segunda-feira, junho 27, 2011

excalibur: a arma do universo

préfacio:

na Grã-Bretanha no tempo medieval uma batalha estava havendo
um homem de armadura suja, com o prateado não tão brilhante
o cabelo erá o longo, não arrumado, como eram naquele tempo
caucarsiano branco, segurava uma espada, relusente o brilho erá impressionante
um cristal azul na bainha da espada, cortava facilmente qualquer armadura
ele lutava com pessoas de armadura, que estava coberta pela perle dos animais
um soldado chega para ele.
- meu rei, algum plano.
- lutar até a morte.
- outro plano.
- só tenho este plano termos que seguir assim.
o soldado dar berros de alegria um sorriso animal
mostrando a vontade de matar que ele tinha
- viva você rei Artur.
- obrigado soldado.
- vida longa ao seu reinado.
- vamos lutar.
artur olhar para todos que se apróximavam
- temos que lutar soldado.
artur dar um breve sorriso
- por que se não, não vai haver reinado para voltar.
o soldado dar um berro
foi para um dos invasores
cortou a cabeça com um só golpe
soldado olhar ao redor
- por artur.
um dos invasores com a barba grande
ele erá alto que amendrotava
chega perto do artur
- você seria o rei.
- e você um destruidor.
- aproveite o seu reinado.
- vou aproveitar cada segundo.
- acabar hoje.
- ainda tenho muito tempo.
o invasor dar uma risada alta
olhar para o artur com o sorriso no rosto.
- tudo vai acabar.
- tudo deverá acabar um dia.
o invasor tira o machado das costas
o machado é grande a cor preta da sujeira
ele aponta o machado amendrontador por artur
- você tem razão.
o invasor se preparar para atacar
- tudo acabar um dia.
- parem com essas batalhar.
- um rei morre hoje.
o invasor atacar com o machado
artur vai para trás esquivando do golpe
o poeira subindo
o artur olhando nos olhos do invasor
o invasor estava querendo sangue
artur ataca o machado
o machado é partido
o invasor ficou impressionado
- que arma é essa?
- você não sabe?
artur aponta a espada por invasor
- essa é a excalibur.
o invasor tira duas adagas de mãos
o invasor mostra a arma por artur
- isto não é uma espada lendária.
o invasor se prepara para atacar.
- mas vou te matar com ela.
- quero ver você tentar.
o invasor dar um soco que dar um sençasão de empurrar todo o ar
artur vai para o lado com dificuldades
ele enfiar a excalibur na barriga do invasor.
- morto por uma espada lendária.
- sim.
- pelo menos não foi uma simples arma.
- estar feliz com isso - estranhou a felicidade.
- é assim que grandes guerreiros deve morrer.
- eu não sei se concordo.
o invasor dar uma risada alta
- o que foi o invasor.
- e ainda morto por um rei.
- e isso é uma grande conquista para você.
- você não faz idéia.
o invasor cai o artur retira a espada
- como ele se contetou com a morte.
artur recebe uma flechada no peito
artur cai de joelhos
- o que?
artur olhando para a flecha
percebia o sangue que estava escorrendo
artur olhar ao redor
ver a guerra acontecendo
as pessoas morrendo
soldados com alegria em matar
- meu deus.
artur olhar para cima
- faça com que eles tenham futuro.
artur cospe um pouco de sangue.
- depois da minha morte.
artur cai morto.
artur olhar em volta
ver uma sala de azul claro
- onde estou.
uma voz graciosa e ao mesmo tempo onipotente ecoa na sala
- artur.
- quem é você?
- você me conhece.
- conheço?
- nós lutarmos em vária batalhas.
- você estar me deixando confuso.
- meu nome é excalibur.
- excalibur?!
ele fica confuso.
- mas você é só uma espada.
- "só uma espada".
- sim.
- quando estava vivo você me chamava de lendária.
- sim.
- o que perdi a importância para você.
- posso fazer uma pergunta?
- sempre.
- onde estou?
- este é o primeiro local onde as almas daquele que escolhermos vão.
- estou morto?
- vai depender de você.
- como assim?
- se você fizer um juramento comigo, você retornará como um guerreiro arma.
- guerreiro arma?
- os guerreiro arma são responsáveis por todo universo.
- como é juramento.
- diga eu artur.
- eu artur.
- juro solenemente em nome de excalibur acabar com todas as ameaças do universo.
- juro solenemente em seu nome acabar com todas as ameaças do universo.
o artur dorme quando acorda estar numa sala com 7 colunas
uma vista para o universo
ele estava com armadura prateado por todo corpo
a armadura tem pontas pontiaguadas
- onde estou?
ele ver uma ser gigante de pedra com armadura pereciada com a dele
- você é o novato.
- sim.
- se prepare por que tudo vai começar agora.

capitulo:01

artur pega a espada e aponta bruscamente para o tal gigante de pedra
- me tire daqui.
aponta a espada ameaçando
- eu tenho que voltar para a minha terra meu povo prescisar de min.
o gigande dar um risada.
artur se zanga com a risada do gigante.
- me leve de volta.
- não posso fazer isso.
- por que não.
- seja o que for que você foi deixou de ser.
artur tirar o capacete
- eu sou o rei artur e ordeno.
- ordena!
o gigante dar uma risada muito alta
artur combre as orelhas de argonia.
- por que a risada.
- você realmente não faz idéia do que estar acontecendo.
o gigante aponta devagar para a visão do universo.
- me diga rei, o que você ver?
- não sei isto é muito novo para min.
- este é o universo.
- o que?
- e não tem vida não só no seu planeta.
- planeta?
- você não sabe o que é um planeta?
- não.
- ok, venha comigo.
o gigante dar uns passos e olhar para trás.
- não vai me seguir.
- por que eu faria tal coisa.
- para saber o que acontece.
- ok.
ele segue a criatura num salão iluminado, com teto de vidro iluminando um azul claro
no centro da sala tinha uma bola de cristal flutuante.
- isto só pode ser magia.
- sim, rei.
- quem foi o mago.
- não foi um mago.
- e de quem?
- do universo.
- o que?
- toque na bola de cristal.
- como eu sei que isto não vai me matar?
- o que você estar com medo rei.
artur olhar para o gigante com raiva
depois olhar para a bola ele se apróxima de pouco em pouco
vai se apróximando as mão da bola de cristal.
- me diga o que estar acontecendo.
artur encosta na bola e fecha os olhos.
- o que?
fica apertando mais forte a bola.
- só isso.
artur estava achando engraçado a situação e olhar para a criatura
- mais isto não estar acontecendo nada.
artur sente uma dor na mão.
- o que estar havendo?
a mente de artur estava com medo do que podia estar acontecendo, o rei estava para entrar em pânico
o pensamento que ele é um rei o acalmava que os reis ele devem vencer o medo pelo bem do povo que ele defende
por mais que de inicio ele estava querendo tirar as mão dali ele simplesmente não tirava.
- ok bolinha me diga o que você quer?
os olhos de artur começaram a se iluminar, o ele estava um pouco inclinado para trás por sentia o poder na mente
isto atormentava-o, milhares de coisas estavam passando na mente dele.
artur é jogado á uma parede, ele fica olhando para cima ainda estando muito supresso com a atual situação.
- golfreid.
- o que?
- este é o seu nome?
- sim.
- goldfreid tudo estyar mais claro na minha cabeça.
os olhos de artur estavam se enchendo de lágrimas.
- consigo entender tudo.
- por que estar triste.
- por que estou morto.
- você não estar morto.
- voltei a viver por causa da excalibur.
golfreid pega o machado.
- este é mardfreid.
artur olhar para o machado.
- foi ele que me trouxe aqui.
- por que eles se revelam no final.
- ficou confuso para min também.
- o que?
- essas armas escolheram a gente já deveria ser o suficiente para nós.
- e eu pensava que a exacibur erá uma exapda mágica.
- erá o que eu tambem pensava.
- agora eu tenho que proteger o uiniverso.
- com a sua vida.
- é o nosso objetivo agora.
- morrerei feliz sabendo que fiz o correto.
- espero que isso seja o suficiente para min.
- você não honra o cavaleiro antes de você,
- você conheceu ele.
- ele morreu protegendo o universo.
- agora terei que fazer o mesmo.
- toda a historia ficou clara.
- qual?
- no universo exitia o bem e mal, mais a maldade foi crescendo no universo, o próprio universo estava vendo a sua destruição se apróximando
então como uma forna de deter a sua destruição eles forjaram as 7 grandes aras do universo, que tem como objetivo maior deter todas as grandes
ameaças do universo.
- e nisso pegar qualquer um.
- pegam os mais preparados.
- comparado as ameaças que vi.
- é eu sei.
- estas ameaças não é para nenhum novato.
- concordo.
- mais temos que enfrentar sem medo.
- ei, gold.
goldfreid olhar com raiva para o artur.
- goldfreid.
- sim eu sei.
- você deve ter mais respeito pelo nome?
- ok, goldfreid.
- bom, o que você quer?
- quem é que vai me treinar.
- serei eu.
- ok, quando vai ser.
- bem uma parte já copmeçou.
- o que você me ensinou?
- bem eu te mostrei aquela bola de cristal.
- não foi exatamente você que me ensinou.
goldfreid bate no chão e o chão dar uma pequena tremida.
- eu te ensinei.
- ok, você "ensinou"!
- eu devia acabar com você.
- quando você vai parar de enrolar.
- bem eu irei te ensinar mais tarde.
- por que não agora?
- por que você não é o unico novato.
- ok, eu quero conhecer o outro.
- na verdade é uma mulher?
- uma mulher guerreira!
- não subestime ela.
- mulheres não são tão boas guerreiras como nós.
- você estar se achando?
uma voz feminina ecou pela sala.
- quem estar ai.
uma mulher com armadura, sem capacete, forma humana, cabelos loiros, olhos azuis,
longo rabo de cavalo, e três listras no rosto.
- não me menos preze antes de me conhecer homenzinho,
- eu sou o rei artur.
- você erá rei.
- me diga quem é você?
- Zahara.
- zAHARA?
- sim algum problema?
- não.
- eu sou uma boa guerreira.
- na minha terra não vi boa guerreiras.
- eu posso te derrotar em um movimento.
- se algum de você fizerem alguma coisa marto, vocês antes de fazerem alguma coisa, - faloiu goldfreid com raiva.
- ola goldfred.
- ola zahara.
- você tem que maneira no treinamento.
goldfreid deu uma risada que ecou em todo lugar.
- você estar maluca.
- por que?
- você sabe o que vamos enfrentar?
- as piores coisas do universo.
- se o universo achar que é perigoso você acha que é uma coisa leve.
- você tem razão.
- então este goldfreid é mesmo o seu treinador?
- ele é um ótimo treinador?
- onde estão os outros.
- venha.
goldfrei estar andando artur a Zahara o acompanham
numa sala como as outras dele lugar tinha um sr se armadura completamente azul, com três chifres, olhos totalmente brancos.
goldfrei aponta para a criatura.
- este é Zafros.
artur não entendendo muito dar um asceno.
- ola.
a zafros olhar para ele.
- ola.
goldfreid dar uma respirada.
- pronto estes são todos.
artur conta as pessoas.
- mais não são 7 armas.
- sim.
- pontando devia ter 7 guerreiros.
- eu sei.
- eles morreram?
- não.
- eles extam em missão.
- não.
- ah, entendi.
artur se apróxima de goldfreid.
-as pessoas não morreram.
- estar engandado rei.
- então.
- eu não quero te contar.
artur olhar para zahara.
- você sabe o que aconteceu.
- não.
Zafros pisar forte no chão.
- eles nos envergonharam.
golfreid se apróxima.
- não.
- termos que contar.
- você não pode.
- eu não vou limpar os nomes dele.
- mais...
- eles tem que saber da verdade.
- ok.
- na verdade até agora existiram 6 guerreiros.
artur ainda confuso.
- mais não eram 7.
- a sétima arma ainda não foi revelada,
- por que?
- até agora não sabermos.
- teorizarmos que ela estar esperando uma ameaçar maior - disse goldfreid.
- agora artur vou te contar o que aconteceu com os dois.
artur se sentar.
- me conte.

capitulo 2: os outros guerreiros.


a 50 anos atrás eu e goldfreid estavamos olhar o universo.
- esta ultima missão foi difícíl goldfreid.
- eu sei.
- nós sairmos dessa por sorte.
concordo - a voz de um homem ecou na sala.
- quer alguma coisa Tatans? - falou zafros.
aparece uma pessoa verde com armadura, ele não tinha cabelo, tinha olhos verdes.
- eu só quero saber o que você falando Zafros.
- só estavamos falando dessa briga.
- eu sei a criatura tinha realmente tentarculos gigantes.
- uma batida matava todos nós.
- ainda bem sairmos vivos dessas.
- concordo.
- na verdade é sempre um milagre.
- o que você quer dizer?
- é que o universo deixar essa coisa crescer até ser perigoso.
- eu sei.
- por que não podermos fazer algo.
- mas já fazermos.
- O QUE FAZERMOS?
- deter que ele cresçar mais.
- estou dizendo imperdi o crescimento.
- estar dizendo se você ver algo que não gostar mata.
- exatamente.
- isto seria ditadura.
- e isto não é o corredo?
- você estar dizendo ser ditadores do universo?
- sim.
- você só pode estar maluco.
- quer dizer que você quer que essas coisas continuem a acontecer?
- eu queria que tudo isso acbar-se de vez?
- que melhor maneira ditando as regras.
- não foi para isso que nos deram essas as armas.
- era para acabar com o mal e pronto.
goldfredi fica ouvindo a discurção.
- pare tatans - falou goldfreid.
- o que?
- não vamos falar de ditadura.
uma pessoa entrar na sala com armadura, na fomra humana, com pele vermelha,
com olhos da cor vermelha.
- concordo com Tatans - falou a criatura.
- o que você disse Kanan? - falou zafros.
- concordo com que o Tatans disse.
- pare de ser idiota.
- eu sei exatamente como?
- como raios você pretende fazer isto?
- com a sertima arma.
- a setima arma.
- exato.
- por que você acha que isto vai funcionar.
- por que você achar que ela não se mostrou?
- não sei o motivo?
- por que ela é tão poderosa que não pode ser manipulada por qualquer um.
- vocês devem tirar essa ideia da cabeça.
- ora você não quer saber onde estar a sétima arma.
- quando ela estiver pronta para se apresentar ai veremos.
Tatans olha para a mão com um olhos de supremacia.
- se tivermos essa arma eu garanto, que poderemos governa qualquer um.
tatans fecha a mão.
- nada nos atrapalharia.
Goldfreid estranhou isso que ele falou.
- tatans?
- o que foi?
- pare com isso?
- com o que?
- este tipo de pensamento de conquista.
- por que?
- por que você estar se parecendo com eles.
- lamento dizer que você estar enganado amigo.
- você não devia pensar nisso.
- como não poderia?
- termos que nos preocupar em só fazer o nosso trabalho.
tatans não estava querendo ouvir o que goldfreid estava falando, ele só pensava num jeito de não haver mais maldades, pensa em todo sofrimento que passaram, não tem como não pensar em uma maneira de poder acabar contra qualquer tipo de ameaça, uma arma estava na cabeça de tatans a grande arma que poderia definir todo destino do universo.
golfreid não queria parecer mais escondia o medo do pensamento do amigo, por que sabe que este pensamento de conquista deve ser retirado logo, o tipo que faz com que pessoas morrem no meio do caminho que pode se seguir, fica querendo que tatans retire o pensamento logo da cabeça antes que algo aconteça, o pior é que golfreid tenta enfrentar.
Tatans aponta para o universo.
- olhe goldfreid.
- o que você quer que eu olhe.
- o universo.
- eu olho sempre quando eu posso.
- é mesmo.
- você nunca verdadeiramente olhou não é?
- você estar ficando louco.
na parede dar sala estava uma espada, o Tatans estava andando devagar em direção a espada, enquanto andava ele parecia desolado, ficava balançando as mãos no ar, como pessoa que acabou de ouvir uma má noticia.
- louco você me chama.
- Tatans o que estar havendo.
o tantas pega a espada fica passando a mão nela e olhando com cuidado.
- tantans?
- quando encontrarmos.
tatans estava andando devagar.
- QUANDO ENCONTRARMOS - falando alto e com um tom raivoso.
tantans aponta a espada para golfreid.
- mudaremos a historia do universo.
- pare com isso.
- você não olha o universo do jeito que eu vejo.
- e como você ver?
- todos vêem o universo e pensa como ele é forte, mais não percebe o quão fraco é ele.
- você tem razão.
- finalmente concorda.
- por isso nós termos que defender-lo.
- estar seguindo a minha linha de pensamento.
- acho que entendo.
goldfreid dar uma pequena respirada de aflição.
- e acho que eu sei exatamente o que você estar pensando.
- com essa arma poderemos controlar o universo.
- você estar louco.
- eu estou muito sã.
- não concordo.
- que pena.
golfreid segura o machado com a mão.
- o que foi amigo? - falou tatans.
golfreid fica encarando tatans.
- pare com essa conversa tatans.
tatans dar uma risada alta que ecoa por toda a sala.
- meu amigo.
tatans segura firme a espada.
- a conversa ainda não começou.
tatans dispara em direção ao golfreid atacando com o a espada, colocando toda a raiva no golpe, quando golfreid defendeu o golpe pode ouvir o grande som de metais batendo entre se, a espada se aproximava do rosto de golfreid.
Estando com o machado golfreid segurava com as duas mãos, contorcendo ela, para dar mais força para conseguir afasta a espada, a calcanhar de goldfreid estava levantado para dar aderência no chão conseguindo mais força, o golpe de tatans estava finalmente se afastando.
- você não merece a arma, tatans.
- você não faz ideia de como eu mereço.
- você estar sendo um vilão.
- na verdade estou sendo um herói.
goldfrei empurra o tatans usando o corpo.
- discordo.
goldfreid dar uma cuspida no chão.
- amigo.
- eu vou fazer o bem para o universo.
- como você não percebe o grande mal que faria.
- como erras amigo.
- um momento.
- o que foi?
- você não estar nisso sozinho?
Tatans dar um leve sorriso insinuando que estava certo.
- tenho que avisar ao Zarfros.
- oh, goldfreid.
- o que?
- tarde demais.
- como?
um flecha atinge o braço de golfreid, aponta atravessou fazendo quando uma enorme quantidade de sangue fosse derramado, quando a flecha atravessou goldfreid dar um grito de dor, ficou olhando para o braço.
tatans se aproxima.
- você tinha razão goldfreid.
- o que você quer dizer?
- zarfros não ia se juntar a gente.
- eu conheço ele.
goldfreid olha com a raiva estampada na cara.
- ele não é como você.
kanan anda um pouco.
- senhor.
- sim.
- termos que ir.
- vamos matar eles.
- não aconselharia.
- por que?
- senhor, quando conseguirmos a arma.
- você tem razão.
Tatans dar um chute, goldfreid fica no chão.
- depois que encontrarmos as armas.
- nada poderá nos deter.
goldfrei fecha os olhos não aguentando a dor.


capitulo: 3 -
o grande treinamento.

no tempo atual, Zarfros estava andando na sala, estava remugando, ainda sentia a raiva da traição cometida pelos amigos antigos.
artur se aproximando de Zarfros.
- existia alguém antes de min?
- o que você quer dizer?
- alguém que usava a minha arma?
- sim.
- você o conheceu?
- sim.
goldfrei dar uma respirada de alegria.
- nós dois o conhecermos.
- verdade.
- o que quer saber sobre ele.
- ele erá bom.
- ele nos treinou.
- sério.
- sim.
- conte uma historia.
- poderia contar várias.
- conte só uma vai ser mais do que suficiente.
- esta postura nossa e este ideais veio dele.
- como ele morreu?
- garoto.
- você sabe quantos anos eu tenho?
- não.
- eu sou velho o suficiente.
Artur aponta para goldfreid.
- não me chame de garoto.
- você acabou de nascer.
- o que?
- você se esqueceu que você morreu?
- lógico que eu não me esqueci que eu morri.
- muito bom.
- você estar dizendo que eu ainda não tenho um ano.
- exato.
- como?
- você realmente renasceu.
goldfreid olha para o universo, com a tristeza se demonstrando presente.
- você não tem mais direito a sua vida anterior.
- mentirá.
zarfros pisa forte no chão.
- pare dos questionamentos.
artur fica calado por um instante.
- tudo isso.
- é muito novo.
- exato.
- eu sei como você se sente.
- talvez saiba.
- você tem que parar com as perguntas.
- você tem razão - fala goldfreid.
- é da minha natureza.
- natureza!
goldfreid dar uma risada forte.
- que natureza?
- da onde eu fui criado, da minha especie?
- especie?
goldfreid dar uma risada mais escandalosa do que primeira.
- você me matar de rir.
- 0 que isso tem de engraçado.
- você ainda não entendeu pelo visto.
- o que?
- nós todos somos da mesma especie agora.
- não sou igual a você.
- agora é.
- como?
- quando você morreu mudou tudo.
goldfreid toca no próprio peito.
- até você mesmo.
- acho muito difícil de acredita.
- é a pura verdade.
- é muita coisa.
- para absolver.
- é.
zarfros empurra o artur.
- por que você me empurrou?
- você tem que parar com as perguntas.
- desculpe se incomodo você.
- você tem que treinar.
- o que?
- com a sua espada.
- já sei lutar com ela.
- não me faça rir.
- já vi que você não é muito disso.
- que tipo de coisas você acha que a gente enfrentar?
- não sei soldados?
- se as coisas fossem simples.
- então contra o que?
- estas armas são para defender o universo e o universo já é muito poderoso por se só, forças que ameaçam o universo, que tipos forças você acha que estou falando?
- não faço idéias.
- você impressionante a habilidade de destruir planetas?
- sim.
- não devia.
- por que?
- por que isto não é nada.
- você estar exagerando.
- ele não estar exagerando - falou goldfreid.
- você devia ouvir o goldfreid.
zarfros começa a andar.
- na verdade.-
zarfros olha para goldfreid.
- você deveria treinar com ele.
- já disse na terra eu acabava com vários soldados.
uma energia estava em volta da mão de Zarfros.
- como você não ouve.
Zarfros solta um raio, o Artur estava gritando de dor, e cai inconsciente no chão, depois de muito tempo artur acorda.
Zahara olha preocupada com o artur.
- você estar bem?
- o que foi que aconteceu?
- você desmaiou.
- aquele monstro.
- sim o que foi?
- ele lançou uma magia em min.
- é pode se chamar assim.
- que golpe forte.
- forte! - Zarfros dar risada.
- o que foi?
- isto não foi nada.
- foi um dos mais poderosos que eu já vi.
- isto não foi nada.
- por que zombas.
- por que isto não foi nada mesmo.
- não diria isso.
- você vai encontrar criaturas mais fortes.
- ele não precisava desta lição - falou Zahara.
- você ainda é novata.
- você poderia ter matado ele.
- você sabe o que ele usar?
- uma dar armas do universo.
- isto não é pouca coisa.
- sei disso.
- então não me questione.
- ele é um novato.
- ele têm que saber o que vai enfrentar.
- então me mostre - falou artus enquanto tinha levantado.
- o que ? - falou Zarfros.
- você é um guerreiro experiente, certo?
- sim.
- então me mostre.
- não tenho paciência para ensinar.
- nem eu para aprender.
- não irei pegar leve.
- espero que não.
- você tem certeza? - falou Zahara
- não.
- então desista.
- não.
- por que?
- eu não tenho certeza de nada da vida de agora a unica coisa que eu sei é que treinando com ele vou fica mais forte.
capitulo:4
Zarfros o treinador.

- prepare-se - falou Zarfros.
- estou preparado.
zarfros disparou energia em artur, ele estava resistindo, estava de joelhos no chão.
- droga.
zarfros deu um soco na cara do artur.
- o que foi isso zarfros?
- não fique se concentrando na dor.
zarfros dar um chute no artur.
- vamos reaja.
artur estava apagando.
- droga.
- vamos não reclame.
- não estou reclamando.
- mais não está lutando.
A dor que estava muito presente no momento ele queria, tentar resistir a ela, mas a dor dos raios erá muito forte, artur gostaria conseguir lutar mais o corpo todo estava dizendo desista, não conseguindo lutar, o pensamento de parar estava forte na cabeça, uma coisa estava mantendo a coragem dele, que ele erá um rei na vida passada, não quer mostrar que ele não erá um rei fraco que erá e é um dos reis mais fortes que existiu e existira em toda a história do universo, então estava conseguindo aguentar a dor.
- é só isso que consegue.
- artur!
Zarfros se surpreendi enquanto sabia que o Artur estava sentindo dor, mais o animo não desaparecia, percebia que ele estava treinando um verdadeiro soldado.
- não me provoque garoto.
artur fica em pé.
- como falei.
artur mantem a postura mesmo sentindo dor pelo corpo.
- é só isso.
- não.
- vamos eu aguento.
- aguenta!
Zarfros tinha certeza que artur perdeu o juízo, Zarfros sábia todo o poder que ainda não soltou, ele estava alegre, por alguém desafiá-lo assim.
- não.
- me mostre mais.
artur baixa a cabeça como sinal de respeito.
- mestre.
- você acha...
zarfros dar um soco no artur fazendo-o cair no chão.
- o garoto.
Zarfros dar alguns passos.
- esteja preparado.
zarfros aumentar o poder que soltava no Artur, fazendo o Artur continuar sentindo muita dor e pior do que estava sentido antes.
- você não queria isso.
artur dar uma risada.
- você não estar me vendo reclamando.
- zombás da minha cara.
- claro que não mestre.
artur levantar-se.
- não quero brincadeiras em treinos.
artur leva mais um soco e cai no chão.
- droga.
artur não estava conseguindo ver os movimentos dele, o pior erá a dor, isto faz com que artur não consiga concentrar-se.
- vamos.
artur estava se levantando.
- por que levantas Artur.
- pelo menos isso.
- o que?
- você não me chamou de garoto.
- mais por que levantas?
- por que quero continuar.
- sim um soco meu...
Zarfros dar um soco artur segura o golpe com as duas mão.
- eu consigo defender.
Zarfros via o sorriso estampado na cara de artur.
- ok, garoto.
os raios ficaram cada vez mais intenso, artur estava com um dificuldade maior, estava fazendo o máximo para não cair no chão.
- só isso.
- o que, garoto?
os raios iam aumentando, a dor de artur crescia, artur estava de joelhos no chão, com uma mão apoiada no chão para levantar-se, artur fica em pé olhando para Zarfros.
zarfros dar dois socos na cara de artur fazendo-o cair no chão.
- você não quer outro treinador.
morrendo de dor o artur fala.
- por que estar ficando fraco.
- você estar sofrendo.
- o que?
artur levantar-se.
- isto é uma desculpa?
- você tem que se cuidar.
- não se preocupe.
- seu idiota.
- o que?
- você tem que preocupar com você mesmo.
Zarfros para os raios.
- se você morre quem vai cuidar de quem você estar protegendo.
- ninguém exato.
- mais vai valer a pena morrer em batalha.
- não seja ridículo.
- como?
- você tem que se preocupar com que você estar protegendo.
- isto eu sei.
- você só tem o direito de se arriscar por completo quando sabe que a pessoa que você protege estar totalmente segura.
zarfros faz uma pausa e dar uma respirada.
- se não é mesmo que nada.
- entendo.
- dificilmente acho que entenda.
- por que?
- você vai descobrir, lembra-se não pense em se matar sem garantir que a outra vai ficar bem.
- certo.
- quero ver na hora.
1 anos depois artur já estava pronto, estava movimentando a espada, Zarfros chega perto.
- ola Zarfros.
- ola garoto.
- quando este nome muda.
- lembrar-se você é mais novo que eu.
- sei disso.
- vamos, derrotar o mal.
- você acha que estou pronto.
- não.
- então por que me chama?
- para ter certeza.
capitulo:5
o grande desafio.

artur, Zarfros, Zahara e golfreid estão voando no universo, artur fica maravilhado que estar vendo, ficava vendo todos planetas e estrelas.
- isto vale a pena proteger.
- concordo - disse Zahara.
um dragão gigante, com a aparência translucida, com assas de fogo gigante, estava voando no universo.
- isto é que termos que derrotar - falou Zarfros.
- você estar brincando.
- não.
- como poderemos vencer uma coisa deste tamanho.
- faça o que foi treinado para fazer.
- agora percebo.
artur ficava olhando assutado para o dragão.
- a magnitude do eu tenho que enfrentar.
- não vai bancar o covarde agora.
- mais estar criatura é grande.
- não importa.
- é impossível.
- é realmente impossível.
- então?
- termos que enfrentar de qualquer jeito.
- você sabe o que foi que fez.
- não é o que ele fez, mais o que ele faz.
- como assim?
- estar criatura gosta de comer estrelas, e normalmente planetas precisam das estrelas para poder sobreviver.
- onde isto foi criado?
- por que não pergunta a ele.
artur olha para a excalibur.
- você tem razão.
Zarfros olha para o artur.
- o que você decidiu?
- termos que pergunta a ele.
- é assim que deve pensar.
- deus daime forças.
artur estava voando e foi em direção a cauda do dragão, com a sua espada empunho desferiu um golpe no dragão, o dragão revidou e bateu a calda no artur, artur foi para longe.
artur cospe sangue.
- droga.
artur estava sentido todo o corpo machudado.
- que desgraçado.
golfreid ataca com o machado na cabeça do dragão fazendo a criatura gritar de dor, a criatura solta um grito sônico que afasta o goldfreid.
artur se aproxima mais uma vez, dar outra espada e sai voando direto.
- aprendeu? - falou Zarfros.
- o que?
- aprendeu finalmente.
- o que?
- a não fica esperando.
- aprendi.
- vamos.
Zarfros reúne energia e corta o rabo do dragão todo.
- ual.
- isto não foi nada.
- você arrancou a cauda da criatura.
- estar se esquecendo de algo.
- o que?
- a criatura aina não morreu.
artur olha para o dragão.
- ok.
- vamos.
o dragão vira em direção a eles.
- isto é mal - falou artur.
- ele só faz o que é da natureza deles.
- mais está indo em direção na gente.
- entendo.
- então.
- você não quer ficar parado.
os dois voam para cima tentando escapar do dragão que estava indo na direção deles, o dragão estava indo rápido.
- você tem alguma ideia - falou artur.
- não ser morto.
- alguma outra ideia.
Zarfros olha para o dragão.
- por enquanto só isso.
- "ISSO" vai nos matar.
goldfreid e Zahara atacam o dragão fazendo mudar o foco.
- finalmente - falou artur.
- ainda bem que não estamos lutando sozinhos.
- concordo.
- bem.
- o que foi?
- não vamos deixar a diversão só para eles.
- tem razão.
depois de todos lutarem com o dragão a batalha foi vencida, goldfreid, Zarfros, Zahara e Artur voltaram para o templo.
artur estava tomando água cristalina, do tempo, onde tinha um pequeno rio, onde artur não parava de beber da água, quando parou artur deu uma respirada forte.
- finalmente.
artur deita no chão.
- você acha que eu fiz bem? - disse zahara.
- sim.
artur se senta no chão.
- para uma mulher.
- ainda me subestima.
- claro que não.
- por que eu poderia derrotar você quando eu quiser.
- certo, comece a acreditar nisso.
- isto é um desafio?
- desafio?
- sim.
- na verdade se nós dois lutar-sermos.
- o que?
- seria uma massacre.
- não se ache.
- eu erá um rei na vida passada.
- sim, e...
- você o que erá?
- uma soldada.
- valeu a pena?
- o que?
- a luta?
- tínhamos que matar aquele dragão.
- não essa luta.
- qual.
- a luta que fez você perder a vida.
- não tento pensar sobre isso.
- eu acho que?
artur desaparece.
- o que? - disse Zahara.
zahara fica olhando de um lado para o outro.
- para onde?
ela corre em direção ao Goldfreid.
- algo aconteceu.
- o que? - disse goldfreid.
- ele desapareceu.
- como assim desapareceu.
- simplesmente desapareceu do nada.
- não pode ser.
- você sabe o que aconteceu?
- não.
- droga o que foi que aconteceu.
- artur, onde você esta?
capitulo:06
Kanan.

Artur estava em sala escura, só ele estava iluminado.
- onde estou?
Kanan aparece na frente de artur.
- o meu canto.
- o que você pretende?
- calma.
- você me sequestrou.
- não.
- me tire daqui?
- calma meu amigo.
- quem é você?
- meu nome é Kanan.
- você é o...
- que eles chamam de traidor.
- na verdade.
kanan começar a andar na sala, como se tiver-se que explicar algo completamente complicado, que demoraria muito para entender o significado de tudo.
- depende de como você ver as coisas.
- sei que você atacou o meu mestre.
- sim.
- então só pode ser você o traidor.
- TRAIDOR?!
- sim.
- não me considero isso.
- por que não.
- qual é o objetivo daqueles que tem as armas do universo?
- proteger ele.
- exato.
- mais...
- mais nada.
kanan dar uma respirada forte, para acalmar toda a irá que havia dentro dele.
- o meu jeito é melhor.
- me disseram que vocês querem governa o universo.
- que melhor jeito de acabar com o mal?
- é a forma errada.
- eu soube que você erá um rei?
- sim.
- como erá governa.
- nada bom.
- você não gostava da sensação de poder.
- gostei.
- então se junte a min.
- não.
- por que recusas.
- por que depois da sensação de poder vem a realidade.
- e como erá?
- horrível.
- MENTIRA.
- infelizmente não.
- você disse que não gostava.
- você percebe depois o tamanho da responsabilidade que estar nas suas mãos quantas vidas estão na sua mão, e quantas vidas iram se perder com o passar do tempo.
- quando eu liderar o universo nenhum mal vai aparecer.
- você não percebe que você será este mal que você tenta proteger o universo que é o nosso dever evitar isso.
- você parece que conhece o universo.
- conheço só pouco da historia.
- é este o problema.
- mais o pouco que eu sei já é mais do o suficiente.
- é continue pensando nisso.
kanan fica andando na sala.
- continue assim.
Kanan fica olha para o Artur com orgulho.
- também pensava assim.
kanan dar um sorriso de leve.
- tambem pensava que este pouco que eu sábia já era mais do que o suficiente, engraçado como eu estava errado, você enfrentou quantas batalhas, nessa nova vida sua.
- uma.
- poise uma.
- o que você quer dizer?
- eu já lutei em várias você deveria aprender a min ouvir.
kanan anda na direção de Artur.
- você estar agindo errado.
- você pode estar certo.
- estou.
- isso tenho que discorda.
- o que?
- não vou trair os meus princípios.
- que princípios você tem.
- de ser fiel ao universo.
- com a gente você estará sendo fiel.
- discordo.
- não caia na deles.
- não vou cair na sua armadilha.
- você já caiu em uma armadilha.
- em qual?
- na deles.
- estar engando.
- você já caiu no jogo dele.
- estou fazendo apenas o certo.
- certo.
Bruscamente o Kanan aponta a flecha para o Artur, neste momento a um disparo, Artur ficou surpreso com o ataque mais não foi atingindo, se jogou no chão, ele ver a tal flecha passar, com a excalibur em punho, olha cuidadosamente para kanan.
- maldito - falou Artur.
- eu também faço o certo.
Kanan fica apontando a flecha para ele.
- você ainda acha o que faz correto.
- acho.
Artur aponta a espada para o Kanan.
- aponto de morrer.
- quem foi o seu mestre mesmo.
- Zarfros.
- mesmo?
- sim.
kanan dar uma risada alta.
- não pode ser.
- o que foi?
- nunca pensei que ele treinaria alguém.
- ele não queria.
- é mesmo.
- eu perdi e muito para ele me treinar.
- que engraçado.
- o que?
- que vou matar o primeiro aluno de Zarfros.
- não pense que será tão fácil.
- eu tenho essa certeza.
uma flecha atinge a perna esquerda de artur.
- o que foi isso?
Artur estava com uma mão na perna.
- como?
a dor estava muito forte.
- como você fez isso.
- vamos dizer que eu tenho total controle das flechas que eu solto.
- droga.
- eu sabia.
- do que agora?
- que seria fácil.
- ainda não fui derrotado.
- tudo bem.
kanan anda um pouco.
- eu também derrotei Zarfros tão fácil.
artur faz um corte no ar com a excalibur.
- o que pretende com isso? - falou Zarfros.
- você vai...
um corte aparece na armadura de Kanan.
- ver.
- que maldito.
Kanan aponta a flecha de novo.
- você vai morrer.
- pode vim.
- não agora.
- o que?
de repente Artur estava no salão anterior.
- o que aconteceu.
Zahara ver Artur.
- Artur?
- onde estou.
- Artur.
Zahara abraça forte o Artur.
- ola Zahara.
- onde você estava.
- isto é difícil de dizer.
- por que?
- nem eu sei.
Golfreid estava de olho no artur que tinha desaparecido por algum tempo e reapareceu, para ele foi muito perturbador, como alguém simplesmente desaparece daqui um lugar feito do próprio universo para os guardiões se sentir-sem seguros, com o desaparecimento, ficou muito claro que o lugar já não estar mais tão seguro assim, e logo eles teriam que tomar logo uma atitude.
Golfreid estar feliz por o Artur apareceu mais não queria que ele souber-se logo de cara, por que como guerreiro sempre tem que ter a postura de tal, se ele demonstrar-se a felicidade logo de cara, ficaria se sentindo o resto do tempo, não se achando um guerreiro completo com muita calma se aproximou de Artur e deu um pequeno tapinha no ombro.
- fico feliz que você esteja bem.
simplesmente o Goldfreid deixa um pequeno sorriso escapar, não estava forçado, estava se contendo e muito , mas estava em quase total controle, quando simplesmente falou com ele deu alguns paços para trás, ainda demonstrado frieza, mesmo isso sendo muito difícil neste momento.
- é bom estar de voata - falou Artur com um tom de nostalgia.
Zarfros ver que o Artur estava bem.
- onde você estava? - falou com um tom demonstrando raiva.
- não sei responder.
- como assim não sabe?
- eu fui sequestrado.
- sequestrado?
- exatamente.
- quem poderia fazer uma coisa dessas aqui? - falou Goldfreid assustado com a situação.
- você sabe quem foi ? - perguntou Zahara.
- e ainda aqui estamos praticamente fora da realidade do nosso universo, então ele teria que ser bastante poderoso.
- você tem razão Goldfreid - falou Zarfros.
- o que?
- eu acho que sei exatamente quem foi.
- quem?
- me diga Artur qual dos traidores você encontrou.
- Kanan.- disse Artur.
- O QUE? aquele desgraçado - Goldfreid fechou os punhos demonstrando toda a raiva que ele estava sentindo naquele momento.
- ele me levou para um lugar.
- acho que eu sei que lugar é este - falou Zarfros.
- qual séria?
- depois de um tempo cada um cria uma capacidade de criar sua própria dimensão isto é criado para caso um de nós sentir vontade de ir para a casam isto chega a ser reconfortante por um momento mais depois, parece uma coisa muito idiota a se fazer.
- o que vamos fazer agora - falou Artur.
- vamos procurar para ver se ele ainda estar aqui, se encontrarmos vamos marta-lo - falou Zarfros.

capitulo:07
planeta de Zahara.

35 anos depois Artur estava olhando o universo estava parado demonstrando um estado de paz que estava em sua mente, contemplando tudo que existe no universo, o pesar estava nos olhos, por nesses anos ele fez inúmeras batalhas percebendo cada vez mas que apesar do universo para ser forte ele estava lá para proteger-lo não importa o que acontecer-se a ele.
Zahara estava vendo o Artur olhando para o universo.
- o que você estar pensando?- disse Zahara.
- só um pouco cançado nada demais.
- imagine como estar o Goldfreid e Zarfros.
- o que tem?
- eles estão na ativa a mais tempo que a gente.
- eu sei.
- e eles não sofreram o mesmo que a gente.
- eu sei da traição.
- ainda bem que só ouve um ataque deles.
- dele.
- o que?
- é dele.
- sei que você só encontrou com um.
- devia ter matado ele quando tive a chance.
- impossível.
- por que?
- você erá novato.
Zahara gentilmente chega perto de artur e encosta no ombro.
- ele estava curioso.
- sei para ver se eu me tornaria como ele.
- exato.
- sei.
- ainda bem que você escolheu o lado certo.
- o certo.
- sentir um pesar.
- cada vez mais entendo o que eles diziam.
- você não vai se tornar um deles.
- já decidir de que lado, e continuarei nesse lado até dia que eu morrer.
- fico feliz com isso.
- outra coisa que pesar demais.
- o que?
- essa historia de não poder voltar para a casa.
- acho que entendo isso.
- pode me explicar?
- acho que é pelo motivo que devemos estar sempre dispostos para ajudar o universo.
- e para fazer isso tem um preço.
- como todas as coisas da vida.
- ainda assim.
- e a lendo mais?
- o que?
- você morreu.
- ainda estou aqui.
- não se lembra que estar nossa forma, é só igual do nossos planetas mais na verdade somos de outra espécie aquele vida já não pertence mais a nós.
Artur fica de frente a Zahara.
- o que foi? -disse Zahara.
- olhe nos meus olhos e me diga que você não sente uma vontade enorme de voltar para a casa.
Zahara desvia o olhar.
- sábia - disse Artur.
- este é nosso dever.
- pare de agir assim.
- assim como?
- como uma soldada.
- é isto que nós somos.
- me responda como uma normal.
Goldfrei estava se aproximando ouvindo toda a discussão.
- ola Artur.
- oi, Goldfreid.
- estava ouvindo o que disse.
- e.
- eu cometi este erro.
- o que?
- eu visitei meu planeta e fiquei lar por um tempo.
- sério.
- sim.
- por que estar aqui.
- o problema.
Goldfreid soltar um ar pesado.
- o problema é...
- sim.
- é que eu sou imortal.
- seu povo não tolera imortais.
- ele toleram.
- e.
- só que o meu povo é mortal.
- isto é quem te impede?
- o problema é que você vai vendo todos os seu amigos todas as pessoas que você ama ou já armou um dia, morrendo devagar bem diante o seus olhos e não a nada que você possa fazer, é uma dor inacreditável, acredite em min você não vai querer sentir essa dor.
- esta certo.
- não volte.
- não irei.
- você recebeu os avisos.
quando acontece um grande perigo no universo as mentes deles recebem as mensagens.
- OH MEU DEUS - disse Zahara.
- o que foi? - disse Artur.
- o local que estar acontecendo é meu planeta.
- vamos o mais rápido possível.
todos os quatro estavam voando, no universo, viram um planeta grande e vermelho.
- este é o seu planeta - falou Artur.
- sim - disse Zahara.
- NOSSA.
- é incrível né.
- é horrível.
- o que?
- o meu planeta é mais bonito.
- o que?
- CALEM A BOCA OS DOIS - falou Zarfros.
- sim, mestre - falou Artur.
eles estão se aproximando do planeta.
- preparem-se - disse Zarfros.
ele aterrissaram no planeta, o local tinha uma cidade, deserta, com a areia vermelho ventando por todo local.
- ele estar por aqui. -falou Goldfreid.
um ser com armadura sombria e aterrorizante, ele estava segurando um machado.
- o que você fez? - disse Zahara.
- matei quantos eu podia - disse a criatura.
- ordeno que saia do meu planeta.
- não.
- por que não.
- por que quanto mais eu marto mais forte fico.
- desgraçado.
Zahara partiu em disparada na direção dele, atacando com espada, a criatura rapidamente defendeu o golpe, usando o machado, ainda deu um soco na cara dela jogando-a na parede.
- desgraçado - falou Artut.
- estrategia -falou Zarfros.
- tem razão.
- não podermos simplesmente atacar de uma vez.
- cuidado.
- vou matar vocês - falou a criatura.
- quero ver você tentar - falou Artur.
Artur brandiu a sua espada e foi até a criatura, ela estava vendo tudo com calme quando artur desfere o golpe com a espada, ela simplesmente desvia do golpe, ele ficou supressor dessa criatura simplesmente se esquiva, olhando a criatura para ver se ela ia fazer alguma coisa, a criatura fecha a mão e dar um soco nas costas de Artur fazendo-o gritar de dor.
tentando suporta a dor que estava sentindo por que sabia que ainda teria que lutar não importa o que acontecer-se com ele, não podia deixar com que essa batalha fosse simplesmente vencida.
enfiando os pés no chão para afazer com que o golpe der mais impacto, colocando toda a força no impulso forçando demais o pé para frente, Artur contorciona o corpo fazendo com que a espada esteja um pouco para trás, para aproveitar o impulso e conseguir atacar com um bom golpe, quando o Artur conseguiu uma boa visão da criatura o olhos dele ficou focado, o olhar de raiva estava muito na cara, uma respiração forte demonstra presente, dai o arut dar o Impulso.
Colocando toda a força na espada, estava segurando o cabo da espada com toda a força adquirida pela mão, estava muito focado no alvo, aproveitava quando o inimigo não estava conseguindo tempo para se esquivar, vira o corpo, para quando o ataque o ocorrer não só a força da espada poderá ser eficiente como, o corpo pode ajudar com o ataque dar espada possar ser mais eficiente, o pensamento na cabeça - vamos este ataque não pode falhar - se esforçando e muito para dar o golpe, a espada conseguindo muita pressão do vento o golpe acertou a cintura da criatura conseguindo causar um risco na couraça de armadura que ela estava usando, a criatura conseguiu sentir o golpe, a espada ainda estava causando danos, conseguindo arrancar um pouco se sangue a criatura, o pensamento de artur erá só um - fiz você sangrar - um pequeno sorriso apareceu na face de Artur, não queria demostrar emoção demais por que assim demonstraria o quanto foi difícil o golpe.
- para uma criatura tão forte finalmente eu posso comprovar uma coisa - falou artur.
- o que?
- você não é tão forte assim.
a criatura se sentiu incomodado com isso, o fato de ser ferido isto não incomoda tanto por que sabia que isso iria acontecer uma hora ou outra, mais ser insultado, isto para ele ultrapassava o limite vinha muito do orgulho de guerreiro que sentia, tal orgulho se guerreiro que fazia se sentir poderoso, assim foi a este planeta demonstrar toda a superioridade, o insulto fazendo-o se sentir inferior isto já erá demais.
Artur não estava distante da criatura ela só fez mover um pouco, movimentando um pouco da poeira que havia nos pés, endireitou um pouco o ombro percebendo a o oportunidade que estava presente a ele, tacou o cotovelo na cara de Artur, fazendo sangue sair da boca de Artur, causando uma dor horrível, desequilibrando-o fazendo ir para trás nisso sem querer tirou a espada que estava enfiada na criatura.
- droga - Artur percebendo a espada fora da criatura.
- o que foi que você disse antes - a criatura mostrando sinal de depresso.
- ainda afirmo o que disse.
Zahara ainda machucada estava se recuperando, mas continuava atenta para o que estava acontecendo e percebeu que a criatura estava tendo momento de distração com o Artur, erá uma coisa que não podia deixar passar, sábia que ela estava atacando o seu planeta, com o peso na arma dela, sabendo que ela é ícone de esperança para o povo dela sabia nesse momento que se falhar-se poderia se sentir inferior aos outros, do grande motivo que eles são defensores do universo e falhar representaria para ela que não pertence a esse lugar, o pensamento dos treinamento ainda estavam na cabeça dela - não posso falhar - ficou repetindo isto na cabeça, olhou para criatura, ficou na posição de ataque.
- vamos não olhe.
um ataque covarde ela teve este pensamento, será que deve fazer isso será que isso poderia digno, dos chamados defensores no universo, mesmo sabendo que se falhar muitos do seu planeta provavelmente vão morrer.
- não posso falhar neste ataque.
pegou um impulso forte, olhando fixamente para a criatura para ver se ela se virar, mais até agora nada, ela enfia a espada nas costas da criatura, podendo ouvir os dois ferros se colidindo , ela teve um momento de felicidade.
- isto é o acontece com quem se mete com o meu povo.
a criatura não estava acreditando que isto estava acontecendo, mais a dor que estava sentindo estava muito clara, sentindo o sangue percorrer em todo o corpo, divagar com os braços tremendo tentou segurar a lâmina da espada que estava atravessada nele, nisso ele via o sangue que estava na espada - é meu - o pensamento que estava na cabeça dele, para ele erá uma ideia ridícula de aquele erá o sangue dele, por que sabe que enfrentou muitas batalhar mais nenhuma dessas batalhas tinham realmente ferido ele.
Zahara retira a lâmina do corpo de da criatura, a criatura sente a dor quando é retirado a espada dela, ficou segurando o peito, depois abriu a mão não aguentava ver todo sangue dele derramado naquele momento.
- sua vardia.
- do que você me chamou? - disse Zahara.
a criatura não estava aguentando a dor caiu no chão nesse momento ela ficou de joelhos, viver ela já não estava aguentando mais, caiu no chão morto.
- finalmente - disse Artur.
- sim, finalmente.
artur anda um pouco.
- você acha que foi justo? - disse Zahara.
- o que?
- essa vitória.
- foi.
- mas eu ataquei pelas costas.
- nós tínhamos que derrotar-lo e assim o fizer-mos.
- mais não é digno do guerreiro.
- luta digna?
- o que foi?
- se fossemos na luta digna ele teria nos vencidos.
- pode ser.
- para min isso é certeza.
- certo.
- e lembra-se
- do que?
Artur encosta a mão no ombro dela.
- ele não estava só lutando com você mais com todos nós juntos.
ela ficou com o sorriso no rosto.

capitulo:08
o pesar.

Zahara estava numa sala escura, com apenas poucos focos de luz, era uma luz azul ao estilo ambiente, não chegava a ser tão forte, a ele estava treinando atacando com a espada no ar como se estiver-se alguém lá, ela tinha uma pano cobrindo os peitos dela, ela estava muito concentrada, estava se esforçando demais no treinamento fazendo-a sentir cansada, mas mesmo no estado debilitante, ainda continuava o treinamento.
- o que está fazendo? - falou o Artur.
- treinando.
- não diria isso.
- o que você diria?
- se matando.
- por que achar isso.
- você tem que saber qual é o seu limite.
- nós somos guerreiros do universo.
- eu sei disso.
- não podermos ter limites.
- me ataque?
- o que?
- vamos me ataque?
- você estar maluco.
- quero que você me ataque.
- isto é loucura.
- vamos.
Zahara com toda a força que tinha no momento, atacou o Artur, ele nem se mechou, o ataque ocorreu no braço dele, ele olhar para o braço.
- nem machucou.
- você só estar se achando.
Artur encosta o dedo na testa de Zahara.
- o que estar fazendo - falou Zahra.
- te derrotando.
artur dar um pequeno empurrão com o dedo.
- o que? - Zahara.
ela caiu no chão exausta.
- como?
- nós não devíamos ter limites.
Artur estendeu a mão para ajudar ela a se levantar.
- mais infelizmente termos.
- droga.
- por que você estar treinando demais.
- para não aparecer outra daquela criatura.
- você sabe que vai aparecer e é o nosso trabalho evitar que ela marte milhares de vidas no universo.
- não é disso que estou falando.
- do que?
- de uma criatura que é preciso 4 de nós para derrotar-la.
- eu também espero que não.
- mas para caso aconteça.
Zahara aponta a espada para o Artur.
- eu derrotarei ela.
- espero que sim.
- tenho que continuar o treinamento.
- isto eu concordo.
ela anda um pouco.
- mas fique parada um pouco.
- o que?
- nesse estado você não vai derrotar nada.
ela se senta no chão.
- o Zarfros?
- o que?
- você acha que ele te treinou bem.
- pare o que?
- o que?
- o resultado da luta não seria diferente se você treinar-se com ele.
- por que acha isso.
- não derrotei ele de primeira lembra.
- sim.
Zahara finalmente se convenceu que deveria dar uma parada e foi para um canto da parede que nele estar passando água limpa e cristalina, ela foi juntando as mãos e bebeu da água, ela tinha goste muito bom, mas também essa água ajuda a revitalizar as pessoas.
- engraçado - falou Artur.
- o que?
- de onde vem essa água.
- de um buraco aqui desse local.
- mas estamos fora do universo.
- talvez em volta esteja rodeado de água.
- pode ser.
- estou me sentindo bem.
- espero.
- você vai me ajudar.
- com o que?
Zahara ataca com a espada com o movimento brusco, ele não teve muito tempo para pensar em uma defesa simplesmente saiu da frente, ficou aliviado que o golpe não acertou ele, depois que o momento da surpresa passou.
- o que foi isso?
- quero que me ajude no meu treinamento.
- que jeito de pedir.
- queria que eu te perdi-se com carinho.
- não.
- só por que sou mulher não quer dizer que sou delicada.
- como foi?
- o que?
- voltar para casa.
- eu não voltei para a casa.
- voltou mesmo por pouco tempo.
- foi bom.
- é mesmo.
- se não fosse por isso.
- de ser a guardiã do universo.
- eu teria ficado lá.
- e por que não ficou.
- não gosta de min aqui.
- muito pelo contrário.
- por que?
- é muito bom ter alguém com uma aparência humana.
- mas, você queria que eu ficar-se lá.
- estou mais querendo falar da regra de fica aqui.
- estar com saudades do seu planeta.
- mais do que tudo na vida.
- mais as nossas vidas lar acabou.
- eu sei disso.
- lembrar-se que morrermos.
- nós somos uma espécie de alma.
- ou simplesmente outro ser.
- isto me incomoda.
- temos que aceitar as regras.
- quem fez as regras.
- é simplesmente as regras.
- algumas regras servem para serem quebradas.
- pretende voltar para o seu planeta?
- sim.
- você que voltar a viver lá.
- só pelo tocar o solo.
- talvez um dia.
- de que forma?
- o que?
- eu tendo que defender?
- na nossa condição...
- neste caso é melhor eu nunca mais volte para a terra, eu não quero colocar a vida de ninguém em risco.
- ei rei.
- o que?
- como erá ser REi.
- o que?
- erá bom ser da realeza.
- não é tão bom quando você imagina.
- eu sempre queria ser uma.
- sério.
- sim.
- não parece ser o seu tipo de coisa.
- erá um sonho.
- o que você erá?
- simplesmente uma guerreira.
- "simplesmente"
- sim.
- os guerreiros são os que mantem o reinado vido, sem os guerreiros, a realeza poderia desaparecer num piscar de olhos.
- mais...
- o que?
- por que não erá tão bom.
Artur faz uma pequena respiração e anda um pouco.
- o que foi?
- lar eu tinha uma rainha.
- sério.
- é,e um guerreiro de confiança.
- eles devem ter ficados tristes com a sua morte.
- acho que não.
- por que?
- porque os dois me traíram.
- não pode ser.
Zahara abraça o Artur como ato de compaixão.
- é difícil pensa nisso.
- desta vez você estar com pessoas confiáveis.
- espero.
Zahara olhou na cara de Artur.
- isto você pode ter certeza.
- sei que posso contar com você.
- eu também.
os dois dão um sorriso curto.
- bem.
os olhos deles se cruzam.
- ou - falou Artur.
Zahara e Artur se beija na boca, eles se abraçam dando mais força ao beijo, sentiam o gosto que não sentiam a muito tempo, os dois se separam.
- o que foi isso? - disse Zahara.
- da onde venho isto é conhecido como beijo.
- eu sei.
- bem...é...
os dois estravam constrangidos no momento.
- bem faz tempo - falou Zahara.
- é mesmo.
- o primeiro beijo nessa forma.
- digo a mesma coisa.
- e agora.
- bem...
- o que?
- podermos "fazer" sempre quando quisermos.
- sim.
- ainda bem que somos compatíveis.
- sim.
Goldfreid estava observando a cena.
- sortudo miserável - disse Goldfreid.
- o que? - falou Artur.
- você tem a sorte de encontrar alguém que parece com uma fêmea da sua especie.
- concordo.
- DROGA.
- o que foi?
- tenho que ser escravo do Zarfros por 10 anos.
- por que?
- apostamos se vocês iriam ou não fica juntos.
- por que fizeram a aposta.
- como eu falei ela parece com a fêmea do seu planeta e você como macho do dela, isto iria acabar acontecendo cedo ou tarde, pelo menos agora eu sei.
Zahara e Artur dão risada.

capitulo:09
a escuridão

2 anos se passaram Zarfros foi se encontrar com os outros que estavam ele deu uma rápida olhada para todo mundo.
- é hora - falou Zarfros.
- outra - disse Artur.
- sim.
- então vamos.
todos começaram a andar, Zahara se aproxima de Artur.
- ei.
- ola.
- o que você acha de fazer depois.
- sim.
- espero que você tenha energia desta vez.
- ei nós enfrentarmos um dragão de pedra.
- mas não demonstrou nenhuma energia depois.
- mais é que ele me detronou.
-lembrar-se quem tem esse direito sou eu.
- sim.
eles estavam voando até se deparar com um planeta azul grande, Artur ficou maravilhado com o tamanho do planeta mas a missão não deixava escapar da cabeça.
- vamos marta ele logo.
Chegando no planeta eles vêm uma pessoa de manto preto pele feito carvão, os olhos eram completamente vermelhos e tinha dentes de ferro.
- Puxa como você é feio.
- meu nome é Deftt.
- ola Deftt - falou a criatura.
- nós sabemos o que você estar fazendo - falou Zarfros.
- eu não faço nada demais.
- você estar matando muitas vidas.
- sim.
- e esto tem que parar.
- mais tudo o que faço é para o bem maior.
- que tipo de bem maior é esse.
- bem, o meu bem maior.
- você vai morrer aqui e agora.
- então vocês são os guerreiros do universo.
- exato.
- a ultima linha de defesa.
- exato.
- então vou matar vocês para não ter nenhuma linha de defesa.
Goldfreid pegou a arma dele, por que sentiu o perigo imediato, segurando a arma com força olhou para o Deftt.
- não vai ser tão fácil - falou goldfreid.
uma luz vermelha brilha da mão de Deftt todos os outros cobrem os olhos pensando que se olhar para a luz pode causar algum tipo de mal.
- que droga é essa - falou Goldreid.
Goldfreid sentiu um peso enorme no ombro, veio logo em seguida uma dor que ele não estava aguentando, quando a luz parou goldfreid conseguiu ver o que estava acontecendo, ele tinha enfiado as mãos no ombro de goldfreid.
Goldfreid ficou surpreso, tentou atacar a criatura logo em seguida com a arma mais a criatura se distância logo em seguida.
- só isso que consegue fazer - falou Goldfreid.
uma energia é reunida da arma de Goldfreid nela uma bola de energia azul estava se formando, puxando muito ar para ele.
- agora você vai ver.
Goldfreid atira a bola azul na direção do Deftt, Goldfreid estava com uma raiva muito grande por que fazia tempo que ninguém surpreendia ele desta forma.
o golpe acerta O Deftt causando uma grande explosão, todos cobriram a cara para não ser incomodado com a ventania que a explosão causava, todos ficaram na expectativa do que aconteceu será que ele venceram a luta.
- não mostre a sua cara de novo.
a fumaça desaparece a criatura demonstrar-se esta bem.
- só isso - falou Deftt.
- o que? - falou Goldfreid.
- pensava que os guerreiros do universo podiam mais.
- desgraçado.
goldfreid ainda estava sentindo a dor forte no ombro a sensação de dor não estava diminuindo só estava aumentando cada vez mais - o que foi que ele fez? - o pensamento estava aumentando cada vez que a dor aumentava, estava claro de que isto não erá um ferimento normal, tinha alguma coisa a mas, - será que é por causa daquela magia? - isto para ele parecia um possibilidade, mas ela foi se modificando o Goldfreid estava se sentindo como se alguém tiver-se dado um choque nele e a dor ainda estava aumentando.
- o que foi este ferimento? - falou Goldfreid.
- então percebeu.
- o que?
- minha pele é um veneno.
- o que?
- este tipo de ferimento.
Zarfros não estava muito paciente para papo, quando viu que a criatura estava tendo um momento de distração lógico que Zarfros estava preocupado com o Goldfreid, mais na lógica do Zarfros vamos só cuidar das feridas depois da batalha, ele segurou a arma, com toda a força que podia notando que o Deftt nem estar prestando atenção nele, Zarfros correu em direção ao Deftt mais quando chegou perto o Derftt desapareceu.
Zarfros estava surpreso com o desaparecimento de Defft o pensamento que estava na cabeça dele naquele momento - onde estar o Deftr - ficou olhando de um lado para o outro, sabia que ele não estava numa posição muito boa para a defesa, neste momento que ele não aparecer-se de imediato, por sábia que o dano que ele poderia causar poderia ser maior.
Deftt aparece no lado esquerdo de Zarfros isto fez com que o Zarfros tiver-se um momento de desespero e tentou atacar-lo com a espada, antes que ele desaparecer-se de novo, sábia que isso poderia ser uma chance muito grande e não poderia desperdiça essa.
Deftt estava aproximando a mão esquerda no braço de Zarfros que estava atacando, ele não podia fazer nada quando Deftt encostou ele começou a sentir uma dor enorme, Zarfros tentou resistir quanto podia.
Deftt causando a dor, Zarfros não estava tentando ser afetado por ela, por mais que a dor fosse insustentavelmente, ele conseguia resistir a ela com a força de vontade de guerreiro que o Zarfros tinha, ainda estava tentando se movimentar para atingir o Deftt mais não estava conseguindo.
- você não vai... - falou Zarfros.
- o que te vencer?
- sair vivo.
- o que?
- mesmo que eu morra você não vai sair vivo daqui.
- não contaria com isso.
- estou disposto a morrer.
- mais você vai morrer.
Zarfros segurou a mão de Deftt, Deftt se surpreendeu pensou - ele não sabe sobre a minha pele, ela é muito perigosa, que tudo que é vivo quando encosta na minha pele morre quando encosta nela - o Zarfros estava apertando a mão do dele com muita força, ele estava sentindo a dor do aperta.
-você é maluco.
- talvez.
- me solte.
- não antes de você morrer.
com a outra mão, foi na direção das costas do Zarfros e conseguiu enfiar os dedos, as gotas de sangue estavam saindo, o Zarfros sentiu muita dor naquele momento, mais conseguiu não demonstrar ela só o que demonstrava era raiva, Deftt ficou surpreso com a determinação do guerreiro enfrentando a situação, mesmo parecendo de que a morte seria certa.
- eu vou lhe causar muita dor - disse Deft.
- eu vou lhe causar a...
- Morte - disse Goldfreid.
Goldfreid atacou as costas do Deftt, ele gritar de dor, desaparece no mesmo instante, os dois olham para os lados.
- onde ele estar - falou Zarfros.
- você está bem.
- se preocupe com isso depois.
- e as suas costas.
- se preocupe depois.
- ok.
Goldfreid encostou a mão no ombro demonstrando a dor que sentia.
- pare com isso - falou Zarfros.
- com o que?
- demonstrar fraqueza por inimigo.
- não consigo.
- você tem que conseguir.
a dor que o Zarfros estava sentindo, ele não estava aguentando, mais estava conseguindo suprimir ela, parecendo que ele não estava sentindo nada.
uma luz vermelha aparece no centro todos eles olham desconfiados, sabendo o que podia estar por vim todos eles já ficaram em posição de defesa, só esperando que alguma coisa fosse acontecer, eles sabiam que aquele golpe de goldfreid não tinha acabado com ele, por isso todos estavam muito atentos para o que estaria por vim.
- o que vai acontecer? - disse Goldfreid.
Zarfros estava olhando para os lados por que estava com uma desconfiança de que isso poderia ser somente uma distração, mais como não estava totalmente certo disso por isso não quis dar o alerta, mais a demora do que estava para acontecer estava deixando todos no suspense.
a bola vermelha explode fazendo uma grande onda de impacto, nessa explosão estava levantando uma grande fumaça preta, eles queriam fugir mais a fumaça veio rápido demais, todos eles foram jogados, todos eles sentiam o poder da explosão esmagando os copos deles, a dor era crescente, e ainda foram jogados para algumas pedras que estavam em pedras o Zarfros com a força do copo dele quebrou a pedra ao meio.
Zarfros olhou para todo mundo, para ver se o Deftt aproveitaria este momento para atacar de volta mais nada estava acontecendo, reuniu as forças que podia e se levantou ficou olhando para todo lado.
- onde você estar?
ficou andando obsessivamente atrás do dele, não queria a derrotar o pensamento de matar o Deftt erá a primeira coisa que estava na cabeça, ficou andando, a raiva que sentia é muito visível, com a respiração forte, estava andando vendo de um lado para o outro.
viu uma energia escura que estava se movimentando para todo o lugar, Zarfros estava tentando sair do chão mais a energia o estava empurrando para baixo - maldito - ficou com este pensamento olhando para o lado.
Começou a receber o choque, via que todos os outros estavam também recebendo o tal choque, isto estava ultrapassando do o quanto o Zarfros aguentava, ele solta um grito de dor.
- finalmente - voz do Deft.
- o que?
- você sente alguma coisa.
- maldito.
- isto estava me incomodando.
- onde você está?
- vocês são divertidos.
- o que?
- mais vocês estão me atrapalhando.
- apareça.
- desculpe.
- do que?
- mais a brincadeira acabou.
- que brincadeira.
- adeus.
- o que?
- boa sorta na próxima.
- mostre-se
- não se preocupe vou deixar vocês viverem.
- apareça logo.
uma luz forte aparece, quando a luz desaparece, o Zarfros olha para o lado e todos eles estão fora do planeta.
- não - falou Zarfros.
o planeta na frente deles explode.
- NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOO.
Artur fica com mãos na cara.
- não pode ser - falou o Artur.
Goldfreid fica paralisado por um tempo.
- falharmos.
Zahara olha sem acreditar.
- como.
- maldito - falou Zarfros.
- droga - falou Artur.
- não estou acreditando - falou goldfreid.
- o que vamos fazer? - falou Zahara.
- matar ele, sem demonstrar nenhuma piedade falou Zarfros.
zarfros foi voando procurando onde estava o Deftt, procurava em todo o canto não o encontrava ele sentia uma vontade de marta-lo, ficava voando para todo cantos, todos eles estavam fazendo a mesma coisa.
- não é possível - falou artur.
- o que? - falou Goldfreid.
- este desgraçado simplesmente desapareceu.
- será que morreu na explosão.
- isto eu duvido.
- droga este planeta com certeza tinha muitas pessoas vivendo.
- que agora é elemento de poder para ele.
- ainda não estou acreditando.
- também estou com dificuldades.
- como?
- isso acontece.
- mais não com gente.
- não somos indestrutíveis.
- agora percebo.
- o que?
- o peso de ser um guerreiro do universo.
- pois é, isso que acontece.
- já aconteceu com você antes.
- não.
- onde ele estar.
- se encontrarmos ele não vamos deixar nada dele.
- concordo.
- será que devemos retorna.
- não sei.
- temos que voltar.
- não vou gostar do clima da volta.
- o clima cercado pela escuridão.
- não poderia dizer melhor.
- vamos.
capitulo:10
a procura.

passou 6 meses o Zarfros estava olhando para a boca de cristal para ver se conseguia encontrar o que o Deftt estava fazendo, Artur e Zahara viram a situação.
- gostaria de fazer alguma coisa- falou Zahara.
- e você pode.
- o que?
- matar o Deftt.
- ele ainda não apareceu.
- parece que ele não realizou mais nenhum ataque.
- por um lado fico feliz.
- sei de nenhuma vida estar em risco.
- mais...
- não podermos deixar o que ele fez passar impune.
- isso.
- a pior parte sabe qual é?
- qual?
- parece que ele fez isso para provar.
- provar o que?
- o quanto somos fracos.
- sei parece isso.
- o quanto mais ele demorar para aparecer mais parece isso.
- toda a raiva que a gente sente parece que o Zarfros estar sentindo em dobro.
- eu vou cortar a cabeça de Deftt.
- não se eu fizer primeiro.
- tomara que ele apareça logo.
- não acredito que passou 6 meses.
- isso tudo.
- e ainda.
- nada.
- o que ele estar preparando.
- você podem se calar um segundo - falou Zarfros.
- me desculpe - falou Artrur.
- finalmente.
- você o achou?
- exato.
- certo.
todos eles estavam voando para um planeta que tinha uma aparência sombria, como eram as mentes deles, todos estavam só com uma coisa em mente, poder destruir o Deftt, Zarfros estava indo mais rápido, para ele o impacto foi maior, pelo motivo de Deftt tez zombado dos guerreiros do universo isto é uma fronta muito pessoas.
chegando no planeta nele não tinha muita iluminação a poeira estava voando por todo o local, o céu estava muito escuro.
- tem certeza - falou Artur.
- sim - falou Zarfros.
Zarfros anda um pouco.
- o desgraçado estar aqui.
- que vozes são essas - falou Deftt.
deftt olha para todos.
- não esperava esta visita.
Zarfros estava reunindo uma energia vermelha, que estava fazendo um ventania ao redor de dele, o piso no chão estava ficando cada vez mais forte, fazendo com que os pés entrar-se na areia, toda a raiva que ele sentia estava passando para o poder, energias estavam se acumulando ao lado dele, o olhar fixo estava forte no Deftt, estava querendo acabar tudo aquilo com um só golpe, já querendo finalizar a luta, por mais que querer-se com que ele sofrer-se mais, mas não poderia arriscar com que outra população correr-se perigo.
lançou a bola de energia ela foi disparada com um tiro de um canhão, a bola foi com toda a velocidade para cima de Deftt.
- barakt - falou Deftt.
a bola explode quando chega perto de Deftt quando a fumaça passa o Deftt se mostrar contendo nenhum arranham.
- não acharam que ia ser tão fácil.
Deftt olha para eles.
- pensaram.
Artur faz com que a excalibur ficar-se na frente do olho dele.
- vamos Excalibur me mostre o que você é capaz.
a excalibur solta uma luz forte, o deftt se incomoda com a luz e olhou para o outro lado, Artur aparece no lado de Deftt.
- morre maldito.
Artur tentar acerta um golpe com a excalibur, o golpe passou perto do pescoço dele, Artur fica com raiva que o golpe não acertou.
- droga.
Deftt estica o braço, Artur fica impressionado, ele não estava em posição de escapar do golpe, a espada não estava em posição de defesa.
- droga.
o braço de deftt encosta no braço de Artur, fazendo o braço de artur queimar, e ele dar um grito de dor, Deftt dar um risada.
- o que foi? - falou deftt.
Deftt deu um sorriso.
- o que foi que aconteceu, guerreira do universo.
Artur segura o braço de Deftt.
- seu idiota - falou Deftt.
- o que foi?
- você não sabe que a minha pele é perigosa.
- eu sei disso.
- então por que se arrisca assim.
- por que eu tenho.
Artur estava segurando forte a Excalibur.
- como guerreiro do universo.
- me solta.
- vou te soltar.
- o que?
- só que?
Artur levantar a excalibur.
- eu vou levar algo comigo.
artur deu um golpe com a espada, cortando o braço de Deftt, um sangue verde começou a sair do braço de Deftt, Deftt começou a gritar de dor, que estava ecoando por todo o local, Zarfros dar um grito de alegria, por que finalmente estava vendo o desgraçado sofrer, ouvindo o grito o Zarfros estava mais animado para lutar.
Deftt olhou para o Artur.
- eu não vou te perdoar guerreiro do universo.
- quem disse que quero o seu perdão.
- você vai implorar por ele.
- só estou esperando.
Quando o Deftt estava se aproximando de Artur, ele colocou a exacalibur na frente, ela soltou a luz forte de novo.
- vai usar este maldito truque de novo - falou deftt.
- se funcionou na primeira.
- não vai funcionar na segunda.
as garras de deftt cresceram.
- venha.
- como você se engana.
- o que?
- só um truque estou utilizando.
- e.
- não quer dizer que vou realizar o mesmo ataque.
- estou preparado para o seu ataque.
- eu sei disso.
- o que?
a bola vermelha de Zarfros atinge Deftt causando uma grande explosão.
- finalmente - falou Zarfros.
- vamos conseguir - falou Artur.
deftt sai da fumaça todo machucado.
- malditos.
- ainda vai lutar - falou Arutr.
- espero que sim - falou Zarfros.
Zarfros preparando a arma.
- para que eu possar aproveitar a sua morte.
- eu não devia ter brincado com vocês.
- exato.
- vou matar vocês.
Goldfreid aparece em meio a fumaça a fumaça estava tendo o formato dele, Deftt recebe um soco de Goldfreid, podendo ouvir o queixo quebrando do soco de Goldfreid, o Deftt cuspiu sangue, o soco foi tão forte que tirou os pés no chão de Deftt, quando caiu no chão a pancada foi forte, ele quicou no chão, fazendo a poeira ao redor dele se afastar.
- não gostei do seu papo - falou Goldfreid.
Goldfreid correu em direção a ele.
- é só isso que você faz...
Goldfreid dar um soco o Deftt rola não acertando o soco.
- só papo.
- digo a mesma coisa.
Deftt levita.
- Guerreiro do universo.
- lembrar-se Deftt.
- de que?
- nós podemos derrotar vocês mais você nunca irá derrotar a gente.
- eu posso matar vocês.
- não vou mentir você pode matar a gente.
- então...
- se você matar a gente simplesmente...
Zahara da um pulo atrás de Deftt.
- outro aparece - falou Zahara.
- o que? - falou deftt.
Zahara da um golpe acertando as costas de Deftt, ele desaparece.
- droga isso de novo - falou Zahara.
- não - falou Goldfreid
- por que isso é diferente?
- por que agora objetivo é a gente.
- ele não vai conseguir.
todos ficaram olhando para cima, só esperando qual seria o próximo movimento dele, todos eles estavam cientes que ele esta querendo matar eles, então eles não estavam relaxando um segundo, Artur já estava pronto para soltar a luz, mas estava querendo ver para que direção e soltar.
- não vou morrer de novo - falou Arutr.
uma fumaça sombria, com a cor totalmente escura estava indo na direção deles, todos estavam se afastando.
- não se distraiam - falou Goldfreid.
Zarfros estava olhando de um lado para o outro, por que não sábia se erá só isso o ataque, tinha certeza de que não seria só isso, o ataque, a vontade de matar o Deftt é muito forte no Zarfros, por que ele estava esperando o tempo todo por essa batalha, e sábia que não queria que essa luta terminar-se como a outra, a raiva ainda estava em nele.
- apareça- falou Zarfros.
olhando de um lado para o outro.
- vamos apareça.
olhando para cima.
- APAREÇA COVARDE.
- você acha que eu sou burro de aparecer do nada - falou deftt.
a voz dele estava ecoando por todo o lugar, todos ficaram confuso justo pelo fato de não saber da onde a voz estava vindo.
- já entendi - falou Zarfros.
- você não consegue nos derrotar.
- o que?
- que você não consegue nos derrotar.
- estar se esquecendo do passado.
- você só teletransportou a gente mais não nos matou.
- lógico que consigo matar vocês.
Zarfros estava segurando firme a arma, se preparando para algum ataque imediato, ainda olhando de um lado para o outro.
- então prove.
- exatamente o que vou fazer.
- preparem-se - falou Goldfreid.
- já estou Pronto Falou Artur.
- prontos - falou Deftt.
uma risada estava ecoando por todo o lugar.
- só pode ser uma piada.
- se mostre maldito - falou Artur.
um raio azul partiu da fumaça todos saíram da frente, todos ainda estavam atentos, cada vez mais raios estavam sendo disparados da fumaça.
- não vai conseguir - falou Artur.
- venham.
a fumaça estava se espalhando.
- estou aqui na fumaça.
- com certeza ela é venenosa - falou Gopldfreid.
- também acho - falou Artur.
- como vamos marta-lo.
- só esperar ele aparecer.
- ele pode estar se recuperando.
- temos que fazer alguma coisa.
um flecha é disparada dentro da fumaça.
- de onde veio a flecha - falou Artur.
todos eles escultam um grito forte, partindo da fumaça, ela fica desaparecendo de pouco em pouco quando ela desaparece, aparece o deftt morto.
- o que? - falou Zarfros.
- de onde veio a flecha - falou Artur.
- o que você falou? - falou Zarfros.
- de onde veio a flecha.
- acho que sei quem atirou.
Zarfros olha de um lado para o outro.
- apareça Kanan.
- o que? - Falou Artur.
Kanan aparece.
- como você sabia? - falou Kanan.
- o poder simplesmente me foi familiar.
- ainda bem que se lembrar.

Capitulo:11
ex-aliados.

todos ficaram surpresos com o fato de Kanan aparecer e ainda ajudando eles, não estavam entendendo o que estavam acontecendo.
- ola Artut - falou Kanan.
- ola.
- vejo que como vocês são fracos.
- o que?
- veio sozinho - falou Goldfreid.
- não.
Tantans aparece.
- ai estar você desgraçado - falou Goldfreid.
- ola.
- o que você estar fazendo por aqui.
- caso tenha se esquecido - falou Tatans.
Tantans deu mais dois passos para frente.
- nós ainda somos guerreiros do universo.
- vocês não são.
- a unica diferença é como nós escolhermos defender o universo.
- você quer nos convencer disso.
- não tenho que convencer em nada.
Tatans apontou parao Deftt.
- ele era um mal que precisava ser destruído.
- e por que a ajuda.
- por que ele estava difamando a gente.
- você é que estava fazendo isso.
- não se engane.
- vocês ainda querem a arma 7 não é.
- para assim dominarmos tudo.
- que pena.
- o que?
- que não vão conseguir.
Tatans riria se a situação não fosse tão séria.
- vocês são a vergonha.
- o que?
- vocês foram derrotados.
- uma falha.
- que vai repercutir no nome dos "guerreiros do universo".
- isto não vai acontecer.
- queremos ter a certeza disso.
- o que?
- por isso precisarmos da outra arma.
- como você é idiota.
- consigo ver do por que vocês são fracos.
- e qual seria o motivo.
- você não conseguem ver.
- qual seria a tal motivo?
Tatans aponta para a Zahara.
- o que? - Falou Zahara.
- ela honra o nosso nome melhor que você - falou Goldfreid.
- vocês tem que eliminar o mais fraco do grupo - falou Tatans.
- ela pode acabar com você.
- não me faça rir.
- estar duvidando - falou Zahara.
- claro que duvido.
- então venha.
- já foi provado.
- o que?
- com aquela criatura que vocês não conseguiram derrotar.
- aquilo foi sorte.
- na luta não é definida por sorte.
tatans anda um pouco.
- e sim pela diferença de poder.
Zarfros anda em direção ao Kanan.
- ola Zarfros.
- por que nessa luta.
- o que?
- essa luta era para ser minha.
- desculpe não podia fica aqui esperando.
- você não tinha o direito.
- não é assim que um "guerreiro do universo" deve agir.
- eu é que devia matar-lo.
- provavelmente iria ser o contrário.
- eu é que devia definir tudo.
- estou vendo que seu orgulho lhe subiu a cabeça.
Kanan anda um pouco.
- para quem você estar lutando.
ainda estava andando.
- por universo.
Kanan para um pouco e aponta.
- ou por você.
- admito que queria essa luta para min.
- assim muitos iriam morrer.
- droga.
- o que foi?
- você tem razão.
- finalmente.
- como eu pude deixar que um traidor me ensine a ser um guerreiro.
- nós ainda lutarmos pela mesma coisa.
- você quer ser o mal.
- eu só quero governa o universo.
Kanan fecha a mão demonstrando superioridade.
- você é maluco - falou Zarfros.
- pode ser.
Kanan anda um pouco.
- mas pelo menos não sou um fraco que nem você.
- fraco!
- sim.
- se esqueceu que no dia você me atacou com essa flecha nas costas um ataque covarde.
Kanan aponta a flecha para o Zarfros.
- estou apontando a flecha, o que vai fazer?
- dispare.
- o que?
- dispare a flecha.
Kanan dispara a flecha, Zarfros consegue esquivar dela, nesse momento ele vai atrás de Kanan tentando dar um ataque mais o Kanan desaparece.
- o que? - falou Zarfros.
Kanan aparece no lado de Zarfros.
- deixa-me adivinhar - falou Zarfros.
- como ele ficou tão rápido.
- vocês ainda ficam esperando o chamado.
Kanan dar um sorriso.
- não é.
- sim.
Kanan dispara uma flecha no ombro de Zarfros, e ele não conseguiu se esquivar, por que ela veio como um raio.
- o que? - falou Zarfros.
- o que você acha que a gente faz no nosso tempo livre.
Kanan dar um chute no Zarfros fazendo ele se chocar contra uma pedra.
- nós não ficarmos parados.
Kanan desparece.
- maldito - falou Zarfros.
Kanan aparece no lado de Zarfros.
- nós lutarmos o tempo todo - falou Kanan.
- e eu com isso.
- assim ficar mais fortes, e vocês ficam mais fracos.
- ainda consigo te derrotar.
- que pena que a inda se ilude assim.
Zarfros vai em direção ao Kanan.
- como você pode me derrotar - falou Kanan.
Kanan fecha os olhos.
- se você ainda estar lento.
- o que?
Kanan desaparece.
- droga - falou Zarfros.
- se você quer me acerta tem que ser mais rápido.
- não fuja.
- não vou deixar que você me acerte.
- quando.
- quando o que?
Kanan aparece perto de Zarfros.
- você me acerta.
kanan dar uma risada.
- você nem consegue me acerta.
Zarfros ataca mais não consegue acerta o kanan.
- que lento.
- você não pode ser assim tão forte.
- desculpe.
- o que?
- mais é que você não pode ser tão fraco.
- maldito.
Zarfros tenta acerta mais dois golpes mais Kanan esquivou dos dois.
- droga.
- vai desistir - falou Kanan.
- nunca desisto.
- isto não quer dizer nunca perca.
- desgraçado.
- cuidado.
- com o que?
- com a criaturas que viram, por que a gente não vai estar sempre aqui para proteger vocês, sabe nós termos vida.
- nós não precisarmos de vocês.
- quem você estar querendo enganar, vocês todos iriam morrer hoje.
- nós iriamos acabar com eles.
- do jeito como vocês vão acabar com a gente!
- desgraçado.
- só sabe dizer.
kanan disparou uma flecha na perna esquerda de Zarfros, ele conseguiu suporta a dor, ainda estando de pé encarando o Kanan.
- você não pode fazer nada - falou Kanan.
- não me importa.
- o que?
- vou lutar com você mesmo que isso signifique a morte.
- que estupidez.
- isto é ser guerreiro.
- você se esqueceu de como é ser um guerreiro.
- o que?
- quantas lutas até a morte agora.
- não foram muitas.
- você não se arrisca não é.
- por isso...
- querem a sétima arma.
Zarfros pisar forte no chão.
- mas eu estou disposto a morrer.
- farei o que você quer.
Kanan aponta a flecha.
- o que foi? - falou Zarfros.
- maldito.
- atire.
- nós somos aliados.
- você fica se engando.
- é você amigo que se engana.
- vamos atirar.
- você é louco.
- já atirou antes.
- nós lutarmos pela mesma causa.
- lutarmos de maneiras diferentes.
- não posso te matar.
- eu posso.
Zarfros aponta a arma para O Kanan.
- eu posso te matar - falou Zarfros.
- nem que você queira.
- dispare a flecha.
Kanan fecha os olhos.
- dispare a flecha - falou Zarfros.
- maldito.
kanana dispara a flecha.
capitulo:12
Tatans

- o que você vai fazer mulher - falou Tatans.
- eu vou te matar - falou Zahara.
Zahara vai direção ao Tatans quando ela dar o golpe com a espada, a espada dela simplesmente atinge a armadura, e ele não demonstrar nenhuma sensação de dor, ele olhar para ele com um sorriso.
- não disse.
ela se afasta.
- não pode ser.
- você não serve para ser guerreira.
- não me subestima.
- você não conseguiu nenhum arranhão em min.
ela fica com raiva apontando a espada na direção dele.
- não me subestima.
- prove que você não é tão fraca.
Artur vai em direção aos dois, Goldfreid impede o Artur de ir em frente, ele não entende o que esta acontecendo.
- por que não me deixa passar - falou Artur.
- ela tem que resolver isso.
- mais e se ela não conseguir.
- mesmo assim não podemos fazer nada.
- mais...
- se fizermos alguma coisa ela pode se sentir mal pelo resto da vida.
- droga queria fazer alguma coisa.
- ela tem que se demonstrar valor.
- você acha que ela pode derrota-lo.
- sim.
- vamos Zahara.
- vamos demonstre a sua força.
- você consegue.
Zahara corre em direção ao Tatans, ela dar um golpe com a espada, o Tatans só faz se abaixar e com um braço livre, pega o pescoço de Zahara.
- pobre criança - falou Tatans.
apertando o pescoço de Zahara.
- brincando de Guerreiro.
ele dar uma joelhada na barriga dela, ela fica no chão sentido a dor, ela não estava conseguindo fica de pé.
- vá para casa criança.
- ZAHARA - falou Goldfreid.
- o que?
- é isso que resultou do treinamento.
- não.
- então prove que eu treinei você bem.
- vou demonstrar.
- não me desaponte.
- não irei.
- você treinou? - falou Tatans.
- sim.
- que piada.
- ela irá....
- acabar morrendo.
- acabe com ele.
Tatans olha para Zahara.
- vamos faça o que seu mestre falou.
Tatans anda na direção dela.
- me mata.
-é que vou fazer.
ela estava reunindo energia.
- patético - falou Tatans.
ele dar um chute nela, ela caiu no chão com o impacto.
- reunir poder.
tatans vai na direção dela.
- como você comete um erro desses.
- o que foi? - falou Artur.
- ela reuniu o poder - falou Godfreid.
- mais não é isso que fazermos.
- não pode reunir o poder quando o seu inimigo ainda estar forte.
- droga.
Tatans chegou perto dela.
- como fez isso? - falou tatans.
ele ficou pisando na barriga dela, Artur estava se aproximando, goldfreide estava impedindo, a raiva erá muito grande na cabeça de Artur.
- me deixe ir.
- isto é uma coisa que ela tem que resolver - falou Goldfreid.
- ela precisar de ajudar.
- calma ela não vai morrer.
- saia da frente.
- calma.
- GOLDFREID SE VOCÊ NÃO SAIR DA FRENTE.
- calma Artur.
- saia da frente.
- se ela correr-se perigo de verdade eu iria lá.
- não posso fica vendo isso.
- mais você tem.
Artur estava espumando na boca de raiva, ele queria matar o Tatans.
- não posso.
- você não ver ela necessitar disso.
- mais.
- não é fácil para min também.
- droga.
- não podemos fazer nada.
goldfreid olha para a Zahara.
- VAMOS RESISTA ZAHARA.
- VAMOS - falou Artur.
Tatans presta atenção nos gritos.
- olhe para eles.
ele pega ela pelo pescoço e aponta na direção deles.
- preste atenção no que estão dizendo.
estava apertando o pescoço dela.
- eles estão com esperança que você vença essa.
ele dar um soco na barriga dela.
- você não acha eles patéticos.
ela tenta enfiar a espada nele.
- o que?
Tatans dar um soco na barriga dela.
- que fraca.
- cale a boca.
- ainda tem coragem.
- o suficiente.
- para ser morta.
ele fica apertando cada vez mais o pescoço dela.
- e ainda não faz nada.
ela segura o braço dele.
- o que pretende fazer?
ela fica reunindo energia na espada.
- ainda não aprende não é.
ela ficou segurando o braço dele com mais força.
- você não vai fazer nada.
- cale a boca.
- ainda fala.
ele apertando o pescoço dela ainda mais.
- mais este é o problema.
dar uma joelhada na barriga dela.
- você só fala.
dar outro chute.
- e não faz nada.
ela ainda estava reunindo energia.
- o que?
ele dar um chute nela.
- o poder não some?
dar outro chute nela.
- vamos desapareça.
dar uma joelhada.
- vamos desapareça.
- o que foi? - falou Zahara.
- o que?
- você estar desesperado.
ela dar um sorriso maldoso.
- maldita.
dar outro chute nela.
- como ela é forte.
- vou acabar com você.
o poder não parava de se reunir, ele solta e se afasta.
- o que? - Zahara.
- quero ver, se você é tão forte quanto pensa que é.
- o que pretende fazer?
- esperar você joga o poder.
- você vai ser arrepender.
- é isso que quero ver.
ela estava reuniu muito poder e conseguiu fazer uma bola vermelha e apontou na direção de Tatans, mais a expressão dele não mudava.
- morra - falou Zahara.
ela joga o poder nele, e ocorre uma explosão, levantando muita fumaça, ela estava esperando para ver se ele tinha morrido.
- só isso - falou Tatans.
- o que? - falou Zahara.
- GOLDFREID - falou tatans.
- o que você quer? - falou Goldfreid.
- você devia treinar ela melhor.
- não subestime o poder dela.
Tatans olha para trás e via ela, no estado que não conseguia mas luta, não tendo nenhuma força para progredir, uma angustia tinha na cabeça dela, tentando criar coragem para lutar, se sentia como se tiver-se despeitando o mestre, ela estava querendo lutar mais, só que uma coisa que estava faltando erá forças para continuar a batalha, ficou olhando, para o Artur, sábia que não podia desapontar-lo também, ainda queria provar que erá uma pessoa que valia alguma coisa.
- olhe para min - falou Zahara.
- o que? - falou Tatans.
- eu disse olhe para min.
fica olhando para ela.
- o que você quer?
- olhe bem para pessoa que vai te matar.
- boa piada.
ela corre na direção dele, inclinando a espada para trás quando chegou perto atacou com a espada mas ele desapareceu.
- o que?
Tatans aparece ao lado dela.
- por que usou teleporte? - falou.
- estar enganada.
- o que?
- você realmente achou que usei teleporte?
- sim.
- isto é puramente a minha velocidade.
- o que?
ele dar alguns passos ao lado dela.
- vou te dar um exemplo da minha velocidade.
- você não vai...
- tarde demais.
- o que?
- eu já dei em você 35 socos.
- o que?
ela começa a receber as pancadas, ela via o Tatans parado, ficava recebendo as pancadas fortes, estava tentando resistir mais não conseguia, depois quando as pancadas pararam ela olhou para ele com raiva, e confusa.
- por isso você não vai me vencer.
Tatans chuta a testa dela.
- a nossa diferença de poder é muito grande.
- agora eu acabo com ele - falou Artur.
- eu também - falou Goldfreid.
os dois correram na direção do Tatans.

capitulo:13
a luta de Zarfros.

Zarfros viu que a flecha estava no chão, ele olhou para Kanan com o sorriso no rosto, e também com um pouco de desapontamento por não ter acertado a flecha nele, bufou demonstrando a raiva que sentia no momento, Zarfros foi na direção de Kanan.
- por que você ainda me acha um amigo? - falou Zarfros.
- você é muito estupido para ver.
- você é muito estupido para não acabar com o seu inimigo.
Zarfros desferiu dois golpes com a arma dele, mas ele conseguiu esquivar dos ataques, fica simplesmente olhando os ataques de Zarfros, esquivando deles, não demonstrando ter nenhuma dificuldade.
- hora da brincadeira acabou - falou Kanan.
- o que?
Kanan deu um soco na barriga de Zarfros, e ficou de joelhos por causa do golpe, era demais para suporta-la, se surpreendeu, com o nível da força.
- você não queria acabar comigo.
- maldito.
- vamos tente.
- cale a boca.
- com quem você estar falando?
- eu vou te calar.
Zarfros tentava levantar-se.
- você vai se arrepender.
Zarfros estava com uma mão na perna.
- vamos.
Zarfros estava conseguindo se levantar mesmo sentindo uma dor enorme na barriga, estava tentando ignora-la mas não estava conseguindo.
- dificuldades! - falou Kanan.
- cale a boca.
- tenha calma.
kanan dar um tapa forte nas costas de Zarfros fazendo ele cair no chão, quando estava no chão conseguia sentir a dor nas costas, por mas que quiser-se gritar ele não faria, não queria demonstrar fraqueza para o inimigo.
- o que você ia fazer? - falou Kanan.
andando no lado de Zarfros.
- me lembrei.
erguendo a perna.
- você ia me fazer calar a boca.
dar uma pisada forte das costas de Zarfros, ele gritar de dor.
- finalmente.
- o que? - falou Zarfros.
- provar que você sente algo.
- desgraçado.
ele colocou uma mão no chão para se levantar.
- você quer ajuda - falou Kanan.
- droga.
- deixa-me ajudar-lo.
Kanan pisa forte na mão de Zarfros, e gritar de dor de novo.
- maldito.
Zarfros agarra o pé de Kanan.
- me solta.
Kanan dar um chute com a perna soltando a pé.
- o que você pretendia?
Zarfros ataca com a espada, Kanan escapa facilmente.
- tentando lutar até o fim.
Zarfros estava se levantando.
- eu...
- eu nada - falou Kanan.
kanan desaparece.
- que droga.
aparece nas costas de Zarfros.
- como eu disse.
Kanan olha para o Zarfros.
- você não vai fazer nada.
Kanan segura a cabeça de Zarfros.
- o que? - falou Zarfros.
Kanan dar uma joelhada na parte de trás da cabeça, ele caiu, estava com os olhos fechados mas quando abriu, estava encher-gando tudo dobrado.
- o que? - falou Zarfros.
- o que foi?
- nada.
Zarfros estava se levantando mas estava cambaleando, ainda não estava conseguindo enxergar direito, estava se concentrando para saber onde o Kanan estava, a cabeça estava confusa, não estava conseguindo, estava se aproximando em passos curtos.
- entendi.
Kanan desparece.
- droga - falou Zarfros.
kanan aparece na frente dele.
- o que?
- vamos me acerta.
Zarfros ataca mas não consegue acerta.
- sábia.
Kanan dar uma risada forte.
- você não enxergar nada.
- ainda assim vou conseguir vencer você.
- só palavras.
Kanan dar uma joelhada no nele.
- nem bem você consegue me derrotar.
Kanan sente uma dor forte.
- mas o que?
Kanan ver a arma de Zarfros enfiada no pé dele.
- maldito - falou Kanan.
- disse para não me subestima.
kanan dar outra joelhada no Zarfros.
- desgraçado.
Zarfros fica caído no chão.
- fique ainda desgraçado - falou Kanan.
- tem certeza?
- o que?
Zarfros fica com o sorriso no canto da boca.
- ok.
Zarfros enfia arma cada vez mais no pé de Kanan, fazendo ele gritar de dor.
- maldito.
- o que dizia!
Kanan aponta a arma em direção as costas de Zarfros.
- pare com isso.
- não.
- eu vou atirar.
- então atire.
- se vire.
- não.
- não vou acerta você nas costas.
- qual é a diferença da ultima vez.
- desta vez quero ver a sua cara.
Zarfros ataca o Kanan e acerta o golpe, mas só arranhou a armadura nele, não causando mais nenhum tipo de dano.
- droga - falou Zarfros.
- maldito.
Kanan desaparece.
- droga.
Kanan aparece um pouco distante.
- você não vai ter outra chance.
Zarfros segura forte a arma.
- da próxima vez é a ultima.
Kanan estava apontando a arma da direção de Zarfros.
- agora vai ter a coragem.
- você será um ótimo aliado.
- não se iluda.
- você vai se arrepender se encontrarmos a sétima arma.
- vocês nunca vão achar-la.
- por que acha isso?
- por que ela não iria para um desgraçado como você.
- estar enganado.
- me diga uma coisa?
- o que?
- o espirito da arma?
- o que tem ela?
- ela aprova a sua atitude.
- ela ira aprovar tudo que eu aprovar.
- sinto pena de você.
- o que?
- aposta que se ela puder-se escolher de novo não seria você.
- ela sabe da minha opinião.
- mas se não aprova é mesmo que nada.
- você realmente conhece a historia da sétima arma.
- não.
- então por onde pretende procurar.
- vamos simplesmente procurar.
- que perda de tempo.
- eu sei de uma das historias.
- qual?
- que ela só é liberada pelos espíritos das armas.
- por isso você não vai conseguir.
- só sei de uma coisa.
- o que?
- que você nunca irá conseguir.
- digo o mesmo.
- na verdade.
Kanan ainda apontado arma para o Zarfros.
- digo que você nunca vai conseguir mesmo.
- desista.
- digo o mesmo.
- não vou desistir dessa luta.
- não precisa
- pelo visto.
- o que?
- você vai conseguir.
- olhe para min.
- estou olhando.
- desta vez vou te derrotar, você olhando para a minha cara.
Kanan atirar a flecha e vai na direção de Zarfros e ataca uma parte do ombro que é perto do peito, Zarfros cospe sangue.
- como eu falei você não precisar da luta.
Zarfros fica de joelhos.
- porque você vai simplesmente perder.
- finalmente.
- o que?
- finalmente.
- você estar maluco.
- você teve coragem de atirar.
- maldito.
Zarfros começa a dar risada.
- finalmente.
- como consegue rir.
- eu estava esperando este momento.
- o que?
- depois daquele dia, fico pensando se você teria coragem de atirar pela frente, ou você sempre ia dar uma de covarde.
Zarfros cospe sangue.
- vamos.
- o que?
- me marte.
- idiota.
- o que?
- esqueceu que lutarmos pela mesma coisa.
- me marte.
- não.
- droga.
- fique se lamentando.
- você ainda é.
Zarfros cai no chão.
- você aina é um covarde.
Zarfros fecha os olhos.
- como ousar ter dito isso - falou Kanan.

capitulo:14
a esperança caída.

Artur estava com uma fúria grande quando estava andando na direção de Tatans, desferiu o golpe com a espada, ele segurou o golpe de Artur com uma mão só, depois desaparece e aparece na frente de Artur dando dois socos afastando-o de perto.
Goldfreid tentou atacar com o machado mas Tatans simplesmente estava vendo todos os movimentos dele, e simplesmente defendeu com a espada, sem nem pensar em escapar do caminho, Goldfreid ficou impressionado com a diferença de nível.
- não pode ser - falou Goldfreid.
- percebeu.
- você não erá desse nível.
- pois é as coisa evoluem.
Tatans dar um soco afastando o Goldfreid, quando encostou no chão ainda estava sendo arrastado pela força do golpe, ataque parou.
- droga.
- que perca de tempo.
- cale a boca.
- você treinou ela mesmo.
- sim.
- entendo por que ela erá tão fraca.
- maldito.
- venha.
Artur ficou na frente de Tatans.
- toma maldito - falou Artur.
Tatans aparece nas costas de Artur.
- eu já vi o truque.
- o que?
- estava vendo a luta ridícula que vocês estava tendo com aquela criatura.
- droga.
Artur gira o copo para poder atacar com a espada.
- nada disso.
Tatans pega o pescoço de Artur e joga ele no chão e ainda dar um chute afastando, ele estava vendo o Artur no chão.
- ei.
Goldfreid atacou com o machado umas duas vezes, errou todas.
- droga.
- me diga - falou Tatans.
- o que?
- ele também foi.
- o que?
- treinado por você.
- não.
- o que, então ele não teve treino.
- teve.
- com quem?
- você sabe quem.
- Zarfros?
- exato.
- interessante, ele não tem paciência para treinar ninguém.
- parece que ele tem.
- e os dois parecem ser do mesmo nível.
- cale a boca.
- aliás.
- o que?
- que péssimo mestre você é?
- você vai ser arrepender de dizer isso.
- quem se arrependeu foi ela.
Goldfreid ataca duas vezes erra.
- droga.
- você via ela morrendo e não fazia nada.
- se fizer-sermos alguma coisa atrapalharíamos o orgulho dela.
- é fique se convencendo disso.
Artur estava se levantando.
- você devia aprender.
- o que? - falou Tatans.
Artur se levanta.
- a calar essa maldita boca.
- sério.
Tatans dar um chute, Artur segura a perna de Tatans.
- o que? - falou Tatans.
Artur fica com um sorriso na boca.
- é só isso que consegue fazer.
- não me subestime.
Arutr dar um cotovelada na perna de Tatans.
- maldito.
- vou te matar - falou Artur.
- duvido.
- é mesmo.
- me larga.
- não vai ser eu.
- o que?
Tatans olha para trás.
- você não vai fazer nada.
Tatans preparando a arma.
- ei - falou Artur.
- o que?
Artur dar um soco na cara de Tatans.
- maldito.
Goldfreid dar um machada no Tatans, Artur também caiu com a força do impacto do machado o Tatans estavam chegando.
- finalmente - falou Goldfreid.
Tatans se levantar.
- tenho que admitir que é covardia - falou Tatans.
- o que?
- essa luta.
- tem razão um contra três.
Goldfreid olhou para Zahara.
- mas não vamos arriscar uma luta um contra um.
Tatans dar risada.
- qual é a graça?
- não é disso que estou falando?
- ENTÃO DO QUE?
- estou querendo dizer que essa é uma luta, de um contra ZERO.
- você ficou maluco.
- enganar-se amigo.
- você não ver a sua situação.
- qual?
- a sua ferida.
- essa?
a ferida que estava no Tatans desapareceu.
- o que?
Goldfreid ficou muito assustado.
- nenhum de nós consegue se curar.
- esta é uma pequena diferença.
- o que?
- a diferença é monstruosa.
- ainda vou conseguir te matar.
- me diga uma coisa.
- o que?
- de quem você acha que foi a idéia.
- do que?
- da arma 7.
- sua é claro.
- é isso que pensou por todos esses anos?
- sim.
- você acha que eu seria tão idiota assim.
- o que?
Goldfreid fica muito confuso.
- então foi de Kanan.
- ele não é tão inteligente assim.
- então de quem foi?
- você acha que eu seria idiota o suficiente de ir contra o desejo da minha arma.
- o que?
- não poder ser - falou Artur.
- estou seguindo a vontade da minha arma desde o inicio.
- elas não tem essa vontade - falou goldfreid.
- você já falou com ela.
- o que?
- quando foi a ultima vez que você falou com ela.
- não me lembro.
- foi no primeiro dia não foi.
- foi.
- patético.
- estava realizando o desejo do universo.
- ou pelo menos é isso que você pensa.
- não acredito no que você disse.
- vocês não conseguem não é.
- não.
- pois deviam.
- termos uma missão.
- do que adianta.
- o que?
- essa missão?
- proteger todos do universo.
- não expondo todo o potencial da arma.
- nós...
- nós nada.
- pare de papo - falou Artur.
- como vocês são idiotas.
- não comece.
- você querem ver.
- a sua morte.
Artur ataca mais é jogado para longe de Tatans.
- o que?
- eu vou mostrar...
uma aura azul estava rodeando o Tatans.
- o verdeiro poder...
a ventania estava forte ao redor dele.
- de uma arma do universo.
Tatans aponta a arma para frente.
- liberte-se espiro TRONAR.
a aura aumentou ao redor dele.
- o que é isso? - falou Artur.
Zahara estava se levantando.
- o que?
ela olha para Tatans.
- o que estar acontecendo.
ela mexe a cabeça.
- vamos volte ao estado normal.
ficou andando em direção do Tatans.
- não importa.
andando mais.
- o que importa é marta-lo.
ela estava andando sem noção do que estava acontecendo, olhou para Goldfreid.
- falhei.
- não Zahara.
- não conseguir derrotar-lo.
- nem a gente estar conseguindo.
- mas...
- vamos conseguir.
- o que ele estar fazendo?
- ele diz que estar usando o poder da arma.
- a mesma coisa que a gente.
- só que é uma comunicação maior.
- o que?
- a própria arma vai lutar.
- isso quer dizer?
- vai liberar todo o poder.
- como ela aceita isso?
- parece que ele estar fazendo o que a arma quer?
- não pode ser?
- se prepare.
- certo.

capitulo:15
a arma do universo.

Tatan começa a andar.
- vou te derrotar - falou Artur.
um raio parte em direção em artur e a uma grande explosão e Artur cai no chão, inconsciente, Tatans olha para os dois.
- como ele conseguiu - falou Goldfreid.
- ficou impressionado.
- não podermos ser derrotados tão fácil.
- você tem razão.
- o que?
- não podermos.
- mais como.
- simples os verdeiros "guerreiros do universo não podem ser derrotados tão fáceis, muitos anos se passaram e vocês ainda não se tornaram guerreiro do universo.
- como ousar.
- vocês ainda são aspirantes.
- vou acabar com ele - falou Zahara.
- não antes de min.
- sério - falou Kanan.
- vamos.
- pobres ratos.
Tatans apenas dar um sopro e a pressão do ar, coloca ela no chão inconsciente.
- Zahara - falou Goldfreid.
- você tem sorte.
- por que?
- de você não ser meu verdadeiro inimigo.
- desgraçado.
- por que?
Goldfreid vai na direção de Tatans.
- você estaria morto - falou Tatans.
Goldfreid leva um choque grande e caiu no chão 5 horas depois Goldfreid acorda e fica olhando ao redor e não estava vendo mais Tatans.
- por que não nos matou.
goldfreid vai na direção de Zahara, e abraça ela.
- você estar bem.
coloca o ouvido perto do nariz dela.
- ainda estar respirando.
ele fica tentando mover ela.
- vamos se levante.
- o que? - falou Zahara.
- fico feliz que você esteja bem
Goldfreid tenta ver a frente para ver se conseguia ver os outros, mas não estava conseguindo, ele ergueu ela.
- consegue fica de pé?
- sim.
ela fica em pé.
- temos que ver como estão os outros.
- o que aconteceu?
ele fica calado um tempo, continuou andando.
- o que você não estar me contando?
- perdemos.
- não acredito.
- pois é.
- droga.
- temos que andar.
- eu poderia...
- mais?
- sim.
- não.
- por que?
- por que não sei como você conseguir o "mais".
- por que você diz isso?
Goldfreid olha para o machado.
- porque eu não sei se eu estou certo.
eles andam e encontram o Zarfros e Artur sentados no chão.
- o que vocês estão fazendo? - falou Goldfreid.
- o que estamos fazendo de errado? - falou Zarfros.
- estão parados ai.
- estou querendo dizer como guerreiros.
- o que?
- já é segunda vez que somos vencidos.
- eles eram fortes.
- nós somos os guerreiros do universo os inimigos supostamente TEM QUE SER FORTES.
- eu sei.
- não acredito.
- temos que ir.
- droga.
- Zarfros.
- o que?
- tenho uma coisa a dizer?
- o que?
- estávamos enganados.
- sobre o que?
- Tatans.
- você não acha ele um traidor.
- ainda acho.
- então o que?
- ele não agiu por impulso próprio.
- foi o outro.
- não.
- então de quem foi?
- da arma.
- você esta dizendo que a arma dele sugeriu isso.
- sim.
- e o outro.
- não.
- não acredito que a arma do universo concordaria com isso.
- ele me fez pensar em uma coisa.
- o que?
- estamos realmente fazendo que a arma quer?
- por que este pensamento.
- por que eu vi o poder dela.
- você ver o poder dela todo dia na gente.
- estou dizendo o verdadeiro poder.
- não pode ser.
- não estamos nem pegando uma parte do poder deles.
- só estamos usando o poder externo?
- isto ficou bem claro.
- não acredito que aquele desgraçado conseguia falar com a arma.
- o pior que só conseguirmos falar no primeiro dia.
- eu sei.
- devemos tentar falar com elas.
- devíamos?
- sim.
- mais...
- o que?
- e se as outras armas tiverem o mesmo pensamento.
- dai tem alguma coisa errada.
- não sei se devíamos.
- pelo menos tentar.
- ok.
- como ele conseguiu?
- não disse.
- Zeton.
- Maton.
- nada.
- nada delas responderem.
- o que estar havendo?
- será que não lutamos batalhas suficiente?
- talvez.
- Maton fale comigo.
- como erá o poder?
- delas?
- sim.
- monstruoso.
- mesmo.
- não acredito que ele foi o primeiro.
- nem eu.
- não acredito o quão fortes eles são.
- ainda estou tentando assimilar tudo.
- também.
Zahara estava se aproximando de Artur.
- você estar bem? - falou Artur.
- sim.
- bom saber?
- por que não se levanta.
- é que estou querendo.
- não consegue levantar as pernas.
- não é isso que quero dizer.
- então?
- eu erá um rei na minha vida passada.
- sei disso.
- eu quero me tonar um super guerreiro.
- é isso que somos.
- é mesmo?
- sim.
- olhe para o que aconteceu aqui.
- eu sei perdemos a luta.
- isso é revoltante.
- ele me derrotou me humilhando.
- isso me deixa com raiva também.
- gostaria de poder dizer alguma frase de conforto para poder te animar, mas é impossível neste momento.
- não podemos fica parados.
- mas temos que planejar alguma coisa.
- o que?
- seila alguma coisa.
- com que objetivo.
- para que não sejamos derrotados na próxima.
Zahara abraça o Artur.
- o que vamos fazer? - falou Artur.
- continuar seguindo em frente.
- temos que evitar a próxima derrota.
- isto é certo.
- mais como?
- tem um modo.
- qual?
- falar como espíritos das armas.
- me lembro dele.
- quando você falou com ele.
- só no primeiro dia.
- também.
- como conseguirmos isto?
- ainda não sei.
- por que não ouvirmos mais eles.
- será que eles ainda estão avaliando a gente.
- será.
- gostaria de saber?
- qual o nome da sua arma?
- Zassan.
- Zassan?!
- sim.
- que nome ridículo.
ela bate nele de leve.
- e qual é o seu?
- Excalibur.
- sério?!
- sim.
- que nome ridículo.
- ok!
- gostaria de saber mais sobre elas.
- temos que falar com elas acima de tudo.

capitulo:15
guerreiros Knert.

70 anos se passaram, mas o que aconteceu naquele dia, eles não conseguem esquecer, por que eles sentiam que faziam o certo, mas não sabia que a arma deles, tinha a mesma linha de pensamento, ficava um pensamento dublo, eles sabem que estão fazendo milhares de vidas, estão sendo salvas, mas o sistema que eles devem pro-seguir.
ele inclina a excalibur na frente.
- estou fazendo certo.
- ridículo - falou Zahara.
- queria muito fala com ela.
- mas você estar falando.
- eu sei, o problema que ela não responde.
- sei qual é maior problema.
- e qual séria.
- naquele dia virmos como é um guerreiro do universo.
- sei disso.
- e não estarmos demonstrando nada perto daquele poder.
- nunca iriamos vencer a batalha.
- o que?
- se esqueceu que antes dele se transforma, ele já tinha uma força grande.
- eu vi.
- e se for isso.
- e se tivermos enganados esse tempo todo?
- como assim?
- e se for simplesmente questão de força?
- força?
- sim.
- você acha que é assim que eles descidem se vão falar com a gente ou não?
- para eles deve ser assim, que resolvem para ver se nós somos bons guerreiros.
- não é um bom metodo.
- para eles podem ser.
- não acredito.
- pense a gente não conhece ele.
Zahar dar uma respirda forte demonstrando raiva.
- o pior é que aquele traidor,consegue falar.
- isso é o que mais nos assombra.
- o pior é que depois dele tivermos outras vitórias.
- mas ainda sentirmos a derrota.
- nem me fale.
Artur olha para trás.
- tomara que o próximo nos faça tirar este pesar da derrotar.
- isso mesmo.
- o Zarfros fica treinando constantemente.
- ele estar muito obsecado por isso.
- ele perdeu duas vezes com a mesma pessoa.
- e o deixou viver.
- isto é muito para o guerreiro.
- outra coisa na minha mente.
- o que é?
- você acha que a setima arma estar de que lado.
- do nosso.
- mas e se ele se separou por que não aprovou a idéia.
Artur olha para espada.
- até eles não falarem com a gente tudo que podermos fazer é presumir.
- tem razão.
Goldfreid vai andando até eles.
- e ai - falou Artur.
- ola - Falou Goldfreid.
- o que vocês estavam conversando.
- vou te dar uma chance de adivinhar.
- sobre as nossas armas não falarem com a gente.
- exato.
- se a gente falar-se não ia adiantar muito.
- por que?
- antes mesmo ele já nos derrotava.
- então é impossível vencer-lo.
- neste momento, sim.
- alguma idéia de como vencer-lo.
- isto seria andando de planeta e planeta.
- por que não fazermos isso?
- por um motivo?
- qual?
- não saberiamos que realmente estar préjudicando o universo.
- e só sabermos daqui?
- exato.
- gostaria de descobri o jeito de poder destruilo.
- antes que um dia ele destrua a gente.
Zarfros anda depressa até eles, viu que todos estavam reunidos.
- temos trabalho.
todos eles estavam voando no universo, Artur estava vendo o planeta todo azulado, todos eles chegaram lá, estavam andando, olhando
para os lados.
- você sabe se eles estão perto - falou Artur.
- normalmente é fácil de indentificar - falou Zarfros.
- sei pela onda de destruição.
- que estamos todos aqui para evitar mais destruição.
um cavaleiro com a armadura dourada, com a aprarência humana, e com uma espada grande, ele estava indo em direção aos cavaleiros do universo
viu todos os cavaleiros, viu especialmente a Zahara, notando a beleza dela.
- sou Agnus, quem são vocês? - falou o cavaleiro.
Artur fica na frente do grupo.
- nós somos os cavaleiros do universo - falou Artur.
- então vocês existem.
- sim.
- eu pensava que erá só uma historinha que contavam.
- me diga Aguns, quando você vai sai do planeta.
- o que?
- nós sabermos que você é uma pesssoa que esta fazendo mal a este planeta.
- e escultou bem.
- saia deste planeta.
- acontece que queremos fica por muito tempo.
- receio que isso não seja possível.
- você vai me imperdir.
- eu não.
Artur aponta para trás.
- nós.
- só pode ser brincadeira.
Agus desaoarece neste momento,aparece ao Lado de Artur atacando com a espada, artur se afasta um pouco, quando pisou firme no chão contra-atacou com a espada.
ele consegui defender bem, Agus se apróxima mais um pouco e dar uma joelhada na cara de Artur.
- sério que vocês vão defender o planeta - falou Agnus.
- sim.
- por que o seus amigos não estão ajudando.
- eles sabem que eu consigo vencer-lo.
- quando eu vencer vocês, vou me diverti e muito com a garota.
- O QUE?
Artur se apróxima dele, atacando com a espada, e ele defende.
- é só isso que consegue fazer?
Artur dar um soco na cara de Angus.
- também tem isso - falou Artur.
- sério.
Agnus circula um pouco o Artur.
- guerreiros do universo.
- sim.
- vocês são meros guerreiros normais.
- O QUE?
- não vejo nada de extráodinário.
- ainda nem começamos.
- digo o mesmo.
Agnus aponta a espada para o Artur.
- a festa vai começar agora.
- pode vim maldito.
- primeiro tenho que agradecer a vocês.
-por que?
- com vocês aqui mostram o quanto eu sou perigoso.
Artur apróxima rápidamente dando alguns golpes de espada Angus estava conseguindo defender todos os golpes, que estava acontecendo
Agnus demonstrava não ter nenhuma dificuldade, ele continuava com o sorriso, isso estava irritando cada vez mais o Artur, ficava tendo mais
velocidade de ataque, Agnus via a raiva dele, e nisso a diverção estava só aumentando, Artur se afasta um pouco.
- cançou guerreiro.
Artur coloca a espada de lado.
- não - falou Artur.
Artur dar um fleche de luz, isso cêga o Agnus por um tempo, depois o ataca com a espada, acertando o golpe,destruindo um pouco da amadura dele
o sangue estava sendo jorrado, o Artur quando desferiu o golpe teve o momento de felicidade, mas ele não viu um soco que veio na direção dele, que
acertou a cara de Artur ,fazendo-o se afastar um pouco.
- que golpe de sorte - falou Agnus.
- digo o mesmo.
- isto que você fez não foi nada comparado o que farei com você.
- tudo o que você fez agora foi dar um soco.
- idiota.
- o que?
- eu não te dei um simples soco.
- você não fez mas nada.
- olhe para o sangue.
Artur viu o sangue que estava saindo e notava que estava normal, por pouco Artur ver a sombra de uma espada, e a espada do Agnus consegue encostar
um pouco no rosto dele, o Arutr segurava o golpe com a espada, empurrou ele.
- maldito.
- tem razão só dei um soco.
- você não vai me vencer assim tão fácil.
- que pena.
Agnus pisa forte no chão com tom de ameaça.
- eu esperava acabar com você fácil.
Artur desaparece, ataca as costas de Agnus,mas aparece uma esxrituras nela, e dela passa uma energia, que dar um choque no Artur, ele sente a dor, Agnus dar
soco no Artur fazendo-o cair no chão, Agnus ataca com a espada, e Artur defende com a Excalibur.
- você não vai me vencer - falou Artur.
Agnus se afasta.
- tem razão.
Artur se levanta.
- por que parou - falou Artur.
- notei como derrotar você.
- o que?
Agnus crava a espada no chão.
- e vai ser fácil.
- pegue a sua arma - falou Artur.
- não.
- não irei lutar contra alguém desamardo.
- lute.
- não é jeito honrado.
- você está com medo.
- você é louco.
- não.
- pegue a sua arma maldito.
- esta é arma do universo certo?
- sim.
- errado.
- o que?
- agora ela é minha.
- vai sonhando,ela nunca será sua.
- vai ser é só eu matar você.
- então venha.

capitulo:16
Agnus.

Agnus correu em direção ao artur, o Artur simplemente se afastou e Agnus, o fato dele estar desamardo estava pertubando muito, que
não estav conseguindo lutar direito, Agnus cntinuava com a mesma coisa, isto estava irritando muito o Artur, por que não queria uma luta daquele jeito
por mais que ele tenha o objtivo de marta-lo, mas daquela maneira, não erá uma forma de um guerreiro lutar.
- pegue a sua arma maldito - falou Artur.
- o que foi estar com medo.
- se o seu desejo de morrer é grande assim, vou realizar-lo.
Artur finalmente vai na direção de Agnus.
- finalmente teve coragem - falou Agnus.
- morra rápido.
Agnus esquiva do golpe e dar dois socos no artur, ele sente um pouco desnoteado, tentando ainda entender o que estava acontecendo, por mais confuso
que esteja sabia muito bem do objetivo, embora executarr a tarrefa, ai que estava o problema, deu mais dois ataques com a espada o Agnus desvia sorrindo
debochando de como o Artur estava lutando, deu mais dois socos na barriga de Artur, a armadura ajudou um pouco mais conseguia sentir a dor dos golpes
cada golpe que dava ele ficava cada vez mais feliz, simplesmente por estar fazendo o inimigo sofrer, deu mais dois socos mas num deles o ombro de Agnus começou
a doer, nisso se afastou um pouco.
- o que foi ? - falou Artur.
- eu não tenho pressa.
- muito engraçado.
- eu não estou brincando.
- notei que foi por causa do ombro.
- não é bem assim.
- não me engane.
- mas não estava de brincadeira quando eu falei,que não tenho pressa em matar o inimigo,não importando a condição que eu esteja no momento, eu nunca resolvo nada
rápido, por que eu não gosto de matar,mas fazer as pessoas sofrerem isto é o que eu mas gosto, e como gosto, vendo a cara de dor, vendo o sangue da vitima saindo, isto
é muito divertido.
- você é louco.
- talvez.
Agnus olha para a Zahara.
- nossa - falou Agnus.
- o que foi?
- eu vou aproveitar e muito ela,depois de matar todos vocês.
- maldito.
Artur energina a arma, tornando a energia azul fica por todo a espada.
- você vai morrer.
- percebi.
- o que desta vez?
- você namora ela não é.
- sim.
- que diverttido.
- pot que isso diverte você.
Agnus fica sinza.
- o que? - falou Artur.
a espada de Agnus voa sozinha e faz um corte na Zahara.
- droga - falou Zahara.
- eu sou seu adversário desgraçado - falou Artur.
- como eu disse - falou Agnus.
ele dar um sorriso grande.
- eu gosto de fazer o meu inimigo sofrer.
Artur vai na direção de Agnus e perfura o ombro esquerdo de Agnus.
- o que ? - falou Artur.
Artur desconfiando de como foi fácil o ataque.
- mas por que? - falou Artur.
- eu já disse.
o ombro dele se regenera.
- como isso pode ser possível - falou Artur
Agnus olha para trás.
- o que foi criatura ?- falou artur.
- estou vendo como estar a situação.
- mas eu sou seu inimigo.
- não me referia a você.
de repente o ombro da Zahara começar a sangrar.
- o que você fez - falou Artur.
- na verdade você que fez - falou agnus.
- como assim?
- toda vez que você me ferir você vai estar ferindo ela.
- desgraçado.
agnus dar uma risada forte.
- nossa como você me diverte.
- maldito - falou agnus.
- agora que estou me divertindo.
agnus anda na direção do artur.
- vamos me mate.
- quando eu descobrir uma maneira eu vou acabar com você.
- nossa você engraçado.
- você devia ser como eu.
- um monstro?
- na verdade você devia começar a odiar todo mundo, até os amigos.
agnus abaixa a cabeça.
- para quando eles sofrerem...
ele levanta a cabeça.
- ai você se diverte.
ele abre os braços.
- vamos me marte.
- droga.
- ainda não me ataque.
agnus move a cabeça negativamente.
- que decepção.
- vou matar você.
- então o que espera.
- acabe com ele - falou Zahara.
- o que - falou artur.
- não se importe comigo marte ele.
- mais...
- vamos você tem que fazer o necessário.
Agnus morre de rir de toda situação que estava acontecendo naquele momento, não estava acreditando no que estava acontecedo ele
tenta se conrolar um pouco depois, dar uma respirada.
- vocês realmente são muito engraçados.
- do que você estar rindo besta - falou Artur.
- e você ainda pergunta.
ele enchugar as lágrimas dar risada.
- não é tudo que acontece comigo também acontece com ela, eu simplesmente estou usando ela como forma de me regenar.
ele aponta para trás.
- se ela morrer ainda continuarei bem.
- eu vou descobri um meio de te matar sem ferir ela - falou. artur.
- até lá.
Agnus corre em direção do Artur , quando chegou perto deu dois socos.
- eu vou me diverti um pouco -falou Agnus.
deu mais três socos, ele não tinha velocidade suficiente para deter os golpes.
- por que não eu - falou Artur.
- o que?
- por que você não me escolheu para usar esta magia.
- como você demora para entender.
Agnus dar uma respirada forte para dar a explicação.
- para você sofrer.
ele aponta para trás.
- aposto que quando eu firo ela, você se machuca mais.
- você é mesmo um maniaco.
Agnus se apróxima e dar mais dois socos.
- obrigado pelo elorrgio.
Agnus dar um chute e o Artur fica no chão.
- o que foi -? falou Agnus.
Agnus vendo ele no chão.
- já desistiu.
- nunca.
Artur se levanta.
- eu não vou desistir.
- então me ataque.
- droga.
- você disse que iria me matar rápido?
- sim.
- vamos acabe rápido.
- vou encontrar um jeito.
- então seja rápido.
Agnus vira da cor normal.
- opa.
- como assim opa - falou Artur.
- me esqueci de um detalhe.
- qual?
- isso tem limite de tempo.
Agnus corça a parte de trás da cabeça, por causa do sem jeito que ele estava no momento.
- não vou perdoar.
- são tantas magias que é dificíl lembrar das regras de todas.
Artur correm em direção ao Agnus.
- o que foi ? - falou Agnus.
- morra maldito.
Agnus esquiva dos golspes , deArtur.
- se esqueceu que você ainda estar em desvantagem.
- com esses socos você nunca vai me derrotar.
-não é com socos que eu vou te matar.
- o que?
- só pretendo te deixar fraco o suficiente para eu te matar com espada.
Artur corre muito rápido e chegar perto de Agnus, atacando-o com a espada, ele simplesmente esquiva, e dar um soco na cara de artur
fazendo-o se afastar um pouco.
- droga - falou Artur.
mecheu um pouco a cabeça, para ver se tudo voltava como estava para não fica maluco.
- de novo.
Artur vai em direção a Agnus atacando-o com a espada, ele simplesmente esquiva afastando um pouco.
-tenho que ser mais rápido.
colocando o pé no chão.
- isso deve me ajudar um pouco.
com o pé dar um impulso ganhando mas velocidade, artur obervava o Agnus.
- vamos não tire os olhos do inimigo.
atacando com aespada e de novo o golpe falha.
- não se distraia muito.
afasta um pouco de Agnus.
Artur crava a excalibur no chão.
- o que? - falou Agnus.
- chega.
-você desistiu da luta.
- muito pelo contrário.
- então.
- vamos lutar com as mãos limpas.
- mesmo asim você não vai me matar.
Artur rir alto.
- o que foi? - falou Agnus.
- pensava que você já sabia o que iria acontecer.
- o que você esta dizendo.
- o objetivo é te enfraquecer.
Artur fecha a mão demonstrando raiva.
- depois vou te matar com excalibur.
Agnus correm em direção ao Artur.
- ainda assim estarei na vantagem.
Agnus dar um soco, Artur esquiva.
- o que?- falou Agnus.
Artur dar uma joelhada no Agnus,
- finalmente acertei -falou Artur.
Agnus deu um soco e Artur esquiva.
- não estou mais acertando ele.
Artur acerta dois socos no Artur.
- se divetindo Agnus .
Agnus abraça o Artur e dar a cabeçada na cabeça da cabeça dele.
- droga - falou Artur.
os dois ficam confusos.
- naõ foi uma coisa inteligênte - falou Agnus.
- concordo.
Artur estava cabaleando.
-o que você pretendia com isso? -falou Artur.
- simplesmente agir por impulso.
- tô vendo.
- nuca mais vou fazer isso depois.

capitulo:17
Brat.

os dois ainda estavam confusos, Artur pegou a espada, foi na direção do Agnus.
- o que ? - falou Agnus.
chegou perto de Agnus deu um golpe cortando a cabeça de Agnus, ele ver a cabeça de Agnus rolando, depois Artur fica de joelhos, dar uma
pequena respirada, e olha por corpo morto.
- finalmente.
Zahara se apróxmia.
- finalmente - falou Zahara.
- você estar bem.
- ou vou me recuperar.
- bem já podermos ir para casa.
Zarfros vai em direção a eles.
- está engando - falou Zarfros.
- é mesmo - falou Artur.
- lembrar-se ainda falta pessoas para enfrentarmos.
- EXATO - uma voz vindo do nada.
- quem é -falou Zarfros.
uma pessoa grande, com a pele vermelha,tinha uma aramadura grande e pesada, com ele tinha um martelo grande, ele estava andando na direção deles.
- eu sou Brat, a pessoa que vai derrotar vocês - falou a pessoa.
- este vai seu eu que voui matar.
Zarfros anda na direção do Brat.
- o que você disse? - falou Brat.
- que vou te matar.
- vai sonhando.
- vou lhe dar uma chance de parar com tudo.
- estar falando!
- não perca esatr oportunidade.
- vocês é quem devem sair daqui.
- vamos ficar.
- então morram aqui.
- vai sonhando.
- prepare-se.
- vi que você mataram o Agnus.
- sim.
- finalmente.
- o que?
- ele erá o mais irritante do grupo.
- como pode querer que um colega morra.
- ele erá muito chato.
- isso não é desculpa.
- opa, me lembrei de uma coisa.
Brat corre, e uma assinatura aparece na armadura de Agnus.
- mas o que?
acontece uma grande explosão machucando, artur, Zahara, Zarfros e Goldfreid.
- o que foi isso? - falou Zarfros.
Brat vai na direção deles.
- agora passou.
- O QUE FOI ISSO.
- nosseas armaduras foram feitas para explodirem quando morrermos.
- por que vocês fazem isso?
- simplesmente para ninguém usar depois que morrermos.
- vocês são malucos.
- e como eu falei Agnus é um idiota.
- você já disse isso.
- existe um outro motivo para as explosões.
- qual seria?
- por que as nossas armaduras são presciosas.
- não me venha com essa.
Zarfros sente uma dor incrível na barriga, como se alguém tiver-se batido nela, ficou sem entender o que estava acontecendo.
- como?
Zarfros sofre um grande golpe nas pernas, fazendo cair, no chão ficava sentindo grandes pancadas nas costas.
- não pode ser.
Zarfros ficava olhando para o brat e via que ele não estava se mechendo.
- como você consegue me atingir sem se mecher.
ficou recebendo mas pancadas fortes, Zarfros ficava tentando resistir mas não estava conseguindo.
- sei que é você mesmo sem se mecher.
Zarfros fez uma barreira de energia, ao redor.
- interesante - falou Brat.
- pensou que seria fácil.
- ainda bem que não.
uma energia amarela estava se reunindo em volta do martelo.
- desculpe por não dar a explicação - falou Brat.
- tudo bem.
- pensava que você ia morrer, então pensei não prescisa de explicação.
- agora você quer?
- exato.
- explique para depois martalo.
- essa armadura permite que ataquemos com as nossas armas sem prescisarmos nos mecher.
- entendo.
- no momento que você descer essa barreira.
- vai me atacar.
- primeiro por essa energia.
- você não sabe de uma coisa.
- do que?
- eu sou um guerreiro do universo.
- eu ouvi a luta.
- pelo visto não ouviu direito.
- por que?
- você estar me subéstimando.
- sei que não.
- se essa é unica vantagem que você tem...
Zarfros dar um sorriso.
- então você é um homem morto.
- você não estar entendendo muito bem a situação.
a barreira desaparece.
-você não estar entendendo mesmo.
Zarfros desaparece.
- o que?
Zarfros dar uma aespada no ombro de Brat,mas a armadura projete bem.
- tente de novo.
Brat olhou o Zarfros mas foi por pouco tempo.
- o que?
as costas de Brat é atacada de novo armadura projete.
- droga.
brat ficava olhando para todos os cantos.
- onde?
Zarfros ficava aparecendo de vez em quando.
-o que pretende?
Zarfros ataca a perna de Zarfros e fica correndo.
- acha que eu não sei como funciona.
- o que seu maldito?
- o seu golpe de sem se mover.
- mentira.
- sei que você não se move realmente.
Zarfros estava correno mais rápido.
- mas você é presciso se concentra não é.
- enganado.
- então por que não estar conseguindo agora.
Brat fecha a mão com raiva.
- maldito.
- e mais uma coisa.
- o que?
- se você não conseguir mover a sua arma direirto.
Zarfros ataca com a espada e Brat defende com o marterlo.
- você morrerá facíl.
- me subestima.
- muito pelo contrário.
- então o que você estar fazendo?
- tentando te matar.
- vai fica na tentativa.
- falei da amra, por que armas gramdes causam muito dano mais o problema é velocidade.
- não me subéstime.
- você se enganou.
- sobre o que?
- sobre Agnus.
- que tem ele.
- ele não erá um idiota.
- por que acha isso.
- ele não sabia muito dos poderes da armadura porque ele não prescisava dela.
- não sabe o que diz.
- essa sua arma de deixa lento por isso que você depende muito da armadura.
- maldito.
- ele podia matar você fácil.
- você não.
- desculpe.
- pelo o que, demorei para peceber como te derrotar.
Zarfros estava apontando a arma para ele, com um sorriso no rosto, porque ele já estava sentindo o gosto da vitória já era uma coisa que
já estava na cara dele, se preparando para correr, se inclinando na direção dele, correu com toda a velocidade, Brat mal estava vendo os
movimentos, supresso com a velocidade de Zarfros, tentava arrumar um contra-ataque, mas não estava conseguindo naquele momento
com o peso da marreta, tentava dar um golpe, mas em comparação ao o outro, estava muito lento o peso do martelo estava fazendo diferença
naquele momento, ele não podia fazer nada naquele momento, com o pânico que estava na cabeça dele erá impossível se concentrar para poder
realizar alguma magia, termendo a morte certa ele tentou se afastar um pouco, mas ele não conseguiu estava lento demais, o golpe iria ser inévitavel
a unica coisa que ele podia fazer naquele momento erá aceitar que iria receber o golpe, ainda com esperança que ele não ia fazer nada por que a armadura
ia proteger de qualquer mal que iria acontecer a ele, a lâmina de Zarfros estava se apróximando de maneira veloz, encostando na armadura, conseguia ouvir
os metais se encostando, fazendo o ruido estrondoso, Brat se supriendeu pelo fato da arma ter ultrapassado a armadura,cuje ele jugava ser impenetravel, que naquele
momento ele tinha perdido as esperanças, a dor que se seguia, o Brat estava conseguindo suporta de primeira, mas depois estava claro demais que a dor erá demais
sabia a profundidade de ferimento, olhando para o lugar onde a espada foi enfiada, ele estava com um terror que é impossível de descrever, o ordio dele estava crescendo
não só pelo fato de ser atingindo, mas via o quanto as esperanças estavam sendo perdidas, quando via o sangue ele não estava acreditando que erá dele
erá terrivel demais a realidade para ele naquele momento, ficou parando um pouco por causa do momento de choque que ele estava tendo naquele momento
depois que o choque passou notou que devia fazer alguma coisa, ele não podia fica parado ali, Zarfros estava com o mesmo tipo de pensamento quando
poude ele saiu daquele lugar, Brat sentia a espada saindo dele, viu a grande quantidade de sangue saindo e pingando no chão, para ele estava
vendo as gotas cairem em camera lenta, o som erá muito forte quando os pingos cairam no chão, pensou que ele já derramou várias gotas de sangue
dos inimigos mas nunca da dele, erguendo a marreta, ele ficou em posição de defesa, mesmo sendo um pouco difícil para ele segurar já que estava
sentindo o peso da dor , estava tentando olhar para o Zarfros, mas não conseguia, por que ele estava em movimento constante, sábia o unico jeito
de para ele, estava reunindo muita energia no martelo, apesar de saber que o golpe não vai ser tão forte como antes, pelo fato do ferimento que se
ele usar-se a força total, sábia que assim poderia se matar também, com esse risco grande não podia arriscar assim, já que Zarfros ainda estava rápido
o vento estava na direção de Brat, e se acumulando na marreta.
Zarfros não estava querendo fica parado, por que sábia o que estava acontecendo, não sabia o que exatamente, mas coisa boa sábia que não erá
sábia que naquele momento todo cuidado é pouco, estava tendo se concentrar no Brat, mas sábia que o ataque podia vim de qualquer canto, ficava observando todo o
lugar, por que disprevinido é que ele não queria ser apanhado, estava segurando firme a sua arma, apesar do momento de felicidade de ter conseguido
ferir o inimigo, sábia que não podia fica por muito tempo feliz, por que ele já estava conseguindo fazer um contra-ataque, apesar que por um momento
pensou em atacar ele, fazendo parar com que ele estava fazendo, mas descidiu deixar acontecendo, simplesmente por que sábia quanto mais força
ele colocar nesse ataque, se falhar sábia o quanto ele podia fica esgotado, por isso tudo que ele podia fazer é fica esperando o contra ataque
para isso ele descidiu fica parado, por que sábia que em movimento é dificil esquivar de um golpe em movimento, por isso só estava esperando.
- finalmente ficou parado verme - falou Brat.
- quero ver o quanto você aguenta esta luta.
- vou durar mais que você.
- já esta morto.
- digo para você isso verme.
- gostei de ver o seu sangue.
- por que?
- isso já acelerar a sua morte.
- não brinque com isso.
- você vai me atacar.
- sim.
- por que não faz o martelo invisível.
o objetivo não erá só provocar, mas erá também fazer com que o golpe que ele estava fazendo perder-se força, para depois ele acumular mais
que só iria esgotar mas, já estava esperando os golpes, sábia que podia não suporta direito os golpes mas era um preço pequeno a pagar, pela vitória
que ele estava sentindo.
- não - falou Brat.
- por que não?
- tenho algo melhor.
- solte agora.
- o que?
-se não vou te atacar agora.
- não provoque verme.
- prepare-se.
- nem pense.
- agora.

capitulo:18
brat a grande luta


colocando a perna na frente amaeçando fazer frente de batalha querendo istingar algum tipo de golpe com que faça o Brat gasta um pouco
mas de energia, Zarfros estava correndo de um lado para o outro mas ele parava, para dar a deixa, do ataque, Zarfros se desaponta por que
ele não ataca, por mas que ameaçar-se o Brat ainda estar reunindo energia, não sabia muito bem o que Zarfros estaava querendo para ele o
Zarfros estava desejando a morte certa, quando a ponta do marreta estava começando a pesar e muito sábia que estava perto da hora do ataque
Brat estava feliz, por que o Zarfros não estava se movimentando muito o que dar a chance do ataque ser maior, apesar que acerta não erá bem o
objetivo, o efeito é bem maior que o ataque em se.
- você quer com que eu ataque? - falou Brat.
- finalmente.
- então aqui estar.
Brat ergue a marreta, taca ela no chão, Zarfros estava pronto para esquivar do golpe que estava por vim mas não foi exatamente que estava
planejando.
- droga - falou Zarfros.
tentou mas não estava conseguindo ele estava se desequilibrando, sábia que se cair, os ataques não vão parar, tentava se manter em pé mas
foi inutíl, caiu no chão, lá ele começava a sentir o que estava por vim, o que é engraçado por que estava esperando com que ele soltar-se os golpes
antes, mas agora, ele não queria os golpes, mesmo sabendo o que estava por vim, não estava pronto estava esperando o momento de pânico passar
para ver se planejava alguma coisa, mas já erá tarde demais.
- morra -Brat.
O Zarfros estava recebendo golpes todo o tempo, não estava dando pausa, só queria parar quanto tiver-se certeza de que ele estaria morto, estava
muito feliz, isso estava fazendo ele feliz para ele erá uma forma de vingar o que aconteceu para ele, um ato imperdoavel considerado por ele, como
se ele tiver-se ofendido a deus e ainda deu um tapa nele, estava se divertindo vendo o Zarfrós sofrer não de forma sárdica como erá o Agnus mas simplesmente
por vingança, não importava quantos golpes dava não pareciam ser o suficiente, ele estava tendo uma cara de felicidade, não importava como ele
marta-se o Zarfros naquele momento ele já estava por sartisfeito.
- ual - falou Zarfros.
- o que?
- não esperava isso.
- morrra.
- você realmente me desapontou na expectativa.
- do que você estar falando?
- pensava que os seus ataque seriam mais fortes.
Zarfros ainda estava recebendo mas levantou como se nada tiver-se acontecendo, o Brat ainda estava concentrado em matar ele, mas cada vez que
tentava mas assustado ficava, por que estava vendo o quão monstruoso o Zarfros erá, nesse momento toda a felicidade de Brat havia desaparecido
agora havia só pânico.
- o que esta acontecendo? - falou Brat.
- simples, criei resistência.
- como ?
- também fiquei supresso.
- você é um monstro.
- sim.
- maldtido.
- todos que querem prejudicar o universo devem me considerar um monstro por que não terei nenhuma piedade para nenhum deles, isso inclui você
criatura.
- não se ache.
- vamos me marte.
Brat estava correndo em direção o Zarfros.
- morreu - falou Zarfros.
- cale a boca.
levantando a marreta.
- sinta o peso da minha arma.
- é peso dela que vai te matar.
- morra.
Zarfros esquiva do golpe.
- não disse - Falou Zarfros.
- o que?
percebendo a situação que estava já estava querendo sair, sabendo que não teria como ser veloz, que na verdade isso erá o que mais ameaçava
ele neste momento, prevendo o ataque imediato, rezando para que o próximo ataque dele seja tão devastados quando foi o primeiro ataque, vendo
aprenciso os movimentos de Zarfros, quando ergueu a marreta auto-suficiente, perceu o erro de fazer isso em curta distância, mas o erro ele
só foi perceber depois, enfiou a espada na barriha de Brat, por sorte a arnadura protegeu causando nenhum tipo de dano, ele não estava afim
de fica parado para ver o que ia acontecer, quando foi atacar de novo sentiu o aço enfiado no ombro fazendo com que ele lagar-se a marreta
viu que o ele enfiou a espada numa brecha da armadura, que quando ele fez aquele movimento deixou muito aberto, um erro que vai lhe custar
e muito, no momento de desespero Brat dar um soco na cara de Zarfros fazendo-o se afastar, depois ainda deu um chute, falou alguma palavras
a armadura solta um brilho amarelo,empurrando-o para mais longe, nisso Brat tempo suficiente para pegar a marrreta, quando a outra mão pega a
marrreta para fazer o contra peso, todo braço começa a doer.
- meu ombro - falou Brat.
- desista logo.
- nem morto.
- sua marreta é inutíl.
- se engana.
- escolha uma outra arma.
- não vou fazer isso.
- uma marreta é presciso as duas mãos.
- não se preocupe me viro.
Zarfros simplesmente vai andando em direção ao brat, o Brat ficam em posição defensiva esperando um ataque rápido, se supreende quando ver
que ele não corre só fica andando, mesmo ele não correndo, não parava de desconfiar do tal ataque, quando se apróximava mas, a tenção só aumenta
não entendo o que ele estar planejando, Zarfros simplemente fica parado na frente dele.
- vamos - falou Zarfros.
- o que?
- ataque.
ele ataca com a marreta, o Zarfros simplesmente com a espada numa mão só defende o golpe sem grandes dificuldades, mas o Brat sentir uma dor nesse
ataque, ele simplesmente se ataca um pouco.
- eu inutilizei a sua arma - falou Zarfros.
- cale a boca.
- você sabe que é verdade.
ataca de novo, Zarfros defende a marreta sem grandes dificuldades de novo, isso estava deixando Brat louco, estava atacando mas, mais a cada golpe parecia
impossível de realizar outro, continuava os ataque mas sempre tinha o mesmo resultado até que ele largou a marreta.
- droga - falou Brat.
- saia daqui.
- não vou me demonstrar um fraco.
- uma pessoa esperta seria melhor.
Brat pega a marreta.
- você não pode mais lutar.
- sou vou parar.
brat ajeita a posição do martelo.
- quando eu morrer.
- não tenho a obrigação de te matar.
- o que?
- a luta acabou.
- não me venha com essa.
- a unica coisa que você pode fazer agora é se defender.
- não me subéstima.
- vá agora.
brat ataca e Zarfros simplesmente esquiva do golpe.
- maldito.
- vai tentar de novo.
- já disse que sim.
- pêna.
- morra.
Brat olha com raiva para o Zarfros.
- não vai ser tão fácil.
- ele tem razão - uma voz femina.
aparece uma mulher de cabelos escuros de longos, com uma estrela negra pintada na cara, vestia uma armadura igual aos anteriores, com
ela tinha uma corrente, com uma lâmina grande na ponta, e ela estava girando a lâmina.
- sai fora Zag - falou Brat.
- a luta acabou.
- ainda vou acabar com esse desgraçado.
uma ponta de aço atraverssa o peito de Brat, ele não acredita na situação, chocado com a situação ele olha para ela, não entendo nada, ela restira
a ponta, quando chega perto dela, ela continua girando a ponta.
- por que? - falou Brat.
- como o homem ai falou a luta acabou.
- não vou te perdoar.
ele anda na direção dela mas não dar muitos passos e cai no chão.
- droga.
- adorei essa lutar.
- QUE TIPO DE GRUPO SÃO VOCÊS? - falou Zarfros.
- um grupo de conquistas.
ela fica girando a corrente mas rápido.
- e de martanças.
ela abre um sorriso.
- o que eu gosto mais é de matar.
- estar me parecendo com o Agnus.
- é eu namorava ele.
- vocês realmente se combinavam.
- ele gostava de machucar as pessoas, mas não de marta, mais eu gostava,ele feria as pessoas e eu terminava o trabalho.
-vocês todos são loucos.
- me lembrei de uma coisa.
ela lança a corrente amarrando o Brat.
- o que você vai fazer?
- o que você não sabe.
a corrente continua e prende o Zarfros.
- droga.
- não se preocupe fica melhor.
ela faz com que o copo de Brat fique muito perto de Brat,
- me solta.
as inscrição aparecem na armadura de Brat.
- me solta.
- não se preocupe eu vou te soltar.
acontece a explosão afetando e muito o Zarfros, quando a fumaça se foi estava ele todo machucado por causa da explosão, e ela libera o Zarfros.
- não disse que liberaria você.
ela fica girando a corrente.
- agora vou terminar o serviço.
- NÃO - falou Zahara.
- quem é você?
- sou Zahara.
- o que você quer?
- acabar com você?
- intersante.
Zahara vai na direção de Zag.
- sério?! - falou Zag.
- o que?
- eu com uma arma a distância e você vem com uma espada.
- acabo com você de qualquer maneira.
- tudo bem.
- o que?
- é que eu tenho uma coisa.
Ela fica girando a corrente.
- eu não gosto muito de lutar.
- então o que estar fazendo aqui?
- disse que não gosto de lutar.
Estava girando mais rápido a corrente.
- mais de matar eu gosto muito.
- você vai ter a luta.
- bem se você escolheu essa arma tudo bem.
Estava girando cada vez mais rápido.
- gosto de matar rápido mesmo.

capitulo:19
Zag a rápida mortal.

Zahara estava querendo atacar, mas sabendo que fosse simplesmente na direção dela, o contra-ataque seria muito rápido,
arriscando tudo ela foi na direção da Zag, ela não perdeu tempo, atacou com a corrente a ponta foi voando em direção a
Zahara simplesmente estava pronta para defender o ataque, se surpreendeu quando passou direto ao lado dela, não entendeu
por que ela fez isso o que estava pretendendo.
- o que aconteceu?
- não se preocupe.
a corrente começou a amarar o pescoço dela.
- droga.
- percebeu agora.
a Zahara estava sufocando.
- eu disse que não foi muito inteligente.
a Zahara estava batendo na corrende com a espada.
- boa sorte! - falou Zag.
- cale a boca.
- a minha correte.
- vamos me ajude.
ficava batendo direto na corrente.
- quebra maldito.
- morra.
ela pega a corrente com a mão.
- me lembrei de uma coisa.
- me diga depois.
- ela segura a corrente.
- o que?
Zahara estava puxando a corrente.
- não pode ser.
enquanto ela puxava a corrente, estava se preparando para um ataque.
- venha.
- droga.
ela aperta mais a corrente do pescoço da Zahara.
- larga maldita.
- venha.
- OH MEU DEUS.
- morra.
Zag tem um ataque de risos.
- o que? - falou Zahara.
- pensou que esse fosse o meu fim não é?
- não estou entendo.
a corrente ficou invisível.
- ainda consigo segurar ela - falou Zahara.
ela não sente a corrente nas mãos.
- o que?
a corrente estava inteiro na mão da Zag.
- como pode ser possível.
- a minha arma é capaz de atraversar objetos, como se fosse um fantasma.
- não pode ser.
- bem vamos testar de novo.
- droga.
Zag estava com um sorriso na cara, ficava girando querendo gerar expectativa, para deixar a Zahara en pânico a Zahara estava muioto atenta
sábia que não podia se descuidar nem por um istante, cada vez que girava mais rápido, ficava pensando se o momento séria agora, mas não lançava
- o que foi? - Falou Zag.
- nada.
- mesmo.
ela lança a corrente a Zahara sai da frente, esquivou bem da ponta, mas o cabo da corrente erá o que mais preocupava ela, quando a Zag trouxe de volta
a Zahara não se preocupava mais, um momento para se acalmar erá tudo que ela queria, Zag dava esse momento, a cada momento a Zahara se apróximava
mais, o problema é que Zag não gosta de lutar, então cada vez ela ia se afastando, sábia que não poderia correr, por que se não ela poderia simplesmente
atacar com a corrente e poderia não se esquivar, sábia que se aponta atingir ela, isso vai préjudicar muito na batalha pordendo arruinar todos os planos
dela para essa batalha, Zahara correu em direção a ela, lança a corrente, Zahara percebe e se abaixa, por pouco não atinge ela por certo, por que o ataque
só raspou no ombro, sábia se esse golpe fosse mais em abaixo, sábia que poderia ser fatal, e sábia que se goldfreid fosse a ela luta ele perderia fáciil
simplesmente pelo fato dele ser grande, isso préjudicaria muito a ele, por que nesse luta uma coisa que definiria, séria a velocidade, que determinaria
a luta, os outros dois não podiam lutar por que via o quão fraco eles ficaram nas lutas anteriores, tudo dependia dela, percebeu que estava muito tempo
parada, não podia fazer isso só daria mais chance a ela, reuniu coragem como pode, se levantou e foi na direção da Zag, ela lançar a corrente, consegue
escapar da ponta de ferro, mas não conseguiu escapar da corrente,errolou na perna dela, caiu no chão a reação imediata foi pegar a espada e ficava batendo
na corrente, não parava de bater nela, ficava batendo direto, percebia que erá inútil, mas não estava querendo desistir mesmo com a esperança perdida
continuava com toda força que ela tinha, nesse momento ela só agradercia pela corrente não dar nenhum choque, nisso ela ficava bem aliviada, ficava vendo
a Zag de longe, sábia que ela estava presa e mesmo assim a Zag continuava parada, o que ela estava pensando que oportunidade ela estar perdendo porque
não aproveita, mas tambem não podia perder a chance e ficou tentando se livrar da corrente, antes que ela faça alguma coisa, estava desesperada para sair dali
ficava olhando para trás, não estava entendo se ela só ia deixar parada ali esperando.
- por que não ataca? - falou Zahara.
- você estar presa não tenho pressa.
- não contaria com a sorte.
- você ouviu o que o Brat.
- sobre o que?
- sei que ele fala muita coisa.
dar uma respidada.
- sei que ele fala muito mas você não podia ignorar apenas uma coisa.
- como o que?
- que podemos usar as nossas armas mesmo elas estando paradas.
- droga.
- percebeu finalmente.
Zahara estava tentando se soltar o mais rápido possível, mas não estava conseguindo, ficava olhando a Zag ver se ela fazia alguma coisa e nada
ainda, isso é que deixava ele em pânico.
- como o seu amigo disse a desvantagem do Brat erá a marreta.
- sim.
queria enrolar a Zag, para ver se ela conseguia ter tempo suficiente para sair dali.
- essa tecnica é muito boa para quem tem corrente.
- concordo.
ficava aliviada toda vez que Zag puxava converça, mas não podia peder a opotunidade, ainda tentava se soltar, mas não estava conseguindo percebia
que a Zag continuava falando, não estava entendo que ela estava falando, simplesmente estava fingindo que estava escutando, ainda tentando se soltar
sábia que se soltar-se teria que planeja alguma maneira de se defender, por que sábia que o ataque séria rápido, mas a sorte maior erá simplesmente que
a Zag não gostava de luta, só gostava de matar direto, isso erá vantagem, por que sábia, ela poderia enrolar quanto puder-se e sábia que se o momento da
luta chegar-se ele teria toltal vantagem.
- eu gosto de você ai - falou Zag.
- por que?
- por que você fica parecendo um animal.
Zag segura a corrente ameaçando.
- que estar préstes a ser abatido.
- não conte.
- oh que lindo.
- o que?
- você achando que tem esperanças.
- digo o mesmo para você.
- você me faz ter pêna.
- não diga isso.
Zahara estava se arrastando em direção a Zag.
- que bonitinho.
Zag vai para o lado esquerdo e fica puxando a Zahara.
- venha aqui,cão.
Zahara estava tentando resistir.
- cão feio.
um corte no rosto de Zahara aparece, o sangue pinga naquele momento, ela fica em estado de choque porque sábia que naquele momento começava
o ataque, sábia o quã devastador poderia ser, não podia deixar com que a Zag tiver-se a vantagem por que isso poderia fazer com que ela vencer-se fácil
ainda sentia o empurrão,ainda tentava resistir.
- não pode ser assim - falou Zahara.
- você estar me desobedecendo cão.
- vou te matar criatura.
- que feio rosnando para min.
a perna de Zahara foi perfurada sentia uma dor muito forte.
- maldita - Falou Zahara.
- o que o Agnus via nisso.
- via o que?
- por que ele gostava de ver os animais sofrerem.
- não sei por que você gosta de matar.
- tem razão.
- vou te matar.
- ainda rosnando.
puxou a corrente da Zahara.
- que feio cão.
puxava ainda mais.
- ainda rosnando.
- eu não gosto de cães desobedientes.
- não me subéstime.
para ele uma coisa estava clara se continuar-se assim ela perderia a luta fácil, não tendo nenhuma maneira de reação só tinha um jeito de sair
daquela situação, se demonstrar um grande perigo, assim ela poderia sair dali, por que ia fazer com qua a corrente atraver-se as penas e assim
tiver-se um momento para se liberta, dai com sorte poderia se apróximas demais e com uma chance ainda maior poderia ter um ataque que poderia
definir o curço dessa luta, mas nada estava dando vangem, nesse momento ficou batando nas correntes até ter algum tipo de idáia que fosse mais
eficiente, até lá fazia o que podia, para não deixar a luta tão fácil para a sua inimiga.
- o que foi cão?
Zag dar um puxada na corrente.
- maldita.
- o que foi cão.
Zahara olha para a corrente.
- já sei.
- o que rosnou ai?
Zahara ficva puxando a corrente diminuindo a distância e ficava usando a corrente como uma espécie de escudo, fazendo que com se ela atacar-se
provavelmente atingiria a corrente, podendo quebrar.
- o que você estava falando? - falou Zahara.
- droga.
- falou que eu erá um animal.
- droga, larga.
- então você vai sentir a mordida nesse animal.
Zahara fazendo alusão a "mordida".
- você vai sofrer - falou Zahara.
- pelo visto você esqueceu de uma coisa.
a corrente fica invisível.
- tôla.
- o que?
- eu não esqueci.
- não pode ser.
Zahara vai correndo em direção a Zag, ao invés de fica esperando a Zahara vim a Zag correndo tentando manter distância, a Zahara estava se
irritando e muito por causa disso, porque isso só poderia ser considerado um ato de corvádia, isso para uma guerreira erá extremamente inaceitavel
a vontade de matar a Zag só estava aumentando, a Zag parou um pouco e ficou girando a corrente o mais rápido possivel, atacou quando a ponta
não acertou, a corrente simplesmente voltou, viu que ela não estava disposta a usar nenhum truque, porque ela finalmente percebeu que isso não ia
adiantar mais, por um lado ficou sartisfeita a Zahara, por que sábia que nunca mais iria passar por isso de novo, mas uma outra coisa estava desafiando
ela erá simplesmente a distância, sábia unico jeito erá simplesmente realiza um ataque a distância, estava pensando como isso poderia ser possível
até o momento o que ela podia fazer erá simplesmente não chegar muito perto, mais como sábia que ela não tinha muitas opções sábia que tudo dependeria
de apênas uma coisa o unico fator seria descisivo a velocidade, se não tiver-se isso ela perderia fácil a luta.

capitulo:20
o impensável amor.

Zahara estava toda a disposição para acabar com inimiga, estava muito concentrada na velocidade, estava descançando um pouco não estava
se apróximando por que não queria nenhum esforço desnecesário, estava analisando a situação, friamente, estava cauculando a distância o
que erá muito difícil já que ela erá uma guerreira, uma coisa que os guerreiros são bons é em matar mas quando o assunto é matemática não chega
bem a ser o forte deles, mesmo assim estava querendo saber a distancia, quanto a Zag se apróximava a Zahara simplesmente se afastava a Zag estranhou
esse comportamento, notava que ela erá sempre na ofenciva, e agora estava na defenciva, sábia que ela estava planejando alguma coisa só não queria dar
chance para seja lar o que ela pense der certo.
- vai atacar ou não - falou Zag.
Zahara ficava calada.
- o que foi não vai falar nada cão.
Zahara não falava nada.
- ok.
Zag parar a corrente.
- o que? - falou Zahara.
- não pode ser.
Zag ver o corpo de Agnus no chão.
- não pode ser,
Zag vai em direção ao Agnus, e abraça o Agnus e começa a chorar, Zahara ficou sem entender, o que estava acontecendo, ficou olhando a cena da Zag
abraçada com o Agnus.
- não pode ser.
- você não sabia.
- como ele morreu?
- um de nós matou ele.
- não pode ser.
- estamos no meio da luta.
- a luta acabou.
Zag abraçou o Agnus forte, ela estava sentindo uma dor muito forte.
- não pode ser.
- acho intesante.
- o que?
- que vocês realmente sintam algo.
não importava o que a Zahara dizia paracia não importa, e Zahara aproveitou e estava se apróximando e notava que ela nem estava fazendo
nenhum esforço para atacar, estava simplesmente parada.
- agora você não luta? - falou Zahara.
- já falei ante que eu não gosto de lutas.
- venha.
- ele morreu lutando?
- sim.
- ao menos ele morreu com um guerreiro, erá uma das mortes que ele queria ter.
- saia daqui.
- e ir para onde?
- vocês estão causando mal a esse planeta.
- nesse momento não importa se eu faço bem ou mal para alguém.
- pelo amor de deus não seja sentimental agora.
- o que nós tinhamos erá amor.
- vocês eram assasinos.
- não importa.
- vocês são monstros.
- mostros podem gostar um do outro.
- não banque a sentimental.
- estou realmente sentindo dor.
- vocês causaram e muitos outros a mesma dor.
- não importava na época.
- você pode sair viva daqui.
- e ir para onde?
- apena saia.
- aqui é exatamente o lugar onde devo ficar.
- sei que você estava prejudicando a vida de todo aqui.
- sim.
- por isso não vou ter pêna de você.
- não quero que tenha.
ela abraça o Agnus com força.
- apenas que me der tempo.
- isso não posso fazer.
- você feriu os meus amigos.
- não me importo com isso.
- nem eu com você.
Zahara estava chegando mais perto.
- já que é assim.
Zahara estava do lado dela.
- eu te dei a chance de sai - falou Zahara.
- você não me ameaça mais.
- o que?
- faça o que você quiser.
- vou deixar viver.
- o que?
- estar claremente que essa luta acabou.
- nunca houve uma luta.
- como você se engana.
- não gosto de lutas.
- por que?
- simplesmente não é meu estilo.
- estilo!
Zahara dar um passo saindo do caminho dela.
- esta é a pior desculpa que ja vi.
- você disse que me deixaria viver.
- sim.
Zag amarra a Zahara com as correntes.
- o que?
- mas eu não quero te deixar viver.
- desgraçada.
ela se amarra com as correntes junto com a Zahara.
- o que você estar fazendo? - falou Zahara.
- você entendeu errado.
- o que?
- não quero lutar com você.
- então.
- mas também não quero viver.
- não fassa isso.
- eu quero morrer como ele.
- o que você quer dizer?
- morrendo fazendo o que gostava.
- você pode sair daqui.
- eu queria sair com ele.
- não faça isso.
- irei.
- me solta.
- adeus.
- não.
- me solta desgraçada.
- adeus.
Zag enfia a ponta da corrente no próprio peito prefurando profundamente o ombro dela, desse ferimento estava sangrado e muito, a Zahata dar
um forte grito de dor, depois percebeu que a Zag estava morta,por um momento ela sentiu aliviada, depois o pânico se alastrou na mente dela
por que sábia extamente o que estava por vim, estava tentando se livrar da corrente, mas de novo não estava conseguindo se livrar delas a raiva
só estava aumentando.
- mesmo depois de morta essa correntes ainda me irritão.
ainda tentando sair, ela não queria que o inévitavel acontecer-se o desespero só aumentava, não havia muito tempo para se preocupar com a ferida no
ombro, apesar de doer muito.
- me solta desgraçada.
as escrituras estavam começando a aparecer na armadura de Zag.
- droga.
acontece a grande explosão, depois que a fumaça desapareceu a Zahara estava no chão não tendo muitas forças.
- droga.
Goldfreid foi na direção da Zahara, e segurou ela nos braços.
- como você estar?
- mal.
- não se preocupe vamos sair daqui.
- vivos?
- espero que sim.
- não entendo o que foi que aconteceu?
- a armadura tem uma magia...
- não é isso.
- então o que é?
- ela se martou.
- sim eu vi isso.
- por que?
- o que você estar perguntando?
- por que ela se martou?
- vai ver ela o amava.
- não entendo mas nós estamos matando criaturas.
- isso sim.
- eles deviam ser puro mal?
- sim deveriam.
- por que esse jesto.
- você realmente acha que todos os inimigos são puramente maus?
- sim.
- ai que se engana.
- o que?
- os maus são simplesmente pessoas boas que se desiludiram.
- estar dizendo que eles são boas pessoas.
- bem no fundo são.
- então por que fazem tudo isso.
- por que você faz isso tudo?
- por que é o certo.
- na mente deles eles não estão fazendo mal nenhum.
- acredita nisso.
- acredite já vi destruidores de planetas que achavam o que faziam certo.
- é impossível conceber isso.
- nunca luto com eles pensando que são puramente maus.
- então por que matar eles.
- simplesmente para que eles não machuquem outras pessoas.
- simples assim.
- nunca é simples assim.
- tudo é muito confuso.
- não se preocupe as coisas simplesmente se complicam.
- posso te pergunta, quantos anos você tinha quando morreu?
- tinha uns 200 anos.
- você esta falando sério.
- sim, eu já vi meu netos.
- não tive a sorte.
- agora me diga o que você realmente quer dizer?
- por que o ato de se matar?
- por que ela o amava, quando o amor morre, chega a ser muito devastador, como se você receber-se muitas flechadas, várias espadas e várias explosões
é muito terrível você viver sem a seu amor, teria feito a mesma coisa.
- o que eu não consigo adimitir.
- que ela sinta isso você não.
- o que?
- você faria a mesma coisa por Artur.
- não sei responder.
- responda depois.
- vamos ter que sair daqui.
- você tem razão.
- vou levar todos vocês.
- mas no relatorio dizia que havia mais.
- eu sei.
- não podermos arriscar.
- não posso perder os meus amigos.
- a vida dos outros é muito mais importante do que a nossa.
- não.
- o que?
- apenas a vida dos meus amigos.

capitulo:21
o mestre ferreiro.

um monstro com 6 braços e cada um deles tinha um machado,ele erá grande, os olhos eram totalmente vermelhos, cada pisada dele parecia
um terremoto, ele não estava usando nenhuam armadura, estava andando em direção a eles, viu a situação dos guerreiros, olhava para todos em
volta, ele estava procurando as armaduras.
- quem é você ? - falou Goldfreid,
- sou TarKam - falou a criatura.
- o que queres aqui.
- verificar se as armaduras fizeram o trabalho delas.
- você estar com eles?
- sim.
- então você é meu inimigo.
- não seja idiota.
- o que?
- incertos não são meus inimigos.
- não me subéstime.
- ok, incerto.
- por que você não estar de armadura.
- não presciso dela.
- assim morrerrá fácil.
- você é engraçado incerto.
- o que?
- mais estou feliz.
- com o que?
- que fiz um ortimos trabalho.
- você é o ferreiro.
- exato.
- você não se preocupa com os seus amigos.
- estou feliz que eles estejam mortos.
- o que você disse?
- por causa disse pude comprovar o quão bom foi as minhas armaduras.
- eles eram seus amigos.
- você se engana.
- eu usei eles.
- como assim?
- no meu planeta eu erá um ótimo ferreito,mas infelizmente ninguêm do meu planeta gostava de guerra isso me deixava irritado, de vez em quando
vinha seres de outros planetas lar, nós somos da paz mas todo mundo sabe que eles não devem mecher com a gente, e foi assim por muito tempo
eu sempre queria mandar essa paz por inferno se você tem força você deve aproveitar e subjugar os fracos, mais infelizmente lá sí eu pensava assim
até que vi os quatro, Agnus, Brat, Zag e Lokan os amigos, eles tinham a forma que estava querendo, ouvia conversas deles do que eles sempre sonhavam
fazer, que é matar todo mundo, o grande problema é que eles não tinham os meios necesários para tal ato, eu como um grande mestre ferreiro simplesmente
ajudei eles, fazendo as suar armas e armaduras, más é lógico isso tudo tinha um preço, que eu só lhe daria as armaduras, e armas se eu fosse com eles ajudar
nas matanças, e assim foi até agora.
- você devia ser que nem os outros.
- eles são patéticos.
- patético é você com essa linha de pensamento.
- eu faço o que bem entendo.
ele estava andando e causando os tremeres.
- sabe o que eu faço com o universo.
- já imagino.
- marto eles.
- eu sou um guerreiro do universo.
- é mesmo.
- você sabe o que fazermos como vermes iguais a você.
- o que?
- nós martamos eles.
- você realmente é muito engraçado.
- você vai rir tanto quando eu enfiar esse machado na sua cara.
- venha.
Goldfreid estava indo na direção dele, o Tarkam estava só esperando, pulou o TarKam só fez assoprar e conseguiu fazer com que Goldfreid cair-se
um pouco distante, venho onde estava o Tarkam.
- droga.
um homem de cabelos longos e pretos e desarumado,com uma armadura, estava com uma espada longa ele estava no local e ele tinha ouvido a converça
olhou para os outros mortos.
- você é o LoKan? - falou Goldfreid.
- sim - falou a pessoa.
- com quem eu vou lutar.
- você vai lutar contra o Tarkam.
- você não vai ajudar ele.
- pelo contrário.
- o que?
- se você não marta ele eu mesmo o marto.
- esta do meu lado.
- depois de matar o Tarkam vou enterrar os meus amigos.
- ok, eu vou matar ele.
- ei.
- o que?
- me prometa uma coisa.
- o que?
- não esteja na mesma situação do que eu.
- que seria?
- enterrar todos os seus amigos.
- não estarei nesse tipo de situação.
- acabe com esse desgraçado.
- erá o que estava pretendendo fazer?
- mas não marte ele.
- por que?
- eu quero fazer ele sofrer mais, pelo o que fez os meus amigos passarem.
- não imaginei este tipo de situação.
- qual tipo de situação.
- vim aqui para impedi vocês.
- sei bem como as coisas mudam.
- sério?
- sim.
- por que?
- eu vim matar você mais ouvir este desgraçado falando como usou os meus amigos e lhe garanto que pelo menos eu vou ter um pouco da minha vingança, por isso nem tente me impedi ou vou lhe cortar o mas rápido possível.
- eu até pediria que você me ajudar-se.
- você é um guerreiro, ou você luta ou não, não a outras alternativas para pessoas como nós, só uma coisa é certa pessoas como nós morrem lutando.
- não poderia concorda mais.
- vai ficar de papo ou você vai acabar com ele.
- nossa como vocês conversam - falou Tarkam.
ele andou um pouco na direção deles, parecendo estar cansado de toda a situação, andava na direção deles como se nada estiver-se acontecendo, deu uma respirada forte que estava empurrando os dois mas ainda estavam resistindo, cravando os pés no chão, não deixando com que isso fosse atrapalhar eles,estariam dispostos mesmo se ele causar-se um furacão a vontade de marta-lo estava ultrapassando os limites.
- é só isso que tem? - falou Lokan.
- como assim você não lutava com ele -falou Goldfreid.
- só deixar vamos ele ser responsável pelas as nossas armaduras, enquanto ele ia em uma direção nós íamos por outra direção, dai nunca vi de fato uma luta dele, nós ficávamos tendo a nossa própria festa e ele a dele.
- que grupo.
- normalmente se a pessoa se demonstrar-se fraca estaria fora do nosso grupo.
- quantos eram?
- ninguém realmente saiu do grupo.
- então?
- erá só uma desculpa para manter todos fortes.
- eu vi a Zag matar o Brat por que ele não estava conseguindo mais lutar.
- qual erá a situação?
- ele estava lutando com o meu amigo numa luta até a morte, e o Brat não conseguia mais usar a arma.
- o Brat nunca foi exatamente meu amigo.
- eu ouvir que a Zag gosta de matar e o outro gostava de fazer os outros sofrem que espécie de grupo é esse o de vocês.
- nunca disse que nós eramos o grupo perfeito.
- isso eu consigo ver.
- não fica se esnobando.
- o que?
- nós só eramos loucos só isso.
- isso dar para ver.
- vocês também são loucos.
- e por que você acha isso.
- se arriscar para proteger os outros.
- isto é simplesmente coisa de guerreiro.
- quem disse que guerreiro não é louca.
- tem razão fazermos loucuras para proteger as pessoas.
Lokan corre para uma direção.
- o que você estar fazendo? - falou Goldfreid.
- não podemos fica batendo papo para sempre.
- maldito.
Goldfreid sentia o tremós das pisadas de Tarkam.
- ele é uma maldito mais tem razão.
corre em um direção Tarkam estava vendo os movimentos dos dois.
- finalmente decidiram algo - Falou Tarkam.
Goldfreid dar um pulo em direção a ele, empunhando o machado para ver se pelo menos poderia causar muitos danos, queria destruir ele de uma vez, se não ao menos cortar os braços dele para facilitar na luta.
Ele ver Goldfreid dando o pulo com o movimento rápido, que chega a ser supri-endente para um monstro daquele tamanho poder fazer algo tão rápido as batidas dos metais foram fortes, Goldfreid pulou para pelo menos ter uma distância considerável a criatura.
ela não esperou muito tempo, começou a andar em direção ao Goldfreid, ainda tentando não cair toda vez que andava, por mais que ele ainda não tenha atacado, esperava um golpe forte, por isso uma defesa direta séria impossível, provavelmente iria morrer no primeiro golpe, ficava observando cada movimento, para não ter nenhuma surpresa,que neste momento qualquer coisa pode ser fatal.
a criatura foi na direção dele com o machado, atacava tão forte que quando ele estava atacando parecia que o machado estava cortando o vento, de tão esmagador era o poder dele, quando bateu no chão, por que não estava querendo fica perto do ataque, conseguiu pular por lado com sorte por que se demorar-se um pouco poderia ter morrido naquele impacto.
o impacto do machado foi tão forte que houve uma pequeno terremoto, abrindo a terra, quando Goldfreid encostou no chão a dificuldade foi maior, não conseguiu caiu no chão mas agradecido por toda aquela força não foi diretamente a ele.
- agora entendo por que não precisa de armadura.
Tarkam estava olhando para goldfreid.
- não sei se deixo você vivo - falou Tarkam.
- o que?
- não sei se vai me dar prazer acabar com um incerto que nem você.
- engraçado estava pensando a mesma coisa.
- você é muito engraçado.
- não vai ser nada engraçado do que eu vou fazer com você seu verme.
- engraçado.
- o que séria?
- é só isso que você pode fazer comigo.
- apenas falar.
Tarkam dar um piso forte no chão.
- E FALAR.
apenas pronunciando essas palavras ele foi capaz de causar uma onde de choque, que afetou o Goldfreid, conseguiu empurrar o mais distante possível, ainda impressionado com o fato que o que mas afeta ele não é o golpe direto, mas os golpe indiretos, ainda não parava numa maneira de chegar perto sem ser morto, ele sentia falta que nesses momentos ele tinha um amigo arqueiro por perto, que infelizmente se tornou o traidor, não adiantava lamentar, adiantava em saber como derrotar-lo.
a arma de Goldfreid, erá uma das coisas que pensava que se conseguir-se aquele poder, essa criatura séria fácil, o pior é fica sabendo que você pode mais, mas no momento não dava, que por causa disso a morte certa estava no caminho.
arrependimento como o lokan falou "um guerreiro ou ele luta ou não" por mais que o não estiver-se bem claro na cabeça dele, tinha que reunir coragem, o pior é quando tudo no seu corpo diz volta que é loucura, o certo a fazer é lutar.
Goldfrei reunindo toda a coragem que tinha foi até Tarkam, as pernas ainda estavam tremendo não querendo envergonhar os outros, não estava fugindo olhou para o Tarkam apontou a arma para ele.
- TARKAM - falou Goldfreid.
- sim.
- eu cortarei a sua cabeça.
- tente verme.
foi em direção ao Tarkam correndo a toda velocidade, Tarkam estava vendo correr mais não estava assustado, via ele com uma criatura que esta querendo enfrentar a mortem certa, sentia até um pouco de pena, a vontade de matar erá grande, a curiosidade também por isso estava esperando para ver.
Dar um pulo atacando com o machado, mas o Tarkam defendeu depois empurrou o Goldfreid, caindo no chão com força, subindo até um pouco de terra.
- o que disse? - falou Tarkam.
ele deu uma risada que ecoava por todo o lugar, também fazia o chão tremer, Goldfreid, estava vendo o monstro rir.
- você não disse que ia cortar a minha cabeça.
- droga - falou Goldfreid.
levantando com dificuldade estava vendo a criatura caçoar dele.
- que droga que os ataques a distância que eu posso usar são muito fracos, esse cara é monstruoso demais.
- esta desistindo - falou Lokan.
- sim.
- o que?
- dá ideia de lutar sozinho com aquela criatura.
- ok vamos matar ele.
- este é o espirito.

capitulo:22
ferro e sangue

Lokan estava apontando a espada para o Tarkam o sangue estava a mil, com a vontade de matar ele, a fúria estava clara nos olhos deles, ele não podia esperar mais para a hora do ataque, olhou para Goldfreid para ver se ele estava planejando alguma coisa ou só ia fica ali parado, essa luta para ele erá a mais pessoal na vida, por ser um grande ato de traição por amigos, ainda esperando por algum sinal.
- algum plano? - falou Lokan.
- tenho.
- diga.
- matar ele.
- não tem um plano melhor.
- na verdade é unica coisa que consigo pensar nesse momento.
- também.
- mais o como...
- é que você ainda não descobriu.
- isso.
- uma coisa eu sei é que não podemos ficar aqui esperando com que ele morra de velho, concorda comigo ou esse é o seu plano nesse momento.
- engraçado.
- vamos.
- você descobriu como?
- não.
- então.
- vamos tentar alguma coisa.
- se formos com nada planejado ele vai matar a gente.
- o que então?
Tarkam estava andando na direção deles.
- por que me parece que você dois vão lutar - falou Tarkam.
- é por que vamos.
- interessante.
o Tarkam bateu a mão no peito como sinal de bravura.
- podem vim incertos - falou Tarkam.
- não tem jeito - falou Lokan.
- o que? - falou Goldfreid.
- ou lutarmos ou corrermos.
- lutaremos.
- pelos nossos amigos.
- pelo universo.
os dois correram em direção ao Tarkam, ao invés de cada um ir na mesma direção os dois se dividiram para não facilitar para ele, sabem que um golpe dele poderia atrapalhar os dois,se este ataque não der certo e eles não tiverem nenhuma maneira de realizar o ataque.
- tive uma ideia - falou Lokan.
- qual?
- simplesmente lute com ele por enquanto.
- mas esse erá o motivo que eu perdi ajuda.
- só faça o que digo.
- certo.
Tarkam não escutava nada do que eles diziam.
- planejam algo - falou Tarkam.
fechando os olhos por um segundo.
- pena que não vai dar certo.
andando na direção Tarkam Goldfreid, dispara uma bola de energia azul, a bola atinge ele causa uma explosão mas não foi forte o suficiente para causar danos, achou estranho o golpe do Goldfreid, mas não se importou porque para ele, o Goldfreid, é muito fraco, foi na direção dele animado para matar.
- vamos venha - falou Goldfreid.
- vai morrer logo.
- discordo.
Tarkam levantou os braços como ameaça.
- você vai morrer rápido.
- duvido.
- com a minha força não é exatamente uma opção não consigo fazer as pessoas sofrerem como o Agnus tinha essa habilidade isso erá notável nele.
- com pena dos seus amigos.
- pena, não me faça rir.
- vou rir muito depois que você morrer.
- isso não é uma ameaça.
- ainda vou te cortar.
- se você conseguir-se já teria feita.
- para que ser rápido.
- de novo.
Tarkam estava indo devagar em direção ao goldfreid.
- me matando de rir.
- com esse machado vou fazer um sorriso em você.
Tarkam olha para o copo.
- nem com aquela magia conseguiu me ferir.
- já que você quer muito isso.
Goldfreid soltar uma energia na cara de Tarkam, pulou e foi na direção de um braço deu um golpe e conseguiu fazer uma ferida no braço dele, jorrando uma quantidade de sangue azul, sabendo que não podia fica ali por muito tempo se distanciou.
- o que? - Falou Tarkam.
- fico feliz de ver o seu sangue.
- por que?
- por que prova que um incerto pode machucar você!
- você não vai fazer de novo.
- quer apostar.
- venha.
- ei Tarkam - falou Lokan.
- que é?
- você estar lutando contra dois.
o braço de Tarkam é perfurado.
- o que?
Lokan estava com a corrente da Zag.
- maldito - falou Tarkam.
- e muito obrigado pelas armas.
- você vai pagar com a sua vida.
- duvido disso.
- estou cansado de todos vocês.
ele estava reunindo a energia num machado.
- vou provar que vocês só são incerto - falou Tarkam.
tentava atacar o Goldfreid com um dos braços, mas conseguia escapar na dificuldade, ainda estava caindo,a unica vantagem que ele tinha naquele momento era a velocidade,fora isso esta em desvantagem.
Tarkam atirou um pequeno poder no chão perto de Lokan a explosão foi enorme, o impacto dela estava sendo sentido por todo o local, a fumaça que se serguia estava no local todos não dava para ver mais nada, goldfreid se segurava como podia mas estava mais e mais sendo levado para a explosão.
quando ela parou ele ficou aliviado por um momento que podia descansar por um tempo, mas terrivelmente assustado, com a força daquele criatura, ele queria levanta para a luta mas a perna estava tremendo.
goldfreid voa por um tempo e encontrar os amigos no chão.
- isso não erá o que eu esperava.
ele estava segurando todos.
- se todos vocês ficarem aqui por consequência vão morrer.
levou ele para fora do planeta, levou ele para a base central, colocou eles lá, deu uma respirada forte por que sabia o que estava por vim.
- que o universo me ajude.
Goldfreid voltou para o planeta procurando o Lokan.
- onde estar você cara.
viu o Lokan no chão e estava machucado, ele estava começando a se levantar olhou ao redor para ver se o Tarkam estava perto.
- você estar bem - falou Goldfreid.
- não.
- entendo?
- como raios ele pode ser tão monstruoso.
- nesse momento queria mais ajuda.
- eu também.
- nesse momento meus amigos estão mortos e os seus feridos.
- nesse momento erá bom você falar comigo.
- o que?
- estava falando com a minha arma.
- o que?!
- longa historia.
- quem é você?
- eu?
- sim.
- meu nome é Goldfreid.
- qual é o seu trabalho exatamente?
- eu sou um guardião do universo.
- ual.
- eu sei é impressionante.
- não é bem isso o que eu pensei.
- então o que?
- que o universo errou feio em te escolher.
- estou tentando te ajudar.
- este é o problema tentando.
- você é que não deveria se juntar a ele.
- mas é seu trabalho evitar que criatura como essa controla tudo.
- eu sei muito bem do meu trabalho.
- e por que não estar realizando direito.
- não me provoca.
- vamos derrote ele.
- na verdade nós temos o poder de derrotar ele.
- então o que esta esperando.
- é que nós ainda não temos esse poder ainda.
- ta de bricadeira?!
- não.
- você sabe quem consegue?
- sei.
- você pode chamar-lo?
- não.
- por que?
- ele traiu a gente.
- seu objetivo é proteger vidas certo.
- sim.
- você não estar tendo muita escolha.
- prefiro não chamar.
- você estar colocando a vida de todos em risco.
- não posso fazer isso.
- algum plano.
- tenho.
- qual seria?
- quando chegarmos perto dele, não podemos parar o ataque por nada.
- entendo.
- se ele lançar mais um desses ataques.
- nós dois morrermos.
- junto com todos desse planeta.
- vamos.
- vamos.
goldfreid começa a voar e dar uma respirada forte.
- tenho que ir.
Lokan olha para cima.
- você que se despedir dos seus amigos.
- não.
- para min seria uma boa ideia.
- sabe por que não vou fazer isso?
- por que não?
- isto pareceria que estou desistindo da vida.
- você não entende.
- o que?
- quando você se tornar um guerreiro sua vida não existe mais a vida dos outros é que tem mais importância.
- entendo.
- ultima chance.
- não.
- ok.
- essa é mesmo a nossa ultima tentativa.
- concordo.

capitulo:23
a grande tentativa

goldfreid estava reunindo forças, para aquela que pode ser a ultima batalha, talvez ele tenha o grande descanso merecido de um guerreiro, lembrando dos rostos dos amigos por que sabia que aquela foi a ultima vez que olhou para ele, olhou para a arma.
- espero que você consiga falar com a outra pessoa que vinhe depois de min, usando a minha arma, que o destino dessa pessoa seja melhor do que o meu.
- do que tanto lamenta.
- só criando coragem.
- não se acovarde agora.
- não é isso.
- então.
- poderá ser a unica vez que vejo os meus amigos.
- então será.
- o que?
- com este pensamento que a morte estar vindo, facilmente ele vem.
- ok,pensarei em outra.
- olhe para a sua arma.
- o que tem ela.
- o único pensamento que você deve ter é essa arma cortando a cabeça desse cara, você estar me entendo.
- sim.
- lembrar-se não pode parar.
- minhas pernas ainda estão tremendo.
- entendo o que diz.
Lokan estava segurando firma a arma e ficava olhando para frente.
- deixe ir embora.
- o que?
- tente deixar todo o seu medo ir embora.
- não é fácil.
- se não for você morre.
- entendo.
- se paralisamos por um segundo.
- respiremos bem.
- para que ele perca a respiração dele.
- nunca uma criatura me causou tanto medo.
- costumava ter medo todo tempo.
- sério?!
- sim.
- o que resolveu?
- essa armadura.
- entendo.
- me deu toda a coragem que eu precisava.
- ok, mais...
- eu sei ele é que construiu.
- não é isso.
- o que então?
- temos que ter um plano.
- é mesmo.
- alguma ideia.
- tenho.
- matar ele o mais rápido possível.
- este é o seu melhor plano.
- sim.
- temos que planejar outra coisa.
- então o que?
- ainda não pensei em nada.
- você quer esperar.
- não.
- então o que estamos esperando.
- as pernas criarem coragem.
- pensei a mesma coisa.
Lokan começou a correr.
- quando chegar lá - falou Lokan.
- atacar sem parar.
- e qual o segundo plano.
- segundo plano?
- se o primeiro falhar estamos mortos.
- tem razão só teremos essa chance.
- acha mesmo que vamos vencer.
- não.
- este é o espirito.
os dois estavam indo na direção ao Tarkam ele estava deitado no chão achando que tudo havia acabado.
- por que não pensei nisso antes.
ele com duas mãos atrás da cabeça repousando.
- é agora terei que fazer tudo sozinho.
- o que sentiu saudades - falou Lokan.
- o que?
ele dar um pulo em direção ao Tarkam atacando com a espada, quando ele tentou se aproxima sentiu uma perfuração perto do peito.
- mas o que? - falou Tarkam.
olhou para a arma que ele estava usando.
- não acredito que você esta usando a corrente dela.
apontou um dos machados para ele.
- vai ter o mesmo destino dela.
pulou em direção ao tarkam mas quando um dos braços estava se aproximando a perfuração feriu um dos braços fazendo se afastar um pouco.
- ainda com a brincadeira, incerto.
Tarkam se aproximava do Lokan.
- deixa eu te dar uma lição.
goldfreid pula atacando as costas dele com o machado.
- eu ainda estou lutando.
- maldito.
goldfreid pula para haver uma distância.
- vou esmagar vocês.
Lokan ataca a perna de Tarkam com a perfuração da corrente atingindo a perna dele, quando caiu causou um grande tremor.
- droga, não posso perder essa - falou Lokan.
se levantou o mais rápido que pode.
- vamos não perca.
- eu podia acabar com vocês no sopro.
Tarkam estava soprando, a ventaria era devastadora Lokan cravou a espada no chão não podia fazer o poder da corrente pelo fato de precisar de concentração o que era algo que não estava conseguindo.
- estou perdendo.
goldfreid ataca as costas de Tarkam com o machado.
- fecha a boca - falou Goldfreid.
tarkam olha para o Goldfreid.
- o que você esta fazendo incerto?
Tarkam se levantou e bateu os quatro machado no chão causando tremeres em toda parte abrindo fendo o Goldfreid quase caiu em uma delas, mas por sorte caiu no chão seguro.
- quase.
se levantou mas rápido que pode e levantou e olhou para Tarkam.
- como ele disse.
começou a correr rápido.
- não podemos parar.
olhou para o machado.
- você me ouviu.
depois olhou para Tarkam com a fúria nos olhos.
- eu disse que não vamos parar.
a aura do goldfreid começou a crescer.
- finalmente ajudando um pouco.
correu deu um pulo atacou com o machado no Tarkam no golpe saiu um raio azul, o golpe foi tão forte que derrubou o Tarkam.
- EU SOU GOLDFREID O GUERREIRO NO UNIVERSO.
apontou o machado para ele.
- E EU VOU TE MATAR.
Tarkam se levantou rápido e goldfreid ficou perto de Lokan.
- onde estar o medo? - falou Lokan.
- não existe mais.
- então vamos recuperar-lo.
- para quer?
- para entregar de volta para ele.
os dois correram em direção a ele.
- o que você esta fazendo? - falou Lokan.
- lutando contra ele.
- ele terá vantagem se fica perto de min se afaste.
- ok.
goldfreid se distanciou.
- vamos.
tarkam pisou forte no chão causou outro tremor,o Goldfreid caiu de cara no chão.
- essa doeu - falou Goldfreid.
Goldfreid estava voando.
- pelo menos ele não tem mais essa vantagem.
voando na direção do Tarkam.
- se eu tiver-se uma arma a distância seria perfeito.
olhou para o machado.
- bem você me escolheu.
tendo toda a coragem para ir em frente.
- espero não estar decepcionando você.
Lokan conseguiu chegar perto.
- venha - falou Tarkam.
Lokan ainda estava atacando com as correntes causando a perfuração nele, querendo arranjar um jeito de atacar mas não conseguia.
- vai ser como os seus amigos.
- discordo disso -falou Goldfreid.
atacando a cabeça desnorteando-o um pouco o Tarkam.
- de onde?
Tarkam estava sugando o ar com a boca.
- ei - falou Lokan.
perfurou a barriga dele com o poder da corrente.
- vocês são muito chato.
- concordo - falou Goldfreid.
- ainda vou.
- continue falando.
- o que? você disse.
- eu disse, continue falando.
- o que...
Goldfreid voou direto para a boca de Tarkam.
- maldito.
as perfurações não paravam de acontecer.
- pare.
mas feridas estavam sendo mostradas.
- se não.
ele ficou de joelhos.
- vou destruir tudo.
Tarkam cai no chão causando outro tremor.
- ISSO -falou Lokan.
Goldfreid abre a barriga de tarkam e sai dela.
- por que não pensei nisso antes? - falou Goldfreid.
- posso imaginar o por que?
- então.
- tem algo que estou me esquecendo.
- o que?
- me lembrei.
Lokan começou a correr.
- o que?
Goldfreid correu atrás de Lokan.
- o que você lembrou? - falou Goldfreid.
- que quando um deles morre,normalmente eles são jogados do planeta.
- por que?
- eles explodem.
- o que?
- sim, ele explodem e normalmente as explosões são muito forte.
- por que isso acontece.
- eu sou um guerreiro não um cientista.
- o quão forte é a explosão?
- não quero fica perto para saber.

capitulo:24
após luta

goldfreid e Lokan estavam correndo sabendo do grande risco da explosão não querendo arriscar para não chegar muito perto, não olhavam para trás por que sabiam que ia só diminuir a velocidade, o que na situação a velocidade era o mais importante.
- quanto tempo demora - falou Goldfreid.
- não muito.
a explosão acontece, empurra os dois com a onda do impacto, os dois caíram no chão com o impacto, no chão estavam aliviados por não estarem mortos.
- finalmente - falou Lokan.
- digo o mesmo.
- o que você vai fazer agora?
- enterrar os meus amigos.
- quer ajuda.
Lokan aponta a espada por goldfreid.
- o que? - falou Goldfreid.
- ainda somos inimigos.
- mas...
- nossa aliança acabou no momento que Tarkam morreu.
- ainda vai continuar com a matança.
- isso só se for em auto-defesa.
- entendo.
- você bem que podia ajudar a gente.
- a proteger o universo.
- sim.
- não é o que faço.
- entendo.
- lembrar-se que vocês mataram os meus amigos.
- sei disso.
- se ver você de novo eu te marto.
- justo.
Lokan foi para uma direção.
- justo.
- lembrar-se não vou deixar passar essa.
- ok.
Goldfreid retornou para o local descanso, viu os amigos, tentou ajudar-los enquanto podia, dava água para eles todos retornaram ao normal.
Zahara estava ajoelhada no chão vendo o universo, Goldfreid estava vendo essa situação sentou no chão perto dela.
- como esta indo? - falou Goldfreid.
- indo bem.
- o que esta pensando?
- quase que eu morro.
- também pensei a mesma coisa.
- sério.
- tive até medo.
- ta brincando?!
- não.
- você correu.
- não.
- então não estava com tanto medo assim.
- é pior.
- como assim.
- minhas pernas não estavam se movendo.
- tanto medo assim.
- é.
- como conseguiu lutar.
- me lembrei coloquei do meu lugar.
- como guerreiro.
- desta vez achei que nunca mais ia ver vocês.
- então como foi vencer o medo.
- bem não fui sozinho?
- como assim.
- alguém me ajudou.
- a sua arma.
- um amigo deles.
- um amigo deles?
- sim.
- por que isso?
- longa historia.
- que loucura.
- quantos sobraram deles.
- só um.
- por que não acabou com ele.
- pena.
- você tinha pena dele.
- não, dele.
- de quem?
- de você.
- por que?
- que ainda não é capaz de ver.
- o que?
- que o nosso objetivo não é matar eles?
- qual seria?
- ajudar-los.
- a destruir?!
- a terem uma outra ideia e fazer uma coisa boa.
- acho que você é louco.
- se sou louco o que você viu na batalha.
- uma mulher se matando.
- um amor.
- não creio.
- temos que trazer a energia boa deles para ajudar os outros.
- por que matarmos a maioria.
- por que não desistiram.
- encare somo guerreiros.
- sei disso.
- e nosso objetivo é matar os inimigos.
- errado.
- o que?
- nosso objetivo é proteger o universo.
- sim.
- isso quer dizer simplesmente ajudar-lo.
- acho uma loucura.
- matar os inimigos você acha isso o certo.
- sim.
- os que você acha que é o pensamento daqueles traidores.
- não sou como eles.
- eles só querem matar o inimigo.
- sou diferente.
- nosso objetivo é ajudar eles.
- e se não der.
- ajudar os outros.
- certo.
- que saudade do velho tempo.
- que velho tempo?
- quando eu erá viva.
- tem razão lá era uma vida fácil.
- aqui cada vez mais tudo fica se complicando.
- se nós tiver-sermos dito não.
- a quem?
- as nossas armas quando juramos proteger o universo.
- teríamos simplesmente morrido.
- você acha que estaríamos em um lugar melhor.
- não.
- por que você acha isso.
- foi exatamente esse o motivo que me fez aceitar a missão.
- você achava que não ia.
- com tantas coisas que eu fiz ficava imaginando se no outro lado tudo voltaria para min, tinha certeza que eu não iria num lugar melhor.
- entendo.
- como você acha que é o outro lado.
- espero que seja bom.
- sério.
- para valer a pena estamos lutando para o bem.
- entendo.
- você enrolou.
- o que?
- verdadeiro assunto.
- e qual seria?
- o que você faria se o Artur morrer-se.
- provavelmente iria fica devastada.
- mais como?
- simplesmente devastada.
- você viu o que aquela mulher fez.
- ela se matou.
- eu sei disso eu vi.
- a questão é que se você realmente ama ele.
- tenho certeza que sim
- certeza.
- sim.
- por que sinto uma duvida em você.
- só estou confusa.
- não fique.
- bom conselho.
- então.
- não sei.
- não sabe se ama ele por que ele é a primeira coisa familiar que realmente parece com alguém do seu planeta.
- estar com ciumes?!
- não brinca.
- pode me dizer!
- tenho um pouco.
- sério?
- é por que ele pode ter alguém.
- você ter alguém.
- você tem a gente.
- não é isso que quero dizer.
- uma fêmea.
um lagrima sai do olho de goldfreid.
- o que foi? - disse Zahara.
- estou com saudades da minha mulher.
- não sei o que dizer.
- errei na escolha.
- de vim para cá?
- exato.
- não diga isso, você é um ótimo professor não conseguiria me dar bem sem você
Goldfreid coloca a mão no peito.
- todo dia.
- o que?
- eu sinto saudade deles todo dia.
- queria realmente poder ajudar.
- o pior que não pode.
- aprendeu como fazer a sua própria dimensão.
- isso eu aprendi.
- por que não faz com lembranças dela.
- tudo ainda pareceria muito falso.
- nossa.
- como eu queria volta.
- o que mais sente falta.
- do jeito como ela me tirava do sério.
- fala de...
- estou falando que ela me deixava com raiva
- por que você sentia saudades disso.
- por que no final eu sempre dava um sorriso.
Zarfros entra no local onde eles estão.
- estamos com problemas.

capitulo:25
a arma do universo.

- estamos com problemas - falou Zarfros.
- qual? - falou Goldfreid.
- Artur sumiu do nada.
- você acha que foi?
- não sei.
- o que ele quer com o Artur.
- na primeira vez erá para ele ir para o lado deles.
- seria idiota tentarem de novo.
- quer dizer que ele simplesmente desapareceu.
- sim.
- droga.
- o que vamos fazer?
- espera.
- tem certeza.
- até temos certeza do que estar acontecendo.
- você olhou naquela bola de cristal onde ele estaria.
- mesmo com isso não encontro ele.
- onde você foi agora.
Artur estava deitado no chão no mesmo local que ele tinha falado com a excalibur pela primeira vez, acordou olhou para os dois lados.
- aqui é.
um homem com a manta por todo o copo e um capuz que cobria a cabeça, quando tirou o capuz, mostrou um rosto jovem, tinha olhos azuis, e cabelo loiro e curto.
- quem é você? - falou Artur.
- sou Excalibur - falou a pessoa.
- você é o excalibur.
- sim, pessoalmente.
- finalmente queria falar com você.
- o que queres me dizer?
- estou fazendo o certo.
- sim.
- a partir de agora você vai me ajudar.
- bem que gostaria.
- por que não.
- esta é questão no momento.
- mas você concordo com que eu faço.
- e muito.
- então por que não ajuda.
- se eu tiver-se a mesma opinião dos outros, seria bem mais fácil.
- não me diga.
- só você estar fazendo o que a sua arma acha certo.
- então as outras armas.
- estão achando que o que estão fazendo é errado.
- não acredito.
- nem eu.
- quem estar fazendo o certo?
- na visão deles?
- sim.
- você sabe muito bem quem?
- você não pode estar falando dos traidores.
- na visão deles vocês são os traidores.
- não pode ser.
- estou com muita raiva deles.
- e a sétima arma.
- o que tem ela.
- concorda com todos vocês.
- ninguém sabe.
- você não tem nenhum tipo de contato.
- não.
- então.
- eu fico sendo o traidor nessa.
- droga.
- o que eu devo dizer a eles.
- o que é certo.
- simples assim.
- não se engane nada é simples.
- gostaria de entender toda essa loucura.
- o pior é o tempo.
- por que?
- nós sempre demoramos para fazer algo.
- sério?
- sim,por exemplo escolhermos a pessoa depois ficamos na duvida até a pessoa morrer.
- sei.
- ainda não vai me ajudar.
- estou falando o que nós decidimos.
- eles não vão gostar.
- eu muito menos.
- você não sabe as esperanças deles.
- e eu.
- o que?
- eu sou o único que estou querendo proteger esse universo de modo justo, uma coisa que parece que os outros não estão dispostos a fazer.
- estarei com você até o fim.
- você deve mentir para eles.
- o que?
- você nunca pode dizer o que eles realmente pensam.
- por que não?
- não se sabe quantos deles são confiáveis.
- eles serão leais ao universo.
- ai que se engana.
- discordo disso.
- eles são leais as armas.
- não...
- você sabe disso.
- eles continuaram fiel ao seu ideal.
- mesmo quando a arma que deve ajudar-los não concorda com a ideia.
- estou numa posição difícil.
- eu que o diga.
- tenho que falar para eles.
- não faça isso.
- são meus amigos.
artur anda um pouco.
- faça isso e eles deixaram de ser - falou Excalibur.
- o que?
- você sabe o que eles pensam?
- a mesma coisa que você.
- ai que se engana.
- como?
- eles não estão pensando a mesma coisa que eu por que eles tem duvida e eu ao contrário deles sei exatamente o que fazer.
- juro que eles vão continuar fieis ao ideais.
- posse lhe fazer um pergunta.
- sim.
- quem foi que escolheu eles?
- você sabe muito bem.
- e é por isso o medo.
- eu lhe garanto.
- vocês acha que nós cometermos erros.
- esta me parecendo que sim.
- podemos ir para o caminho errado as vezes mas em questão de ter planos nós nunca erramos nesses detalhes, por isso nunca decidirmos logo algo sempre demoramos, como acabei de explicar no inicio.
- confia em min.
- meu filho.
Excalibur anda um pouco.
- se eu não confiar-se em te não teria te escolhido.
- então me deixe contar.
- no momento que você dizer isso eles se aliaram para os traidores.
- duvido muito.
- você tem razão eles não vão se aliar aos traidores.
- o problema é que depois de tantas lutas, as pessoas começam a questionar.
- sei disso.
- e é nesse momento que você vai perder eles.
- o que vai ser de você?
- o que?
- elas ainda vão aceitar você.
- tentarei convencer eles do contrário.
- ainda bem.
- como eu falei.
- provavelmente vai demorar.
- entendo.
- o que vai fazer?
- me sinto como se fosse trair-los.
- por uma causa maior.
- você conseguiria.
- não.
- sério.
- escolhermos você normalmente por que vocês fazem escolhas que nós não tomaríamos.
- como o que?
- arriscar a sua vida por alguém que você não conhece.
- más...
- se nós quisemos nós lutaríamos por conta própria.
- e por que...
- nós ficamos com medo de perder a vida.
- a sétima arma.
- o que?
- não é uma arma de fato.
- como assim?
- um machado, uma espada...
- não.
- então é uma pessoa.
- exato.
- então foi isso.
- o que?
- o mistério da sétima arma.
- o que esta pensando?
- não esta com você por que achou que vocês são covardes.
- de fato samos.
- não esconde o fato.
- demoramos para agir por causa do medo.
- e as ajuda na batalha.
- não queremos morrer junto com vocês.
- ual.
- não esperava isso da gente.
- é muita informação.
- sei disso.
- não sei o que fazer agora.
- lhe digo uma coisa.
- o que seria?
- posso ser covarde mas pelo menos tô tendo a coragem de tomar essa decisão e manter, fui criado pelo universo e a ultima coisa que quero fazer com ele é trair.
- me diga.
- o que?
- este universo, ele existe também em formato de uma pessoa.
- o universo é vivo.
- sei que tem bastante vida.
- estou dizendo que você esta no copo desse ser vivo chamado universo.
- entendo.
- nem todos os seres vivos são iguais.
- sei disso ao bom tempo.
- me diga ainda sente saudades de casa.
- sim.
- se arrepende dar escolha de ser um cavaleiro do universo?
- não.
- me fale quando se arrepender.

capitulo:26
duplo pensamento.

Artur ainda estava desconsertado com o fato de quase tudo que acreditava era mentira, de que sentiria um grande peso quando voltar-se o sentimento era muito grande do que fazer.
- por que você falou que eu ainda não estava pronto.
- só quando a pessoa esta a deriva de escolher entre o bem e o mal, e que a escolha do bem não é a escolha fácil, dai se você fez a escolha certa você sera um herói.
- sei.
- alguma pergunta.
- quando você vai me ajudar nas batalhas?
- assim a convencer a maioria a ser a favor de vocês.
- então...
- sim provavelmente vai demorar.
- espero continuar vivo.
- ajudarei como posso.
- sei, me impedi que eu destrua nós dois.
- basicamente isso.
- entendo.
- alguma outra pergunta?
- não.
- certo.
- estranho.
- o que?
- sempre achei que eu não pararia de perguntar.
- é hora de fazer algo.
- concordo.
- vá e cuide do universo.
- onde fica a saída.
um túnel escuro abre na frente de artur.
- até - falou Artur.
- espero conseguir falar com você de novo.
- também.
- e não diga a eles.
- não vou.
artur estava andando no corredor escuro com muito na cabeça, para ele esse caminho é o que ele estar fazendo na vida, simplesmente indo na escuridão sem saber o que está pela frente não consegue ver o caminho certo para seguir em frente.
- o que direi a Zahara? - falou Artur.
- a verdade - uma voz igual a dele estava no ar.
- quem falou isso?
uma outra pessoa igual ao Artur aparece.
- deve ser algum tipo de espelho.
- enganar-se sou Rutra - falou a pessoa.
- Rutra?
- sim.
- o que você quer?
- facilitar as coisas.
- sobre o que?
- sobre se deve contar ou não.
- sei bem qual é a minha decisão.
- sou a prova viva que não.
- aliás o que é você?
- pensamento duplo.
- pensamento duplo?
- as armas como vocês preferem chamar tinha esse duplo pensamento que os levava a querer destruir tudo, dai todos eles guardaram os seus pensamentos, e nessas armas somos permitidos para circular livre.
- você não deveria ser igual ao excalibur.
- sim eu deveria.
- então.
- sou um pensamento posso me modificar.
- então é só eu ter realmente certeza de algo que você vai embora.
- é somos tão fáceis de se derrotar.
Rutra dar um soco em Artur que ele para numa parede sentido todo o impacto do golpe.
- pensando bem não somo - falou Rutra.
- maldito.
artur vai na direção de Rutra, mas ele dar um chute no Artur que deixa ele no chão, não aguentou a dor.
- droga mal sair da batalha.
- vamos use a sua força interior.
Artur foi dar um soco mas ele se esquivou fácil.
- não é muito fácil sem e excalibur não é?
- não preciso dela.
- precisa e muito.
Artur correu em direção a ele, mas quando chegou perto ele deu uma rasteira.
- maldito.
- você esta me matando de rir.
- isso não tem graça.
- sabe o que tem graça?
- eu dar um soco em você?!
- não.
- e o que seria?
- agora você esta objetivo.
- o que?
- agora você sabe exatamente o que fazer?
- eliminar o inimigo.
- mas e a fidelidade.
- sou fiel a eles.
- traindo.
- não quero fazer isso.
- a quem você é fiel?
- a meus amigos?
- mais você vai trair.
um lagrima estava saindo do Artur.
- não.
- você vai esconder o jogo deles não é?
- sim.
- que amigo fiel você é?
- um dos bons.
- quanto tempo em?
- o que?
- quanto tempo você vai fica com isso na garganta me diga por quanto tempo você não vai falar você vai fracassar.
- não vou.
- a dor de cabeça só vai aumentar.
Rutra dar um soco na cara de Artur.
- você vai fica recebendo isso todo dia na cabeça.
- estou disposto.
- prove.
- eu vou provar nunca falando.
- admita, que vai fracassar.
- isso nunca vai acontecer.
- você estar se enganando.
- não.
- você esta sendo fiel?
- sim.
- mas se engana a quem esta sendo fiel.
- sei ao universo.
- não seja idiota.
- sou fiel ao universo.
- não percebe a divisão.
- não.
- você é fiel ou aos seus amigos ou a excalibur, não pode ser os dois.
- se que posso.
- você sabe que no fundo você sabe que não pode.
- tenho que ser fiel.
- a excalibur?
- sim.
- bom admitir isso.
- você é louco.
- eu sou louco?
- sim.
- o esquizofrênico aqui é você.
- sei o que devo fazer?
- me diga se o excalibur pedir-se para matar Zahara, você faria?
- não.
- então a lealdade com ele acabaria.
- sei disso.
- você tem que escolher.
- não.
- você não pode ser fiel aos dois.
- posso.
- até ser testado.
- sim.
- você tem que escolher.
- não.
- escolha.
- eu escolho uma coisa.
- o que seria?
- calar essa sua boca.
- ISSO.
- vou acabar com você.
- você não é fiel a ninguém.
- sou.
- a unica coisa que você é fiel é esse seu desejo de matar o inimigo só sabendo que ele precisar morrer sem saber da historia dele, ou se ele é digno de ter piedade.
- ser um guerreiro...
- é só o que você sabe?
- sim.
- é este o espirito.
Artur vai em direção a Rutra.
- aprenda a calar a boca.
- agora estou gostando de você.
Artur dar um soco na cara de Rutra.
- sua palavras são venenosas.
- desista do pensamento.
- do que?
- não tenha mais duvidas.
- não estou tendo.
Rutra dar um soco no Artur que caiu muito distante.
- é esta.
- maldito.
- eu existo por que você deixa.
- não.
- tenha certeza de algo.
- esta me ajudando?
- não termo pela minha vida.
- sei!
- ual como você se esqueci das coisas.
- do que?
- eu só sou um pensamento, nunca tive vida de fato, não tem como me matarem, mas você por outro lado eles podem te matar.
- sei muito bem disso.
- e isto para min é muito divertido.
- nem quero saber por que?
- assim você me ofendi.
- vou acabar com você.
- tente.
artur dar dois passos.
- você ainda continua sendo idiota - falou Rutra.
- discordo.
- você tende a esquecer que eu sou só um pensamento.
- você não existe?
- todos os pensamentos são para valer.
- sei.
- posso pergunta por seus amigos o quanto você é fiel a você?
- o que?
O copo de Artur volta para a base deles.

capitulo:27
a fidelidade.

O copo de Artur estava de volta a base.
- o que foi que aconteceu? - falou Zarfros.
Artur continuava calado.
- o que?
Zarfros viu nos olhos do Artur uma personalidade diferente percebeu que não erá ele que estava no copo.
- quem é você?
- Rutra - falou Rutra.
- o que você esta fazendo com o copo de artur?
- controlando ele.
- devolva.
- o que você vai fazer me matar.
Rutra dar uma risada forte.
- devolva-o.
- o Artur ele pode fazer isso.
- o que estar o imperdindo-o.
- ele mesmo.
- você esta mentindo?
- por que eu faria isso.
- me diga.
- já ti disse.
- saia desse copo ou então...
- ou então...
Rutra dar uma risada forte.
- como vocês são engraçados - faça com que eu te falei.
- você não pode me matar.
- descobrirei um jeito.
- impossível.
- eu não tenho vida.
- o que?
- na verdade nunca tive.
- esta roubando o copo dele, para quer?
- simples.
- qual é o motivo?
- me diverti.
Rutra ataca com a escalibur e Zarfros defende o golpe.
- maldito.
- como vocês gostam de dizer essa palavra - falou Rutra.
- você não tem medo que eu destrua o copo.
- sou um pensamento posso me mudar de copo para copo.
- saia já.
- mas o Artur por outro lado.
Zarfros empurra o Rutra.
- finalmente - falou Rutra.
- aonde ele esta.
- dentro da minha cabeça.
- liberte-o.
- deixe-me pensar.
- AGORA.
no local onde estava Artur e Rutra.
- que tremor foi esse? - Falou Artur.
- foi o tal do Zarfros.
- o que?
- ele tem te atacado.
- como?
- vamos dizer que a sua mente esta em um lugar mais o...
- copo em outro.
- exato.
- pare com isso.
- você mesmo pode parar.
- sei o que quero.
- por que não estou desaparecendo.
- você é um mentiroso.
- as pessoas mentem para se proteger não é isso?
- sim.
- se nada pode me apagar de fato então por que eu tentaria me defender com mentiras.
- você é muito perigoso.
- sabe por que o universo me criou mesmo eu podendo causar grande mal.
- por que?
- por que normalmente um guerreiro com várias duvidas na cabeça, chega a ser um guerreiro muito perigoso, eu existo para tirar as duvidas da cabeça do guerreiro.
- se você existe para me ajudar?
- sim.
- por que você estar tentando me matar do outro lado.
- porque é divertido.
- você é louco.
- não sou eu que estou vendo alguém que não existe.
- vou destruir você.
- pensa em me destruir não vai me destruir.
Rutra dar dois soco na cara do Artur.
- você me desaponta - falou Rutra.
- cale a boca.
na base dele Rutra não parava de atacar o Zarfros estava defendendo como podia, sábia que nada adiantaria dar um ataque.
- vamos Zarfros - falou Rutra.
ainda dando alguns golpes.
- só vai fica se defendendo.
- sim.
- então morrera.
- não irei machucar o meu amigo.
- você não ver que sou uma ameaça.
- não atacarei.
- vamos estou tentando provar que vocês não são fieis uns com os outros.
- vai fracassar.
- vamos ver.
ainda executava o ataque mais ainda continuava na defesa.
- espera um segundo.
- do que?
- estou fazendo errado.
- o que planeja canalha?
- me diverti.
- que tipo de diversão é essa.
- a imortalidade faz você planejar brincadeiras que podem não ser divertidas para os outros por que você sabe não é.
- o que?
- a imortalidade te deixa louco.
- ainda estou bem.
- soube que vocês passaram por maus bocados.
- sim.
- quantos maus você conseguem aguentar.
- até destruirmos todos.
- acho que você não entendeu a pergunta.
- fale logo?
- o mau que eu estou falando não é um inimigo físico mais mental.
- estamos todos bem nesse assunto.
- é mesmo.
- você pode apostar que sim.
- quando você falaram com as suas armas?
- a muito tempo.
- foi só no inicio, não é?
- sim.
- e ver aquele traidor falar com a arma deixou vocês furiosos?
- sim.
- faz você pensarem quem é o verdadeiro traidor.
- ainda estamos com os nossos ideias.
- que podem ser falsos.
- não são.
- mas não tem certeza não é.
- nós...
- o problema da imortalidade é que nós temos tempo demais para pensar.
- não vou mentir que estamos em duvida.
- muito bem aceitar isso.
- mas nós somos...
- soldados não é?
- sim.
- quem esta dando as ordens?
- o universo.
- o universo?
- sim.
- como você sabe que o universo esta vivo?
- simplesmente sabermos.
- ele é como um deus não é?
- como?
- um deus você não ver ele, mas você acredita que ele existe.
- pode se dizer que sim.
- adoro os pensamentos idiotas de vocês.
no local onde estava Rutra e Artur.
- adoro os seus amigos - falou Rutra.
- cale a boca.
Artur tentou dar alguns socos mas não estava conseguindo acerta.
- estou me divertindo.
- vou acabar com isso.
- eu seriamente duvido.
Artur abre os braços.
- o que é isso?
- a duvida acabou.
- sério.
Rutra sente uma dor.
- o que?
- vou enfrentar a todos.
- todos?
- quem ousar a ir contra o universo.
Artur bate no peito.
- EU ELIMINAREI TODOS ELES - Falou Artur.
- se a Zahara te atacar.
- atacarei ela, mesmo eu chorando lagrimas de sangue.
- e se o excalibur ser contra você.
- também o eliminarei.
Rutra estava desaparecendo.
- droga.
- não tenho duvida de nada.
estava desparecendo mais e mais.
- droga ainda queria brincar mais.
- nunca mais vamos nos ver.
- acredite nos veremos o mais breve possível.
- não conte com isso.
- acredite em min.
- adeus.
na base onde estava todo.
- ou droga - falou Rutra.
- o que foi? - falou Zarfros.
- a festa acabou.
Rutra caiu no chão.
- o que?
Artur finalmente abriu os olhos.
- agora sim é você irmão - falou Zarfros.
- ola.
Artur se levanta.
- para onde você foi?
- a excalibur queria falar comigo.
- que sorte.
- sim.
- ela vai te ajudar nas batalhas.
- sim.

capitulo:28
o planeta

muitos anos se passaram mas a consciência dele não parava de pesar, apesar de no dia ele ter escolhido uma coisa, ele esta com um peso grande de guarda o segredo, vendo que os ideais deles não são os mesmos dar arma que no inicio ele jurarem lealdade, ficava olhando para o espaço.
- não dar para ter outra vista - falou Zahara.
Artur ver ela se aproximando.
- é - falou Artur.
- queria que isso mudar-se de vez em quando.
- quando nós sairmos daqui só é para lutar.
- sei disso.
- fico querendo voltar.
- para o seu mundo?
- sim.
- sei como é.
- como é viver lar no seu planeta.
- complicado.
- complicado como?
- la tem vários reinos, eles sempre ficam disputando território, eles fazem com que o melhor trabalho da cidade seja de ser soldado.
- você via problema nisso.
- quando não se tem dinheiro só pensa em uma coisa.
- entendo.
- isto eu duvido.
- o que?
- você me disse que quando você vivia no seu planeta você era rei?
- sim eu disse.
- por isso duvido que você saiba como é fica sem dinheiro.
- bem não posso imaginar no seu planeta.
- quer dizer que você foi pobre.
- fui.
- como você se tornou rico.
ele mostrou a excalibur para ela.
- o que? - falou Zahara.
- a excalibur foi a causa.
- você matou vários para ser rei.
- não.
- o meu povo definiu que quem tiver-se a excalibur seria rei.
- por que isso?
- ninguém sabia da onde ela vinha.
- mesmo?
- diziam que foi as feiticeiras que fizeram.
- por que achavam isso.
- como eu falei ninguém sabia a origem da excalibur.
- agora que você sabe.
- sim?
- esta feliz.
- até eu vim para cá pensava que foram as feiticeiras que fizeram.
- quando você soube que não foram.
- a origem disse é mágico de um jeito ou de outro.
Zarfros estava vendo os dois juntos.
- estão falando alguma coisa importante?
- só soube o nosso passado - falou Artur.
- desculpe interromper mais...
- problemas?
- sim.
- certo.
- temos que ir.
- o que é desta vez?
- não sei dizer.
- como?
- aquela bola esta maluca.
- maluca?
- não esta definindo o que é?
- então como vamos saber contra o que lutar.
- só chegando?
- ver algum rastro de destruição.
- exato.
- não estou gostando da ideia.
- é a unica que termos agora.
- e se matarmos alguém inocente?
- sei eu também não quero correr o risco.
- mas a onde é?
- venha.
todos eles estavam voando e eles vem um planeta cinza.
- sério que alguém esta fazendo mal ai?! - falou Artur.
- essa é a localização.
- se destruírem esse planeta seria um favor.
- não diga isso.
- duvido que tenha alguém bom ai.
- não podemos jugar o planeta.
- como vamos fazer?
- como?
- este planeta é muito grande como vamos saber onde esta acontecendo algo?
- cada um vai para uma parte do planeta se encontrarem algo suba até aqui, depois de 10 minutos não encontrarem nada suba aqui de qualquer jeito.
- ok.
- vamos.
todos foram para um lado de planeta, Artur estava vendo tudo ao redor,tudo que estava vendo erá poeira cinza, ele viu uma pessoa de capuz e foi até ela.
- senhor - falou Artur.
- sim - falou o senhor de capuz.
- você sabe se alguém esta fazendo algum mal a esse planeta.
- não.
- me desculpe incomoda.
- não se incomode Artur.
- o que?
- este é o seu nome ou esqueceu?
- como você sabe o meu nome?
- como eu poderia esquecer.
- quem é você?
o homem tira o capuz e é um homem robusto de cabelo loiro, barba grande e loira, o Artur se assusta ao ver a imagem.
- não pode ser - falou Artur.
- quem sou eu?
- Lancelote.
- fico feliz que você se lembre de min.
- mais como?
- isso não importa.
- o que você estar fazendo em outro planeta?
- e você o que faz aqui?
- eu sou um guerreiro do universo.
- não acredito.
- pois é.
- que pena que você veio aqui.
- por que?
- você ainda tem a excalibur.
- tenho.
Artur mostra a excalibur.
- interessante.
- como você esta aqui?
- não importa.
- tenho que dizer que estou feliz que você esteja aqui.
- por que?
- é bom ver um velho amigo.
- você não precisa mais de ajuda.
- já tenho mais do que o suficiente.
Zahara chaga no lugar.
- ola - falou Zahara.
- o que você esta fazendo aqui? - falou Artur.
- parece que vinhemos por rotas iguais.
- a uma coisa?
- o que é?
- ele é um amigo meu?
apontou por Lancelote.
- sério.
- sim.
- você esta falando da terra.
- exato.
- ola como vai?
- bem - falou Lancelote.
- como ele era na terra?
- do jeito de agora.
- não acredito.
- ei - falou Artur.
- o que é? - falou Lancelote.
- sério como você esta aqui.
- só fique feliz pelo fato que eu esteja aqui.
- mais.
ele beija Zahara na boca.
- LANCELOTE .
- o que foi Artur?
- pare com isso?
- eu estou com ela?
- mesmo?
- sim.
- por que ela só tem olhos para min.
- pare com isso.
- você nem consegue fica com uma.
- não faça isso.
- já fiz uma vez.
- não pense.
- o que esta com medo de perder ela.
- não se preocupe você não vai me perder - falou Zahara.
- você ouviu ela.
- me respeite - falou Artur.
- ok, vou deixar a sua amiga em paz.
- me faria um grande favor.
- sei disso.
Lancelote puxa a espada e enfia no peito da Zahara.
- MALDITO.
Zahara cai no chão.
- não pode ser - falou Artur.
Foi correndo até ela, segurou ela nos braços.
- não.
- nós dois sabíamos que só poderíamos acabar assim.
- não diga isso.
- você sabe que é verdade.
- não diga isso.
- adeus.
- vamos resista.
Zahara fecha os olhos.
- RESISTA.
- ela não estar te ouvindo - falou Lancelote.
- VAMOS.
- ela morreu.
Artur estava chorando e muito.
- resista.
- que pena.
- vamos resista.
- ela era muito bonita.
- MALDITO.
- agora ta com raiva.
- VOCÊ VAI ME PAGAR.

capitulo:29
Lancelote a sombra do mal

Artur pega a Excalibur.
- você não vai escapar dessa.
- nossa como estou morrendo de medo.
Artur corre dar vários golpes sem parar com a espada, cada golpe que ele dava era uma pancada forte, estava demonstrando toda raiva ali.
- nervosinho - falou Lancelote.
- vou te matar.
Lancelote dar um chute que o Artur caiu no chão.
- por que?
- o que?
- você fez isso com ela?
- simples.
- fala.
- para te causar mal.
- desgraçado.
- quero ver você sofrer.
- você não sabe o que ela é para min.
- ah eu sei.
- duvido.
- por isso que martei ela.
Zahara estava voando e olhando para todo lado.
- ual nada.
estava voando mais perto do chão.
- espero que os outros tenham mais sorte do eu.
ela parou um pouco.
- espero que o artur esteja bem.
continuo voando.
- será que a bolca de cristal se enganou.
Artur estava lutando com o Lancelote.
- maldito - falou Artur.
ainda não parava de atacar com a excalibur.
- vamos fique com raiva - falou Lancelote.
- cale a boca.
- isso mais raiva.
- vou te cortar a cabeça.
- vamos tente.
ele continuava com os ataques até que quebrou a espada do lancelote.
- é o seu fim guerreiro - falou Artur.
- tem certeza disso?
- como você vai lutar?
- com isso.
a espada dele se regenera.
- como?
- a minha espada é muito boa.
- não acredito.
- aposto que se eu quebrar essa espada.
- já para por ai.
- por que?
- se você quebrar essa espada você é deus.
- não se ache.
- estou falando a verdade.
- ainda convencido.
- o que?
- você não é tão forte.
- eu sou um guerreiro do universo.
- isso é só um bom nome.
- é muito mais que isso.
- se vocês são tão bom assim...
- o que?
- por que todos os habitantes daquele planete morreram?
- o que?
- me diga como vocês não conseguiram vencer aquele cara.
- como você sabe disso?
- responde guerreiro do universo.
- COMO VOCÊ ESTA AQUI?
- não vai responder.
- espero um segundo.
- sim?
- você não é Lancelote.
- por que acha isso?
- é impossível ele esta aqui e saber de tudo isso.
- acha mesmo?
- QUEM É VOCÊ?
- tem razão não sou Lancelote.
- então?
- eu não tenho nome.
- todos tem um.
- só me classificam de mal.
- você é que estar causando o mal nesse planeta.
- errado.
- como assim?
- eu sou o planeta.
- não pode ser.
- notei que mais pessoas veio aqui.
- como sabe de tudo sobre min?
- leio mentes.
- a Zahara.
- ela provavelmente esta bem.
- como você pode ser o planeta.
- todo ele esta vivo.
- unico jeito de causa nenhum mal é simplesmente não vindo para cá.
- erro.
- sabe tem uma energia que define o bem e o mal para o mundo ele se acumula e as vezes este acumulado tonar-se um planeta.
- como eu falei é só não vim para cá.
- você acha que é tão simples me evitar acho.
- eu teletransporto pessoas para aqui, e eu fico causando o seus piores pesadelos.
- tenho que...
- me matar?
- sim.
- eu sou o planeta.
- tenho que...
- avisar os seus amigos?
- sim.
- é divertido ler mentes.
- não posso...
- mais vai perder tempo.
uma mão agarra o pé de Artur.
- o que? - falou Artur.
viu a Zahara morta segurando o pé dele.
- vocês são ilusões.
- sim.
- então.
ele tentava liberta o pé e não conseguia.
- não entendo parece tão real.
- é por que? - falou Lancelote.
- o que?
- apesar de sermos ilusões podemos machucar você.
- não acredito nisso.
Lancelote enfia a espada no ombro quebrando a armadura de Artur.
- o que?
- agora acredita.
- me diga.
- por que você me contou tudo isso?
- por que não faz diferença.
- para a pessoa faz sim.
- mesmo eu dizendo a verdade eles ainda não acreditam em min.
- mentira.
- é que eu não pressionei você ainda.
- venha.
- vou destruir você.
- existe algum planeta do bem?
- o que?
- quero saber se existe algum planeta como esse só que do bem.
- existe.
- acredite ele merece ser destruído.
- sei!
- por que quando você chaga la nunca mais volta.
- o que as pessoas morrem?
- simplesmente nunca saíram de lar.
- lá deve ser o seu.
apareceu milhares de versão da zahara morta, só que sem os olhos.
- isto é o... - falou Lancelote.
- inferno.
- você ainda gosta de min - falou Zahara morta.
- não.
- por que?
- você não é ela?
- esta enganado.
- sei que você não é ela.
- esta lembrado da nossa primeira vez.
- não.
- por que?
- não foi com você.
outra chegou perto de Artur.
- não chegue perto.
- esta com medo de min Artur.
- você não é ela.
- não tenha medo da gente.
- sei o que planejam.
- vamos se junte a gente e seja feliz.
- isto não é verdade.
- juntar-se a nós.
- pare
- você não me ama mais.
- pare de falar assim.
- ama?
- PARE DE FALAR ASSIM.
- não ama.
- eu amo.
- verdade.
- a verdadeira.
- nós todos somos verdadeira.
uma delas ataca o Artur ele se defende.
- não vai adiantar.
- droga.
- o que foi? - falou Lancelote.
- pare com isso.
Lancelote chega perto delas.
- qual é o problema delas?
- nenhuma delas é ela.
- por que você quer se contentar com uma delas?
- por que é o certo.
- o certo?
- sim.
- vamos aproveite o que é bom na vida.
- é ela.
- pois aqui estão várias delas.
- você disse que elas não são reais.
- mais você pode sentir elas.
- pare sei que esta tentado.
- pare com isso.
- estou me divertindo, se divirta também.
- tenho que avisar os meus amigos.
- e abandona elas.
- elas não são importante para min.

capitulo:30
A tentação de Artur.

Artur estava numa lugar por que não estava querendo sair.
- vamos Artur - falou Lancelote.
- não.
- vamos olhe para elas.
- tenho que...
uma delas beija na boca de Artur ele sente uma euforia muito grande, sentia uma grande sensação de paz, ficou parado por um bom tempo.
- meu deus.
- lembrar-se.
- do que?
- que eu estou na sua mente.
- pare.
- eu posso fazer que elas façam o que você tanto queria.
- pare.
- posso fazer.
- não.
- aproveito o bom dos velhos tempos.
Artur ver o copo de cerveja no chão.
- aquilo? - falou Artur.
- sim?
- não pode ser?
- mais é?
- cerveja?
- sim.
- é veneno?
- lhe garanto que não?
- não vou cair no seu truque.
- vamos.
- não.
- beba ela.
a cerveja parecia esta boa.
- não faça isso.
- o que?
- não me tente.
- eu sou o mal.
- o que isso tem haver sou cheio de tentação.
Artur ficava encarando a cerveja.
- vamos prove.
- não - falou Artur.
- vamos sei que você quer.
Artur pega a cerveja.
- tenho que avisar os meus amigos.
- avisa depois.
- tenho uma missão.
- faça depois.
- eles estão em perigo.
- e quando eles nunca estão.
- você...
- vamos.
- não...
- vamos.
- pode...
-vamos.
- me...
- quase la.
- tenta...
- vamos lhe garanto que não vai fazer nenhum mal.
Artur fica bebendo a cerveja.
- que cerveja boa.
ficou bebendo esqueceu do perigo que estava correndo.
- isso é bom na vida.
Lancelotes aponta para as Zaharas.
- isto também?
- sim.
- aproveite.
- ok.
ficou bebendo mais.
- isto não acaba?
- não.
- como?
- aqui eu sou deus posso fazer o que quiser.
- parece bom demais.
- vamos beba mais.
ele continuava bebendo.
- o que eu tinha que fazer?
- isto não importa.
uma das versões de Zahara beija e abraça ele.
- não importa - falou Zahara morta.
- deve ter razão.
outra beija ele na boca.
- não era importante mesmo.
ele olhava para elas.
- não.
se afastou delas.
- vocês não são elas.
- idai - falou Lancelote
- eu devo...
- se diverti.
- você nada alem do que uma besta.
- oh é sério!
- sei o que esta tentando.
- eu realmente duvido.
- tudo bem duvida de min, eu também duvidaria.
Artur olha para o copo de cerveja.
- tudo esta parece bom me faz querer ficar aqui para sempre.
- você esta querendo chegar em algum ponto.
- o que eu não entendo é uma coisa.
- o que seria - falou em tom raivoso.
ficava derramando a cerveja como se estiver-se esperando alguma coisa.
- por que você esta fazendo isso.
- por que eu posso.
- que tola resposta.
- tem razão.
- beba a cerveja.
- fui um tolo em ouvir você.
- continue se divertindo.
Artur joga a cerveja na cara de Lancelote.
- por que fez isso? - falou Lancelote.
- se eu não fizer agora termo que ficarei aqui para sempre, é muito cruel oferecer muitas coisas boas sabendo que não poderei fica para sempre que tudo isso era mera ilusão, esta vendo a sua cerveja beba até se afogar.
- vai se arrepender disso.
- quem disse que não me arrependo.
- você é um louco.
- errou.
- o que?
- eu não sou um louco.
Artur aponta a espada para lancelote.
- eu sou um guerreiro.
- mesma merda.
Segurou a excalibur desta vez demonstrando mais raiva do que havia demonstrado agora, para o Artur dizer isso foi o pior erro da vida dele.
- mais respeito.
- oh, por que eu devo temer você.
- porque...
Artur coloca a mão no peito.
- EU SOU O REI ARTUR.
- você não é nada.
- você é um planeta certo.
- sim.
- é preciso mais do que isso para me derrotar.
- cuidado.
- engraçado.
- qual é a graça.
- é você quem deve tomar mais cuidado.
- você não é nada.
- você chega a ser pior do que nada.
Lancelote ataca com a espada, mais o Artur consegue defender os golpes não estava sentindo nenhuma dificuldades para defender os golpes.
- como? - falou Lancelote.
as Zaharas mortas estavam se aproximando.
- você podia se diverti com elas.
quando chegavam perto ele cortava a cabeça delas.
- não obrigado já tenho uma em casa.
- maldito.
- o que foi?
ainda defendendo os golpes.
- só consegue dizer isso?!
- não zoe de min.
- esta me ameaçando.
- você não sabe do que eu sou capaz.
- sim eu sei.
- o que você me respondeu?
- sim eu sei este é o problema.
- juntar-se a min.
- você diz que é o mal certo?
- sim.
- este é o problema.
- eu mato pessoas más.
- você realmente acha que pode me matar.
- se eu não achar-se você acharia que eu estaria conversando com você agora.
- pior erro da sua vida.
- você até se salvou.
- como?
- ao me dizer que a Zahara estava viva.
- por que disso.
Artur deu um sorriso leve.
- por que se você não me disser-se destruía você em pouco tempo.
Lancelote dar alguns ataque e o Artur continuava defendendo, até que empurrou e enfiou uma espada na barriga de Lancelote, se surpreendeu e se afastou um pouco.
- estou me enganando ou você disse que é o planeta.
- sim.
- e por que eu estou derrotando você fácil.
- por que você acha?
- não sei.
- todos que entraram aqui nesse planeta estão enfrentando o mesmo problema que você, e por isso minha concentração esta fraca, se fosse só um eu esmagaria você fácil, mais como existe outros.
- entendi as tentação.
Artur deu uma risada.
- percebi o por que das tentações.
- por que?
- você só queria se focar em um luta, ai por isso você mandava as tentações para espera que você derrotar-se um por um.
- é tarde demais para todos vocês.
- percebeu o grande problema não é?
- e qual é?
- nenhum de nós vai cair no seus truques.
- não conte com isso.
Artur concentrou muita energia azul, apontou para cima e soltou no céu quando estava fora do planeta fez uma grande explosão.
- por que fez isso.
- você vai tentar destruir nossas esperanças.
- como se vocês tiver-sem.
- isso vai manter as nossas esperanças vivas.
- eu sou o mal.
- e só uma coisa pode derrotar o mal acima de tudo.
- o que?
- esperança.

capitulo:31
a esperança da cavaleira

Lancelote achou o que ele falou foi uma grande piada, mas sabia que a esperança era algo perigoso para ele que deveria quebrar a esperança, deve fazer com que ele fique destruído para quando o golpe final vinhe ser mais fácil de derrotar-lo.
- esperança!
- sei que é algo que você não tem.
- não preciso dela.
- na verdade você esta usando ela agora.
- o que?
- se você não tiver-se a esperança de me vencer já teria saído daqui agora.
- Não me faça rir.
- eu não quero.
- veja eu detonar a sua esperança.
- desculpe mais eu não tenho tempo.
Lancelote estava se aproximando.
- você tem todo o tempo.
- tenho que cuidar dos meus amigos.
- cuide deles no inferno.
- acho que não.
Lancelote se aproximou.
- morra.
- ainda não.
Artur enfiou a espada no peito de Lancelote.
- o que?
- adeus Lancelote.
Artur cortou a cabeça de Lancelote.
- adeus amigo - falou Artur.
começou a voar.
- tomara que meu amigos tenha mais sorte do que eu.
olhou para baixo.
- bem tenho que sair daqui.
estava começando a voar rápido em uma direção.
- antes que ele ataque de novo.
Zahara estava voando olhando de um lugar para o outro.
- nada ainda.
estava voando mais perto do chão.
- será que o Zarfros acertou as condenadas.
tentava ver algum rastro de destruição.
- droga onde ele está?
ela parou um pouco.
- espera um pouco como é o inimigo.
olhando para todo o terreno sombrio em volta.
- bem acho que ele já destruí tudo.
olhou para cima.
- acho que ele já saiu do planeta.
ela passa a mão na cabeça demonstrando esta cansada de todo o trabalho que esta tendo para encontrar algo, estava voando devagar, não queria que perder-se alguém de vista ela estava sendo meticulosa, sábia que como não dar para ver nada ao redor ele poderia atacar de qualquer lado isso que estava deixando ela nervosa.
- APAREÇA LOGO.
ela bate na cabeça, por que se alguém escultar-se poderia pensar que não é com ele poderia pensar que é com outra pessoa.
- o que eu pensei?
ela olha para baixo e ver uma pessoa ela estava estranhando, mas finalmente achou alguém nesse local, começou a voar mas estava sendo muito meticulosa porque sabia que ele poderia atacar a qualquer momento, chegou perto do chão, mas chegou devagar caso o ataque acontecer-se ela poderia sair dali.
- quem é você? - falou Zahara.
a pessoa vira o pescoço para olhar para ela, mas com a escuridão em volta estava parecendo uma coisa muito ameaçador, deu um piso forte no chão por que estava virando o copo para ela, estando de frente.
- você se esqueceu? - falou a pessoa.
- o que?
- eu sou Zarros.
- não pode ser o rei Zarros.
um homem se mostrou com uma armadura dourada, com a cabeça tinha três chifres no capacete, tinha uma capa velha nele, ela se ajoelhou como um sinal de respeito, apesar de fazer tempo ela ainda considerava ele um rei, abaixou a cabeça, um coisa comum simplesmente não faltar com respeito para ele, deu dois passos em direção a ela, dava para ouvir cada passo que ele dava por causa do som da armadura.
- você me serviu bem.
lagrima estava saindo do rosto da Zahara, por que isso que ele disse erá algo que estava querendo ouvir da vida inteira.
- muito obrigada.
- agora pode ir.
ela se levantou estava pronta para fazer o que ele disse mais uma coisa estava na cabeça dela uma duvida, olhou estranho para ele, estava vendo que o formato erá mesmo do rei que ela serguia mais...
- espere um segundo.
- sim.
ela se virou para ele, estava desconfiada de que tudo isso erá uma mentira, embora não quiser-se acreditar.
- o que você esta fazendo aqui?
- por que pergunta isso?
- por que não esta no seu planeta.
ela segurou a espada com raiva por que já estava pronta para atacar porque tudo já estava sendo descoberto.
- eu faço o que bem entendo.
- você tem pessoas para cuidar.
- não tenho mais.
- por que não?
- esta vendo esse planeta.
ele abriu os braços tentando demonstrar todo o lugar onde ela estava, para dar mais enfase a palavra "planeta".
- sim.
ela olha de um lado para o outro não entendo do por que dele ter falado do planeta não entendo do por que este planeta estava assim.
- sim e...- falou Zahara.
- este é Zarpark.
ela caiu no chão por que estava descrente não podia imaginar que algo tão terrível estava acontecendo na frente dela"zarpark" no planeta dela é como se chama o inferno, para onde todos os impuros vaiem.
- como?
- você sabe aquela batalha.
- onde eu morri.
- sim.
- o que foi que aconteceu a mais?
- todos do reino morreram.
- não pode ser.
- a pior parte ainda não te contei.
- o que?
- olha para você.
- o que tem?
- você é uma guerreira do universo.
- isto eu sou com orgulho.
- você tem mais orgulho do que quando estava no meu reino.
- não é nada disso.
- então por que você não retornou.
- o que?
- por que quando você se tornou a guerreira do universo por que você não retornou.
- porque...
Ele segurando a mão no peito demonstrando um grande sinal de dor mais não física emocional, ele abaixou um pouco a cabeça.
- você poderia ter salvado a gente.
- não podia.
- por que?
- eu era uma guerreira do universo.
ela começou a chorar por que para ela por um momento parecia que estava traindo todo o seu reino, era uma dor que não conseguia aguentar.
- tinha deveres.
- se esqueceu.
ele bateu o pé forte no chão, para dar mais enfase no que ele vai dizer e também com o tom para intimidar.
- a quem você servia?
- não.
- você era fiel a min.
- e continuo sendo.
- e mesmo assim não voltou.
- eu, eu...
ela fechou os olhos porque naquele momento percebeu que tinha o poder para salvar o povo dela e não fez nada, ela deu um soco no chão porque a tristeza estava forte nela ainda não estava querendo aceitar a verdade.
- não podia.
- você tem liberdade.
- nós somos guerreiros termos o nosso dever.
- você não podia ignorar os outros.
- vou lamentar o que aconteceu.
- pense você poderia ter salvado a gente.
apontou o dedo para ela, para tentar dar mais culpa do que ela já estava sentindo naquele momento.
- o que você disse?
- o que?
- o que você disse?
- que tudo isso foi sua culpa.
ela se levantou rapidamente por que estava claro que tudo isso era mentira uma unica frase desvendou tudo.
- minha culpa!
- sim.
- QUEM É VOCÊ?
- eu sou Zarros.
- vou repetir a pergunta.
ela pegou a espada já estava preparando para atacar sábia o que estava na frente dela erá um inimigo.
- quem é VOCÊ?
as lágrimas ainda estavam no rosto dela, mas estava sumindo com a raiva que ela tinha nesse momento.
- você já sabe.
- VOCÊ NÃO É ZARROS.
- por que isso?
- cada um é responsável pelos seus próprios atos.
- sim, o que tem isso.
- isso erá o que sempre ele dizia.
- ops.
- portanto ele nunca colocaria a culpa em alguém.
- devia ter pesquisado mais.
- quem é você?
- eu não tenho nome.
- então como você se classifica?
- o mal.
- parece perfeito nesse momento.
- por que?
ela dobra um pouco a perna e dar o impulso soltando um pouco de poeira estava conseguindo ganhar a velocidade, ela virou a espada nesse momento ela estava querendo demonstrar toda a fúria que estava nela, chegando perto atacou com a espada apesar do golpe forte a amadura foi muito forte também conseguiu resistir ao golpe, percebendo que o golpe não deu certo de um impulso e conseguiu se afastar.
- por que é tão perfeito? - falou Zarros.
- por que estou aqui para acabar com o mal.
- eu disse para você que aqui é Zarpark não é?
- sim.
- não é muito diferente.
- como você sabia de tudo?
- eu leio mentes.
- como ousar mexer com a minha cabeça assim?
- simplesmente foi divertido.
- vou destruir você?
- com essa espada?
- sim.
ele deu uma risada forte que estava ecoando pelo local, a Zahara estava com raiva do fator da alegria dele.
- só pode estar brincando comigo.
- o que? - falou Zahara.
- você esta vendo todo esse lugar.
- sim, é um verdadeiro lixo.
- ele sou eu.
- o que?
- sim, eu sou o planeta.
- isso quer dizer...
- que todos os seus amigos morreram.
- não diga besteiras.
- o que?
- que a chance de você morrer aumentaram.

capitlo:32
a fúria da guerreira.

ela correu em direção ao Zarros tendo a certeza que não era ele não estava pensando muito ao atacar, quando chegou perto segurando a espada firme, estava pronto para dar um golpe certeiro,olhou para Zarros, num pisque ela se afastou não conseguiu deferir o golpe, ela ainda estava com o peso na cabeça.
- droga.
- o que foi?!
- maldito.
- você sabe que eu não sou ele?!
- sei disso.
- mais mesmo assim...
- cala a boca.
- ainda não consegue me atacar.
- cala a boca.
- isto esta cada vez mais divertido.
- maldito.
- engraçado passou tempos para você.
ele estava andando devagar mas a cada pisada dava para ouvir ele chegando pelo barulho da armadura.
- ainda é fiel á ele.
- droga.
- que divertido.
Ele chegou perto dela, a certeza era grande de que ela não iria reagir por isso não atacou de imediato, ele encostou a mão no queixo dela fazendo com que o rosto dela virar-se para ele, ela não estava querendo estava lutando para não fazer isso, por que uma simples guerreira não poderia olhar no olho de um rei, ela finalmente olhou estava assustada por que ele parecia e muito com o verdadeiro Zarros.
- como você pode fazer isso?
- simples.
Ela com uma mão consegue ter forças suficientes para empurrar ele, ao uma curta distância, ela também se afasta um pouco.
- isso é tudo menos divertido.
- eu não acho.
- você tem que olhar pela minha visão.
- como.
- simples.
ela aponta a espada para ele demonstrando ser uma grande ameaça, estava pronta para enfrentar-lo assim ela pensava.
- como se eu vou cortar os seus olhos.
- irônico você ainda ter coragem de me enfrentar.
- eu enfrento toda a formado mal.
ele faz um gesto com a mão fazendo sinal para ela se aproximar demonstrando que não tinha medo algum dela.
- venha.
ela tomando coragem pondo na cabeça quem ele realmente é virou um pouco o copo se preparando para dar um golpe de uma vez.
- vou indo.
- você nem consegue andar.
as pernas dela estava tremendo pelo nervosismo que estava naquele momento, de fazer uma coisa que ela não fez a vida inteira.
- ainda é fiel a min.
- você é um desgraçado.
ele abriu os braços como um gesto amigável, estava totalmente seguro que ela não ia fazer nada ele estava desfrutando o momento.
- venha.
ela estava caminhando devagar, como se fosse um zumbi, parecia que os pés dela estava por vontade própria.
- isto venha até a min.
ela chegou perto dele o suficiente, ela ainda estava tença por toda a situação uma dificuldade de saber o que é real ou não.
- eu lhe dou a minha benção - falou Zarros.
ela pegou a espada e enfiou no peito dele, atravessando a armadura estava usando, não podia acreditar o que estava acontecendo, lágrimas estavam escorrendo dos olhos dela por que ela estava se sentido uma grande traidora, retirou a espada com toda a força que podia, dava para ver todo o sangue escorrendo.
- como você fez isso comigo? - falou Zarros.
- VOCÊ É UM BASTARDO.
- o que?
- como você vez isso comigo.
- ainda sente dificuldade.
- eu aceito ele era meu objetivo na minha vida passada.
- mais...
- você é o meu objetivo nessa vida.
- eu devia ter escolhido outro.
- quem?
- o Rei Artur.
- não...
- faça nada com ele?
- sim.
- tarde demais.
- o que?
- ele morreu.
- você esta mentindo.
- felizmente não estou.
- desgraçado.
ela larga a espada por que acreditou no que ele disse o pesar era grande que a espada estava pesada demais.
- não pode...
- o que?
uma luz forte no céu apareceu, estava brilhando todo o céu uma imagem lindo ao contrário do planeta sombrio onde ela estava, ela sorriu por que isso lhe trouxe esperança, lhe deu toda a energia de volta.
- morreu foi?!
- sim.
- tenho que admitir cai nessa.
ela estava com um sorriso ainda no rosto pegou a espada que já não estava mais pesando para ela,segurou ela firme.
- sei que ele esta vivo.
- fui eu que fiz isso.
ela abaixou a cabeça tentava não rir com a situação, se controlando olha para ele sabendo da mentira.
- pode tenta de novo.
ela começa a andar dando passos pequenos cada passo que ela dava era uma ameaça para ele, ela sabia disso.
- vamos lá tente de novo.
- o que?
- me contar uma das suas mentiras.
- ok.
- o que?
- acabou as mentiras.
ela correu em disparado, disferir a raiva erá uma coisa que ela tinha mas pressa para fazer olhou para ele.
- é mesmo.
ela deu um golpe com a espada mais por um segundo ele conseguiu se afastar conseguindo se livrar completamente do golpe.
- por que eu vou te matar.
ele com uma espada apontou para cima depois fez um golpe reta a força do golpe era forte, ele ia com a intenção de ferir muito, o golpe não foi rápido o suficiente ela percebeu a tempo e se afastou.
- por pouco.
- eu posso te ajudar.
- o que esta havendo?
- eu consigo ler a sua mente.
- e percebe que estou confusa.
- você a toda vida foi pobre não?
- sim.
- eu posso lhe dar uma vida de grandeza.
- como uma rainha?
- exatamente como rainha.
- como eu queria isso.
ela deu um ar de suspiro que estava lhe dando um senso de nostalgia uma coisa que ela não sentia a muito tempo.
- me lembro que na minha vida passada isso erá o que eu mais queria.
- é uma oportunidade que estou lhe dando.
- viver nesse mundo?!
- o tem ele?
- ele é horrível.
- é belo por meu gosto.
- não obrigada.
- eu posso mudar esse mundo.
- sei que pode.
- posso fazer com que milhares de pessoas te sirvam.
- como uma verdadeira rainha.
- exato.
- eu quero isso e muito.
- venha.
ele estende a mão de uma maneira convidativa, ela via que parecia que ele estava falando sério que nenhuma ameaça vinha dai.
- primeiro você me apresentou ao meu rei.
- sim.
- depois me convida a ser uma rainha.
- exato.
- como eu disse esse era o meu sonho.
- pois venha até min.
- mas...
- o que?
- eu morri.
- você ainda esta viva.
- isto aqui é simplesmente é um outro copo uma outa foma parecido com o original.
ele fecha a mão por que já estava percebendo da onde isso ia dar, com certeza isso vinha em forma de ameça então se preparou.
- o que queres dizer?
- simples.
- o que?
- não é mais.
- não seja tola.
- se você me falar-se na vida passada teria aceitado.
- você é a mesma pessoa.
- se engana.
- entregue-se
- alendo mais.
- o que?
- nunca deixaria você ser meu rei.
- então quem?
- O REI ARTUR.
tomando coragem ela apontou a arma para ele conseguindo toda a coragem que ele tinha tirado naquele momento.
- e é a ele que sou leal agora.
- sua tola.
- me chame do que você quiser.
- eu vou.
- uma coisa que você se esquece.
- do que seria.
- você só não me chamou de uma coisa.
- e o que seria.
- inimiga.
- o que?
- você parece esta se esquecendo disso.
- estou lhe dando...
- exatamente por isso.
- o que?
- exatamente por isso que parece que você se esquece de quem eu sou.
- esta perdendo.
- sei que estou perdendo.
- então venha até min.
- você disse que consegue ler mentes.
- sim.
- então por que entende tudo errado.
- o que?
- você esta me fazendo perder tempo.
uma forma do Tatans. parece bem ao lado dela, ele estava com um sorriso no rosto dava para ver o vento indo nele.
- Tatans.

Capitulo:33
Recuperação de Zahara

- está lembrada dele - falou Zarros.
- me lembro.
- ele te humilhou.
- me lembro muito bem.
- e derrotou seus amigos.
- pare.
- e ainda demonstrou o quão fraca você é.
- pare.
- ele vai te derrotar de novo.
- pare.
- não a nada que você possa fazer.
- tem razão.
- se renda.
- com ele quis dizer.
- o que?
- porque ele esta muito distante daqui.
- ele esta aqui.
- isso é só uma ilusão.
- por que acha isso?
- por que conseguiria sentir o poder dele.
- enganar-se.
- tente de novo.
- você é fraca.
- sou mais forte que pensa.
- vai perder.
- não me assusta mais.
- vou tonar todos os pesadelos reais.
- pesadelos é só isso.
ela estava andando confiante como se já tiver-se todas as respostas isso guardando a raiva que estava nela.
- é só isso que você é um pesadelo.
ele deu um sorriso e apontou a espada para ele, ainda com uma pose de superior, estava vendo a pose dela nessa situação.
- um pesadelo que pode te matar.
quando ele se aproxima, ela rapidamente pega a arma a arma e enfia no coração de Zarros, ele não acredita no ocorrido, Tatans se aproxima com uma velocidade rápida esperando que a Zahara não perceba, ela defende o golpe e dar outro golpe cortando a cabeça de TaTans sábia que não era ele mas quando cortou a sensação parecia que era ele.
- não.
ela não estava querendo mas a emoção foi tão forte, que ela caiu no chão de joelhos não estava acreditando no que estava acontecendo, começou a sair lagrimas de alegria, estava tentando se controlar mais não nada.
- maldito.
- o que?
- você...
- o que?
- me fez...
- fiz?...
- feliz como nunca antes.
- eu queria matar você.
- obrigada.
- você esta maluca.
- juro que se depender-se de min te deixaria vivo.
- o que?
- não estou brincando.
- você teria me poupado?!
- sim.
- por que?
- por você ter me causado um sensação tão boa.
- não.
- sei que não erá esse o plano mais obrigada.
- você.
ele começou a andar lentamente em direção a ela, estava com o braço erguido querendo estrangular ela.
- você não vai escapar dessa.
- mas com certeza eu e meus amigos vamos matar você.
- não esteja convencida.
- é a verdade.
- matarei você aqui.
- com o que?
- essa espada em punho.
- pensava que seria com um desses punhos baratos seu.
- não me subestime.
- sei disso.
- e não pretendo.
chegou perto dela, ela só conseguia ver a sombra gigante dele, perto ela não estava ameaçada e não saiu dali.
- idiota.
ela deu dois golpes com a espada e cortou os dois braços dele, o sangue estava jorrando dos braços ele não estava acreditando.
- o que?
- adeus.
ela com um rápido movimento cortou a cabeça dele, não estava querendo ver a cabeça cair por causa ainda lembrava do rei dela.
- adeus.
ela sentiu aliviada e começou a voar por que sábia que só uma parte do inimigo foi derrotada naquele dia e que fica ali seria muito perigoso.
- saindo daqui.
ela começou a olhar para os lados para pelo menos ver se conseguia ver alguém, a preocupação se todos saíram bem esta na cabeça dela.
goldfreid ainda estava voando não muito rápido por que alguma coisa poderia atacar ele de surpresa, um pouco entediado por não esta encontrando nada ficava olhando de um lado para o outro e nenhum sinal de nada.
- sera que eu deveria voltar.
ele deu uma parada ficou olhando para cima para ver se tinha algum sinal de que os outros aviam chegado lá em cima e nada.
- bem ninguém subiu ainda.
- e ninguém irar subir - uma voz no ar.
- quem falou comigo?
- Zertfreid.
- não pode ser.
aparece uma pessoa da mesma espécie do goldfreid mas era mais jovem tinha uma pintura de linhas na cara, usava uma armadura não muito bem feita ela estava suja, as ombreiras não pareciam estar bem, tinha uma machado com o cabo longo, o capo erá quando do mesmo tamanho dele, dava para ver na expressão dele que não pesava muito.
- você não pode...
- o que?
- você é o meu...
- exato.
- neto.
- ola avô.
não pensou de como ele chegou naquele planeta, para ele não importava nada, só importava que estava lar e abraçou ele, a saudade estava apertando e muito o coração dele, as lágrimas não paravam de sair.
- você não faz ideia de como eu sinto vontade de você.
- eu posso imaginar.
um pouco envergonhado de que não era essa maneira de como um guerreiro cumprimentar o outro largou ele e se afastou um pouco.
- não pode ser - falou Goldfreid.
- mais estou aqui.
- você arranjou alguém?
- sim, tive muitos filhos um orgulho para a família.
- sabe o que não acredito.
- o que?
- que você se tornou um guerreiro.
- todos os grandes freids foram guerreiros.
- concordo.
- eu segui a tradição.
- nossa como eu gostaria de tá no meu planeta.
- nossa como eu também queria ver a minha mulher.
- isto é impossível.
- por que?
- tenho que lhe falar que eu morri.
- o que?
- morri em batalha.
- mais como estou te vendo aqui.
- por que este planeta é o inferno.
- não todos os freids vão para o lugar bom.
- por que você não foi para esse lugar bom.
um sentimento de culpa invadiu a cabeça dele, não que defender o universo seja errado, mais é que ele não foi junto para os seus anter-passados, ele abaixou a cabeça.
- por decidir lutar pelo universo.
- se afastando deles.
- exato.
- mais...
- o que?
- não vim para esse lugar pior por que eu fui um guerreiro.
- então por que?
- porque eu matei a sua mulher.
- O QUE?
- exato.
- você esta mentindo.
- não, não estou mentindo.
- não pode ser.
- é mais aconteceu.
ele bate no peito, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, como poderia haver uma traição dessas na família, mas o motivo principal para bater no peito é para afirma o nome da família.
- como pode fazer isso você é um freid.
- ela já não estava sendo útil na família.
- ela é uma freid.
- deixou de ser uma freid.
- mesmo comigo morto ela ainda carregaria o meu nome.
- não foi assim que vinharmos.
- se você não fosse meu neto...
- o que?
- eu o mataria agora.
Zertfreid estava um sorriso sínico no rosto e apontou a arma para o goldfreid demonstrando não ter nenhum medo dele.
- é mesmo.
- eu o destruiria.
- é tente me convencer mais.
- ela erá gentil.
- era mesmo...
- então...
- por isso foi fácil de marta-la.
- maldito.
- você devia ver o rosto dela.
- os meus filhos não poderia ter errado contigo.
ele balançada a cabeça em sinal negativo, ainda não acreditando que aquilo que ele havia contado era verdade.
- por que?
a emoção estava tão forte que por mais que ele fosse um guerreiro orgulhoso, não estava conseguindo segurar as lágrimas.
- por que?
ele estava no chão a noticia era pesada demais para ele conseguir suporta essa noticia em pé ele ficou batendo no chão.
- por que?
- porque eu sou o único dos freids.
- o que?
- eu sou o único dos freids a ser um assassino.
- isto não é motivo de honra.
- melhor isso do que ser como você.
- por que você acha que eu sou pior.
- porque você é um covarde.
- O QUE?
- isso mesmo.
- você não é nada apenas do que um covarde.
- como ousar.
- posso lhe pergunta onde você está?
- estou aqui nesse inferno.
- exato.
- o que tem isso?
- por que quando chegou o momento, você simplesmente não aceitou a morte?
- porque eu estava querendo viver.
- para quer?
- simplesmente queria.
- você não viveu junto com a sua esposa.
- sei que não.
- você teria a liberdade para poder salvar ela.
- sei disso.
- mais não fez.
- eu...
- por que não voltou?
- eu...
- responda por que não voltou?
- achava melhor...
- você acha que eles estavam melhor sem você?
- é.

capitulo:34
machados sangrentos

uma pergunta estava na cabeça de goldfreid por que quando chegou o momento por que não aceitou a morte.
- não sei dizer por que não voltei.
- você poderia ter salvado ela.
Zertfreid estava começando a voar mas não estava indo muito rápido estava se aproximando lentamente depois foi rápido, atacou com o machado pegando todo o peso das duas mão inclinando o machado para trás como podia e atacou, goldfreid apesar do momento que ele estava sofrendo, pegou o machado e conseguiu uma defesa rápida.
- você poderia esta lá para defender-la.
- você podia ter não matado ela.
Goldfreid reuniu toda a força que ele tinha no braço, conseguiu empurrar ele conseguindo finalmente uma boa distância.
- ela era membro da sua família você não deveria fazer isso.
- ela nunca foi um de nós.
- eu escolhi e você devia respeitar.
- respeitei ela.
- como?
- matei ela o mais rápido possível.
- não é isso que eu quis dizer.
- normalmente eu gosto de torturar os inimigos antes.
- você não pode ser ele.
- mais sou.
- ninguém nunca foi assim na nossa família.
- digo o mesmo.
- eu decidir ser um guerreiro do universo.
- você devia ter feito o mesmo caminho dos outros que morreram.
uma luz forte e azul aparece no céu iluminando todo ele, Goldfreid estava maravilhado mas lembrou de uma coisa.
- é o Artur.
- não se preocupe ele vai morrer.
- o que você disse?
- que ele vai morrer.
- quem são os outros guerreiros do universo?
- você não sabe?!
- DIGA.
- Zahara e Zarfros.
ele fechou os olhos por que percebeu o quanto ele estava sendo enganado naquele momento, não estava acreditando.
- qual é o seu nome?
- Zertfreid.
- mais qual é o seu verdadeiro nome?
- o que?
- você projetou um sonho que eu queria para o meu neto.
- muito esperto.
- não acredito que você me enganou.
- gostaria de ter enganado mais.
- DIGA QUEM É VOCÊ?
- neste momento Zertfreid.
- e quem você é nos outros momentos?
- o mal.
- é você que estava fazendo mal a este planeta.
- boa piada.
- que piada?
- eu sou o planeta.
- o que?
- eu sou esse planeta.
- não pode ser.
- então.
- todos seus amigos estão em perigo.
- tenho que ajudar-los.
- é mesmo.
- tenho que...
- e quem vai te ajudar.
- o que?
Zertfreid se aproximou numa grande velocidade, o machado estava muito inclinado para trás quando chegou perto atacou, acertando o golpe o machado conseguiu quebrar um pouco da armadura estava saindo sangue.
- maldito.
não estava querendo perder muito tempo percebendo que estava na vantagem já estava querendo dar um outro golpe, atacou de novo com o machado mais o goldfreid conseguiu se abaixar conseguindo evitar o golpe, termendo o contra-ataque não queria arriscar muito estava conseguindo sair de perto.
- conseguiu na segunda.
- cala a boca - falou Goldfreid.
- foi muito engraçado ver você chorando.
- vou ver você sofrer.
- aposto que não.
- você...
Zertfreid levantou a mão querendo demonstrar a cara, que era como ele queria o neto, tentando comover Goldfreid.
- você vai atacar seu neto.
- você não é meu neto.
- então como eu posso saber tanto sobre a sua família.
- você já me disse quem era.
- eu costume mentir e muito.
- não me engana.
- você não achou que eu sou muito parecido com você.
- por que?
- você quando criança mentia muito.
- sei que eu entrava em muitos problemas.
por mais que o braço dele estiver-se sangrando as mentiras dele eram tão envolventes que ele simplesmente estava esquecendo da dor.
- que problema grande esse que entrou.
- sei disso.
- você pode voltar agora.
- para a minha casa?
- sim.
- eu vou para casa.
- vá agora.
- mais primeiro.
- o que?
- terei que acabar com você.
Goldfreid foi com o machado dele com a toda velocidade, estava reunindo toda a coragem naquele momento para poder atacar, quando chegou perto atacou mais não conseguiu atacar ele, parou o machado perto, Zertfreid aproveitou a oportunidade tomando um pouco de distância com o cabo virou e atacou, o cabo certou a cara do goldfreid que nesse golpe fez com que sair-se um pouco de sangue, ele no ar não acreditava no que aconteceu naquele momento estava indo direto ao chão, no chão ficou parado um tempo.
- por que?
ele se levantou, mais estava se levantando lentamente tomando coragem para ter forças para lutar nessa.
- por que?
- você sabe que ele não é seu neto.
os olhos de goldfreid estavam em fúria mais depois para serenidade em ficar vendo o Zertfreid, parado lá.
- por que?
Zertfreid estava entendendo tudo, estava caminhando em direção a ele sem se preocupar em dar um ataque rápido.
- muito bom.
- você é um monstro.
- ainda se surpreende.
- não pode fazer isso.
- eu sou o mal.
ele abriu os dois braços tentando demonstrar toda a superioridade que ele estava demonstrando naquele momento.
- posso fazer o que eu quiser.
- mude de forma.
- te matar nessa forma vai ser mais divertido.
- DIVERTIDO.
tendo toda a coragem para ir em frente estava correndo tomando velocidade, estava vendo o rosto dele, ele parou por um instante por que o braço não estava conseguindo se mexer, não estava conseguindo vencer a situação.
- você me diverte a cada hora.
- vamos mantenha a calma.
- vou me diverti mais.
Goldfreid se acalmou um pouco, estava tentando fazer com que toda a raiva desaparecer-se e começou a fecha os olhos.
- o que? - falou Zertfreid.
- mantenha a calma.
- o que você vai fazer fica ai parado?
- não posso te atacar por parecer com o meu neto.
- sim e...
- você disse que consegue ler mentes.
- sim.
- você deveria usar mais essa sua habilidade.
Goldfreid desaparece por um segundo Zertfrei estava sentindo a presença dele no lado quando ele aparece fica surpreso, Goldfreid ataca com machado, Zertfreid querendo escapar do ataque se abaixa, o machado pega de raspão na armadura.
- você disse...
uma coisa ele ficou surpreso quando viu que ele estava atacando mais estava com os olhos fechados.
- maldito.
Goldfreid realizou um outro ataque inclinando o machado para pegar força sabendo onde ele estava realizou o ataque, Zertfreid ainda estava surpreso com o ataque mais se abaixou e com o machado conseguiu defender o ataque dele, usando impulso dos machados Zeldfreid conseguiu sai dali, que sabia que não dava para revidar.
- merda.
- o que foi?! - falou Goldfreid.
- como?
- consigo sentir os inimigos com os olhos fechados.
- acha que isso vai te salvar.
- não.
- então.
- mais nessa luta talvez.
- o que pretende fazer?
- destruir esse planeta.
- e por que não tenta.
- se eu fizer isso posso arriscar a luta com os meus amigos.
- os seus amigos vão morrer.
- se isso acontecer.
- o que...
- se você marta-los você vai ter um grande problema.
- que seria?
- destruiria esse planeta sem pensar duas vezes.
- não me faça rir.
- quer testar.
goldfreid começa a voar ele fica com um sorriso sínico no rosto começa voando de leve depois voa rápido para cima.
- o que pretende fazer Goldfreid.
- simples.
goldfreid começa a soltar uma bola de energia azul, que dava para ver todo o poder saindo do machado dele, soltou o poder ele foi direto para o chão, parecia com um torpedo, causando uma grande ventania,quando bate no chão, acontece uma explosão que destrói todo o terreno perto, causando uma grande fumaça.
- é isso que eu posso fazer - falou Goldfreid.
na fumaça estava saindo um copo do formato do Zertfreid ele estava machucado, saindo dela muito cansado.
- maldito.
- eu não estou brincando quando digo que posso derrotar-lo.
- eu vou destruir você primeiro.
- tente.
sabendo o que Goldfreid estava falando não erá uma jogada nada inteligente começou a fazer um pequeno sorriso.
- você não tem noção do que acabou de fazer?
- o que?
- coloquei você como prioridade.
- como estou com medo.
- você não esta entendendo.
- o que?
- eu não estava lutando com toda a minha força.
- então como?
- eu estava lutando com você e todos os seus amigos.
- então...
- não vou lutar com eles mais.
- é um alivio.
- agora você vai realmente sentira força desse planeta.
- você pode ter a força deste planeta.
- mais...
- EU TENHO A FORÇA DO UNIVERSO.

capitulo:35
a força de um planeta.

Goldfreid não estava nada intimidade com a força que ele diz que ira mostrar só fica imaginando o que vai vim.
- vamos lá já enfrentei mais fortes - falou Goldfreid.
- isto eu acho impossível.
- por que?
- você já estaria morto agora.
Zertfeid vai com toda a velocidade ao lado de dele, goldfreid não conseguiu acompanhar os movimentos dele.
- o que? - falou goldfreid.
ao invés de atacar com o machado que seria algo mais eficiente ele decidiu atacar com um soco o golpe foi rápido, quando acertou o goldfreid foi direto no chão, causando uma boa destruição, ele colocou a mão na barriga por que estava sentindo muita dor, por que toda vez que o terreno em volta sofre alguma coisa ele também sofre.
- não vou fazer isso de novo.
goldfreid estava muito machucado ficou olhando para cima, esperando outro ataque e imaginando se conseguiria atacar de novo.
- só isso - falou Goldfreid.
- o que?!
- eu pensava que podia mais.
- você nem consegue nem lutar.
por mais que o copo todo tiver-se dizendo não, goldfreid sofrendo muita dor estava tentando se levantar, conseguiu mais não estava conseguindo fica em pé.
- só isso que consegue fazer?
- esta brincando.
goldfreid rapidamente reuni uma bola de energia a aponta para o lado, antes ele olha para cima com um sorriso, solta a bola de energia ela causa uma outra destruição destruindo ainda mais o terreno ao redor.
- maldito - falou Zertfreid.
ele não estava aguentando estava se contorcendo de dor pelo terreno destruído, isso estava aumentando a raiva dele.
- maldito.
- não escultei.
- desgra...
- fala mais alto.
ele solta uma outra bola de energia destruindo cada vez mais o terreno, e ficava soltando mais energias.
- o que você disse? - falou Goldfreid.
Zertfreid rapidamente fica na terra quando chegou o vento ficou ao redor dele, pisou devagar no chão.
- o que você falou planeta?!
- você esta feliz.
- pode apostar que sim.
- por pouco tempo.
- você tem como me derrotar.
- continue achando isso.
- ao menos estou feliz.
- com o que?
- pelos os meus amigos estarem bem.
- patético.
- me lembrei de uma coisa.
ele fica reunindo três bolas de energia mais destas vez eram verdes, ele estava muito concentrado, depois olhou para cima depois com uma rachada liberou ela para cima, estavam rindo muito rápido, quando saiu do planeta começou a subir mais um pouco e lá em cima, houve três explosões fortes fazendo que com todo planeta puder-sem ver.
- por que você fez isso?
- você disse que todo o mal esta aqui? - falou Goldfreid.
- basicamente.
- pois é.
- o que?
- fiz o sinal para todos o meus amigos venham até aqui.
- patético.
- vamos eliminas você bem rápido.
- gostei que você fez isso.
- por que?
- assim eliminarei um por um.
- não fique ganancioso
- por que diz isso?
- você nem consegue com um.
Zertfreid vai com uma grande velocidade, de novo ele não atacou com o machado foi com a mão, atacou, o soco acertou ele foi jogado com a força do golpe parou distante do local onde estava.
- diga de novo! - falou Zertfreid.
explosões estavam acontecendo onde o goldfreid estava o Zertfreid estava estranhando, mais toda vez que acontecia uma explosão ele sentia dor.
- desgraçado.
zertfreid percebendo que não podia chega lar do modo normal por que ia demorar por os ataque não paravam, ele simplesmente desapareceu.
- vamos revide planeta - falou Goldfreid.
ficou lançando os poderes direto ocasionando várias explosões mais nada do inimigo, ficava olhando e volta e nenhum rastro.
- vamos sei que esta por ai.
ele deu uma pequena respirada olhou para baixo e também para o terreno ao redor e nada dele, estava com suspeita.
- sei que não morreu por que este planeta ainda existe.
Zertfreid de repente aparece atrás do Goldfreid, ele estava furioso pelo que estava acontecendo, a fúria era grande, estava pronto para finalmente dar um golpe com o machado, sábia que com esse golpe a luta finalmente acabaria.
- morra maldito.
- o que? - falou Goldfreid.
quando estava pronto para atacar ele, uma bola de energia atinge as costas de Zertfreid, ocasionando uma grande quantidade de dor.
- quem foi? - falou Zertfreid.
Zahara aparace no local.
- fui eu.
- ola Zahara - falou Zertfreid.
- você é o grande mal.
- exato.
- você vai morrer.
- não contaria com isso.
aproveitando a oportunidade goldfreid viu que ele estava destra-ido com o machado atacou as costas de Zertfreid, ele se afastou o quanto pode.
- maldito.
- não se distraia no meio de uma luta - falou Goldfreid.
- como eu disse vou matar todos vocês.
- você já não tinha tentado antes?! - falou Zahara.
- cuidado desta vez - falou Goldfreid.
- por que?
- agora ele esta usando o poder todo.
- é mesmo.
- é.
- eu vi você quase morreu.
- eu poderia ter me virado sozinho.
- é mesmo?!
- eu poderia cuidas dele sozinho.
- você ia morrer muito rápido.
- não me subestime.
- sei!
- juro que aquele golpe não ia me matar.
- ia sim.
- está me atrapalhando.
- precisarmos sair daqui.
- sei disso.
- belo sinal.
- obrigado.
- você viu o artur?
- não.
- e o Zarfros?
- não.
- tomara que eles estejam bem.
- eu matei os dois - falou Zertfreid.
- minha nossa como ele mente - falou Zahara.
- tudo que você tem é esperança.
goldfreid soltar um poder no lado causando mais uma explosão só para machucar ele mais um pouco, isso deixou um pouco feliz.
- e tudo que você tem são mentiras - falou Goldfreid.
- vão se iludindo.
- falando nisso.
- o que?
- você falou que acabaria com a gente um por um.
- exato.
- e por que não estar conseguindo.
- eu gosto de me diverti.
- não é desculpa.
- não vou te matar muito rápido.
- eu faria isso.
- por que?
- se os outros chegarem vamos detonar você muito rápido.
- engraçado ainda não me tremerem.
- por que faríamos isso?
- o que?
- se você não é ameaça para ninguém.
- acha mesmo.
Zertfreid deu um outro soco forte, primeiro ele foi com uma velocidade rápida, deu um soco, quando acertou o golpe ele foi para num terreno longe.
- você é quem deve me temer.
- como ele falou? - falou Zahara.
- o que?
- você não é ameaça para gente.
- eu sei de todos os seus tremores.
- sei que sabe disso.
- eu sou o medo.
- isso eu discordo.
- eu sou o MAL.
- você sabe como se destrói o mal - falou Artur.
o Artur apareceu no lugar e estava voando, ele pousou no chão com tranquilidade mas sem tirar os olhos de Zertfreid.
- como? - falou Zertfreid.
- com esperança.
- ridículo.
- estamos derrotando você agora com isso.
- eu estou derrotando você.
- discordo disso.
- você não podem contra min.
- você treme de ante de nós.
- eu sou o mal.
- eu sei.
Artur deu dois passos.
- e nós...
- destruirmos o mal - falou Zahara
Zertfreid fica olhando de um lado para o outro decidindo quem vai atacar primeiro, não sabe se continuar coma luta inicial, olhou para o artur para ele no momento parecia a boa opção, por que se encheu do papo de esperança, se preparando para ir na direção dele, olhando para ver se vai conseguir o golpe certeiro, inclinou o pé para dar um impulso maior e foi com toda a velocidade,Artur estava impressionado com a velocidade, ele ataca com o machado o artur teve sorte de ter conseguido escapar do golpe, se abaixando o más rápido que podia, no momento mal conseguia ver a velocidade, simplesmente foi que o instinto estava dizendo a ele.
- quase - falou Artur.
- o que?
Zertfreid ficou surpreso com o fato dele ter conseguido escapar dos golpes no mesmo instante ficou com raiva que não podia atacar de novo.
- droga.
aproveitando a oportunidade Artur forçou as pernas e conseguiu sair dai o mais rápido possível, para evitar outro ataque dele.
- vamos pense melhor - falou Artur.
- um ato de sorte.
- sim.
não esperando outra ofensiva de Zertfreid olhando fixamente para o inimigo e foi disparado em direção a ele, quando o Artur deu o ataque com a excalibur, ela passou perto do rosto de Zertfreid livrando do ataque.
- errou feio.
- tem razão.
- você não tem muitas opções.
- eu sou um idiota por continuar essa luta.
- isso se renda é mais fácil.
uma energia estava se formando na palma da mão de Artur era um poder azul, estava saindo vários raios dela, quando ele soltou a bola ela explodiu em um local perto destruindo cada vez mais o terreno.
- maldito.
- temos que eliminar você - Falou Artur.
- você não vão conseguir.
- nós só estamos esperando uma pessoa para eliminar você de vez.

capitulo:36
Zarfros e o planeta.

Zarfros estava voando com calma ficava vendo de um lado para o outro ainda confuso porque não sabia o que ia encontrar.
- tomara que não seja uma perca de tempo.
ele pensou se aquele cristal que avisa quando esta tendo problemas no planeta será que errou, uma coisa que normalmente ele não faz.
- onde esta?
uma sombra do tamanho de um homem, com os olhos vermelhos, só conseguia enxergar o vermelho fora isso ele não tem uma forma comum.
- quem é você? - falou Zarfros.
a sombra dar um soco rápido, Zarfros se surpreende pelo ataque rápido, ainda espantado ele estava indo em direção ao chão.
- ok, é você que esta causando problemas a esse planeta.
a sombra juntou as mãos e estava indo em direção ao Zarfros, não queria perder muito tempo ficou vendo o ataque vim, quando chegou perto atacou com a espada cortando as mãos da sombra em pleno ar, ele fica no chão mais em pé.
- o que você é? - falou Zarfros.
Zarfros ficou vendo uma habilidade da sombra, ele estava conseguindo regenerar as mãos, ficou muito surpreso.
- ainda vai me dar trabalho.
a sombra ficou desaparecendo no chão, no momento de desespero Zarfros foi até ele tentar realizar um ataque mas quando chegou perto já era tarde demais ele havia desaparecido.
- droga.
duas mãos veio do chão e pegou o pés de Zarfros, ficou tentando se livrar das mão que estavam segurando ele.
- o que esta me segurando?
a sombra sai da terra e volta a ter um copo físico parecido com um de humano, estava observando ele tentando se mexer mais não estava conseguindo.
- droga.
observando a criatura que estava na frente dele.
- quem é você?
- quem sou eu - falou a sombra.
- sim.
- vocês invadem aqui, e nem se apresentam.
- meu nome é Zarfros.
- isso se quiser-se eu saberia.
- como assim.
- eu consigo ler mentes.
- você é o que esta causando mal a este planeta.
mais mão começar a segurar o Zarfros se surpreende ficou vendo que não estava conseguindo se mover ficava tentando e nada,
- eu não estou causando mal a este planeta - falou a sombra.
- eu quero destruir quem esta fazendo mal a este planeta.
- sério?
- sim.
- então se mate.
- o que?
- invasores só são bem vindos quando eu quero.
- eu sei que tem alguém fazendo mal a este planeta.
- você esta brincando?!
- não.
- ninguém consegue fazer mal a este mundo.
- por que?
- porque este é o planeta é o mal.
- o que?
- este planeta faz mal a todos outros planetas.
- não pode ser.
- coitado e você veio defender-lo.
- se você esta dizendo...
- o que?
- agora o meu objetivo é destruir o planeta.
- quem é você?
- SOU ZARFROS O GUERREIRO DO UNIVERSO.
- e eu sou o mal.
- prazer, eu sou quem vai destruilo!
a sombra começou a dar vários socos no Zarffros ele estava tentando reagir mais não estava conseguindo, ele ficou dando vários socos, ele já estava desistindo, cada soco era insuportavelmente dolorido.
- então é só isso guerreiro do universo.
- só isso que consegue fazer?
- ainda brinca!
- poderia fica aqui eternamente.
- não se preocupe vai durar pouco.
uma luz no céu uma luz azul brilha muito forte no céu o Zarfros olha para aquela luz no céu como uma luz de esperança.
- muito obrigado - falou Zarfros.
- pelo o que?
- não a você.
- para quem?
- por quem soltou a energia.
- por que você agradece pela luz.
Zarfros abaixa a cabeça demonstrando um pequeno sorriso, por que todas as esperanças que havia perdido havia recuperado naquele momento.
- aquela luz mostra...
a aura azul estava crescendo no Zarfros nisso ele estava conseguindo a liberdade que estava querendo.
- que eu não sou o único com dificuldades.
a raiva nele estava começando a crescer junto com aura ele estava totalmente liberto, a sombra estava impressionado.
- quem tem mais pessoas querendo vencer você.
- todos irão morrer.
- não importa.
- o que?
- nós somos guerreiro não importa se vamos viver para sempre.
- ainda tem coragem de lutar comigo.
- sim.
- é maluco.
- eu é que sou maluco.
- sim.
a aura dele aumenta por todo o local, e toda a sombra que estava perto dele desaparece em instante.
- eu o louco!
a sombra apareceu mais distante não encostando na luz se impressionou como ele aumentou o poder,que parecia ser fácil de derrotar a pouco tempo atrás.
- não pode ser?
- você me disse que é o planeta?
- sim.
- pois eu sou o universo.
- você não é tão forte assim.
- vamos.
Zarfros estava fazendo o gesto de "venha" com a mão, a sombra ficou com muita raiva do que estava acontecendo.
- vamos me mate agora.
- não pode ser você nem estava perto de me derrotar - falou a sombra.
- as coisas sempre mudam.
- droga.
- venha eu te destruirei.
a sombra estava colocando as mãos na frente, Zafros já estava preparado para o ataque, ficou esperando com a espada.
- vamos.
a sombra solta um grande raio de energia vermelha, atingindo Zarfros ele não conseguiu segurar com o poder, acontece uma grande explosão a sombra sente, dor, Zarfros não conseguiu prestar atenção nisso, ele estava em pé ainda resistindo.
- droga.
- nada mal para o planta.
- maldito.
Zarfros deu uma risada forte.
- o que foi?
- ainda não conseguiu me matar.
- o que?
- todo o seu poder e ainda em nada.
- maldito.
- vamos mostre todo o seu poder.
- não posso.
- por que?
- estou lutando você e com os outros.
- ainda.
- não se apresse.
Zarfros enfia a espada na terra, ele estava revoltado pelo inimigo não estar usando todo o poder fazendo parecer uma perca de tempo.
- você quer que eu fique aqui esperando.
- não.
- então o que pretende?
- eliminar vocês todos de uma vez.
- isso é ser maluco.
- o que acha melhor?
- que você lutar-se só um contra um.
- eu prefiro fazer as coisas rápidas.
- assim você facilita para min.
- o que?
- seu poder esta muito pequeno.
- não me subestima.
- estou falando a verdade.
- não tire vantagem.
- vamos.
- o que?
- me mostre do que você é capaz.
- certo.
- vamos.
- vou te matar muito rápido.
- você vai me machucar me matar é outa historia.
a aura de energia vermelha estava se acumulando na sombra.
- vou te matar.
Zarfros estava fazendo a energia azul em forma de escudo.
- não vou facilitar.
- morra.
lança uma grande rajada de energia vermelha que estava indo na direção de zarfros, nesse momento acontece uma grande explosão.
- droga - falou a sombra.
a sombra ficou no chão por que estava machucando ele mais e mais.
- entendi - falou Zarfros.
- o que?
- do por que você com esse poder, você só dava socos.
- por que você acha?
- você é este planeta cada vez que acontece algum mal nele você também leva os golpes, por isso não gosta de soltar os raios, por que geralmente eles causam explosões que geralmente é pior para você por que destrói mais o terreno.
- ual como você pensou nisso?!
- você já cometeu um grande erro.
- qual?
- deixa que a gente entre no planeta.
- você cometeram o erro de vim para cá.
- o que você vai fazer?
- matar vocês.
- sem ter como?
- posso achar uma maneira.
- desista.
- não.
- ou lance outro poder.
- maldito.
- prometo não fica parado na próxima.
- maldito.
- vamos o que você consegue fazer?

- o que?
- me mostre o que você pode fazer?
- não é isso.
- então.
- vamos adiar a luta.
- o que?
- vou ter uma luta de igual.
- conta quem.
- não importa.
a sombra simplesmente desapareceu.
- para onde você esta indo.
ficava desesperado por que sábia que ele podia estar mentindo, ficava olhando de um lado para o outro e nada.
- para onde ele foi.
ele ficou olhando para cima para ver se estava conseguindo ver algum tipo de sinal, sábia que ia lutar com um deles mais qual?

capitulo:37
todos contra um.

Zarfros ficou vendo de um lado para o outro, estava querendo sair de la, não estava querendo ir para qualquer caminho, do jeito como entraram no planeta.
- vamos me mostrem algo.
Zarfros ver o sinal verde, que estava mostrando o caminho onde era para seguir.
- finalmente.
ele voou o mais rápido possível conseguir chegar onde estavam todo mundo chegou perto de Zahara, chegou devagar perto dela.
- Zahara.
ela olhou desconfiada para ele por que pensava que era uma das ilusões mas como depois conseguiu perceber o poder com a mente.
- ola Zarfros.
- com quem vocês estão enfrentando.
- o mal.
- o planeta.
- exato.
- não podermos perder tempo.
- temos que destruir o planeta.
a Zahara estava começando a voar quando pensou que Zarfros ia junto ele estava ali parado, não entendeu.
- o que? - falou Zahara.
- o que foi?
- temos que destruir esse planeta de fora.
- ele consegue lançar poderes.
- você acha que eu não sei.
- parece que não.
- o que?
- se sairmos desse planeta ele vai usar esses poderes sem medo.
- prefere fica aqui lutando copo a copo.
- aqui pelo menos temos vantagem.
- uma coisa que não vamos ter por muito tempo.
- tenha calma.
- o goldfreid quase morre na batalha.
- vamos todos morremos se ficarmos aqui.
- lá fora a nossa sorte vai piorar.
- ele esta com muita vantagem.
- esta?
Zarfros lança um poder destruindo mais um pouco o terreno e isso machuca Zertfreid, que deu a oportunidade de Artur ataca com uma excalibur, que conseguiu ferir o peito de Zertfreid, destruído a armadura que protegia.
- ele não esta com vantagem.
- ok tenho que concorda.
- vamos.
os dois ficavam soltando os poderes destruindo o terreno ao redor, goldfreid estava vendo o que todos estavam fazendo.
- vamos - falou Goldfreid.
ele estava se apoiando as mãos nas pernas para tentar se levantar que não estava conseguindo no momento.
- não desaponte eles.
a dor que ele estava sentindo o Goldfrei era grande não estava conseguindo abrir os olhos, estava tomando folego.
- o que?
tudo vem a tona para ele, e abre os olhos, estava vendo o Zertfreid morrendo de dor, e a raiva estava aumentando.
- depois do que ele fez você vai fica fazendo copo mole.
ele estava rangendo os dentes, e estava finalmente conseguindo se levantar.
- ele te deu falsas esperanças.
se levantando pouco.
- não pode...
se levantando mais um pouco.
- deixa essa...
olhou para o Zertfreid.
- passar.
conseguiu finalmente se levantar.
- destrua ele.
olhou para uma direção.
- gosta de fazer os outros sofrerem.
lançou um poder.
- em...
lançou mais outro poder.
- gostar disso.
lançou mais poderes.
- VAMOS.
lançou cada vez mais poderes.
- GOSTAR DISSO.
o terreno todo estava se destruindo a explosão estava destruindo tudo em volta goldfreid estava feliz.
- desgraçado.
ficou vendo o Zertfreid sofrer.
- maldito.
lançou ainda mais poderes.
- GOLDFREID - falou Zarfros.
- sim.
- consegue voar.
- sim.
- então saia dai.
- ok.
goldfreid começou a voar.
- por que ele é parecido com você? - falou Zarfros.
- ele imitou o meu neto.
- por que?
- estava tentando me derrubar.
- como?
- com táticas emocionais.
- sério?!
- sim.
- com quem ele se transformou com você?
- em sombra.
- em sombra?!
- ninguém que você se importar-se.
- não.
- sério?
- sim.
- maldito.
- por que?
- ele usou o emocional comigo.
- você realmente caiu.
- sim.
- só um idiota cai nisso.
- ei - falou Zahra.
- o que?
- ele usou essa técnica comigo
- você se esqueceu que esta em um campo inimigo.
- não acredito que vocês caíram.
- você também teria caído.
- como foi com você?
- o que?
- como ele iniciou a luta.
- simplesmente lutando.
- o que?
- simplesmente lutando.
- será que você não se importa com ninguém.
- só de vez em quando.
- você é frio.
ela faz uma carareta de sinismo para ele.
- não.
- por isso ele não se transformou em ninguém.
- depois nos preocuparmos com isso.
- ok.
todos estavam voando e lançando vários poderes, todo estavam destruindo o planeja de pouco em pouco não davam tempo, para ele se recuperar, quando finalmente ganham distância suficiente o planeta é destruído.
- finalmente - falou Goldfreid.
- sim - falou Artur.
todos eles voltaram para a base, todos ele deitaram no chão por um tempo, não estavam forças, para fazer mais nada,depois de um tempo o Artur ficou perto da Zahara.
- ola Zahara - falou Artur.
- oi.
- como foi a sua luta.
- o desgraçado pareceu com alguém que eu respeitava muto.
- com quem?
- você não conhece.
- seu pai?
- não.
- então quem?
- o meu rei.
- sério.
- sim.
- você ainda é dedicada a ele.
- na vida passada era.
- e hoje.
- ao universo.
- sei...
- mais principalmente a você.
os dois se beijam na boca.
- a minha lealdade...
ele olhou para o lado por um tempo.
- o que foi? - falou Zahara.
- minha lealdade.
o que ele tinha prometido ao Excalibur estava entalado na garganta estava querendo dizer mais não conseguia.
- o que esta havendo?
- não consigo dizer a quem sou fiel.
- por que?
- eu sei de algo.
- o que?
- um segredo.
artur anda um pouco.
- de quem daqui?
- de nenhum daqui - falou Artur.
- como?
- você se lembra da segunda vez que desapareci daqui.
- sim.
- eu falei com a excalibur.
ela dar um pulo de alegria.
- muito bom para você.
- o que ele falou não é nada para te deixar feliz.
- o que você esta escondendo?
- sabe o que eu vi no planeta?
- o que?
- você morrendo.
- sério.
- sim, isso me destruiu por dentro.
- ainda bem que eu estou bem.
- nesse momento eu sabia a quem eu era fiel.
- a quem?
- a você.
- sério?
- sim.
ela vai e beija ela na outra.
- minha lealdade é a você não a o universo.
- o que vai me dizer?
- tinha prometido não dizer.
- o que?
- sobre o por que das armas.
- elas servem para defender o universo.
- estou me referindo do fato de vocês não estarem conseguindo falar com elas.

capitulo:38
a grande verdade.

todo estavam reunidos o Artur estava no centro da sala.
- o que você quer nos dizer? - falou Goldfreid.
- que sei por que as suas armas não estão falando com vocês.
- por que?
- porque eles acham que o que vocês estão fazendo é errado.
- O QUE?
- lamento.
- de quem você ouviu isso.
- da minha excalibur.
- naquele dia do desaparecimento.
- exato.
- e quem esta fazendo o certo?
- para ele Tatans.
- O QUE?
- todos acham que eles estão certos.
- até a excalibur.
- não.
- o que ela acha?
- que nós estamos fazendo o certo.
- por que você não nos disse isso antes.
- ele não...
- o que?
- confiar em vocês.
- o que?
- eu posso confiar em vocês mais ele não.
- como?
- sinto.
- não acredito que isso esta acontecendo.
- por que só a sua.
- o que?
- por que só a sua é certa.
- não sei dizer.
- me desculpe mas tive que contar essa noticia.
- é a sua.
- o que? goldfreid.
ele aponta o machado em direção do Artur demonstrando toda a raiva que estava sentindo naquele momento.
- abaixe a arma.
- é a sua arma que é traidora.
- repita o que disse.
- como ousar falar da minha arma.
- estou dizendo que eu sei.
- você só pode ter ouvido errado.
- gostaria de ter ouvido errado.
- é ela que estar traindo a todos nós.
- abaixa essa arma AGORA.
num movimento rápido o artur dar um ataque fazendo com a excalibur bater-se no machado dele, fazendo ele recuar um pouco.
- você é meu amigo.
- você estar enganando a gente.
Artur dar um soco rápido na cara de goldfreid que faz ele cair no chão, Goldfreid ficou em estado de choque.
- como ousar maldito.
- vamos nos acalmar - falou Zarfros.
- você acredita nele? - falou Goldfreid.
- gostaria de não acreditar.
- vai fica ouvindo isso.
- sim.
- mas...
- chega de brigas.
- mas...
- você vai querer brigar comigo.
- não.
- chega de brigas.
- ok.
- o que vamos fazer?
- o que quiserem - falou Artur.
- esta certo.
Zarfros estava andando mas estava se sentindo pesado como se tudo que tiver-se feito até agora fosse mentira.
- mesmo sendo o errado.
- o que?
- vamos continuar fazendo o certo.
- sério?
- sim.
- e as armas.
- não vou fazer isso pelas nossas armas.
- por quem?
- por todos os guerreiros que morreram até agora.
Zarfros recupera a postura dar uma pequena respirada e olha para o goldfreid como se estiver-se pedindo apoio.
- sim - falou Goldfreid.
- você respeita o nosso antigo mestre - falou Zarfros.
- sim.
- você respeitou as ordens dele até agora?
- você sabe que sim.
- você vai desistir agora.
- não.
- você é fiel a sua arma?
- eu...
- ou você é fiel ao universo.
- ao universo.
- seja fiel a universo como nosso mestre falou.
- até o fim.
- mesmo não sendo o que as nossas armas querem.
- ainda serei fiel a universo.
- é isso que tem que ter em mente.
- por que nos contou antes - falou Goldfreid.
- estava sendo fiel a minha arma - falou Artur.
- e por que só agora.
- só naquele planeta percebi a quem eu devia ser fiel.
- me desculpe por ter atacado.
- também.
num gesto simbólico de amizade o Artur estende a mão e dois ficão de mãos dada trazendo um pouco de paz ao lugar.
- e agora.
- a minha arma esta tentando convencer a sua arma para que todas as suas armas concordam em ter a mesa opinião que a gente.
- até agora?
- nada.
- não pensava que tinha quer infiel a minha arma.
- sinto muito.
- também.
o homem excalibur saiu da espada, ficou bem no centro da sala todos ficaram surpreso não estavam esperando isso.
- excalibur - falou Artur.
- sim artur.
- o que esta fazendo aqui?
- para dizer uma coisa.
- o que seria?
- bem primeiro lugar você me traiu.
- tive que ser fiel aos meus amigos.
- mas...
- o que?
- esta não é a principal coisa que vim a contar a vocês.
- você é excalibur - falou Zarfros.
- sim.
- finalmente vejo um espirito de perto.
- não somos muito de aparecer!
- o que dizer?
- finalmente.
- o que?
- finalmente mudei a ideia deles.
- esta querendo dizer?
- que todos vocês estão fazendo o que a suas armas querem que vocês façam.
todos gritaram de alegria, eles receberam uma noticia ruim primeiro depois recebe uma ótima noticia.
- isso quer dizer...
- que na próxima vez.
- vamos ter o poder do universo.
- exato.
- não estou acreditando.
- foi muito difícil convencer-los a aceitar a ideia
- imagino.
- eles são muito cabeças duras.
- posso imaginar.
- ainda bem que vocês não foram com a deles.
- e ainda bem...
- o que?
- que ele não contou a vocês antes da hora.
- você sabe o que ia acontecer.
- duvido muito.
- vocês ainda estariam com duvida.
- o artur fez muito bem em esconder-la.
- não confia na gente.
- não.
- o que?
- quem deve confiar em você não sou eu.
- entendo.
- é simplesmente a realidade.
- entendo.
- não.
- não me subestime.
- lembrar-se quem escolheu você.
- minha arma.
- obrigado por nos dizer essa mensagem.
- ela tinha quer dita uma hora ou outra.
- me diga.
- o que?
- você não esta mentindo.
- por que eu faria isso?
- você disse que não confiar na gente.
- nisso tem razão.
- você pode esta mentindo para a gente continuar fazendo o que você quer.
- enganar-se.
- como devemos saber.
- simples.
Excalibur abre a mão soltando um poder que solta um raio de luz afastando Zarfros fazendo-o cair no chão ele não consegue acreditar.
- o que você estar fazendo?
- te provando.
- maldito.
- vamos me ataque.
- não.
- me enfrente agora.
Zarfros olhou para o excalibur estava com muita raiva tentando tirar todo o sentimento de respeito que sentia por eles.
- agora.
Zarfros estava sentindo uma aura mais elevada do que acostumado estava estasiado, por que erá a primeira vez que consegua sentir o poder do universo.
- não credito.
- você finalmente.
- o que?
- é um guerreiro do universo.
- não posso acreditar.
- acredite.
- uma outra pergunta.
- o que?
- e Tatans.
- ai vem o problema.
- o que?
- a luta contra ele.
- o que?
- vai ser agora.

capitulo:39
Tatans e a grande luta.

Zarfros estava confuso com que o excalibur disse falou que o Tatans vai atacar eles o que normalmente não é uma coisa dele.
- não estou entendo.
- a arma dele agora acha que todos vocês são traidores.
- mas o Tatans naquela loucura dele ele acha que nós somos amigos.
- ele é fiel é só uma coisa.
- a arma dele.
- exato.
- se prepare.
o excalibur estava desaparecendo de pouco em pouco todos ainda tinham muitas perguntas a fazerem mas o tempo tinha acabado.
- ele falou - falou Artur.
- que o ataque estava por vim.
- será que?
- o que?
- ele vai fazer a mesma coisa que o outro fez.
- você esta me dizendo...
zarfros simplesmente desapareceu todos ficaram olhando em volta desesperados queriam notar a presença dele mas não conseguia.
- maldito - falou Artur.
- para onde ele esta - falou Goldfreid.
- acho que sei onde?
- onde?
- na dimensão de Tatans.
- não pode ser.
- é o único lugar provável.
- droga.
- tomara que Zarfros se der bem.
- agora ele tem ajuda.
- sei disso.
- isso tem que dar.
- espero que esteja certo.
- maldito.
- concordo.
- quem é o próximo
Zarfros se ver em um lugar totalmente azul não estava entendo o que estava acontecendo, ficou olhando ao redor.
- onde estou?
Tatans aparece para ele desta vez com uma cara séria, uma cara que estava querendo sangue, Zarfros estava olhando para ele.
- o que quer?
- você sabe muito bem.
- finalmente parou com um papo.
- antes eramos amigos.
- até que você nos traiu.
- naquele momento eu fiz exatamente o que vocês deviam fazer.
- estaríamos errados.
- vocês são leais as suas armas.
a aura de Zarfros estava aumentando e muito ficou olhando para o Tatans com cara de raiva concentrando total no Zarfros.
- nós só somos fieis a uma coisa.
- ao universo.
- esta se enganado.
- verdade.
- o que?
- tem outra coisa que somos fieis.
- o que seria?
ele fecha os olhos sentindo todo o momento de alegria que sentiu até todas as conversas abriu os olhos com um sorriso no rosto.
- aos amigos.
- ridículo.
- isso que nos manteve fortes até agora.
Zarfros abaixa a arma não como sinal que desistiu da luta mas simplesmente demonstrando que não estava precisando dela.
- foi por causa da amizade que estamos vencendo todas as batalhas.
- vocês até agora perderam muitas vezes.
- verdade.
- e ainda defende isso?
- sim.
- como?
- simplesmente por ainda ter forças para enfrentar qualquer mal que esteja por vim mesmo que isso inclua você.
- vou matar você.
- tente.
- adeus velho amigo.
a aura de Zarfros aumentou muito que estava indo para todo o local Tatans estava impressionado com que estava acontecendo.
- o que?
- não vai ser fácil desta vez.
- vai ser mais fácil que pensa.
Zarfros foi indo na direção de Tatans, ele se impressionou com velocidade de Zarfros, atacando-o com espada o Tatans escapa por pouco, sentiu um pouco de raiva por ter esse dificuldade de desviar do ataque olhou par ele, rapidamente tentou um contra-ataque, atacando com espada mas o golpe não foi certeiro no máximo raspou um pouco da armadura de Zarfros, os dois percebendo que nenhum estava com vantagem decidiram se afastar um pouco.
- droga.
- minha arma esta me ajudando.
- estou vendo.
- por isso digo que não vai ser fácil.
- esta se esquecendo.
Tatans vai muito mas rápido do que o Zarfros estava esperando quando estava perto ele dar um chute na cara de zarfros, com o impacto saiu um pouco de sangue do nariz dele, ainda se afastou um pouco, não estava esperando o ataque.
- maldito.
- mesmo com o total apoio das suas armas.
ele dar um sorriso fica numa posição reta demonstrando superioridade apontou para ele, olhou para o Zarfros como se não fosse nada.
- eu ainda sou mais forte.
- tô sabendo disso.
- desista.
- não vou deixar você me matar fácil.
- você vai morrer por culpa das suas armas.
- esta enganado.
- o que?
- não vai ser por culpa das minhas armas.
- então de quem.
- minha o que?
- tudo o que eu faço é por minha escolhas.
- esta feliz pelo que as suas escolhas de levaram.
- sim.
- eu estaria odiando.
- essa é diferença entre min e você.
Tatans conseguindo a coragem que queria quando foi atacar com a espada, notou que o Zarfros estava vendo os movimentos e parou um pouco.
- o que foi?
- não estou fazendo o correto.
- como?
- não estou fazendo da forma correta.
- finalmente percebeu.
- me refiro de como estamos lutando.
- o que tem isso?
- não devia lutar na forma para te dar esperanças.
- o que?
- não estou lutando com todo o potêncial.
- então mostra.
tatans vai na direção de Zarfros ele só ver o Tatans passar por ele não entendeu o que estava acontecendo por que ele só passou direto.
- o que esta acontecendo?
- ainda não notou?
- o que?
de repente três cortes atravessando a armadura, deixando um grande rastro de sangue, ele ficou impressionado com a velocidade de ataque.
- não pode ser.
- pode ser.
Tatans estava indo em direção tantas bem calmamente certo de que nada iria acontecer com ele, ficou vendo o amigo naquele estado.
- amigo.
ele dar um chute forte na cara de Zarfros deixando-o no chão, não percebia o que estava acontecendo, não estava tendo noção da luta, simplesmente fechou os olhos estava deixando todo o copo descansa pensava por que não fica no chão de vez.
- agora tenho que cuidar dos outros.
- não.
em um instante ele voltou a ter consciência, e ficou olhando para o Tatans não deixando com que ele acabar-se com toda a moral dele no momento.
- ainda não acabou.
a aura de Zarfros continuou aumentando cada vez mais, o poder estava aumentando com forme a raiva dele ainda estava aumentando.
- não vou deixar.
- nesse estado.
- sim.
Zarfros foi com toda a velocidade querendo finalmente dar um ataque que puder-se acabar com aquilo, ele estaria feliz com isso, mas quando chegou perto não conseguiu velocidade suficiente no máximo o golpe pegou no ombro da armadura de Tatans.
- não - falou Zarfros.
- quase.
- não pode ser.
- o que foi.
percebendo que ele estava em estado do choque não estava querendo deixar a oportunidade passar quando viu o rosto por inteiro conseguiu dar um soco na cara de Zarfros, assim o Tatans conseguiu uma distancia maior que dava vantagem.
- droga - falou Zarfros.
o golpe desequilibrou ele tanto que quando estava tentando ficar em pé não estava conseguindo foi direto para o chão.
- droga.
- você esta me divertindo.
- ba...
- o que?
- ba...
- o que raios você esta dizendo?
- ba...
- você finalmente enlouqueceu de vez.
Tatans ainda estava curiosos para saber o que ele estava dizendo simplesmente chegou perto, ele não estava no momento em posição de se defender.
- o que disse?
- isso.
Zarfros no momento rápido enfia a espada na barriga de Tatans ele fica impressionado com que estava acontecendo ficou vendo o Zarfros.
- maldito.
- idiota.
Zarfros em um momento estava se acovardando estava tomando distância não acreditando do que acabou de acontecer.
- maldito.
- você se esquece.
ele se levanta apontando a arma para o Tatans, se levantou com um sorriso no rosto por que finalmente estava vendo medo nos olhos dele.
- eu ainda sou seu inimigo.
- droga.
- engraçado.
- você me deu o que não queria me dar.
- o que seria?
- esperança.
- maldito.
- você vai morrer.
- vou tirar a esperança de você.
- vamos.
quando começou andar logo parou e olhou para a barriga não estava suportando a dor naquele momento ficou olhando para o Zarfros.
- maldito.
- não tem como vencer.
- á mais eu tenho.

capitulo:40
uma esperança perdida.

tatans ainda estava querendo revidar mas antes se acalmou um pouco antes de fazer o ataque sabendo se fizer-se alguma coisa errada poderia ser o fim do ataque.
- não vai fazer nada - falou Zarfros.
- por que?
- porque se não.
Zarfros foi com toda a velocidade ignorando a dor dos golpes que ele estava sentindo naquele momento quando chegou perto atacou o Tatans, desta vez conseguiu acerta o ombro quebrando a armadura naquele momento.
- você não tem chance.
Tatans foi um pouco mais rápido e conseguiu se afastar viu o estado como estava o ombro e viu o Zarfros.
- sério?
- o que?
- que você já se acha capaz de me derrotar.
- sim.
- por que acha isso.
- por que desta vez consigo sentir todo o poder do universo me ajudando e nesse momento já é mais do que o suficiente.
Tatans se aproximou muito rápido de zarfros, ele ficou impressionado com a velocidade que tinha se aproximado naquele momento.
- maldito.
- você ainda é fraco.
num golpe rápido com a espada o Tatans conseguiu atacar o ombro de Zarfros, ele sentiu muita dor, conseguiu ver uma parte dar armadura quebrada.
- droga.
- a gente sempre achou que nossas armaduras não nos proteger muito bem.
Zarfros não ouviu o que ele falou ainda espantado conseguiu se distância um pouco mais ainda encarando o Zarfros.
- maldito.
- o que você acha das nossas armaduras.
- o que tem elas?
- você acha que elas nos protegem direito.
- sempre achei isso.
- mesmo no momento que elas ficam falhando direto.
- isso é por causa do inimigo.
- eles não sabem fazer armaduras.
- eles já estão protegidos.
- sei em formato de armas.
- é.
- eles não pensam em proteger a gente direito.
- esse é um medo seu.
- o que?
- este é um medo seu?
- não.
- você sempre teve medo de morrer.
- todo mundo tem.
- o que?
- todo mundo tem medo de morrer.
- o que você disse?
- todo mundo tem medo de morrer.
- me diga o que você é?
- um guerreiro do universo.
- COMO UM GUERREIRO DO UNIVERSO TEM MEDO DE MORRER.
- quer dizer que você não tem?
- exato.
- me diga por que você se tornou guerreiro do universo em primeiro lugar.
- o quer dizer com isso?
- você teve medo da morte.
- esta muito enganado.
- então por que?
- porque simplesmente queria continuar lutando.
- e esta valendo a pena.
- não.
- sabia.
- bem, não como eu esperava.
- o que?
- não saiu como eu estava esperando.
- como você queria?
- que eu ainda tiver-se no lado das pessoas que gosto.
- te enganaram foi.
- não.
- ainda se arrepende.
- não.
- o que?
- só me arrependo de uma coisa.
- do que?
- não ter matado você antes.
Tatans de novo se aproxima muito perto de Zarfros e num golpe rápido enfiou a espada no ombro de Zarfros,ele estava tentando não gritar de dor.
- este é o Zarfros.
- o que?
- nunca demonstrando o que estava pensando.
- esta de brincadeira.
- isso sempre me incomodava um pouco.
- sabe o que me incomoda.
- o que?
- sua cabeça perto da minha.
Zarfros sem pensar duas vezes tacou uma testa na outra fazendo os dois se afastarem os dois ficaram sem saber o que fazer.
- droga - falou Tatans.
- droga.
- por que?
- você é um cabeça dura.
- digo o mesmo.
eles estavam mexendo a cabeça de um lado para o outro como se ajudar-se alguma coisa e nada a pancada foi muito forte.
- droga - falou Tatans.
- nunca mais.
Tatans estava querendo enxergar direito mas não estava conseguindo no maximo estava vendo dois Zarfros, ainda não entendia o que estava acontecendo.
- golpe de sorte - falou Tatans.
- não diria isso.
- isso não vai te salvar.
- concordo.
Zarfros vomita por tudo ainda estava muito confuso na cabeça dele, tentou não mexer a cabeça para não vomitar.
- que droga.
- ei.
- o que?
- que ridículo.
- o que?
- esse nosso estado.
- não diria isso.
tatans ele não estava conseguindo aguentar tudo na cabeça dele estava girando já não tinha mais dois Zarfros na cabeça dele, tinham vários e girando.
- droga.
Tatans vomitou não estava conseguindo ter uma luta e o pior era a barriga dele que estava doendo pelo corte.
- maldito - Falou TaTans.
- ei.
- o que?
- agora eu concordo.
- o que?
- que essa luta é ridícula.
Tatans e Zarfros dão risada fazendo-os esquecer de que estavam lutando por um segundo naquele segundo tinham voltado ao tempo de que eram amigos.
- não faça mais isso - falou Tatans.
- o que?
- esse maldito golpe.
- não.
- o que?
- eu farei isso quantas vezes poder.
- mas você não terá vantagem?
- não importa.
- ridículo.
- o importante é não deixar o inimigo ganhar.
- mas esta acabando com você.
Zarfros estava tentando resolver mas tudo estava voltando a fica confuso na cabeça dele, não conseguiu vomitou de novo.
- droga - falou Zarfros.
- viu.
- o que?
- isso esta te destruindo.
- sei disso.
- por que ainda tem coragem de fazer isso de novo.
- para min só uma coisa importa.
finalmente a cabeça de Zarfros estava voltando ao estado normal, por que o golpe foi como se o universo inteiro bater-se na sua cabeça.
- a morte do inimigo no final.
Tatans fechou os olhos por um segundo mas quando percebeu o movimento ficou surpreso por um segundo depois conseguiu defender o golpe com a espada, os dois da duas espadas se empatarem estava ecoando por todo local.
- está bem onde eu queria.
- o que?
aproveitando o fator de que tinha mais força naquele momento forçou a espada, conseguiu dar um golpe a cerco no Zarfros saindo muita quantidade de sangue, Zarfros estava paralisado por que não estava acreditando de que aquilo estava acontecendo.
- morra.
Tatans simplesmente se afastou e ficou vendo a cena do Zarfros não aguentando fica em pé e estava de joelhos no chão, ainda atordoado ficou vendo aquele sangue no chão,ficou olhando o Tatans não entendo o que estava acontecendo.
- não.
- pois é.
- pode ser.
- não.
- vou matar os seus amigos.
- não.
- você já perdeu a luta.
Zarfros estava passando a mão no sangue, não queria estar perdendo essa quantidade de sangue pensava que não ia sair dessa.
- espera.
- o que?
- não.
- acabou?
- exato.
- o que você pode fazer.
Zarfros estava conseguindo se levantar apesar da aparência de estar fraco ainda reunia coragem para lutar.
- estou impressionado - falou Tatans.
- não posso.
- vai perder para min de novo.
- ainda vou lutar.
o sangue ainda estava caindo o Zarfros já estava tendo a visão turva por mais que tenha dificuldade tentava continuar em pé.
- esta brincando! - falou Tatans.
vendo a dificuldade que o Zarfros tinha de fica em pé, ele tentou resistir mais não estava conseguindo morreu de rir da situação.
- você vai morrer.
- que seja.
- o que?
- QUE SEJA.
- eu não vou te matar agora.
- o que?
- primeiro vou deixar todos vocês inconsciente depois matarei vocês.
- na verdade.
Tatans chega muito perto de dar um grande soco na cara de Zarfros ele não tenho como resistir caiu no chão.
- eu queria matar todos vocês de uma vez.
- por que não tenta isso.
- por que a minha arma que ver vocês perderem de pouco em pouco para eu poder finalizar todos vocês de uma forma honrosa.
- ridículo.
- bem essas são as ideias da minha arma.
- você é um covarde.
- estou fazendo o que me mandam.
- nenhum de vocês vai se sair bem nessa.
- sabe de uma coisa.
- o que?
- vou atrás do responsável por tudo isso.
Zarfros não resiste muito e fica inconsciente.

capitulo:41
Artur o guerreiro do universo.

Zarfros de repente aparece na base central onde estavam todo mundo, todos ficaram surpreso ao ver o estado de dele.
- quem é o próximo? - falou Artur.
nesse momento o Artur desaparece, ele fica desesperado e estava onde o Tatans levou o Zarfros, ele ficou olhando em volta.
- TATANS.
- sim.
ele apareceu ainda machucado olhando com uma expressão de raiva para o Artur, ainda ferido tinha coragem para lutar.
- é você quem eu devo matar - falou Tatans.
- venha.
- foi sua culpa que tudo isso se iniciou.
- eu tenho que discorda.
Artur vai na direção de Tatans correndo com toda a velocidade, foi mais rápido que o Tatans estava esperando quando chegou muito perto, ele atacou com a excalibur, ele não conseguiu se desviar atingiu a armadura, conseguindo sair uma grande quantidade de sangue.
no momento Artur estava muito perto mesmo com a dor sentida do golpe conseguiu atingir a espada no ombro esquerdo do Artur, derramando sangue, Artur não gritar de dor mas segura o grito.
aproveitando a distância pegou o embalo e com o cotovelo atacou a cara de tatans quando conseguiu uma boa distância foi com a espada, com toda a fúria fez uma grande corte na parte da frente dele, derramando bom sangue em artur.
Tatans se inclinou um pouco e vendo o joelho muito descoberto foi com a espada na direção do joelho dele, enfiando a espada completamente, o Artur gritar de dor.
A fúria estava nos olhos viu ele perto, com a excalibur atacou, a espada acertou muito perto do pescoço de Tatans, isso fez com que Tatans se desequilibrar-se um pouco.
Artur foi finalmente dar o golpe final, mais Tatans foi mais rápido e enfiou uma espada no coração de Artur, o Artur ficou muito surpreso.
- adeus guerreiro do universo - falou Tatans.
- é adeus.
com as ultimas forças que lhe restavam deu um golpe que cortou a cabeça de Tatans, quando cortou a cabeça de Tatans ele deu um pequeno sorriso.
- adeus desgraçado.
Artur aparece no chão da base, Zahara vai até e o abraça.
- Artur.
- finalmente matei o desgraçado.
ela não estava acreditando que aquilo estava acontecendo, estava chorando e muito.
- não pode ser.
- eu te amo Zahara.
- eu também te amo.
os dois se beijam na boca pela ultima vez, quando o Artur fechou os olhos foi pela ultima vez, Zahara estava chorando ainda.
- não por favor.
um tempo depois eles foram para uma sala com uma iluminação azul fraca, com grande caixões de metais, estavam fechando o caixão de artur.
- lá se foi o melhor dos guerreiros - falou Goldfreid.
o Zarfros recuperado viu a espada Excalibur sair da base.
- para onde ele foi? - falou Zahara.
- procurar outro dono.
Zarfros com lágrimas nos olhos pensando em toda a situação até agora, em tudo que ele e os outros passaram.
- e assim acaba a historia de ARTUR O GUERREIRO DO UNIVERSO.








FIM