma das personagens.
Dr.Almeida:
- qual erá?
Jaqueline:
- extamente o meu nome.
DR.Almeida:
- isso não quer dizer nada.
Jaqueline:
- leia a pagina 27 desse livro.
Dr.Almeida:
(ele pega o ler o livro e ler a pagina) - Dr.Almeida converça com a Jaqueline sobre os eventos do hospital, os dois discurtem que não devia ter chamado o hospital como o "Canto dos milagres" .
(cena)
Dr.Almeida passa o Livro para a Jaqueline.
Dr.Almeida:
- como?
Jaqueline:
- o destino já está escrito basta só nós andarmos por ele.
Dr.Almeida:
- isso só pode ser um brincadeira.
Jaqueline:
- esse livro foi feito é 15 anos atrás antes de tudo isso acontecer.
Dr.Almeida:
- isso só pode ser coenciência.
Jaqueline:
- todos que vem o poder de deus tremem, eu sei como é eu já vi um pouco do seu poder.
Dr.Almeida:
- você vai tentar vender livros.
Jaqueline:
- você é que compre o seu próprio livro.
Dr.Almeida:
- eu presciso de um momento para respirar.
Jaqueline:
- está bem.
(cena)
o Zed e a Tatiane estava andando no hospital, nisso o Carlos Oliveira viu o dois, o Carlos Oliveira abraçou a irmã, depois largou.
Carlos Oliveira:
- graças á deus você está bem.
Tatiane:
- eu sei de tudo o que aconteceu?
Carlos Oliveira:
- vocês se conhecem?
Tatiane:
- eu não conheço pessoalmente.
Carlos Oliveira:
- como vocês se conhecem?
Tatiane:
- pela internet.
Carlos Oliveira:
- só podia ser assim.
Zed:
- o que ele é teu?
Tatiane:
- ele é o meu irmão.
Carlos Oliveira:
- como eu nunca te vir lá em casa.
Zed:
- eu não conseguia ir na casa dos outros tentar namorar, para min ficá mais fácil no computador.
Carlos Oliveira:
- esses encontros falços são um grande problema.
Zed:
- do que você está falando?
Carlos Oliveira:
- você não realmente conhece a pessoa você conhece um versão dá pessoa.
Zed:
- eu acho que a internet é que elas podem ser elas mesmas.
Carlos Oliveira:
- ou Não.
Zed:
- você tem razão.
Tatiane:
- á irmão só uma coisa que eu queria dizer.
Carlos Oliveira:
- o que?
Tatiane:
- eu tinha medo de sair de casa.
Carlos Oliveira:
- de ser assaltada, atropelada...
Tatiane:
- eu simplesmente não conseguia sair de casa, porque eu tinha muito medo de sair.
Carlos Oliveira:
- por isso você só ficava no computador.
Tatiane:
- e porque tem coisas legais na internet.
Carlos Oliveira:
- chega desse papo.
(cena)
a Elena estava se levantando.
Elena:
- eu me lembro de uma vez você dizendo que queria encontrar o tal sinal de Deus, você conseguiu achar.
Zé:
- ficava procurando nas musicas, alguma mensagem só encontrava musica boas mas nada que represente uma mensagem.
Elena:
- você vinha com todo o papo de Deus, que eu jurava que você ia se tonar padre.
Zé:
- cada um serve a deus de uma maneira ou de outra.
Elena:
- o que você vai fazer ir á igreja todo dia?
Zé:
- não é presciso ir á igreja é só tentar fazer as boas ações nada demais, mas algo grande vai acontecer?
Elena:
- você não acha que isso já é um grande evento.
Zé:
- não.
Elena:
- quão grande é que você acha que vai ser o evento.
Zé:
- algo que pode modificar o nosso futuro.
Elena:
- cuidado para você não fica louco.
Zé:
- eu sei o que você quer dizer, tenho que te contar uma coisa, eu sei que algo grande vai acontecer, mas eu estou com muito medo, que isso vai me assustar de forma que eu nem posso imaginar.
Elena:
- você vai ficar bem estou aqui do seu lado.
Zé:
- todos os acontecimentos estão acontecendo tão rápido que isso me assusta.
Elena:
- você não tem motivo para ter medo.
Zé:
- eu esperó que sim.
Elena:
- vamos sair daqui desse hospital.
Zé:
- mais e os médicos, ele disseram que você deve fazer os exames.
Elena:
- isso não me impedir de sair agora.
(cena)
Zé ajuda a Elena a se levantar e fica carregando ela, levou-a até o carro, e foi dirigindo.
Zé:
- para onde?
Elena:
- qualquer lugar, onde a gasolina aguentar.
(cena)
Dr.Almeida, ele estava lendo o livro, ficava lendo ele, não conseguia parar de ler.
Jaqueline:
- você tem que se recompor e lembrar que você tem um trabalho a fazer.
Dr.Almeida:
- eu sei qual é o trabalho que eu tenho que fazer, mas quando eu vejo esse livro na minha frente, eu não vou conseguir me concentrar, é como algumas pessoas falam o destino das pessoas já estão escrito, eu não esperava que isso foçe verdade.
Jaqueline:
- quando esse livro acaba, nenhum de nós morre, a gente só faz uma coisa que está escrita, e depois deixa as coisas fluirem.
Dr.Almeida:
- como foi quando você viu essa coisa milagrosa acontecer qual foi a sua reação.
Jaqueline:
- quase a mesma reação que você está tendo agora.
Dr.Almeida:
- como você conseguiu fica calma, mesmo com tudo isso?
Jaqueline:
- não, ainda não estou calma, porque eu sei o que eu devo fazer, bem...não completamente.
Dr.Almeida:
- qual deve ser a sua função nisso tudo?
Jaqueline:
- simplesmente reporta tudo o que acontece.
Dr.Almeida:
- uma simples profissão para algo tão grande.
Jaqueline:
- todas as profissões são grande mas alguns tem respeito maior pela profissão que fazem e outros nem tanto.
Dr.Almeida:
- bem, eu vou ver se algum deles ainda prescisa de ajuda.
Jaqueline:
- provavelmente sim.
(cena)
Paulo estava se levantando, a Elisanjela foi para perto dele.
Elisajela:
- você prescisa de algo?
Paulo:
- eu não posso dizer com muita certeza se eu vou querer alguma.
Elisanjela:
- o que você está dizendo?
Paulo:
- eu só quero me levantar é só isso que eu quero fazer, você ver algum problema nisso.
Elisanjela:
- pretende ir para algum lugar?
Paulo:
- meu deus parece a minha mulher.
Elisanjela:
- não sabia que você tinha mulher?
Paulo:
- também tenho filhos.
Elisanjela:
- eu não sabia.
Paulo:
- acontece que eu não sou o pai idéal como você pode perceber.
Elisanjela:
- mas me parece que você está sempre disposto a resolver qualquer tipo de problema.
Paulo:
- é assim que eu fujo dos meus próprios problemas.
Elisanjela:
- você quer sair daqui?
Paulo:
- sim eu quero.
Elisanjela:
- na sua casa ou na minha.
Paulo:
- se eu for com você na minha casa á minha mulher me matar.
Elisanjela:
- você já traiu á sua mulher?
Paulo:
- você me parece ser uma daquelas ferminista que diz que todo homem traí.
Elisanjela:
- mas você já traiu á sua mulher.
Paulo:
- eu não quero sair de um problema para entrar em outro, pelo menos na minha vida.
Elisanjela:
- quem erá o seu amigo no telefone?
Paulo:
- você quer saber mesmo, o nome dele é Zé, ele sempre me falou que algo incrível aconteceu com ele, ligo para ele quando alguma coisa impréssionante acontece na tv.
Elisanjela:
- como batida de carro?
Paulo:
- esse negocio de roubo, assasinato, não ligo para ele, mas quando uma coisa difícil de acreditar acontece, tipo alguém curar como por milagre, o coitado, a casa dele é cheio de jornal, ele busca um "acontecimento" como o que aconteceu.
Elisanjela:
- o que aconteceu com ele?
Paulo:
- ele fala que estava em dois lugares ao mesmo tempo.
Elisanjela:
- ele devia está louco?
Paulo:
- não, ele não estava, mais ficou com o passá do tempo.
Elisanjela:
- pobre coitado.
Paulo:
- eu aposto que ele está feliz com tudo isso que aconteceu.
Elisanjela:
- por que ele te chamou para aquele lugar?
Paulo:
- tinha me mandado, porque ele viu algumas fotos, e mostrava aquele local destruido por alguma coisa.
Elisanjela:
- você acha que é alguma camêra que prever o futuro?
Paulo:
- seriam camêras por que não foi só uma.
Elisanjela:
- o que você acha que isso sgnifica?
Paulo:
- o mais óbvio que vão destruir esse prédio.
Elisanjela:
- só queria saber o que deus vai exijir de min.
Paulo:
- antes eu iria lhe dizer uma vida de sofrimento e dor, mas agora eu já não tenho tanta certeza.
Elisanjela:
- a vida deve ter sido cruel com tigo.
Paulo:
- no meu lar, antes da bêbida, todos só ficavam reclamando e isso erá sem parar, agora é quase a mesma coisa só que eu bêbo eu acho que facilita á minha vida.
Elisanjela:
- á vida não é fácil.
Paulo:
- qual seria a graça de foçe?
Elisanjela:
- eu acho que você é maluco?
Paulo:
- ninguém é maluco somos todos normais.
(cena)
ele saiu do quarto andando, a Elisanjela foi atrás dele.
Paulo:
- acho que devemos seguir os nossos caminhos, se a gente se cruzar é porque foi obra dele.
Elisanjela:
- até.
Paulo:
- até.
(cena)
o carlos Oliveira, Zed e a Elena foram até o quarto onde estava o paulo:
Carlos Oliveira:
- que maldito.
Elena:
- o que foi?
Carlos Oliveira:
- o cara que eu trouxe aqui, não está mais, como vou matar ele.
Zed:
- acho que dele ter ido para a casa?
Carlos Oliveira:
- pelo menos poderia ter avisado a gente antes.
(cena)
a Elisanjela chegou perto deles.
Elisanjela:
- você deve ser a irmã do Carlos?
Elena:
- sou sim, e você quem é?
Elisanjela:
- eu sou Elisanjela.
Elena:
- prazer, meu nome é Elena.
Carlos Oliveira:
- para onde o desgraçado foi.
Elisanjela:
- ele foi para a casa.
Carlos Oliveira:
- devia ter falado com a gente porque formos nós que trouxemos aquele cara.
Elena:
- vamos sair daqui?
Carlos Oliveira:
- bem já que não temos nada o que fazer.
Zed:
- vamos.
(cena)
Dr.Almeida estava vendo que as pessoas que perderam as pernas estão voltando a ter pernas, a mão dele estava com uma tremedeira.
Dr.Almeida:
- como eu posso trabalhar assim.
(cena)
uma enfermeira chega perto dele, a enfermeira, é uma mulher loira, de olhos azuis.
Enfermeira:
- Doutores Almeida, estão precisando do senhor?
Dr.Almeida:
- você só pode está brincando Elisa.
Elisa:
- por que você acha isso?
Dr.Almeida:
- você não ver que todo hospital está se curando.
Elisa:
- é que tem um paciente que está querendo sair.
Dr.Almeida:
- deixe-o ir.
Elisa:
- do que você está falando devemos ajudá-lo.
Dr.Almeida:
- me parece que alguém já está ajudando eles.
Elisa:
- do que você está falando.
Dr.Almeida:
- de Deus só pode ser ele que está ajudando essas pessoas.
Elisa:
- vamos o senhor não pode fica aí parado.
Dr.Almeida:
- se tiver duas pessoas para curar você, um deus que pode curar qualquer coisa, até mesmo a aids, e um médico, quem você escolheria.
Elisa:
- não me faça esse tipo de pergunta.
Dr.Almeida:
- deus está curando eles deixe-o fazer o trabalho dele.
Elisa:
- você devia tentar fazer o seu trabalho.
Dr.Almeida:
- é vou fazer, assim que ele parar de fazer o trabalho dele.
Elisa:
- o que aconteceu com você?
Dr.Almeida:
- do que você está falando?
Elisa:
- antes você achava que deus não existia, agora você parece um fanático religioso.
Dr.Almeida:
- pernas estão crescendo do nada, explique-me isso?
Elisa:
- deve ter alguma explicação lógica.
Dr.Almeida:
- sim todos eles tem poderes de cura.
Elisa:
- você está se ouvindo, o que você está dizendo é uma loucura.
Dr.Almeida:
- mais é a pura verdade.
(cena)
5 dia atrás, Dr Almeida, estava sentado em uma cadeira, ficava olhando no teto, A Elisa entra no quarto, ficou vendo essa cena.
Elisa:
- todo trabalhando e você aqui olhando o teto, vai fazer o seu trabalho.
Dr.Almeida:
- eu passei um caso para outro médico.
Elisa:
- do que você está falando?
Dr.Almeida:
- eu passei um caso para outro médico.
Elisa:
- você está assim por causa disso.
Dr.Almeida:
- é um caso de Paulo, vi que ele tem pouco tempo de vida, eu não agüentei dizer isso para ele, então passei para outro.
Elisa:
- você está assim por causa disso.
Dr.Almeida:
- ele disse para o médico, tudo bem não me importo de morrer agora, minha mulher me odeia tanto quanto meus filhos, o doutor falou é por causa disso, não eu já me diverti demais, acho que eu aproveitei, mas do que qualquer ser humano na terra.
Elisa:
- o que você quer fazer sair por aí se diverti?
Dr.Almeida:
- eu fico pensando será que na faculdade eu me diverti quanto eu podia se fiz mais sexo do que eu podia fazer, esse cara recebe a noticia que vai morrer e não tirava o sorriso da cara.
Elisa:
- o que está te perturbando?
Dr.Almeida:
- é que ele foi mais forte do que eu, se eu souber-se essa noticia eu ia cair de lagrimas, mas ele agüentou numa boa.
(cena)
ela foi para perto dele, sentou no colo.
Elisa:
- quando te conheci eu não via esse homem cheio de medo que está aqui hoje.
Dr.Almeida:
- vou aproveita á vida na medida do possível.
(cena)
ele beija ela na boca.
Elisa:
- ninguém aproveita o máximo e vive muito.
(cena)
ele beija de novo e eles vão fazendo sexo, 15 minutos depois.
Elisa:
- aposto que isso foi tudo uma desculpa para transar.
Dr.Almeida:
- mais é verdade.
(cena)
No tempo atual o Paulo estava andando na rua, ficava olhando todos ao redor, continuou andando até a porta da casa dele, ele abre a porta, ver que toda a casa está desarrumada.
Paulo:
- está do jeito que eu deixei um verdadeiro inferno de se viver.
(cena)
Uma mulher que estava segurando uma panela, essa mulher ela é ruiva, ficava com uma panela na mão, com uma roupa, toda listrada.
Mulher:
- o que você tem fazendo até essas horas eu aposto que você estava bebendo, e á lendo mais você demorou muito para vim eu quero saber o que aconteceu, você poderia me fazer esse favor de explicar.
Paulo:
- quando eu te contar você não vai acreditar nem na metade, do que eu vou dizer.
Mulher:
- por que você não experimenta.
Paulo:
- deus está curando todo mundo num hospital aqui perto.
Mulher:
- pare de dizer bobagem.
Paulo:
- foi o que eu falei e você não acreditou nem na metade.
Mulher:
- por que você não fala á verdade que você estava paquerando mulheres.
Paulo:
- eu posso escolher á mulher?
Mulher:
- do que você está falando?
Paulo:
- já que você está pedindo para que eu minta, então ao menos diga uma mulher, para eu poder dizer que fiz sexo com ela.
Mulher:
- pare com essa bobagem.
Paulo:
- digo o mesmo.
Mulher:
- eu recebi telefonema do seu amigo o Zé.
Paulo:
- eu sei o que ele queria.
Mulher:
- você pode me dizer o que ele queria?
Paulo:
- ele queria saber se algo de anormal está acontecendo naquele lugar onde as pessoas se reuniram de manhã.
Mulher:
- do que você está falando?
Paulo:
- você não sabe do que eu estou falando você não ligou a tv para ver o que estava passando?
Mulher:
- não eu estava mais preocupada em receber uma ligação sua, fiquei o tempo todo grudada no telefone.
Paulo:
- nesse tempo todo?
Mulher:
- sim por que?
Paulo:
- você devia ter saído, eu acho que deus não escolhe as pessoas que não saiem de casa.
Mulher:
- e o que isso importa.
Paulo:
- Você rezou?
Mulher:
- e o que isso importa?
Paulo:
- ultimamente isso está me parecendo de uma grande importância.
Mulher:
- você me parece que está ficando louco.
Paulo:
- eu apenas pensei que isso poderia ser uma coisa importante.
Mulher:
- eu não sei por que eu ainda me preocupo com você.
Paulo:
- você me amar.
Mulher:
- do que você está falando.
Paulo:
- muita coisa aconteceu coisa que eu mesmo não sei explicar.
Mulher:
- o que você está usando?
Paulo:
- eu fui CURADO você não ver a grande coisa.
Mulher:
- eu acho que vou querer divórcio, eu não sei por que ainda não me separei de você.
Paulo:
- vamos ter que acalmar os nossos animos.
Mulher:
- você fica bebendo todo dia.
Paulo:
- talvez eu deva mudar.
Mulher:
- é sério o que foi que aconteceu com você?
Paulo:
- você quer uma explicação lógica?
Mulher:
- se você poderia me dar uma.
Paulo:
- deus está mostrando a cara.
Mulher:
- eu acho que eu devo te chamar para um médico.
Paulo:
- não prescisa já sair de um.
Mulher:
- você ainda quer que eu acredite que você foi curado.
Paulo:
- acredite no que você quiser.
(cena)
o Zé bate na porta de Paulo, a mulher dele atende.
Zé:
- ola joséfa.
Mulher:
- pode entrar Zé.
Paulo:
- zé o que você faz aqui.
Zé:
- eu queria saber o que você viu no lugar.
Paulo:
- um cara maluco e uma folha girando sozinha, sem ajuda do vento e de ninguém, basicamente foi isso que eu vi.
Zé:
- sabia que tinha algo estranho naquele lugar.
Paulo:
- posso pergunta como você sabe?
Zé:
- eu tinha visto uma foto do lugar todo destruído.
Paulo:
- como tudo isso está acontecendo.
(cena)
a Elena entra na casa a joséfa vai para perto da Elena.
Joséfa:
- você sabe o que está havendo com o paulo?
Elena:
- você está falando ultimamente eu não sei.
Joséfa:
- eu não vejo você depois que você terminou o relacionamento com o zé.
Elena:
- eu estava seguindo a minha vida.
Joséfa:
- eu gostaria de ser uma mulher independente como você.
Elena:
- você vai querer um dia acorda assustada, e esperando que alguém esteja perto, mas nunca á?
Joséfa:
- do que você está falando?
Elena:
- é muito idiota o pensamento de querer fica sozinha.
Joséfa:
- mas você estava uma boa vida o que aconteceu.
Elena:
- eu acorda um dia sozinha foi isso que aconteceu, não tem coisa mais horrível do que isso.
Joséfa:
- eu não sabia que você estava assim.
Elena:
- eu acordo no hospital, e lá estava ele, nunca fiquei tão feliz na minha vida.
Joséfa:
- mas você estava ganhando bem.
Elena:
- do que adianta você ter muito dinheiro e não ter um amigo.
(cena)
o Zé mostra as fotos.
Paulo:
- você acha que essas fotos são como se fossem tiradas do futuro?
Zé:
- eu não estou achando nada.
Paulo:
- vejo que que a Elena está aqui.
Zé:
- ela erá umas das pessoas que estavam hipinotizadas.
Paulo:
- muitas pessoas foram se curando nesse hospital?
Zé:
- sim, você esteve no hospital?
Paulo:
- sim estava.
Zé:
- o que foi que aconteceu com você?
Paulo:
- eu tinha vômitado sangue, e passei mal.
Zé:
- você está bem, agora?
Paulo:
- estou curado, você pode acreditar.
Zé:
- você está falando sério?
Paulo:
- lógico que estou.
Zé:
- eu só queria saber o que está acontecendo?
Paulo:
- vamos esperar para ver o que acontece?
Zé:
- parece o que eu esperei por todo esse tempo está acontecendo.
Paulo:
- eu sei que você estava procurando o sinal de deus em algum lugar.
Zé:
- alguns chegaram a dizer que eu erá um dos fánaticos religiosos.
Paulo:
- eu sei disso, você estava virando um chato, eu já não te aguentava mais.
Zé:
- eu sei do que você está falando.
Paulo:
- ainda bem que você não me imperdia de beber algumas cervejas.
Zé:
- deus nos deu á vida então vamos viver.
Paulo:
- engraçado que algumas pessoas nunca acham o que você estava procurando.
Zé:
- me lembro de ter ligado para você, falando de uma coisa que eu achava que erá a mensagem de deus.
Paulo:
- me lembro, muito bem erá umas 4 horas dá manhã, e você diz que deus te mandou uma mensagem.
Zé:
- estava completamente louco.
Paulo:
- agora que você deveria está mais louco com todo esse negocio de sinais de deus.
Zé:
- já encontrei o que eu estava procurando.
Paulo:
- mais você já tinha achado ela antes.
Zé:
- foi a mensagem clara de deus que eu devia focar minhas atenções mais nela.
Paulo:
- o que você vai fazer agora?
Zé:
- esperara acontecer o que acontece nessas fotos.
Paulo:
- tem idéia de quando vai acontecer?
Zé:
- não.
Paulo:
- eu sinto uma vontade de tomar uma cerveja.
(cena)
ele vai para a geladeira, pega uma latinha de cereveja.
Zé:
- você tem certeza disso?
Paulo:
- eu sou muito escravo disso.
Zé:
- por que você não larga a cerveja.
Paulo:
- se você quer uma então diga.
Zé:
- não, não quero, eu lhe peço amigo não berba.
Paulo:
- um vicío não acarba de uma hora para outra, tudo que ELE fez foi ajeita meu estômago, mais não conseguiu controlar o principal.
Zé:
- larga isso é tão fácil.
Paulo:
- FÁCIL, a pessoa que fala que é fácil, é por que nunca teve esse problema antes e o pior é o negocio de força de vontade, ninguém consegue controlar um vício facilmente.
Zé:
- isso para você é quase uma doênça.
Paulo:
- se fosse isso seria curado lá no hospital.
Zé:
- nem tudo se curar tão facilmente.
Paulo:
- entende o que eu digo.
Zé:
- vamos largue a cerveja.
Paulo:
- séra que devo mesmo.
Zé:
- vamos largue.
(cena)
ele largou a cerveja, você me ajuda, dias foram se passando, ele estava amarrado na cama gritando:-quero uma cerveja, a mulher e o zé, fizeram o máximo para ele não berbe um pingo de cerveja, o zé estava estava sentado na cadeira ao lado da cama onde estava o Paulo.
Paulo:
- deus por favor me ajude.
Zé:
- eu sei que você consegue.
Paulo:
- fico querendo desistir a cada dia que passa.
Zé:
- estou aqui para te ajudar amigo.
(cena)
paulo começa a chorar.
Paulo:
- por que essa vontade não passar de uma vez que essa dor que sinto cada dia var embora de uma vez, meu deus cada dia que passo aqui nessa cama se torna um inferno na terra.
Zé:
- sei do que você está falando.
Paulo:
- por que você não vai para perto da sua mulher.
Zé:
- quando eu estava completamente louco, você estava por perto, para eu ficar cada vez mais pé no chão, foi com sua ajuda que eu sair de lá.
Paulo:
- quando isso acaba?
Zé:
- não sei dizer ao certo.
Paulo:
- obrigado.
Zé:
- eu sei que só fica falando não adianta em nada muitas vezes a pessoas tem que tomar alguma atitude.
Paulo:
- você está certo.
(cena)
eles estavam onde o Zed estava fazendo as pesquisas dele, estava mostrando toda a basa de dados, o carlos Oliveira estava muito assustado com o lugar todo, por causa do que aconteceu antes.
Carlos Oliveira:
- você não pode pegar essa papelada e trazer lá para a casa?
Zed:
- alguma coisa aconteceu por causa das minhas pesquisas, talvez eu tenha feito sem querer aquela confusão toda.
Carlos Oliveira:
- de repente você começa a pensa que tem realmente alguma importância nisso tudo.
Zed:
- não estou descartando nenhuma hiportese.
Carlos Oliveira:
- eu acho que algo ruim vai acontecer.
Zed:
- aquele sinal, que a gente recebeu foi provavelmente um aviso para a gente sair daqui.
Carlos Oliveira:
- então por que a gente está aqui de volta.
Zed:
- eu quero descobrir quem foi que mandou essa mensagem clara.
Carlos Oliveira:
- suponhamos que seja os aliênigenas, vocês não acham que conserteza eles estavam querendo que nós saísmos daqui.
Zed:
- desculpe mas não posso sair sem as minhas pesquisas.
Tatiane:
- todas essas fontes de dados para formarem esse certa.
Zed:
- talvez represente uma coisa maior?
Carlos Oliveira:
- você nem estão pensando na possíbilidade de ser apenas uma certa, isso pode não ter nada demais.
Zed:
- por que você acha que isso não tem nada demais, isso seria ignorar tudo o que aconteceu antes.
Carlos OLiveira:
- ok, vamos sair daqui.
Zed:
- sair, e ir para onde, para a sua casa, eu tenho um sistema todo pronto de pesquisa aqui.
Carlos Oliveira:
- ok, pesquise o que você deve pesquisar e vamos embora daqui.
Zed:
- certo.
( cena)
a tatiane e o Zed estavam olhando as folhas, o zed ficava andando pelo local, de repente na tela de computador que tem lá, aparece uma mensagem"helpsj".
Zed:
- parece que alguém está tentando falar com a gente.
Carlos Oliveira:
- quem podera ser?
(cena)
o zed fica mechendo na antena, fica tentando localizar direito de onde está vindo.
Caros Oliveira:
- o que pode ser desta vez.
Zed:
- pode ser o que a humanidade estava procurando todo esse tempo.
Carlos Oliveira:
- uma formula para imortalidade?
Zed:
- quem sabe "eles" podem saber essa formula.
Carlos Oliveira:
- é muita coisa acontecendo.
Zed:
- pelos meus calculos, eu acho que essa mensagem está vindo de um local perto de marte.
Carlos Oliveira:
- você não acha que é de marte?
Zed:
- não pela frequência está vindo ao lado de marte.
(cena)
a mensagem fica se repetindo várias vezes.
Carlos Oliveira:
- será que é o seu omputador que está com defeito.
zed:
- eu tenho certeza de onde está vindo, isso está me parecendo mais um perdido de socorro.
Carlos Oliveira:
- quando o governo vai mostrar para o publico o que está acontecendo?
Zed:
- eles com certeza vão inventar alguma historia e eles não vão contar para ninguém.
Carlos Oliveira:
- aposto que você é um dos que acha que o governo é que está escondendo tudo desde de o começo.
Zed:
- para min isso sempre é um pequena possíbilidade.
Carlos Oliveira:
- esta sendo difícil de engulir toda essa historia.
Zed:
- nem me fale.
(cena)
o Zed estava vendo todas as maquinas que estavam lá, pediu ajuda a Tatiane para operara as maquinas.
Zed:
- se eu conseguir, estabelecer contatos com eles poderara ser o inicio de algo, meus deus, eu com certeza vou ganhar um nobel por isso.
Tatiane:
- ou havia pesquisados sobre esses equipamentos, você conseguiu ganhar tudo isso só sendo tecnico computador?
Zed:
- bem, eu etnto aproveitar algumas peças do computador que estavam com defeito, para fazer isso que está na sua frente.
Tatiane:
- não, acredito estou muito empolgada começar a ter contato em tempo real com seres de outros planetas.
Carlos Oliveira:
- você não está se esquecendo de uma coisa?
Zed:
- do que você acha que eu estou me esquecendo?
Carlos Oliveira:
- que a gente não sabe como é a lingua deles, não vamos saber nos comunicar direito.
Zed:
- eu estudei umas pesquisas do meu avô, sobre como raduzir qualquer forma de llingua para a nossa, tudo se baseia nos calculos deles.
Carlos Oliveira:
- me diga ele gastou toda a vida dele fazendo esse trabalho?
Zed:
- sim, eu até ajudei ele quando ele ainda estava vivo.
Carlos Oliveira:
- eu pensava que ele tinha desistido desse projeto primeiro.
Zed:
- não, fiquei feliz de ele me ajudar com isso.
(cena)
o zed estava mexendo no computador dele.
Carlos Oliveira:
- se você quer que eu faça alguma coisa fale.
Zed:
- certo.
Carlos Oliveira:
- queria saber como ele consegue tudo isso só usando sistema de computadores.
(cena)
apereceu em uma das telas de computador dele, um alfaberto e estava sendo traduzido, o zed, olha para as pesquisas dele.
Zed:
- essas folhas tem a formula matematica, para descobrir o idioma deles, como não pude perceber isso antes.
Tatiane:
- meu deus, ei irmão você não está empolgado.
Carlos Oliveira:
- eu sou um cara comun que gosta de jogo de futball, eu não sirvo, para fazer partes dessas grande descobertas.
Tatiane:
- quer dizer que você não está empolgado com tudo isso?
Carlos Oliveira:
- você quer saber a verdade tudo isso está me dando um medo muito grande.
Tatiane:
- tudo bem irmão sentir medo.
Zed:
- estava esperando isso por toda a minha vida.
(cena)
a tatiane e ele estava operando os computadores.
Carlos Oliveira:
- posso pergunta quando foi que você se tornou uma especialista nesse tipo de assunto?
Tatiane:
- eu passava muito tempo em casa, eu tinha como aprender a cuidar do meu computador, que na época erá a minha unica forma de me socializar.
Carlos Oliveira:
- quando isso vai acabar.
(cena)
no computador, aparece uma tela como se fosse de bate-papo, o Zed vai até lá, coloca o microne na boca, e tudo que ele falá vai ser escrito.
Zed:
- ola, tem alguém recebendo minha mensagem.
(cena)
uma voz aparece do nada.
voz:
- estamos prescisando de ajuda.
Zed:
- que tipo de ajuda?
Voz:
- algo está fazendo com que as nossos condenadas, estamos indo ao um planeta azul.
Zed:
- o planeta azul a qual você se refere é chamado Terra.
Voz:
- de que planeta vocês estão falando?
Zed:
- dá própria terra.
Voz:
- são vocês que estão nos puxando?
Zed:
- não tenho muita idéia do que possa ser.
Tatiane:
- não acredito que estamos fazendo contato.
Carlos Oliveira:
- ultimamente estou acreditando em tudo.
(cena)
a Elena foi para a casa de Paulo, e a joséfa atende.
Elena:
- ola, o Paulo está bem?
Joséfa:
- ele está lutando, mas está conseguindo.
Elena:
- isso é muito bom.
Joséfa:
- não acredito muito na historias que eles ficam contando com negocio de fotos que mostram algo sobre o futuro.
Elena:
- isso eu não sei dizer ao certo se era invenção deles?
Joséfa:
- esperá você não acredita que é verdade o que eles dizem sobre essas tais fotos?
Elena:
- eu não sei de muita coisa, por exemplo eu não sei nem como eu fui parar no hospital.
Joséfa:
- eu soube disso você estava em estado de sonâbulismo.
Elena:
- eu estava vendo o paraíso nesse momento.
Joséfa:
- erá isso que passava na sua cabeça.
Elena:
- eu tenho certeza de que isso não foi só na minha cabeça mas aconteceu na cabeça de muitas pessoas.
Joséfa:
- como você acha que aconteceu.
Elena:
- não quero pensar muito sobre isso.
Joséfa:
- engraçado você depois de tanto tempo encontrar ele de volta.
Elena:
- bem se erá para acontecer, eu não vou reclamar com ninguém sobre isso.
Joséfa:
- você vai viver como antes?
Elena:
- isso eu não sei dizer.
Josefa:
- mas você tinha uma vida boa antes.
Elena:
- eu vou tentar resolver as coisas com o Zé.
Josefa:
- os homens sempre querendo nos derrubar.
Elena:
- eu realmente não sei do que você está falando?
Josefa:
- estou falando do poder feminino eles sempre estão querendo nos rebaixar a simples escravas do fogão nós temos que lutar contra isso.
Elena:
- o que está havendo com você?
Josefa:
- estou pensando por todas nós.
Elena:
- eu vou ver como está o Zé.
(cena)
O Paulo estava na cama, estava com uma aparência mais tranqüila, ele olha para os lados, o Zé estava lá na cadeira dormindo.
Paulo:
- que engraçado.
(cena)
O Zé acordando.
Zé:
- o que tem de engraçado?
Paulo:
- eu te conheci quando você estava na pior, agora você me ver quase na mesma situação.
Zé:
- o pior que é quase a mesma situação mesmo.
Paulo:
- como esse mundo dá voltas?
Zé:
- fico impressionado com isso.
Paulo:
- o que nós vamos fazer das nossas vidas, para evitarmos parar nesse mesmo ponto.
Zé:
- para min eu devo seguir os sinais.
Paulo:
- você ainda recebe esses sinais que você fala?
Zé:
- me lembro que no dia você estava tropeçando de bebâdo e eu nem te conhecia e você ficava falando como se foçe o meu melhor amigo.
Paulo:
- nós deviamos ter ido na boate de strip, eu aposto que ia nos diverti mais.
Zé:
- eu sei mas nós dois estavamos bebâdos no dia.
Paulo:
- eu achava que você erá um maluco foda você ficava me contando sobre o que você acha que aconteceu com tigo.
Zé:
- eu acho que realmente aconteceu alguma coisa, e fez contatos com muitas pessoas ultimamente.
Paulo:
- aqui, sou eu que devia tá pirando por causa de toda a situação.
Zé:
- eu nunca entendi por que você berbia tanto.
Paulo:
- a berbida tinha um gosto muito bom na época, vai ver foi isto eu fui gostando cada vez mais do gosto que tinha.
Zé:
- você que me ensinou como suporta uma grande dor de cabeça.
Paulo:
- eu sou um grande professor você pode dizer isso.
Zé:
- talvez tenha sido.
(cena)
o zé estava indo para uma varanda, e lá estava Elena.
Zé:
- como posso ter perdido você?
Elena:
- não vamos nos lembrar daqueles tempos sômbrios.
Zé:
- temos que lembrar dos nossos tempos de sombras, se queremos ter certeza de uma luz, que está por vim.
Elena:
- que bonito.
Zé:
- eu sei que eu sou.
Elena:
(ela deu um pequeno sorriso)- você parece está mais alegres esses tempos.
Zé:
- tudo para min está tão claro como devia ser.
(cena)
eles dois se beijam na boca.
Zé:
- nada pode nos separar de novo.
Elena:
- nada mesmo.
(cena)
Paulo estava se levantando, fica feliz de ver toda a situação, a de repente alguém bate na porta, e Josefa vai ver, erá a Elisanjela:
Elisanjela:
- oi o paulo ou Zé estão.
Joséfa:
- quem seria você?
Elisanjela:
- eu sou elisanjela uma amiga do paulo.
joséfa:
- você esteve com o meu Paulo esse tempo todo?
Elisanjela:
- não é nada disso que você está pensando.
Joséfa:
- você está dizendo que eu devo acreditar em tudo que você está dizendo.
Elisanjela:
- do que você está falando?
Joséfa:
- eu estou falando o óbvio.
Elisanjela:
- desculpe mas o seu pensamento não está sendo tão óbvio para min.
Joséfa:
- eu tô dizendo que você é uma vádia, que sai com o meu marido.
(cena)
a Elisanjela fica com raiva.
Elisanjela:
- olha a unica coisa que fiz com o seu marido, foi tentar resolver uma parada estra...
Elena:
- você realmente acha que ela vai cair, de que a gente estava em algum tipo de busca para saber se deus está relacionado com tudo isso.
Joséfa:
- eu aposto que você está saindo com o meu marido.
Elisanjela:
- calma que eu posso ilhe garantir que nada aconteceu entre nós isso eu posso te garantir.
Joséfa:
- eu não confio muito em você.
Elisanjela:
- acredite ou não essa é a mais pura verdade, posso lhe garantir isso.
Joséfa:
- como posso ter certeza.
Elena:
- você pode parar com isso.
Joséfa:
- estou falando tudo o que eu tenho direito para falar.
Elena:
- olha vamos todos nos acalmar.
Joséfa:
- está bem.
(cena)
a joséfa vai para a cozinha.
Elisanjela:
- oi, Elena como você vai?
Elena:
- sobrevivendo.
Elisanjela:
- eu só gostaria de saber de o Paulo está bem?
Elena:
- ele vai sobreviver tudo isso pode depender se a esposa dele vai deixar que isso acontersa.
(cena)
o telefone toca, a Elena atente o telefone:
Elena:
- quem é?
Jaqueline:
- oi sou eu ligue a televisão e coloque no canal 10.
Elena:
- por que eu devo fazer isso?
Jaqueline:
- olhe apenas façar.
(cena)
ela liga para o canal, e está passando que umas nuvens ficam girando sem parar, e isso em cima do local do evento.
Elisanjela:
- meu deus, isso parece o fim do mundo.
Elena:
- ou o começo de algo.
(cena)
o carlos oliveiro o zed estavam ajeitando todos os aparelhos, eles vem que os computadores estão tendo derfeitos.
Zed:
- parece ser algum tipo de inteferência eletromagnética.
Carlos Oliveira:
- eu vou ver o que está havendo lá fora.
(cena)
ele saiu do lugar e ver as nuvens girando.
Carlos Oliveira:
- meu deus, parece ser um inicio de um tornado, mas estão só girando, fazendo nada fora disso.
(cena)
ele entra na casa.
Carlos Oliveira:
- ei cara vocês tem que ver o que acontece aqui fora?
Zed:
- por que?
Carlos oliveira:
- por que elas estão agindo de um modo bastante estranho.
Zed:
- se eu contar-se vocês não iriam acreditar.
(cena)
os dois vão para fora da casa, eles vem tudo que acontece.
zed:
- deve haver alguma explicação para isso.
Carlos Oliveira:
- sempre existe milhares de explicações, mas tudo depende de qual delas é a verdadeira.
zed:
- eu acho uma boa nós todos entramos na minha casa?
Carlos oliveira:
- eu não acho que isso seria uma boa idéia.
(cena)
Zed olha para cima.
Zed:
- mas e todo o meu trabalho pode ser arruinado.
Carlos Oliveira:
- eu tenho certeza se você continuar nessa casa você vai morrer.
Zed:
- mas isso pode ser o que a humanidade esteja querendo saber todo esse tempo.
Carlos Oliveira:
- eu imagino se você tiver errado, você pode morrer.
Zed:
- pelo menos eu vou ser o homem que descobriu que os aliênigenas realmente existem.
Carlos Oliveira:
- se você morrer você não vai poder contar com isso.
Zed:
- desculpe, mas eu tenho que pensar nessa descoberta.
Carlos Oliveira:
- isso pode ser uma grande loucura, mas o que temos á arriscar.
(cena)
eles entram, ele tentam ligar todos os computadores, mas nenhum deles chega á ligar.
Carlos Oliveira:
- o que pode está acontecendo desta vez.
(cena)
Carlos Oliveira estava revirando todo o lugar.
Zed:
- me diga o que você está procurando?
Carlos Oliveira:
- alguma coisa nesse lugar que tenha eletricidade.
Zed:
- nada aqui funciona.
(cena)
a televisão liga.
Carlos Oliveira:
- a televisão ligou.
Zed:
- mas por que só a tv está funcionando e todas as outras coisas não estão.
(cena)
a tatiane vai até eles.
Tatiane:
- o que está havendo?
Carlos Oliveira:
- acontece que tudo não funciona a não ser a tv.
Tatiane:
- será essa tempestade elétrica?
Zed:
- mas ela escolhe o que dá derfeito.
Carlos Oliveira:
- talvez deus goste de ver tv.
Tatiane:
- talvez ele não quer que ninguém perca o que vai acontecer.
Carlos Oliveira:
- seja lá qual for o canal deve ser o canal mais sortudo do mundo, porque deus apoiar eles.
Tatiane:
- isso é que uma emiçora ter um deus forte.
(cena)
a jaqueline e um cameraman estavam fazendo a filmegem no local.
Jaqueline:
- como vocês podem ver isso está acontecendo no mesmo onde as pessoas sonâbulas estavam, as pessoas estão assustadas, não sabemos o que está havendo aqui.
(cena)
o cameraman desliga a camera.
Jaqueline:
- o que está acontecendo.
Dr.Almeida:
- um fato muito estranho isso eu sei dizer?
(cena)
Dr.Almeida foi para perto de jaqueline.
Dr.Almeida:
- outra coisa estranha.
Jaqueline:
- isto está assustando muitos os religiosos.
Dr.Almeida:
- não só eles, isso parece ser um sinal claro de fim do mundo.
Jaqueline:
- por que todos ficam esperando o fim do mundo, não pode acontecer só uma coisa estranha que todos já dizem que é o fim do mundo, eu não entendo que as pessoas tem para o fim do mundo.
Dr.Almeida:
- eu acho que são as pessoas que perderam a total fé na humanidade.
jaqueline:
- o que você está fazendo aqui?
Dr.Almeida:
- eu vi o que estava acontecendo, então eu vim para cá.
Jaqueline:
- o que será que vai acontecer?
Dr.Almeida:
- eu queria saber dizer?
(cena)
na casa de Paulo, a Elisanjela,Elena, Joséfa estavam vendo o noticiário.
Elisanjela:
- eu posso ligar o computador?
Joséfa:
- por que você quer ligar o computador?
Elisanjela:
- só uns e-mails, talvez alguém que eu conheça saiba sobre isso.
Joséfa:
- está bem.
(cena)
ela foi até o computador tentou ligar mais não dava certo.
Elisanjela:
- não estou conseguindo ligar?
Joséfa:
- como assim, esse computador estava funcionando hoje de manhã.
Elisanjela:
- mais não está agora?
Joséfa:
- ok, tenho que pergunta o que você fez?
Elisanjela:
- eu simplesmente tentei ligar, e antes que você pense mais alguma coisa, eu tenho computador em casa e sei muito bem usar.
Joséfa:
- vou chamar o tecnico.
(cena)
ela vai até o telefone, mas o telefone não funciona.
Joséfa:
- mas será impossível nada nessa maldita casa está funcionando como deveria.
Elisanjela:
- posso dizer que uma coisa aqui está funcionando, a tv daqui da casa.
(cena)
joséfa foi testar tudo o que tinha na casa, e nada funcionava.
joséfa:
- mas por que raios só a tv que está funcionando.
Elisanjela:
- bem pelo visto temos que ver a tv.
(cena)
o paulo aparece para elas entrando na sala.
Paulo:
- o que está havendo eu coloquei a televisão em um canal e de repente está em outro.
(cena)
a elisanjela, estava mudando de canal, mas só caia no mesmo canal.
Elisanjela:
- bem se é só isso que nos restou a fazer vamos assistir.
(cena)
nesse momento uma bola vermelha estava caindo do céu, e ele foi em direção onde o evento principal aconteceu, destruindo completamente o lugar, o Zed a Tatiane e o Carlos oliveira foram jogados um 10 metros depois do impacto inicial, ele se levantaram eles estavam muito zonzos.
Carlos Oliveira:
- o que está acontecendo?
(cena)
quando a nuvem de fumaça, se desipou ele viram uma nave aliênigena gigante, todos estavam se apróximando do local, a Jaqueline estava no local e mostrando a nave mas de perto.
Jaqueline:
- senhoras e senhores, eu não consigo descrever o que sinto reportando nisso que com certeza vai entrar na historia, essa nave espacial caiu aqui na terra, podemos ver que não é nenhuma das naves já inventadas pelo homem, não estou conseguindo descrever essa situação.
(cena)
todos se apróximaram da nave, e todos podiam ver corpos de aliênigenas no chão mortos podia se ver pelos destroços que a nave causou.
Jaqueline:
- vocês estão vendo os corpos de aliênigenas, isso não é montagem isso é real, eu estou em estado de choque.
(cena)
todo mundo vendo a nave pela tv ao auvivo.
Paulo:
- eu não acredito.
Zé:
- pois pode acretitar é verdade.
(cena)
eles ficaram de joelhos e com uma lárgrima saindo nos olhos.
Narração de Zé: ficamos estupefatos com esse acontecimento, o mundo finalmente sabe da existência de aliênigenas, e não negar isso, o mundo fica feliz em saber, a resposta se existe vida lá fora, e não tem mais como negar esse fato, ficamos supresos e apavorados e maravilhados com o efeito que isso causou na gente.


FIM.