quarta-feira, outubro 14, 2009

o inabalavel pesadelo

capitulo:01
"paralizado pela historia"
a 10 anos anos atrás eu e minha familia tinhamos sofrido um acidente, eu estava no carro a 60 vendo o sorriso da minha bela esposa, e vendo a minha pequena filha no banco de trás - como vocês estão ? - eu perguntei para as duas.
se deve estar se perguntando quem sou eu, sou Tomas Kuandro, não gostava muito desse meu sobrenome, eu acho ridiculo.
minha esposa tem cabelos longos e loiros, naquele momento , ela estava usando uma jaqueta preta me lembro que ela estava usando isso por que ficava reclamando dizendo que estava muito frio , ela tinha perdido a jaqueta para min estava usando uma calça jeans.
minha filha estava de jaqueta de frio, uma jaqueta vermelha e azul, ela estava com uma boneca estilo barbye, uma roupa combinando- eu estou bem - disse a menina - e o senhor - eu só queria saber como vocês estavam - respondeu o pai com o leve sorriso no rosto.
me lembro perfeitamente desse dia cada detalha como se eu tiver-se vendo o filme quadro a quadro e sabendo que as proximas cenas são de aterrorizar por isso fico com medoantes de chegar na proximar cena, como quando você pensa que azarados são essas pessoas que estão nessa cena, lógico estou falando de um filme de terror, chega a parte da cena sangrenta.
uma luz chegou de repente do meu lado, parecia como se um disco voador de repente aparecer-se para você, erá uma cameão bateu no nosso carro e nos jogou para fora da estrada, perdi a consciênciana hora, gostaria de ter ficado em coma.
soube depois que a minha filha e minha mulher morreram, eu nunca gostaria de ouvir essa noticia , hoje estou morando com a minha amiga tentando me adaptar á tudo.
nesse momento estou de camisa social aqul por cima de camisa preta, uma calça jeans não muito arrumada, eu estou usando meias por que ontem eu estava cançado demais para tira-los, eu tenho uma barba por fazer um cabelo cortado mas não todo, a cor do meu cabelo é preto, estou me espreguiçando na cama.
minha amiga tenta me acorda, dá um pequeno empurrãozinho, depois outro apesar disso eu não acordo, ela me chuta e nesse momento que eu acordo.
- que jeito de me acorda - falou tomas com um tom de acordando - por que você não vai pertubar outra pessoa.
me levanta de pouco em pouco apesar que eu não sinta nenhuma vontade de acorda olhar de relance para o relógio erá 9:00 horas da manhã.
- você sabe que você tem que acorda pelo menos uma hora do seu dia- falou a amiga - não quero você na cama o dia inteiro.
- tá bom keila estou acordado - falou o tomas.
tenho o costumede fica dormindo muito porque só nós meu sonhos minha familia está viva as vezes só quero dormir o dia inteiro, a pessoa que eu não quero acorda nesse "inabalavel pesadelo" que é a minha vida.
- você tem que trabalhar, pelo menos um dia - falou a keila - você não pode ficasem escrever nada aliás depois do acidente com sua esposa e filha você não escreve nada,e você tem que a conciência que isso se passou a 10 anos.
Toda vez que ela fala isso, é como se a vida me derce um soco no qual eu não consigo levantar.
- por que você sempre tem que dizer isso - Tomas falou com uma raiva - você não pode tocar em outro assunto.
- vou tentar - falou keila um pouco desanimada - mas voc~e tem que escrever alguma coisa.
Bem a minha profissão é um escritor, por enquanto eu vivo da fama dos outros dois livros "religiões" e a "Banda", mas o problema é que eles são trilogia, e faz é tempo que eu estou devendo para os fãs o "fantas de um outro céu" para poder finalizar de uma vez essa minha trilogia , esse tempo seria uns 10 anos alguns fãz já estão bem chateados comigo, a unica coisa que digo a eles - estou acabando e esta perfeito - isso éuma grande mentira, por que o numero de paginas que eu fiz zero, nem eu sei como eu me aguentaria.
- você vai fazer alguma coisa ou vai ficar enrolando como sempre - falou a keila um pouco animada.
- já estou pensando na primeira pagina - falou a keila.
- eu sei que meus fãz sabe o quanto eu ainda sofro - falou o tom quando ele estava se levantando.
- eu tenho um inicio perfeito para o seu livro tudo começa no fim " seria um otimo inicio - falou a keila.
- eu não gostei - falou ele.
- ei kuandro - falou a keila animada.
- não me chama de Kuandro, eu tenho problemas com esse nome - falou Tomas um pouco irritado.
- comece bem o seu dia - falou a amiga de tomas.
-estou sentindo que tudo vai ser diferente - falou tomas.
Capitulo:2
"o assalto"
Estava passeando na rua vendo sempre as mesmas carás, todas passando por min como se nunca tover-se me visto, eu sí fico com um pequeno sorriso na minha cara.
um homem que estava sem camisa, com uma calça pouco suja, ele é careca um afro-descentente estava me apontando uma faca - me passa a grana ou eu te corto.
minha reação foi nula não tinha um pensamento claro na minha cabeça, estava apavorado estava suando frio - calma Senhor, vou ver se eu tenho alguma coisa.
- olha cara me passa rápido - falou o banido que estava apressado.
- Droga não estou encontrando nada, porque você nãotenta a sorte - falou Tomas tentando fazer com que o bandido fosse para outra pessoa - não estou brincando - falou o bandido com raiva.
nessa hora eu só tinha 10 dolares, fico pensando se dou isso, mas estava querendo comprar as cervejas.
- senhor, me desculpe eu não tenho nada - Tomas falou isso fazendo sinal para ele se acalmar - calma - falou o bandido , e enfiou 2 facadas na barriga de Tomas.
Recebo as facadas na minha barriga, que tragédia, vou morrer assim, e os fãz nem vão saber como é o " fantasma de um outro céu", isso não se espera que aconteça com você ma hora está bem e na outra está lutando pela vida, fico pensando como descepcionei meus fãz, fico muito feliz em saber que eu vou encontrá-los.
Um chute na minha barriga eu sinto, fecha os olhos por um segundoi quando eu abro, estou no meu quarto seguro e bem.
não entendeu eu juro que tinha acordado, juro que sei diferencia uma sonho da realidade e eu estava acordado, juro por deus que estava acordado, como isso pode estar acontecendo.
Fui assaltado, a primeira coisa que eu olho é ver se tudo está no lugar, na verdade eu ainda estava com meu pijama, não entendo está tudo aqui.
- o que foi desta vez você parece agitado eu não entendo o que está acontecendo você ficou maluco - falou a Keila supressa pela reação - você sabe se por a caso eu acabei de acordo - pergunta a Keila confusa.
- é que eu tive um sonho muito real você não entende o quanto real foi - falou ele todo eletrico - você até me acordou do mesma jeito, depois eu sai para comprar a minha cerveja, depois uma pessoa apareceu do nada, eu estava com muito medo, eu não queria entrega o meu dinheiro dai o ladrão me esfaqueou, eu conseguia sentias eu pensava que ia morrer.
- graças a deus que isso foi só o sonho - falou a keila para tranquiliza-lo
- você tem razão mas você não entende o quanto real foi, tipo parece o tão real que estou falando com você agora - Tomas ainda está muito supriendendo o quanto o sonho foi real.
- olha por que você não so para Tomas a sua cerveja e tudo fico tranquilo - a Keila falando calma para tranquilizar o homem assustado.
- está bem eu vou comprar - Tomas falou isso para demonstra o quanto estava calmo.
ainda com o choque que foi esse sonho, não consigo acredita que aquilo foi só um sonho, pego a minha roupa, depois pego o dinheiro que estav em cima da escravinha, saiu para rua ainda com o meu sonho em mente.
vi o Homem do mesmo jeito que estava no meu sonho, não entendo será que já vi ele e não me lembro, ou ve ele me lembro muito bem da aparência dele, o jeito dele me fez imaginar que ele erá um assaltante.
O homem se aproxima de uma pessoa de terno e gravata me aproximo para escutar - olha cara me passa rápido - o bandido falou.
meu deus ele está fazendo a mesma coisa que eu previ no meu sonho, vou para trás dele dou um soco na nuca dele, dei mas de uma vez para garantia, a pessoa caiu no chão, e não estava se levantando.
o homem de terno, chegou perto de min - eu quero lhe agradecer e muito, eu não sei o que poderia ter me acontecido - falou o homem de terno, o homem não sabe mas eu tenho uma boa idéia do que poderia ter ocorrido.
- ainda bem que você estava por perto - o homem ainda falando e muito agradecido.
- Bem já pode parar de me agradecer - falou o Tomas na verdade eu não estava para ouvir nenhum elogio por que eu ainda gostaria de saber o que estava acontecendo.
- eu só fiz o que cada cidadão de fé deveria ter feito - falou o tomas querendo receber só um pouco de fama,
para min isso seria um negocio muito bom nos jornais poderiam colocar escritor salvar pessoa, isso seria muito bom para os negocios.
como eu posso explicar a situação toda para min, eu sei que eu contar para alguém eles não me tachar de louco o que eu vou fazer.
capitulo:03
eu estava no restaurante "queens" um tipico local de restaurante, estava com a minha amiga do meu lado.
- vocçe não vai acreditar o que aconteceu comigo - falou Tomas Kuandro ainda na adrenalina - o que - falou Keila curiosa - hoje eu sonhei com o assalto e quando eu acordei, eu vi o assalto acontecendo disso Tomas Kuandro esperando que a amiga acreditar-se em tudo que ele falou - desculpe meu amigomas não acredito em uma só palavra do que você falou - Keila falou isso por que ela não acredita em nada que seja extráodinario.
- Acredite até para min é dificil de acreditar nisso - disse ele para tenta fazer com que ela entenda o lado dele.
- mas o assalto aconteceu com tigo quando você está na vida real - disse a Keila tentando entender a loucura - bem não - disso Tomas Kuandro sabendo que o objetivo dela erá fazer com ele paresa maluca.
Minha amiga não acredito que milagre existam, se ela não acredita em min, vai ser fácil de entender.
- mas se fosse algo premonitório essa coisa não devia acontecer com você - disse Keila tentando desiludir ele - mas seila, vai ver eu previ algo que aconteceria com uma outra pessoa como se fosse um aviso do céu para fazer com que eu evitar-se o assalto imperdindo que aquela pessoa morrer-se você entende o que eu quero dizer - disse Tomas Kuandro erá uma Loucura tão grande que nem ele mesmo acredita no que disse.
- Você está falando sério - disse Keila fazendo de sinica - ok, você não prescisa acreditar em min disse Tomas Kuandro.
Bem quando eu fico perdido no mundo, só tem um lugar no mundo em que eu me sinto bem na boate "Joana Clint" eu vejo todas essa mulheres semi-nua fico me sentindo como se eu tiver-se no céu.
Quando eu chega aqui eu só espero ver a Susane ela é linda como deve ser um corpo de tirar o folego de qualquer pessoa, ela tem uma tatuagem de escorpião, eu sempre gostei de tatuagem, ela chega perto de min - como meu bem, você está se sentindo - disse Susane Chegando perto de Tomas - hoje eu me sinto muito confusonem queira saber o motivo dessa confusão - disse Tomas tentando afastá-la de confusão que esta a sua mente - se você me pagar bem eu posso fazer com que seu mau - humor desapareça - disse Susane acalmando ele - como eu gosto de você - disse ele - e eu gosto quando você paga, eu sou uma grande fã de você, quando você vai termina o seu livro - disse ela entusiasmado, bem quando eu começar a fazer a historia - disse ele.
- você quer que ele te anime tanto até chegar em ponto de ir para a Céu - falou a Susane passando a mão na minha perna - você sabe direitinho como me mandar para céu que nesse momento estou enchegando o paraíso - eu disse isso sentindo esse enorme prazer que a vida pode me dar.
- você quer ir para o quarto? - disse Susane com um voz graciosa - você sabe qual é a minha resposta - falei isso sem pensar muito - bem então se levanta - falou erla pegando a minha mão e me puxando - você quer dizer levantar em que sentido - ri de min mesmo, ela da um sorriso lindo, inclinando um pouco a cabeça para a esquerda se insinuando para min, eu sempre caiu de amores por esse sorriso.
Ela me lervou para o quarto e de repente todo o quaro estava vermelho, e a Susane tinha sumido - que tipo de brincadeira é essa - falei isso com um despero.
capitulo:04
"o quarto vermelho"
estou preso nesse quarto que eu não vejo nenhuma sáida, tudo que vejo é uma grande parede vermelha, será que ela me drogou, será que eu fiz algum mal para ela, o que foi que eu fiz, esse pensamento me perturba - ONDE ESTOU? - grito com esperança de alguém me ouvir, mas eu fico escutando a minha voz fica ecuando para todo lado, e as vezes com vozes diferentes do que a minha.
Fico dando soco nas paredes dos quartos tentando ver se acontece alguma coisa, e estava as minhas mãos estavam doendo e muito - pai, o que você está fazendo - ouço a voz da minha filha, isso me atinge profundamente, fico com a esperança de ver ela de novo, procuro ela por toda parte - filha onde você esta ? - digo isso com a esperança que ela me escute e responda - pai, venha com a gente - a voz dela de novo eu ficava cada vez mais deprimido por que eu não consigo ver ela.
olho para todos cantos - eu quero ir com você, só me diga como? - falei sem me emporta com as consequências, não estava me importando se para isso seria presciso a morte.
- filha, pare com essa brincadeira e apareça para min, porfavor, estou com muita saldade - estava chorando esperançoso que ela aparecer-se.
ela aparece usando a mesma roupa que usou no dia do acidente, fiquei de joelhos, estava trêmulo com o horrível pensamento de que isso não puder-se ser ela, fosse tudo uma miragem, estava rezando na minha cabeça para que esse sonho não acabar-se nunca - pai estou com saldade - ela falou isso derramando umas lagrimas, corri para o abraço segurei o mais forte que eu podia.
- eu não vou deixar você ir me leve com você até onde você está - estava chorando muito quando falei isso - eu não consigo - quando ela disse isso, eu estava ignorando o fato que ela não consegue - te amo filha - estava de olhos fechados dizendo isso para ela.
a minha menina desapareceu - NÃAAAAAAAAAAAAAO - estava com muita raiva - você não pode fazer isso, NÃO PODE, você não pode tirar ela de min duas vezes, SEU DESGRAÇADO FILHO DA PULTA, NÃO PODE - estava completamente maluco batendo em tudo quando saiu da minha bocas essas palavras - VAAAI PROOO INFERNO - estava quase sem garganta dizendo tudo isso.
as paredes estava derramando sangue - me afogue com esse sangue por favo..o..o - mal conseguia dizer essas palavras estava com pletamente destruido.
uma pessoa formada por esse sangue estava começando a aparecer do nada - é você o desgraçado responsavel por tudo isso - disse isso expressando todo o ódio que estava sentindo - você, é o responsavel por tudo, por sua culpa elas morreram - disse a pessoa de sangue, quando ela falou isso fui para cima dele querendo martá-la, mas o sangue estava em baixo dos meus pés de repente estava segurando meus pés, por causa disso cair no chão - você é o responsavel por todo esse lugar por todo o sangue que está na sua cabeça - quando ela falou isso ainda estava tentando entender tudo que estava acontecendo - eu morri com o assalto esse é pulgatório? - estava sem consiência de nada - sim esse é pulgatório e tudo que está acontecendo é resultado de tudo que você causou - quando ela me disse isso eu estava esclarecido que eu realmente estava morto.
- por favor se eu estou morto, por favor me deixe ver a minha esposa e mulher de novo - falei isso esperançoso esperando que elas aparesam na minha frente de novo.
Quatro versão da Susane apareceu e ela estava dançado ao meu redor, todas estavam peladas, por um momento estava gostando do que estava acontecendo - NÃO ELA, SEU IDIOTA A MINHA ESPOSA - disse isso irritado por que parecia uma grande piada de mal gosto - você não é digno de ver a sua esposa de novo - não estava acreditando no que essa coisa me disse - QUEM É VOCÊ PARA ME DIZER SE EU SO DIGNO DE ALGO OU NÃO - no momento que falei isso todo o meu corpo começou a Doer - essa Susane quando ela apareceu na sua vida - ela estava dizendo isso como se estiver-se me jugando por algo - eu vi ela na minha desperdida de solteiro - falei isso sem entender por que ele mencionou esse assunto - e você só voltou a ver ela quando a sua esposa morreu? - estava entendo o que ele estava dizendo, toda vez que eu me irritava foda com a minha esposa, eu sempre via a Susane as vezes eu pagava para ela transa com migo, isso não acontecia pouco, me sentir autamente culpado - eu errava como todo ser humano eu não sei se você entende isso - falei isso tentando fazer com que ele tenha piedade de min - quem descide se ela quer ver você ou não é ela - quando ele disse isso eu soube que ele com certeza é muito influente por aqui.
tudo desapareceu e eu estava na minha casa, na minha cama com a Susane no meu lado na cama dormindo, o que foi tudo isso, eu não entendo tudo estava tão claro e vívido, o que me drogaram, como, quando, por que estou aqui.
Eu me levantei fui lavar o meu rosto, fico pensando na crueldade que fizeram comigo, colocar a minha filha na minha frente depois tiraram ela de min, molho a minha cara de novo, depois eu percebo que eu estava lavando a minha cara do sangue de repente eu estava naquele maldito quarto vermelho, duas mãos sairam da parede e estavam me enforcando, estava querendo tirar as mãos, mais elas são muito forte - você me disse que eu tinha morrido qual é o motivo disso tudo - se antes estava confuso agora não estava entendendo nada - estou entendendo eu não estou morto isso só é um sonho muito confuso - estava tentando me acalmar.
como que do nada milhares de espelhos apareceram em minha volta estava encostando a minha mão nos espelhos, eles fizeram com que meus pés e minhas mãos ficar-sem presos, via minha imagem em todos os espelhos todas elas diziam - tudo iss é sua culpa - não entendia se o ladrão me martou e esse é o inferno tecnicamente a culpa é do ladrão - do que vocês estão falando - gritei desperado querendo uma resposta - elas estão mortas por que você deixou - uma grande culpa veio a minha cabeça, eu estava dirigindo bem foi aquele caminhão foi ele que causou tudo isso - PAREM COM ISSO - gritei como se isso fosse ajudar alguma coisa, normalmente só piorar ou não dá em nada.
os espelhos estavam apertando como se os espelhos estirver-sem me mordendo, estava gritando de dor, de repente os espelhos estavam com a cara da minha mulher - querido eu te perdo-o - a minha mulher falou isso demonstrando tristeza - eu juro tudo o que eu fiz poderia ter causado a qualquer um que estiver-se dirigindo um carro você tem que entender - não tinha mais certeza de nada eu achei que eu tinha causado aquele acidente - por favor fiquem comigo - falei para aquela imagem no espelho, será que aquilo é mesmo a minha mulher - POR QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO ISSO COMIGO - gritei aos berros isso não estava aguentando fica mais nenhum segundo naquele lugar.
os espelhos me soltam e volto aquele quarto vermelho de novo, e na minha frente estava um homem de espelho, eu estava com muita raiva, o home espelho ficava me socando, cada soco dele duia muito, mas não estava mais ligando fui para cima dele, dando vários soco ele estava na parede e continuava socando, estava liberando toda a minha raiva, estava quebrando todos espelhos do homem espelho, até que finalmente foi destruido por completo - É SÓ ISSO QUE VOCÊ SABE FAZER, ANDAR ME DÁ UM DESAFIO MAIOR - estava berrando isso a minha adrenalina estava a mil - VAMOS FAÇAM MAIS ALGUMA COISA OU SE ACORVADARAM - nem estava me ouvindo mais - VAMOS VEM PARA A BRIGA.
Uma voz começou a aparecer do nada ela dizia – tudo o que você está fazendo é lutando com você mesmo nada demais – essa voz ecoava por todo o quarto ficava sem saber o que fazer, o espelho que eu quebrei de repente estava se formando de novo mas desta vez estava com o meu formato, nós começamos a lutar, ficava trocando socos – isso é inútil, não importa se eu o derrote ele vai se reconstituir – falei o que estava pensando – é essa uma das metáforas desse lugar, para você se ajudar na vida, não basta você só enfrentar você mesmo, por que isso pode ser uma luta interminável – a voz que estava ecoando no quarto falou, a minha imagem desaparece como que do nada – o que é isso uma grande brincadeira – estava falando isso olhando para todos os cantos, uma cara vermelha com o meu formato estava se formando na parede – aposto que a sua mente está confusa nesse momento – falou a tal cara na parede – o que você é uma pessoa enigmática que não fala nada claramente – falei isso frescando com ele – sou apenas o dono desse lugar – quando ela falava isso ficava com ma cara pacífica – o que você é o dono desse purgatório – de novo estava zoando com o cara – sim você pode dizer que eu sou isso – quando ele falou isso não estava entendendo mais nada com nada – você antes me disse que isso é o purgatório – estava tentando entender – isto é somente um quarto vermelho e é o lugar onde tenho o poder, uma das coisas que gosto fazer só por diversão, é deixar a cabeça da pessoa bem confusa – ele estava falando com um sorriso na cara – parabéns você venceu estou confuso- estava já desistindo quando mencionei isso.
- uma pessoa que está verdadeiramente confusa, chega no estado la loucura, quando a pessoa chega nesse estado nem chega a questionar se está louco, meu amigo eu nem comecei com você - ele estava muito calmo quando falou isso - mas o que foi que eu fiz com você para você querer que eu fique louco - estava tentando entender toda a loucura - meu amigo você não é e nunca foi especial, eu sempre escolho um individuo para deixar ele louco, eu não tenho favoritismo por ninguém - quando ele falou isso já estava bem aporado, fiquei batendo na parede - pare com isso seu desgraçado - estava desperado, dizendo isso para ver se ele tnha alguma pena de min, mas pelo que me parece me deixar em paz é a ultima coisa que ele quer, fico pensando se eu mereço estar sofrendo aqui, a sala muda de forma, fica parecido com o polo norte, estava morrendo de frio - você quer me matar - falava isso com a esperança de ouvir uma resposta - pare com isso você está me matando - estava quase chorando quando mencionei isso - VOCÊ NÃO ACHA QUE JÁ É O BASTANTE - gritei, não esperando que ele responder-se de volta, gritei só por que estava afim de gritar.
olho na minha frente um bloco de gelo se formando, estava com o meu formato - não entendo por que algumas coisas daqui ficam parecendo comigo - falei o que estava vindo na minha cabeça.
o desaparece, mas todo o meu corpo estava congelando, o frio erá extramamente insurpotavel, aquela cara vermelha surje da neve.
- você está gostando de ficar aqui.
- estou adorando por que você não me deixa fica aqui mais alguns dias, para min vai ser uma colônia de férias.
- estou gostando do seu sarcasmo, isso está me insentivando cada vez mais brincar com você.
- anda me mostre o melhor que você pode fazer.
- o que eu não vou demonstrar o meu melhor justamente quando eu estou me divertindo e muito vendo você sofrer.
- você não irá conseguir o que quer.
- pelo visto eu já estou conseguindo.
- me faça um favor, VÁ PARA O INFERNO.
- bem eu direi feliz que vai você primeiro.
a cara desaparece e retorno para o quarto vermelho.
- VAMOS DESGRAÇADO COMECE.
não consigo explicar mas de repente estou de novo na boate e eu acabo de entrar no quarto onde normalmente a gente transa.
- onde estou? - falei totalmente desnoteado.
- você está na boate, o que foi não está se sentindo bem?
- aconteceu alguma coisa comigo?
- nada, só estavamos indo para o quarto, só isso.
- é dificíl explicar mas me sentir por um momento que estava em outro lugar.
- sério o que aconteceu?
- é melhor continuarmos, depois eu te explico o que aconteceu.
eu tava querendo evitar o assunto o máximo possível.
capitulo:05
"a ameaça se revela"
depois de que eu me recuperei do choque fiquei mas um tempo na boate e sair, quando eu sair a porta se fechou e só estava ela no quarto, ela ver em um espelho sombra no espelho e nele tinha um chapeu.
- ei o show aqui não é de graça - falou a Susane querendo que a pessoa de lá saia - você me ouviu.
o pé da susane de repente aparece um ferida como se alguem atarca-se ela com uma faca - ok isso não teve graça - diz ela assustada.
Ela fica batendo na porta sem parar estava completamente desperada - segurando SOCORRO - ela grita mais ninguém escuta.
o espelho estava começando a aparecer marcas como se alguém tiver-se arranho ele - ok, eu faço um show para você de graça mais por favor pare com isso - estava chorando quando disse isso.
toda sala ficou escura e lá fora todo mundo escutava gritos de dor, todos tentavam entrar mais erá como se a porta, estava trancada, depois de um tempo quando todos estavam tentando abrir a aporta, ela se abre, e todos vem o corpo a susane esfaqueada.
Estava na minha cama, e não estava querendo sair de lá, eu abria meus olhos mas cada vez que fazia isso sentia um tontura, fechei os olhos tentando dormir, uma coisa que não me sai da cabeça o que foi aquilo, será que eu sair daquele quarto vermelho.
- ei dominhoco, acorda você tem que ver isso - a keila falou isso com um tôm de medo.
- o que foi?
- você tem que ver o jornal.
- você me acordou para ler o jornal, me poupe.
- sério olhar para o jornal.
Eu peguei o jornal li a noticia" morte na boate Joana Clint".
- você não estava lá ontem?
- sim, eu estava.
- parece que uma sptriper com o apelido de "Susane" foi morta ontem.
- meu deus, como aconteceu?
- parece que alguém martou ela a facadas.
- droga, ela erá a minha favorita lá.
- você viu aluém suspeito?
- não - me lembrei do ocorrido - não, eu não vi ninguém suspeito, mas me aconteceu algo muito estranho na boate.
- o que foi?
- eu de repente entrei em um quarto todo vermelho, e parecia que alguém estava me torturando por diverção - eu nem estou acreditando que estou mencionando isso - e uma entidade lá que tinha como objetivo me deixar louco.
- já é segunda vez que você menciona algo estranho acontecendo com você.
- eu não sei mas no que acreditar.
- será que essa coisa está indo atrás de você e por diverção estar matando todos em volta?
- bem ele quer me deixar louco - eu fico pensando será que isso e outra ilusão - bem acho que ele está conseguindo.
- olhe não se preocupe tudo vai ficar bem, eu vou chamar a policia talvez eles te ajudem.
- O QUE, você leu a noticia alguém assasinou alguém a facadas numa boate cheia, com certeza essa pessoa tem meio de entrar e sair de um lugar sem ser visto.
- vamos ter calma por um momento, depois planejamos como vamos resolver isso tudo.
para min isso foi tudo um grande choque, eu tenho certeza de que, aquilo que aconteceu do quarto vermelho tem alguma coisa envolvida.
uma coisa que me ocorreu, se a pessoa do quarto vermelho estava envolvido nisso tudo, por que ele não me matou desde o inicio, espera será que quando eu pensei que fui assaltado, foi na verdade um efeito dessa pessoa, como eu posso investigar isso.
Do que eu estou falando, eu não sou detetive, eu tenho certeza se eu fizer alguma coisa pode piorar tudo, como normalmente acontece nos filmes de terror, será que ele matou ela, mesmo para me provocar, para me deixar na pior, quem pode ser a próxima vitima, por que eu, droga me lembrei que ele escolhe pessoa ao acaso, fiquei na cama, esperando alguma coisa acontecer, mais nada acontece.
Alguém bate na porta - quem é? - falei bem alto - sou eu Rosco - a pessoa responde, eu sei que é um amigo meu, antes de eu descidir me tonar escritor, vou ate a porta, abro ela , e lá estar ele com uma barba por fazer , com uma barriga grande camisa social azul, com um chapel azul, e uma calça jeans - e ai cara, como você está, já encontrou alguma idéia para a sua historia!- falando isso de forma sarcástica.
- por que não vai por inferno.
- bem, eu sair de lá para pergunta a você se você estar afim de tomar uma cerveja?
- eu não estou muito afim.
- sério, você não bebendo deve ser algum problema grave!
- uma garota da boate que eu ia foi morta a que usava o codnome Susane.
- puxa, sério, eu estava só brincando não pensei que fosse tão grave, alguém estar fazendo alguma coisa?
- bem tudo depende do trabalho da policia.
- é eles são "bons" em acharem assasino de estripes, protitas e coisas do gênero nem consiguiram pegar o jack o estripador.
eu ri desse comentário.
- puxa pelo que você me conta, erá com ela que você ia depois de ficar com raiva da sua mulher.
Por que isso sempre vem a tona.
- eu não gosto muito de ser lembrado disso.
- mas é a verdade.
- eu sei, mas não gosto que me lembre disso.
- olha, o unico jeito de te ajuda, é você indo para o bar, não vai adiantar, fica aqui se lamentando do que aconteceu.
- ok, vamos.
Fui para o bar o nome do bar é "bar do Bornes " eu fui lá centei num banco perto do bar, pedi uma cerveja.
- estava prescisando disso.
- não tenha duvida - Rosco falou isso com um sorriso no rosto - problemas a gente não tem como evitar então não adianta fica em casa.
- você estar certo.
Não paro de pensar se ele estar aqui me observando esperando fazer alguma coisa, será que alguém aqui do bar vai morrer.
Uma pessoa entra no bar com orculos escuros, camisa havaina, calça jeans, ficava cumprimentando todo mundo, o cara bate no meu ombro.
- ola eu sou Jonatan, e a minha mulher acabar de ter um bebê, então todas as bebidas por minha conta - disse ele com um sorriso na cara, depois ele repetiu isso bem alto para o bar todo ouvir.
- parabéns, mas você ganhou um filho ou ganhou na loteria.
- parece que você não estar afim de uma cerveja.
- eu estou.
me deu vontade de dizer como eu acho ele com cara de idiota, mas não queria estragar a felicidade dele.
- parabéns pelo seu filho.
eu não gosto muito desse tipo que pensa que é amigo de todo mundo, eu via que ele queria falar com todo mundo.
Depois eu percebo de como fui um idiota, já tenho alguém que pode vim me infernizar, e eu ainda estou querendo criar inimigos.
- o que foi isso? - falou o Rosco preocupado - você não pode ficar dando uma de anti social.
- eu sei, não sei onde eu estava com a cabeça.
- o cara nos oferecendo bebida de graça, e você ainda queria espancar o cara, não é uma coisa boa de se fazer.
- eu já tenho os meus problemas e vem um tipo desse achando que é o meu amigo.
- cara, se o cara oferece cerveja de graça altomaticamente ele é o seu melhor amigo.
- eu sei, bem esquece e vamos tomas as cervejas.
- você está chateado por que foi algo parecido que você fez quando a sua filha nasceu - falou o rosco remechendo como o meu passado - é por causa disso?
- você tem razão no dia eu estava completamente feliz, e pensava que a minha filha sempre iria me deixar asssim.
- e ela sempre vai te deixar é só lembrar dos bons momentos.
- tomara que esse pai seja mais feliz do que eu.
- não se preocupe você vai ter uma outra oportunidade.
nós berbemos muito e voltamos para casa nas 6 da manhã jonatan estava voltando de taxi, ele no taxi estava espandido de felicidade - taxista me leve para a alameda 113 por favor - o taxista não estava respondendo nada.
- você me ouviu - falou jonantan preocupado com que estava acontecendo - vamos me responda.
os sintos amaram ele dentro do carro - você sabe que isso é sequestro - o taxista ainda não respondia, ele só via a parte de trás da cabeça dele, com uma camisa social azul, de repente ele sumiu.
- por favor não me mata - estava ficando desperado.
- eu lhe desejo felicidade - disse a voz no carro.
- por que você estar fazendo isso comigo?
- estou fazendo isso só por que eu posso.
- você vai me matar?
- talvez.
- me deixe sair eu juro que eu não conto para ninguém.
- seu idiota, e se você contar-se quem raios iria acreditar em você.
- me deixe sair - o jonatan já estava chorando.
- continui dizendo isso que talvez um dia você saia.
- eu não fiz nada com você.
- e como você sabe disso você nem sabe quem eu sou?
- eu não sou do tipo que bate nas outras pessoas.
- você sabe que não prescisa bater em uma pessoa para machucar uma pessoa.
- eu sei disso.
- ótimo.
- por favor me deixe ir.
- eu nem comecei a brincar ainda.
os sintos enrolam no pescoço de jonatan, enforcando ele até a morte.
Capitulo:06
“o caminhoneiro”
Estava em um bar lotado uma homem com uma camisa social com listras pretas e vermelhas,estava usando umas calças jeans, é uma pessoa gorda, tinha cabelos grandes e uma barba grande, estava tomando corpos de cerveja, ele estava sentando num banco, que é de uma lanchonete de estrada, - eu odeio ter que tentar trabalhar depois de um gole de cerveja – falou o caminhoneiro, sentou uma pessoa ao lado dele, usava sobretudo preto, luvas prestas, botas pretas, e usava um gorro vermelho para cobrir todo o rosto – não reclame de nada meu amigo, você estar vivo isso é que importa – falou a pessoa de preto.
- eu tenho o direito de falar mal da minha vida, como e quando eu quiser.
- não se iluda meu amigo ninguém vive bem.
uma imagem passava na cabeça do caminhoneiro andando a uma grande velocidade, onde quase tudo estava coberto por uma neblina, ligava a luz o mais alto possível, para tentar ver alguma coisa, o caminhineiro não parava de se lamentar- eu devia saber quando seria a hora de parar.
- por que você estar se matirizando meu amigo.
- por causa que vidas foram destruidas nesse dia.
- por que falar isso?
- por que na estrada eu acertei sem querer um carro e nele tinha uma familia.
- eu sair do carro e estava vendo o carro caido numa ladeira, pegei o meu telefone liguei para uma hambulância, mas para alguns já era tarde demais, só um homem sobreviveu.
- ual, essa pessoa devia estar com muita raiva?
- quando eu estava cameando no corredor, via o homem com uma raiva que estava nos olhos da pessoa, fiquei numa parede sem ele ver ficava dando vários socos na parede para ver se eu me acalmava um pouco, mas essa raiva de min mesmo não passava.
- quando foi que isso aconteceu?
- eu diria por volta de 10 anos, mas tudo parece ultimamente ser tão atual.
- o quem foi que você matou?
- eu matei a filha e a mulher de uma pessoa.
- não se preocupe esse sentimento, já vai acabar.
A pessoa da uma facada na mão do caminhoreiro, ele ficava gritando de dor.
- por que você fez isso?
- eu sou um assasino posso inventar milhares de desculpas para fazer isso, mas isso dependeria se você acha os meus motivos validos.
- você por acaso é maluco!
- bem se você me considera isso, então você pode me chamar de maluco.
- SOCORRO.
- o que você acha que vai acontecer que alguém vai te salvar!
- por que ninguém estar me ouvindo?
Desaparece todas as pessoas do lugar, o caminhoneiro fica de joelhos.
- você é o cara que eu acidentalmente matei a sua familia - falou ele tentando entender toda a situação.
- você não me ouviu eu sou apenas um assasino.
- o que eu faço para você me ajudar.
- se eu realizar-se tudo o que minha vitimas perdem, eu seria m persimo assasino NÃO!
- me mata de uma vez.
- o que justamente quando eu estou me divertindo.
o motorista do ônibus estava completamente apavorado, ele ficou de joelhos esperando que isso faça ele ter algum tipo de piedade.
- pode fica de joelhos só vai ser mais divertido para , min ver essa cena patética.
- eu matei a sua familia é isso?
-PARE DE PENSAR NO MOTIVO, você tem entender que algumas coisas na nossa vida simplesmente não tem motivo para acontececer.
- você só pode ser maluco.
- ao menos eu não estou me humilhando ficando de joelhos.
- por que você simplesmente não me deixa.
- vai começar de novo esse negocio, para eu poupar a sua vida, se você fica sendo um pé no saco eu terei que matar você rápidamente, ou lentamenete dependendo da forma que você me irritar.
- você sempre falar assim?
- sim, por que isso de algum modo deixar você chateado?
- eu diria que sim.
- estou começando a gostar de você.
- vá irritar outro.
o caminhoneiro viu uma faca no chão, e atacou a pessoa pelas costas ele gritar de dor.
- finalmente você parou.
ficou atacando várias vezes, e não parava o sangue estava se espalhando, quando a mão já estava toda suja de sangue, parou.
- por que até agora ninguém apareceu.
a pessoa taca uma facada na perna do caminhoneiro.
- não é muito esperto me atacar de supressa.
o caminhoneiro fica sentindo a dor da facada.
- como você ainda pode estar vivo.
- ninguém pode me deter.
- você estar me dizendo que você nunca vai morrer.
- eu sempre existir depois quando o primeiro ser vivo pisou aqui na terra.
- isso é impossível.
- você ainda é uma criança que fica questionando tudo, e ainda vêm dizer que sabe de tudo, em termos de idade você é uma criança e eu sou um adulto.
- quantos anos você têm?
- parei de contar nos mil.
- você pode me dizer, o seu nome ou isso é muito para se pergunta?
- eu posso escolher responder, mas eu prefiro não.
- você parece uma criança de 10 anos.
- não fique tão mal humarado só por que eu vou te matar.
- estar me parecendo que você não estar querendo me matar.
- por que achás isso?
- do jeito que você enrolando o inévitavel.
- não se preocupe com a sua hora, ela não se atrasára.
- como assim não vai se atrasará?
dois caminhões de carga, os um tem a parte da frente vermelha e o outro a cor é azul.
- bem na hora.
- o que chegou?
- a carona para a sua morte.
- CHEGA VOCÊ É COMPLETAMENTE MALUCO.
- maluco, já me disseram isso tantas vezes, eu acho que eu deveria pesquisar, o significado dele, bem eu tenho todo tempo do mundo, pesquiso depois.
uma mulher de cabelos longos e ruivos, seios grandes, usava um biquini vermelho, e uma calça jeans com as pernas cortadas, o caminhoneiro fica impressionado.
- quem é ela?- perguntou o caminhoneiro.
- ela é a sua carona.
- por que eu pegaria uma carona para a morte.
- eu soube pelo humanos, que eles preferem morrer pelo jeito dela.
- por que os dois caminhões?
- ela mesma os trouxe.
- como ela conseguiu?
- eu consigo mudar a realidade e você se impressiona com isso.
a mulher chega e senta do lado dele.
- vamos - diz a mulher.
- eu prefiro esperar mais um pouco - diz o caminhoneiro.
- você já esperou demais - diz a pessoa.
- olha eu não pressa.
- se demorar mais não vai ser com ela que vai ser a sua morte.
- ok eu vou com ela.
ela vai para ele bem lentamente passando a mão no braço dele, ele olhando para cada detalhe do que ela fazia.
- eu vou te levar e vai ser agora - falou a mulher.
um corpo grande de ceveja apareceu no balcão, ela coloca na boca depois passa para a boca dele, fazendo ele berber cerveja enquanto beija ela.
- aproveite não vai durar muito - falou a pessoa.
ela derramou um pouco de cerveja nela.
- vamos lambar - falou a mulher.
- que sorte! - falou o caminhoneiro.
ele ficou lambendo os peitos dela.
- o que você estar sentindo? - disse ela, encostando a cabeça dele nos peitos.
afastou a cabeça dele.
- muita alegria - disse o caminhoneiro.
- você ainda não viu a alegria.
ela entrega todo o corpo de cerveja para ele, berbe o mais rápido possível, ele pensa que o quanto mais rápido termina cerveja mais ela vai fazer alguma para deixar ele feliz.
- você devia ter aproveitado cada gole, por que esse foi o ultimo - falou a pessoa.
- eu descido se foi o ultimo - falou a mulher.
ela beijou o caminhoneira na boca, o caminhoneiro estava sentindo todo o seu corpo se derreter por dentro como se fosse um gás superquente, ela ficava beijando e segurando ele, enquanto o corpo todo pela parte de dentro derretia, restando só a pele.
- acho que exagerei - falou a mulher.
- você mostrou a verdadeira felicidade que é não ter mais medo da morte.
capitulo:07
"o circulo de amigos"
estavamos na mesa Rosco, keila, eu, Stan, um homem de barba grande, cebelo também grande e pretos, ele usava roupa de hippie, e tinha sapato furados, uma outra pessoa é Jéssica ela usa um cabelo longo e loiros, usava um orculos redondo, uma camisa azul e uma saia, estavamos todos sentados em cadeiras, na casa de Stan, eu conhecia eles antes de conhecer a minha mulher.
O Stan eu estava muito preocupado com a prova estava a pronto de ficar louco, eu sentia que eu ia matar alguém nele, joguei meus livros no chão, o Stan que não tinha cabelos e barbas grandes na época, viu a cena.
- o que foi cara? - disse Stan
- eu tenho provas amanhã, e eu estou indo mal nas provas, eu queria melhorar a minha situação, para que no futuro eu tenha uma boa faculdade.
- começando isso jogando os livros no chão?!
- eu só perdi a cabeça.
- você prescisa se acalmar cara.
- e você acha que eu não sei.
- qual o seu nome?
- meu nome é tomas Kuandro.
- prazer, meu nome é Stan.
- eu gostaria de me acalmar, mas com o pensamento da prova fica cada vez mais difícil, fica calmo.
- quero que você me diga uma pessoa, que conseguiu tudo o que queria só ficando irritado e gritando com todo mund, mas se a pessoa fica totalmente relaxado, também não consegue nada, CARA que bonito o que eu falei.
- você estar drogado?
- eu acho que sim.
- só faltava essa um drogado, me dando conselhos.
- melhor ouvir meus conselhos do que fica todo irritado, e não conseguir nada.
- olha sou contra as drogas.
- não se preocupe as drogas que eu uso não são aquelas que dão grandes problemas, quando você estar no meu estilo de vida, você não tera muito com que se preocupa.
- você é louco.
- será?!
- disso eu tenho duvida.
- então venha ser um louco feliz, ou você prefere ser uma pessoa séria irritada.
ele diz que ele erá um aluno muito disciplinado, só ficava tirando nota 10, ele até ajudava nas atividades da casa, erá um grande orgulhos dos pais dele, mas no momento que ele tirou 5 numa nota de matematica, ele pirou ficou pensando no que fez de errado, ficou olhando a prova várias vezes, ficou estudando e muito para a próxima prova, ele não ajudava mais nas atividas da casa, ele as vezes esquecia de comer, mas quando ultrapassou o limite do que ele podia aguentar, passou 6 meses no hospital, por falta de alimentação, quando tudo estava piorando de novo alguém chegou para ele e falou da maconha, e o que ela fazia com você, aconselhou a ele, é uma forma de se acalmar, ele não passou na prova, mas pelo menos o comportamento dele, não era mais de uma pessoa suícida, quando ele me contou essa historia, pensei se eu ficar-se profundamente irritado com as provas podia acontecer a mesma coisa que aconteceu com ele.
Fui na casa dele, me mostrou a droga eu experimentei, ele me ajudou muito por que foi por isso que eu conheci a minha esposa, estava passeando nos corredores da escola, e entrei na sala errada, me sentei ao lado, dela, ela me falou que eu não erá da sala me perguntou se eu era novo, demorei um tempo para perceber de que eu estava na sala, eu tentei sair de fininho, mas ficava batendo nas cadeiras, um tempo depois ela me encontrou e queria saber o que estava acontecendo, expliquei que eu me droguei antes de ir para a escola, ela riu do que falei, dai continuamos as converças, e foi assim que o nosso amor começou.
depois eu fiquei sabendo um pouco mais sobre a minha mulher, que ela sempre tinha uma identidade falça para tomar cerveja, e as duas loucas amigas delas, á Keila e Jéssica, pelo que ela me contou falou que a jéssica é o que mais se destacava na loucura.
Uma vez a jéssica fez com que a minha esposa, quando elas eram crianças, fez a minha mulher fingir que estava passando mal, enquanto a jéssica entrava na casa, para pegar um dinheiro, para depois ela iram para o Senhor sorverteiro, um homem que passava com o caminhão de sorverte quase todo dia, elas compraram o sorvete, ela apanhou muito quando os pais dela decobriram o que elas fizeram.
Sempre morro de ri com a historia de como ela conheceu a jéssica, ela estava correndo de um cachorro um dorberman de cor preta, mas a jéssica estava correndo em direção a minha esposa, elas duas correram, as duas entraram na casa da minha mulher, a jéssica tira do bolço uma carne, a minha mulher pergunta - onde você arranjou essa carne - a jéssica respondeu - eu tava vendo o cão comer ela, estava com forme, distrair o cachorro e perguei a carne ele deve ter percebido.
- você é sem-teto? - falou a minha esposa perpéxia.
- não, até que a minha familia é bem rica.
- ENTÃO POR QUE VOCÊ PEGOU A CARNE.
- eu já disse eu estava com forme.
a minha esposa falou que estava com vontade de matar a jéssica, por também colocar ela numa situação de vida ou morte, só por que ela estava com forme, a sentiu vontade de expulsar ela de casa para se encontrar com o cão.
- você quer um pouco - falou a jéssica sem jeito.
- meu deus, você só pode ser maluca, não pode haver uma outra explicação.
- de que ?
ela ficou olhando para a jéssica com muita raiva, mas logo a raiva passou quando, o cão estava batendo na porta e latindo, as duas se afastaram da porta.
- existe alguma outra entrada ?- falou a jéssica que estava um pouco mais desesperada.
- tem a saida dos fundos.
as duas foram correndo em direção as portas dos fundos e trancaram todas as portas.
- e as janelas - disse a jéssica com muito medo.
- as janelas são bem altas, é impossível que o cão atraverssar-se a janela.
- você não tem como saber.
- você é impossível.
- sério como eu sou impossível!
a minha mulher, disse que depois que ela tinha saido da casa e o cachorro finalmente se afastou, ela achou que nunca mais iria ver a jéssica, mas ela voltava para a casa da minha esposa, a jéssica queria e muito ser amiga da minha esposa, mas a minha mulher não aguentava a jéssica, ficava sempre evitando ela, se não fosse pela keila, a jéssica nunca seria amiga da minha mulher.
mas isso erá por que a keila nunnca se meteu em nenhum perigo com a jéssica, e a minha mulher sentia muita raiva dela exatamente por causa do problema do cão.
a minha mulher conheceu a keila simplesmente sendo amiga de colégio uma colega de classe, como é o caso como o Rosco, ele também erá o meu colega de classe.
o unico motivo para eu não ficar como Stan, é por causa que Rosco sempre colocava juizo na minha cabeça, o que a minha esposa não viu no dia em que cheguei na sala errada, o pior quando eu cheguei na sala certa, eu entrei na sala certa, mas erá um sacrificio para chegar na minha cadeira, eu ficava esbarrando em todas as cadeiras, quando o professor foi chegar perto de min, infelizmente eu comi ontem uma comida que não me caiu muito bem, quando ele chegou perto, vomitei no sapatos dele, ainda bem que meu pai consegue ser uma pessoa que sabe articular, por que iriam me expulsar por chegar drogado e ainda vomitar no sapato do professor, o meu amigo Stan achou a historia muito engraçada, mas o Rosco como o meu pai ficava gritando comigo por causa disso, assim amernizei nas drogas.
todos nõs tihamos muitas rotinas, mas muitas vezes essas nossas rotinas nos extressavam, nós estavamos pensando o que fazer, não podemos nos extressar, isto não vai ajudar em nada no nosso resultado futuros, nós tinhamos que pensar em uma maneira de aliviar nossos extresses, nós todos não estavamos indo bem, decidimos que todos nós iriamos nos reunir na casa do Stan, fumar um pouco da maconha dele, e ficavamos discurtindo nossos problemas, isso nos ajudou até depois quando terminamos a faculdade.
eu as vezes passava mas tempo na casa do Stan, principalmente quando eu queria ter mais criatividade, mas nem sempre eu ia na casa dele, lógico que quando tivermos nossos filhos, nós continuavamos indo na casa do Stan não deixava a nossa filha ir com a gente e quando ela estava na casa nós não queriamos que a nossa filha descobri-se que a gente se drogava, eu as vezes ficava irritado que por mas que eu quiser-se relaxar, as vezes eu não conseguia relaxar o suficiente por isso as vezes eu ia para a tal boate, eu na mesa, ficava tão envergonhado comigo mesmo, as vezes eu contava a verdade para o Rosco, as vezes eu contava para o Stan mas erá o mesmo que nada, as vezes eu falava no assunto, ele depois de um tempo se esquecia do que erá a conversa, por isso falava com o mais centrado do nosso grupo, nunca falava das traições com a Jéssica e a Keila, eu tinha certeza que na primeira semana ela poderia me tratar como se eu fosse alguma espércie de demonio e depois ela poderia levar tudo menos a sério e isso que me preocupava ela poderia falar como se não fosse nada.
Rosco nos primeiros dias que eu estava traindo a minha mulher, ele obviamente tentava fazer com que eu cairse fora, para não prejudica o meu namoro com a minha mulher, mas eu falava para ele que cada vez que eu entrava naquela boate a minha vida parecia mais fácil, ele me disse uma vez.
- você está brincando?
- por que você estar dizendo isso?
- você tem uma bela esposa uma filha saudavel, e vocês fazem coisas que os outros pais desaprovariam que é o fato de que vocês ainda usam drogas, e isso incluso o fato de que vocês estão criando uma filha, sua vida estar perfeita.
- eu sei mas mesmo com tudo isso a vida parece não estar certo.
- QUANDO VAI ESTAR CERTO.
- EU NÃO SEI.
- você estar esperando algum desastre acontecer nessa sua vida perfeita, MEU DEUS, o que você quer mais, muitas pessoas gostariam de ter a vida que você tem.
- não prescisa me dizer isso outra e outra vez.
- estar parecendo que sim.
- eu não quero que nada de errado aconteça.
- prove que estou errado não vá mais a boate.
na primeira semana eu não fui, mas na outra não resistir a tentação e fui na boate, infelizmente Rosco descobriu, por que ele também estava na boate.
- o que você estar fazendo aqui? - falei isso por curiosidade.
- você me falou tanto desse lugar que me deu vontade de visistar.
- do jeito que você falou comigo parecia que você nunca ia visitar esse lugar.
- mas acontece que ao contrario de você eu não machuco ninguém vindo aqui.
- mas você não devia vim para cá.
- por que você estar dizendo isso?
- eu não sei, OK.
- eu sei seu desgraçado você quer esse lugar só para você o seu paraíso onde você pode fazer tudo sem nenhum tipo de culpa.
- não é isso.
- então me explica.
- eu não sei explicar.
nós conversamos muito naquela noite, depois quando ele via que erá impossível me separar daquela boate, ele as vezes ia comigo, para ver se eu não fazia nenhuma besteira.
e isso é tudo que eu posso dizer esse meu circulo de amizade marluco.
capitulo:8
"uma invasão"
bem como eu falei nós faziamos as reuniões na casa do Stan mas por causa da morte da minha filha eu quase não saia de casa, então eles faziam as reuniões na minha casa, eu não tinha muito do que dizer sobre isso pelo menos isso me deixava um pouco alegre.
na porta do prédio dele, uma senhora, de 70 anos com m argalho vermelho e um vestido largo, que tinham desenhos de flores, ela estava olhando a corréspondência, o assasino estava parado na frente da porta.
- SENHORA VOCÊ PODERIA ME AJUDAR?
- com o que você quer ajuda meu filho?
- para entrar nesse prédio.
- você mora aqui?
- não senhora.
- você conhece alguém aqui?
- conheço.
- então por que não interfona para ele.
- não posso senhora.
- por que não?
- por que a minha visitar é supressa.
- desculpe senhor, mas eu não acho seguro abrir a porta para estranhos.
- estou perdindo com educação senhora.
- mesmo assim.
- se você abrir essa porta para min eu juro que eu não vou te matar.
- o que foi que você falou jovem?
- eu disse que se você abrir essa porta eu não vou te matar.
- eu vou ligar para policia.
- faça como quiser.
ela pega o celular que estava no bolço do argasalho, ela apertava as teclas mas não aparecia nada, ela contiuou apertando fingindo que tudo estava dando certo, a senhora coloca o telefone na orelha.
- policia tem um homem dizendo que vai matar todos no prédio - falou a senhora tentando converser o cara de que ela realmente estava falando.
- quanto tempo vai demorar para eles aparecerem?
- uns 15 minutos.
- nesse tempo eu poderia te matar?
- o que?
nesse momento uma mulher que aparentava ter uns 30 anos com cabelos longos e loiros olhos azuis, uma camisa social azul, e calça jeans, também usava um sobre-tudo marrom, e com uma bolça de couro preta, estava descendo as escadas.
- moça poderia me ajudar? - falou a velha.
um braço aparece na parede, enfiando uma faca no peito, da mulher, ela estava morrendo pouco a pouco até que finalmente morreu.
- por que você fez isso? - disse a velha.
- você perdiu ajuda dela, por que você prescisa da ajuda dela se a policia estar vindo.
- por que você não vai embora?
- não posso ainda tem pessoas nesse prédio que eu pretendo matar.
- SOCORRO.
- todos que vinherem te ajudar vão morrer.
- POR FAVOR, SOCORRO.
- anda atraia todo mundo para cá vou adorar matar todos.
- POR FAVOR ME AJUDEM.
a senhora no momento de desespero estava correndo, subindo as escadas, mas ela escorregou e caiu as escadas quebrando o pé dela.
- por que você correu!
- ME AJUDEM.
A pessoa atraverssou a porta passandoa através dela.
- á eu poderia ter entrado sem a sua ajuda.
- por que você pedia a minha ajuda?
- eu disse que eu não queria matar você, eu lhe dei a chance e você jogou fora.
- por favor não me matar.
ele estava indo calmamente em direção a velha.
- estar vendo aquela jovem.
- sim.
- ela esar como?
- ela estar morta.
- você acha justo que ela morra e você não.
- sim.
- como você é um ser tão egoísta.
ele chega mais perto e chuta a canela da perna dela, quebrando o outro pé dela.
- por que você estar fazendo isso comigo?
- SIMPLES POR QUE É DIVERTIDO.
chega mais perto dos braços pisa na duas mãos dela, quebrando elas, a velha estava gritando de dor.
- mas será impossível que nínguem vem ajudar a pobre velhinha, meu deus você deve ter irritado um bocado de pessoa.
- o que?
- você acaba de mostrar que você é uma inútil.
- por que?
- você era serveria para atrair mas pessoas para cá como nínguem estar vindo, só mostra que você é uma inútil.
- o que?
ele chega perto dela, pega a faca e corta a garganta dela, ela demorar um pouco para morrer, estava argonizando de dor.
- agora você entendeu?!
estava passando perto da porta da geladeira, quando ouvir arranhados na porta.
- algum de vocês estar na minha porta.
a jéssica chega no local onde eu estava.
- o que você falou?
- eu disse algum de vocês estar arrando a porta.
a jéssica deu uma risada.
- não cara.
- mas eu juro que eu ouvir algo na porta.
- você estar louco, cara.
fui olhar o que estava na porta, vi 4 aranhões, não só na minha porta, mas em todas as portas, do meu corredor.
- estranho.
- o que foi?
- alguém arranhou as portas.
- devem ser algumas crianças cara.
- deve ser.
eu sair um pouco de casa, para ver se tinha alguma criança perto, um casal abre a porta eles são os Shong eles são um casal bem estranho eles namoram desde de 5 série, quando um deles repertem um ano a pessoa que progrediu fica esperando a pessoa finalmente passar de ano, isto foi até a faculdade, um casa caucarsiano, cabelos curtos os dois, e tem cabelos pretos, os dois usam calças brancas e camisa social branca, sempre quando eu chego bêbado em casa, eles vão para a minha casa depois, tentando me dar algum conselho espiritual, eu os odeio e muito, e não sei por que eles me convidão para jantar, quase todo dia, mesmo nos meus dias ruins eu sempre digo não, mas eventualmente acabei descobrindo que eles são meus fãs, mas como eu gostaria de matar-los por serem chatos, eu sei que eles são médicos, mas mesmo se eu passar-se mal na minha casa, eu nunca perdiria a ajuda deles, eu prefiria morrer do que seja lá do que for.
- o que foi aconteceu? - falou o senhor Shong.
eu queria responder com seriedade nessa mas como eu estava drogado.
- do que você estar falando?
depois que falei issso eu dei uma risada.
- você fez isso.
-eu juro que não - não parava de dar risada.
cada vez mais que eu tentava falar sobre o assunto mais parecia que eu é quem tinha causado os arranhões na porta, mas é muito dificíl falar sério quando esta drogado, o pior é os outros pensarem que você fez algo errado, se você fica drogado, e todos em volta não estão e o lugar estar uma bagunça a culpa vai na pessoa que parece drogada.
- não tem graça isso que você fez. - falou o senhor Shong.
- é isso que você dá de exemplo por seus fãs - falou a senhora shong.
- eu estou falando sério não fui eu - ainda dando risada.
- então fale sério com a gente - falou o senhor Shong.
- acredite ou ou... - esqueci.
- é dá para ver que não foi você, O SENHOR SALVE ESSA POBRE ALMA - falou a senhora Shong.
- por que faz isso com você? - falou o senhor Shong.
A pessoa não causa mal consigo mesmo se não é por causa que pode causar algum bem, mesmo parecendo o oposto para todos, sinseramente o que ele esperar que eu responda, eu conseguiria responder tudo isso como eu sitei para ele se eu não tiver-se chapado louco.
- é que...- morrendo de ri.
- PARE COM ISSO, ISSO NÃO TEM GRAÇA - falou a senhora Shong.
quando eu estava tentando ficar sério, eu vi a porta deles se fechando mas antes disso eu vi eles sendo sugados para dentro da casa, eu corri até a porta deles.
- VOCÊS ESTÃO BEM?
fiquei batendo na porta feito um desesperado, eu nem cheguei a pensar o quanto a morte deles pelo menos nos livrariam de dois chatos, mas quando você ver essa situação de morte, você altamaticamente, esquece todas as diferenças, fiquei batendo na porta.
- Tem alguém ai?
- ME AJUDA - gritou a senhora Shong.
eu estava chutando a porta.
- DROGA.
não estava conseguindo abrir a porta, ficava chutando a porta, mas parecia que estava chutando uma parede, por que não causava nenhum efeito.
- VAMOS PORTA ABRAR.
eu consigo escutar mais gritos até que os gritos pararam e eu estava vendo uma pouça de sangue saindo por de baixo da porta.
- MEU DEUS.
capitulo:9
"a garota"
uma garota que estava usando uma camisola preta, ela tinha cabelos longos e pretos, que aparentava ter uns 22 anos, estava numa cama de solteiro, estava com o lençol de cor verde, que estava cobrindo todo o corpo, o relógio despertou as 6.
mas um dia que eu tenho que me levantar e enfrentar o meu dia de uma adolêcente, que estar para ir para a faculdade de letras, me sento na cama, olho pela janela, vejo o clima ensolarado, que pena eu queria que fosse dia de neve ou de chuva, não tenho nenhuma coragem de me levantar, me deito na cama.
uma mulher de cabelos longos e loiros e usava uma camisa decotada, azul, e uma saia preta.
- vamos amiga levanta - falou a loira.
- não Syndi - disse a morena.
a Syndi ficava sacundindo a garota para ver se ela conseguiria ter algum animo.
- vamos pare de parecer uma garota deprimente.
- eu não sou do tipo deprimente mas de repente essa cama estar parecendo mais marsia.
- não seja preguiçosa e levantar.
- você que é modelo não sabe como lá na faculdade é puxado.
- a nossa vida também não é uma féria.
- eu sei.
a garota estava se levantando, estava indo passar água na cara.
- aliás por que você acordou cêdo?
- vai ter um desfile hoje de manhã.
- pode ir, eu fico aqui depois eu vou para a facul.
- eu sei que acordei você ir para a facul mas você poderia ir para o meu desfile.
- vai ter bêbida.
- sim, amiga.
- bem de opções eu tenho a minha chata aula de faculdade, ou o seu desfile, que lá eu aposto que vai ter um bocado de gatinhos.
- eu acho que você já fez a sua escolha.
- deixa eu só pega o meu animo.
- ainda não estar animada?
- eu acordei muito cêdo, nunca estou animada.
- bem dizem que "deus ajuda que cêdo madrugada".
- eu acho que ele devia mudar essas regras.
- como você é engraçada.
a garota estava se arrumando colocou um short jeans, daqueles apertados e uma camiseta decotada preta, estava colocando o perfume e a maquiagem, ficou um tempo parada em frente ao espelho, fechou os olhos deu uma respirada, depois saiu.
- estar pronta amiga.
- vamos logo, que eu quero uma festa para agora.
as duas desceram e foram de taxi para o desfile, o pauco era todo branco bem iluminado, um passarela normal, com muitas cadeiras em volta, quando estavam chegando no local a garota olhou para fora.
- estar cheio aqui!
- não se preocupe isso vai encher mais tarde.
- eu espero.
- não vai me desejar boa sorte.
- o que?
- eu disse não vai me desejar boa sorte.
- á, boa sorte - elas se abraçaram.
- muito obrigada.
- de nada.
quando a garota chegou no local, saiu do taxi, ela ficou espantada o quanto esse local erá grande, ficou olhando os trabalhadores que estava lá o céu claro, que deixava a visão perfeita.
- estou indo - falou a Syndi.
- tudo bem.
ela estava andando no local, uma mulher com camisa formal preta e uma saia preta, e estava segurando uma prancheta, e tinha o cavelo enrolado, salto alto preto, chegou perto da garota.
- qual é sua função? - falou a mulher.
- visitante.
- posso ver seu passe de visitante?
- sou amiga da Syndi, ela é uma das modelos.
- certo.
a mulher continou andando, um cara com camisa social preta, cabelos curto e pretos e calça jeans, estava se apróximando da garota.
- o que ela estava querendo? - falou o cara.
- ela estava me perguntando o que eu estava fazendo aqui.
- certo.
- e o senhor?
- eu sou um dos modelos que estar trabalhando aqui.
- você é amigo da Syndi.
- ela trabalhou com a gente, em alguns desfiles, mas eu não diria que a gente é amigo por que a gente mal se converça.
- você estar muito ocupado?
- na verdade não, estou só esperando tudo começar, eu já sei o que eu devo fazer.
- a quanto tempo você faz isso?
- eu diria dez de os 18.
- jura eu poderia jurar que poderia ser mais cedo.
ele dar uma pequena rizada.
- eu antes dos 18 não tinha porte para ficar dando uma de modelo.
- por que você diz isso?
- eu erá gordão na época.
- mesmo.
- eu erá uma baleia.
- vendo você agora eu acho difícil de imaginar.
- algumas me dizem isso.
- como foi que você ficou assim magro.
- com muito exércicio.
- foi fácil?
- na verdade foi uma das coisas mais dificieis que eu já fiz cada dia que passava parecia um grande tormento, eu não podia comer o que eu mais gostava.
- como você conseguiu ficar magro?
-de inicio eu tentei mas só conseguir ficar magro quando eu traumatizei, um amigo que erá mas gordo que eu e ele sofreu de uma doênça grave que tinha haver com esse fator, infelizmente ele morreu, uma das ultimas palavras que ele falou para min foram"não tenho o meu destino".
- uau.
- é.
- deve ter sido pesado essa barra.
- mas eu enfrentei.
- e venceu.
- pelo que você estar vendo.
- como você caiu nessa.
- você esperar que eu conte toda a historia da minha vida para você, e eu mal conheço você.
- bem se você quiser pode também me conhecer melhor.
ela chega perto dele, e ele fica com um sorrizinho.
- você sempre vêm para esses eventos?
- de vez em quando.
- o que você faz da vida?
- bem por enquanto eu estou fazendo faculdade.
- de que?
- letras.
- prentende ser escritora?
- sim.
- de quer expecificamente, vai escrever roteiros de filmes, séries...
- eu por enquanto vou fica em livros.
- legal.
o tempo estava passando os dois estavam jogando conversa fora, a muher chega para ele.
- os convidados estão chegando, vá para o seu ponto.
depois ela continuou andando.
- bem pelo visto vou ter que trabalhar.
- parece que sim.
- se você quiser depois do trabalho podemos fazer...você sabe.
- estou gostando de você.
ele estava andando estavam colocando as roupas nele, a Syndi se aproxima do cara.
- ola Billy.
- ola Syndi.
- tenho visto que você tem falado com a minha amiga.
- sim, por que?
- o que você estar pretendendo?
- por que estar me perguntando isso?
- só quero proteger a minha amiga.
- eu acho que ela sabe se defender.
- ela sabe, mas é que você não sabe o que ela passa.
- o que?
- sabe o nome dela?
- não.
- nome dela é Cassidý Kuandro filha do escritor Tomas kuadro.
capitulo:10
"o grande Show"
depois que eu tentei salvar o shong, eu vi os corpos deles todos deperdaçados, chamei a policia, eu contei tudo que aconteceu, ainda bem quando a policia chegou o efeito da droga passou, por que iria pegar muito mal para o nosso lado.
a policia veio na minha casa, me perguntando sobre tudo que aconteceu, expliquei tudo que eu tinha visto por mais que ele não acreditar-se, mas depois ele me fala de mais duas pessoas que morreram uma pessoa que eu tinha brigado em um bar e o caminhoneiro que tinha batido no meu carro, ele achou que eu é quem estava matando essas pessoas.
eu pensava depois daquele assalto, é que aquele assasino começou a matar, será que fui eu que criei esse assasino, será que eu estou matando as pessoas só que eu não estou percebendo, devo ter ficado louco desde o momento em que entrei naquele quarto vermelho, e com a minha loucura todos em volta estão morrendo.
Hoje eu vejo a minha amiga Keila penso se existe a possíbilidade de eu sem querer poder matar-la, isso estava me assustando cada vez mas.
não sei qual possibilidade para min estar sendo a mais assustadora, que eu seja um assasíno, ou que eu esteja louco, a razão é uma das coisas que eu mas prezo na vida, se eu peder completamente a razão, não sei o que poderar acontecer comigo, quero muito ter o meu controle e da minha mente, tomara que das possíbilidas, tomara que não seja que eu fiquei louco.
estava na minha cama olhando para cima, a keila estava na minha porta olhando para min.
- a quanto tempo você não dorme? - falou a Keila.
- eu não sei dizer.
- eu acho que já tem uns 3 dias você parece bem cançado, você devia dormir.
- você não ouviu as noticias além dos asssasinatos que estão ligados a min, mataram mais algumas pessoas no nosso prédio.
- eu sei a moça e mas uma velha pobres coitadas.
- concerteza o assasino estar atrás de min.
- olha não pira.
- como você pode dizer isso, estar bem claro que ele estar atrás de min.
- desde quando você estar com mania de perseguisão.
- não é mania de perseguição é a mais pura verdade.
- olha você pode me fazer um favor?
- qual seria?
- vai dormir.
- eu estou bem.
- NÃO, me desculpe mas você não estar bem seria melhor você ir dormir, por que fica muito tempo acordado não estar fazendo nenhum bem para você.
Tento discurti isso por mais uma hora, até que finalmente eu vou dormir, mas não por que eu queria, eu ia pegar um corpo de água, e a Keila foi pegar o meu corpo de água, não sabia que ela tinha colocado calmante na minha casa, no dia depois eu fui discurti com ela.
Do que adiantava se ela estava certa, eu estava errado em querer discurti isso, se eu continuar-se desse jeito concerteza, me tornaria aquilo que estava tentando evitar, num louco, conseguir domir mais alguns dias, quando tudo se tranquilizou eu parei de contar os dias.
Stan veio a minha casa, sentou numa cadeira e mostrou dois engreços.
- do que são esses engreços? - perguntei a ele.
- é de um show de Rock que vai ter.
- qual seria a banda?
- os vargais.
- quem mais vai?
- eu não sei muito bem por isso estou perguntando a vocês, estes dois engreços são seu e dá Keila, e ai vocês vão?
dois, isso que eu digo que é ser muito confiante, depois das coisas que eu passei nessas semanas, você esperar que eu tenha energia para ir á um Show?
- você estar me perguntando ou afirmando?
- estou perguntando.
- á, cara, se vocês não foram eu simplesmente vendo esses engreços para outras pessoas, mas com toda essa converça você vai?
- eu vou só queria argumentar isso.
- e a Keila você acha que ela vai?
- eu não sei.
- KEILA VOCÊ VAI POR SHOW DE ROCK?
fiquei um pouco irritado, do fato dele ter simplesmente gritado, ele nem se deu o trabalho, de se levantar.
- VAI TODA A GALERA ? - perguntou a Keila gritando.
- ESTOU CONFIRMANDO COM TODO MUNDO ISSO.
- TÁ CERTO, EU VOU.
- CERTO TOU COM O SEU ENGREÇO AQUI.
- TÁ CERTO, MAS QUE HORAS VAI SER O SHOW?
- VAI SER UMAS 10 DA NOITE.
- LEGAL.
- VOCÊS PODEM PARAR DE GRITAR - eu falei irritado por toda a gritaria que estava rolando nessa casa, está insurpotavel.
- ME DESCULPE! - gritou a Keila.
- MUITO ENGRAÇADO - demorei um pouco para entender a burrada que eu tinha feito.
a keila chega na sala cumprimenta o Stan.
- já falou com a jéssica e o Rosco? - falou a Keila.
- sim eu falei.
- o que foi que eles disseram?
- sobre o que?
- SOBRE O SHORW.
- PARA A GRITARIA - estava irritado o grito saiu sem querer.
- sim eles vão por show.
- certo - disse a Keila.
Rosco chegou com o carro, e ele já estava junto com a jéssica, eles subiram nós conversamos um pouco mais depois de que todo mundo estava preparado para ir.
- vamos ? - disse a keila querendo saber se todo mundo já estava preparado.
Todos estavam prontos, formos até o carro, e formos até o show.
- nervoso? - disse a Keila se referindo a min.
- não, apesar se fazer alguns anos de que eu não vou para um show de rock.
- aposto que você vai gostar.
- se eu achar-se que não ia gostar eu nem iria.
ela bateu no meu braço, não para machucar, mas como tôm de brincadeira.
- será que eu poderei subir no palco - falou a Jéssica.
- não sei mas se prescisar de ajuda - falou o Stan.
- sei não pode estar muito lotado - falou o Rosco.
- nós ajudariamos de qualquer jeito - falou a Keila.
- pode contar com a gente menos com o Rosco - eu disse isso.
- muito obrigada galera - disse a jéssica.
- de nada - falou o Stan.
estavamos chegando no Show, o estacionamento estava lotado, nós todos estavamos desesperados em saber onde tinha uma vaga, cada um olhava para um lado, tinha uma varga bem perto de onde estamos.
- olhe uma vaga ali - apontei para o local.
O Rosco estava indo com cuidado, mas outro carro pegou a nossa varga.
- VOCÊ SÓ PODE ESTAR BRINCANDO - falei pulto com o Rosco.
- eu não tenho culpa se essa pessoa não sabe respeitar uma pessoa se ela estar querendo pegar uma varga, eu não vou fazer que nem essa pessoa. - O Rosco falou isso para tentar se explicar.
- muita calma nessa hora - Stan tentando acalmar os animos.
demorou um pouco mas finalmente encontramos a varga, eu sair do carro beijei o Chão.
- GRAÇAS A DEUS - fiz isso implicando com o Rosco, que ele demorava uma eternidade para estacionar o carro.
- ei não é tão fácil estacionar - o Rosco tentando arrumar uma desculpa.
- pareceu fácil para os outros que estavam tormando a nossas vargas.
- me desculpe se eu sou educado ao contrário deles.
- CALMA PESSOAL - gritou a jéssica.
nos acalmamos por um tempo.
- VAMOS POR SHOW - falou o Stan indo em direção ao show.
entramos no show e a musica esta tocando a musica é pesada no início e depois diminui, várias musicas estavamos todos enlouquecidos.
- deixa eu subir no seu ombro? - ela tinha falado comigo.
- pode.
ela subiu no meu ombro ela ficava gritando, antes disso tinhamos berbidos umas cervejas, e isso somado o fato de que estavamos gostando das musicas, ela sobe e fica sentada, nele ela tira a blusa e fica girando ela.
- OLHA AQUI, PARA VOCÊS - ela não estava lúcida nesse momento.
todo mundo estava se divertindo.
- posso subir no seu ombro? - falou a jéssica para o Stan.
- claro.
quando ela subiu no ombro do Stan, estava fazendo a mesma coisa que a Keila, o Rosco que podia olhar para as duas, por que a gente não conseguia olhar para cima, estava se divertindo, vendo as duas se divertindo.
- TOU ADORANDO ESSE SHOW - falou o Rosco, que estava muito feliz da vida.
- que desgraçado sortudo, ele pode ver as duas direitinho - reclamei em silêncio, por que eu queria e muito estar no lugar dele.
depois de muitas horas, de show, estavamos todos cançados e formos para um lugar que não tinha muita gente, a jéssica e a Keila colocaram as blusas de volta, eu me sentei no chão.
- eu mal me aguento em pé - esse quem disse foi de tão cançado que estava.
- eu tenho que dizer que meu ombro estar doendo um pouco - Stan falou isso.
- me desculpe ficar tanto tempo no seu ombro - ela falou isso abraçando o Stan.
- tudo bem. - falou o Stan com uma felicidade estampada na cara.
o Rosco estava completamente ligado, estava muito feliz.
- mal posso esperar um próximo show - falou o Rosco com um sorriso.
- ei - keila falou para min.
- o que foi?
- tem uma garota olhando para você.
- estou com alguma coisa me marcando que seja razão de vergonha.
- não.
O Tomas Kuandro olhou para a garota, erá a Cassidý Kuandro na sua fase atual, ele ficou olhando, e pensando será que ela é a minha filha.
capitulo:11
"a grande conexão"
A Cassidy acorda, ele estava pelada de baixo dos lençois com o Bily, ela acordou meio desorientada, o Bily ver o jeito que ela acorda, estava com lágrimas nos olhos.
- o que foi meu bem? - falou o Bily preocupado.
- eu tive um sonho muito estranho.
- que tipo de sonho?
- eu estava vendo o meu pai, e eu no sonho, estava na idade que aconteceu o tal acidente, e eu vi o meu pai numa especie de quarto vermelho, ele estava batendo nas paredes e eu dissepai, "o que você está fazendo", ele ficava dizendo "filha onde você esta ? " até que nos encontramos nesse sonho, depois acordo.
- ual, que sonho esse.
- mas...
- o que?
- não me parecia ser um sonho.
- do que você estar falando?
- eu sei que eu REALMENTE encontrei ele.
- o que nesse sonho?!
- eu não sei explicar.
- você não entende, é como se ele realmente estiver-se lar comigo.
- eu pensava que com 10 anos depois do acidente, você não ficaria tão esperançosa de ver ele.
- ultimamente eu nem estava pensando no meu pai.
- pelo que eu sei você ainda pensa.
- do que você estar falando?
- você ler todo dia, você ver os livros do seu pai quase todo dia, querendo ser igual á ele.
ela se encosta nele.
- eu quero e muito terminar a trilogia dele.
- você não quer passar toda a sua vida dependendo, de dar o fim na trilogia do seu pai.
- eu não quero só terminar, mas eu quero que seja digino do trabalho dele.
- diga que pelo menos você vai fazer uma obra sua?
- lógico que eu vou.
- ainda bem.
- mas primeiro eu tenho que acabar com esse "fantasmas de um outro céu".
- por que o título se chama assim?
- eu ainda não sei.
na tarde eu não queria falar com ninguém, sobre o que aconteceu, achava que se eu fosse explicar para alguém, a unica conclusão que chegariamos, é de que possívelmente eu estava maluca, fui para a faculdade, não estava prestando atenção na aula, bem que eu estava tentando, mas não estava consguindo.
Chegando na minha casa, eu vejo a minha amiga Sindy, comendo uma parte da pizza.
- ola amiga, como foi o seu encontro com o Bily ontem?
- foi muito bem.
- eu imagino, que bem demais.
- PARAR, como você é malvada!
- será que ele achou a mesma coisa de você?!
- bem o nosso encontro no restaurante ocorreu, tudo bem, eu falei tudo que estava com vontade falar, quando me desencotrei com ele naquele desfile de modelos, que aliás você estava fabulosa...
- obrigada, continui.
- ficarmos conversando direto, achei ele uma pessoa interesante, subimos nos falarmos um pouco mais até que aconteceu.
- você facilitou para ele?
- lógico que não - pensando bem eu acho que fui fácil.
- mas na verdade estava querendo falar de outra coisa se você não se importa.
- sim, do que vamos falar?
- o que aconteceu com você que o Bily, ligou para cá preocupado?
- á, isso.
- o que foi que aconteceu, ele fez alguma coisa com você?
- não, não foi nada disso.
- mas o que aconteceu.
- eu tive, um sonho ou alguma coisa parecida, que eu me encontrei com o meu pai, eu sentir uma verdadeira ligação, tive a impressão de que não erá só um sonho.
- o que você estar me dizendo enquanto você dormia, você se comunicou com ele?
- eu acho que sim.
- você não acha que isso aconteceu de verdade.
- eu sei que foi real.
- você tem como provar?
- não infelizmente não.
- então amiga, acho melhor isso não sair daqui.
depois de algumas semanas eu parei de falar sobre esse assunto, não estava querendo assustar mais ninguém, elas poderiam pensar que eu enlouquecir de vez, uma coisa que erá do meu pai mas tambem erá uma preocupação minha, erá a minha razão, depois dessas semanas me conformei que erá impossível, entrar em contato com o meu pai, por que simplesmente nesse mundo tem coisa que são realmente impossíveis de acontecer.
numa noite quando eu fui dormir, sonho que estou em Show de Rock, de uma banda, conseguir ver que banda erá, o nome é VARGAS.
Estranho, essa é uma das bandas favoritas do meu pai, a banda acabou 2 anos depois, do acidente que ocorreu com a gente, eu me lembro que eu não gostava dessa banda, fiquei feliz quando a banda acabou, fico um pouco, depois de um tempo esse show acaba eu penso FINALMENTE, todos estavam indo descançar.
fico pensando por que eu estaria sonhando com esse show, depois de um tempo eu vejo o meu pai junto com os amigos.
fico olhando para ele sem parar, como isso pode estar acontecendo será que eu estou na realidade dele, fico olhando para, ele, a mulher fala por meu pai e ele olha para min, isso não pode estar acontecendo de novo, será que isso é real ou não, será a mesma coisa que eu tive algumas semanas atrás, será que eu falo com ele ou não, não quero falças esperanças de novo, por que isso estar acontecendo, não quero sofrer de novo, como eu posso parar isso.
o mai se aproxima de min eu fico sem reação.
- INCRÍVEL, você parece e muito a minha filha - falou o meu pai.
- o que?
- você parece e muito a minha filha, infelizmente ela morreu no acidente com o caminhão.
- mas eu não morri.
- o que você falou?
- eu não morri no acidente, do caminhão.
- você me sacaneando?
- não pai, eu estou viva e bem.
- espera aí você estar me dizendo, que você é a minha filha.
- sim, pai não me reconhece?
- pare de brincadeira ela morreu quando tinha 12 anos.
- não pai você estar enganado.
- não pode se você - ele estava com lagrimas nos olhos.
- mas sou eu.
- como?
- eu não sei explicar, só para eu ter certeza se tudo isso é realidade ou não, me conte uma coisa que eu não saiba.
- na primeira vez que eu encontrei a sua mãe foi numa sala de aula de e eu estava muito drogado, entrei na sala da sua mãe, mas eu não estava estudando na sala dela.
- certo.
- mas como eu vou saber se você é real.
- bem lembrar que...
acordei bem nessa hora com o maldito despertador, uma coisa estava na minha cabeça naquela hora.
- NÃAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOO.
fiquei batendo na cama, de raiva que eu estava, a Sindy viu a minha situação.
- o que aconteceu amiga?
- aconteceu de novo.
- o que?
- eu me encontrei com o meu pai.
- de novo não, você mesmo se convenceu, de que erá impossível, vocês se comunicarem dessa forma, agora você já mudou de idéia.
- eu sei que depois de um tempo eu achei, que não era nada, mas agora estou convencida que é alguma coisa, eu sei que é.
- pelo amor de deus não venha com essa historinha de novo.
- eu acho que pelo menos posso provar essa.
- como você pode provar?
- simples eu só tenho que me encontrar com a minha mãe.
- você tem certeza quer fazer isso.
- nunca tive tanta certeza na minha vida.
liguei para a minha mãe, ela estava morando com a amiga dela a Keila, fui para a casa dela, a minha mãe ainda não sabe o motivo da minha visita, a minha amiga veio com migo só para me dar forças, caso eu prove de que eu estava certa, nós todas centamos no sofá.
- ola, mãe como vai?
- faz tempo que você não me visita - disse a minha mãe.
- mãe posso lhe fazer uma pergunta?
- claro filha.
- como você e meu pai se conheceram?
- bem eu conheci o seu pai, ele erá um aluno da minha sala, e eu achava ele um gatinho, depois de um tempo, ele veio falar comigo, dai nos conversamos e percebemos, que estavamos apaixonados, foi assim que eu conheci ele.
- á que gracinha! - falou a Sindy.
- engraçado, eu pensava que erá por que o meu pai estava drogado, que entrou na sala errada, e nesse momento você conheceu ele.
a minha mãe fica supressa por eu conhecer isso.
- isto é verdade, quem te contou?
- meu pai.
- mas você teria ao menos 12 anos na época, ele nunca contaria, essa historia para uma criança principalmente para a própria filha.
- mas ele não me contou quando eu erá criança.
- então quando?
- agora.
minha mãe fica em estado de choque.
capitulo:12
"o choque do encontro"
Eu estava andando sem acreditar no que estava acontecendo, eu acabo de ver a minha filha adolecênte, como isso é possível, fico andando que nem um aborbado, tinha mas coisas que eu gostaria de pergunta á ela, queria saber como estaria a mãe dela, a Keila ver o meu estado.
- o que foi ela te rejeitou? - disse a Keila achando que ela fosse qualquer uma.
- ela disse que é a minha filha.
- o que? foi de algumas das viagens que você fez, eu não sabia que você transava com algumas de suas fãs.
- não é nada disso.
- então como é?
- ela disse que é a minha filha a Cassidy.
- O QUE?
- ela me disse que erá a Cassidy.
- mas você mesmo viu o corpo delas no necrotério.
- eu sei.
- então como pode ser.
- disso eu não sei.
- você sabe que não pode ser a sua filha.
- eu queria alguma prova, de que ela realmente a minha filha, mas houve uma outra coisa estranha.
- o que?
- ela também tinha duvida sobre min, ela queria alguma prova.
- você estar me dizendo que os dois existem, mas duvidam da existência do outro?
- basicamente isso?
- mas como ?
- quando ela me disse que estava viva eu pensava que ela poderia me fonecer alguma explicação do que estar havendo.
- que loucura.
- isso não estar parecendo obra daquela pessoa.
- que pessoa ?
- uma vez eu estava em um quarto vermelho, e lá tinha uma pessoa que estava me torturando, o estranho é que depois daquilo a onda de assasinatos começou a acontecer.
- você tem certeza disso.
- tenho.
- esse cara devia ter algum gás que fica lançando nas pessoas, lançando as ilusões e matando as pessoas que estão no efeito.
- seja o que for começou na boate.
- ou começou pelo nosso apartamento.
- do que você estar falando?
- pelo aquele sonho, que você teve que te deixou confuso.
- mas não paro de pensar na hipotese que ele estar me perseguindo.
- por que? o que você tem de importante?
- tirando o fato de eu ser um escritor?
- você me dizendo que pode ser algum fã maluco que estar te perseguindo?
- sempre pode existir essa possíbilidade.
- tem razão mas nada imperde.
- vamos para casa, ou ficar aqui mas, para uma outra banda?
- você sabe que para uma noite valer a pena, a festa tem que durar até o dia amanhecer.
- é eu sei, eu conto por pessoal que aconteceu?
- você prefere explicar algo que você nem sabe direito o que aconteceu?
- tem razão é melhor não.
- vamos.
a jéssica ver os dois se juntando ao grupo.
- eu vi você indo em direção ao uma garota deu certo? - falou a jéssica curiosa.
- não, ela tinha namorado.
- mas a Keila disse que ela estava olhando para você.
- ela erá uma fã.
ficamos no local esperando o próximo show, que estava para acontecer, fico na minha cabeça viajando, será que isso erá um efeito daquele cara, será que ele estar aqui, será que essas pessoas estão em perigo, fico olhando em volta, com essa teoria em mente chego perto da Keila.
- e se que eu vi foi uma ilusão.
- sim, e...- falou a Keila escutando o que eu tenho a dizer.
- será que ele estar aqui?
- bem até agora nada aconteceu.
- o que vamos esperar até que algo aconteça?
- sim.
- mas isso pode por pessoas em perigo.
- mas não vamos assustar as pessoas com algo que a gente não tem certeza.
- eu não prefiria arriscar.
- o que vocês acharam do Show? - falou o Stan com todo mundo.
- você acha que a gente deve avisar a eles isso? - ainda conversando com a Keila.
- mas se nada acontecer você vai ser tachado de louco - disse a Keila preocupado comigo.
- e também isso que aconteceu almentou as esperanças para eu poder ver a minha esposa, tomara que como a minha filha apareceu a minha esposa também apareça, estou morrendo de saldades, eu morro de medo, pensando de que ela não erá a minha filha.
- meu deus, você estar realmente querendo que seja ela.
- você teve filha?
- não.
- então você nunca perdeu uma filha, você não sabe todo o sentimento, que estar dentro de min, que quer e muito que aquela seja a minha filha.
- e aonde estar a sua filha agora?
- eu não sei.
- como assim?
- quando eu estava conversando com ela, de repente ela sumiu.
- você não acha meio suspeito que a garota que disse que é a sua filha, simplesmente tenha desaparecido?
- é mas se fosse algum tipo de ilusão, a minha filha não estaria parecendo que tenha 20 anos de idade, ela pareceria que teria 12 anos.
- nesse ponto você tem razão, mas e se for uma ilusão simplesmente dizendo que é a sua filha simplesmente para te confundir.
- você pode parar com isso?
- do que você estar falando?
- de tentar acabar com as minhas esperanças de que ela esteja viva.
- mas...
- como eu falei, você não sabe o que é perder uma filha.
- tem razão, e tomara que eu nunca perca.
- mas você tem que encarar a realidade.
- ao meu ver, existe duas possibilidades.
- você entrou aqui, achando que a sua filha esterja morta eu sinto muito mas você deve continuar esse pensamento.
- eu ainda vou pensar na possíbilidade que ela esteja viva.
- o outro show vai começar vamos ficar ou vamos sair? - disse o rosco bem animado com do que aconteceu.
- VAMOS FICAR! - gritou a jéssica toda animada.
- a festa só termina quando o sol aparecer - quem falou foi o Stan.
- ENTÃO VAMOS - essa foi a jéssica.
todos nós continuarmos no Show, eu estava curtindo o Show, mas várias coisas estavam passando na minha cabeça, como o recente aparição da minha filha mas jovem, e se isso foi algum tipo de truque e principalmente se o assasino ainda estava aqui.
berbi e muito tentanto esquecer tudo que aconteceu, depois não me lembro mais de nada, só milembro de acorda na manhã seguinte, eu estava perlado de baixo do meu lençol, penso eu perguei alguém, uma das coisas que penso nessas horas é que tomara que o sexo não seja memoravel, por que eu quero me lembrar do melhor sexo que eu possa ter.
quando a mulher se vira percebo que erá a Keila, em tantos anos de amizade, eu já trair a minha mulher, mas nunca peguei nenhuma amiga dela, isso é a primeira vez que isso me acontece, um milhão de coisas passavam na minha cabeça mas um pensamento foi o mais forte.
Me levantei de preça e fui para o vaso e comecei a vomitar, a ressaca, por que será que ela existe, deve ser a punição divina, o bêbado faz muita coisa que não se lembra, e que sentiria vergonha depois mais dano não sofreria, por isso deus criou a ressaca.
um tempinho em quanto eu ainda estava vomitando a Keila tambem acorda, ela se cobre com o lençol e notou que eu estava vomitando, e eu estava pelado.
- por que você estar vomitando pelado no meu banheiro? - ela falando e ainda olhando para min.
realmente eu estava querendo falar mas eu não estava bem.
- se eu falar você não vai acreditar.
- o que você estar querendo dizer?
- eu acho que dormimos juntos ontem.
- só dormimos?
- estamos pelados o que você conclui.
- OH MEU DEUS! - ela percebe toda a situação, por um momento penso será que ela falou isso e muito ontem a noite.
- é.
ela ficou batendo em min.
- como você deixou isso acontecer - ainda batendo em min.
- eu estava bêbado, e pelo visto você também.
ela parou de me bater por um instante.
- o que vamos fazer agora? - disse ela.
- não faço a menor idéia.
capitulo:13
"a prova dos fatos"
a minha mãe ainda não acredita no fato de eu me comunicar com o meu pai.
- você deve se lembrar disso inconsientemente, sabe eu e o seu pai deveriamos ter falado quando você estava dormindo, e você deve ter escutado tudo, e você sabia disso tudo inconsiente mente - falou a minha mãe tentando me convencer de que eu não tinha realmente me comunicado com ele.
- mas tem uma coisa estranha.
- o que?
- eu acho que no sonho o meu pai tinha conciência própria.
- do que você estar falando?
- ele estar achando que a gente morreu.
- eu não sei o que dizer.
- eu me comuniquei com ele, e por que o meu subconciênte faria com que meu pai pensar-se que nós estavamos mortos?
- eu não sou bom em explicar essas coisas.
- só podia ser ele mesmo.
- então como você consegue se comunicar com ele?
- eu não sei dizer mas consigo.
- olha eu acho que você deve parar de dizer issoa amiga? - falou a Sindy que estava preocupada comigo.
- olha não foi a primeira vez que isso me acontece, eu acho que isso pode acontecer de novo, não sei exatamente a finalidade disso tudo, mas não posso simplesmente ignorar isso tudo - estava tentando exolicar tudo o que eu estava sentindo.
- eu acho que você tem que esquecer isso - disse a Keila também preocupada comigo.
- eu tentei ignorar isso mas aconteceu de novo.
- olha a amiga, eu estou querendo acreditar em você - foi a Sindy que falou isso.
- olha o seu pai não vai mais retorna para nós você tem que aceitar isso - falou a minha mãe ainda tentando tirar essa idéia da cabeça.
- olha isso que estar acontecendo comigo é importante, eu não posso simplesmente ignorar isso, como se eu vir-se um milagre na minha frente e simplesmente deixar-se isso de lado, você não entende isso não pode ser deixado de lado - ainda tentando me explicar.
- faça o que você quiser- ela falou como se tiver-se desistido de me convencer que isso erá uma loucura.
- ok, amiga o que você pretende fazer? - disse a Sindy olhando para min.
- eu ainda não sei.
- ok.
depois que a discurção na casa da minha mãe parar, eu fui para a minha casa, por que estava muito tarde, mas eu fui para casa da minha mãe para saber se por acaso a informação que eu tenho nos meus sonhos ou alguma coisa parecida, são reais e o pelo jeito que a minha mãe ficou chocada com todos esses eventos eu sei que erá real.
será que tudo isso vai ter um próposito, o que eu devo fazer, coisas extráodinárias acontecem as soluções nunca são as mais simples possível, o que acho mas estranho é esse espaço de tempo de um para o outro aparecer uma coisa que fica na minha cabeça, será que existe um limite de tempo para eu me comunicar com ele, só poderia me comunicar com o meu pai, só durante algumas semanas, e o tempo que eu tenho é tão pouco, será que posso entrar mais cêdo, e ficar mais tempo.
A Sindy ela é uma boa amiga, eu tenho certeza que ela me acha maluca, sei que o motivo, para não chamar o manicômio, erá por que não estava causando danos nenhum á alguém, ou pelo menos emocional, esse dano causei na minha mãe com toda a historia do meu pai, sei que provavelmente a minha mãe já parou de pensar nele, eu nunca parei de pensar nele.
a história "fantasmas de um outro céu" será que é a historia que estar nos colocando em conexão, estar causando tudo isso, tenho que terminar essa historia, eu fazer com que o meu pai termine essa historia através de min.
de um jeito ou de outro quando cheguei na minha casa, estava querendo entender tudo mas me lembrerei de uma coisa que me falaram"o universo é muito complicado, é melhor você simplesmente aceitar as coisas como elas são, por que se você tentar entender o universo você vai ficar louca" pensando nisso, não queria pensar muito nesse assunto mais erá inévitavel os pensamentos.
dias passam, toda vez que eu vou dormir penso será que vai acontecer de novo, será que eu estou preparada para ficar de frente do meu pai de novo, penso nas milhares de coisas que eu quero dizer para ele, também pode rolar a possíbilidade que de tantas coisas que eu tenho para falar para ele, possar sair nada da minha boca, ficar parada feito idiota na frente dele.
Cada dia que passa fico mais preocupada não estou mais encontato com ele, será que aquela foi a ultima vez que, teria algum tipo de contato com ele, por que isso não estar acontecendo, algumas vezes quando estou com o Bily não me concentro muito no nosso encontro fico pensando, nessa coisa inacréditavel que aconteceu comigo, quando estou querendo falar desse assunto, não falo com o Bily por que de todas as pessoas, não quero que ele pense que eu sou maluca, e termina o nosso namoro, apesar que achar que essa coisa que estar acontecendo tem uma importância maior do que nós dois, sempre quando quero desabafar sobre esse assunto, sempre falo com a Sindy, apesar de muitas vezes ela disse para min"esqueça esse assunto" ainda assim sinto essa vontade de falar sobre tudo que estou pensando.
eu estava querendo me acalmar um pouco, então fui para um bar que tinha perto de casa, estava começando a beber, então eu tinha visto a pessoa que me falou parar de tentar entender o universo, ele usava um terno branco, e o resto tudo branco, ele tinha cabelos curtos loiros, ele sentou bem do meu lado.
- obrigada pelo conselho que você me deu - me virei para falar com ele.
- qual minha jovem?
- que eu deveria parar de tentar entender o universo.
- como isso tem á ajudado?
- foi uma coisa que aconteceu comigo.
- você poderia me contar?
- se eu contar você pode achar que eu estou louca.
- tente.
- é que quando eu estou dormindo eu consigo me conecta com ele quando ele estar dormindo.
- eu não acho loucura.
- acha sim!
- todos os humanos são capazes de se conectar com os sonhos, tipo você já parou para pensar que aquele sonho que você teve com você tendo uma outra vida, você já imaginou se você se conectou com o pensamento de você só que com outra dimenção.
- ual, eu não sabia que você erá um cara teorico.
- bem para ser justo á gente mal conversou naquela vez, você estava conversando com a sua amiga, sobre o segredo do universo, e eu simplesmente falei essa frase, e não é uma teoria o que eu falei.
- você estar me dizendo que isso tudo que você falou é verdade!
- sim.
- isto é loucura.
- acredite é a mais pura verdade, como foi o encontro com o seu pai no quarto vermelho.
fiquei paralisada, como ele sabia dessa informação, será que a minha amiga falou para ele.
- quem te contou isso?
- ninguém.
- então como você sabe do "quarto vermelho".
- os livros que o seu pai escreveu "a banda" e "religiões" podem ser uma grande ficção nesse mundo, mas só por que uma historia não acontece nesse plano, não quer dizer que possa acontecer em outros planos, isso pode equivaler a qualquer historia que você tenha lido ou visto.
- uau.
- eu sei.
- pelo visto você é a pessoa que comandar tudo?
- pode se dizer que sim.
- tá bom.
não consigo explicar mas todos da sala pararam, como se o tempo parou a pessoa do meu lado ainda estava se mechendo.
- o que aconteceu?
- o que você estar vendo?
- que o tempo parou.
- exato.
- você é deus?
- eu sou um ser superior, aqueles que vocês chamam de deuses são os nossos filhos.
- por que você estar me contando tudo isso.
- para lhe explicar o que você deve fazer?
- e por que eu deveria escultar você?
- então você não vai querer o seu pai de volta.
- o que?
- o que você ouviu.
- você estar dizendo que eu tenho a possíbilidade de trazer o seu pai de volta.
- é você ouviu.
- me diga como.
- existem seres que controlam para que a pessoa não fique muito muito nos plano dos outros, algum desses seres gostam de causar um estrago num plano dos outros, por isso que as vezes as coisas ficam muito ruins, tudo que você tem a fazer essa criatura que imperdem que vocês dois ficam juntos.
- eles são dificíeis de se derrotar?
- se fossem facieis teriamos humanos movendo para outros planos direto.
- você vai fazer com que eu me encontre com esses seres agora?
- agora não mas lhe garanto que isso não vai demorar muito.
- tem tantas coisas que eu quero lhe pergunta.
- para o seu bem, é melhor você não saber muito que acontece nesse universo.
- se você diz.
todos começaram a se mecher.
- boa sorte ao encontrar com o seu pai.
capitulo:14
"o que fazer agora"
com muita coisa que estavam passando na minha cabeça, eu transar com a Keila, seria a ultima coisa que me passariam na minha cabeça, ainda penso na minha filha que recentemente apareceu na minha vida, e eu me acostumando o fato dela estar morta, os pensamentos na minha cabeça, deveriam ser quando eu vou me encontrar com a minha filha de novo, mas não erá esse pensamento que estava rodeando a minha cabeça, erá por que isso não aconteceu antes, eu dormi com a minha com quem erá a melhor amiga da minha esposa, isso se ela estiver-se viva poderia ser alguma coisa.
no entanto penso se a minha filha estar viva por que a minha esposa também não possa estar, será que poderia dizer que eu trair a minha esposa, com a melhor amiga, isto me deixa bastante confuso não se eu matirizo por essa situação ou não.
- bem a gente tem que sair desse quarto - falei isso embaraçado pela situação.
- certo vou colocar uma roupa - disse ela.
- certo.
- você poderia se virar?
- do que você estar falando?
- é que eu não quero que você me veja pelada.
- eu acho tarde demais para isso.
- mesmo assim você poderia olhar para o lado, eu me sinto com vergonha.
- mas no show você não estava sentindo nenhuma vergonha.
- DO QUE VOCÊ ESTAR FALANDO?
- você não se lembrar de ter tirado a blusa e rodopeando ela.
ela cobre o rosto com muia vergonha.
- eu não acredito que eu fiz isso? - ainda com as mãos no rosto.
- pode acreditar que fez.
- você olhou?
- não - é por que não dava.
- ai meu deus.
- mas tenha certeza que muitas pessoas olharam.
ela bateu em min de brincadeira.
- você não estar ajudando.
- mas é a verdade.
- eu sei, mas não diga isso.
- certo.
- eu espero que ninguém tenha percebido.
quando estavamos saindo do quarto, ela antes estava se vestindo, eu respeitei a privacidade dela, quando nós saímos do quarto estava o Rosco, Stan e Jéssica na sala vendo nós dois sair do quarto, eles nos aplaudiram, nunca sentir vergonha, uma coisa que eu digo tios podem te deixar em vergonhado mais isso é uma vez ou outra os amigos podem te deixar em vergonhado por muito tempo.
- É ISSO AÍ CARA! - o Rosco zoando com a nossa cara.
- vocês podem parar com isso? - a Keila estava morta de vergonha e com raiva.
- estes são os meus amigos - a jéssica com um sorriso no rosto olhando para nós.
- VOCÊ CONSEGUIU CARA! - desta vez foi Stan.
- ei caras isso não é nada - tentando amenizar as coisas.
- estou supreso por que isso não aconteceu antes - o rosco tentando resautar algo.
- não aconteceu antes por que nós eramos amigos - esse fui eu quem disse.
- MUI AMIGO! - eu queria matar o Rosco por dizer isso.
- calma cara isso é natural - o Stan tentando amenizar as coisas.
- valeu cara - agredicido por que o Stan falou.
- MAS VOCÊ COMEU ELA! - o Rosco frescando com a nossa cara de novo.
depois da tarde dos mesu amigos zuando com a gente finalmente eles deram uma trégua eles sairam da casa, depois que eles saísem esperava que o assunto poderia ter acabado agora.
- o que vamos fazer agora? - obviamente estava enganado, esperava que ela não falar-se mas nisso.
- sobre o que?
- sobre o fato de você ter dormido comigo.
- eu acho que não devemos fazer grande caso disso.
- eu consigo fazer grande caso disso, você ainda morar comigo, o que eles vão pensar que a gente anda fazendo e muito sexo.
- olha só foi coisa de uma vez.
- me diga você estava conciênte quando ocorreu.
- não, estava tão bebâdo quanto você.
- então você não aproveitou de min?
- lógico que não.
- mas se você estiver-se sóbrio e eu bebâda e eu quiser-se transar com você, você se aproveitaria?
eu já tinha a resposta clara na minha cabeça que erá sim, mas na situação não poderia dizer a verdade.
- eu nunca me aproveitaria de uma amiga bebâda - ok, nem eu acreditei nisso.
- ok, mas como eu fui?
- O QUE?
- só curiosidade eu quero saber o que você achou?
- como eu posso saber se eu estava bebâdo.
- quer dizer que eu não fui nada memóravel ou algo do tipo.
- o que você quer que eu diga?
- eu acho que nenhum de nós fez direito.
- ei eu faço as coisas direito.
- me desculpe mas quanto tempo você não transou?
- já faz uns 10 anos.
- e eu não transava a duas semanas, então se não foi memóravel posso dizer que foi culpa sua.
- o que?
- isso que você ouviu.
- olha eu sou memóravel na cama.
- sim, até parece.
- pode ter certeza que eu sou bom.
nessa discurção foi indo até que uma hora para outra nós fizemos de novo, só que desta vez nós dois estavamos bem lúcidos, só que desta vez, foi para a gente provar o nosso ponto, de quem na cama, é bom, sentir um alivio depois que fizemos.
- eu acredito que eu provei que eu sou bom de cama - falei tentando voltar o argumento.
- não foi tão bom assim.
- O QUE?
- você até que foi fraco.
- você estar querendo dizer que eu não fui bom.
continuarmos a discurção de novo, foi assim o dia todo, só saiamos do quarto para beber água, por que continuavamos fazendo, não acreditei em min mesmo, não estavamos fazendo por amor, só duas pessoas que ficavam discurtindo sem parar quem erá bom ou não, esse dia foi só sobre essa discurção finalmente no outro dia dermos um discanço sobre esse assunto.
fui para o meu quarto, me supriendendo que o dia estava nascendo, eu ainda estava cançado, comecei meu dia indo para camar, ficou dormindo por horas, a keila vai por meu quarto.
- tem visitas - ela falou isso me empurrando para tentar me acorda.
- me acorde outra hora - não queria mesmo acorda.
- vamos acorde.
finalmente eu cerdi e acordei coloquei a minha roupa fui ver o Stan, Jéssica e Rosco todos eles estavam conversando, eu me juntei a eles.
- qual a parte do show que vocês gostaram? - a jéssica falando para todo mundo.
- eu sei qual foi a do Tomas - Rosco ainda tentando fazer com que eu sentir-se vergonha.
- cale a boca - falei com raiva.
- ei Tomas cara, posso lhe pergunta uma coisa? - o stan estava numa postura séria.
- o que você quer saber?
- que coisa foi aquela de você gritar "EU ACHEI MINHA FILHA" fiquei preocupado.
- é por que você gritou isso? - a jéssica baixando o tom de voz de preocupada.
- por que eu acho que no show eu vi minha filha.
- você viu alguém parecido ou que? - esse foi Rosco.
- eu falei com uma garota e ela afirmou que erá a minha filha.
- já pensou que aquela pode ser uma fã maluca, que se dizia a sua filha? - a Keila falou isto também com um tôm de preocupação.
- esta possíbilidade não me passou na hora.
- como você pode achar que erá a sua filha? - Rosco puxando o assunto para o lado racional.
- eu não sei, mas duas coisas esquisitas sobre ela, é que ela estava querendo alguma prova tipo se para provar se eu erá real, e ela simplesmente desapareceu.
- você estar dizendo que ela disse que erá a sua filha e depois desapareceu.
- exato.
- será que ela estar tramando alguma coisa?
- eu não sei a gente não conversou por muito tempo.
- se você encontrar com ela tentar falar alguma coisa que prove que ela é a sua filha.
- estou pensando nisso.
- certo.
- mas penso em tentar não provar isso.
- por que você estar dizendo isso?
- se ela não for a minha filha eu não quero peder as esperanças.
- pois perca você sabe que ela morreu que isso não tem volta.
- eu não posso.
- sim, você pode.
- se eu tenho a esperança de que seja ela, eu espero que seja ela mesmo, por que não posso suporta perder ela duas vezes você pode ficar falando de como é fácil pensar de que tudo isso é mentira, MAS VOU LHE FALAR UMA COISA não é fácil, mesmo sendo mentira eu ainda quero acreditar na mentira, pode me chamar de idiota, mas eu quero ser um idiota feliz do que um sério triste, por favor não tente tirar a esperança de que ela esteja viva, por favor eu lhe pesso isso.
todos eles ficaram por um momento calado.
- que barra cara - o Stan estava sem palavras.
- me desculpe cara - Rosco se sentindo um pouco culpado.
- não prescisa se desculpar.
- você tem razão eu não sei o tipo de dor que você sentiu por perder a filha.
- eu espero que você nunca saiba.
- valeu.
- agora só o que tenho a fazer é ver se ela aparece de novo.
- tomara que ela apareça.
- obrigado cara.
- de nada.
capitulo:15
"o encontro com o assasino"
muita coisa estava se passando na minha mente eu tinha que pergunta, como o por que estar me contando tudo isso, será que ele quer me ajudar com o meu pai.
- me desculpe mas qual é o seu nome?
- meu nome é Destino.
- engraçado é um dos nomes dos personagens do meu pai.
- seu pai não criou os personagens, eu apenas deixei que ele vir-se coisas de outros planos, como as vezes faço com os outros que vocês chamam de "escritores".
- você estar me dizendo que é tão fácil ver os outros planos.
- sim, mas permanecer como uma mente fisíca é um pouco mais dificil.
- por que as conexões para ver os outros planos são tão fáceis.
- pelo mesmo motivo que alguém escreve um livro sobre a própria por que acha que é um exemplo para os outros, eu deixo vocês verem o que acontece nos outros planos, simplesmente por que uma historia boa em um plano pode ser bom nos outros.
- mas por que você estar fazendo do meu pai um especial, para você aparecer para me ajudar.
- por que você acha?
- eu não sei dizer.
- é por que uma das historias do seu pai tem fatos escritos da minha vida, que eu deixei com que ele vir-se para poder colocar nas historias, e eu quero que ele ainda escreva alguns fatores da minha vida, e eu quero ver se as pessoas desse plano vão gostar de saber da minha historia, e o motivo para eu querer ajudar ele é por que ele é o meu escritor pessoal.
- ual.
- por isso prescisamos trazer o seu pai de volta.
- eu não entendo se você é tão poderoso, por que você não traz ele de volta.
- por que se não a historia não seria interesante.
- do que você estar falando?
- você acha que essas desgraças acontecem com vocês por que, por que é o seu destino sofrer, NÃO, é simplesmente para vocês ficarem interesante aos meus olhos.
- você sabe quantas pessoas morrem só por que você faz?
- por que nas historias que vocês criam as vezes o personagem morre?
- para as vezes a historia ter um drama.
- é exatamente o meu ponto, eu quero ter algum dramas nessas historias, se as historias perdersem os intereses eu pararia as historias e vocês não viveriam.
- então não importa se nós sofremos por tanto que você se divirta.
- é assim que são as coisas, você tem que admitir ficaria ruim uma historia que tudo estiver-se bem desde o começo.
- tenho que adimitir isto é verdade.
subindo as escadas, pertubada com milhares de pensamentos que estão por vim, fico cabeleante subindo essas escadas, engraçado noto que depois de um tempo ainda estou subindo as escadas, como se elas nunca acarba-sem será aquele "Destino" de novo.
- ola garotinha - uma voz surgiu do nada.
- quem estar aí?
- eu acho que nome não importa muito não é!
- você vai me machucar?
- tudo vai depender da minha vontade.
por um momento reflito.
- você é só uma voz na minha cabeça provavelmente eu estou ficando louca.
- essa minha voz estar vindo da sua cabeça, mas você não estar louca.
- ok você pode parar com isso?
- á por favo pessa mais, para eu parar por favor.
sinto uma força me empurrando eu caio nas escadas, eu sinto dor por todo o meu corpo por causa da queda.
- quem é você?
- de novo vai fazer alguma diferença você saber quem eu sou!
- eu tenho que sair, boa sorte ao se encontrar com o seu pai.
- boa sorte para você também.
o sujeito com o nome "Destino" ele simplesmente desapareceu, fiquei um pouco incormodada por saber de uma da grade verdade da vida, depois de alguns minutos pensando sobre o assunto depois voltei no assunto de eu devia me concentrar, sobre o assunto do meu pai.
Fui para a Faculdade eu ouvindo as pessoas contando algumas historias e pensando se isto aconteceu mesmo em outra realidade, e todos achando bom as sacrificios do heroi, só que alguém podia realmente sofrendo, só para nos alegrar, tenho que dizer que eu estava me sentindo meio deprê vendo um bando de historias e o meu pensamento de que elas poderiam existir mesmo que eu achar-se a historia absurda.
O dia todo não me concentrava no assunto que o professor queria ensinar, depois eu fui para a minha casa, o que eu mais queria fazer é simplesmente parar de pensar no assunto, queria pensar em outras coisas mesmo se esssas coisas fossem besteiras.
a cassidy ainda estava nas escadas, achando que ia se salvar tentou descer as escadas o mais rápido possível para sair daquele inferno, ela corria mas percebia que por mais que descer-se as escadas erá o mesmo que nada.
- estar se divertindo - disse a voz com alegria na voz.
- por que você não deixa em paz?
- eu poderia dizer mas garanto que você não vai gostar da resposta.
ela ainda estava descendo mas ela sentiu uma força empurrando ela de um lado para o outro da parede, ela até saia no chão as vezes, ela ficou no chão gritando de dor.
- ALGUÉM ME AJUDAAAAAAA.
- não adiantar gritar ninguém vai te ajudar.
- POR FAVOR ALGUÉM.
- vamos grita mais eu estou gostando.
- VÁ POR INFERNO DESGRAÇADO.
- não eu quero fica aqui por um bom tempo.
- ME DEIXA EM PAAAAAAAAZ.
- não.
aconteceu de novo dela ser jogada de um canto para o outro, ela não parava de gritar de dor, até que tudo parou ela não estava mais ouvindo as vozes, ela via que estava deitada nas escadas.
o que aconteceu comigo chega que eu cheguei em ponto que eu pirei de vez será que eu imaginei tudo isso que estava acontecendo, será que estou ficando louca.
na dúvida é melhor me levantar antes que alguém pense que eu estou maluca, ou bêbada ou alguma coisa do tipo, fiquei subindo as escadas, desta vez conseguir subir normalmente cheguei finalmente no meu andar, caminho meio cãmbaleante por que aquela experiência me deixou cançada.
Me encosto na porta para descançar na porta, a minha amiga Sindy abriu a porta no momento que eu estava descançando, eu fui direto para o chão.
- me desculpe - falou a Sindy toda preocupada.
- por que você abriu a porta.
- eu pensei ter ouvido alguma coisa no corredor.
ela me levantou.
- e você ouviu EEEEUUUU!
- me desculpa.
- deixa para lá.
depois de um tempo eu não comentei nada do aconteceu para a minha amiga, por que nem eu sabia direito o que aconteceu, ficava me perguntando se eu estava tendo outra ilusão, como eu posso ter certeza de que eu não estou tendo outro tipo de ilusão.
pensei em fazer algumas perguntas sobre a minha amiga, cuje que eu não saiba, mas pensei comigo mesma que e se a resposta que ela der for alguma historia que não seja verdadeira, e que eu invente alguma historia dela.
sentei no sofá, ela também senta.
- você sabe que o Bill vem hoje? - a Sindy mencionou isso.
- você tem certeza?
- sim eu tenho, ele deixou o recardo que virinha para cá, ele deixou a mensagem enquanto você estava na faculdade.
- obrigado por dizer desta vez.
- você não vai me se esquecer daquilo não é.
- sim.
- me desculpe se eu esqueci de te dizer que a sua avó estava no aeroporto.
- foi um grande problemão para min.
- mas você conseguiu resolver.
- mas não foi só isso eu tive que aguentar a gritaria da minha mãe.
- mas só aconteceu uma vez.
- para o meu bem tomara que só aconteça uma vez, se não eu te jogaria da janela.
- bem isso não importa no momento.
- você estar certa.
- então você vai se arrumar ou não para ele.
- já vou.
fui me arrumas colocar uma roupa, coloquei a minha saia vermelha que eu sei que ele adora, e uma blusa preta decotada, vou por um pouco de maquiagem, sei que provavelmente a gente não vai sair para o encontro, mas quero estar sempre arrumada, fui para a sala quando estava tudo pronto.
- voce estar bonita, vai para algum lugar? - a Sindy me elogiando.
- não.
- então por que você estar toda produzida.
- eu não sei.
- eu acho que vai rolar alguma coisa hoje.
eu não sei se vai rolar alguma coisa hoje, mas a pergunta que ela me fez se eu vou para algum lugar, nesse ponto da vida, não sei mas para onde ir.
capitulo:16
"o ônibus na rodovia do inferno"
Depois que tudo se resolveu entre min e Keila, nós nem tocavamos mais nesse assunto, um tempo passou todo mundo saiu, na manhã seguinte o Rosco apareceu em nossa casa, eu estava querendo sair para dar uma volta.
- bom dia Rosco.
- como vai?
- vou bem eu vou dar uma volta.
- legal, você pode ir comigo por shoping?
- tá certo o que você vai fazer?
- vou comprar um relógio.
- certo vamos.
nós dois dercemos formos esperar no porto de ônibus.
- por que você não veio de carro? - perguntei por que ele estava querendo e de ônibus se ele tinha um carro.
- coloquei ele para lavar.
- certo.
- então.
- então o que?
- como foi com a Keila?
- á você não vai começar com isso de novo não.
- mas foi bom?
- na primeira vez eu não sei!
- o que você fez mais de uma vez?
- exato - falei isso com um sorriso no rosto.
- vocês estão namorando ao algo do tipo?
- isso foi mais de momento, não vai acontecer de novo.
- faz tempo que a sua mulher morreu já erá hora de partir para outra.
- eu não sei.
- o que você estar esperando?
- eu não sei.
- você sabe que não vai encontrar com ela, você sabe disso?
- em vida provavelmente não.
- viva um pouco.
- você estar certo não é o fim do mundo.
- este é o meu amigo.
eu estava um pouco cançado fechei os olhos por um instante, quando eu abrir os olhos no ônibus não tinha no ônibus só tinha duas pessoas Rosco e eu, comecei a olhar para fora não havia ninguém na rua, achei isto muito estranho, o ônibus ainda estava em movimento.
- o que estar acontecendo? - falei isso assustado.
- como é que esse ônibus ainda estar dirigindo reto e sem bater em nada?
- onde foi parar todas as pessoas?
- que coisa sinístra.
Levantei-me fui para o assento do motorista, estava tentando ter o controle da situação, o voltante do ônibus estava muito duro não estava conseguindo mover nada.
- venha me ajudar - estava desesperado perdi ajuda.
Rosco e eu estavamos tentando mover o volante, dava o mesmo que nada.
- nós vamos morrer? - Rosco falou desesperado.
- quer que eu fale a verdade?
- sim eu quero.
- seila!
- ISTO É HORA DE FAZER BRINCADEIRA.
- me desculpe mas também não é hora para entrar em pânico.
- como você pode falar isso você não estar vendo que esse ônibus estar se locomovendo sozinho.
- eu sei disso, eu estou aqui.
Rosco foi até a porta ficou chutando ela.
- mas para onde esse ônibus estar indo - a minha curiosidade estava a mil.
- olha eu não quero ficar aqui para descobrir.
- não é hora de entrar em pânico.
Vi na minha frente que o ônibus estava indo para um local que estava cheio de zumbis, nisso o Rosco estava chutando a porta e estava conseguindo abrir a porta.
- AGORA É A HORA DE ENTRAR EM PÂNICO.
- por que você estar falando isso? - o Rosco falou isso sem olhar pelo que estava por vim.
- OLHA - segurei a cabeça e estava puxando a direção dos olhos para a onda de Zumbis que estava se aproximando.
- como foi que isso aconteceu? - Rosco querendo achar explicação para isso.
- e eu é que sei.
- mas não vi nada de noticiário sobre essa onda de zumbis.
- bem para ser franco os filmes de Zumbis, tão bem começam do nada sem avisos.
- mas você estar esquecendo de uma coisa, isso aqui é vida real, não é um filme.
- bem de acordo com tudo que estar acontecendo, eu não sei mas dizer o que é real ou não.
a pergunta sobre os zumbis parecia ter mais relevância, mais do que o ônibus que estar dirigindo sozinho e as pesssoas que desapareceram daqui, ficamos discurtido tudo sobre o que acontece sobre os filme de terror especialmente sobre Zumbis.
No momento não nos concentramos no nosso ônibus que estava indo na direção dos Zumbis, percebos isso quando formos de encontro á eles, nesse momento nortamos que a porta do ônibus estava frágil, por causa dos Chutes de Rosco que ele estava dando na porta.
Nós pensavamos que o ônibus iria seguir viagem, más estavamos enganados, véiculo simplesmente parou o pensamento de nós dois foi só um nós dois estavamos mortos.
- o que vamos fazer? - Rosco altamente desesperado.
- de novo e eu é que sei.
os Zumbis estavam batendo na porta.
- você acha que essa porta pode deter os zumbis? - estava preocupado ao dizer isso.
- e eu é que sei.
nós dois estavamos segurar a porta.
- cara se nós sobrevivermos a isso eu vou parar de frescar com você - o Rosco falou isso com lágrimas nos olhos.
- cara se eu sobreviver á isso eu juro que vou tentar ganhar mais mulheres, do que eu já tentei até agora - eu também estava com lágrimas nos olhos.
- por que será que a gente só pensa em viver quando estamos perto da morte?
- eu não sei mas é sempre assism.
Os Zumbis estavam batendo nas portas do ônibus por sorte eles não alcançavam as janelas do ônibus, o Rosco cuidava de uma porta e eu cuidava da outra.
estavamos nos segurando as portas algumas mãos dos zumbis estavam atraversando o vidro, eu ficava Chutando essas mãos.
- me desculpem mas esse ônibus estar lotado - falei isso na adrenalina.
- Tomas.
- o que foi Rosco?
- você acha que esses Zumbis são do tipo rápido ou lentos?
- eu acho que lentos por você quer saber disso?
- por que pense se a gente ficar no ônibus a gente vai morrer.
- é mais a mesma coisa vai acontecer se a gente der uma saidinha.
- eu sei.
- então por que a pergunta?
- se eles forem lentos eu acho que a gente pode passar por entre eles, sempre escarpando onde tem espaço.
- eu não estou querendo arriscar essa.
Uma das mãos pegou a perna de Rosco.
- Tomas, esses malditos estão segurando a minha perna me ajuda.
- já vou.
quando eu percebi o Rosco foi puxado a porta do ônibus abriu, o Rosco estava entre os zumbis.
- TOMAS ME AJUDAAAAA.
os zumbis estavam comendo ele vivo ele não parava de gritar, eu sair do meu lugar estava vendo os Rosco sendo desperdaçado pelos Zumbis.
quando eu fiquei um momento conciênte corri entre os zumbis por enquanto os Zumbis estavam concentrados enquanto estavam comendo o Rosco, fiz o que o Rosco surgeriu ficava escapando entre os espaços que os zumbis deixavam.
- conliçensa, me desculpe - ficava falando isso por habito.
Quando eu estava passando alguns Zumbis se aproximavam, os que chegavam mais perto eu colocava toda força nos braços para empurrar os zumbis.
No espaço que eu conseguia quando empurrava os zumbis, isso deixava muito espaço, ia correndo deixando boa parte dos zumbis para trás.
quando eu estava fazendo essa incrível tática, eu estava impresssionado comigo mesmo por ter sobrevivido até agora.
- eu queria que meus amigos me vir-sem agora - uma das coisas que pensei, eu numa situação de zumbis e sobrevivendo.
- más para onde vou - me perdi por um momento.
Olhei para onde estava indo, conseguir achar uma saída.
- finalmente - é finalmente vou sair desse inferno.
- Queria dizer para o Rosco que o plano dele estar dando certo, bem eu espero que não seja nesse momento, ou nem próximo desse momento - meu momento de reflexão.
Finalmente conseguir sair daquele mar de zumbis, sair correndo feito louco finalmente estava saindo daquele mar de zumbis.
- VENHAM ME PEGAR - gritei isso sem pensar na consiência.
os zumbis começam a correr atrás de min.
- má ideia - me arrependir profundamente.
quando olho para trás percebo que os zumbis estão se movendo lentamente.
- Graças as deus não são zumbis rápidos.
estava correndo por toda essa cidade maluca, fui até uma lanchonete vir que não tinha ninguém na loja, entrei nela.
- deve ter um telefone em algum canto.
localizei um telefone, fui até ele sem pensar duas vezes, quando eu cheguei uma cabeça de zumbi que estava no chão mordeu meu pé.
na dor fechei os olhos por um momento no momento que abrir tudo estava normal, o Rosco estava no meu lado.
- cara você se lembrar dos zumbis - pergntei a ele, nesse momento eu estava confuso.
- zumbis do que você estar falando, ficou louco de vez?
- nada não.
- por que você perguntou sobre zumbis?
- ei sabe aquilo que você falou de que eu devia pegar mais mulheres?
- sei.
- você estar certo, eu já não pego mulheres ao bom tempo.
- você um dia vai me explicar o negocio de zumbis?
- não.
- vamos.
capitulo:17
"a vida de Tina Kuandro"
sou Tina Kuandro tenho uma filha que se Chama Cassidy Kuandro e o pai dela e o famoso escritor Tomas Kuandro no momento esto muito chocada de como a minha filha sabia alguma coisa do meu passado sem que um de nós tenha contado, minha amiga de sempre Keila sempre me ajuda quando os tempos estão dificíeis, estava do meu lado enquanto eu estava totalmente abalada por esse fato.
nós duas estamos sentados nas cadeiras olhando uma para outra.
- será que o Tomas contou a historia de como nos conhecendo quando ela erá pequena? - ainda tentando por um sentindo em tudo.
- mas com que próposito?
- seila você que me diga.
- por que ele iria contar por uma menina de 12 anos que quando vocês se conheceram o Tomas estava drogado.
- seila talvez por que ela queria saber a verdade.
- não se conta esse tipo de verdade por uma garotinha de 12 anos.
- você estar certa.
- será que o Stan contou?
- do que você estar falando?
- será que o Stan contou para a sua filha.
- mas por que ele iria contar uma historia dessa para uma menininha?
- você sabe como é o Stan o jeito drogado como ele é deve ter contado para ela, quando ela erá criancinha, talvez ela perguntou para ele, do jeito como ele é deve ter achado uma boa historia para contar.
- será que eu devo perguntar á ele se algum dia ele contou essa historia para ela.
- é melhor nem perder tempo.
- por que você estar dizendo isso?
- você conhece o Stan provavelmente ele pode ter se esquecido de ter contado algo para ela, ele se esquece das coisas mas recentes imagine uma coisa que aconteceu a 10 anos atrás, ai que ele não vai se lembrar mesmo.
- e a jéssica.
- o quie que tem a jésssica?
- ela sempre anda do lado do Stan deve ter ouvido ele contar essas historias para a minha filha.
- estar certa vou procurar o numero dela.
- eu te ajudo.
- eles dão muito certo um drogado e uma maluca.
- você tem razão.
- mas uma coisa me ocorreu.
- o que?
- se ele contou essa historia a muito tempo, por que ela não veio para você e perguntado o que é um drogado ou alguma coisa do tipo.
- você tem razão.
- então como é que ela soube?
- mas será que isso aconteceu quando ela tinha 12 anos?
- do que você estar falando?
- será que algum deles contou essa historia quando passou dos 12 anos.
- mas quem será que contou?
- ainda acredito que tenha sido o Stan.
- você tem razão.
- vamos procurar o numero da jéssica.
enquanto procuravamos o numero de jéssica alguém bateu na porta.
- quem é? - perguntei curiosa.
- sou eu Rosco.
- já vou atender.
fui até a porta lá estava o Rosco parado, abrecei ele.
- como você vai? - perguntei isso enquanto eu estava abraçando ele.
- vou bem e você? - quando ele falou isso paramos de nos abraçar.
- nada bem.
- por que o que foi que aconteceu?
- é que a minha filha falou algo que nenhum de nós contou para ela.
- o que foi que ela contou?
- como foi que eu e Tomas nos encontramos.
- a verdadeira versão?
- exato.
- nesse tempo todo vocês só diziam a versão romantica da historia?
- exato.
- ela tinha que saber a verdadeira versão uma hora ou outra.
- você contou para ela?
- não, eu acho essa historia só quem deveria contar são os próprios pais dela.
- eu nunca contaria a verdadeira versão para ela.
- por que não?
- eu não queria contar para a minha filha que eu conheci o pai dela quando ele estava usando as drogas.
- não é nenhum motivo de se envergonha dessa historia.
- mas eu sinto vergonha.
- Tina, isso não é motivo de se envergonha.
- eu queria que a minha filha connher-se um rapaz direito e não um drogado.
- mas não foi com um rapaz direito que você conheceu, foi um cara drogado, e na ocorrência dos eventos você teve uma filha com ele, e uma linda filha, que estar fazendo tudo direito, você nunca deveria ter motivo de se envergonha.
- mas mesmo assim.
- como ela reagiu quando soube dessa historia.
- bem a primeira vista.
- é esse o problema.
- o problema não é a historia em si.
- então qual é o grande problema?
- é quem contou a historia.
- você sabe quem contou?
- ela disse que foi o pai dela.
- o que, mais isso é impossível.
- nós sabemos que isso é impossível.
- mas foi quando isso?
- ela disse que contou a historia para ela agora.
- esta historia estar ficando mais louca cada vez que você conta.
- eu sei disso.
- será quem alguém contou para ela e ela simplesmente se esqueceu?
- é isso que estamos achando.
- quem você acha que foi?
- eu acho que foi o Stan.
- que bela reunião ai fora você não vai convidar o Rosco á entrar? - falou a Keila mostrando a minha falta de educação.
- á me desculpe - fiz o convite.
- certo - o Rosco entrou na casa.
- quer um café? - a Keila ainda toda cordial com ele.
- não obrigado, mas voltando o assunto você acha que foi o Stan por que?
- você sabe como é Stan ele deve ter falado para ela, quando ela erá mais nova ou um pouco mais velha, sabe sem o objetivo de causar mal - disse a Keila explicando tudo.
- vocês vão pergunta á ele?
- nós vamos pergunta a Jéssica.
- por que ela?
- você sabe que eles andam lado a lado, ela pode ter visto o Stan contar a filha dela.
- mas vocês sabem que pode ter sido a Jéssica.
- e por que RAIOS ela iria contar a filha dela isso.
- você sabe o por que?
- por que ela é maluca.
- certo.
- você tem o telefone dela?
- sim eu tenho.
O Rosco entregou o celular para a Keila.
- será que ela falou? - estava refletindo sobre o assunto.
- o que você acha que foi o Tomas que contou!
- eu sei que essa hipotese parece ridicula.
- parece!
- eu sei que é ridícula.
- como foi que ele se comunicou com ela?
- ela diz que foi num sonho.
- num sonho?!
- ela diz que houve um contato no sonho.
- agora essa historia não estar fazendo sentido mesmo.
- você acha que eu acredito que isso tudo faz sentido.
- acredito que não.
fechei a porta estava chateada com isso tudo.
- ela disse que não se lembra de ter falado isso para a Cassidy nem o Stan - a Keila me contando o resultado do telefonema.
- eu tenho certeza que nenhum de vocês diria alguma coisa do tipo para a minha filha.
- nós nunca contariamos - confirmou a Keila.
- temos que descobrir quem contou isso para ela.
- olha estou com forme, eu vou preparar o aumoço vocês querem - falou a Keila.
- queremos - Rosco e eu respondermos ao mesmo tempo.
ela foi para a cozinha.
- espero que consiga superar isso - falei isso arrasada.
- não se preocupe - disse o Rosco para tentar me acalmar.
- tem muita coisa que eu devo me preocupar.
- eu sei.
Rosco se aproxima de min acaricia o meu rosto.
- nós vamos resolver isso juntos - falou o Rosco todo malicioso.
nós nos aproximamos nos beijamos na boca, ficamos aproveitando esse minuto de paz que a gente estar tendo nesse tempo de trevas.
- ainda bem que você estar aqui.
- quando vamos poder dizer o nosso relacionamento para todo mundo.
- eu acho que deveriamos nos acalmar.
- mas já faz 1 ano.
- eu sei.
- vamos dizer para a Keila ela não vai se importa.
- não é com ela que eu estou preocupada.
- com quem?
- com a minha filha.
- essa situação de ela achar que estar se comunicando com o pai nos sonhos pode realmente complicar as coisas.
- vamos nos acalmar por enquanto.
capitulo:18
"o bill"
sou bill um modelo, e um cara abençoado sinceramente eu não tenho o que reclamar da minha vida, estou ganhando bem, estou trasando com uma mulher bela, uma filha de um escritor aí conhecido, sinceramente nunca li um livro que o pai dela escreveu deve ser uma coisa velha e chata de adulto.
estou na minha ferrari, como eu agradeço os dias que chegam alguém para me patrocinar, estou no meu carro a toda, escutando uma musica, rock e velocidade, são as combinação que eu mais gosto, bem que eu poderia experimentar e colocar o sexo nessa esquação, mas com certeza o tempo seria pouco, com certeza poderia acontecer uma dessas merdas que acontecem sempre nos filmes.
paro em frente no apartamento onde ela mora, tomara que ela já tenha saído daquela faculdade, já falei para ela que ela pode sair da faculdade sempre quando ela quiser, por que com que eu estou ganhando, poderia facilmente sustentar nós dois, mas ela sempre fala do papo de ser indenpendente eu odeio isso nas mulheres sempre querendo se demonstrar independentes mas na hora H, tudo falha, percebe que não consegue ser uma pessoa independente.
deixo todos esses defeitos dela de lado nada pode me afetar dou uma pequena respirada eu penso se eu subo logo, eu perço para ela se arrumar e nós poderiamos ir para algum lugar que eu goste, olho no meu relógio percebo que é um pouco tarde, se eu quiser ir para algum canto com ela, provavelmente nós chegariamos mais tarde do que o esperado deveria esperar ela se arrumar e tudo isso.
desisto de quaisquer possíbiliadade para irmos para algum canto, tomara que a amiga dela a Sindy não esteja lá, fico muito desconfontado quando alguém fica em posição de ficar de vela, essa é uma das piores situações possíveis, sei disso por que eu sentir na pele isso, na fase quando, erá o gordo, estava com baixo alto estima.
entro no porta do prédio dela, fico vendo um homem velho, o cara era totalmente careca, e uma barba muito grande, acho estranhamente bizarro
- ei você quer ouvir uma historia engraçada? - falou o velho querendo puxar assunto.
- qual é a historia? - respondi para não ser rude.
- uma garota entrou por aqui, e simplesmente se deitou no chão, ficava gritando socorro, e ela estava simplesmente parada no chão.
- como assim não estava algum colápso ou algo do tipo?
- não.
- estava sendo violentada de algum modo?
- não eu vi ela, simplesmente se deitou no chão e ficou perdindo socorro.
- que estranho.
- não se ver muito disso.
- você tem razão.
- bem, você estar morando aqui?
- não na verdade estou namorando uma residente daqui.
- boa sorte, tomara que a sua namorada não seja a louca que estava aqui nas escadas.
- também espero que não.
que historia estranha, fico pensando se poderia ser ela.
- você pode me dar mais detalhes de como ela se parecia?
olho em volta o velho simplesmente desapareceu.
- ok, agora fiquei com medo.
Fico subindo as escadas, antes de bater na porta fiquei pensando no que aconteceu no que velho contou, mas também o fato do velho desaparecer isto sim eu acho uma coisa totalmente preocupante penso por um tempo se eu estou ficando louco.
o que foi que eu berbi, devo ter bebido alguma coisa para poder imaginar tudo isso, bem essa historia dá garota da escada deve ser só invensão da minha cabeça.
este momento de preocupação desaparece não me preocupo mas com este fato, fico frio, estou totalmente relachado.
bato na porta a Sindy abre a porta.
- oi como vai você pode entrar - a sindy sendo cordial comigo.
- obrigado - respondi conforme a educação dela.
- ela já estar se arrumando.
- como você estar?
- vou indo bem.
- certo.
- é.
- faz tempo que ela foi se arrumar?
- não.
odeio quando um desses momentos acontecem, aquele silêncio constrangedor, a gente fica querendo ter algum assuto para converça mas nada nos vem na cabeça, não tem nada mais chato quando este fato acontece.
fico pensando se é hora para a gente sair para algum canto se ela provalmente vai se arrumar para min isto totalmente significa que ela estar disposta de sair de casa, mas tudo depende de como ela vai se vestir.
ela demorar muito me sento na cadeira, antes eu estava preocupado se a gente iria sair para algum lugar mas agora só estou pensando se ela finalmente vai sair daquele será que ela dormiu ou algo parecido.
- você vai levar para algum lugar? - perguntou a sindy.
- eu ainda não descidi.
- você pode me contar.
- sem brincadeira eu ainda não sei se eu vou ou não para algum lugar.
ela finalmente saiu do quarto dise oi e dei um beijo na boca dela.
- o que você estar afim de fazer? - perguntou a cassidy.
- eu acho que podermos sair para algum lugar.
- eu não estou afim de sair.
- por que?
- simplesmente não estou tão afim de sair.
depois de tanto se ela se arrumar ela não quer sair de casa, ela é louca ou algo do tipo.
- tudo bem se você não quer sair.
- vamos ficar aqui.
nesse momento eu queria que a Sindy sair-se para algum lugar isso me faria muito feliz, por que a gente só faz alguma coisa quando ela sai de casa.
as vezes na verdade muitas vezes eu queria pergunta para a Cassidy se ela estar afim de vazer um sexo a 3 mas não sou burro, por que esse negocio do sexo a 3 só quem pode descidir isso são as mulheres, por que se a gente falar alguma coisa, ela podem fazer disso um grande motivo para termina a relação.
descidimos ficar na casa, nos sentamos no sofar fiquei esperando algum tipo de faísca por parte dela, mas nada rolava até que estava muito tarde.
- tá muito tarde.
- é hora de você ir para casa - não consiguir acreditar no que ela disse.
- eu posso ficar aqui?
- por que você quer ficar aqui.
nunca vi um fora desses depois dessa perdi todo o animo de ficar nessa maldita casa.
- ei vocês ouviram de uma maluca nas escadas.
- que maluca? - vi que ela se interesou na historia.
- parece que uma mulher simplesmente subiu as escadas se deitou no chão e perdiu socorro.
- que maluca! - a Sindy estava se divertindo com a historia.
- eu acho que é hora de você ir - notei que ela ficou com raiva.
- você estar com raiva?
- não.
- eu sei que você estar com raiva.
- eu não estou.
- não me diga que você é a garota da historia.
espera um segundo se ela for a garota da historia então de algum modo aquele velho que estava aqui no prédio que simplesmente desapareceu erá real, mas como isso pode ser possível como uma pessoa pode desaparecer do nada.
- sim eu erá a garota da escada - respondeu a Cassidy.
- O QUE? - eu e a Sindy respondemos supresso com este fato.
- em minha defesa eu não sabia realmente se eu estava delirando para min parecia tudo normal, não sabia que eu tinha me deitado no chão, para min eu ainda estava em pé.
- isto já aconteceu antes? - essa quem perguntou foi eu.
- não.
- você tem certeza.
- bem eu não sei se são realmente delirios.
- você se deitou no chão e perdiu socorro!
- eu sei o que parece.
- me explique eu estou tentando entender.
- eu não consigo.
depois de muito queremos puxar para o assunto do que raios aconteceu ela não queria muito puxar o assunto mas eu estava doido para saber o que todo acontecimento representa.
se ela estiver louca será que eu vou querer ela na minha vida, uma pessoa louca meu pai me ensinou muito bem que a gente sempre deve escapar das mulheres loucas nem podemos nem se quer dar um beijo na mulher maluca.
meu pai me contou uma vez ele só deu um beijo em uma mulher maluca para ele só representava um beijo mas a mulher maluca representava muito mas, meu pai não sabia na época que ela erá maluca, depois desse primeiro beijo deles, a mulher foram falar com os pais dele.
falar com os pais depois de um só beijo, é um grande estagio para definir se uma pessoa é maluca, se isso acontece com você pule da relação não queira mas relacionamento com ela, é sempre um grande problema se livrar de uma mulher maluca, alguns ficam planejando de como ficar junto de uma mulher mas na mulher maluca, o problema maior é fazer a mulher entender de que aquilo foi só um beijo que não representava nada demais.
não foi fácil ele se livrar dela, ela tentou martálo com uma faca mas meu pai tinha chamado a policia no primeiro ataque, meu pai sempre me contava essa historia quando possível para entender um pouco desse mundo maluco.
capitulo:19
"as compras no shoping"
depois de acorda daquele terrível sonho de zumbi, por momento pensei que poderia ser obra daquele cara que andar martando gente ao meu redor será que devo alerta a todos sobre a possível situação que todos podem correr périgo.
- Rosco eu tenho que te contar uma coisa.
- o que você tem que me contar?
- é que você sabe as pessoas que foram assasinadas que eram conhecidas minhas?
- sim, eu conheço esse assunto.
- é que antes do assasinato ocorria algum tipo de ilusão depois ocorria os eventos que levava a morte de alguém.
- por que você estar me contando isso?
- por que eu não sei se o sonho que eu tive com zumbis foi um sonho ou uma ilusão.
- espera você acha que eu simplesmente vou aceitar o fato que tem um assasino por aí que estar causando alucinações e matando.
- eu sei que isso é dificíl de acreditar.
- dificíl eu diria impossóvel!
- eu sei que parece impossível.
- parece não é impossível.
- eu sei.
- mas o que tem esse assunto?
- eu acho possível de que ele esteja perto.
- você viu o rosto desse assasino.
- como ele criava muitas ilusões não dar para ter muita certeza de como é o rosto dele.
- você estar achando que ele estar perto?
- eu acho que sim.
- o que devemos fazer?
- eu não sei.
- bem não dá para avisar os seguranças por que você não sabe como ele é.
- você tem razão.
- me diga toda vez que acontecia essas loucuras alguém morria.
- bem nem toda vez.
- quando aconteceu de novo.
- no show quando eu achei ter visto a minha filha.
- mas nínguem morreu no show.
- eu sei disso.
o Rosco fica um tempo calado.
- você pode estar ficando louco - falou o Rosco tentando convencer de que boa parte do que ocorre se passa na minha cabeça.
- eu não estou ficando louco.
- tente esquecer essas coisas.
- como você quer que eu me esqueça.
- talvez se você relaxar tudo volte ao normal.
- eu queria estar louco.
- do que você estar falando?
- se é presciso eu ficar louco para ver a minha filha que eu fique.
- obiviamente você não estar pensando claramente.
- este mundo racional não estar servindo para min.
- tomara que você não esteja falando sério.
- e se eu estiver.
o que estou dizendo, esto mesmo querendo ficar louco, meu deus quem em sã consciência queria ficar louco, não tem desculpas no mundo para alguém querer ficar louco de próposito, paro de falar essas bobagens por um segundo fico refletido sobre o que falei.
- me desculpe Rosco eu não estava querendo realmente dizer isso.
- entendo.
- bem, vamos fazer o que viemos fazer aqui.
- você tem razão.
andarmos no shoping, sentamos em um banco.
- Rosco, por que paramos?
- para quer a pressa!
- o estamos fazendo aqui?
- olhe.
ele fez com que eu olhar-se uma loja de roupas de marca.
- eu não quero comprar essas camisas.
- não sei idiota.
- o que você quer que eu olhe?
- olhe para as vendedoras você não estar vendo?
me foco no que devia estou conseguindo ver as vendendoras realmente elas têm um corpo muito sensual.
- e ai vamos ficar aqui parados?
- é melhor.
- por que nós dois samos souteiros não prescisamos com medo de que as nossas mulheres saibam que a gente estar vendo isso?
- é que provavelmente a gente vai gastar alguma coisa.
- elas são vendedoras não prostitutas!
- não é isso que eu queria dizer.
- então o que você queria dizer?
- bem a gente entra numa loja dessas e as vezes elas prescionam você para comprar uma camisa que você odeia, mas a vendedora sabendo que é gostosa e você é um homem simples, ela vai aproveitar dessa grande vantagem, o pior é quando são duas.
- por que pior?
- por que nesse momento você é prescionado a comprar, e as duas mulheres ficam falando de que gostam da camisa e você, e ainda falam que acham sexy a camisa, daí não tem outro jeito você acaba comprando a camisa.
- você tem razão.
estavamos olhando tranquilo para a loja sabendo que elas não estão nos olhando dá até uma certa sensação de segurança, por que se as pessoas olharem para a gente só vai parecer de que a gente só estar olhando para as lojas.
este momento de felicidade me fez esquecer do meu pensamento sobre o ônibus, bem se tudo estar tranquilo por que devo me preocupar.
o desgraçado inicia os motores ele vai na minha direção não fico parado feito um idiota, saio correndo feito um desesperado, subo nas escadas rotantes, o ônibus bate na escada e quebra a metade dela, mas por sorte conseguir subir a tempo.
fico parando um tempo para pensar, mas depois quando eu volto para se, percebo que eu devo sair de cima antes que ele faça grandes destruições em baixo, que cause uma situação sem escarpatória aqui em cima.
tento ir para algum, outro local que o motorista desse ônibus assasino não possar me encontrar, corro feito louco para ver outra escada de descida.
quando finalmente vi uma escada de descida, ouço uma grande explosão isso me derruba completamente eu sair da escada e fui direto por chão.
fiquei completamente inconsciênte, o Rosco me acorda, me cutucando com o dedo.
- ei cara você estar bem? - o Rosco falou preocupado comigo.
cuspi um pouco de sangue.
- o que raios foi isso?
- você caiu da escada!
- eu me referi ao ônibus.
- eu sei.
um ônibus entra dentro do shoping destruindo tudo em seu caminho, nós em desespero corremos para a loja querendo alguma forma de abrigo.
me perdi do Rosco enquanto eu estava correndo o ônibus foi para a loja onde eu estava, pulei no vidro enquanto o ônibus estava passando e destruindo a porta.
penso por um segundo, mas será que esse cara estar maluco, mas o ônibus estava dando macharre, penso se esse cara não percebeu que estar dentro de um shoping, o melhor seria parar esse ônibus de vez.
o ônibus se posiciona e fica na minha direção.
- OU MERDA - era essa palavra que estava na minha cabeça.
com certeza este é um persimo dia para ir para um shoping mas será que esse desgraçado do motorista vai parar de vez ou ele vai fazer mais alguma coisa.
ele vem na minha direção corro desesperadamente, por que a minha vida estava dependendo disso, graças a deus que os obejtos do Shoping deixava o ônibus um pouco mais lento, se esse ônibus chega em velocidade normal e indo atrás de min eu não teria nenhuma chance corro para uma escada rolante, subo o mais rápido que posso, o véiculo acerta a escada, eu estava na mertade da escada, segurando com toda minha força, estava quase caindo usei toda a força que eu tinha e conseguir subir a escada a tempo, me deitei no chão por um tempo, estava querendo sair daquele inferno, estava rezando para aquele ônibus ir embora e NUNCA MAIS voltar, pelo menos isso me daria um pouco de sussego, as pessoas em volta, pareciam mais preocupadas com o ônibus ninguem veio pergunta se eu estava bem, me deu vontade de mandar todos eles por inferno.
Quando voltei por min me levantei e fui ver como estava o movimento lá embaixo, para ver se o desgraçado estava próximo, quando fui ver escultei uma grande explosão, o chão tremeu me desequilibrei cai no chão de baixo perdi a consiência um tempo depois o Rosco me acordou me sacundido.
- ei cara você estar bem? - Rosco falando comigo preocupado.
- desta vez você viu o ônibus?
- bem, não tinha como não ver o desgraçado invadiu o shoping.
- graças a deus, e não estava maluco.
- não posso dizer o mesmo do maluco deste motorista.
- ele queria me matar.
- você tem certeza disso.
- tenho completamente o maluco foi em minha direção, concerteza ele tentou me matar.
- você acha que ele entrou com o véiculo com o próposito de te matar, ou matar você foi roleta russa e você foi o "sortudo".
- não posso dizer com muita certeza se foi o cara que te falei.
- vamos de taxi por que por hoje já chega de ônibus.
capitulo:20
"o acidente de Bill"
Eu estava sentado no sofá, estava conversando eu, Cassidy e a Sindy elas não paravam de falar uma com a outra com certeza o assunto erá interesante elas não paravam de falar por horas, naquele momento eu não estava querendo saber mais de papo eu estava querendo saber que horas eu vou poder sair desse inferno e o assunto continua.
Elas me faziam perguntas, eu respondia mais sem saber o que é com palavras"aham" ou "eh" vi a janela ficava pensando no efeitos que poderiam acontecer se eu pular-se por ela, bem o prédio é alto com certeza eu sofreria e muito com a queda, mas seria muito pior se eu continuar-se aqui.
ao menos queria que a Sindy sentir-se a vontade de dumir, isto poderia me ajudar muito, convenceria a Cassidy a fazer um sexo, pelo menos eu faria a minha noite e tudo pelo o que estou passando aqui iria valer muito apena, mas não parece que a Sindy não estar nenhum pouco cansada, isto estava me deixando muito irritado, a minha impressão é que ela sabia exatamente o que eu tinha em mente, daí só para me irritar, a Sindy não ia dormir.
a cassidy foi para a cozinha me apróximei da Sindy.
- o Sindy você não pode dormir ou algo do tipo para eu e ela tivermos pelo menos um tempinho a sós.
- mas como você é taradinho!
- eu só estou querendo uma boa noite.
- sei o tipo de noite que você estar querendo.
- você pode por favor me fazer este favor?
- eu vou pensar.
- como assim você vai pensar?
a cassidy chegou quando estavamos conversando ela pergunta o que a gente estava conversando.
- a gente estava falando nada importante - isto foi o que eu falei na hora.
se ela souber-se o que estava passando na minha cabeça com certeza ela iria fazer com que sair-se daqui com certeza na base de tapa.
A Sindy não saia, desta vez eu tinha certeza ela estava me provocando, mas elas continuam nessa converça que parece que não acaba nunca, isso já estava torrando a minha paciência.
- eu acho que já estar na hora - a Cassidy se vira para min e me diz isso, fiquei sem saber o que dizer.
- estar na hora do que?
- bem, já estar tarde acho que é hora de você ir.
O QUE, me deu vontade de brigar com os 4 cantos do mundo, quando ela me contou isso, queria sair destruindo tudo, estava me acalmando mentalmente estava tentando não demonstrar toda raiva que estava sentindo.
- bem, também acho que já é hora.
minha vontade de dizer que o nosso relacionamento acabou naquele momento, que ela podia para o inferno.
- boa viagem - falou a Cassidy toda carinhosa comigo.
concerteza não ia ser uma boa viagem, iria pulto no caminho todo, querendo que o mundo exploda.
- até.
- até - falou as duas.
desci não acreditando até agora no que aconteceu fiquei horas lar em cima e não aconteceu nada, entrei no carro, estava dirigindo no caminho eu vi um bar, entrei no bar fui direto tomar umas cervejas,não me lembro o que aconteceu no resto da noite, acordei na cama, mas não erá o meu lugar tenho certeza que estava na casa de outra pessoa.
o pensamento de que eu trair a minha namorada nem estava muito forte na minha cabeça, verifiquei a minha barriga graças a deus que estava normal e nenhum rim foi roubado, relaxei um pouco.
outro pensamento que veio na minha cabeça é que por favor quando eu me virar que seja uma mulher, nunca aconteceu de eu acorda e erá um homem ao lado na cama, mais tenho medo que isso aconteça, por isso quando, ia beber nunca ultrapassava do limite sempre queria saber o que estava acontecendo.
olho para o lado e vejo que é uma loira, não vejo o rosto dela, ela estava deitada e só conseguia ver as costas dela, nesta situação não queria me aprofundar mais no assunto, não quero saber de nada dela, peguei a minha roupa depois fui para o taxi, e de lar fui para a boate que estava o meu carro.
estava tudo indo bem entrei no carro tudo estava funcionando como queria só espero que quem eu tenha pegado não tenha nenhum parentesco com a Cassidy, por isso é sempre fácil pegar uma mulher de outro estado, daí as chances são muito poucas da mulher que você esteja de fato conhecer essa tal mulher com quem você estar ficando.
a pessoa só tem que rezar para deus se a pessoa estar fazendo este esquema não pegue ninguém da tribo das malucas, isto é o pior que pode acontecer neste tipo de situação.
começo dirigindo, fico pensando nas coisas que fiz mas tudo se esquece fácil, lógico que nunca irei contar nada para a minha namorada.
vejo o ônibus ao fundo ele estava batendo nos carros, termo pela minha vida, acelero o carro, qualquer multa nesse momento deveria ser perdoada.
virei o carro para a rua da esquerda com a esperança que o desgraçado vá para outra direção, mas o ônibus estava me perseguindo com certeza, estava querendo me matar, penso por segundo será a pessoa que eu peguei será que ela da tribo das malucas.
ficava mudando de ruas mas o desgraçado ainda estava atrás de min, não pode ser a pessoa de hoje, ela só sentiria raiva de min, mas eu acho não ao ponto de por a segurança dos outros em risco, quem poder ser?
estava dirigindo com o pé no acelarador, nessas horas que a pessoa reza para ter comprado um carro rápido, concerteza já estaria se o meu carro fosse um fuscar.
me desviei de um carro, mas isto fez com que meu carro desacelar-se fazendo com que o ônibus acertar-se o meu carro, em um segundo noto que eu estou em shoping noto que todo local parece estar destruido, por um segundo penso como do meu carro venho parar em shoping, como raios vim parar aqui.
vejo que todo local parece estar destruido, ando totalmente desorientado, devo ter morrido, cara se isso é que as pessoas chamam de paraíso com certeza não vale a pena a pessoa se comporta toda para ir para este local por que concerteza aqui é um saco.
vejo ao longe alguém parecido com o pai de Cassidy, me apróximo mais de perto e percebo que é pai da minha namorada, já não consigo entender mais nada será que estou morto.
vou até ele.
- me desculpe mais você é Tomas Kuandro o escritor? - pergunto embora já tenho a resposta na minha cabeça.
- sim eu sou Tomas Kuandro.
- mais como?
- me desculpe mas eu te conheço?
- o senhor não me conhece, mas eu conheço a sua filha.
- como assim quando ela erá pequena?
- não pelo contrário, quando ela tinha a minha idade de agora.
- mais isso é impossível.
- por que você diz isso?
- por que ela morreu quando erá pequena.
- senhor posso lhe garantir que ela estar viva e bem.
- onde?
- eu gostaria de te levar para ela mas eu não sei como eu vim parar aqui.
- como assim você não sabe como você veio parar aqui.
- um ônibus estava me perseguindo não sei por que?
- ultimamente estes ônibus estão sendo um grande problema.
- dai nessa perseguição vim parar aqui.
- mas a minha filha estar bem.
- sim senhor, ela estar bem.
- graças a deus.
- como eu faço para sair daqui?
- e eu é que sei.
- eu quero muito voltar no meu local original.
- se você descobrir você pode me trazer também.
- vou ver o que posso fazer.
- jovem é melhor não estar brincando comigo.
- neste momento não estou querendo brincar.
- tem certeza que você não sabe como veio parar aqui.
- sim senhor.
- esse tal cara do ônibus, também causou problemas aqui.
- do que você estar falando?
- tem alguém causando grandes problemas nessa realidade, e pelo visto esta causando grandes problemas no seu mundo.
- o senhor tem certeza disso?
- não tenho muito certeza de nada mas talvez essa pessoa estar também atras da minha filha, provavelmente estar causando grandes problemas para ela.
- por que o senhor acha isso?
- por que o desgraçado estar fazendo a mesma coisa atacando qualquer conhecido meu, nessa realidade, como você conhece a minha filha, talvez por isso ele tentou te matar.
- tenho que avisar para ela de algum modo.
- de novo, você tem que saber como veio para cá.
- ok, vou pensar.
para min toda esta confusão estava simplesmente complicado para min, não estava aguentando toda a pressão que estavão colocando em min, uma coisa estava na minha cabeça a minha namorada estar em perigo, droga como vim para cá.
ficava pensando de como vim parar aqui, quando volto a prestar atenção em volta, eu estava fora do meu carro, e o meu carro estava no meu lado não muito amassado.
será que foi real, se não foi real por que eu apareceria justamente perto do pai da minha namorada, isso deve significar alguma coisa.
será que eu devo levar a sério que o pai dela falou"que a filha dele estava em perigo" tenho certeza de que isso deve ser levado a sério.
bem agora que as coisas começam a ficar cada vez mais interessantes.
CAPITULO:21
“ a missão”
O Bill depois dele levar o carro para dá uma ajeitada, no carro já que ele estava destruído, ele ficou olhando todos os concertos que estavam fazendo no carroos primeiros pensamentos, antes do que realmente estava atormentando ele, erá será que os mecânicos vão ser ornestos com o concerto do carro, aposto que eles vão cobrar uma fortuna para poder cobrar tudo isso
eu não estou afim de gastar muito, só tem poucas coisas na vida que eu gosto de pagar caro nesta vida e uma delas que eu gosto de pagar caro é sempre um bom jantar por que a recompença sempre vem depois, eu tenho isso como um bônus.
mas concerto de carro, apesar do seu carro estar pronto a unica coisa que acontece é você perder uma boa grana e nada demais você não ganha nenhum tipo de bônus pelo concerto.
a parte da grana é que realmente não sai da minha cabeça.
eu estava sentado na sala de esperar um outro homem de terno branco, senta do meu lado e diz:
- oi qual é o seu nome?
- o meu é bill, por que você quer saber disso?
- oi bill eu o Destino.
- DESTINO, que nome estranho.
- eu não acho.
- tá certo.
- vocês falam o meu nome quase todo tempo e muitos destes casos vocês estão certo.
- o que você estar querendo dizer?
- eu acho que você sabe.
- você é maluco.
- como foi o encontro de você e o pai da sua namorada.
- do que você estar falando?
- você sabe, quando você encontrou o pai dela em outro plano.
- esperar como você sabe disso?
- eu sou o Destino muitas das coisas que acontecem é por minha causa.
- você também esteve no outro plano.
- eu faço o destino de todos os planos.
- UAL.
- você acha que encontrou o pai dela por acaso?
- você estar me dizendo que não foi.
- exato.
- por que isto aconteceu?
- para te preparar.
- me preparar para que?
- para a sua missão.
- eu não tenho nenhuma missão cara.
- você acha que nasceu normal?
- mas é claro cara.
- você nasceu com a opção de ser realmente imortal ou fica trocando de corpos usando a mente outras pessoas, um outro mode de viver para sempre.
- você estar dizendo que eu tenho poderes.
- exatamente.
- LEGAAAAAL!
- é.
- qual é ele?
- pelo visto não é uma inteligência.
- eeeei.
- a habilidade de mudar de planos.
- eu tinha feito isso mas não sei como.
- não se preocupe eu vou te ensinar.
- obrigado.
- de nada.
- mas qual a minha missão.
- trazer Tomas kuandro para este plano.
- como eu posso fazer isso?
- me desculpe me expressei mal.
- do que você estar falando?
- não é exatamente você que tem de traze-lo para este plano mas a sua namorada.
- ela tambem tem o meus poderes.
- não.
- me explique direito.
- você vai ajudar ela para traze-lo para este plano.
- eu realmente posso trazer pessoas para outras planos.
- exatamente.
- já que você quer tanto ele de volta por que você não traz ele de volta.
- por que se não a historia perde o interesse e essa historia começa a ficar charta meu amigo, e se tudo ficar chato posso acabar tudo isso de vez.
- quer dizer que você não se importa muito com as nossas vidas.
- você não vai ficar sentimental.
- desculpe.
- ótimo.
- mas como eu posso fazer isso.
- não se preocupe eu vou te ensinar.
- muito obrigado.
- ficar pensando no destino das pessoas é muito chato vou te ensinar só para descançar do meu trabalho chato.
- mesmo assim.
- ok.
- me diga quanto vai custar?
- não eu vou lhe ensinar de graça.
- eu não estou falando disso.
- então do que você estar falando?
- do concerto do carro.
- você não vai querer saber.
os mecânicos chegame me dizem o preço não decorei direito por que fiquei tão supresso com o preço do concerto do meu carro, parecia que o meu corpo estava se mechendo sozinho, assinei o cheque, depois ele foram ajeitar todo o carro.
- como eles poderam fazer isso?
- bem uma coisa eu sei sobre esses caras.
- qual é o destino deles?
- estes caras não prestam mesmo ele roubam, perdemais mais do que o preço original.
- já que você é tão poderoso por que você não concerta o meu carro.
- não se preocupe eu pago o concerto.
- você estar falando sério.
- sim.
abraçei ele de tão feliz que eu estava depois de um tempinho nos separamos, apertamos as mãos.
- cara muito obrigado.
- eu vou pagar por que quando eu te treinar eu não quero que outra coisas esteja em sua mente, eu fui bem claro quanto á isso.
- sim.
- ok vamos sair daqui.
de repente ele estavam em nova york só que as ruas estavam vázias.
- cara onde eu estou?
- digamos em outro plano.
- mas este é bem diferente onde o pai da minha namorada estar.
- você não estar no mesmo plano que ele.
- ok você pode me explicar que lugar é este, e o que aconteceu aqui.
- não.
- por que NÃO.
- vai ser bem divertido quando você saber o que aconteceu.
- eu não gosto da sua maneira de diversão.
- bem não é exatamente para você gostar.
- por que você acha que eu falei isso!
- gostei dessa.
- legal!
- ok.
- quer dizer que você não vai me dizer mesmo.
- não.
- nenhuma dica?
- não.
- nem se eu implorar.
- talvez.
- por favor, por favor me diga.
- não.
- mas.
- eu não disse eu ia contar.
- mas você pode me dar uma dica?
- eu posso.
- verdade.
- sim.
- você vai me contar?
- não.
- mas você falou que podia.
- eu posso.
- por que não?
- já disse que não por que vai ser engraçado.
- mas...
- eu tenho que ir.
O desgraçado do destino me deixa neste plano, cuje eu tenho que sair, vou descobrir o que ouve por aqui.
Capitulo:22
“me tirem daqui”
eu aqui nesse mundo estranho, pensando bem eu não queria que ele pagar-se o concerto do meu carro por que se é presciso isso tudo como divída então eu meso pagaria, tudo bem que seria uma grana das grandes mas pelo menos não viajava para outros.
ele me disse eu tenho poderes, que eu consigo me deslocar para outros planos, cara sinceramente só por que eu fui para outro plano sem ajudar ele achou mesmo que consigo fazer de novo.
uma coisa estar me entrigando nisso tudo.
por que quando eu descobrir algo aqui, ou que causou essa cidade estar vázia iria deixar ele animado, uma coisa é certeza eu não vou gostar.
fico olhando para todo canto.
- OLAAAAAAAAA.
QUE MERDA ninguém consegue me ouvir, será que todo mundo morreu.
só espero o que ele ache engraçado, não seja tão terrível para min, pensando bem nas séries e filmes quando vermos alguém se dando mal, nós rimos, só espero que o humor dele não seja tão macabro.
uma das coisas que eu tenho certeza se ele deixa muita maldade no mundo acontecer é por que não se importa muito com a gente, então uma coisa leve não vai acontecer comigo, queria que sejá lá o que for que aconteceu apareçar agora.
estou andando á horas nesta terra maldita.
bem eu tenho que me lembrar o que ele quer, como eu posso sair deste plano, sei que não é coisa fácil, por que se não já teria feito isso várias vezes.
pensando agora, será que o Destino já estava pensando desde o começo eu ficar com a Cassidy, uma coisa que ela falou foi que o destino nos uniu não paro de pensar o quanto literalmente estar frase pode ser, como este cara pode ser manipulador.
uma coisa que me deixou com muita raiva dele, é que provavelmente ele deixou o meu amigo morrer, só para a historia ficar interesante o quando desurmando poder ser este cara.
ok isto já estar ficando chato.
finalmente encontro algumas pessoas ao longe.
- EEEEI.
- AQUIIIIII.
será que ele me ouviram, eu vou correr e gritar para eles.
- EEEEEEEI.
- VOCÊEEEEEEES.
- ME AJUDEM.
conseguir chegar perto deles, quando vejo eles, estavam com caras mortas, e com o corpo necrosado, estavam zumbis, eles olham para min.
- OI.
espero que isto seja o normal deste mundo.
eles foram atrás de min, corri também fugindo deles, pensando bem eu não gostei de descobrir, desgraçado é por isso ele não me contou, vi uma pessoa ao longe.
- VÊEM.
a pessoa no fundo grito é uma voz feminina, bem prefiro ir para ela, droga como estes zumbis podem correr tanto.
algumas cabeça de zumbis explodem por balas, a mulher estava atirando nela.
por um breve momeno pensei, eu não vou me juntar de jeito nenhum a uma maluca armada, mas ou isso ou enfrento os zumbis.
pensando bem escolho a mulher, quando me aproximo dela, ela me leva para um apartamento ela fecha muitas portas e fica fechando as portas e colocando coisas no meio.
- você teve sorte.
falou a mulher, se referindo a min.
- você teve muita coragem em fica gritando.
a mulher mencionou o fato de gritar nesse mundo seria o mesmo que chamar a morte.
- desculpe eu não sou deste mundo.
- o que você quer dizer com isso?
- vim de outra dimensão.
- isso eu acho difícil de acreditar.
- sério.
- eu sei que nem deveria existir zumbis, mas alguém viajar para outra dimensão é uma coisa que eu acho difícil de acreditar.
- eu não estou brincando.
- para min você ficou muito tempo sozinho.
- pelo visto você não vai acreditar em min.
- como você adivinhou.
- aliás meu nome é Bill.
- o meu é Cassidy Kuandro.
- O QUE VOCÊ DISSE?
- que meu nome é Cassidy kuandro.
quando vejo ela, é exatamente como a cassidy kuandro que eu conheço.
- você é filha do famoso escritor Tomas Kuandro.
- famoso!
por que falou irônicamente.
- meu pai só fez um livro e foi um fracasso, ele se tornou professor, mas como você conhece o meu pai.
- bem na minha dimenção ele é um famoso escritor.
- ok isto já estar me assustando um pouco.
- você, eu aposto que eu estou mais, bem não vamos comparar situação, por que a minha dimenção ao menos estar bem.
- estar querendo jogar isso na minha cara.
- bem não é exatamente o que eu estava planejando.
- então o que você estava planejando.
- nada.
- estou ordiando viver nesse inferno.
- eu não culpo você.
- queriamos ter alguém para culpar tudo isso.
- do que se originou este vírus.
- dizem que este vírus já ouve a muito tempo atrás.
- este mundo já estava destruido antes?
- dizem que é a peste negra original.
- mas vocês já sabiam sobre eles.
- não para o pulblico em geral mas só algumas pessoas sabiam disso.
- o que vocês sabiam antes?
- que os ratos passavam as doênças.
- mas como deixam algo como zumbi deixa para lá.
- provavelmente alguns no tempo futuro não acreditavam em zumbis e colocavam que foi outra coisa.
- que erro.
- é exatamente o que a gente estar pensando.
- se ao menos eles contar-sem.
- a cultura de acreditar em zumbis já estar na nossa historia a muito tempo, nós já sabiamos da existência deles mais ignorávamos.
um outra mulher apareceu, ela parece exatamente com a Syndi.
- finalmente outro sobrevivente.
falou a garota que parece a Syndi.
- na verda...
ela começou a me beija na boca, quando ela parou.
- gostei como vocês recebem os outros.
- ele disse que veio de outra dimenção - falou a cassidy.
- você é homem não é.
- sim eu sou.
- é só o que basta.
- bem na verdade faz tempo que eu estou querendo fazer um sexo, vamos fazer um sexo a três - falou a cassidy.
- eu concordo - falou a mulher que parece a Syndi.
- você concorda? - falou a cassidy.
- sim eu concordo.
- então vamos - dissa a cassidy.
FINALMENTE VOU FAZER O QUE EU SEMPRE QUIZ.
de repente eu estou no lugar em frente a loja de mecânicos, onde o meu carro estava sendo concertado, percebi que voltei para minha dimenção.
me ajoelho.
- NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.
- ME TIREM DAQUI.
- EU QUERO VOLTAR.
- ME LEVEM DE VOLTA.
- EU ENFRENTO OS ZUMBIS MAS ME LEVE PARA ELAS.
- POR FAVOR EU QUERO VOLTAR.
fico chorando no chão:
- NÃO É JUSTO.
- NÃO É JUSTO, JUSTO.
- EU MERECIA.
eu vi o destino sentado na cadeira de espera rindo e muito, corri até ele.
- por que você fez isso?
- não foi você que fez.
- como eu falei você tem que aprender a controlar os seus poderes.
- mas eu queria fica lá.
- eu sei que você queria, mas você não controla os seus poderes, se souber-se controlar você teria ficado.
- adimita você me trouxe de volta.
- como eu falei tem que haver o treino.
- mas você não estar me treinando.
- eu vou te teletransporta de novo mais no mesmo tempo que eu te teletransportei antes.
- você estar falando sério.
o bill desapare depois de uma hora ele volta.
-DROOOGA.
- de novo - falou o Destino.
e foi assim até eu aprender a ficam em uma dimenção.
Capitulo:23
“ como estar a minha filha”
a amiga da minha filha estava na minha casa, nós duas estavamos no sofar.
- estou preocupada um pouco com a Cassidy - falou a Syndi.
- por que você diz isso?
- por que uma vez ele caiu e ficou tendo delirios.
- como assim?
- ela simplesmente caiu e ficou tendo ilusões.
- me diga ela sabe que são sõ ilusões.
- ela tem conciência disso.
- por que pior seria se ela não souber-se que estar tendo ilusões.
- você tem razão.
- mas ela foi num médico.
- não.
- mas ela tem de ir por médico.
- eu sei disso.
- por que você estar aqui?
- por que tenho medo que possa piorar.
- o que podemos fazer?
- você é a mãe dela devia fazer alguma coisa.
- o que mais me preocupa, ela achar que pode ver o pai dela em sonhos, e achar que realmente estar vendo ele, isso não é normal.
- você acha que devemos pedir para ela fazer algum tipo de tratamento.
- eu não quero que a minha filha pense que ela é louca.
- mas ela achar que realmente viu o pai dela em sonhos.
- eu sei que não é uma coisa boa isso.
- você vai fazer alguma coisa.
- e o pior que eu estava pensando em contar uma coisa á ela.
- o que?
- eu não sei se eu devo te contar.
- por que?
- por que você é a melhor amiga dela.
- eu juro que guardo segredo.
- não sei.
- eu realmente não sei.
- vamos conta.
- ok.
- fala.
- eu estou saindo com o melhor amigo do pai dela.
- o Stan.
- o que?
- até que o Stan é bem legal, nós duas gostamos dele.
- como assim.
- bem ele deixa a gente entrar no "círculo da amizade".
- você estar me dizendo que o Stan deixa vocês se drogarem.
- mas você também faz.
- eu sei mas...
- nós duas vamos a muito tempo na casa dele.
- á quanto tempo exatamente?
- a uns 5 anos.
- 5 ANOS.
- pelo visto você não sabia.
- COMO ESTE DESGRAÇADO DE UM FIGA FAZ ISSO.
- bem nós formos a casa dele, para pegar o dinheiro do empréstimo que você tinha perdido a muito tempo nós formos, pegamos o dinheiro, e ele perguntou para nós se gostarias de entrar no "círculo da amizade", nós formos, até que nós achamos legal o Bill foi algumas vezes.
- você estar querendo me deixar alegre!
- não sei você mas a gente ficou muuuuuuito alegre naquele dia.
- o que esse idiota estava pensando?
- bem para ser franca.
- o que?
- você viu o jeito dele é do tipo que não leva nada a sério.
- eu sei mas...
- ele é super legal.
- eu sei mas...
- a gente ia muito.
- eu mas...
- e tambem...
- CHEGA.
- ok.
- eu não estou feliz que a minha filha se droga.
- mas você também faz a mesma coisa.
- só por que eu faço alguma não quero também.
- mas é tudo muito bom.
- eu não quero saber.
- ele poderia ser pior.
- eu sei disso.
- graças a deus que ele não é violento.
- mas também não seria exatamente um exemplo de pessoa.
- o que?
- ele não é um exemplo.
- nós duas achamos ele o maior exemplo de pesssoa.
- que exemplo!
- você estar brincando.
- não.
- ele nos ensina a fazer tudo com calma.
- mas é por que ele é lezado.
- nos ensina se você estar com raiva e leia um livro, deixa a sua imaginação crescer, e você vai ficar mais calmo e pronto para o que vier.
- mas deu drogas para adolecêntes.
- quer dizer que você não usou.
- de novo, só por que eu fiz, isso não quer dizer que eu quero que a minha filha farça o mesmo.
- mas pelo estar abrindo novo horizontes.
- este tipo de horizonte é muito bom.
- mas ela se drogou antes dos 18.
- isso quer dizer que depois dos 18 anos pode.
- não é exatamente o que eu estou querendo dizer.
- mas pareceu.
- na verdade eu acho que ninguém deveria se drogar.
- você vai parar.
- hummm...
- você ainda vai continuar.
- para gente é o maior barato.
- que exemplo.
- você ver se carla eu sou mais velha que você.
- é e muito!
- o que você quer dizer com isso?
- que você é velha!
- olha muitos homens me querem.
- é!
- estou falando a verdade.
- você demorou um bom tempo para namorar.
- por que eu estava aceitando todo o processo.
- vamos dizer que foi isso!
- olha aqui mocinha muitos homens da sua idade me querem.
- certo!
- você estar me dizendo que não.
- talvez se você levar para ele por "círculo da amizade" o jovem possa te querer.
- o jovem não prescisar estar drogado para me querer.
- certo!
- você quer provar que você estar errada.
- como você vai provar.
- nós vamos para uma dessas boates, e você vai ver.
- você vai ver que eu vou conseguir muitos.
- o que você vai da uma de fácil!
- tenha respeito minha jovem.
- meu deus até falar como velhar.
- você estar me irritando.
- o que você vai fazer correr atrás de min correndo com uma bengala!
- eu não estou assim tão velha.
- ok vamos dizer que não.
- chega.
- mas é mesmo o Stan.
- não.
- então quem é ele.
- O Rosco.
- mas ele não é tão legal como Stan.
- eu não quero saber se ele é legal.
- por que na sua idade tem que ser tudo certo e chato.
- você acha que eu iria escolher um imaturo.
- me esqueci você não tem mais idade para isso.
- eu não estou assim tão velha.
- mas você escolheu, um homem que não se arriscar muito.
- e o Stan se arrisca.
- não mas pelo menos ele é melhor que o Rosco.
- não acho isso.
- e você estar tão desesperada, que você foi nos amigos de longa data para namorar.
- nós vamos sair hoje e você esteja lá e você vai ver quantos eu consigo pegar.
quando chegou a noite, eu queria mostrar para aquela amiga metida da minha filha que eu podia pegar alguém até com mais facilidade, como ela ousa me questionou a min, só por que eu estou velhar isto não quer dizer que eu estou totalmente descartável.
chamei a minha amiga Keila para sairmos hoje, como ela estar livre, para ela não vai ser um problema, ela pode aparentar que é uma pessoa séria, mas quando berbe, ninguém segura ela.
mas o meu medo maior é a jéssica ligo para ela, jéssica antende.
- alo - disse a Jéssica.
- oi sou eu Tina.
- Tina quem?
- sou eu Tina Kuadro.
- oi como você vai?
- vou bem.
- vamos para a casa do Stan.
- eu não estou querendo ir.
- como estar a keila.
- ela vai bem.
- como faz é tempo que eu não falo com você?
- eu sei que faz tempo.
- a sua filha ainda morar com você?
- não ela já mudou a muito tempo.
- sério.
- sim.
- e como você lidou com a mudança dela?
- tudo ocorreu muito bem.
- ela se casou?
- não.
- ela é lésbica?
- não.
- tem certeza?
- tenho.
- ela já tem alguém.
- já.
- qual o nome da pessoa?
- o nome dele é bill.
- você já tem alguém?
- chega.
- por que você não quer mais homens.
- eu só queria chamar você para uma boate, vai eu a Keila.
- eu não estou fazendo nada mesmo.
- certo.
- mas você estar com alguém?
- eu prefiro te dizer pessoalmente.
- por que ele é muito feio?
- não.
- ele é um assasino?
- não.
- por que tem que ser pessoalmente?
- quando chegar lá te digo.
horas passam quando chega a noite, todas nós estamos preparadas, e Keila chego perto de min.
- faz é tempo que você não nos chama para a boate o que aconteceu? - disse a Keila.
- eu sei, é que a amiga da minha filha me provocou.
- como?
- ela disse que eu estava muito velha, e que nenhum homem me queria.
- que é isso amiga.
- eu vou mostrar para ela que ela estava errada.
- pensei que você só queria se diverti.
- mas eu vou me diverti quando eu ri da cara dela.
- você não pode levar estes tipos de provocação a sério.
- queria ter que morar com a jéssica.
- por que?
- não teria que ficar ouvindo de sermão.
- você estar dizendo eu sou chata?
- não!
- eu posso ser mais divertida que a jéssica.
- você consegue mas a jéssica consegue ser legal, até quando não estar bebâda.
- é que eu tenho juízo na cabeça.
- é e esses tipos de pessoas são as mais divertidas!
- quando a gente sai com a jéssica é um perigo não gosto de sair com ela.
- ops!
- como assim, ops?
- eu convidei ela.
- e você só me avisa agora.
- é.
- você sabe que eu não gosto de sair com ela.
- me esqueci.
- o Stan não é muito responsavel mas pelo menos é na dele, a jéssica é uma maluca completa.
- fique calma.
- FICAR CALMA.
- você se lembra o que aconteceu da ultima vez.
- o que?
- quase formos prezas, quando ela pegou no carro e meteu o pé no acelarador, por sorte, os guardas simparizaram com a Jéssica.
- mas tudo vai ficar tranquilo desta vez.
- o que só por que vai ter outra pessoa no nosso grupo?
- talvez.
- estou muito estressada agora.
- você quer ir casa do Stan pelo menos para relaxar um pouco.
- não.
- por me lembrar em Stan você acredita que ele liberou a droga para a minha filha?
- isto não é nada.
- como assim não é nada.
- pergunte para jéssica.
- o que foi que ela fizeram?
- o pior que não foi só a sua filha e a amiga dela, a jéssica também estava envolvida.
- como é que você sabe de alguma aventura com a jéssica?
- numa destas viagens eu infelismente estava junto dela, dai a sua filha e amiga dela apareceram.
- como é a historia?
- pergunte para jéssica quando chegarmos lá.
a nossa dircurção durou um pouco mas finalmente, formos pegamos a jéssica a e a amiga da minha filha.
- então hoje é a noite das garotas!- falou a jéssica.
- vamos pegar muitos gatos - falou a Syndi.
- por que a Cassidy não veio? - disse a Keila.
- ela não estava afim de sair hoje.
- certo.
nós chegamos lá virmos a fila enorme continuarmos indo reto, a Syndi o segurança eu e minhas amigas formos barradas.
- O QUE?
mas como eu falei palavrão.
- por que você deixou ela entrar e a gente não?
o segurança não respondia nada.
- fique calma - disse a Keila.
- como eu posso ficar calma.
- ficar com raiva só vai piorar a situação.
- eu sei.
- eu sei de um jeito da gente entrar sem grandes problemas - disse a jéssica.
- qual é?
- vamos ter mostrar os nossos peitos.
- o que não vou fazer nem morta - disse a Keila.
- prefere enfrentar a fila?!
todos nós formos juntos todas nós mostramos os peitos, e o segurança nos deixou entrar.
- funciona toda vez - falou a Jéssica.
quando entrarmos a amiga da minha filha estava lá.
- por que demoraram tanto?
o que essa metida me deixou com muita raiva eu daria um tapa na cara dela.
- fique calma - disse a Keila.
ela estava vendo que eu estava com muita raiva.
- é que nós não tivermos pressa.
- certo!
- nós tivermos que mostrar o seio para entrar aqui - disse a Jéssica.
coloquei a mão na cara de vergonha.
- você não prescisava dizer isso.
- mas foi verdade - disse a jéssica.
- eu sei mas mesmo assim isso não conta.
depois que tudo se acalmou eu fui para o bar, tomei um bebida quando eu olho para o lado vejo meu marido o grande Tomas Kuandro.
Capitulo:25
“a pessoa inesperada”
só posso estar sonhando como pode ser o meu marido estando de pé na minha frente, eu sei como ele estar não pode ser possível.
- TOMAS KUANDRO?
não sei por que eu falei isso provavelmente não é ele.
ele olhar para min e faz uma cara de supresso.
- Tina.
- isso não pode estar acontecendo.
- eu também estou supresso.
- aposto que não mais que eu.
- eu acreditei que você estava morta.
- o que?
- eu vi a minha filha e o namorado dela o bill.
- isso não pode estar acontecendo.
- por que não?
- isso é imaginação só pode ser.
- não é só você que estar achando que isso é imaginação.
- do que você estar falando?
- vocês morreram no acidente.
- eu não estou entendo.
- no acidente a 10 anos atrás vocês duas tinham morrido.
- isso não aconteceu.
- estou dizendo que eu vi acontecer.
- não nós duas estamos bem.
- fico feliz em saber disso.
- por que ninguém me acorda.
- você quer me perder.
- não me faça querer você de volta.
- por que não.
- por que eu sei que provavelmente nós não vamos estar juntos.
- eu tambem achava isso.
- eu não quero perder você de novo.
- eu estou aqui você não vai me perder.
- por favor não.
- estamos juntos agora.
- mas sei que isso não vai durar.
- vamos aproveitar este tempo que termos.
- se eu aproveitar este tempo...
ele me beijou na boca, conseguia sentir ele, tenho certeza que é ele, deixo o que eu sei de lado, eu quero que este momento duro, queria que este tempo parar-se.
paro de me beijar por pouco tempo.
- por favor não pare.
continuarmos nos beijando, com todo o sofrimento que eu passei uma coisa eu sei dizer que este momento é mágico.
- queria que este tempo durar-se para sempre - disse tomas.
- vamos fazer durar.
- nós podemos.
- não, infelizmente não podemos.
- nós achavamos que ia ser impossível, nos encontrarmos e veja esta situação agora.
- mas quando a realidade chegar vai ser extremamente dificíl tanto para você como para min.
- esta é a nossa realidade agora.
- você estar certo.
continuarmos nos beijando.
- como eu sentir falta de você.
- eu tambem.
- como eu gostaria de saber um jeito, que nada possar nos atrapalhar agora.
- eu acho que uma pessoa possar nos ajudar.
- quem?
- o Bill.
- você estar falando do namorado da nossa filha.
- exatamente.
- como ele pode nos ajudar.
- eu não sei direito.
- então como você achar que ele pode nos ajudar.
- por que ele esteve aqui onde estou, e pelo visto ele também vive nesse mundo, eu sinto que ele é a nossa unica esperança.
- me diga você realmente viu a nossa filha?
- sim eu vi ela.
- eu estou custando para acreditar nisso.
- uma das ulima vez que eu vi ela foi em um show.
- você estar falando sério.
- estou.
- o que você falou para ela?
- como nós realmente nos conhecemos.
- não tenho muita certeza se isso tudo estar acontecendo realmente.
- não importa como é a realidade o que importa é este momento.
- estou querendo aceitar isso.
- aceite.
- eu não sei se consigo.
- é só acreditar.
- e se eu te perder.
- aqui você nunca me perderar.
nós nos beijamos de novo.
- eu te amo.
- eu tambem te amo.
nós nos abraçamos.
- lembrar-se que o bill possa nos ajudar.
- falando nisso o que você achou dele.
- eu achei uma pessoa normal.
- tenho que dizer que as vezes eu acho ele meio arrogante.
- como eu gostaria de estar ai para pelo menos assustar um pouco ele.
- que maldade.
- me ela foi dificíl.
- não muito.
- que bom.
- ela estar querendo a mesma profissão que você.
- eu não sei se ela vai conseguir.
- tomara que ela consiga.
- ela já fez algum livro?
- não por enquanto nenhum livro.
- ela deve ver que não é bem fácil.
- na verdade.
- o que?
- ela estar querendo terminar a trilogia que você estava fazendo.
- sério.
- o tal fantasmas de alguma coisa.
- ela estar tentando terminar o fantasmas de outro céu.
- é isso mesmo.
- eu não queria que ela pegar-se este fardo.
- ninguém queria.
- você sabe se ela começou a escrever alguma coisa.
- ainda não.
- por que?
- ela diz que se ela fazer o teceiro livro teria que ser do jeito que você fez os dois primeiros, ela quer que este seja perfeito.
- como eu estou orgulhoso da nossa criança.
- eu digo o mesmo.
nós nos beijamos.
- que dure para sempre.
de repente não estou vendo ele, fico olhando de um lado para o outro, e não encontro ele, mas vejo o Rosco.
- Rosco.
- Tina, oi.
- o que você faz aqui?
- estou aqui para me diverti.
- eu tambem.
- finalmente você saiu para se diverti.
- sim.
- conseguiu superar ele.
- falando nisso.
- o que?
- você pode me achar louca.
- por que eu acaharia isso?
- você promete que não vai rir.
- depende.
- depende do que?
- do quanto absurdo paresar a situação.
- parece muito mas...
- o que?
- sabe quem eu vi hoje.
- não.
- o Tomas.
- o que?
- eu vi o Tomas aqui conversando comigo.
- isto é impossível você sabe o estado que ele estar.
- eu sei.
- então você não viu ele.
- não tenho muita certeza disso.
- então esqueça.
- eu não vou esquecer-lo eu vou encontra-lo de novo mesmo que isso custe a minha vida.
Capitulo:26
“uma visita a Keila”
depois do que aconteceu na boate conversei com o Rosco, ele questiounava o fato de eu ter visto o meu marido, a Keila chegou perto.
- oi Rosco.
- oi Keila.
- ei uma loucura que a Tina acabou de dizer.
- o que?
- ela disse que viu o marido dela.
- o que aqui?
- extamente.
- você não prescisava dizer isso - eu disse isso.
- você não estar achando que foi real? - disse a keila.
- sim.
- bem se você quer continuar acreditando eu não vou te imperdir.
- nós todos sabemos que ele não vai simplesmente voltar.
- não fale assim com ela.
- pelo amor de deus isto foi a muito tempo.
- mas você deveria ser amigo.
- eu estou sendo amigo na medida do possível.
- não estar me parecendo.
- você quer ir para a casa?
- eu não sei.
- você ainda acha que consegue se diverti.
- eu realmente não sei.
- por que você estar achando que foi real?
- é que...
- o que?
- parecia que ele tinha mente própria e não parecia ser só a mihha mente que estava fazendo alguma espécie de truque.
- se você que foi real então foi.
- eu sei que ele não esteve realmente aqui.
- e não esteve mesmo - falou o Rosco.
- PELO AMOR DE DEUS - gritou a Keila reclamando do o Rosco.
eu fiquei tendo paciência com tudo sempre pensando se aquilo tudo foi real ou não, no final quando todos já estavam querendo ir embora, formos embora para a casa, eu fui dormi.
a Keila ainda foi cozinha um pouco por que estava com muita forme.
- curtiu a noite - a voz do assasino.
- quem disse isso?
ela ficou olhando para todo lugar.
- você tem que procurar mais - disse a voz.
- ok seu esquisito, saia daqui se não chamo a policia.
- vamos tente.
Keila foi procurar o telefone por todo canto e não estava achando.
- onde estar?
- você não devia já estar chamando a policia.
- já estou chamando.
- você sabe que eu consigo te ver?
- onde você estar.
- aqui.
a parede faz um rosto sem forma.
a keila gritou foi tentar entrar no quarto da Tina mas a porta não estava abrindo.
- TINA ME AJUDA.
-NINGUÉM VAI TE AJUDAR.
Keila correu para a porta ficou tentando abrir a porta, mas não estava abrindo, foi até a chave, tentou abrir a porta mas a chave quebrou.
- MALDITA CHAVE.
- estar pensando em sair para algum canto.
ela estava segurando na fechadura tentando abrir como podia, mas enquanto ela segurava percebeu que a fechadura estava esquentando, então rápidamente tirou a mão.
- MALDITO.
ela ouve uma risada ecoando para todo o local.
- você estar se divertindo MALDITO.
- como estou?
- pare com isso seu sárdico.
- anda me chame de nomes.
- DESGRAÇADO, MALDITOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.
- isso continue assim.
- por que você estar fazendo isso?
- por que você estar me atrapalhando.
- eu juro que não te atrapalho é só você me dizer o que eu posso fazer para eu não te atrapalhar e você me deixar em paz.
- não importa se você vai prometer de fazer a promessa ou não, para min, por via das duvidas é melhor te matar para não haver mais ninguém atrapalhando nos planos.
- ME DEIXA EM PAZ.
duas facas aparecem e furam o pé da Keila.
- TINA PELO AMOR DE DEUS ME AJUDA.
- eu te falei que ninguém vai te ajudar.
a keila fica chorando.
- por favor me deixa em paz.
- eu termo que não.
- então quer saber de uma coisa.
- o que?
- vai se fuder sua bixa escrota.
uma faca atraversar o peito da Keila, então ela morre.
finalmente conseguir domir direito eu acordo, e eu vejo a minha amiga Keila no chão morta, eu altomaticamente ligo para a emergência, todos apareceram no hospital e minha filha chegou perto de min.
- como você estar mãe?
- nada bem.
- como foi que isso aconteceu?
- eu não sei.
- você não ouviu nada.
- fico me perguntando será que eu ouvir alguma coisas só que eu estava ignorando.
- você viu se ela irritou alguém?
- não ela estava normal, não pertubou ninguém.
- você sabe se alguém ameaçava ela de morte.
- não sei.
- pense mãe.
- não me lembro.
- puxa eu nem imagino o que você estar passando.
- eu tenho que dizer uma coisa filha.
- o que?
- ontem eu vi o seu pai.
- como assim, de algum sonho lembrando ele.
- não eu acho ele erá realmente ele.
- você tem certeza.
- sim.
- você não estar falando isso só para me alegrar.
- não.
- eu tenho certeza que todas estas coisas estão relacionadas.
- como assim.
- o que?
- você parece ter uma certeza do que estar acontecendo.
- talvez eu não tenha.
- você não estar se esclarencendo.
- mãe, eu só tenho uma coisa a dizer.
- o que?
- está situação é maior do que a gente imagina.
- do que você estar falando?
- que tudo isso não se tratar só do fato que a gente consegue ver o meu pai.
- não exagere querida.
- eu não estou exagerando.
- a gente só estar vendo algum tipo de lembraça dele.
- você viu ele?
- sim.
- conversou com ele?
- sim.
- ele falou alguma coisa de que nós morrermos.
- sim.
- esculte o que estou dizendo ele estar vivo e bem, só não exatamente neste plano.
- você estar se escutando.
- mãe se você souber-se o que vir você estaria dizendo a mesma coisa.
- agora você estar me dizendo que existe outros planos.
- sim existe.
- como você sabe disso.
- uma pessoa me explicou.
- que pessoa.
- uma pessoa chamada de Destino.
- destino não é uma pessoa, é uma força natural da vida.
- não o nome desta pessoa é Destino.
- este nome é ridículo.
- com que ele pode fazer por ele pode ter qualquer tipo de nome.
- o que ele pode fazer?
- parar o tempo por exemplo.
- assim você estar exagerando.
- eu sei que parece exagero.
- e você estar certa.
- acredite muitas coisas viram.
Capitulo:27
“se enfrentando” hoje acordei a Keila estava do meu lado, hoje tive um sonho muito intenso que eu estava conversando com a minha mulher no bar, fiquei olhando para o teto e meditando sobre a vida.
- o que foi? - perguntou a Keila.
- hoje sonhei com a minha esposa.
- pensei que você já tinha superado ela.
- eu achava que eu tinha superado.
- lembra-se que você estar comigo.
- eu sei.
- sua mulher morreu tente superar.
- mas o engraçado é que no meu sonho ela também sofria o processo para tentar me esquecer.
- você estar falando sério.
- estou.
- ual como é isso?
- não sei dizer.
ela me beija na boca.
- por que não tenta.
- no sonho conseguia sentir como se tudo fosse real.
- eu sei que você quer muito que isso aconteça.
- mas é impossível.
- não se pode reviver os mortos.
- hoje eu vou fazer uma coisa.
- o que?
- depois eu te conto.
me arrumei e fui para o cemitêrio, chego lá vou até o tulmulo da minha esposa e filha, vejo o tumulo dela, algumas flores que ainda estão lá.
- me diga isto tudo é real?
quando eu olho para o lado consigo ver uma pessoa iguazinha a min.
- você não estar satisfeito com essa realidade? - falou a pessoa.
- quem é você?
- eu aposto que você sabe que eu sou.
- eu faço uma idéia.
- do que você estar ai reclamando.
- quero saber se a minha filha e mulher estão vivas?
- não no seu mundo perfeito.
- como assim "seu mundo perfeito"?
- você nunca estava feliz com elas.
- sim eu estava.
- então por que você ia muito naquela boate.
- só para me desestreçar.
- na quantidade de vezes que você ia, você sempre estava extressado.
- não é verdade.
- admita você estar aliviado com a morte delas.
- MENTIRA.
empurrei e fui junto com ele para o chão ele me dar uma joelhada na barriga.
- você sempre queria assim.
- eu amava as duas.
- isto é mentira.
- estou dizendo a verdade.
- você podia amar elas muito mais quando estava vivo, mas você não fazia.
- eu amava o máximo que eu pordia.
ele me dar um chute e eu rolo no chão.
- ADMITA QUE VOCÊ ESTAR FELIZ POR ELAS ESTAREM NAQUELES CAIXÕES.
- nunca eu estaria feliz por isso.
ele dar um chute na minha barriga, isto faz eu cuspi uma quantidade de sangue.
- EU AMAVA ELAS.
- MENTIRA, pare de se perguntar se elas estão realmente vivas ou não e aproveitar este céu que você estar tendo, volte para a casa e vá fazer muito sexo com a Keila, se case e tenha filhos e continue seguindo a sua vida do jeito como você já estava fazendo.
- me traga de volta para elas.
- eu não quero.
- ME TRAGA PARA ELAS.
- você não merece estar perto delas.
- pare de dizer isso.
- você sabe que é mais pura verdade.
- você tem razão.
- não disse.
- eu não sou o melhor dos homens, sou uma pessoa que se droga que trai a minha mulher, e algumas vezes eu dava mas importância as minhas historias do que a minha própria familia.
- ainda bem que você estar aceitando.
- eu não mereço mas eu vou estar perto dela, não importa se eu tenho que atravessar dimenções para poder encontrar-la, você desgraçado nem tente fazer alguma, coisa.
- quem você pensa que é?
- digo a mesma coisa para você desgraçado.
eu tento me levantar mas ele chegou muito rápido e meu um outro chute forte acabei caindo no chão.
- quando eu tiver o controle disso tudo vou acabar com isso - falou a pessoa.
- do que você estar falando?
- tudo estar ficando fora de controle demais.
- concordo.
- primeiro vou destruir tudo que você ama.
- NÃAAAOOOOOO.
me levanto e vou na direção dele começo dando vários socos na cara dele.
- você não vai fazer isso.
ele segura as minhas duas duas mãos e me dar um chute bem forte na barriga quase chego a desmaiar, mas inevitavelmente caio no chão de novo.
- o que eu fiz com você?
- eu já estou cançado de você ter a vida boa e estragar tudo.
- eu lhe imploro me traga para minha esposa.
- não.
- por que não seu maldito?
- por que isso poderia estragar seu mundo perfeito.
- o meu mundo é perfeito com elas.
- não.
- e você por acaso me conhece.
- o suficiente.
- eu termo que não.
- você vai ver o quanto te conheço.
- nunca vi ninguém como você antes do acidente.
- isto não importa.
- isto importa e muito.
ele me dar um chute na cara.
- isto já estar me enchendo o saco - falou o cara.
- você estar com o saco cheio!
- tem alguma coisa a dizer.
- sim eu tenho seu saco de bosta.
- incrível a sua coragem de peranti min.
- para ter a minha filha e esposa sou capaz de enfrentar qualquer coisa.
- acredito!
- foi você que fez com que causar-se o acidente não é.
- não.
- mentiroso.
- eu tenho que dizer que o acidente não foi a minha culpa, mas o que veio depois daí eu posso dizer que foi totalmente minha culpa.
- quando você acha que foi isso?
dou risada na cara dele, o desgraçado me dar mais um chute.
- o que você não estar me contando?
continuo dando risada, ele me bate mais uma vez.
- me conte.
deixo ele cada vez mais irritado, mas ele continuava me batendo.
- você não sabe de nada.
- a minha filha.
- o que tem ela?
- você não esperava que ela aparer-se não é.
- não é isso.
- eu sei que você estar mentido as aparições da minha filha não é algo que você estava esperando não é, mas quando ela apareceu detornou este mundo que você criou.
- você estar me irritando.
- ei e mais uma coisa.
- o que?
o rosto dele se aproxima, cuspo sangue na cara dele, e continuo dando risada.

Capitulo:28
“tentando destruir tudo”
a raiva dessa pessoa estava bem na cara, não me importava muito se ele estava com raiva de min, já não estava querendo saber de mais nada, o que mas me revoltava nele, é o fato de dizer que viver a vida sem a minha filha, iria me deixar feliz.
- e ai o que você pretende fazer?
- com você eu vou ter mais calma - falou a pessoa.
dou uma grande risada na cara dele.
- vamos me matar.
- não.
- o que foi antes você estava muito macho batendo em min, agora estar se acorvadando.
- estou sendo paciênte.
- não tem jeito, de você controlar tudo isso nãp é.
- na verdade tem um jeito.
- qual seria ele?
- matando de vez a sua.
por um momento fiquei feliz que a minha poderia estar de fato viva, parei de raciocinar por um momento, em como isso me alivia um pouco.
- você não vai atrás dela.
- o que você pode fazer para me imperdi.
me levanto vou atrás dele dou dois socos na cara dele, este cara rir de min.
- o que é assim que você pretende me imperdi?!
dou um chute no saco dele, ela caiu no chão.
- ok, isto foi golpe baixo - disse o cara.
continuo chutando ele,a pessoa segura o meu pé me puxa fazendo com que eu caia no chão.
- se você quer ir atrás da minha filha terá que passar por min.
- mas isto não é totalmente verdade.
- eu juro se você encostar na minha filha eu te mato.
- que medo!
- não vá atrás dela.
- seu idiota não percebe que eu posso ir atrás de que eu quiser.
- não.
- fiquei ai esperando.
- não.
- tem certeza que você não viu algum tipo de alucinação.
- isto eu vi.
- então pode não ser ele.
- não você não estar entendo.
- então por favor me explique?
- este cara é capaz de causar ilusões.
vejo a minha janela quebrar do nada.
- Droga o que foi isso? - disse a Keila desesperada.
- eu acho que termos que sair daqui.
- por que?
os vidros se juntão e formão uma mão de vidro e vai na perna de Keila, fazendo cortes nela, chego perto e dou um chute na tao mão de vidro.
- ok, estou assustada - disse a Keila.
- vamos sair daqui.
- em algum tipo de contagem?
- não.
corremos desesperados, e a mão de vidro, pego o extintor de incêndio e toda vez que a mão se aproximava batia nela, ela quebrava de novo, formos até o elevador.
estavamos no elevador queriamos que as portas de fechar-sem rápido, mas ela estava demorando para fechar.
- vamos fechar logo porra.
mas não estava fechando, no momento que ela fechou a mão entrou dentro, ficava tacando o extintor na mão de vidro, uma das vezes os cascos fizeram feridas na minha perna.
- desaparece sua droga.
- CHEGA LOGO - a Keila falou isso batendo na porta do elevador.
quando chegou no andar final, corremos para o carro fecharmos, quando fechamos as portas do carro, eu estava desesperado para ligar o carro, mas a chave não entrava.
no nervosismo deixei a chave cair, vi por um segundo no espelho retrovisor que a mão estava chegando perto dos pneus, ai entrei em pânico peguei a chave, conseguir ligar o carro, e fui dirigindo.
- ISSO - disse a keila alegre.
me deu um beijo na boca de empolgada.
- foi mal - ela se envorganhou um pouco.
- foi bem.
para min ela não tinha do que se envergonhar.
- mas para onde vamos? - disse ela.
- temos que decobrir um jeito de sair deste plano.
- plano.
- á coisa mais importante não estar nesta dimenção mas na outra.
- isto estar mais doido do que os livros que você escreve.
- é eu sei.
- mas como assim outro plano.
- por que a minha filha estar em outro plano.
- sim no plano do céu.
- não acho que seja isso.
- não acho que ela estar morta.
- por que você tem tanta certeza disso.
- por que se não aquela mão maluca não tentaria nos matar.
- o que a sua filha tem haver com isso.
- ela apareceu nessa dimenção este cara que estar controlando quase tudo não queria que ela aparecer-se aqui isso deixou ele com raiva.
- você estar me dizendo que realmente viu a sua filha?
- sim.
- neste caso fico feliz por você.
- obrigado.
- mas ela estar bem?
- eu não sei.
- por que você não sabe?
- por que ele vai atrás dela.
- então vamos procurar ela.
- quem me dera fosse tão fácil.
- ela deve estar aqui em algum lugar.
- não é bem assim.
- já que ela faz algumas passagens por aqui deve haver um local.
- espere.
- o que?
- eu acho que eu sei onde é a entrada.
- onde é entrada?
- no quarto vermelho.
- o que?
- foi lá onde vi ela pela primeira vez onde vi ela.
- onde fica este quarto vermelho.
- faço uma idéia.
- onde?
- na boate de strip.
- você viu a sua filha na boate de strip!
- lá foi a onde eu entrei no quarto vermelho.
- tem certeza que não é só um quarto das striper.
- eu já tinha entrado nestes tipos de quarto, mas este quarto vermelho, foi á onde eu vir ela, talvez foi quando tudo isso começou.
- mas eu acho que começou quando você sonhou que foi assasinado.
- não foi ai.
- por que você acha isso.
- eu acho que aqui nessa dimenção que ele criou, eu posso morrer quantas vezes eu quiser que eu sempre vou voltar no mesmo estado, isso que aconteceu é uma coisa normal, mas ele percebeu que eu estava me conectando com outras dimenções, dai ele deve ter feito uma coisa que não podia fazer, mas como ele pensava que estava seguro, deixou a brincadeira rolar soltar, so pensou que isso só me deixaria confuso, mas uma coisa não saiu como esperado.
- a sua filha.
- exato.
- como ela fez para vocês se comunicarem?
- eu não sei.
- mas a onde vamos.
- na boate.
- mas estar de manhã.
- sim, e?
- tudo possar estar fechado.
- você tem razão.
- algum outro plano.
- vamos para casa do Stan.
Capitulo:29
“Destino VS o assasino”
eu sinto pena da amiga na minha mãe tenha morrido coitada da Keila, estou aqui junto com a minha mãe, a
minha conveça com a minha mãe não deu em nada, um coisa eu suspeito que seja lá o que foi que eu sentir naquele dia que não parava de me bater nas escadas não erá só ilusão.
- mãe.
- sim, filha.
- você viu se a fechadura estava quebrada?
- não estava.
- você verificou se a porta estava fechada.
- verifiquei e estava.
- então este assasino é proficional.
- não exagere filha.
- se você não acha que foi assasinato o que você acha que foi.
- eu realmente não sei dizer.
- é lógico que foi assasinato.
- eu chamei a policia, tenho certeza que eles poderam nos proteger.
- você tem certeza disso?
- não muita.
- eu vou tomar um corpo com água, você tambem quer?
- não.
estou andando por esses corredor do hospital, de repente quando eu olho para os lado, todos tinhas desaparecidos.
- MÃEEEE.
ok isto me deixou apavorada, estava querendo sair correndo desesperada, quando eu vejo uma sobra em pé no formato de um homem.
- foi você que matou a minha tia não foi?
- sim - disse a sombra.
- por que você fez isso?
- por que ela estava me atrapalhando.
- o que foi que ela fez?
- eu não presciso te dizer.
- você vai me matar.
- sim.
- por que você não me matou antes.
- antes estava só um pouco fora de controle, mas agora estar totalmente fora de minhas mãos.
- por favor não.
- chega de implora.
a mão dele cresce e faz um formato de uma faca e quando ia chegar perto de min o Destino segura a mão dele.
- oi Cassidy você estar bem? - disse o Destino.
- sim estou.
- quem é você não deixei você entrar nessa ilusão? - disse a sombra.
- ninguém me imperde de ir a lugar nenhum.
a outra mão também cresce mas no avanço a mão parar.
- o que a minha mão parou - falou a sombra.
- você estar realmente querendo me enfrentar.
o Destino desaparece e aparece na frente da sombra da m soco que ele voa e taca na parede.
- ISSO - falei empolgada com a situação.
- por que você estar fazendo isso ? - falou a sombra.
- por que você estava planejando martá-la.
- você é um guardião dela?
- não.
- então por que você estar fazendo isso?
- simplesmente pelo fato desse não ser o momento de você tentar alguma coisa com ela.
- o que você estar planjando?
- eu vou lhe contar.
o Destino desaparece de novo e aparece perto dele e dar um soco na barriga da sobra e ela caiu no chão, eu estava empolgada queria que o Destino matar-se logo este cara.
- você realmente achou que eu ia te contar? - falou o Destino.
- você estar me dizendo que eu posso atacar ela só que só em outra hora?
- estou vendo que você sabe ouvir.
- deixa fazer as coisas do meu jeito.
- eu deixaria as coisas seguirem o seu rumo se você não se achar-se tanto e deixou uma pessoa que eu deixav ver as outras dimenções naquele "quarto vermelho"
- eu só queria me diverti.
- olha só como você estar se divertindo agora.
- não aconteceu como eu queria.
- não me diga.
- quarto vermelho - eu disse isso.
- sim, o quarto vermelho.
- por que este quarto é tão importante.
- você não se lembrar.
- do que?
- da sua primeira conexão.
- sim eu me lembro convercei com o meu pai eu estava pequena.
- como vocês tinha conexão antes do acidente, quando ele levou o seu pai por quarto vermelho deixou as coisas mais fácil para você se comunicar.
- o que é este quarto?
- as vezes os pensamentos e conexões de outras dimenções passam por este quarto e vão para outra só algumas pessoas podem ver que são as pessoas que tem os mesmos poderes que esta pessoa ai e seu namorado.
- Bill.
- e tem outro.
- não.
- o Bill e este cara tem os mesmos poderes.
- eu não acredito.
- pois pode acreditar.
uma faca aparece na parece e vai na direção do Destino ele simplesmente segura a faca depois milhares de facas aparecem todos de encontro a ele.
- você não vai me atrapalhar - falou a sombra.
- você deve tentar mais - falou o Destino.
todas as facas derreteram.
- você não pode ser morto - disse a sombra.
- na verdade eu posso.
- como?
- você simplesmente tem que ser mais poderoso que eu.
duas mãos gigantes feitos da parede do hospital vão na direção do Destino, ele simplesmente segura elas com as duas mãos, aproveitando a situação ele fez crescer o braço em direção ao destino, mas quando chegou nele não fez mal nenhum.
- eu disse que tem que ser mais forte - falou o destino.
- isto é impossível.
- na verdade é possível mas não para fracotes que nem você.
- eu sou capaz de matar qualquer.
- isto eu concordo.
- por isso eu vou te matar.
- ok, você não chega a ser tão poderoso.
- para os normais eu sou um deus.
- mas para min você é só um saco de bostas.
as duas mãos desasparecem e aparece um outra mão maior do que as outras e segura ele.
- sabia que você não é tão forte - falo a sombra.
- o que você acha que só com isso você me derrotou?
- você não ver que você não tem como escapar.
- DESTINO CACABE COM ELE - gritei empogada com a luta,
- você cale essa boca - falou o sombra.
- vocês mantenham a calma - disse o Destino.
- vocês dois vão morrer.
- de novo você ainda acha que me venceu.
- agora você vai morrer.
o Destino simplesmente quebrar a tal mão.
- você é forte isso eu sei, mas você deve ter a conciência de quem é mais forte do que você, e pare de fazer mais estes movimentos inutéis.
- só vou parar quando eu for matar ela.
- como eu falei você pode tentar a sorte em outra hora.
- você não manda em min.
- na verdade com o poder que eu tenho eu posso mandar em você sem grandes problemas.
- eu não acredito que eu tenho que fazer as coisas com forme a sua vontade.
- algumas pessoas aceitam isso.
- eu não sou uma delas.
- eu deixei você ajir sozinho até um certo ponto mas você estragar tudo.
- eu sou livre.
- você é livre eu permito isso as vezes mas você ultrapassou os limites quando a sua liberdade, estava balançando todo o equilibrio que criei.
- você só falar besteiras.
- eu só estou dizendo a verdade.
- eu não vou deixar as coisas assim tão barato.
- vá e volte outra hora.
- eu vou só por que estar batalha estar perdida.
a sombra finalmente desapareceu.
Capitulo:30
“indo ao Stan”
droga tudo estar se complicando, pelo menos quando eu for para casa do Stan talvez eu finalmente consiga relaxar um pouco.
- tomara que o Stan esteja em casa - disse a Keila.
- eu também espero.
- voce achar que vamos estar seguros lá.
- eu não sei.
- quando chegar você quer fumar maconha.
- dadá a situação não podemos relaxar muito.
- você tem razão.
- mas como aquela mão pode sair andando.
- seila pela visto nessa dimenção ele pode fazer o que quiser.
- então ele deus.
- eu não acharia isso.
- por que não?
- por que eu acho que fora dessa dimenção ele não é tão poderoso.
- mas nessa dimenção?
- é ele como um deus.
chegamos na casa do Stan, ficamos batendo na porta.
- Stan você estar ai.
ele abriu a porta.
- ola, cara beleza, meu deus cara o que houve com as suas pernas.
- uma mão de vidro, veio nos atacar.
- cara eu lhe disse que você não pode usar drogas pesadas isto realmente pode te prejudicar, você tem que usar as coisas mas leves cara.
- ele não estar brincando - disse a Keila.
- você estar dizendo que uma mão de vidro veio para vocês?
- basicamente isso.
- legal.
- não foi tão engraçado quando a coisa entrou no elevador.
- sérios o que vocês andam usando?
- aconteceu mesmo.
- se vocês estão falando.
- muito engraçado, estamos na casa de uma pessoa drogada e nós parecemos pior do que a pessoa o que pode acontecer.
- é normalmente nestas falas que acontece algo pior - mencionou a Keila.
- vamos todos relaxar, cara - disse o Stan.
- você tem razão.
- quanto tempo vocês prentendem ficar aqui? - falou o Stan.
- só até a noite.
- se vocês quiserem podem ficar por mais tempo.
- é que tudo aqui estar em total urgência.
- te falei cara, der uma relaxada.
- eu acho que nós deviamos ir para o"círculo da amizade" - disse a Keila.
- eu não sei se é seguro nós relaxara agora.
- por que você estar dizendo isto cara.
- é por que talvez o assasino saiba onde eu estou.
- você tem certeza disso, cara.
- não.
- então relaxar.
- você tem razão.
todos eles foram para o lugar começaram a ficar fumando maconha.
- cara a minha filha estar viva.
- que legal cara - disse o Stan.
- como essa parede é legal, tipo, legal - disse a Keila.
- que parade legal desses negocio de dimenções, tipo e eu achava que só teria uma dimenção que é a nossa cara imagine, se tem uma dimenções que nós estamos com formato de bananas.
- cara seria assustador a dimenção que nós samos bananas tipo imagine se tão gorilas gigantes querendo nos comer o tempo todo - falou o Stan.
- não mas nessa dimenção talvez nós sejamos mais intêligentes e mas fortes, e talvez possarmos ser maiores que os gurilas e talvez nós possamos comer os gurilas.
- cara este teto estar girando.
- cara será que nós nos dariamos bem com as maças - disse o Stan.
- seila, eu não gosto muito de maça, cara e se os homens maças forem de outro estado e quiserem brigar com a gente.
- não gosto muito de guerra, cara - falou o Stan.
- nós os banas também não gostamos de guerra, mais o rei das maças talvez não esteja muito feliz com a gente.
- mas qual foi o causador da guerra cara - disse o Stan.
- não sei cara vai ver o rei maça é um rei mal, que faz muitas maldades só por que ele é mal, sabe muito mal mesmo.
- ual cara, você devia escrever sobre isso.
- cara que boa idéia.
- nós venceriamos a guerra, cara?
- talvez.
- mas será que podemos vencer, por nós somos umas bananas.
- cara já sei.
- o que?
- já sei como a guerra poderia ser vencida.
- como?
- se com toda a nossa inteligência contruisimos um pingui, gigante mutante, zumbi, para derrotar as maças do mal.
- cara seria legal.
- é.
- cara como você conseguiu o teto giratôrio - disse a Keila.
- cara se você vender essa historia com certeza, você vai vender milhões de historias, não milhões não bilhões você vai ficar rico por toda a sua vida.
- eu acho que eu deveria colocar um robô macaco na historia.
- cara e se o mundo tiver fomato de abacaxi.
- por que abacaxi?
- seila, eu gosto de abacaxi.
- é eu tambem gosto.
- cara não seria legal se o nosso mundo tiver-se formato de abacaxi.
- CARA,SERIA MANEIRO.
- é.
- será que poderia ter mais luas.
- eu acho só uma lua boa.
- cara mas se tiver-se uma lua vermelha e outro azul.
- cara seria legal.
- por que a lua não tem cor?
- eu vou pergunta a lua.
nos dois sairmos da casa dele.
- lua por que você não muda de cor - disse o Stan.
- por que foi assim que deus quis e eu estou satisfeito - a lua respondeu.
- cara não seria legal se você tiver-se a cor vermelha?
- não.
- por que não cara, se você tiver-se a cor vermelha talvez fosse mais respeitada, e talvez a humanidade não ia querer colocar o pé em você.
- eu já disse que estou satisfeito com a minha cor.
- cara se você fosse verde - falou o Stan.
- eu não gostaria de ser de nenhuma cor.
- cara como eu queria ser da cor vermelha.
- cara seria legal - falou o stan.
- e sabe o que mais?
- o que?
- e se eu tiver-se poderes.
- qual poder você queria?
- o do fogo.
- sabe que poder eu queria ter? - disse o Stan.
- qual?
- o poder de soprar gelo.
- poder de soprar gelo?
- seria muito legal.
- já imaginou também um cara que tem o poder se transforma em vento.
- cara como teriamos estes poderes.
- nós já nasceriamos com eles.
- sério, estes poderes partiriam das nossas mães ou pais.
- não cara de corvos.
- de corvos?
- por que de corvos?
- por que numa outra dimenção alguém fez uma maquina, e esta maquina quando funcionou fez causar um acidente deixando vários seres humanos, e um detes humanos, pode fazer com que os animais possam ir para outra dimenção, e outro ajuda a colocar o espirito dos amigos poderosos mortos nestes animais, e quando este animais chegam em outra dimenção faz com que eles encarnem em bebês recem-nascidos.
- cara que historia maneira.
- eu devia começar a escrever ela.
- qual seria o nome?
- já sei qual o nome?
- qual?
- "Fantas de um outro céu".
- fantasmas de um outro céu.
- pense já que eles morreram são tipo fantasmas, ai eles passam para a nossa dimenção, aí para enfartizar isso coloco "outro céu" tipo uma analogia a outra dimenção.
- cara.
- o que achou?
- gostei.
- quando eu chegar casa eu vou fazer isso.
- boa sorte.
- este vai vender milhões.
- concordo com tigo.
Capitulo:31
“o que aconteceu com Tomas”
estava me atormentando com a morte da minha amiga, keila, eu gostaria que ela se levantar-se agora e diga que nada disso aconteceu.
no entranto ou coisa estar me atormentando.
vou na direção de Jéssica.
- oi Jéssica.
- oi tina.
- você pode me ajudar?
- qualquer coisa para você amiga.
- podemos ir para o outro hospital você sabe qual.
- sim, você tem certeza disso.
- tenho.
- você não quer ir para outro local?
- não.
- estar certo só vou pegar as minhas coisas.
a jéssica, pegou a bolça dela que ela tinha deixado na cadeira, depois que ela pegou tudo.
- você quer ficar mais perto da keila?
- não, é uma coisa que estar na minha cabeça e eu quero tirar as minhas duvidas.
quando estavamos todas prontas, nos desperdimos de todos e sairmos do hospital, entramos no carro da jéssica, nunca gostei muito da vã dela, que é toda colorida isso me pertuba um pouco, mas não quero ficar muito tempo aqui.
- por que você estar querendo fazer isso? - falou a jéssica.
- por que eu ando vendo muito ela.
- como antes e você sonhava que ele ainda estava contigo.
- não desta vez sei que é algo diferente.
- diferente como?
- como se não fosse alguma imagem que eu criei mas tive a impressão que erá ele mesmo.
- como isto é possível?
- eu não sei.
- acredite no que o seu coração quer.
- quando eu penso como tudo isso pode acontecer tou tentando entender.
- quer um conselho?
- sim.
- pare de tentar entender esse universo que isto só vai te deixar maluca.
chegamos no hospital, ela estacionou na entrada do hospital, eu sair do carro ela também saiu.
- você não pode estacionar na entrada do hospital.
- por que não? - disse ela.
- por que isso pode imperdir as passagens das hambulâncias.
- tá ok, eu tiro daqui.
esperei a jéssica voltar, tomara que ela não estacione em nenhum lugar proibido, ela finalmente chegou.
- o local que estacionei é um pouco distante.
- por que você não estacionou no estacionamento do hospital?
- ok, vou pegar o carro.
segurei ela.
- melhor não.
- mas você falou...
- não.
- você tem que se decidir.
ela entrou no hospital.
- agora percebi o por que a Keila não gostava dela.
quando finalmente subirmos, e eu vi o meu Tomas ainda no estado de coma, eu entrei no quarto eu sentei numa cadeira, segurei a mão dele e comecei a chorar.
- me diga você estar se comunicando comigo?
segurei a mão dele mais forte.
- vamos se comunique comigo agora.
a jéssica colocou a mão no meu ombro.
- você sabe que o estado dele é terminal.
- eu sei do estado dele.
- eu também gostaria que ele se levantar-se mas isto não vai simplesmente acontecer.
- ele me disse que o bill poderia me ajudar.
- o bill.
- não sei por que mas ele me disse que o Bill pode ser a nossa esperança.
- você estar dizendo que ele te disse isso.
- parece loucura.
- eu sei.
- mas não sei como ele é capaz de comunicar com a gente mesmo nesse estado.
- eu estou querendo te apoiar mas isso é loucura demais até para min.
- e você acha que eu realmente acredito que tudo isto estar acontecendo.
- deve ser de familia.
- por que diz isso?
- você não falou que a sua filha estava na mesma situação.
- acho que estou começando acreditar nela.
- você foi forte em acreditar por 10 anos que ele poderia simplesmente acorda, mas eu acho que você estar se enfraquecendo.
- não é bem isso.
- então o que é?
- eu conseguir superar.
- como?
- namorando.
- com quem?
- eu não sei se eu devo te contar.
- vamos me conte.
- Rosco.
- ROSCO.
- não grita não quero que o Hospital inteiro saiba.
- você é maluca.
- ele é um bom homem.
- por que não o Stan?
- eu quero discurti quanto a isso.
- mas mesmo assim Rosco.
- ele é uma boa pessoa.
- é mais ele é um dos melhores amigos de Tomas.
- eu sei.
- você não acha que isso é tipo uma traição.
- bem talvez o Tomas não volte.
- mas você estar com o melhor amigo dele, isto para ele pode ser um traição pior do que você possar imaginar.
- eu tenho certeza que ele enterderia.
- você já contou para a sua filha?
- não.
- por que você vergonha?
- vergonha?!
- sim, por que?
- não é questão de vergonha, é por que olha a situação do pai dela, e ainda com essa situação se não sabemos se ele estar se comunicando com a gente de alguma forma.
- eu diria se isso tudo que você sente é por culpa, por você estar namorando outra pessoa, mas quanndo a sua filha estar pensando quase a mesma coisa que você eu não sei o que pensar.
- eu vinha aqui todo dia, eu dizia a ele a minha situação, dizia que eu estava morando com a Keila, por que ela me ajudava a superar.
- com quem você vai morar?
- eu não sei.
- fique na minha casa.
- bem e ganho suficiente para não prescisar de ajuda.
- vamos more na minha casa vai ser super legal.
ok se eu morar-se com ela provavelmente algo de muito ruim poderia acontecer comigo, e eu poderia estar na mesma situação do tomas e até pior, não moraria nem se alguem me ofercer 1 milhão de dolares por dia, ela é uma boa amiga mas não.
- olha eu até adoraria.
- sério.
- sim.
- mas por que você não quer morar lá em casa?
por que eu não quero morrer.
- é que eu não sei se eu quero morar com alguém comigo.
- eu queria alguém morar-se mas por algum motivo todos acabam dizendo não.
por que você é maluca.
- qualquer queria morar contigo, você é muito boa amiga.
- obrigada.
- mas eu ainda quero morar sozinha.
- eu disse que você pode se diverti na minha casa.
disso eu não duvido, mas fico me perguntando quando uma dessas brincadeiras poderia ficar séria.
- mas mesmo assim pretendo morar sozinha.
- mas só me diga o por que?
- por que eu quero dar um tempo eu poder morar com o Rosco.
- você prentende contar a sua filha antes disso certo?
- eu vou contar para ela quando todas as coisas se alcamarem.
- e não haver mais historias de pessoas se comunicando através de sonhos.
- prescisamente.
- como você acha que ela vai agir?
- concerteza ela não vai aceitar de primeira.
- o que ? - é de uma voz familiar.
quando eu olho para trás e vejo a minha filha.
- o que, que talvez eu vá aceitar?
- ola - disse a jéssica.
- oi, jéssica - falou a minha filha.
A Jéssica se virar para min bem de vagar e falar baixo.
- tá ferrada.
Capitulo:32
“indo a boate”
quando paramos de nos drogar na casa do Stan quando finalmente cheogou a noite, eu estava muito empolgado para ir na tal boate.
- ei Stan você quer ir comigo na tal boate.
- que tipo é?
- em uma de striper.
- tô dentro.
eu e a keila e o Stan entramos no carro, formos a tal boate.
- ainda bem que nós vamos faz é tempo que você não me chamava - falou o Stan.
- eu sei foi mal.
- cara você devia me convidar mas vezes.
- mas desta vez o motivo que eu tô indo é diferente.
- diferente como?
- talvez eu ache uma maneira de falar com a minha filha.
- você pode me explicar direito?
- talvez na boate tenha um local, onde eu possar me comunica de outras dimenções, é realmente dificíl explicar tudo isso.
- cara tenho que dizer essa foi a desculpa mas esfarrapada á ir para uma boate, se você quer ir é só dizer mano que a gente iria todo dia.
- homens! - resmungou a Keila.
- ei este é um bom local para relaxar.
- você gosta de mulheres sendo explorada.
- bem sim.
- o QUE?
- bem é que nós homens é que somos explorados.
- não vocês não são.
- tipo a gente trabalha duro, e a unica coisa que queremos que quando vamos para casa, é paz e tranquilidade e chega a mulher querendo discurti a relação.
- nós mulheres também trabalhamos sabia.
- mas pelo menos não ficam pensando em motivo para brigar.
- você estar sendo machista.
- eu verdade só estou relatando fatos.
- deixa para lá.
depois de um longa discurção no carro, conseguirmos chegar na boate.
- é a sua esposa que você quer encontrar não é - disse a Keila.
- por que você estar me perguntando isso?
- você sabe.
- me explique direito.
- você não estar satisfeito com a nossa relação.
- relação?- falou o Stan.
- a gente estava ficando junto.
- cara isso é grande.
- não quero falar isso agora.
- por que não?
- estou tendo a oportunidade de encontrar a minha filha.
- eu sei que a que só a sua esposa você quer ver.
- eu só quero saber se elas estão vivas.
- não dificulta isto para min.
- você estar fazendo isso para ficar com ela, me responda?
- olha podemos entrar na boate depois discurtimos isso.
- concordo com ele - disse o Stan.
- não se meta stan - falou a Keila.
- cara gostava mais dela quando vocês não estavam juntos.
- olha keila eu só quero saber da minha filha eu prometo.
- você promete mesmo.
- sim.
beijei na boca dela e finalmente a discursão parou.
- podemos entrar ou vocês ainda tem alguma a coisa a discurti? - falou o Stan.
- não.
todos nós entramos na boate fiquei me aproximando do local onde eu estive naquele quarto vermelho, eu rezava para eu entrar naquele local, o engraçado que no dia eu estava implorando para sair de lá, que grande irônia do destino.
uma pessoa tocou o meu ombro olhei.
- Bill.
- oi Tomas.
eu não acredito que eu encontrei o namorado da minha filha.
- você falou com a minha filha?
- ainda não.
- por que você ainda não falou com a minha filha que eu estou bem.
- por que só posso falar com ela quando for a hora.
- que hora essa?
- quando eu conseguir trazer a sua filha para cá.
- ela vai ficar aqui comigo?
- não.
- o que?
- ela tem que me ajudar a tirar você daqui.
- por que você não me tirar daqui.
- ainda não estou preparado.
- como assim você ainda não estar preparado?
- eu ainda estou prendendo a controlar o meu poder de mudar de dimenções.
- se você consegue sozinho vim para cá por vontade própria, tenho certeza que você consegue até me tirar daqui.
- eu falei que presciso treino.
- vamos você consegue.
- foi muito dificíl eu conseguir permanecer em outra dimenção, mas cara quando eu conseguir conseguir fazer sexo a três com a sua filha e uma amiga, e cara foi assim...
- CARA.
- o que foi?
- ela é minha filha pelo amor de deus.
- ou desculpa, mas é tipo a sua filha de outra dimenção.
- EU NÃO QUERO SABER.
- ok.
- de tantas pessoas poderosas que poderiam me ajudar me dão um retardado de ajuda.
- ei você quer que eu te ajude ou não.
- mas é lógico que eu vou querer a sua ajuda.
- ok então fique na tua.
- e pare de contar historias de sexo com a minha filha não importa de que dimenção seja.
- ok.
- me explique o por que que não é tão facil levar outra pessoa com você?
- por que quando eu mandar alguém junto comigo se eu não me concentrar direito, a pessoa não pode vim inteira pode ir toda fatiada.
- mesmo assim eu quero que você teste em min.
- não é assim tão simples.
- você pode me explicar.
- por causa do seu estado.
- mas eu estou bem.
- o você da dimenção que eu estou não.
- como eu estou?
- você estar em estado de coma.
- coma?
- exato.
- então eu estava em coma este tempo todo.
- eu sei que é difícil de você ouvir.
- você nem imagina.
- deve ser difícil de você aceitar tudo isso.
- mas por que eu ainda não acordei.
- a pessoa que criou essa dimenção, fez especialmente para você ficar por um bom tempo, por isso não é tão fácil para você acorda.
- eu perdi alguma coisa?
- como assim?
- você braço ou perna.
- eu não sei.
- como assim você não sabe?
- eu nunca visito você.
- mas como você sabe da minha situação.
- simples sua filha me contou.
- quando eu vi ela, a minha filha estava bem e na sua dimenção ela estar perfeita.
- sim.
- fico feliz em saber disso.
- fico feliz em ajudar.
- e a minha esposa?
- ela não chega assim tão perfeita mais ainda estar gostosa.
- você sabe que você me deve respeito.
- desculpe senhor.
- desculpas aceitas.
- posso lhe fazer uma pergunta?
- claro.
- o que você faz em uma boate?
- foi aqui que eu tive a primeira conexão com a minha filha.
- que lugar para encontrar a sua filha.
- não aqui exatamente, mas foi por aqui que entrei numa espécie de quarto vermelho.
- sei!
- o que?
- você encontrou a sua filha num quarto de striper.
- não este tipo de quarto.
- então clarear a minha cabeça.
- é um tipo de quarto totalmente vermelha, que não tinha nem portas e janelas, e lá eu vi várias coisas estranhas, e lá vi a minha filha.
- me desculpe mas eu tenho que voltar.
- certo.
- quando eu souber de algo mais eu te atualizo.
- certo.
ele desapareceu.
Capitulo:33
“o segredo”
que pesadelo terrível, eu estava conversando com a minha amiga, o segredo que poderia pertubar a mente da minha filha, principalmente neste estado, em todas nós estamos confusas, por que não sabemos se o meu marido estar se comunicando com a gente.
no meio da converça a minha filha escuta e gente falando.
- o que eu vou ter que aceitar? - falou a minha filha.
- filha o que você estar fazendo aqui?
- com a situação confusa do jeito como estava, queria um momento para refletir, queria ver como estava a situação com o meu pai, neste tipo de confusão eu estou querendo e muito pelo menos escultar a voz dele mais uma vez, pelo menos desta vez na vida real.
- pulxa - falou a Jéssica impressionada.
- mas o que você vinheram fazer aqui?
- eu só estou aqui, por aqui?
- eu só estou aqui por que a sua mãe perdiu.
- filha, eu tambem queria um momento, todos nós estamos com a esperança que ele possa voltar, estou aqui olhando para ele e rezando para que ele volte, por que toda essa situação estar sendo demais, para min, não estou aguentando tudo isso sozinha.
- você não estar sozinha mãe você tem a gente.
- eu sei.
- mas o que eu tenho que aceitar.
- quase escapou dessa! - disse a Jéssica.
- cale a boca - dei um pequeno empurrão na jéssica.
- jéssica o que a minha mãe não estar querendo me contar.
- isto você tem que resolver com vocês, e não tente me meter em alguns dos seus problemas - falou a jéssica.
- você não quer se envolver nos nossos problemas mas a gente sempre acaba se encrecando com você, não é que grande amiga você é.
- ok me desculpe.
- certo.
- você vão me contar ou não - minha filha insistindo na verda.
- eu acho melhor você contar logo - disse a jéssica.
- ela é sua filha.
- não.
- então não me diga o que eu devo contar ou não.
- ok, mas se você não contar logo o suspense vai aumentar e isso pode piorar as coisas e muito para o seu lado, e aliás nem é grande coisa.
- meu deus.
- não vai fazer nenhum mal a ela.
- você não estar passando o mesmo que a gente.
- bem o meu amigo estar em coma, e uma das minhas melhores amigas, estar morta, eu acho que consigo sentir um pouco do que você estar passando.
- meu deus.
- o que?
- você deve ter pelo um pouco de noção das coisas.
- eu tenho noção das coisas.
- obiviamente não tem.
- vamos eu sei que você pode contar.
- não.
- se você continuar com isso uma pequena coisa, ira crescer numa coisa grande que a ir pode pertubar-la de vez.
- mas você não entende que essa pequena coisa já é uma coisa grande.
- ok, este papo já estar me deixando confusa.
- oi, Cassidy, ou tina ou Jéssica - falou a Syndi.
- oi Syndi a minha mãe quer me contar uma coisa mas ela não estar me dizendo absolutamente nada.
- o que que ela estar namorando o melhor amigo do seu pai...ops - ela colocou a palma na boca tipo dizendo me desculpa.
minha vontade de matar a Syndi de repente de pequena, cresce eu queria matar ela e depois jogar o corpo dela no riu.
- o que você fez?
- me desculpe - disse a Syndi.
- O QUE ESTE É O SEGREDO? - falou a minha filha com raiva.
- me desculpe filha eu não queria que você ficar-se sabendo assim.
- quando você iria me contar.
- talvez quando eu fosse morar com ele.
- o que?
- nós já estamos namorando a um bom tempo.
- O QUE?
- pare de tentar melhorar a situação que você só estar piorando - disse a Jéssica cuxichando no meu ouvido.
- você não estar ajudando.
- e muito menos você.
- neste caso é melhor ficar calada como eu.
- você só ia me contar quando vocês dois morasem juntos? - disse a minha filha.
- VOCÊ ACERTOU - falou a jéssica.
- você não estar ajudando - falei com raiva para a jéssica.
- ok, não estar mais aqui quem falou.
- e quanto tempo demoraria para você se mudar? - falou a cassidy.
- bem eu moraria sozinha por um tempo e depois me moraria com ele.
- com quem Rosco ou Stan.
- Rosco.
- Rosco!
- seria legal ela namorar o Stan não achar - falou a Syndi se intromentendo.
- você não estar ajudando - falei para ela com raiva.
- me desculpe - disse a Syndi.
- eu tambem acho que seria melhor que ela namorar-se o Stan - falou a Jéssica.
- eu sei ele é tão legal.
- concordo.
- o Rosco eu acho ele muito fechado.
- em comparação o Tomas, o Rosco é menos divertido que o Tomas.
- eu queria ter conhecido ele quando estava bom.
- ele sempre estava querendo sair muito.
- sério.
- ao contrário dela.
- ela erá chata.
- só saia de vez em quando.
- sério.
- sério!
- não brinca.
- ela só saia comigo.
- ual eu não sabia que ela poderia ser assim tão chata.
- VOCÊS PODERIAM SAIR DO QUARTO - gritei de raiva por que eu já não estava aguentando as duas conversando ao meu respeito.
- viu - eu odiei este viu da Jéssica estava obviamente dizendo que eu erá chata.
as duas finalmente sairam do quarto.
- você começaram quando este namoro? - perguntou a minha filha.
- foi bem antes de tudo isso ter acontecido.
- você estar falando do acidente.
- não, estou querendo dizer toda essa situação de a gente achar que estar conversando com o seu pai de um forma ou outra.
- mãe antes de continuarmos esta converça eu tenho uma coisa a dizer.
- o que?
- eu me encontrei com o assasino.
- como ele erá.
- o rosto dele estava disfaçado.
- mas como você sabe que ele é o assasino.
- bem ajudou um pouco a suspeitar dele quando ele tentou me matar!
- meu deus você estar bem.
- sim fisicamente.
- o que o assasino estava planejando?
- eu não sei, mas estas conexões com o meu pai, este é o motivo do ataque.
- você não estar inventando isso, só por que eu estou namorando o Rosco e você estar inventando uma desculpa para nos separar.
- estou falando sério, por sorte quando ele tentou me matar eu tive uma ajuda.
- de quem?
- do Destino.
- olha eu vou lhe dizer as coisas são como parece, isto não e maior do que a gente imagina, a gente só estar achando que estamos falando com o seu pai.
- mas mãe.
- isto não é nada demais.
- ele estar com raiva, eu não sei quem ele poderar atacar a seguir, mas tome cuidado, ele entrou no seu prédio ele pode voltar.
- não tente me assustar filha.
- eu não estou querendo fazer isso mas você sabe que é verdade.
- eu estou como medo que este assasino volte.
- por que você não ficar comigo por enquanto.
- eu não sei.
- mãe eu me preocupo com você.
- eu posso estar te atrapalhando em algo.
- mãe nada do que eu estou fazendo importa mais do que a sua vida.
- eu acho que eu devo voltar por meu apartamento.
- mas você vai ficar sozinha, você é maluca.
- talvez eu não fique sozinha.
- você estar querendo dizer o Rosco.
- sim.
- você não prescisava dizer isso.
- eu sei.
- olhe mas pelo menos fique com alguém estar noite e não fique sozinha.
- certo.
Capitulo:34
“na boate”
eu tive a conveça mais estranho de todas que um pai pode fazer para o namorado da filha, ainda fico tentando me acostumar com toda essa loucura.
ele me falou que eu estou em uma espécie de coma, e o pior este meu coma estar sendo controlado, não paro de pensar na hipotese será que eu conheço este assasino.
a Keila chegou perto de min.
- você encontrou o que queria?
- não.
- então vamos continuar procurando.
- não é presciso.
- por que?
- por que eu achei algo tão importante quanto.
- o que?
- o namorado da minha filha.
- você tambem encontrou com ele no quarto vermelho.
- este não.
- quando isso aconteceu?
- quase que agora.
- espera aí um segundo, ele estava aqui?
- sim.
- do mesmo jeito que você encontrar a sua filha.
- não este garoto.
- o que ele tem de especial?
- ele tem o controle de entrar e sair deste universo quando ele quiser, uma coisa que a minha filha não tinha tanto controle.
- que coisa, você ver a sua filha que você achava que estava morta e por ainda por cima, você ver o namorado dela.
- eu sei que é uma loucura.
- por que ele não te ajudar a sair.
- por que ele não pode me transefir materialmente para a outra dimenção.
- eu não gostaria de estar no seu lugar.
- que grande ajuda.
- desculpe mas é um loucura mesmo.
- e você acha que eu não sei.
a keila me abraça e me dar um beijo na boca.
- você tem que se acalmar - disse ela.
- eu sei disso.
- você acha que devemos chamar o Stan.
nós virmos o Stan pagandando uma striper para fazer a dança de colo nele.
- eu acho que ele vai querer ficar aqui mais um tempo.
- concordo - a Keila aceitando o fato.
- eu devia beber um pouco.
- você quer eu faça um dança de colo para você!
- talvez depois.
ainda estou com muita raiva eu sei que tudo isso não é real, ela não é a real Keila e aquele não é o Stan que conheci na faculdade.
será que por eles serem imaginários, devo dar menos importância a eles, eu sei que enquanto estava nessa realidade de merda eles me ajudaram.
será que devo ignorar eles, estava na pior, estava á ponto de pirar, acho que até pirei muito um tempo mas estas pessoas me ajudaram, independente de serem reais ou não, ele me ajudaram e isso que importa não é, como eu posso simplesmente deixar eles.
por mas que eu queira ficar com estas pessoas ireais maravilhosas, tenho que voltar, tem muita coisa acontecendo na vida real, provavelmente muitos problemas, não devo ser assim tão egóista e não voltar.
por mais que irreais que ele sejam, sei que a amizade deles, é uma coisa real, uma lágrima cai dos meu olhos, fico triste por que provavelmente daqui algum tempo eu vou me despedir deles.
fico feliz com o fato da minha voltar vou ver a minha esposa de novo, e a minha filha e o namorado dela, como sinto raiva por estar no coma este tempo todo.
por mais que eu saiba que essa dimenção, não é a minha e que isso tudo não existe não posso deixar que ele me mate, com certeza ele poderar fazer alguma coisa que eu me esqueça de tudo, se isso acontecer, todo o esforço deles vai ser inutil.
sentei numa mesa onde estava a Keila, e o Stan por enquanto que a hora descisiva não chega vou me diveti com estes amigos.
- você poderia me dar a dança - falei para a Keila.
- então você mudou de idéia.
- descidi que eu devo me diverti um pouco.
- este é o espirito.
- você vai fazer?
ela começou a fazer a dançar, eu estava me divertindo.
até quando ouvir um grito.
- o que foi isso?
nós dois nos levantamos de preocupação, virmos uma striper sangrando estava parecendo que ela levou uma facada.
- acho que deveriamos sair daqui - disse a Keila.
mãos sombras misteriosas apareciam do nada com facas, e estavam indo em direção as pessoas.
- concordo com você.
- cara o quanto eu fumei - falou o Stan.
- vamos sair rápido.
todos nos corremos tonarvamos cuidado para nenhuma das mãos acerta-se a gente.
- cara você nunca devia vim aqui, sempre alguém acaba morrendo - disse o Stan enquanto a gente estava correndo.
- estou começando a concorda com vocês.
as portas da boate de fechou nós três formos com tudo em direnção a porta quebrando ela, depois corremos em direção ao carro.
- eu acho deveriamos fazer alguma coisa - disse a Keila.
- sim, correr - disse o Stan desesperado.
- concordo com o Stan.
as portas das boates de fecharam, só conseguiamos escultar os gritos que estava havendo la dentro.
- acho que deveriamos chamar a policia - disse a Keila desesperada.
- e avisar o que?, que uma mão assasina estar matando todos em uma boate.
- sim.
- os policiais vão rir de nós.
- não importa.
- devemos sair.
- mas e eles.
- ou nós ou eles.
- você não pode ser incensivel.
- primeiro nós sobrevivemos depois nos preocupamos com isso cara - disse o Stan.
- você que ajudar-los.
- sim - disse a Keila.
- então nós termos que sobreviver.
- nós podemos ajudar-los.
- o que importa nessa situação é as nossas vidas.
- cara, acho que devemos sair - disse o Stan.
- sim, eu sei.
- e rápido por que a gritaria já estar acabando.
liguei o carro sairmos daquele lugar, formos para a casa de Stan, sentamos nas cadeiras na casa dele.
- eu ainda acho que poderiamos ajudar-los - disse a keila.
- ENTÃO VÁ.
- calma pessoal - falou o Stan.
- nós teriamos sido mortos.
- você não tem como saber disso - disse a Keila.
- não é muito difícil saber que isso acabaria acontecendo.
- me sinto tão importente.
- sei como se sente.
- foi horrível.
- nós sobrevivermos isso é o que importa.
- você acha que isso tem haver como o Tal namorado?
- eu acho que pode ser isso.
- isso estar ficando perigoso demais.
- você quer o que?
- que você pare com essa loucura.
- desculpe mas eu não sou o culpado de tudo isso.
- estou com muito medo.
- e você acha eu estou o que?
- sei que você estar na mesma situação que gente.
- eu não diria isso.
- por que não?
- por que quando tudo se ajeitar talvez eu saia daqui.
- você pretende nos abandonar?
- não exatamente assim.
- me explique?
- eu não quero.
Só fico pensando que tomara que este inferno acabe logo.
Capitulo:35
“tentando me tranqüilizar”
depois de um dia longo, que eu ficava eplicando todo o fato que estava acontecendo, tentava explicar para minha filha, depois de esse dia longo fui para a minha casa, com a jéssica, no caminho.
- como foi a converça - falou a Jéssica.
- nada agradavel.
- sinto muito.
- mas isso tinha que acontecer mais sedo ou mais tarde.
- só que eu acho que foi muito tarde.
- não sei como ela vai reajir a tudo isso.
- tomara que ela não fique louca.
- eu já estou louca com tudo isso imagine ela.
- coitada.
- eu não queria estar passando o mesmo por ela.
- eu acho que eu não conseguiria aguentar.
- você?
- sim.
- certo!
- o que você quer dizer com isso?
- você é mais forte que eu, provavelmente você iria superar isso tranquilo.
- eu não sei.
- acredite eu sei.
- eu só não gostaria que a amiga dela tiver-se aparecido.
- eu convercei com ela até que ela é legal.
- tenho certeza que vocês duas seriam boas amigas.
- talvez a sua filha posssa ser melhor amiga.
- eu sei que você anda saindo com elas.
- é mas eu sou mais a tia legal.
- eu não sei se eu conseguiria manter este seu espirito.
- não sei se você conseguiria aguentar.
- sei.
- a Keila, eu tenho a impressão de que ela não gostava de min muito.
- não pense assim.
- ela as vezes custava para sair comigo.
- eu não acho isso.
- vamos falar á verdade.
- eu tenho que dizer que no primeiro dia que te conheci não gostava muito de você principalmente pelo o fato de que você quase martou nós duas só por que você estava com forme.
- mas falar ela gostava de min?
- não quero falar sobre quem estar morto.
- vamos.
- não.
- vaaaamos.
- ok.
- sério.
- não.
- qual o problema?
- nenhum.
- o que você estar sabendo?
- ela não gostava muito de você.
- sabia.
- mas não fique de mal com ela.
- gostaria que ela me disser-se esta verdade.
- eu sei também gostaria que ela tiver-se viva.
finalmente chegarmos na minha casa, entro nela, começo a chorar, pelo fato de que aquilo tudo estava muito insurpotavel, também pelo fato que perdi uma das minhas melhores amigas.
depois de algumas horas de cama, esculto a compainha, nesse momento fico muito assustada e se for o tal assasino, o que eu faço.
será que ele realmente tocaria a campainha, o meu suspense estava aumentando, estava querendo e muito saber se erá ele ou não.
- QUEM É?
demorou um tempo meu coração estava desparado.
- sou eu Rosco.
foi um grande alivio ouvir um nome familiar.
por um segundo outro pensamento veio em mente e se for o assasino, talvez ele conheça a gente, quando abrir a porta pode ser o tal assasino.
olhei pelo olho de mágico da porta e vi era mesmo o Rosco.
- já vou abrir.
- certo.
meu deus ainda estou muito apavorada com toda essa situação, talvez a minha filha tinha razão, eu não devia passar a noite sozinha.
abrir a porta no desespero fui dei um abraço no Rosco.
- você realmente estava com saudade de min!
- não é bem isso.
- estou muito assustada com tudo isso.
- fique em paz, nada vai te acontecer.
parei o abraço.
- vamos entre.
- certo - disse o Rosco.
nós dois entramos na casa, eu tranquei a porta, fechei com todas as fechaduras que tinha na porta.
- erá para eu vim depois! - disse o Rosco.
- estou muito nervosa com o assasinato da Keila.
- eu não sei como eu conseguiria suporta isso.
- obrigado por você ter vindo.
- de nada.
- você quer alguma coisa um café?
- a unica coisa que eu quero que você fique calma.
- muito obrigada.
- pare de agradecer, sei que você faria o mesmo.
- o pior é que nessa situação o unico problema não é simplesmente o fato da minha amiga ter sido morta.
- qual o outro problema?
- minha filha.
- ela estar deprimida ou algo do tipo?
- não.
- então o que é?
- contei para ela sobre nós.
- sério.
- sim.
- como ela reagiu?
- nada bem.
- eu queria ter que contar a ela junto com você.
- eu tambem queria isso.
- por que você falou antes?
- não foi algo planejado eu estava converçando com a Jéssica, e ela escultou a converça.
- ual que manera de saber de algo.
- sempre vejo isto acontecendo nas novelas só esperava, que isto não acontercer-se na vida real, não erá para acontecer assim.
- você acha que eu devo falar com ela.
- não.
- por que?
- primeiro deixe ela se acostumando com este fato, não podemor força muito com ela.
- é mais eu terei que converça com ela, para ela não ficar com um má impressão de min.
- eu daria mais tempo.
- não pode ser muito tempo, uma pessoa normal pode absolver essa noticia por muito tempo.
- não é que ainda tem outra coisa o que?
- ela acha que o pai dela estar se comunicando com a gente.
- naquele estado?
- não exatamente naquele estado.
- o que ele estar conseguindo se comunicar, com vocês no coma terminal, isto é fántastico provavelmente ele pode acorda em pouco tempo.
- estou dizendo que ele estar se comunicando com nosco mentalmente.
ele dar uma risada da minha cara.
- já ouvir historias bem mas desesperadas, quando as pessoas estão querendo e muito quando a pessoa volte, você sabe o estado dele, todos vocês sabem que o estado terminal.
- você não devia rir da minha cara.
- me desculpe.
- estou muito estressada.
- não queria estar na sua pele, mas vou fazer de tudo para você estar bem confortavel.
- o pior de tudo é amiga.
- jéssica?
- não.
- você tem outra amiga que eu não conheça.
- esou querendo dizer a amiga dela.
- por que, o que foi que ela fez?
- ela estragou tudo.
- tudo o que?
- ela contou para ela que nós estavamos em um relacionamento.
- aquela vádia.
- concordo ela é uma vadia!
me acalmei um pouco.
Capitulo:36
“a discussão”
voltei para a minha casa, minha mãe me contou que esta saindo com o melhor amigo do meu pai, estava tentando ver tudo isso pelo angulo dela, mas não consigo, só penso que isso é de uma certa forma um tipo de traição.
- como você estar amiga?
- nada bem Syndi.
- queria que o Bill aparecer-se talvez ele ajudar-se você melhor.
- talvez.
- ele não aparece o dia todo.
- tenho certeza que ele estar fazendo algo importante.
- mas ele tem que vim para cá.
- deixe ele por enquanto.
- por que?
- eu sei que ele vai me ajudar.
- como sabe disso.
- por enquanto tô querendo ter um momento de calma.
- se você quer assim.
- algo importante estar por vim.
- o que?
- meu pai, tenho certeza que ele vai sai do coma.
- o que noticia boa, os médicos disseram isso?
- não.
- então como você sabe que ele vai acorda.
- eu pedir algumas informações ao meu amigo.
- que amigo.
- uma pessoa chamada Destino.
- destino!
- eu sei é um nomo ridículo.
- e como.
- ele me disse que o bill, iria me ajudar a conseguir isso.
- como?
- não consigo explicar.
- tente.
- não, eu não estou brincando eu realmente não consigo explicar
todo nós escutamos uma batida na porta.
- legal pode ser ele - disse a Syndi.
- talvez.
formos perto da pota.
- quem é?
- sou eu Jéssica.
eu abrir a porta, não acreditando que ela estava aqui.
- o que você veio fazer aqui?
- tentando amenizar as coisas entre vocês.
- não estou querendo saber disso agora.
- você terá que aceitar as coisas.
- não sei.
- você não quer ficar brigada com a sua mãe.
- eu só não quero pensar nisso agora.
- você ainda estar com raiva.
- claro que ainda estou.
- mas eu sei de uma coisa que vai te alegrar.
- o que?
- vamos sair hoje.
- eu não estou muito no clima de sair.
- eu sei disso.
- então por que você estar me perguntando se eu quero sair.
- simples.
ela para por um segundo e continua a ficar calada.
- você pode responder.
- eu posso entrar? - perguntou a Jéssica.
- vou pensar.
- sério.
- não.
- por que eu sempre caio nessa.
- por que será?!
- ok, não sou muito inteligênte.
- não brinca!
- eu sei que você estar com raiva da gente, mas pelo menos saia um pouco.
- já disse que não estou querendo ir para festas.
- olha eu sei que você estar numa pior, mas se a pessoa não se animar, e fica em casa pensando nas coisas, pode até piorar a situação.
- você não entende que a noticia que eu recebi foi muito forte.
- eu sei disso.
- não você não entende.
- você acha que é a unica que recebeu mas noticias hoje, supressa você não foi a unica, você pode estar sofrendo, mas você não estar sofrendo sozinha, e um tem que ajudar o outro, e amigos, mesmo na pior tem que ajudar um ao outro, se estes amigos, cada um for egoísta, estas pessoas não devem ser consideradas amigos nem aqui e nem em lugar algum.
- cada tem um jeito de sofrer.
- mas a pessoa não prescisar sofrer, cada um sofre neste mundo, mas o que torna este mundo tão difícil é quando resolvermos não ter nenhum ombro para nos apoiarmos.
- nunca vir você falando coisas tão sérias.
- eu sei, eu não gostei, não gosto de ficar desse jeito sério.
- eu gostei.
- você vai sair.
- bem não custa nada.
- eu posso entrar sim claro que pode.
- você soube do namoro da minha mãe quando.
- eu soube quase na mesma hora que você.
- Syndi.
- o que foi?
- quando você soube do namoro da minha mãe.
- éeeee...
- quando você soube?
- sabe o que é?
- QUANDO?
- no dia quando a sua mãe e as amigas delas sairmos para a festa.
- você sabia disso o tempo todo e nem me contou.
- eu achava que a sua mãe devia ter te contado.
- e você conta no lugar dela.
- eu pensava que ela já tinha te contado.
- não, tinha obrigado pela supressa naquela hora.
- eu não queria causar problema naquela hora.
- mas causou.
- mas você teria que aceitar isso de uma forma ou de outra.
- o meu pai tenho certeza que estar a pouco tempo de acorda.
- você prever o futuro?!
- eu sei que eu não tenho isso como certeza.
- mas uma coisa você tem como certeza que o amigo do seu pai estar namorando a sua mãe.
- disso eu sei.
- você tera que aceitar este namoro.
- quando o meu pai acorda, talvez isso tudo mude.
- poisé talvez.
- bem não vamos tentar ter problemas hoje vamos todos sairem, e os problemas do mundo ficarem para trás por que hoje a noite é festa - falou a Jéssica tentando nos animar.
- a sua tia tem razão.
- esta bem vamos.
nós todas nos arrumamos, depois de um tempo formos até a vã da Jéssica.
- eu não sei se eu quero ir nisso - falou a Syndi.
- pode não ser muito bonita, mas pelo menos tem espaço atrás para diversão - falou a Jéssica.
- eu nunca faria sexo numa vã.
- por que você tem que ser mais aberta.
- eu sou mente aberta mais não tanto.
- vamos logo - falei isso por que estava apressada.
todas entramos na vã.
- hoje muitos gatinhos vão cair na minha - disse a Syndi.
- eu conseguiria vários mais sou comprometida.
- você tem quer ser mente, e ter um relacionamento aberto, não tem problema uma transa ao acaso com um desconhecido.
- você estar maluca.
- eu não estou eu já sou!
- e eu - disse a Jéssica.
- antes de você nascer já te consideravam maluca!
- obrigado.
eu estava sentado bem na porta da vã e estava vendo o lado de fora, quando deparei uma coisa estranha, um ônibus completamente destruido batendo nos outros carros.
- é tia.
- o que?
- acho melhor você se apressar.
- por que a noite é uma criança, qualquer hora que a gente vá vamos chegar á tempo.
- não é bem isso com que eu estou preocupada.
- com o que então?
- com o ônibus desgorvenado que estar vindo em nossa direção.
- você estar bricando? - perguntou a Syndi.
- olhe.
todas nós virmos o ônibus, que estava se aproximando.
- mas será que a gente não vai ter paz - disse a jéssica.
Capitulo:37
“escapando do inferno”
nós todas estavamos desesperadas por que o ônibus estava se apróximando.
- Jéssica acelara logo essa porra.
a jéssica encostou a VÃ.
- O QUE VOCÊ FEZ?
- eu vou deixar ele passar - falou a jéssica.
- NÃO VAMOS, ACERLERA ESSA DROGA.
- isso não é como nos filmes que você pode acelerar sem ter alguma consequência.
- MAS SE VOCÊ FICAR PARARDA VAI TER UM CONSEQUÊNCIA TODAS NÓS VAMOS MORRER.
- tenha calma ele vai passar pela gente.
o ônibus estava vindo em nossa direnção, passando por cima dos carros estarcionados, arrebentando tudo, e a Jéssica ainda querendo estacionar.
apontei a cabeça da jéssica para o ônibus.
- se você não acelerar, TODAS NÓS VAMOS MORRER.
- ok.
ela ligou a vã, e o ônibus não estava diminuindo a velocidade claramente estava querendo nos matar, eu estava rezando, para nós sairmos vivas disso.
- saia dessa rua talvez ele não esteja atrás da gente - falou a Syndi desesperada.
a jéssica dobra para a rua da esquerda.
eu já sabia que o ônibus iria atrás da gente mais eu ainda tinha esperança que não, eu ficava dizendo.
- continue reto e não siga a gente.
mas não foi isso o ônibus continuou em nossa direção.
- nós vamos morrer - falou a Syndi com muito medo.
- cadê o Destino aquele desgraçado.
- o que?
- cadê o meu amigo.
- você acha que ele vai para o ônibus.
- bem ele pode parar o tempo.
- o que você fumou?
- estou falando sério.
- você disse que ele parou o tempo?!
- aconteceu mesmo eu vi.
- acredito!
- eu estou dizendo a verdade.
- desculpe mas acho difícil de acreditar.
- você estar me chamando de mentirosa.
- sim.
- eu não estou gostando da sua atitude.
- o que ?
- não gosto de você me chamando de mentirosa.
- desculpe mas acho difícil de acreditar.
- á me lembrando, tem alguma coisa da minha mãe que você saiba que eu ainda não sei.
- foi só essa historia de namorado.
- sério?
- sério.
- só uma pergunta?
- o que você pode me pergunta tudo.
- tudo mesmo?
- tudo.
- o que você foi fazer na casa da minha mãe no dia da festa, que eu sei que você falou antes com ela antes da festa?
- é...
- então?
- bem...
- me diga.
- eu falei com ela por que eu estava preocupada com você.
- qual erá o assunto?
- se você devia ficar no hospital de loucos.
- O QUE?
- desculpe mas acho que você estar pirando com tudo isso.
- você acha?!
- ok, você estar louca.
- não acredito que você fez isso.
- me desculpe.
- você queria me interna e ainda guardou segredo de min grande amiga que você.
- á que legal - falou a jéssica.
- o que?
- vocês dircurtindo quando provavelmente vamos morrer.
por um momento tinha esquecido do ônibus assasino.
- o que a gente pode fazer?
- uma coisa eu sei é parar com essas brigas.
- você tem razão isso não é hora de briga.
- então você me perdoa - falou a Syndi.
- dando a situação eu perdo-o tudo.
- obrigada.
- que bom que você voltaram a ser amigas, antes que nós morre-semos - falou a Jéssica.
- a gente não pode fazer nada.
- mas pelo menos me dão uma idéia do que fazer.
- com certeza uma das coisas á não se fazer é parar e perguntar por que você estar fazendo isso com a gente não é! - disse a Syndi.
- e nem depois pergunta qual é o nome do ônibus para ligar para a central reclamar do motorista, se ele já estar com raiva da gente agora imagina depois.
- Destino cadê você.
- você estar chamando o destino, o destino não é algo que se chama, mas algo que é para acontecer ao algo do tipo - falou a Jéssica.
- é uma pessoa que eu conheço.
- a pessoa se diverte tanto com ele é como se o tempo parar-se! - falou a Syndi.
- haha muito engraçado.
- a unica coisa que nos ajudaria agora ou um trem, um avião qualquer coisa que possa deter essa coisa, isto sim ajudaria mesmo.
- como eu gostaria de me encontrar com o Bill.
- se eu sobreviver á essa eu vou namorar sério.
- Destino onde você estar você.
- deus nos ajude - falou a jéssica.
- tia acho melhor este tanque estiver cheio.
- não se preocupe com isso.
- este é o seu carro certo?
- sim.
- por isso estou preocupada.
- não se preocupe que este carro estar bom - disse a Jéssica.
- se este carro não estiver bom, eu te mato antes do ônibus matar a gente - falou a Syndi.
- meu deus por que vocês estão tão extressadas?
- que tal um ônibus vindo nos matar.
- é este é um bom motivo para pessoa ficar estressada.
- que bom que você concorda comigo.
a jéssica ficava mudando de ruas, para ver se o ônibus virava e poderia deixar a gente em paz, mas infelizmente isto não estava acontecendo, ele até alguma vezes balançava um pouco para o lado, mas conseguia voltar para a mesma posição.
- por que você não virar seu desgraçado.
- por que eu estou dirigindo esta vã - disse a jéssica.
- eu estava falando com o ônibus.
- atá.
- VAMOS VIRAR, VIRAR, VIRAR.
- com o ônibus de novo?
- sim.
- certo.
- vá para o posto de gasolina.
- já sei o ônibus.
- não desta vez é você.
- eu já disse que o tanque estar cheio.
- não é para isso.
- então eu quero que você passe dentro do posto.
- para que?
- apenas faça.
- certo.
ela passou por entre o posto o ônibus também fez a mesma coisa, mas quando entrou bateu no posto e o ônibus estava conseguindo soltar umas faíscas, o posto explode consequêntemente o ônibus também explode.
- ISSO.
- o que foi? - perguntou a Jéssica.
- conseguirmos.
- com o que?
- destruirmos este ônibus.
- ISSO.
Capitulo:38
“um paraíso”
depois de muito treinar com o Destino deste negocio de mudar de ma dimenção para outra, ele tinha me ensinado finalmente como trazer outra pessoa matarialmente para a outra dimenção, eu sabia qual seria o próximo que seria trazer a mente da pessoa, mas só a mente e nada mais.
antes de min fazer isso já estava cançado de muito treinamento, eu sei que isso ajuda, o pai da minha namorada, por enquanto já estou cançado de todos me disserem o que eu devo fazer.
paro bem na porta da casa dela, bato na porta.
- QUEM É? - ouvir a voz da Cassidy.
- sou eu Bill.
- BILL.
ela abre a porta e me abraça.
- como eu sentir saudade de você.
- e eu o mesmo.
- você nem adivinha o que aconteceu ontem.
- o que foi que aconteceu?
- um ônibus tentou matar a min, jéssica e a Syndi.
- será que e o mesmo motorista?
- um motorista de ônibus também tentou me matar.
- graças a deus que não conseguiu.
- é isso tambem.
- o que?
- foi desta forma que eu soube que eu tinha poderes.
- eu sei e estes poderes poderam ajudar o meu pai.
- é eu já sei desta historia.
- e você nem adivinha uma outra coisa que aconteceu ontem.
- o que foi?
- descobrir que a minha mãe estar saindo com o melhor amigo do meu pai.
- que coisa você estar bem?
- não muito.
- olha eu vim aqui para te convidar a sair.
- eu não sei se estou afim.
- vamos eu prometo que você vai se diverti.
- na ultima vez que eu ouvir isso um ônibus tentou nos matar.
- eu juro que desta vez não vai ter nenhum assasino.
- você promete.
- sim.
- então por que não?
- certo.
- para onde vamos?
- você vai ver.
- estou com medo.
- é só fechar os olhos.
- eu não sei.
- vamos.
quando ela fechou os olhos, fiz com que nós dois murdar-semos de dimenção, um local que é um paraíso, uma grama verde, arvores e rios, um céu azul, que qualquer um teria uma lágrima caindo de uma beleza tão grande que é este lugar.
- abra os olhos.
ela abriu os olhos e se espantou com a beleza que erá o lugar, ela não estava se contende de alegria, conseguia ver as lagrimas de alegrias.
- que lugar é este? - perguntou ela.
- eles o chamam de jardin do Eden.
- o que?
- sim jardin do Eden.
- não acredito.
- pois pode acreditar.
- você estar querendo que os cristões estavam certos?
- bem, não na nossa realidade.
- o que?
- estamos em outra dimenção completamente da nossa, e na nossa acredite eles estão errados.
- mesmo assim que lugar lindo.
- eu sei.
ela foi correndo para os rios, ficava tocando o rio ficava molhando o rosto.
- essa água é tão limpa - falou a Cassidy maravilhada.
- aqui tudo é bonito.
- isso quer dizer que você pode trazer o meu pai para nossa dimenção.
- por favor, vamos nos concentrar no aqui e agora.
- mas...
- sem mais, este é um momento de paz que nós tanto queremos, vamos ter este momento e deixar todos os nossos problemas para tráz.
- é difícil.
- olhando para este lugar não é tão difícil esquecer os problemas.
ela chegou perto de min, me deu um beijo na boca.
- você tem razão.
- vamos só aproveitar.
- já entendi por que chamam isso de céu.
- este tipo de paraíso é muito bom para se ficar alguns dias mas á eternidade isso daqui pode virar um verdadeiro inferno.
- não concordo.
- bem eu não iria viver aqui.
- onde você moraria.
- isto é difícil dizer.
- por que?
- porque para os outros só tem a nossa dimenção, eu tenho a opção de escolher as outras opções das outras dimenções.
- deve ser difícil sabe onde ficar e morar.
- eu tenho que dizer que não.
- por que?
- qualquer dimenções que você queira ficar, eu estarei sem nenhum problema.
- tem alguma dimenção que você planeja passar, quando tudo estiver calmo.
- tenho uma em mente.
- é uma que o Destino me informou que essa dimenção de chama "hotel".
- hotel?
- sim.
- o que tem nele?
- bem as pessoas não prescisam trabalha vivem para sempre, e são atendidos de graça eles nos dão comida e bebida de graça.
- você pode me levar para ver.
- este não.
- por que?
- eu só posso ir nas dimenções que o Destino criou, essa dimenção "hotel" não estar sobre o poderio do Destino.
- como nós podemor ir para lá.
- simples.
- como?
- o Destino é amigo deste cara, e ele pode nos deixar entrar nessa dimenção.
- ual.
- eu quero explorar mais este aqui - falou ela empolgada.
nós dois corrermos, e aproveitando a paisagem estava nós dois correndo alegre qualquer um que poderia ver a gente, poderia ter muita vergonha, destes dois bôbos alegres correndo, não estava me importando com nada, eu estava feliz de estar aqui.
ela se aproximou de min, nos beijamos, dos deitamos e continuarmos nos beijando, rolarmos na grama, eu sei que isso é coisa de idiota, tudo bem por que estou feliz.
- nunca estive tão feliz - disse ela.
- por isso que eu troçe você aqui.
- as pessoas que vivem aqui eu tenho inveja delas.
- não tenha.
- como eu não posso ter, olhe para este lugar.
- bem é que este é o mundo em os mortos do mundo dos vivos daqui vem.
- sério.
- sim, e lá não estar as mil maravilhas.
- por que?
- sabe aquele filmes de zumbis que você adorar.
- sim.
- eles estão vivendo as historias.
- que coisa.
- eu prefiro estar no nosso local, que lar pelo menos e uma tranquilidade.
- concordo não gostaria de viver num mundo cheio de zumbis.
- acredite eu vivir.
- o que?
- eu realmente estive nesse mundo, e vive um pouco daquele mundo.
- ual.
- e conheci umas pessoas desse mundo.
- e você os tirou dessa dimenção.
- se eu não tirar-se eu acho que seria cruel.
- como você é o meu heroi.
- você tem orgulho de min.
- sim.
- fico feliz.
- eu aposto que eu estou mais.
- isso a gente ver depois.
- você falou a verdade aqui não existe perigo.
- bem não para nós.
- isto é verdade.
- então essa é a sua Cassidy - eu reconheço a voz.
quando eu olho é a Cassidy dessa dimenção neste momento uma coisa me veio cabeça.
- MERDA.
Capitulo:39
“o inferno no céu”
a situação complicou para min, a minha namorada, estar vendo ela de outra dimenção, que eu estou tendo o caso, eu trouçe ela para este mundo, devo ter me esquecido, por que eu estava treinando muito com o Destino.
Que droga como eu poderia ter me esquecido disso, queria muito que ela não falar-se do que aconteceu, mas tenho certeza de que estava perdindo impossível.
- ual você é igualzinha a min - falou a cassidy.
- eu já imaginava foi exatamente o que ele me falou - falou a Cassidy da outra dimenção.
- o que?
- ele me falava muito de você.
- eu acho que ele mencionou você, você não é umas das sobreviventes do mundo dos vivos daqui.
- sim.
- prazer em conhecer você ou eu da outra dimenção.
- eu digo o mesmo.
- ele me contou tudo coitada.
- eu acho que ele não te contou.
- por que você acha que não?
- por que eu acho que você não estaria tão saltitante assim com ele.
- por que você estar dizendo isso?
- por que eu fiz sexo com ele.
- O QUE?
- exatamente o que você ouviu.
- como você ousar dormir com ela.
- tecnicamente isso não é traição.
eu queria ver eu me livrar dessa.
- como assim não é traição?
- por que eu dormi com você.
- na verdade você dormiu com ela.
- mas ela é você.
- você estar me dizendo que você me traiu comigo msma.
- já que eu dormi com você não importa muito a dimenção mais eu dormi com você.
- você se acha muito esperto.
- mas é a verdade.
- você acha que eu devo aceitar o fato de que você dormiu com outra versão de min.
- exato.
ok, eu tenho certeza de que eu não escapei dessa, fico pensando numa coisa, como eu tenho a habilidade de sair de uma dimenção para outra será que eu furjo ou deixo como estar, que descisão de um jeito ou de outro a coisa não vai muito bem por meu lado.
- quantas versões de min você fez sexo?
- você quer mesmo que eu responda.
- O QUE?
- eu juro que foi só com ela.
- e eu jurava que você erá o melhor namorado do mundo.
- se eu sou o melhor não sei, mas com poderes.
- você não estar ajudando.
- me desculpe.
- estou com muita raiva de você.
- olhe para este paraíso.
- não me interessa.
- olhe você vai se tranquilizar.
- ola pessoal, cara mas como ela se parece contigo - apareceu a Syndi da outra dimenção.
mas justo quando eu pensava que a situação não poderiar piorar, fica ainda pior, desta vez estava querendo e muito desaparecer.
- quem é você? - perguntou a Cassidy.
- ola eu sou Syndi.
- eu tambem tenho uma amiga com este nome.
- sério, ela estar aqui?
- não.
- o que você estar fazendo?
- brigando com o meu namorado.
- por que ele foi super gentil com a gente.
- você pode expercificar?
- claro.
- então explique.
- bem a gente estava naquele mundo cheio daqueles zumbis, e mas foi justamente no dia quando nós duas estavamos querendo um homem para fazer sexo, e ele apareceu, como nós estavamos querendo logo transar, nós fizermos um sexo a três.
ok neste momento eu estava realmente querendo sumir por que eu tenho certeza que ela ia me matar.
- não foi isso que você estar pensando.
- você fez um sexo a 3 com elas?
- ok, pode ser exatamente o que você estar pensando.
- meu deus com a Syndi.
- bem tecnicamente não foi com a SUA melhor amiga.
- você quer que eu me acalme.
- é este o objetivo.
- você não estar conseguindo.
- quantas vezes?
- o que?
- quantas vezes você fizeram?
- éeeee...
- quantas?
- com elas uma.
- como assim com elas?
- por que quando eu estava treinando eu ia e voltava para essa dimenção para tipo controlar os meus poderes, e graças a esta tecnica.
- O QUE?
- mas você viu que eu sou capaz de controlar agora.
- você acha que eu devo ficar feliz.
- bem isso vai me ajudar com o seu pai.
- não tente falar disso agora.
- mas eu juro, que eu fazia isso tudo pensando em você.
- é e como você pensava em min enquanto você estava transando comigo dessa dimenção uma e mais uma vez, á isso realmente me deixa tranquila!
- tenha calma.
- bem o sexo a três foi só uma vez mesmo - falou a Cassidy da outra dimenção.
- o que você quer dizer com isso? - falou a cassidy.
- que o sexo a três só foi uma vez.
- você estar me dizendo que não só ouve o sexo a três.
- exato.
- você não sabia que ele tinha uma namorada?
- sabia.
- então por que você deixou?
- bem eu sabia mas parece que ele se esqueceu.
- você é uma vadiazinha.
- bem já que somos as mesmas só que só de dimenções diferentes, então eu acho que você estar se chamando de vadia.
- seu desgraçada.
- por que você se chama assim?!
- mudei de idéia prefiria que aqui tiver-se o ônibus.
- o que?
- coisa nossa.
- ah.
- eu preferia enfrentar um ônibus assasino do que descobrir que o meu namorado, estar dormindo com várias versões minhas.
- parece que eu sou a melhor.
- o que você disse?
- que eu sou a melhor.
- por que você acha isso?
- por que se você não dar conta dele, obviamente ou dou conta, e se ele fosse o meu namorado, ele só dormiria comigo, e nenhuma outra versão a mais.
- você estar dizendo que vocês duas são melhores do que eu - falou a Syndi.
- O QUE? - as duas Cassidy.
neste eu estava pensando será que a minha morte vai ser rápida ou dolorosa, por que só por um milagre eu saio desta vivo.
- você estava dormindo tambem com a minha amiga - falou a Cassidy da outra dimenção.
- não é bem isso.
- como assim não é bem isso.
- se vocês me deixarem explicar.
- o que explique?
- eu não achava que a gente estava tendo um relacionamento fechado, eu pensava o tempo todo que a gente estava tendo o tempo todo um relacionamento aberto.
- você é louco.
- eu sei como responder essa.
eu voltei para a minha dimenção sozinho, por um segundo cheguei a pensar, que eu finalmente me livrei do problema, mas obviamente eu estava enganado.
Capitulo:40
“trazendo as duas”
eu estava na minha dimenção desesperado eu não sei quando devo pegar a minha namorada de volta se bem que agora ela ja deve estar com muita raiva.
- ola - quando eu vi era o Destino.
- oi.
- você continuar o treinamento?
- não agora.
- o que foi?
- estou com m grande problema.
- mas do que trazer a mente do pai dela para essa dimenção?
- eu acho que chega a ser pior.
- como pode ser pior do que isso?
- a minha namorada descobriu que eu ando dormindo, com uma outra versão dela, e ainda com a outra versão da amiga dela.
- você tem razão é pior!
- não brinca.
- você quer que eu leve a sério.
- provavelmente você não sabe como eu me sinto.
- tente.
- você provavelmente nunca namorou alguém.
- você estar enganado.
- o que com quem?
- não vou te contar.
- pensava que deuses não namoravam.
- você nunca viu algo da mitologia grega.
- já vi.
- poisé deuses podem se apaixonar, mas eu não sou um deus.
- o que você é?
- um ser superior.
- "ser superior"?!
- sim por que?
- eu acho isto um nome de algum tipo que realmente se acha, por que ser superior.
- nós já nos chamavamos seres superiores, o negocio como eu coloquei estas palavras nesse mundo, você arrumaram uma tradução livre.
- então você podem fazer filhos?
- sim nós pordemos de duas formas.
- quais são elas?
- uma é do jeiito normal, e a outra é uma parte do meu poder, este o filho é literalmente uma parte de min, eu fiz isso na primeira dimenção que existiu.
- foi esta daqui?
- não.
- o que se torna os seus filhos.
- deuses.
- pelo visto você não vem muito aqui.
- por que eu não esculto falar muito de deuses.
- quando eu tenho um filho eu rapidamente coloco ele em outro lugar numa dimenção que seja mais adequado á ele.
- por que você faz isso?
- o motivo é simples.
- qual é?
- para não pertuba o equilibrio.
- então você vai buscar a sua namorada?
- eu não sei.
- você tem que fazer, se não todo este seu treinamento chega a ser até inútil.
- eu sei disso.
- então vá.
- certo.
eu desapareço dessa dimenção e vou para onde estar a minha namorada e a outra versão dela, quando eu vi todas elas, vi exatamente como esperado, todas elas com raiva de min.
- como você ousar desaparecer? - falou a Cassidy.
- me desculpe.
- você tem que fazer muito mas do que se desculpar.
- mas eu vou salvar o seu pai já não é desculpa suficiente.
- você vai salvar o pai dela e não o meu - falou a Cassidy da outra dimenção.
- eu tenho que me desculpa com todas vocês?
- SIM - todas elas.
- eu ja sei como eu me desculpar de vocês duas.
- como? - a Cassidy da outra dimenção.
- eu vou te levar para a minha dimenção é quase a mesma da sua só que com uma enorme diferença que o meu mundo não estar sendo devastardo por zumbis.
- você estar maluco - disse a Cassidy.
- por que ele estar maluco? - disse a outra Cassidy.
- eu não quero que vocês vão para a minha dimenção.
- você acha que a gente não é tão boa, para estar na sua dimenção?
- acho.
- então agora eu quero ir.
- desculpe mas você não vai se encaixar muito lá no meu mundo.
- por que?
- o seu lugar é aqui e vocês devem ficar aqui.
- você estar querendo que a gente volte para aquele mundo infestado de zumbis.
- neste momento eu gostaria que você virar-se zumbi.
- você não sabe o quanto eu sofrir por causa daqueles zumbis.
- tenho certeza que você sofreu muito!
- o que você estar insinuando?
- que você deve ter adorado, quando o meu namorado apareceu por que eu aposto que você achou que ele é o principe encantado, que tirou do perigo, mas quero que você saiba que eu não quero mais você perto dele, eu fui bem clara.
- agora que eu vou querer ir masmo.
- sua vádia.
- olhe vou levar todo mundo em sem dircursão - eu falei isso querendo acabar com essa maldita briga, por que eu não estava aguentando mais.
- ok - falou falou as duas Cassidy.
- se reunem todas.
quando todos se reuniram, conseguir levar todos para a dimenção onde eu pertenço, quando nós chegamos lá ficarmos bem em prédio da Cassidy original.
- UAL - falou a Cassidy da outra dimenção.
- o que foi?
- faz é tempo que eu não vejo este tipo de cirvilização, estar tudo exatamente, antes do maldito vírus, eu já adorei ficar aqui.
- onde nós vamos morar - falou a Syndi.
- isto não importa.
- o que?
- isto é bem melhor do aquele inferno que a gente estava que basicamente nós estavamos vivendo em qualquer lugar.
- isto é verdade.
- mas a onde elas vão morar? - perguntou a Cassidy original.
- pensei na sua casa.
- o que?
- na sua casa pode ser divertido.
- divertido é uma coisa que eu duvido que vai ser.
- pense você converça com você mesma.
- a unica que adoraria ter esse tipo de converça é a Syndi.
- eu - falou a Syndi.
- não você á desta dimenção.
- ah certo.
- eu não vou conseguir morar com duas Syndi.
- ela não é a sua melhor amiga - eu tentando amenizar tudo.
- sim, ela é essa dai não.
- por que ela não pode ser a sua nova melhor amiga.
- você quer que eu realmente te diga.
- sim.
- por que ela dormiu com você.
- boa!
- você me entende?
- sim.
- ok.
- então elas vão morar comigo.
- por min elas ficariam na rua.
- então tudo bem?
- é claro que não estar bem, OK.
- o que?
- elas podem vim morar com a gente.
- sério?
- sério.
- obrigado por ajudar elas.
- sabe o que a gente vai fazer na primeira noite.
- o que?
tenho certeza que não devia ter perguntado.
- vamos converça mal de você a noite toda e nós vamos ficar cada vez mais com raiva de você.
- por tanto que se entendam tudo bem!
- á e mais uma coisa para você não esquecer.
- o que?
ela me deu uma joelhada no saco.
- eu mereci.
- eu tambem - falou a Cassidy da outra dimenção.
ela tambem me dar uma joelhada no saco.
- tambem quero participar - falou a Syndi.
ela faz a mesma coisa, todas elas entram no prédio, eu fico no chão sofrendo de dor.
- mesmo assim valeu a pena.
Capitulo:41
“analisando a situação”
eu estava muito preocupado, reunirmos todos na casa do Stan, estavamos na casa Rosco, Jéssica, Keila eu e o Stan, como não sei de quem mais o desgraçado vai atrás eu decidir que era melhor juntar os meus amigos, para pelo menos quando estirvermos aqui, um poderar proteger o outro.
a nossa reunião estar mais centrado no canto onde fazia o"circulo da amizade" só que desta vez o motivo que todo nós estavamos aqui, não erá para todo mundo se drogar.
- bem pessoal como vocês sabem tem um assasino a soltar e ele é muito perigoso.
- bem tecnicamente todos os assasinos são perigosos se não, eles não seriam chamados de assasinos não é mesmo - falou a jéssica.
- mas este é bem diferente dos outros.
- o que o torna tão diferente?
pensei em responder que ele pode ser o responsavel por isso tudo, e também o motivo que ainda estou em coma no mundo onde eu deveria estar.
- ele ataca atravez de ilusões.
- o que você estar dizendo que ele deixar todo mundo maluco, e quando todo estar nas alturas ele vem e nos matar é isso, por que isso pode acontecer com qualquer assasino, eu acho que essa pessoa não chega a ser um assasino tão importante.
- o negocio que este assasino, ele torna as ilusões reais, este é o poder deste tal assasino, por isso ele é tão perigoso.
- isto é impossível.
- eu vi acontecer - disse a Keila.
- sério.
- sim.
- como foi isso?
- nós estavamos em uma boate de striper...
- O QUE?
- o que, o que?
- o que vocês foram fazer em boate de striper?
- o que você achar ver mulher pelada - disse o Rosco.
- por que você foi com eles Keila, você não pode só se ver, que você ver uma mulher pelada não é presciso ir numa boate de striper - disse a Jéssica.
- não é bem isso - disse a Keila.
- meu deus você virou lésbica?
- EU NÃO VIREI LÉSBICA.
- então o que você foi fazer lá.
- você vai me deixar explicar?
- vou.
- é que lá o Tomas acha que podia fazer um contato com um outro mundo.
- numa boate de striper.
- foi lá que ele teve o primeiro contato com o outro mundo.
- você estar dizendo que ele erá virgem e perdeu a virgindade lá, e isso fez ele entrar no mundo de quem não erá virgem.
- não.
- você não estar explicando a historia direito.
- é que lá ele teve um contato com uma outra dimenção.
- eu sei uma dimenção cheio de mulher pelada.
- NÃO TEM NADA HAVER COM A BOATE.
- mas você disse que vocês estavam na boate.
- sim nós estavamos.
- mas como você acabou de dizer que não tem nada haver com a boate.
- você estar me irritando.
- tá bom vou te deixar em paz.
- certo.
- mas pelo menos explica direito.
- EU JÁ DISSE QUE VOU EXPLICAR PORRA.
- ok, não é presciso gritar.
- eu vou te matar.
eu o Stan seguramos a Keila.
- ok eu estou calma.
- certo - falei isso me certificando que ela estava bem.
- Tem um portal para outra dimenção na boate - falou a Keila tentando esclarecer todas as duvidas.
- ok - disse a Jéssica.
- mas além do portal o que mais aconteceu? - perguntou o Rosco.
- lá onde foi que o assasino das ilusões atacou.
- vocês estão bem?
- fisicamente sim.
- o que foi que ele fez?
- matou todos que estavam na boate.
- fora você quem mais escapou.
todos ficaram com 1 minuto de silêncio.
- quantos além de vocês escarparam?
- nenhum.
- o que?
- só nós sobrevivermos.
- mas um assasino numa boate, com certeza os seguranças iriam em cima dele, para matar o desgraçado de vez, você estar querendo dizer eles falharam.
- ele não apareceu como pessoa.
- como ele apareceu?
- em forma de braços.
- braços?
- grandes braços.
- você viu a cabeça dele.
- como eu falei só havia braços.
- isto é impossível.
- nada aqui é impossível
- o que você quer dizer com isso?
- nada.
- você estava querendo dizer alguma coisa?
- nada mesmo.
- nos conte o que você estar escondendo?
- eu estou em coma.
- o que?
- eu estou coma, é exatamente isso que você ouviu.
- você estar acordado você não estar em coma.
- nesta realidade eu estou acordado mas na outra não.
- do que você estar falando não existe outra realidade.
- sim existe.
- você estar maluco.
- não meu amigo eu sei muito bem o que estar acontecendo.
- então você estar querendo me dizer que você estar dormindo.
- não é exatamente assim.
- explique.
- não é algo fácil de explicar.
- tente vamos.
- como eu falei eu estou em um coma, mas nãe é um coma comun.
- o que você tem de especial?
- eu coma estar sendo controlado por alguém.
- coma controlado isso não existe.
- existe e eu estou vivendo ele.
- você estar dizendo que todos aqui são partes do seu sonho.
- como eu estou em coma ele transferiu a minha mente para o mundo particula dele.
- e por que ele só estar agindo agora.
- eu sei o motivo.
- qual seria motivo?
- a minha filha.
- meu deus, você não se lembrar que a sua filha morreu.
- neste mundo de fantasia sim.
- mundo de fantasia!
- o que foi?
- só que você estar louco só isso.
- estou dizendo a verdade.
- sinseramente o que você tormando.
- isto que eu estou falando é a verdade e estar realmente acontecendo, não é nenhum tipo de loucura, embora eu concorde se eu me ouvir-se acharia que estava louco, mas tudo isso estar acontecendo mesmo.
- ele estar dizendo a verdade - falou a Keila.
- você só estar falando isso por que estar domindo com ele.
- nós tres virmos o tal do assasino.
- uma coisa eu concorde pode até haver este tal do assasino mais eu não concordo muito com tudo isso que você estão dizendo.
eu queria e muito que ele intender-se.
- mas é a verdade.
- isto é só loucura - falou o Rosco.
- se você vir-se o que vi.
- o que mais de loucura você viu?
- você estava lá lembra.
- lembro do que?
- do shoping.
- eu me lembro do ônibus e só isso.
- lá eu encontrei o namorado da minha filha.
- não acredito em nenhuma palavra daquele garoto.
- isto tudo não é questão de acreditar mas aceitar o que estar por vim.
Capitulo:42
“a conversa na cozinha”
o Rosco e a Jéssica estava na cozinha do Stan eles ainda estão tentando entender toda loucura de Tomas Kuandro.
- agora ele pirou de vez - disse o Rosco.
- e antes eu achava que eu erá a maluca do grupo.
- bem esse prêmio para ele.
- não gostei dele insinuar que eu não existo.
- ele estar dizendo que tudo isso não existe de verdade!
- estou preocupado com ele.
- você acha que deveriamos martá-lo.
- o que?
- matar ele de vez.
- você estar brincando não é?
- assim ele se convenceria de que isso não é um sonho.
- eu acho que não deveriamos usar este metodo.
- mas esta loucura é contagiante, você viu a Keila, também estar caindo na dele, cuidado você pode ser um alvo fácil.
- não estou gostando desta converça.
- para falar a verdade queria nem ter esse nosso papo.
- ninguém vai matar ninguém.
- não estou tão certo.
- ele é o seu melhor amigo.
- eu sei disso.
- por que você quer matá-lo- não estou gostando desta converça.
- para falar a verdade queria nem ter esse nosso papo.
- ninguém vai matar ninguém.
- não estou tão certo.
- ele é o seu melhor amigo.
- eu sei disso.
- por que você quer matá-lo?
- você estar vendo o estado dele.
- mesmo assim.
- vai ver ele é o assasino.
- você acha mesmo.
- não foi a primeira vez que ele pirar.
- eu sei no começo, pobre coitado.
- se deixarmos ele vivo, mas pessoa vão morrer.
- por favor pare com isso.
- temos que fazer.
- pare com isso.
- isto já resolveu o problema antes?
- matar nunca resolveu nada.
- quando tudo estava no controle erá só matar ele, e ele voltava ao estado normal, e ele simplesmente achava o que aconteceu antes erá só um sonho.
- você estar parecido com ele.
- sempre deixo este mundo da maneira dele, mas agora já estou perdendo a paciência.
- o meu deus.
- você percebeu não foi.
- ele estava dizendo a verdade.
- sim estava.
- Rosco você é o assasino de que eles estão falando.
Rosco fica em silêncio.
- Rosco.
- você já sabe de tudo.
- meu deus.
- você vai me matar.
ela se afastar.
- o que você vai fazer correr?!
- isto seria uma idéia.
a Jéssica tenta mover os pés mas não consegue.
- eu sempre fui amiga de vocês.
- neste plano sempre foi.
- por que você vai me matar.
- pelo simples fato que eu gosto de matar.
- por favor me deixe ir.
- não.
- com vocês, agora eu tenho um real motivo para matar.
- por que você estar fazendo isso?
- ante eu não prescisava matar ninguém simplesmente fazia tudo retorna na forma original, mas este plano não estar mais no meu controle, caso eu volte a fazer tudo de novo, sempre vai haver chance da filha e o namorado sempre voltarem, então agora eu tenho que destruir tudo, para depois de tudo ter um recormeço.
- por favor eu lhe imploro não me mate.
- você pode implorar o quanto quiser não vai fazer diferença.
- isto tudo é real, você não ver.
- pobre tôla.
a Jéssica estava começando a chorar.
- por favor tudo isto é real.
- tudo isso é real por que eu digo que é real.
- por favor não.
- você é só uma vadia da cabeça de Tomas.
- eu existo você não ver.
- eu não gostaria de estar na sua péle agora.
- por favor.
- vamos implore mais.
- eu faço tudo que você quiser.
- é mesmo.
- sério?
- então morra.
o Rosco pegou uma faca.
- poderia te matar de várias formas possíveis mas vai ser com uma faca que eu vou te matar, sua vádia, você estar me ouvindo.
- SOCORRO.
- vamos grite mais auto.
- SOCORRO, PELO AMOR DE DEUS SOCORRO.
- como você é engraçada.
A jéssica ainda estava chorando.
- sabe de uma coisa vá para o inferno.
- eu posso sair e voltar do inferno, mas no seu caso.
- vai se fuder.
- vamos grite mais.
- Toma vai acabar com você.
- eu não estou com medo dele.
- ele sempre foi melhor que você.
- agora você já estar abusando.
- talvez lhe ajude.
- você estando assim já estar me ajudando.
Rosco deu duas facadas na barriga de Jéssica, e ela estava caindo, até que ficou no argonizando e finalmente morreu, ele depois largou a faca no chão.
- SOCORRO.
gritou o Rosco para todo mundo ouvir, todo mundo subiu desesperado, para ver o que estava acontecendo e eles ficaram supriendidos ao ver a Jéssica no chão.
- o que foi que aconteceu? - perguntou o Tomas.
- seila simplesmente esta faca levitou e atacou ela.
- o desgraçado sabe onde estamos.
- me desculpe por desconfiar de você.
- desculpas aceitas.
- coitada da Jéssica.
- isto não poderia ter acontecido.
- o que a gente vai fazer?
- eu não sei.
- mas e se o assasino ainda estiver aqui?
- ainda não é uma boa idéia nos separarmos.
- boa idéia.
- ela gritou?
- não.
- o que?
- ela não gritou.
- acho melhor nos reunirmos lá embaixo onde tem menos obejtos perigosos - falou o Stan.
- você tem razão.
a Keila e o Stan desceram.
- você vai descer? - perguntou o Rosco.
- talvez daqui a pouco.
- acho melhor eu ficar com você.
- boa idéia um protege o outro.
- este é o espirito.
- eu sei.
- legal.
- você tem certeza que ela não gritou.
- tenho certeza.
- ela ver uma faca flutuante indo em direnção a ela, e ela não grita?
- exato.
- eu acho que ela gritou.
- se ela gritou vocês teriam escultado.
- eu sei mas talvez o som foi abafado.
- você estar querendo dizer que eu matei ela.
- ela não.
- o que você quer dizer?
- me expressei mal não foi só ela.
- você estar dizendo que eu sou um assasino.
- exato.
- mas nós somos amigos a muito tempo.
- e é por isso que estarmos nesse lugar não é.
- você acertou.
Capitulo:43
“o entender”
estou muito supresso do meu melhor amigo, ser o assasino, mas como o assasino atacou quando estavamos eu e Stan e tambem a Keila, quando o Rosco martou a Jéssica, eu já estava com uma desconfiança que erá um deles a morte da jéssica, só provou o meu ponto.
- por que você não me deixou acorda depois do acidente?
- você saia muito de casa para min estava muito claro de que você não gostava muito de sair com elas, imaginei que sem elas na esquasão você poderia viver no mundo perfeito.
- você não percebeu que eu estava sofrendo nestes 10 anos.
- isto estava bem claro.
- eu sabia que depois de um tempo este momento de tristeza iria embora e você ia viver feliz por um bom tempo.
- agradeço que você fez isso por min mais por favor acorda.
- você ainda pode viver este tempo de felicidade, é só eu fazer alguma coisa com a sua filha.
- deixe ela em paz.
- ela não estar me dando muita escolha.
- você erá o meu melhor amigo como você pode pensar em matar a minha filha, isto não é coisa que nenhum amigo faz pelo o outro.
- á mais eu vou fazer por que eu sou seu amigo.
pulo em cima do Rosco e fica dando uns socos na cara de Rosco, eu não parava estava colocando toda a minha raiva para fora, ele me deu um empurrão muito forte que parei na parede.
- eu sei que você não vai ser feliz quando acorda - falou o Rosco.
- vou ser bem feliz, eu juro.
- você iria muito para a boate você não se contentava com a sua mulher, imagine agora que você sabe que aquela striper que você gostar ainda esta viva.
- eu sou uma outra pessoa.
- não acredito.
- sofri muito nesses 10 anos.
- acho que sofreu pouco.
- do que você estar falando.
- não acho que tenha sofrido mais do que a sua mulher.
- me acorde, por favor.
- você estragou tudo na vida real, não posso simplesmente deixar você acorda e estragar toda a sua realidade de novo.
- aliás eu tenho uma coisa a dizer quanto a sua mulher.
- o que?
- eu estou fudendo ela.
- O QUE?
- e estou gostando e muito disso.
- seu traidor de uma figa.
- por min você pode ficar nessa realidade que eu criei para você por um bom tempo.
- por que você não me matar de vez.
- eu prefiro você em coma.
- você estar maluco.
- sim de amores por sua mulher.
- NÃO ENCOSTE NELA.
- aqui você pode fazer até alguma coisa mais na vida real você não pode fazer nada.
- eu estou te avisando.
ele deu uma risada da minha cara.
- OH meu deus estou com muito medo de você - disse o Rosco.
- pare de brincadeiras.
- você não entende para as pessoas normais, eu sou um deus, eu posso mudar de dimenções, criar até uma, fazer com que ilusões se tornem reais, e você não tem nenhuma desses poderes especiais para falar a verdade na vida real você não pode fazer nada.
- você vai pagar.
- vamos continue!
- não machuque a sua filha.
- eu não sei ela estar me atrapalhando.
- eu já disse que DEIXE ELA EM PAZ.
- lembrar-se para min isso não é bem ameaça sabe, para min a unica coisa que você estar fazendo é falando baixo e depois falando auto.
eu me levanto.
- eu vou imperdi você.
- eu quero ver você tentar.
- nem pense que você vai sair bem dessa.
- mas eu vou.
corro para cima dele fico dando vários socos na cara dele, ele segura meu braço e me dar uma joelhada na barriga.
- é assim que você pretende me deter?!
- essa erá uma idéia!
- por isso eu escolhi você para ser o meu amigo por que você é engraçado até mesmo quando estar com raiva, mas esta tentativa foi partética.
- obrigado por avisar!
- de nada.
- eu juro que na próxima vou te deter de jeito.
- me lembrei de uma coisa.
- o que?
- de um problema que eu tenho que eliminar.
- não, por favor minha filha não.
- bem não é exatamente a sua filha.
- então quem?
- o namorado dela que me preocupa é a sua filha que me atrapalhou de primeira, mas o chave para resolver todos os meus problemas é matando aquele bill.
- você não vai conseguir deter ele.
- ao que tudo que me indica ele tem os mesmos poderes que eu.
- tenho certeza que ele vai conseguir deter você.
- não fique achando isso.
- eu sei que ele pode acabar com você.
- ele é novo com certeza não é mais forte que eu.
- vá apostando.
- eu acho que tenho uma maneira de resolver os problemas.
- não mate eles.
- não é bem essa a idéia.
- vou fazer eles perderem o interesse.
- como assim.
- um modo para eles não virem para cá.
- se você conseguir-se já teria feito.
- mas não desse jeito.
- como?
- simplesmente não se interesarem mais pelo fator de encontrar vocês em sonho.
- mas a minha filha não vai desistir assim tão fácil.
- ela vai ver você mas não vai se importa.
- isto é impossível.
- mas você não aprendeu com este lugar que tem muitas coisas possíveis que os normais consideram impossível, toda essa experiência não te ensinou nada.
- se ela me ver de novo ela vai se importa.
- você sabe por que eu não te matei até agora.
- por que você é meu amigo.
- bem isso também.
- então por que?
- por que eu adoro você nesse estado.
- mas eu não sirvo para nada em coma.
- é mais se eu te marta-se eu não sei se o namorado dela viria te buscar, e você poderia reviver sem nenhum problema.
- isto é verda.
- um dos motivos de você estar aqui é que eu posso controlar você.
- tenho até medo de pergunta mas qual é o outro?
- é que é muito fácil controlar as pessoas em coma.
- nem pense nisso.
- se todos verem você "acordado" eles não vão se importa muito se falarem com você em sonho, assim não é divertido.
- você não pode fazer isto com o meu corpo.
- não se preocupe você não foi o primeiro.
- se você...
- o que?
- encostar na minha filha eu te mato.
- bem...
- o que?
- não vai ser exatamente EU que vou encostar nela.
- não.
- oh sim.
- NÃO FAÇA NADA COM A MINHA FILHA DESGRAÇADO.
- aposto que todos vão ficar supreso com a noticia"pai saiu do coma e matou a própria filha e o namorado dela", vai ser uma boa noticia não é?!
- não encoste nela.
- vai ser o seu corpo imundo que vai encostar nela.
- eu já disse não faça nada.
- eu acho que já estar na hora do seu corpo.
- não por favor.
- e vai em uma.
- não.
- duas.
- não por favor.
- e três.
- NÃAAAAAAAAOOOOOOO.
- levantar bela adormecida.
o corpo de tomas de levantou e abriu os olhos.
Capitulo:44
“o corpo não acordado”
o Corpo de Tomas Kuandro se levantou as enfermeiras perceberam, logo os médicos foram ver se ele estava bem, se não estava com nenhum problema.
na casa de Tina Kuandro o telefone toca, ela foi e pegou o telefone.
- alô.
- alô aqui é do hospital você é Tina Kuandro? - disse a voz no telefone.
- sim.
- queriamos lhe avisar que o seu marido saiu do coma.
- não acredito.
- é só isso senhora.
a Tina desligou o telefone e ficou pulando de alegria, o Rosco ainda estava na casa.
- o que foi?
- você não vai acreditar.
- o que?
- o tomas acordou.
- sério.
- eles ligaram do hospital falando isso.
- se isso foi algum tipo de trote do hospital, deveria ser um dos bem crueis.
- tenho certeza que é verdade.
- você vai ligar para a sua filha.
- vou ligar.
Tina foi ao telefone, ligou e a Cassidy atendeu o telefone.
- alô - disse a Cassidy.
- filha tenho uma boa noticia.
- você terminou como o Rosco?
- não é isso.
- então o que é?
- o seu pai acordou.
- o que?
- o seu pai acordou.
- EU NÃO ACREDITO - ela gritou de alegria.
-pois acredite.
- quando vamos ver ele.
- daqui, eu e o Rosco vamos para ir.
- certo.
na casa de Cassidy, ela estava feliz ela escultou alguém bater na porta.
- quem é?
- sou eu bill.
ela abriu a porta e abraçou ele.
- como eu estou tão feliz.
- oi, Cassidy, você é o dessa ou da outra.
- sou dessa bobô.
- o que foi que aconteceu?
- você não vai acreditar.
- o que?
- o meu pai acordou.
- como assim do nada.
- sim.
- sei.
- não é incrível.
- eu acho incrível até demais.
- vamos fique feliz.
- não sei.
- pare de suspeitas.
- muita coisa aconteceu para ele simplesmente acorda.
- pare de tentar destruir a minha felicidade.
- eu não estou querendo destruir a sua felicidade.
- então fique feliz comigo.
- eu quero.
- vamos seja feliz.
- não acho que ele simplesmente acordou.
- por que acha isso.
- alguém matou pessoas que estavam querendo ajudar a acorda-lo.
- talvez ele tenha conseguido escapar.
- não sei.
- vamos deve ser ele.
- você não entende.
- mas o ha para entender.
- ele estava numa dimenção controlada.
- já disse que ele pode ter escapado.
- o que você acha que simplesmente acabou.
- seila.
- alguém matou a sua tia e essa pessoa é muito poderosa.
- olha o meu tio e a minha mãe vem aqui a tarde, e nós vamos com eles para o Hospital, certo?
- não.
- por que não?
- não estou muito confiante com isso.
- o que você pretende fazer?
- não sei ainda.
- olha você vai ficar comigo, e você vai ficar feliz por ele ter acordado certo?
- não sei.
- CERTO?
- já disse que parece muito suspeito.
- você quer que te der outra joelhada no saco.
- talvez eu vá.
- devo lembrar você que você estar em divida comigo?
- divida de que?
- não estar lembrado das outras mulheres que você andou dormindo.
- eu já disse desculpas.
- você tem que ir comigo.
- eu só tenho que fazer uma coisa.
- você não vai encontrar outras versões de min vai.
- o que?
- já esqueceu.
- me desculpe fiquei treinando por 20 anos.
- o que?
- o Destino deixou o meu corpo da maneira como estar, e ficarmos treinando, os meus poderes em uma dimenção que o tempo não passar igual aqui.
- você estar falando sério.
- mais sério impossível.
- vamos.
- eu falei, eu tenho que confirma uma coisa.
- venha com a gente.
- te encontro quando eu tiver certeza.
o Bill desapareceu.
o bill apareceu na casa de Stan o exato local onde estava o Tomas, ainda no chão sofrendo de dor, pelos golpes que recebeu.
o Bill chegou perto dele.
- o senhor está bem.
- não.
- o que foi?
- eu acho que o Rosco pretende fazer alguma coisa.
- Rosco?
- ele é o desgraçado que me prendeu nessa dimenção e também ele é um assasino, eu tenho certeza que ele vai atrás da minha filha.
- não suspeitava dele.
- ele disse que ia fazer alguma coisa com o meu corpo.
- e já estar fazendo senhor.
- o que?
- ele supostamente te acordou.
- droga.
- e o pior de tudo ainda não te contei.
- o que?
- a sua filha realmente acha que você acordou.
- ou droga.
- eu disse para ela que tinha suspeitas.
- ela confiou em você.
- não.
- você tem fazer alguma coisa.
- você disse que erá o Rosco.
- sim.
- tem certeza que não é nenhum tipo de ilusão.
- tenho.
- como?
- ele me contou cada detalhe.
- tem certeza que ele não estar te engandando para você matar o seu melhor amigo.
- eu tenho certeza, e mais alguma coisa.
- o que?
- agora de melhor amigo, eu estou entre você e o Stan.
- depois falarmos disso.
- agora vai salvar a minha filha.
- já vou.
- e não se esqueça mate o desgraçado do Rosco.
- Já vou.
- até.
o Bill desapareceu.
Capitulo:45
“o ultimo encontro”
eu voltei para a casa da minha namorada, eu sabendo que ela estava esperançosa de que o pai dela acordou e eu sei que não é verdade.
quando eu apareci ela levou o susto.
- você não pode aparecer assim do nada - ela reclamou.
- olha não termos muito tempo.
- por que?
- reuna todas agora.
- certo.
ela chamou as duas Syndis e a outra ela, quando todas elas estavam na sala, eu me aproximei e peguei na mão das duas Cassidy.
- vamos todas vocês façam os mesmos.
- o que a gente vai fazer rezar - falou a Syndi original.
- apenas FAÇAR.
- ok não é presciso gritar.
- todas tem que sair agora.
- e ir para onde? - perguntou a Cassidy.
- você vai ver.
conseguir levar todas para a casa do Stan onde o pai da minha namorada, estar bem conseguir colocar todas na sala.
- PAI - a cassidy não se contenta de alegria.
ela abraçou o pai.
- filha como eu sentir saudades.
- eu também.
- eu quero ficar para sempre perto de você.
- digo o mesmo.
o Stan e a Keila apareceram na sala.
- eu pensava que a Keila tinha morrido.
- mas ela morreu - disse a ela.
- mas como pode estou vendo ela.
- essa daí não é a keila original.
- me atualize.
- estamos todos dentro da cabeça do seu.
- vocês vão me tirar daqui - falou o Tomas esparançoso.
- não.
- por que não?
- enquanto o assasino estiver vivo e bem é um perigo trazer você de volta.
- concordo.
- por que você nos trouxe aqui?
- para planejarmos o assasinato.
- de quem?
- de Rosco.
- por que?
- o seu Tio Rosco ele é o assasino.
- O QUE? - disse, Keila, Stan, as duas Syndi e a Cassidy da outra dimenção.
- meu tio.
- exato, temos que planejar como matar-lo.
- simples pegue uma faca e dá uma facada nele - dissa a Syndi original.
- se fosse tão simples eu mesmo faria.
- então por que não faz.
- ele é muito poderoso.
- poderoso como?
- ele consegue controlar pessoas em coma, mudar de dimenções, trancar pessos em dimenções, criar ilusões e fazer algumas se tornarem reais.
- ok muito poderoso.
- primeiro, temos que afastar a mãe da Cassidy de Rosco - eu explicando tudo.
- como, cara? - disse o Stan
- quando chegarmos para ver o corpo de Tomas que supostamente estar levantado aproveitarmos, e tiramos a mãe dela do caminho.
- vamos eu e você o Rosco e a minha mãe para o Hospital, certo - disse a Cassidy.
- eu também quero ir - disse a Syndi.
- não é muito perigoso.
- ele tentou me matar ele tem que pagar por isso - explicou a Syndi.
- você estar colocando a sua sorte em risco mas se você quiser ir.
- e o qua a gente faz - falou a Cassidy da outra dimenção.
- quem é você? - perguntou Tomas.
- eu sou a versão da sua filha de outra dimenção.
- ok.
- e caso também não conheça aquelas outras duas sãos amigas da sua filha - eu explicando quem e quem para o Kuandro.
- você eu tenho outros planos.
- quais ? - perguntou a Cassidy de outro plano.
- eu vou chamar a jéssica, para elas te ajudarem a ir para o hospital caso o meu ataque, á ele não der certo, você aparecem, e tentam atacar eles de supressa.
- e por que todos estamos na dimenção da cabeça do pai dela - disse a Cassidy de outro plano.
- por que eles vão servi para quando todos nós falharmos.
- o que você estar dizendo? - disse a Syndi de outra dimenção.
- eu vou trazer eles para a realidade.
- por que você não fez isso antes.
- por que eu não podia.
- então é só trazer transporta o pai dela para nosa realidade.
- eu não poderia fazer isso desde o inicio por que se eu trago este Tomas, ele é simplesmente um ser sub-consciênte e estes seres, são simplesmente seres eternos, melhor dizendo ele viveria eternamente isso poderia pertubar um pouco o equilibrio das coisas, prescisamos dele mas da forma humana e não deste jeito, você estar me entendendo.
- sim.
- estes são a nosso ultima estratergia.
- e se isto falhar cara - falou o Stan.
- todos nós vamos morrer.
- não devia ter peruntdo isso.
- quando nós conseguirmos matar ele finalmente vai parar - o Tomas afirmando o final.
- não é bem assim.
- por que?
- quando nós martamos ele, o desgraçado só terá morrido fisicamente, mas não mentalmente e ele podera se aproveitar de outra pessoa, por isso quando ele morrer, terei que trancar ele em uma dimenção que só eu sei como sair.
- este é meu namorado - falou a cassidy.
todos olharam para ela.
- me desculpe.
- não podemos deixar passar.
- apesar dele ser meu amigo não terei pena de matar este desgraçado - falou o Tomas.
- este é o espirito.
- vamos acabar com ele - falou a Keila.
- VAMOS SONHADORES - falou a Syndi.
- o que "sonhadores"? - falou a Cassidy de outra dimenção.
- você sabe "sonhadores" por que estamos nesse negocio de sonhos e tal.
- na verdade estamos mais mexendo com dimenções.
- mas o que combina com "dimenção" que daria um bom grito de equipe?
- cale a boca que eu estou com vergonha de ser uma versão sua - falou a Syndi da outra dimenção.
- o que sem grito de equipe?
- NÃO - todos os outros.
- ta bom.
- vocês todos entenderam o plano - eu tentando ver se tudo estava bem.
- como você sabe que a tia dela vai nos ajudar - falou a Cassidy da outra dimenção.
- você simplesmente fala que você é a original Cassidy.
- não sei.
- tem que ser assim.
- por que não matarmos ele se supressa no carro.
- por que se isso der errado, todo o plano não vai funcionar.
- cara, quantas equipes para matar um cara - falou o Stan.
- como eu falei ele é poderoso.
- mas é meio deleal.
- eu sou forte mas não o suficienete para matar ele.
- não acho que a minha filha deveria estar nessa - falou o Tomas.
- eu tambem não queria, mas a Syndi e a Cassidy tem que estar perto da sua esposa para pelo menos proteger ela mesmo que seja pouco.
- pai eu sou capaz - falou a Syndi.
- pensei que você morreu a muito tempo eu não quero ter que peder você de novo.
- se não fizermos o Rosco vai pode matar você ou eu.
- como eu quero matar ele.
- todos queremos fazer isso - expliquei a ele.
- e o meu corpo.
- teremos que trancar o seu corpo para que você possa voltar, tranquilamente e não ser só uma forma de um sub-consciênte vivo.
- certo.
- todos entenderam o que devem fazer.
- SIM - todos os outros.
- ok, vamos sair.
- ainda acho que deveriamos ter um grito de guerra - falou a Syndi.
- CALE A BOCA -todos os outros.
Capitulo:46
“a ida ao hosbital”
todos nós voltarmos para o nosso mundo, tomara que as duas cassidys e as duas Syndis e o outro grupo tenha intendido tudo direitinho.
- me dar vontade de matar ele - falou a Cassiy.
- se eu fosse você espeararia.
- mas ele estar matendo o meu pai preso.
- se você não mantiver a calma todo o plano não vai der certo.
- tomara que você consiga matar-lo.
- eu também espero.
- tenho proteger a minha mãe desse monstro.
- lembra-se você tem que se acalmar, ele não pode perceber que estamos atrás dele.
- mas você não acha que ele já tem uma certa suspeita.
- tudo que ele sabe que nós podermos atrapalhar ele, mas o Rosco não faz idéia de que nós sabemos que ele é o assasino, isso nos dar vantagem.
- a minha raiva é grande.
- lembrar-se que se você não se controlar talvez a sua mãe possa morrer, não tenho certeza o que ele quer fazer com ela, mas tente se acalmar.
alguém bate na porta.
- QUEM É? - disse a Cassidy.
- SOU EU A SUA MÃE.
- vocês se escondam - falei para todo resto que estava na sala.
todos se esconderam menos a Syndi original.
- ok, vamos pegar o desgraçado - falou a Cassidy.
- preste atenção tudo vai depender de nós o Destino não vai ajudar desta vez.
- ok.
a Cassidy abriu a porta e lá estava o Rosco e a Tina.
- oi filha - falou a Tina.
- ola mãe.
- oi Cassidy - disse o Rosco.
não queria muito estar na péle dela, ela vendo a pessoa que estar mantendo o pai dela presa e ainda matando as pessoa conhecidas, não sei se eu me seguraria.
- oi, tio.
- vamos - falou a Tina.
- eu não sei - falou a Cassidy.
- você não estar pronta - falou a mãe dela.
chego perto dela abraço ela com um braço.
- vamos você vai finalmente ver o seu pai - falei para ela se acalmar mais.
- agora estou pronta.
todos nós entramos no carro, para os adultos, todos eles estavam alegres, a mãe dela achando que vai ver o marido bem, o Rosco achando que tudo estar indo tudo como ele planejou e nós estavamos num clima de tensão por que todos nós sabiamos o que estava por vim.
- eu acho melhor não mencionar o que a gente teve por enquanto - falou a mãe dela.
- você tem razão, não seria bom para uma pessoa que saiu do coma saber que de repente perdeu a mulher para o melhor amigo.
- vocês não contem tambem.
- não vamos - eu, cassidy e Syndi.
- não queremos fazer mal ao seu pai.
- é a Tina tem razão, me diga você ainda vai ficar comigo, eu sei que ele estar acordado, eu só quero saber isso.
- eu ainda não sei.
aposto que a Cassidy estava pensando isso"não importa seu desgraçado nós vamos matar você, você consegue me entender" ela não estar só suportando o fato o da mãe dela estar namorando outra pessoa.
que pena que a mãe dela não consegue ver o que realmente estar acontecendo e o que estar para acontecer.
- como você estar? - perguntou a Tina.
- você sabe mãe faz é tempo que eu não vejo o meu pai.
- pelo menos não em nosso plano - falou Rosco.
- que você disse? - falou a Cassidy.
- é que a sua mãe me falou que ele falava com vocês nos seus sonhos mesmo quando vocês estavam dormindo, que coisa maluca.
- é realmente uma maluqui-se.
graças a deus que ela não explodiu.
- ele vai ficar com você hoje? - falou a Syndi.
- acho que sim? - falou a Tina.
- que tal ele ficar com a gente.
- eu não sei.
- talvez para ele saber mais como foi a vida da Cassidy.
- boa idéia.
a conveça continua, e todos nós nos mantendo calmos, quando finalmente chegarmos ao hospital, alguns de nós engulirmos a seco, por que este é o momento, quando sairmos a Tina e o Rosco foram mais na frente, a Cassidy ficou perto de min.
- agora - falou a Cassidy.
- primeiro você tem que ver o seu "pai".
- por que não atarca-lo agora.
- por que se você não correr para o seu "pai" primeiro, ele vai desconfiar, que filha esperar 10 anos para o pai se recuperar, e nem ficam ansiosa para velo.
- você tem razão.
- é só manter o plano.
- como você ficou tão intêligente.
- alguns anos treinando com o Destino faz você ficar mais intêligente.
- você não transou com mais ninguém transou?
- isto é hora de me pergunta isso.
- transou?
- não.
todo nós chegarmos na sala, onde estava o corpo de Tomas, primeiro a mãe, dela abraça o "pai dela, percebi que a Cassidy tentou avisar-la.
- calma.
- ela pode estar correndo perigo.
- já disse para ter calma.
- mas...
- ele não vai fazer o ataque agora.
- como você sabe?
- lembra-se para ele nós somos O perigo.
- tem razão.
- e se me chamarem.
- você vai.
- e se ele me atacar.
- o ele não pretende atacar tão cêdo.
- espero que você esteja certo.
- vem filha - a mãe estava alegre com a situação.
a Cassidy chegou abraçou numa falça felicidade, ela abraçou por um tempo.
- esta é a sua filha crescida - falou a Tina.
- ual como você cresceu - falou o "Tomas".
- eu estava rezando para que você sair-se deste estado - falou a cassidy.
- que pena que eu perdi o tempo que você virou essa adulta.
- estou feliz com a sua volta.
- obrigado.
- que nada.
- quanto tempo fiquei em coma.
- 10 longos anos.
- querido sim - falou a Tina.
- você se lembrar quando a gente conversou?
- do que você estar falando.
- sabe da nossa converça no bar.
- não me lembro.
- erá uma converça enquanto você estava em coma você falou com a gente de uma outra forma.
- não sei do que você estar falando.
- sabe nós mentalmente.
- desculpe não sei do que você estar falando.
- desculpe.
- eu que perço desculpas por ter causando tanto sofrimento.
a Tina abraçou ele e chorou.
- eu pensava que você nunca ia voltar.
- mas agora eu voltei.
- e tudo vai ficar bem agora.
- a sua amiga Keila foi assasinada - disse a Cassidy.
- CASSIDY.
- o que foi?
- não se pode dizer essas coisas de vez.
- o que a Keila foi assasinada, pergaram o assasino.
- não.
- deviam pegar o desgraçado.
- eu não poderia concorda mais.
- assasinar é uma coisa horrível esta pessoa tem ser punida.
- concordo.
chego na sala, percebendo que a Cassidy já ia explodir de raiva e revelar tudo, não culparia ela, nem eu aguentaria tanto.
- oi.
- quem é você? - falou o "tomas".
- sou o namorado da sua filha.
- o que?
- poisé eu sou o namorado dela.
- minha menina já cresceu.
- é.
meu deus como ele pode controlar este Tomas tão mal ele estar parecendo um completo babacas, e daqueles do tipo bem infântiu.
- é mesmo.
mal vejo a hora chegando.
Capitulo:47
“o inicio”
a Cassidy estava se controlando para não explodir eu abraçei ela para acalma-la, e estava pensando um jeito de me livrar, para tira a Tina daqui.
- eu acho que ele vai querer um corpo de água.
- sim, fiquei muito tempo em coma - falou o "tomas".
- eu vou pegar - disse a Tina.
- vá com ela - falei isso dizendo para a Cassidy.
- estar certo - falou a Cassidy.
- tambem vou - falou a Syndi.
- certo, vamos - disse a Tina.
- mate ele - ela falou bem baixinho para min quando estava passando por min.
as três sairam do quarto.
- como você se sente? - falei isso já fazendo uma ilusão de uma faca na minha mão.
- vou bem obrigado - falou o Tomas.
- legal.
- eu tenho que conveça com o meu amigo - falou o Rosco.
- imagino.
quando ele estava passando por min taquei a faca nele, queria um lugar vital nele, mas infelizmente só conseguir atingir o braço dele.
na supresa ele me empurrou.
- o que você fez? - disse o Rosco.
- logo vai descobrir.
eu conseguir desaparecer por um instante, conseguir aparecer atrás dele com a faca de novo queria atingir alguma parte vital mas atingir as costas.
- você não sabe que pode ir preso por assasinato - falou o Rosco.
quando tentei atingir a barriga dele o desgraçado conseguiu se esquivar.
- por que você estar tentando me matar, eu não fiz nada com você.
ataquei duas vezes mas mesmo assim conseguiu se esquivar.
- já entendi - falou o Rosco.
uma mão veio por de baixo e segurou a minha perna.
joguei a faca na perna dele conseguir acerta.
- você falou com o verdadeiro Tomas não é isso?
desapareci um tempinho.
- quem mais sabe?
dei um chute nas costas dele fazendo o desgraçado sair do quarto.
- pare de brincadeira garoto.
duas mãos apareceram da parede e estavam tentando suforcar ele, mas enquanto estava sufocando ele desaparece e aparece mais na frente.
- muito esperto tirando a Tina perto de min.
apareci por um segundo dei dois socos nele depois desapareci.
- você estar me irritando.
apareci de novo e dei um chute na cara dele e depois desapareci.
- alguém me ajuda.
no hospital agora só tinha a gente.
- esperto fazendo essa ilusão.
quando ele chegou perto da parede conseguir projetar meu braço e conseguir dar um soco nele.
- droga.
- é muito legal fazer isto com os outros não é - fiz com que a minha voz se projetar-se por todo salão.
- eu não sou burro sei que as outras devem estar envolvidas.
- bem que você gostaria de ter descoberto isso mais tarde.
enquanto isso as outras foram ir pegar a água.
- eu queria que ele souber-se de tudo - falou a Tina.
- aquele não é meu pai?
- do que você estar falando?
- que aquele não é meu pai.
- você estar enganada você viu ele.
- não.
- você é cêga.
- acredite mãe no que estou dizendo.
- só por que não se lembra da nossas converças mentais ou algo do tipo.
- senhora ela estar dizendo a verdade - falou a Syndi.
- vocês estão malucas.
- mãe me escuta aquele não é o meu pai.
- meu deus você não viu ele não?
- aquele que nós virmos não é meu pai, é um corpo controlado por uma pessoa.
- sim o seu pai.
- o Rosco que estar controlando ele.
- agora você vem com teoria malucas para cima dele.
- estou dizendo a verdade.
- quem te contou isso?
- meu pai.
- o que converça nos sonhos.
- ele próprio.
- acredite na sua filha - falou a Syndi.
- e você também estar nessa?
- o pai delas no confirmou isso e ela não estava dormindo.
- para min vocês estão malucas.
- olha senhora acreditando ou não termos que sair daqui - falou a Syndi.
- não tem ninguém normal nesse mundo.
- mãe.
- não.
- senhora termos que ir - disse a Syndi.
- o que mais falta acontecer?- disse a Tina.
no portão do hospital apareceu a Jéssica, a Syndi e a Cassidy da outra dimenção.
- eu não sabia que a Cassidy tinha uma irmão gêmea - disse a jéssica.
- eu também não!- disse a Tina.
- termos que sair daqui - falou a Cassidy.
- filha quem são elas.
- sou eu e a Syndi de outra dimenção.
- justo quando eu pensava que não podia ficar mais louco.
todas elas foram para o portão mas não estavam conseguindo abrir a porta.
- não estou conseguindo abrir - falou a Cassidy da outra dimenção.
- tenta de novo - falou a Cassidy.
- ninguém explicar nada por aqui - falou a jéssica.
- eu acho que já ouve explicação demais - disse a Syndi da outra dimenção.
as duas Cassidy e as duas Syndi estavam tentando abrir.
- porra - todas as cassidy e Syndi.
- esta maldita porta não abre - cassidy de outro plano.
- droga - falou a Cassidy.
- como é que vamos sair daqui - falou a Syndi.
uma faca parece na parede e acerta a Syndi no peito, ela argoninar um pouco.
- SYNDI NÃAAAOOO - falou a Cassidy.
- droga será que perdeu? - disse a outra Syndi.
a Syndi estava tentando abrir a porta com tudo, outra faca aparece da porta e acerta a Syndi da outra dimenção na garganta.
- DROGA, NÃOOOO, Syndi.
no andar onde estava o Rosco.
- você se esqueceu que eu também posso fazer este truque garoto.
o Bill aparece, o Rosco vai em direção a ao bill.
- hora de morrer - falou o Rosco.
uma faca atraversar o peito de Rosco, ele olha para trás e é o verdadeiro Tomas.
- MORRA AMIGO FILHA DA PULTA - falou o verdadeiro Tomas.
o Stan aparece e dar uma facada na barriga de Rosco, Rosco revida dando uma facada no peito do Stan fazendo ele morrer na hora, o Rosco finalmente morre.
- agora vou fazer a minha parte.
o bill desaparece.
ele aparece de novo um tempo depois.
- conseguir prender ele no quarto azul, lá ele estar preso para sempre.
- obrigado garoto - falou o Tomas.
- agora termos que fazer uma coisa.
nos encontrarmos com o outro grupo eu fiz o tomas e a filha dele andaram no sub-conciênte do corpo de Tomas, como a filha dele estar conectada mentalmente, foi um caminho para achar a mente dele mesmo, passarmos pelo "quarto vermelho", e finalmente o Tomas voltar para o corpo dele mesmo.
quando todos estavam feliz no canto, que não existe mais aquela dimenção do Rosco.
- o que eu faço agora - é a Keila do Sub-consciênte de Tomas.
todos nós olharmos para ela supressos.
5 meses depois.
depois deste tempo foi difícil mas eu convenci as duas Cassidy ficarem comigo, estou conseguindo o sexo a três do jeito como eu queria.
já o Tomas ele não quer ser um homem que desrespeita ninguém ele ficou com a esposa, e tambem com a Keila, ela ajudava mais nas criações, tenho certeza que foi difícil mas elas concordaram em viver juntas, tudo acabou bem
ao o que eu sei o Tomas finalmente começou a escrever o "fantasmas de um outro céu".

“o pesadelo pode ser inabalável se você errar, não tem como se livrar deste pesadelo, este erro, não pode ser abalado, mas se você abrir bem os olhos e perceber a família, você vai conseguir superar este pesadelo inabalável que é a vida”
Por:CARLOS GEOVANNI.


FIM