segunda-feira, dezembro 17, 2012

O olhar do assassino (em andamento)

capitulo: 01 conhecendo Pedro Gerard
Narração:
As vezes eu penso se a minha vida seria mas fácil, se todos os políticos do Brasil, realizar-sem o que dizem minha vida poderia ser mais fácil, quem estou enganando se não fosse por eles e suas mentiras seus acobertamento da sujeira provavelmente meu trabalho nem existiria, o trabalho de um feliz matador de aluguel.
Sou Pedro Gerard e essa é a minha vida, de um assassino de aluguel um piloteiro em alguns cantos, o meu trabalho sempre me dar uma alegria quando eu tenho que acabar com algum tipo de politico corrupto, esse especialmente, Rafael Zark, ele se aproveitava de menores, um pai revoltado com a situação resolver pedir a minha ajuda, ele me contou essa historia, de que como esse prefeito se aproveitou do filho dele, e eu tinha que acabar com a felicidade dele.
Passo a mão no meu cabelo raspado, o que para min é uma boa raspar o meu cabelo, por que nunca se sabe quando eu vou precisar de uma peruca, para poder escapar de um lugar, nunca se sabe quem esta olhando se a pessoa conseguiu me identifica, então é sempre uma boa usar disfarce, ainda bem que a minha altura é mediana é sempre fácil escapar na multidão, sem ser percebido, fico segurando o meu sniper messa cama de hotel só esperando a ordem.
Uma ligação no meu celular e olho, é o Roberto a pessoa que me contratou para isso.
Roberto:
- o desgraçado saiu da casa dele.
Pedro:
- tudo bem, só vou esperar por ele.
Roberto:
- me dar muita vontade de matar ele agora.
Pedro:
- deixar que eu faço esse trabalho.
Roberto:
- ele tem que morrer pelo que fez por ele.
Pedro:
- eu sei você me falou essa historia na outra vez que nos encontramos.
Roberto:
- desgraçado.
Pedro:
- devo lembrar para manter a calma.
Roberto:
- como eu posso fica calmo.
Pedro:
- você pode estragar tudo.
Roberto:
- não me importo.
Pedro:
- se você vacilar e ir para cadeia e falar sobre min, eu mesmo te marto.
Roberto:
- mas e nosso trato.
Pedro:
- ele acaba quando matarmos esse prefeito.
Roberto:
- entendo.
Eu me simpatizo por ele e tudo que ele quer fazer, para fazer justiça do que esse prefeito fez com o filho dele, mas para min, é jogar tudo no lixo, quando existe algo que pode por a minha cabeça em risco, apesar do meu trabalho ser perigoso, eu não sou idiota, de deixar alguém colocar minha vida em perigo.
Pedro:
- me diga por que você me pagou.
Roberto:
- para matar esse desgraçado.
Pedro:
- deixe esse trabalho para os proposicionais.
Pela minha pesquisa do caminho que ele gosta de seguir, leva no minimo 5 minutos até ele chagar nessa rua, eu não posso vacilar, verifico a minha arma para ver se tudo esta no lugar nesse momento nada deve fica fora de ordem.
Pedro:
- você vai querer o dinheiro de volta ou vai me deixar fazer o meu trabalho.
Roberto:
- pode fazer.
Eu tenho medo dessas pessoas explosivas, eles sempre tem uma chance maior de estragarem o meu trabalho, as vezes querendo fazer mais cedo, o que nunca é bom, por que algo sem grande planejamento, pode dar muito errado.
Tirando também o fato é que eles podem querer me matar porque eu falei algo que eu não deveria, para ele, eu sempre mantenho o controle do que falo, dependendo da pessoa se é poderosa, sempre penso muito antes de falar alguma coisa.
Uma coisa que me veio na cabeça tomará que o Roberto, esteja em um lugar público para servir de álibi, por que contenteza a policia vai suspeitar dele, caso ele não tenha álibi o idiota vai ser preso pelo crime que eu cometi.
Pelo até que isso seria uma coisa boa, mas como ele é uma pessoa inocente, não seria justo isso, mas tem que ter um limite entre ser inocente e um completo idiota, tem certos tipos de inocentes que eu defendo, este é o meu limite.
Pedro:
- diga que você esta no local combinado?
Roberto:
- estou indo no restaurante agora.
Pedro:
- vá o mais rápido possível.
Roberto:
- pode deixar.
Pedro:
- ok, quando chega lá não atenda nenhuma chamada.
Roberto:
- por que mesmo?
Pedro:
- para não parecer que você matou alguém.
Roberto:
- ok.
Este tipo de pessoa me irrita especialmente, quando eu tenho tudo planejado detalhe por detalhe, onde se um falhar, pode por em risco tudo, e ainda esquece o que foi planejado, e me perde o detalhe todo o tempo, me dar muita vontade de matar-los.
Quando se é alguém como eu uma coisa que tem que manter o controle, é a vontade de matar, e só matar as pessoas quando nos pagam, pelo menos quando te pegarem você poder dedurar a outra pessoa, assim você não vai para cadeia sozinho.
Pedro:
- ok, agora desliga o celular.
Roberto:
- ok.
Pedro:
- e não saia depois de duas horas.
Roberto:
- acabe com ele.
Pedro:
- não se preocupe eu vou.
Ele desliga o celular, rezo para que ele vá direto ao restaurante, e que fique lá, e que não ligue a PORRA do celular, porque isso pode parecer que ele contratou alguém, que é verdade mas os outros não precisam saber disso.
Eu abro a janela com todo cuidado fico observando a rua, o maldito sol esta na minha cara, por milagre estou conseguindo ver a rua onde ele vai passar, vou garantir que essa seja a ultima vez dele, me sento, na cadeira, um pouco distante da janela.
Estou com o meu rifle estou ajustando o meu visor, só esperando o desgraçado aparecer, para que eu possa acabar com a vida dele, irônico é que faz de tudo para viver melhor tendo mais dinheiro, e vai pelo dinheiro que vou matar-lo.
O carro dele aparece na minha rua, espero que o Roberto, não tenha se enganado, e que não tenha uma outra pessoa no lugar, iria fazer o Roberto sofrer, para deixar de ser idiota, bem estou vendo a sombra no passageiro espero que seja ele.
Atiro veja que acertei vejo a sombra dele indo para baixo, para não ter erro acertei na cabeça, quando o meu rifle na maleta que eu tenho, e ele eu coloco dentro de uma mochila preta, coloco um chapéu preto, ok é hora de sair.
Saiu do meu quarto, com muita calma, observei onde estão todas as câmeras do hotel, fico cobrindo o meu rosto, com o chapéu, até que finalmente consigo sair, só que eu faço isso com calma, para não parecer que quero sair rápido do local.
Coloco a minha mochila escondido de trás de uma lixeira, pego um saco que deixei dentro, vou para um beco, troco de roupa, para uma camisa, azul e calça jeans, eu coloco o terno e a camisa e a calça social preta no saco.
Vou para a lixeira, coloco ele na lixeira, e tiro o chapéu, volto para o meu quarto do hotel que é acima do quarto que escolhi para atirar nesse prefeito, ainda bem que a pessoa do quarto deixou a janela a aberta se não, não conseguiria invadir.
Entrando no meu quarto, mantendo a maior calma o caminho todo, pelo menos quando a policia for ver a trajetória da bala, vão ver que foi no quarto abaixo do meu, dai eles não suspeita de min, e caminharei livre mais uma vez.
Me dar vontade de ver o Roberto para ver se ele esta mantendo a palavra, e não ligou o celular, se ele ligou vou marta-lo por colocar tudo isso em perigo, estes tipos de
assassinato sempre requer uma atenção a mais.
Pelo simples fato de que as vezes as pessoas que nos contratou pode querer nos matar, só pelo fato de não agirmos como ele queria, isso é uma coisa evito a todos os custos, bem não quero ser morto.
Olho lá embaixo, vejo muitas pessoas se reunindo, para ver o que foi que aconteceu, bem o normal seria eu ir lá embaixo, para fingir que eu também não se de nada, bem não quero estragar o meu disfarce.
Vou lar embaixo, vejo muitas pessoas reunidas, tento chegar o mais próximo do lugar quanto possível, quando chego perto confirmo, é a pessoa que eu deveria matar o prefeito morto.
Eu não quero fica com o sorriso no rosto, pelo trabalho bem feito, então eu quero logo sair dali, antes que eu escorregue e acabe me entregando, vou em um táxi entrando nele vou no restaurante onde está o Roberto.
Trabalha com pessoas inocentes, sempre tem uma pontinha de perigo, porque quando me contratam não são mais inocentes, e com a consciência pesada pode querer mandar prender nós dois.
Uma coisa que eu não gosto de fazer é marcar encontros, por que a pessoa pode querer fazer algum tipo armadilha contra min, trabalhar com pessoas inocentes sempre pode ter esse perigo.
Por isso digo a eles para terem o cheque sempre pronto em mãos, para quando eu chegar ele me entregarem o cheque, sem ter nenhuma chance do desgraçado fazer qualquer tipo de armadilha.
Uma vez aconteceu isso foi nos primeiros dias, uma pessoa inocente mandar eu matar alguém se arrepende, e vai querer prender nós dois, manda a policia, por sorte conseguir escapar.
Pessoas inocentes, deixam de ser inocentes para min, quando me triem nesse momento eles viram alvos, não tenho nenhum tipo de pena, por mais que tenham sofrido no passado.
Olho para as pessoas em volta, porque ele pode ter contratado policiais para aparecerem no momento que eu for querer pegar o cheque, se eu perceber isso ele vira o alvo.
No momento parece que todo mundo no restaurante são todas pessoas normais, por min tudo bem, todas são pessoas trabalhadoras, com nenhum pensamento pesado de culpa, assim espero.
Roberto vai ao banheiro, não posso perder essa oportunidade de ir ao lá, para todo mundo sou só um cara que quer ir no banheiro, e não um cara que quer receber o seu pagamento por matar alguém.
Nesse trabalho a opinião dos outros é realmente importante, por que se eu mantiver uma aparência fora do comum, mas rápido eles podem me identifica como assassino, por isso mantenho sempre uma boa aparência.
Entro no banheiro, ele dar a sua mijada, ele lava as mãos, chego perto dele.
Pedro:
- está com o cheque?
Roberto:
- ele morreu?
Pedro:
- sim eu completei o serviço.
Roberto:
- ok.
Ele me deu o cheque graças a deus algumas pessoas são uma briga para me dar o cheque, até ter a confirmação de que a pessoa morreu, ondeio isso porque quase sempre acaba em briga.
Acabo de matar uma pessoa e estou querendo sair do local o mais rápido possível, a ultima coisa que vou quer é participar de uma briga idiota, bem é isso vou indo para a minha casa com o meu cheque.
Vou saindo rápido do banheiro, peço algumas refeições do restaurante, porque que pessoa entra e senta numa cadeira só para ir no banheiro, não seria nada inteligente da minha parte.
Experimento a comida, felizmente ela é deliciosa, vou aproveitando cada momento, tenho esse pequeno momento de paz antes que tudo comece de novo, toda essa loucura que é o meu trabalho.

capitulo:02 minha vida normal

Quando eu volto para casa, eu quero parecer o mais normal possível, isso quer dizer nada parecido com um assassino de aluguel, na minha casa, não quero passar nenhum tipo de suspeita.
Algumas vezes eu uso óculos escuros e um terno preto, quando eu vou me encontrar pela primeira vez com um cliente, porque quero dar um ar de medo, que qualquer hora eu possa matar você.
Eu tenho um caso com a vizinhar que mora ao meu lado, algumas vezes fazemos sexos, conversamos pouco, tudo bem não sou de conversa muito, ela é uma pessoa normal trabalha como advogada.
Ela tem dois filhos uma menina e um menino, só conheço eles de vista, o motivo que guardamos esse tipo de segredo, é que tudo isso começou quando ela era casada, por isso não é muito bom assumir o relacionamento.
Uma coisa lógica é que ela não sabe de nada do meu trabalho, e é uma coisa que pretendo deixar assim, eu sei que se ela saber a verdade sobre min a possibilidade, dela me deixar é muito grande.
Ela uma loira de cabelos longos, corpo normal normal, os peitos poucos voluptuosos, de vez em quando ela costuma usar uma camisa vermelha decotada, usa salto alto na maioria das vezes.
Estou no corredor do meu prédio só esperando o elevador chegar, e ela, a vizinha o nome dela é Regina Slow, ela chega perto de min, vejo que ela esta sem as crianças, pode ser boas noticias para min.
Pedro:
- ola.
Regina:
- oi.
Nós olhamos para os lados, e começamos a nos beijar, e foi um beijo demorada, conseguia sentir a deliciosa boca dela, estava curtindo esse momento, sera que ela vai querer continuar.
Pedro:
- como esta indo o trabalho.
Regina:
- estou quase perdendo o meu caso.
Pedro:
- espero que consiga vencer.
Regina:
- eu também.
Pedro:
- as suas crianças estão na casa?
Regina:
- ainda estão na escola.
Pedro:
- quer ir na casa.
Regina:
- acho que é hora.
Pedro:
- hora de quer?
Regina:
- dos meus filhos conhecerem você.
Pedro:
- não estou certo disso.
Regina:
- deixa eles conhecerem você, quando eles te virem iram saber que você é uma boa pessoa, e que eu gosto muito, alias o meu ex, ele é um bêbado que gritava e muito, exato oposto de você.
Eu não gostava daquele cara, porque os gritos dele dava para escultar do meu apartamento ao lado, ela disse que ele não era legal, mas pelo menos o emprego dele não envolvia matar pessoas.
Alias eu não acho que seja uma troca muito justa, o pai deles tinham uns problemas, eu tenho um grande que é matar pessoas por dinheiro, será finalmente á hora para eu parar com isso.
Pedro:
- não sei muito sobre isso.
Ela se próxima de min abraçando com um sorriso na cara, me dar um beijo, para tentar fazer com que eu fique calmo, bem que nesse momento para min esta funcionando direitinho.
Regina:
- vamos...
Pedro:
- tem certeza disso?
Regina:
- absoluta.
Pedro:
- ok.
Regina:
- fico feliz.
Esta decidido o próximo trabalho que eu pegar vai ser o ultimo, se eu vou querer ter uma família, que seja pelo menos tudo no padrão correto, e também não quero que eles corram perigo.
Pedro:
- certo, quando vai ser?
Regina:
- nesse final de semana.
Pedro:
- por que não hoje.
Regina:
- quero planeja o jeito certo de contar para eles.
Pedro:
- ok.
Regina:
- tem que ser do jeito certo.
Pedro:
- não se preocupe muito qualquer jeito que você fizer vai ser o jeito certo.


Bem tem um jeito errado, eu aponta uma arma na cabeça deles e dizer que sou um assassino de aluguel e que estou fudendo com a mãe deles, isso com certeza faria com que ele me odiassem o resto da vida.
Regina:
- e depois desse dia você pode ir para a minha casa livremente.
Pedro:
- estou ansioso para isso.
Embora ela nunca pode andar livremente para a minha casa, e nem os filhos dela, não quero que nenhum deles encontre uma arma, isso com certeza faria a nossa relação termina mais rápido.
Pedro:
- onde vamos agora?
Regina:
- você vai por enquanto para a sua casa.
Pedro:
- você não vem?
Regina:
- eu tenho que tomar banho primeiro foi um longo dia de trabalho.
Pedro:
- entendo.
Regina:
- mais depois.
Pedro:
- ok.
O elevador chega, apertamos no nosso andar, tento conter a minha felicidade, nesse momento, fico imaginando se depois do ultimo trabalho, vou ter uma vida normal com ela, vai fica tudo bem.
Espero que esse negocio de carma não seja verdade, porque matar pessoas dar um carma muito ruim, tenho medo disso, sempre tento ajudar pessoas o máximo que posso para compensa o que fiz.
A possibilidade de casamento passa para minha cabeça, fico feliz com essa ideia, uma vida normal e calma depois do caus que foi a minha vida, acho que mereço este momento de paz com ela.
O motivo de me tornar um assassino de aluguel, é por causa de um motivo, minha melhor amiga de infância, tinha sido estrupada, houve um julgamento, mas por falta de provas ele foi solto.
Não conseguia ver a minha amiga sofrendo, tinha que fazer alguma coisa, matei o cara, minha amiga é a unica da minha vida que sabe que ando matando por dinheiro, ela sabe que eu matei aquele cara por ela.
Nos falarmos poucas vezes por telefone, ela obviamente não aceita o tipo de vida que ando vivendo, bem mas se eu me casar com a Regina, ela vai fica feliz que ando tento uma vida normal.
Espero que a emoção de matar aqueles desgraçados desapareçam com o tempo, porque quando eu matei a pessoa que estuprou a minha amiga, nunca saiu da minha cabeça, de como eu gostei de fazer aquilo, para min é prazer em dobro matar e receber dinheiro por isso.
Regina:
- você sabe que vão fazer uma viagem para marte.
Pedro:
- você sabe quem vai.
Regina:
- só me lembro o nome do americano que vai nessa viagem é Sky, ele é o único americano nessa viagem.
Pedro:
- eu soube dessa historia.
Regina:
- espero que eles consigam.
Chegamos no nosso andar, devo manter calmo e não parecer que estou super empolgado com a hipossensibilidade dela e eu ficarmos juntos e tudo fica em paz, eu não tenho como não parar de pensa nisso.
Regina:
- que filme de mulher você vai assistir hoje?!
Pedro:
- vou assistir "um lugar chamado notting hill"
Regina:
- sério?
Pedro:
- sério.
Regina:
- eu gosto desse filme.
Pedro:
- não me conta nada desse filme.
Assisto esses filmes românticos, não para tentar entender as mulheres, é por que eu gosto, a minha vida já tem muita ação e morte todo dia, por que eu iria querer ver tudo isso de novo só que na Tv, quero ver um pouco de paz e tranquilidade quando chego em casa.
Ela não sabe que esse é o motivo para que eu vejo esses filmes românticos, ela simplesmente pensa que eu sou um cara romântico, que provavelmente não machucaria nenhuma mosca, pois nessa parte eu sei que ela esta errada, mas não digo a verdade a ela.
Chegando no andar cada um vai para o seu caminho, pensando bem é uma boa assim pelo menos dou uma verificada da minha casa melhor, não quero que ela encontre nenhum tipo de arma na minha casa não quero ter que explicar isso depois.
Vejo ela entrando na casa, antes dela abrir a porta ela dar um sorriso de lado para min, só demonstrando o
ela é linda, vejo ela entrando para min todo esse momento parece que esta passando em câmera lenta, fico vendo ela entrando.
Quando fechou a porta fui logo para o meu apartamento, vi todo o local não tinha nenhuma arma fora do lugar, para não arriscar vejo o local todo de novo, com esse tipo de perigo é melhor não arriscar sempre é bom verificar mais de uma vez.
Uma coisa que ela pensa é que eu gosto muito de artes, por que eu tenho muitos quadro na minha casa, cada quadro na minha casa esta guardando algum cofre, se ela ver os cofre simplesmente digo que não confio em bancos para fica com o meu dinheiro.
Estava assistindo um pouco de tv, estava assistindo os poucos os noticiários, sempre é bom saber se você é um cara procurado ou não, sempre é melhor não vacilar, e ver também noticiando, alguma morte que eu causei, gosto de ver se eu causei algum impacto.
Horas passam esculto uma pessoa batendo na porta, vou nas pontas dos pés até a porta, quando vejo no olho mágico ela era, a Regina fiquei tranquilo, na minha profissão você não pode dizer "quem é? porque achance de entrarem atirando em você é muito grande.
Pedro:
- ola.
Eu abro a porta, ela entra na minha casa, me dar um beijo.
Regina:
- eu disse a eles que fui as compras.
Pedro:
- ok.
continuarmos a nos beijar até depois fizermos o sexo, finalizando o meu dia com prazer.

capitulo: 03 o ultimo trabalho

Estou num restaurante usando meu terno preto e óculos escuros, estou cara a cara totalmente série, esperando a próxima cliente, ela me telefonou, combinamos de nos encontrar aqui, estou fazendo o meu ultimo trabalho estou feliz de tudo acabar.
Uma mulher, com cabelos pretos, o cabelo estava preso, usava um batom vermelho, usando um vestido vermelho, esperto dela, assim as outras pessoas vão achar que isso é só um encontro e nada demais, estou gostando do ritmo disso.
a mulher:
- você é a pessoa que resolve problemas?
Pedro:
- sou.
A mulher:
- bom.
Pedro:
- quem você quer que eu faça o trabalho.
a mulher:
- primeiro quero saber se você vai aceitar a oferta.
Pedro:
- de quem estamos falando?
A mulher:
- primeiro a oferta.
Não estou gostando muito do assunto que isso esta tomando, ela esta fazendo segredo demais, esse tipo de coisa não acontece muito, agora estou com um pé atrás, mas estou querendo saber de quem ela esta falando, por isso vou seguir.
Pedro:
- de quanto estamos falando?
a mulher:
- 1 milhão de reais.
Pedro:
- 1 milhão de reais?
A mulher:
- exato.
Não acredito nisso, esta é a primeira vez que recebo essa oferta para fazer esse trabalho, pela oferta eu sei que não vai ser uma coisa muito fácil de se fazer, estou querendo desistir mas esse dinheiro pode ser bom para a nova vida que estou querendo.
Pedro:
- você realmente quer ele morto!
a mulher:
- eu sei que é muito.
Pedro:
- quem eu tenho que matar.
a mulher:
- o presidente do Brasil.
Pedro:
- esta falando de Élias Chávez.
a mulher:
- e tem outro presidente do brasil?!
Até onde eu sei dele, ele tem feito mais pela casa dele, do que pelo país, fora isso ele não fez nada demais, mas também é não é uma pessoa que eu gostaria de salvar, então não vou ter problemas em marta-lo, então vou matar-lo.
Pedro:
- conta comigo.
Vejo um fleche de luz na colher, era uma luz vermelha, conheço esse tipo, é do tipo de mira a lêiser dos rifles, estão apontando na minha direção, tenho que sair daqui o mais rápido possível se não irei morrer, tenho que dizer a ela.
Pedro:
- alguém esta com um rifle apontado para gente vamos sair daqui.
a mulher:
- é o meu homem que esta fazendo isso.
Pedro:
- do que você esta falando?
A mulher:
- se você recursar-se a missão ele mataria você.
pedro:
- muita coragem a sua.
a mulher:
- não podia arriscar que você contar-se para alguém.
Pedro:
- por que não manda o seu homem fazer o trabalho?
a mulher:
- ele não é um Professional como você.
Pedro:
- fico agradecido por confiar min!
A mulher:
- não á de que.
Pedro:
- por que você quer ele morto.
A mulher:
- essa razão não posso contar.
Pedro:
- 1 milhão é muito.
a mulher:
- depois do plano realizado, isso não é nada.
Pedro:
- já tem tudo planejado?
a mulher:
- detalhe por detalhe.
Se houver-se uma chance acabaria com isso dando um tiro na cara dela, porque para min ela esta sendo controladora demais, eu não gosto muito disso no cliente, porque me faz parecer fraco, e eu tenho que parecer forte.
Pedro:
- onde você quer que eu faça o trabalho.
a mulher:
- ele vai fazer esta em palco, no dia dos trabalhadores, falando da importância deles.
Pedro:
- eu normalmente não deixo o cliente dar tantas ordens.
a mulher:
- você como sempre pode recusar.
Ela coloca a mão na cabeça, ela finge que não é nada demais mas eu sei que é algum tipo de sinal para o atirador lá me matar, embora pelo que ela diz, ele não é Professional, isso não quer dizer que ele não consiga atingir uma bala em min.
Pedro:
- como eu falei eu aceito o trabalho.
A mulher:
- estou muito feliz em saber disso.
Pedro:
- mande ele se acalmar.
A mulher:
- algumas vez você já fracassou no trabalho?
Pedro:
- nunca.
A mulher:
- nem nas sua primeira vez.
Pedro:
- a minha primeira vez foi de graça.
A mulher:
- ótimo.
Pedro:
- manda ele não aponta a arma para cá.
A mulher:
- você me acha idiota?
Pedro:
- não.
A mulher:
- sei que se ele abaixar a arma, vai ser uma chance para você me matar.
Fico imaginando o coitado que pode se casa com ela um dia, porque uma coisa que eu sei que vai acontecer é ela manipular ele de várias formas possível, ele vai ser um marido controlado pela mulher, só que ele não vai saber de nada disso.
Pedro:
- a respeito do pagamento.
A mulher:
- sim pode falar.
Pedro:
- eu gosto de receber ele em cheque.
A mulher:
- em cheque.
Pedro:
- sempre depósito ele numa fundação de faxada.
A mulher:
- onde estão todos os clientes.
Pedro:
- sim, mas também outras pessoas.
A mulher:
- outras pessoas?
Pedro:
- só para não fica muito na cara que só quem financia, são só pessoas que mandaram matar alguém.
A mulher:
- muito esperto da sua parte.
Pedro:
- uma coisa que eu quero que você tenha sempre o cheque a mão.
A mulher:
- para você pegar quando quiser.
Pedro:
- exato.
A mulher:
- para min esta bom.
Nos levantamos apertamos as mãos ela saiu do restaurante, eu estava muito nervoso porque não sabia se no momento que ela sair-se alguém iria tentar me matar, fiquei esperando com a arma na mão só vendo todas as saídas, estou segurando uma arma que tenho de baixo do meu terno, um revolver.
Quando ela saiu e nada aconteceu tive meu momento de calma, sabia que pelo menos naquele momento nada iria me acontecer, mas ainda que o dinheiro seja bom, estou com um pé atrás nessa, fico com uma impressão de que vou entrar em uma fria, uma das que só é possível sair num caixão, mas depois desse trabalho vou poder viver tranquilamente com ela.
No outro dia estou numa colina natural, um lugar perfeito para atirar na pessoa, é bem distante vou ter tempo para sair, agora é só preparar tudo para o ultimo trabalho, já fico pensando na vida normal que vou ter daqui em diante.
Estou ajustando a mira com esse sol calorento atrás de min, estou vendo ele subindo para fazer o discurso esta chegando perto do microfone, tenho certeza do que ele vai dizer vai ser emocionante mas não estou com nenhum pingo de vontade de ouvir.
Atiro no peito dele, veja o sangue saindo do peito dele, isso conseguir realizar meu ultimo trabalho, jogo o meu rifle no marto, e continuo seguindo reto, consigo ver a mulher na multidão de trabalhadores lá em baixo.
Vou atrás dela discretamente, me misturo na multidão, chego perto da mulher, ela me reconhece e me entrega o cheque no momento que peguei o dinheiro só sabia de querer sair dali o mais rápido possível, não queria ser pega pela policia.
Finalmente consigo entrar no meu carro, vou indo tranquilamente, não vou correndo exatamente para não causar nenhum tipo se suspeita, estou conseguindo sair do local do crime sem ser pego, depois daqui tenho que mudar a cor do carro e modificar a placa.
Quando estou finalmente em uma distância segura, vejo o cheque o ultimo cheque vou receber por esse tipo de trabalho, vejo escrito 1 milhão de reais, eu fico muito feliz, finalmente vou ter o momento de descanso que sempre quis.
Agora me veio um pensamento nessa minha nova vida, o que devo ser, bem todo homem trabalhador, tem um trabalhinho não importa qual, engraçado ainda não tenho pensado muito sobre isso, o que vou dizer a ela, o que eu vou ser.
Eu poderia simplesmente ser uma dessas pessoas que ganha a grana sempre investindo em alguma coisa, o problema é dizer de onde esta vindo tanta grana, poderia dizer que eu herdei essa grana, assim evitaria algumas perguntas.
Pensando em uma coisa, eu poderia transforma esse direito numa real fundação, eu já estou sendo bom em tirar dinheiro das pessoas dessa fundação falsa, porque não fazer isso para uma verdadeira, poderei fazer um bem para esse mundo.
Não acredito que tudo isso esta acontecendo aqui e agora, minha nova vida, só espero que as crianças dela gostem de min, porque vai ser muito difícil a minha vida normal se eles não gostarem de min, ela pode esta em risco.
Vejo ela parada em frente do prédio ela esta com as crianças, não posso me aproximar por enquanto vou fica calmo na minha, e espera ela entrar, já que ainda não é o fim de semana, tudo ainda tem que fica em segredo entre nós.
Fecho os olhos por um segundo fico pensando no sorriso dela, quando me ver acalmando todo o terror do meu trabalho, fazendo com que eu não fique louco, faço o meu trabalho para que pessoas como ela ganhem a oportunidade de sorrirem, mesmo que seja por pouco tempo, mas esse sorriso me fortalece para continuar vivendo a minha vida.
Cheguei no meu prédio, estou contendo a alegria que sinto finalmente a paz vai vim, nada mais vai me aterrorizar, chega de ter medo dos clientes, chega do medo constante se eu vou ser preso ou não, minha nova vida começa agora.

capitulo:04 o grande erro.

Acordando nessa manhã calma, estou aproveitando este pequeno momento de paz que estou tendo agora como o dever
cumprido, vejo com calma esse amanhecer chegando, logo terei que me pergunta onde raios vou colocar esse dinheiro
para que ele dure para sempre.
Eu pego a minha calça coloco a minha calça preta, completamente sem noção do que eu vou fazer em seguida isso não tinha me acontecido antes na vida, antes eu teria tudo planejado, agora não faço ideia.
Queria me levantar e ir até a casa dela, mas isso poderia deixar os filhos dela muito confusos principalmente que ela não contou para eles ainda, agora que eu pensei bem será que eu vou ser um bom pai para eles.
Bem de cabeça eu poderia pensa no meu pai, e no meu avô nenhum deles dois, foi um péssimo até onde eu sei os dois foram grandes pais maravilhosos, mas diferentes deles nenhum deles matou ninguém, bem pelo que eu saiba.
Vou sento em frente a minha tv, pego o meu controle remoto e ligo ela, fico pensando se vai passar o que eu fiz na tv, lógico eu matei o presidente, os jornalistas seriam loucos em não colocar essa matéria como principal manchete.
Esculto uma noticia que eu não gostaria de ouvir hoje"Élias chavez está vivo" eu não poderia ouvir uma má noticias dessas hoje, como esse desgraçado sobreviveu eu tenho certeza que acertei o tiro.
Será que atingir uma cópia dele, não pode ser como eu vacilei nesse trabalho, eu tenho que concerta esse erro e mirar na cabeça desta vez para não ter nenhum erro, vou sair daqui agora.
Tiros começaram vim na minha direção, pessoa no lado de fora da minha casa, estavam atirando, me escondi embaixo da mesa, por sorte tenho na minha mão o meu revolver, posso matar seja lá quem for na primeira oportunidade.
Eu tenho certeza que foi aquela mulher que mandou esses desgraçados, ela deve ser do tipo que não tolera nenhum tipo erro, e por eu ter cometido esse grande erro por isso ela mandou eles para cá.
Eles entram na casa, consigo ver o primeiro na minha mira, não tem como eu erra essa, dou dois tiros, acabando com esse desgraçado, vejo um outro, aponta a metralhadora para min.
Saio correndo por meu quarto, me escondo de baixo na cama, mas antes coloco um travesseiros embaixo do lençol, quando eu vejo o pé do desgraçado não perco tempo, atiro logo, no pé dele, enquanto ele esta caído dou um tiro na cabeça dele.
Dou uma pequena respirada, saio de baixo da cama, meus instintos estão a toda mandando que eu saia já dessa apartamento, se não mais deles vão vim e vão acabar me matando.
A Regina entra na minha casa, muito abalada pelo que aconteceu, primeiro ela ver se eu estou bem.
Regina:
- você esta bem?
Pedro:
- sim não levei nenhum tiro.
Regina:
- o que foi que aconteceu aqui?
Pedro:
- eles devem me ter me confundido com alguém.
Regina:
- quem você acha?
Pedro:
- não sei mas é isso que eu quero descobri.
Regina:
- por favor não se arrisque.
Pedro:
- não sei se poder vim de novo.
Eu não quero que ela saiba a verdade sobre min, nunca só tenho que eliminar esse problema para vivermos uma vida normal, não quero jogar na cara dela sobre o meu passado, tenho certeza que ela me deixaria num piscar de olhos.
Fico procurando por algo que me der uma pista, fico olhando nos bolço deles para ver se tem uma identificação do lugar onde esses desgraçados saíram, porque eu vou fazer uma visita a eles, com certeza eu vou.
Fico pensando se depois de eu corrigir esse erro de deixar ele vivo, eles iram me deixar em paz, é muito ingênuo de min, pensa em sim, mas nesse momento não estou encontrando muitas alternativas, tenho que completar o ultimo trabalho.
Pedro:
- vá para a casa Regina.
Regina:
- por favor venha para a casa comigo.
Nossa como eu esperei muito tempo que ela disser-se isso, mas de ante das circunstâncias não vai dar porque provavelmente tem mas desses desgraçados esperando lá em embaixo, provavelmente o motorista, não posso por a vida dela em risco.
Pedro:
- acho melhor não.
Regina:
- mas e se eles voltarem.
Pedro:
- e se eles invadirem a sua casa.
Regina:
- entendo.
Pedro:
- não quero arriscar a vida de seus filhos.
Regina:
- você vai fica bem aqui?
Pedro:
- eu não vou fica aqui.
Regina:
- onde você vai?
Pedro:
- qualquer lugar que seja seguro.
Regina:
- eu vou chamar a policia.
Pedro:
- não há tempo eles podem atacar de novo.
Regina:
- então vamos sair daqui.
Pedro:
- vá você primeiro.
Regina:
- ok, mas se cuida.
Ela demonstrando que teme minha segurança, e nesse momento sinto o mesmo por ela, só quero que tudo isso acabe logo com pelo menos nós dois vivos, ela antes de ir me dar um beijo na boca, depois me abraça e vai embora.
Como eu queria fica com ela, porque essa pode ser a ultima vez que a vejo, mas não posso que me preocupa com isso agora, eu tenho que corrigir o meu erro, com o trabalho feito pelo menos não vem ninguém mais atrás de min.
Embora meu sentimentos nesse caso estejam confusos, eu sinto uma vontade enorme de dar um tiro no meio da cara daquela mulher que mandou esses desgraçados para cá, por um momento paro e penso será mesmo que foi aquela mulher que mandou eles.
Penso na possibilidade do presidente ter me localizado e mandou esses assassinos me matar para eliminar de vez a grande ameaça, pensando bem ele mandaria profissionais para realizar o trabalho, isso que eles fizeram foi muita coisa de amador.
Vou abrindo todos os meus cofres, levo quantas armas eu posso carregar, vou finalizar esse erro que cometi, espero que consiga me safar dessa se não um deles podem me matar, tenho que realizar esse ultimo trabalho.
Carrego as armas, mas fico escondendo nos bouço, que puder, coloco de baixo do terno, quando esta tudo pronto era de ir realizar meu ultimo trabalho, para assim ter a vida de paz que eu tanto mereço depois de anos de trabalho.
Vou descendo as escadas bem devagar para não fazer tanto barulho, quando chego no ultimo andar vejo um homem parado na porta do prédio, estou apostando tudo que esse também é um dos homens enviados aqui para me matar.
Vou devagar, eu poderia atirar nele, da onde eu estava, mas como eu não tenho certeza se ele esta aqui para o trabalho, ou simplesmente ele esta esperando alguém desse prédio descer, eu não quero matar um inocente.
Quando eu saio do prédio, o cara tira uma foto do terno, ele olha para min, sei exatamente o que ele vai fazer em seguida, ele puxa uma faca vai na minha direção bloqueio com o meu braço o golpe.
Logo dou uma joelhada nele, e dois socos na cara dele, ainda tenta me atacar eu fico segurando a mão dele, eu não tô conseguindo muito espaço para pegar a minha arma e atirar nele.
Faço uma coisa idiota mas por instinto bate a minha cabeça com a dele, quando nos afastamos entrei de novo, no prédio minha cabeça doía naquele momento por isso não podia atirar nele na hora.
O homem aparece ainda segurando a faca, pego o meu revolver, dou um tiro rápido atingi o ombro dele, pelo menos fez cair a maldita faca, ele com a outra mão foi pegar um revolver no terno dele.
Dei um tiro infelizmente errei, o desgraçado pega a arma,um revolver, entro nas na porta que leva as escadas, ficando no lado da porta, o cara estava começando a dar os tiros, por sorte os tiros não estavam acertando em min, eu tenho que resolver essa situação do contrário.
Fico apontando a minha arma em direção a porta, se ele inventa de aparecer vou dar uns tiros nele e eu tenho certeza que vou acerta desta vez, ele chuta a porta, mas eu cometi um erro eu comecei a atirar antes, isso deu vantagem a ele.
Ele aparece na porta, eu subo nas escadas o mais rápido que eu posso os tiros dele fica passando de raspão, tento não agir apressado mas o momento não era oportuno para isso, se eu vacilar-se esse desgraçado, me mataria num pisca de olhos.
Ele aparece dous uns três tiros errei todos, continuo subindo, e ele continua subindo, vou correndo em direção á uma porta, fico esperando do lado dela, o desgraçado chuta a porta mais uma vez, desta vez fechei os olhos e deu uma respirada.
A porta estava tampando a minha visão entre eu e ele, mas eu conseguia escultar os passos dele, ele estava atrás da porta, eu tenho pouco tempo de reação eu tenho que fazer alguma coisa, dou tiros, vou gastando as minhas balas na chance de acerta ele.
Quando eu vejo a visão do outro lado eu consigo ver que ele está lá no chão sangrando infelizmente ainda estava vivo, eu teria que eliminar ele, vou com a minha arma miro na cabeça dele, dou minha respirada, vou dar o tiro e percebo que a minha arma está sem balas.
Vou recarregando a minha arma, mas ele já tinha uma arma carregada ele ele apontou na minha direção, eu fui para a escadaria o mais rápido possível, ele deu um tiro por sorte ele errou, carrego a minha arma só fica uma parede entre eu e ele.
Pedro:
- quem foi que te mandou aqui?
homem:
- quem você acha?
Pedro:
- uma mulher.
homem:
- errado.
Pedro:
- quem então.
Homem:
- chegue mais perto que vou te dar uma resposta.
Pedro:
- não obrigado estou confortável aqui.
Homem:
- apareça para eu te dar um tiro.
Pedro:
- foi aquela mulher.
Homem:
- foi o presidente.
Pedro:
- impossível.
Homem:
- por que você acha isso?
Pedro:
- por que eu tenho certeza que o presidente, mandaria assassinos pro-fissionais para tenta me matar.
Homem:
- vá pro inferno.
Pedro:
- você vai primeiro depois me conta como é lá.
Ok, chega de papo se eu vacilar ele me mata, eu tenho que dar um tiro certeiro nele na cabeça se eu não conseguir isso ele me mata num piscar de olhos, respire você sabe onde a cabeça dele esta mire com a mente, dar uma longa respirada e vai.
Fico de frente a frente com ele, não posso vacilar esse tem que ser um tiro certo se não estou fudido, vamos, consigo atirar,acerto a cabeça do desgraçado, ele não teve tempo de reação, nenhum tiro se quer, ainda bem.
Não entendo não poderia ser o presidente que mandou esses desgraçados, porque se não esse prédio estaria cheio de policiais, e se ele queria que fosse discreto, tenho certeza que ele poderia mandar um desses agentes secretos que existe.
Só pode ser ela, que deve esta envolvida nisso tudo, tenho que arrumar um jeito de concerta o que eu fiz, para que ela não mande mais essas pessoas, se não vou acabar morrendo, tenho certeza se eles fossem profissionais estaria morto agora.


capitulo:05 os dois assassinos.

Eu tenho certeza de que tem mais alguém esperando do lado de fora, eu vejo se todas as minhas armas estão carregadas, fico pensando no desgraçado que matei agora pouco, penso se devo pegar a arma dele, bem pelo menos economizaria um pouco da minha munição.
Vou até o desgraçado, verifico nos bolço dele, verifico as armas que ele têm, por sorte ele tem um revolver carregado, é tudo que preciso, vou até a porta da saída, fico imaginando se vai ter alguém me esperando por lá, dou uma grande respirada pelo que sei o que vai acontecer em seguida, olho para o revolver e sinto a minha coragem vindo dele.
Eu saio com uma mão por de baixo do terno, como se eu tiver-se me machucado por alguma coisa, vou andando devagar para poder notar cada movimento que acontece ao meu redor, eu tento ver se tem alguém olhando para min, como se eu fosse um tipo de alvo.
Saber expressões é uma coisa que pode realmente salvar a sua vida, por que assim você consegue identifica mais rápido as pessoas que querem te matar, isso é muito decisivo ele pode lhe dar segundos que pode salvar a sua vida.
Minha vontade é pular direto para o carro, mas se eu fizer isso posso perder de vista as pessoas que querem me matar, e numa situação de vida ou morte você não pode perder os alvos, por isso eu não quero ir muito rápido, basicamente eu não quero acabar me matando.
Finalmente eu consigo ver duas cabeças que estavam olhando na minha direção, com a maldita expressão de que eu sou o alvo na cara, tive um pequeno momento de felicidade, então a minha adrenalina subiu, apontei a arma na direção a eles e atirei.
Não queria ver o resultados, queria ir logo para o meu carro e dar o fora dali o mais rápido possível, eu fui correndo em direção ao meu carro, não queria perder tempo olhando para trás, por que isso poderia fazer com que eu ficar-se mais lento, e isso seria muito vantajoso para eles e lógico é uma vantagem que não quero dar para eles, quando corro um medo passou pela minha cabeça, se será que esqueci a chave, coloco a minha mão no bolço e tenho um alivio por que eu encontrei as chaves.
Um bala passa perto de min, sábia que tinha a possibilidade de um deles ainda estarem vivos, aquele primeiro tirou que dei só servia para poder atrasar eles.
Pego a minha chave e abro o meu carro eu pulo, entrando no carro, imediatamente eu fecho todas as portas, eu coloco a chave na ignição, vejo um dos caras que estava no carro vim na minha direção, dou dois tiros afastando um pouco o bastando.
Quando ligo o carro e coloco ele indo para a esquerda, o carro do desgraçado bate na lateral do meu carro, imediatamente, dou uma ré batendo na frente do carro de trás, afastando o carro para ter espaço para min, nesse pequeno espaço consigo sair dali.
O cara que estava na rua estava atirando na minha direção, por sorte nenhum tiro estava acertando em min, dou um respirada, por esses segundos de paz que estou tendo agora, por ter me livrado do perigo, até que eu sinto alguém bater na traseira do meu carro.
Olho para o meu retrovisor e sábia que era eles, o que esta no banco do assento começa atirar feito maluco gastando balas a toa, ele precisar saber que para fazer a diferença basta um tiro certo para poder acabar com tudo, e não fica jogando o tempo todo na sorte com as balas.
Eu vou dar uma lição nele, ensinar para eles a diferença entre um assassino amador e um profissional, primeiro tenho que fica calmo, ele parece que vai gastar toda a munição atirando na minha direção mas não em min.
Eu só fico indo para a direita e a esquerda, eu não quero dobrar nenhuma rua, assim pode ter uma chance de que os desgraçados me acertem, mantenho a minha calma tudo que tenho a fazer é olhar onde os bastados estão, eu sei que a minha armas tem balas suficiente.
Não tento ser como esse maluco, que tem o risco de acerta tudo em volta menos o alvo, olho atentamente para ele, piso na freio, a frente do carro dele bate na minha traseira, eu tenho os poucos segundos que preciso para realizar esse trabalho.
Dou um tiro certeiro na cabeça dele, depois disso coloco meu pé no acelerador e continuo indo, vejo o motorista irritado vinda na minha direção, mas um que vai morrer daqui a pouco, o desgraçado foi muito rápido e bateu na traseira do meu carro, como não previ isso sem querer deixei a minha arma cai debaixo do acento ao lado.
Estou com problemas, não posso parar o carro, por isso vai dar tempo o suficiente para esse desgraçado me matar, ele teria um grande momento de distração meu, o que devo fazer nessa situação, olho para o retrovisor e vejo onde o desgraçado.
Droga por um momento me distrair um ônibus bateu no meu carro, ultrapassei o sinal vermelho, merda, sinto a grande pancada, ainda bem que estava de cinto se não o ônibus teria me jogado para fora do carro e teria morrido na hora.
Meu carro finalmente parou de girar, toco na minha testa e percebo que ela está sangrando, espero que não seja nada grave, eu não quero perder a consciência naquele momento, não quero que a policia me vendo com muitas armas.
Vejo aquele revolver no sento ao lado, ele deve ter voado com a batida, fico por um momento feliz, por minha vida ter facilitado só um pouco, saio do carro, me sento no chão, eu ainda estava abalado com a situação, mesmo esses desgraçados sendo amadores, ainda conseguem me causar dano.
Olho para o céu, fico tranquilo até eu me lembrar que eu tenho que sair daqui o mais rápido possível, apoio a minha mão no carro e me levanto, esculto algumas pessoas falando"você deveria ir ao médico" até que eu concordo com elas, mas como sou um cara procurado, não seria uma escolha muito inteligente da minha parte, simplesmente vou andando e rezando para aquele desgraçado já ter indo embora.
Espero que ele não seja como eu e queira verifica se eu estou realmente morto, vejo um restaurante bem ao meu lado, entro nele sem pensar duas vezes, eu sento numa cadeira, a pior parte e que eu vejo o carro do desgraçado estacionando, bem perto do restaurante.
Não paro de pensa como o presidente me descobriu tão rápido será que os nosso agentes secretos são tão bons assim em descobrir informação, embora meus instinto diz que esses caras não são do governo, tenho certeza que eles não agiriam assim.
Vejo ele saindo do carro, embaixo da mesa aponto o meu revolver na direção dele, só não atiro agora por que não estou com disposição para sair daqui o mais rápido possível, porque eles vão chamar a policia, não quero me arriscar em ser preso.
Dou um olhada para ele, é careca em cima, mas tem cabelo curto e pretos nos lados, usava um terno preto, e calça preta, ele olha na minha direção, no momento que ele sacar a arma eu atiro nele, depois pegarei a chave dele, e irei embora no carro.
O problema que a minha perna ainda não esta boa para fazer toda essa ação, ele vem vindo na minha direção não deixo de aponta a arma para ele, queria acabar com tudo isso rápido, maldita perna, vamos recupere logo tenho que sair dessa situação agora.
Ele senta na mesa ao lado, engraçado este parecer ter paciência ao contrário daquele amigo idiota que estava com ele, talvez se aquele amigo tiver-se paciência talvez estiver-se vivo, talvez aquele cara poderia ter me acertado, não sei muito bem o que esse quer esperando naquela mesa.
Por enquanto é bom ele não querer dar um tiroteio em público, droga minha cabeça esta sangrando, tudo que ele quer que eu me distraia no momento que vou tirar o sangue da minha vista, que esta me atrapalhando nesse momento.
Droga o pior é que eu me sinto tonto pela batida, se eu mata ele agora posso estragar tudo, tenho que me manter forte, idiota como não percebi tem um arbusto bem do meu lado, um lugar perfeito para por a minha arma, pego um silenciador que esta no meu terno.
Eu não vou fracassar seu desgraçado, é isso que você espera, o meu momento de fraqueza, coloco o silenciador na arma, miro na cabeça dele, droga uma gota de sangue cai no meu olho, imediatamente me movo de baixo da mesa, esse desgraçado dar uns tiros na minha direção.
Fico no chão todo encolhido rezando para não morrer.
Irônico quando por um momento você pensa que tudo dará certo, quando você menos espera tudo dar imediatamente errado, queria poder mirar na cara desse desgraçado mas ele não para de atirar, tenho que fazer alguma coisa se não vou morrer aqui.
Percebo que ele esta recarregando a arma me levanto, penso na direção da onde estava vindo os tiros e aponto na direção dela dou uns dois tiros, ele consegue escapar, ele vai correndo, eu corro como poço, não indo muito rápido.
Estava correndo na atrás dele, percebo que ele esta indo em direção ao carro, não posso deixar com que esse desgraçado simplesmente saia correndo e traga mais amigos para me matar, miro pacientemente nos pneus do carro e dou dois tiros acertando os dois pneus.
Ele percebeu que não tinha como ele voltar para o carro, ele começou a correr na rua, não consigo mirar na cabeça dele, pela correria dele, mas consigo mirar na perna dele, respiro e atiro acerto a perna dele o desgraçado cai no chão.
Vou indo na direção dele dar logo esse tiro final, quando chego perto quando vou dar um tiro na cabeça dele, a arma esta sem balas, ele chuta a minha perna, ele pega uma faca com ponta, e ele estava querendo enfiar ela no meu peito.
Usando minhas duas mãos fico segurando a mão que tem uma faca, com um espaço livre que tinha nas minhas pernas fiquei dando joelhadas na costela dele, fiquei dando as joelhas, incomodava ele, mas não tanto a ponto dele soltar a maldita faca.
Estou usando toda a minha força nesse momento para deixar ele mais afastado possível, eu nunca pensei que usaria essa técnica, mas quando ele se afastou um pouquinho do meu corpo, cutuquei os dois olhos dele, com dois dedos de uma mão.
Isso funcionou ele se descuidou com a faca, deixou ela escorregar, dou dois socos na cara dele, ele também dar um soco na minha cara, dou mais um soco na cara dele, isso faz com que ele vá para o lado direito, eu pego a faca agora acabo com ele.
Devo dizer era o que eu queria fazer no começo acabar com ele, mas quando vou enfiar a faca nele, ele segura o meu braço que estava segurando a faca, não estava querendo fazer a mesma coisa que ele então me levantei, e fiquei esperando uma oportunidade para atacar.
Quando o desgraçado estava se levantando eu não perdi tempo chutei a perna dele, que tinha uma bala minha, esse desgraçado sentiu dor e caiu no chão, no chão ele pega um revolver que estava no paleto dele e aponta na minha direção.
Fiz a unica coisa que eu poderia fazer naquele momento que erá sair correndo, como eu fui idiota por um momento pensei que ele só tinha a maldita arma para me atacar, eu me escondo atrás do carro e fico olhando a faca, pensando como eu gostaria de uma arma agora.
Por um momento tinha me esquecido, de baixo da minha manga tinha um revolver que estava carregado e pronto para atirar nesse filho da mãe, só preciso espera pelo momento certo se não posso perder essa grande oportunidade.
Fico com as minha arma em mãos, ainda me escondendo atrás do carro e esperar com que ele acabe com toda a munição, não seria tão fácil como eu imaginava, o desgraçado simplesmente parou de atirar, ele não é como o outro, esse está me parecendo com mais cara de profissional como o outro.
Acho que se esse fome me atacar com certeza eu poderia estar morto, eu poderia morrer sem nenhum tipo de aviso, mas eles vacilaram e mandaram aqueles dois idiotas realizarem o plano, o pior erro que eles poderiam ter feito, bem sorte minha nessa situação.
O que estou fazendo parece que eu já estou cantando vitória antes do tempo isso é uma coisa que eu não posso dar uma relaxada, tenho que descobrir como sair dessa situação e rápido antes que a policia chegue, ou esse cara me mate antes, tenho que fazer algo.
Olho para o lado e percebo que o carro dele esta bem na minha frente, eu tenho que ir até lá, eu correndo agachado até lá, quando chego perto, abro a porta e vejo o companheiro dele que matei, empurro ele para o banco do motorista e entro no carro eu fecho a porta.
na parte do motorista eu abro a porta, a pessoa dar alguns tiros com a esperança que alguns desses tiros tenha me acertado, mas não tinha saído do carro naquele momento, só fiz isso para ele atirar, espero o momento certo para que ele descarregue toda a sua arma, para que no momento certo eu consiga atingir-lo.
Eu seguro o corpo do cara morto, jogo o corpo do cara na rua, ele deu alguns tiros sorte minha, queria que ele gastar-se mas balas, deveria ter acertado o motorista primeiro assim teria mas chance, com o outro cara a vantagem seria minha, o pior de tudo é que esse cara é muito paciente, bem é isso que eu tenho que ser também, não tenta apressar as coisas, se não esse desgraçado me matar de uma vez.
irônico pensa que agora eu teria um momento de paz, ao contrário desse inferno que esta agora, não posso pensa demais sobre a vida eu tenho que fazer algo, por um momento antes de me jogar do carro penso numa situação, será que esse negocio de escudo humano realmente funciona, por que se não estarei morto agora, queria ter muito tempo para pensa nisso, mas como não tenho, tenho que agir agora.
Eu pulo do carro imediatamente o desgraçado começa a atirar, fico encolhido deixando o corpo do cara morto ser meu escudo humano, por um momento penso graças a deus que esse negocio de escudo humano realmente funciona, um arrependimento veio a minha cabeça uma vontade enorme de volta para o carro.
Vejo a minha arma, fecho o meus olhos e tento me acalmar, tento ignorar os tiros daquele cara, tento ignorar todos os sons em volta, tenho que ter toda a minha paciência comigo, fico imaginando de onde esta vindo os tiros, desta vez esculto os sons do tiro, para calcular direito da onde esta vindo o tiro, não posso deixar o medo de ser morto atrapalhar meus pensamentos, tem que ser um tiro limpo.
Sinto que este é um momento um pequeno momento de pausa naqueles tiros todos, talvez ele esteja recarregando a arma se for isso não posso deixar essa oportunidade passar, por um momento deixo a minha mão e cabeça exposta, um grande risco nesse momento, mas se eu quero atirar direito, eu preciso fazer isso, não tenho muitas escolhas.
Dou dois tiros, depois de dar esses tiros me cubro de volta, tudo que eu esculto é aquele cara sentindo dor, pelo menos acertei esse miserável, poderia ter sido na cabeça, assim os meus problemas poderiam ser resolvidos muito mais rápido, mas infelizmente nem tudo acontece do jeito que queremos, sempre algumas merdas acontecem, e como tem uma possibilidade dessa merda vim na minha cara, tenho que resolver isso de uma vez por todas.
Tentando ganha forças para me levanta, coloco uma das minhas mão no acento do motorista, nesse pequeno momento, fico enjoado, por causa do efeito da batida que aconteceu, vomito embaixo do acento do motorista, bem ainda bem que eu não vou utilizar esse carro.
Usando toda a minha força consigo me levanta com a arma apontada para o desgraçado que era o motorista desse carro, vejo ele deitado no chão sangrando, sinto um momento de felicidade de que finalmente acabei com esse desgraçado, queria poder volta para a casa, mas sábia que isso ainda não estaria resolvido.
Vou em direção ao desgraçado, apontando a arma na direção dele, parecia que eu não importava naquele momento, tudo que importava para ele, era aquela dor que estava sentindo, tendo e rápido, mas com a dor que estava sentido, era algo impossível, chego perto do desgraçado.
Antes que queria dar uma palavrinha com ele, dou um chute nele.
Pedro:
- ola, seu desgraçado.
o cara:
- o que você quer?
Pedro:
- nesse momento te matar.
o cara:
- então faça.
Pedro:
- antes queria te pergunta uma coisa.
o cara:
- o que?
Pedro:
- como o presidente sabia que erá que erá eu que dei o tiro.
o cara:
- isso não importa.
Pedro:
- tem razão, eu vou descobri isso do meu jeito.
Pego a faca dele, e enfio ela no peito dele, devolvendo a maldita faca para ele, as pessoas estavam assustadas, isso é o que normalmente acontece, ninguém vem aperta a minha mão quando eu faço o trabalho, agora eu tenho que parar de vacilar estou deixando esses desgraçados me machucarem para valer.
Nesse ritmo vou morrer mais cedo do que o esperado, vamos você não pode fica parado tem que fazer alguma coisa, começo a andar, quando eu vejo um taxi, aceno e ele parar, entro no taxi, digo qualquer endereço só queria sair dali, queria poder dormir, mas ainda tenho trabalho para fazer.


capitulo:06 Jorge o inglês

Eu perdi para o táxi estacionar algumas quadras da minha casa, antes de ir em um restaurante, fui numa banca de jornal e comprei uma, depois eu fui ao um restaurante, não estava mais com sangue a amostra, ninguém sabia do que tinha acontecido comigo, por min isso esta muito bom.
Perdi qualquer coisa que estava no menu do restaurante só estava querendo encher o meu estômago, estava folheando o jornal querendo saber, onde o presidente estava, tinha que fazer o meu trabalho direito, para poder ter um pouco de tranquilidade.
Uma coisa que não me sai da cabeça é que se foi mesmo o presidente que mandou esses caras atrás de min, minha vida nunca mais vai voltar ao normal, não vai parar de vim pessoas atrás de min, estou começando a min arrepender de ter aceitado aquele trabalho, embora aquele desgraçada teria me matado momentos depois de eu ter recusado o trabalho, devia ter me concentrado em ir atrás deles.
Ainda não paro de pensa que ela esta envolvida com tudo isso, ainda não acredito que aquilo aconteceu, eu nunca errei no trabalho, mas só essa vez que eu vacilei, vou pagar por toda a minha vida por causa disso, gostaria de pegar o cheque dela de novo só para ver o nome que estava escrito.
Fico olhando em volta e todo mundo tendo as suas vidas normais, eu devo tenta essa ter a minha vida normal, pegar o dinheiro e ir para outro país, o difícil seria levar a Regina e os filhos dela para outro país, e tenta dar uma desculpa aceitável, de porque deveríamos sair do país, não acredito que ela seria capaz disso, mas por ela vale a pena tentar de tudo.
uma voz:
- ola amigo.
Esculto uma voz atrás de min, queria me virar para ver quem é, queria saber se ele estava falando comigo, não estava escultando nenhuma outra voz na outra mesa atrás de min, então esse cara seja lá quem for, estava definitivamente falando comigo.
Pedro:
- ola amigo!
uma voz:
- me chamo jorge o inglês.
pedro:
- seu sotaque é do Brasil, não pare ser de fora.
Jorge o inglês:
- tem razão eu sou do Brasil.
Pedro:
- então por que te chamam de "jorge o inglês".
O cara dar uma risada como se todo mundo souber-se o motivo que ele estava rindo, estava confuso não sábia do porque estava conversando comigo, e do por que ele estava rindo desse jeito, não tinha certeza se era realmente engraçado, ele me parece ser um tipo de sádico, fiquei o possível para fica na minha.
jorge o inglês:
- é por causa do jeito como eu finalizo as pessoas.
Pedro:
- como você as finaliza.
Jorge o inglês:
- eu não gosto de matar a pessoa rapidamente, eu gosto de fazer o desgraçado sofrer, vendo o desgraçado sofrer sempre me traz uma alegria muito grande, eu trabalho para o serviço secreto Brasileiro, toda vez que o presidente me manda matar alguém, eu sempre faço o trabalho com um sorriso no rosto, mas o motivo principal que me chamam de Jorge o inglês, é um eu sempre marto as pessoas usando um soco inglês.
Agora o pânico aumentou e muito, eles mandam um sádico vim atrás de min, bem pelo menos com os outros eu poderia ter uma morte rápida, fico imaginando quantas pessoas como ele, eles têm tomara que não seja muitos, por falar a verdade espero que seja só esse cara.
Nesse momento a pior coisa é que ele não esta numa posição que eu possa atirar nele, esse desgraçado sabe como se posiciona, apesar de que ele tenha falado comigo tenho certeza que ele é um profissional, não sei se ele só falou isso para tentar me colocar algum medo, que por falar a verdade esta funcionando.
Fico pensando se eu levanto, mas o negocio ele pode ter uma arma apontada na minha direção, provavelmente quando eu me levanta vou ser um alvo fácil para esse cara, devo me acalmar e não devo deixar que ele entre na minha mente não deixe que ele cause um terror psicológico em você.
Fico olhando em volta me vêem o pensamento que será só esse cara aqui ou ele terá alguns amigos esperando por min, me dar vontade de pergunta para ele, provavelmente ele vai mentir, a não ser que ele seja um louco e diga onde os amigos deles estão revelando todos os alvos.
Queria ter pelo menos só um pingo de vantagem, eu sei de uma vantagem dele, mas não sei se ele têm outras, não quero me arriscar muito, fico querendo saber quais são as minhas opções, vejo no meu prato a comida já acabada, sei de um pensamento que veio, mas ainda assim é muito arriscado.
Pego o prato e calculando onde esse Jorge está, esse cara esta comendo, não sei o que não interessa, o que interessa é a respiração dele, é um modo de saber onde a cabeça dele esta, pego o prato e taco na cabeça dele, nesse momento eu saio correndo sem pensar duas vezes.
Quando estou correndo, o desgraçado tinha jogada uma faca atingindo a minha perna, caio por causa da dor que isso causou, ele se aproxima rapidamente e dar alguns chutes, cuspo sangue, o desgraçado chuta muito forte, eu não estou tendo nenhuma vantagem.
Jorge:
- não foi muito legal o que você fez.
Pedro:
- me desculpe.
Jorge:
- vou fazer você sofrer e muito.
Pedro:
- finalmente uma vantagem.
Jorge:
- o que você quer dizer com isso?
Pedro:
- agora percebo que você veio sozinho.
Agora que reparei no desgraçado, ele veste uma camisa social azul, com uma escritura japonesa nas costas, não sei o que significa, e ele usa calça jeans e tênis, droga é por isso não reparei nele antes, ele não parecia com uma pessoa do governo isso que deu a vantagem para ele.
Ele mostra um distintivo falso ele fica dizendo para a policia é um modo de todos ficarem calmos, o idiota não sabe ,mas ele também esta me dando uma vantagem, revelo da minha manga um revolver que estava escondido, dou um tiro bem dardo no pé dele, esse desgraçado gritar de dor.
Ele segura com o outro pé a mão que tinha a arma, ele pega do bolço um soco inglês, ok nesse momento eu tinha certeza total de que eu iria morrer.
Jorge:
- a diversão vai começar, você vai se arrepender e muito de ter dado esse tiro, agora você vai sofrer como nunca sofreu antes, seu desgraçado.
Ele ficou batendo no meu braço, o pior é que ele ficava batendo com aquele maldito soco inglês, dizer que doí é pouco, é uma dor como nunca sentia antes, cada vez que ele batia no meu braço me dava uma vontade repentina de chorar, de inicio eu gritava, mas com o passa do tempo ficava sem voz para poder gritar.
A pior parte é que parecia que ele estava se divertindo com tudo isso que estava acontecendo, se por algum milagre sobreviver a essa, juro que esse desgraçado vai sofrer e muito nas minhas mãos, sinto vontade enorme de tirar esse sorriso da cara dele.
Vejo as pessoas em volta não fazendo nada, fico muito irritado com todos eles, sinto uma vontade repentina de matar qualquer um aqui, a pior parte é que eu sei o que eles estão pensando, que eu sou um maldito criminoso e que mereço isso que esta havendo.
Por mais que a dor seja dilacerante, eu não daria satisfação a ele de chorar, nesse momento á unica coisa que conseguia pensar é nessa maldita dor, queria que ele parar-se com esse ataque, mas ele continuava a dar um soco no meu braço, queria ter ele na minha mira.
De repente eu penso em todos os assassinatos que fiz até agora, isto é o que mereço por tudo que fiz até a hora, meu deus a dor esta ficando muito forte na minha cabeça, eu estava ficando inconsciente, não tenho que resistir não posso morrer, eu tenho que tenta ter uma outra vida.
por sorte na minha outra mão tinha revolver escondido na mão, eu não conseguia pensa em um modo de acerta ele, ainda não estava no meu maldito campo de visão, atiro numa mesa ele se distrai quando eu me ajeito para dar um tiro na cabeça dele, ele percebe e corre, me escondo embaixo de uma mesa, vejo o meu braço todo dolorido que mal consegue carregar uma arma.
Uma braço vai ter que servir para acabar com ele, vejo uma sobra embaixo da cadeira, era ele em pé tentando mirar em min, nenhum estava com um angulo bom para atingir o outro, percebo o pé dele machucado exposto, chuto o pé dele, ele grita de dor, nesse momento de distração me levanto o mais rápido, dou um tiro o desgraçado consegue se abaixar.
Ele vai na minha direção, ainda consegue me derrubar, ele com as duas mãos fica fazendo segurando a minha mão que estava com a arma, ficava dando joelhada nele como podia para ver se tinha uma chance, que eu conseguir-se estourar a cara dele.
Queria que minha outra mão não tiver-se tão mal assim, nessa distância conseguiria acerta ele sem nenhum problema, mas como não consigo levantar a maldita arma, daí eu faço outra coisa que nunca pensaria em fazer, bate a cabeça dele na minha, conseguir fazer isso.
No momento que estava conseguindo pensa claramente, dou um tiro só que acerta o ombro direito, dele o desgraçado vai correndo para rua, com tudo isso que aconteceu me dar vontade de fica aqui parado, mas não tenho tanta sorte assim, alguém chamaria a policia para me prender.
Quando conseguir me levantar, eu sei muito bem a onde o desgraçado tinha indo, mas fui na direção oposta, o desgraçado ele é muito bom, quero estar melhor preparado na próxima.
Eu sei que isso parece ser um técnica covarde eu admito isso, mas quando você esta de ante um inimigo que você não pode vencer, o que você vai fazer, por isso o melhor jeito é pensa em alguma coisa antes, tenta pensa em um estratégia melhor, se eu não tiver paciência e ir atrás dele, vou morrer provavelmente em pouco tempo, ao menos vou esperar um pouco meu braço melhorar, porque nesse momento não consigo mover um músculo do que esse desgraçado atacou.
Eu fui correndo em direção a cozinha, espero que esse lugar tenha uma porta dos fundos, é o melhor lugar para eu poder sair, vou andando na cozinha, vejo alguns chefes reclamando que eu não deveria esta na cozinha, ignorava isso e simplesmente continuava andando, tentava me mover o mais rápido que eu puder-se, se eu me atrasar demais, é possível que aquele desgraçado volte a tente termina o trabalho, não posso deixar essa vantagem para ele.


Uma porta dos fundos finalmente, abro ela e vou e fico no lado da porta, ele dava diretamente para a rua, peguei o meu celular, liguei para o Felipe Kuots, ele é a pessoa responsável, pelo a fundação fantasma para onde todos os meus clientes entregavam o cheque que entregavam para essa fundação para as crianças, que na verdade era para min, ele também me ajuda a coletar de outras pessoas para fazer com que a fundação não pareça só de clientes meu.
Eu telefono para ele e digo exatamente onde eu estou, disse que eu iria fica parado aqui, uma coisa que provavelmente não foi uma boa ideia dizer isso, porque eu estou muito vulnerável ele pode aparecer a qualquer momento com aquele soco inglês e uma arma, finalizar o trabalho que eles começaram, que na minha situação imagino que isso não seria uma coisa muito difícil de de fazer, acho que eles não teriam nenhum problema.
Bem basicamente o que estou dizendo é que o perigo pode vim em qualquer direção dentro só tinha ele, mas aqui fora pode ter uma amigo ou dois dele, uma coisa que eu entenderia do porque eles estariam aqui fora, eu nunca me sentiria muito a vontade de trabalha com uma pessoa claramente sádica trabalhando ao meu lado, nunca me sentiria seguro, trabalha no lado de uma pessoa que extremamente louca é difícil, porque você não sabe o que ele vai fazer em seguida.
Estou segurando o meu revolver e olhando para todos os lados, não parava de imagina quando ele vai se tocar que não estou indo atrás dele e vai entrar no restaurante e procurando por min, a minha adrenalina naquele momento só estava aumentando, nesse momento eu já estava suando frio, não paro de pensa em que a qualquer momento posso morrer, sei que na minha profissão isso deveria passa na minha cabeça toda hora, mas nessa hora o pensamento ficou mais forte.
Uma coisa que fazia diminuir o meu medo, mas não é uma coisa boa, porque o que estava fazendo isso erá a dor do meu braço que aquele desgraçado ficava batendo com aquele soco inglês, toda vez que eu dou uma mexida no meu braço, a dor ficava tão forte que me dava vontade de gritar, o pior se eu fizer-se isso aquele desgraçado me localizaria mais rápido, e a consequência disso seria a minha morte, continuo olhando para os lados e nada.
Fico imaginando o que vai aparecer primeiro, o jorge o inglês ou o meu amigo o Felipe, com a minha sorte de hoje com certeza vai ser aquele jorge o inglês, por um momento eu tento me concentrar em outra coisa, de que como eu vou fica feliz se na próxima vez que nos encontrarmos eu arrebenta a cara do desgraçado, até ele não ter nada no rosto alem de carne amaçada, com a dor que sinto agora eu não teria nenhum motivo para sentir pena dele.
Nem o pensamento de que ele só esta fazendo o seu trabalho, se o trabalho dele envolve me matar, você não deve ter nenhuma pena por ele, por mais que o cara possa não ter tido muitas opções na vida, isso não é motivo de ter pena de um desgraçado que fica matando várias pessoas, droga essa dor tá insustentável não estou conseguindo me manter consciente queria que tudo acabar-se logo, não aguento mais conseguir controlar tanta dor.
Vejo na esquina um fusca azul, é o carro do Felipe me dar vontade de fica pulando de felicidade, mas eu tenho que me mover rápido, me lembro do motivo que ele pediu para comprar um fusca azul, ele me falou é que caso alguém roubar-se o carro dele, erá muito mais fácil para a policia identifica o carro, e trazer o carro de volta, o que na nosso profissão que costumamos fazer coisas ilegais não acho isso uma das melhores ideias do mundo.
Pelo seguinte motivo, se a policia um dia descobrir sobre o que ele faz, de fazer fundações falsas para assassinos de aluguéis, com muita certeza a policia iria atrás dele, é muito fácil de perseguir um carro que se destaca no meio de tantos outros carros, ele seria com certeza parado em bem pouco tempo, por isso acho uma boa ideia se você não tem nada haver com tipo de vida criminosa, mas se for o caso escolha um carro qualquer.
Estou indo em direção ao carro, ele me reconhece e entro no carro, eu vejo jorge o inglês procurando por min fora do restaurante, só consigo rir da cara dele, vai procurar por um tempo a ter perceber que eu dei o fora dali, começo a dar risada por que finalmente a situação de perigo já passou agora o que eu tenho a fazer é sentar e relaxar, bem nesse momento já estava sentado, comecei a gritar no carro por causa da grande dor, depois um tempo desmaiei.
Felipe:
- ei cara você esta bem?
Ele bate no meu braço e acordo.
Pedro:
- o que?
Felipe:
- você esta bem.
Pedro:
- tirando o meu braço que esta doendo muito estou.
Felipe:
- o que houve?
Respondi tudo a ele sobre a mulher que me contratou para matar o presidente, sobre os outros assassinos que estava atrás de min, sobre esse maniaco do jorge o inglês, basicamente desabafei tudo que eu podia, tudo que eu não falaria para outra pessoa, basicamente isso foi libertador, ele entende que eu preciso da ajuda dele e vai fazer isso.

capitulo:07 o resgate

Uma coisa que esqueci de conta é que ele conhece muitos assassinos de aluguel, esse negocio da fundação falsa ele não só faz para min, mas para todos os assassinos de aluguel, não sei como ele consegue, mas consegue identifica um só com um olhar, nunca conheci os outros assassinos de aluguel que ele ajuda, isso não é uma coisa que eu sinto vontade de fazer pelo fato de serem assassinos de aluguel, sei que eles não são as pessoas mais simpáticas do mundo.
outra coisa que ele é bom é em conseguir arrumar contato, que sejam necessários para a minha profissão, como um médico, e um especialista em armas, mas claro ele não é de fazer tudo isso de graça ele sempre acaba levando uma porcentagem o que é justo para min, já que ele também esta se arriscando em ser preso, e como falei antes ele não iria muito longe com esse fusca azul, que com certeza ele seria parado em pouco tempo.
Pedro:
- ainda bem que jorge não esta nos seguindo.
Felipe:
- como você sabe?
Pedro:
- fico olhando para trás e nada.
Felipe:
- se ele tiver-se me perseguindo, não se preocupe sou um bom motorista.
Pedro:
- difícil seria despista ele com um fusca azul.
No máximo o Felipe dar um risada, ainda não falei sobre, ele tem olhos castanhos, curto, usa calça jeans, e sempre uma camisa vermelha com alguma coisa escrita, desta vez esta dizendo"se você consegue ler isso você não é cego", nunca achei muita graça na camisa dele, a risada que ele deu, é que eu já tinha comentado com ele antes sobre a cor desse carro, disse para ele para pelo menos arrumar um carro melhor, e com outra cor.
Estacionamos ao lado de animais, me lembro desse maldito lugar, ai tem uma pessoa que alem de ser veterinário, também é médico o negocio é que ele não é um desses médicos licenciados, são esses tipos de pessoas, com quem temos que pedir ajuda, não termos o luxo de pedir ajuda a qualquer um, porque alguém pode chamar a policia, o que não é uma coisa muito boa, estava evitando de querer entrar ai por que esse médico eu não confio muito.
Felipe:
- entre ai para você melhorar.
Pedro:
- ou piorar.
Felipe:
- deixe de reclamar e entre ai.
Pedro:
- eu tenho escolha.
Felipe:
- e para um hospital onde você pode ser preso!
Embora eu não quiser-se admitir ele estava certo, ainda tenho medo que com ele eu morra de alguma infecção hospitalar, fiquei pensando se eu conseguiria suporta o caminho com esse braço machucado, mas no momento que eu sentia a dor, esquecia disso e queria logo que alguém me curar-se não queria sentir mais essa dor maldita, abro a porta do carro, fico olhando o lugar, minhas pernas estavam querendo sair dali o mais rápido possível, mas não tínhamos muita escolha.
Pedro:
- me diga que você arranjou outro médico.
Felipe:
- não.
Pedro:
- não confio muito nele.
Felipe:
- não se preocupe o Alan não diz nada a policia.
Pedro:
- não é disso que falo.
Felipe:
- então do que?
Pedro:
- como ele tenho medo de morrer de alguma infecção.
Felipe:
- deixe de reclamar.
Alem dessa situação dele que não se pode confiar muito, ele tem cabelo e barba grande, e sempre tem uma aparência de esta totalmente relaxada, é uma pessoa que eu não confiaria em nada, em fazer algum tipo de cirurgia séria em alguém, o que eu ainda não entendo é que ele já teve que fazer cirurgia séria e não sei como eles sobreviveram.
Felipe:
- não se preocupe ele é um bom médico.
Pedro:
- não confio muito nele.
Felipe:
- vamos deixe de reclamar da vida.
No caso não estou reclamando da vida, mas na possibilidade de perder a vida, sei que ele não vai operar nada em min, mas com ele sempre tenho essa insegurança de que eu vou entrar saudável e sair doente quase morto, por mais que todos os meus instintos dizem para sair dali eu entrei nesse logo, nessa loja de animais.
Felipe:
- vamos, provavelmente você não vai operar nada.
Pedro:
- assim espero.
Felipe:
- vamos.
já estava aqui então a unica coisa que eu podia fazer é seguir em frente, estava andando devagar porque quando andava um pouco rápido o meu braço começava a doer e muito.
Pedro:
- ok, vamos.
Andando nesse maldito lugar, fico vendo alguns animais presos em jaulas, algum tempo atrás quando eu tinha vindo aqui, quando ele me apresentou a pessoa responsável para as cirurgias, fiquei olhando para esses animais presos na jaulas, não tinha o sentimento de querer liberta todos eles, mas tinha um sentimento que se eu vacilar-se eles iriam me colocar na cadeia sem pensa duas vezes, as vezes imaginava como eles se sentiam estando presos.
Quando o Alan apareceu minha vontade imediata era dá todos o tiros que eu puder-se nele, usaria todas as balas não dispensaria uma bala, é que pelo fato de que sentir cheiro de maconha, a pessoa que vai me examinar não pode esta chapada, uma coisa que me irrita mais no mundo é a falta de profissionalismo, queria ver o cara morto naquele estante.
Alan:
- ei cara quanto tempo.
Felipe:
- você pode ajudar ele.
Alan:
- mas é claro.
Ele me colou na mesa de metal, que era a mesa de cirurgia dele.
Pedro:
- uma pessoa me bateu muitas vezes com o soco inglês.
Alan:
- vou examinar aqui.
Ele movia o meu braço e a dor aparecia, ele ficou examinando, se ele estiver de brincadeira com o exame eu pego a arma e finalizo tudo, por fim ele sabe do problema do meu braço, ele coloca gesso no meu braço, e coloco o meu braço numa tipoia, enquanto estava lá não conseguia relaxar, ao contrário do Alan que parecia relaxado o tempo todo, tentava pensa em outras coisa como por exemplo o que eu vou fazer quando eu sair daqui que caminho vou tomar.
O pensamento me veio mais uma vez dos animais nas jaulas, e nessa situação maldita que me encontro, uma coisa que provavelmente não vai acontecer comigo é alguém me jogar numa prisão, o que eles vão tentar fazer é com toda a certeza é me matar, fico pensando no grande problema que me encontro, fico imaginando onde aquela mulher que ordenou tudo isso esta, será que ela esta em casa bem, ou ela já esta morta, gostaria de saber o que esta havendo.
Eu sei de uma solução para isso matar o presidente, pensando bem se o pessoal dele já sabe quem sou eu matando o desgraçado, só matar ele não vai resolver todos os meus problemas, para acabar com tudo isso precisaria de no máximo um exército bem poderoso, uma coisa que definitivamente eu não sou é um exército de um homem só, eu precisaria de toda a ajuda possível para sair dessa situação com vida, embora eu tenho certeza que morrerei no final de tudo isso.
Felipe:
- algum plano.
Pedro:
- não.
Felipe:
- é melhor você arranja.
Pedro:
- talvez sair do país.
Felipe:
- essa é a melhor alternativa?
Nesse momento queria discorda dele, mas como eu estava aceitando essa opção não descartei totalmente, para min o que importa saber é quem esta envolvido e qual é o poder da pessoa, se ele só esta agindo de forma legal, ou se ele também age de forma ilegal, porque se ele esta agindo de forma ilegal sair do país não vai adianta e muito, porque com certeza eu seria caçado tanto aqui como no outro país, tenho certeza em que país eu esteja pode não ser muita coisa para ele.
Uma coisa eu tenho toda certeza no estado que eu estou não aguentaria o governo vindo atrás de min, morreria em pouco tempo, tirando uma coisa que ainda me incomoda, porque ele ainda não chamou a policia para tentar me matar, ou tentar ajudar a me capturar, do que simplesmente manda só uma pessoa vim atrás de min, tudo bem que o cara quase me matou, mas se tiver-se mais pessoas trabalhando com ele eu não estaria aqui.
O trabalho até agora esta muito fraco, se o presidente esta querendo me matar, tenho certeza que ele conseguiria, pelo menos um exército para vim atrás de min, ou em caso extremos o próprio exército para vim atrás de min, já estou desistindo de tudo, não acredito que eu vá sair dessa com vida, então pelo menos que eu termine esse ultimo trabalho, desta vez não me importo se isso pode ocasiona a minha morte, o meu ultimo trabalho.
Minha nossa nunca senti tanta raiva na minha vida, eu estava sentindo o momento de paz chegar, o momento que eu finalmente poder ter uma família, e tudo isso se vai de repente, por causa de um erro por causa de um maldito erro, o pior que um erro pode mudar a vida de uma pessoa completamente, este foi o meu caso não sei se isso é carma por uma vida de erros, e tudo isso esta se resumindo a isso a este inverno de vida que estou agora.
Fiquei nessa merda de loja de animais durante meses, fiquei num quartinho que tinha nessa loja fiquei lá até o meu braço fica finalmente bom, para matar qualquer que estava na minha frente, por sorte ninguém que estava querendo me matar conseguiu me localizar, também ficava imaginando o que eu faria com o jorge o inglês quando eu me encontrar-se com ele novamente, só fico imaginando eu dando vários socos nele até que na face só tenha sangue.
O Alan como ele erá o médico ficava me examinado de semana a semana, por um motivo que eu não desconfiava no inicio ficava sentindo muita forme, até que eu comecei a sentir o cheiro e tudo ficou claro para min de onde estava vindo toda a forme, é do desgraçado que ficava fumando maconha direto, por mais que ele deixar-se de fumar por um tempo o cheiro ainda ficava, não sei como os clientes dele não percebiam  isso ou ignoravam.
Uma coisa que eu me pergunto e muito, será que o motivo dele não ter tirado a licença de médico, foi porque ele fumava muita maconha que isso atrapalha toda vez que ele fosse fazer algum exame, só sei como ele operar assassinos de aluguéis ele sabe que ele não vai ser processado por erro hospitalar, mas por alguém meter uma bala na cabeça dele, o negocio alguns assassinos de aluguel trabalham em grupo, se matar um o bando inteiro pode vim até ele.
Uma coisa eu posso dizer não foi uma coisa muito tranquila morar aqui, porque ninguém poderia saber que eu estava aqui, na verdade ninguém deveria notar a minha presença aqui, fiquei rezando para que nenhum outro assassino de aluguel tenha se ferido nesse meio tempo, porque eu corro um risco de algum outro assassino de aluguel vim atrás de min, por isso não podia contar com a ajuda dos colegas de profissão porque isso poderia me levar a morte.
hoje eu pensava que seria mais um dia tranquilo dessa loja, até ver um cara que tinha tope, cabelinho de gel, cabelos curtos e pretos, usando terno e calça preta, e só para deixar na cara mais ainda o maldito esta usando uma luva preta, eu duvido muito que ele esteja aqui para comprar só mais  um animal, tenho certeza que ele estava aqui para me matar, mas eu não queria matar ele sem ter a certeza absoluta, esse cara pode esta aqui para comprar algum animal.
Antes de qualquer coisa já estava com a mão no meu revolver, caso ele vá fazer alguma coisa eu ter uma oportunidade para a agir antes.
Alan:
- calma cara vou lá ver.
Pedro:
- volte aqui.
Alan:
- relaxe não faça nada antes do tempo.
Pedro:
- ok.
O Alan foi para perto da pessoa, uma coisa que eu fiz que eu pensei que nunca faria na vida, o homem apontou uma arma na direção do Alan, mas no momento que ele pegou a arma, peguei a minha e apontei na direção do homem e dei um tiro certeiro na cabeça dele, eu salvei a vida de Alan podia ter deixado um dos meus problemas morrer, mas salvei a vida dele, pela primeira vez salvei alguém e não estou feliz de ter feito isso, mas não podia ter deixado morrer.
Alan:
- cara muito obrigado por ter salvado a minha vida.
Pedro:
-não foi nada.
Alan:
- algum dia vou te retribuir.
Por min ele podia fica devendo, porque eu não quero acredita que eu fiz isso, um homem que me irritou por meses, tirando o fato de me tratar ele ficava querendo puxar assunto todo tempo, até quando eu estava dormindo ele ficava querendo falar alguma coisa, literalmente ele seria o pior tipo de pessoa para se morar ao lado.
Ele dormia nessa loja, ele tinha um rede nos fundos, ele ficava dormindo aqui, deve ser porque ninguém queria morar ao lado dele, as vezes me pergunto se os outros assassinos de aluguel devem ter a mesma raiva que eu sinto dele, mas o motivo de não matar é que ele conhece o Felipe uma pessoa que nos ajuda e muito,  sabe de todos os contatos possíveis dispostos a nos ajudar, acho que alguns só esperam que ele falhe para dar logo um tiro na cabeça dele.
Sábia que esse cara que entrou, ele não é um dos conhecidos do Alan, Assassinos de aluguel não fazem visita amigável para qualquer contato que fosse, porque quando um assassino é pego nenhum dos contatos quer ter o associado ao assassino, porque sempre tem uma boa chance do assassino dizer o nome de todos que ajudaram ou menos que não digam as testemunhas podem dizer se eles trabalhavam juntos ou não, por isso não é bom fica muito amigos.
Ele não estava ferido, isso já uma prova grande que ele não estava aqui para os serviços dele, mas com esse desgraçado aqui significa que eles descobriram onde eu estou, aqui não é mais seguro, não que aqui já fosse antes, mas agora sei que não posso fica aqui, não posso vacilar desta vez tenho que matar todos que eles enviarem, não posso deixar mais com que eles me ferirem porque desta vez pode ser a ultima, chega tudo isso vai acabar.
Alan:
- quem você acha que foi?
Pedro:
- o presidente.
Alan:
- que vamos fazer.
Pedro:
- matar para sobrevier.

capitulo:08 irmãos machados

Alan e eu escondermos o corpo dentro da loja para que ninguém entre gritando, avisando as autoridades mais próximas do que aconteceu aqui, uma coisa também foi colocar a placa de estamos fechados, para garantir mesmo que ninguém entre, se bem que eu não sei o que faria com a pessoa que entrar aqui e ver toda a situação, pela minha proteção teria que matar essa pessoa, mas não sou de matar pessoas inocentes que simplesmente entraram no local errado e na hora errada.
Estávamos nos livrando dessa maldito corpo, depois limparmos o sangue, espero que nenhum idiota entre nesse meio tempo, ouvirmos a porta entrar, duas pessoas com a mesma vestimenta desse que estamos empurrando mais um tem cabelo cumprido e preto, outro tem cabelo loiro e longo, o pior de tudo é que os dois estavam segurando uma Ak-47, percebi naquele segundo se eu preocupar-se com esse corpo morto, eu iria virar um corpo morto.
Quando eles começaram a atirar não pensei duas vezes e entrei no fundo da loja para ver se eu conseguia escapar de alguns tiros, eles não paravam de atirar pareciam que eles tinham balas infinitas, ainda bem que até agora não inventaram algo do tipo se não eu estaria morto agora ou eles se eu conseguir-se pelo menos uma brecha para revidar os tiros, fico esperando pacientemente para que todas as balas desse desgraçado acabem, ou estarei morto.
Percebo que acabaram as munições esse é o meu momento não posso fracassar, no momento que eu me viro para perto deles, um deles já estava com um machado, ele me atacou conseguir abaixar no ultimo momento então o golpe só atingiu a a parede,  quando eu vou tentar ter um espaço para dar um tiro, o outro também estava com o machado, quando ele me atacou fui para o lado esquerdo me esquivando do golpe dele, que parecia que ele queria me cortar ao meio.
Eles não estão me dando nenhum tipo de vantagem toda vez que eu tento arrumar um espaço, eles continuam atacando e tudo o que eu tenho a fazer é me esquivar, no momento que eu conseguir um espaço para dar um tiro neles estarei com a vantagem, não posso dar muuuito pelo fato que eles podem pegar as armas deles e recarregar, e eu estaria nesse mesmo problema mais uma vez, já sei o que devo fazer se eu conseguir vou ter a vantagem que eu quero.
Quando eu vejo uma oportunidade, dei um chute num dos caras que estava muito perto, ele finalmente se afastou quando eu fui mirar na cara dele, o outro cara já estava tentando me dar uma machadada, eu conseguir me abaixar a tempo, não conseguia mirar direito em um dos caras, eu não estava tendo nenhum tipo de vantagem, eu queria poder usar o chute de novo, mas nem para dar um chute esses caras estão me dando muito espaço.
Uma coisa que eu sei é que não adianta eu querer fica esperando que um milagre aconteça, se eu esperar por algumas coisa desse tipo esses dois vão me matar sem ter a maior dificuldade, eu vou tenta me esquivar mais desses ataques, sei que não posso fazer isso para sempre, espero que pelo menos nesse meio tempo eu consiga um espaço para conseguir acerta pelo menos na cabeça, ou só ferir eles que na minha situação seria uma coisa muito boa.
fico imaginando onde esta o bastado do Alan será que ele não tem nenhum tipo de armas lá no fundo, uma ajuda dele seria muito bem vida, já que eu tinha salvado a vida do maldito pouco tempo atrás, bem nesse assunto ainda fica repensando na minha cabeça se o que fiz foi uma coisa boa ou não, nesse momento já que o bastado não esta me ajudando em nada só consigo pensa em uma resposta que é não, droga não devia ter salvado a vida dele.
Vejo um oportunidade eu não perco o meu tempo, dou um tiro e esse tiro acerta a perna de um desses desgraçados, bem pelo menos agora só devo me preocupar com o outro, a pessoa ataca com o machado, consigo me esquiva do golpe, ele dar um olhada para trás e começa a correr, quando vejo a pessoa que eu atirei estava de novo com arma recarregada, eu vi a porta dos fundos da loja eu tinha que sair de lar, fui correndo, por sorte ele não acertou nenhum tiro em min.
Estou fora da loja, minha vontade é de sair correndo de lar, mas não posso mais correr tenho que demonstrar para eles com quem estão se metendo, vou deixar bem claro que tipo de pessoa eu sou, irei matar cada desgraçado que vinhe atrás de min, não demonstrarei nenhum tipo de piedade, quero mostrar a eles que não manda qualquer um enfrentar um monstro na verdade acho que estou sendo gentil com eles tenho que demonstra como um profissional faz.
Dou um chute na porta, como esperado eles estavam esperando algumas coisa um pequeno sinal de movimento que eu estiver-se aqui fora, e com essa atitude deles querendo atirar em minha direção sem antes checa de que eles estão mesmo atirando em min, dou uma volta na loja, entro devagar pela entrada, os dois idiotas ainda pensam que eu estou na porta dos fundos, uma coisa que provavelmente eles vão fazer sair e ver se eu ainda estou lar fora.
Fico só com a minha arma apontando na direção da cabeça de um deles, tomando o maior cuidado para eu não aparecer em algum reflexo e esses desgraçados me detectarem cedo demais, dou um tiro e acerto a cabeça de um deles, o bastado morre na hora, o outro se vira na minha direção e começa a dispara as balas, desta vez ele não vai ter ajuda do outro, se ele vinha com a droga do machado de novo, eu com certeza vou ter espaço e vou dar um tiro nele.
Vejo a pessoa indo para debaixo de uma mesa, vi pelo rastro de sangue que ele levou o corpo, esculto um choro dele, um choro sincero, dava para perceber que ele não estava chorando em falso, se não fosse pelo fato deles tentarem me matar talvez eu sentiria pena da situação, para min a unica coisa que fiz foi matar um inimigo e deixar o outro inimigo triste, e logo depois ele vai querer desconta toda a raiva da perda em min.
A pessoa do machado:
- eu vou te matar.
Pedro:
- pensava que você já estava aqui para fazer isso!
A pessoa do machado:
- antes eu pensava matar você rapidamente, mas agora eu vou te torturar seu maldito.
Pedro:
- não fique com raiva, você vai encontrar o seu irmão logo-logo.
A pessoa do machado:
- morra.
Espero mesmo que ele esteja mesmo com raiva porque é sempre nesse momento que acontece os erros, lógico se eu deixo a oportunidade passar ele vai me matar, por isso tenho que presta atenção em cada movimento dele, se ele deixa alguma parte do corpo dele exposta terei que atirar, por sorte a pessoa que matei primeiro não foi que eu tinha atirado na perna, pelo menos assim tenho uma vantagem ele não pode simplesmente sair correndo.
Ele começa atirando como aquela maldita arma, não estou em posição de sair correndo, se eu me mover essa arma vai me acerta de uma vez, pela trajetória da bala percebo que ele esta se movendo não posso deixar que ele esteja num angulo favorável a ele, faço uma coisa que eu não gosto de fazer atirar as cegas, não com a esperança que eu vá acerta ele, mas simplesmente estou tentando fazer com que ele se afasta um pouco.
Percebo que isso não adianta muito no máximo que eu faço é atrasar um pouco ele, o que estou fazendo não é muito inteligente estou praticamente perdendo balas atoa, se eu conseguir acerta só uma nele tenho certeza de que será o fim, ele continua a atirar percebo que ele tinha que recarregar a arma, me levanto queria acerta na cabeça dele, mas eu fui muito apressado no tiro acertei o ombro dele, ele caiu no chão queria ir até, mas ele pode esta esperando com a arma apontada para min.
Vou devagar prestando atenção em cada passo, não dando respiração fortes para ele não perceber onde estou, para quando for atirar não me acerta de primeira, enquanto estou andando vou percebendo onde a cabeça dele esta, por que ele esta respirando muito forte isso esta denunciando onde ele estar, vou me aproximando com cuidado, sei que eu bater alguma coisa posso perder a vantagem de saber exatamente onde ele esta.
Percebo que ele se moveu, olho para os lados, noto que eu não fui muito cuidadoso com o reflexo desta vez, um espelho que o Alan deixou por ai, estava mostrando a minha posição, droga apesar de ir devagar, fui muito rápido no meu raciocínio e eu não pensei em cada detalhe, logo ele aparece e dar um tiros eu pulo e saio rolando no chão dou alguns tiros, ele também se esconde, paro um pouco para descansa, fico percebendo a minha situação.
Minha nossa tomará que o Alan esteja planejando alguma coisa para me ajudar, nesse momento estaria precisando de uma ajudinha extra, o que estou pensando eu disse que eu iria mostrar como são as coisas quando alguém enfrenta um profissional e é exatamente o que eu não estou fazendo, tenho que me acalmar e ver quais são as minhas opções, olho do meu lado e percebo que o corpo do irmão de machado dele estava bem do meu lado.
Pego a arma dele, fico apontando na direção onde a pessoa estava no momento que ele apareceu atirei nele com a Ak-47 não parei até ter certeza que ele tinha morrido, vi o corpo dele cheio de balas que eu atirei nele, quando vejo isso toda a minha raiva da situação se demonstra evidente quando eu cuspo no desgraçado, um já foi falta não sei quantas pessoas, bem não importa cada um que eu encontrar irei meter a bala, até que tudo acabe.
Percebo que tinha outra pessoa que estava vestindo as mesmas roupas deles, no lado de fora não posso acredita era um outro maldito, vejo ele jogando uma granada dentro da loja, saio correndo imediatamente quando estou na saída dou um pulo e a granada explode, ou esse cara tem certeza que ele todos eles estão mortos ou ele realmente não liga para nenhum deles, ele não tem nenhum medo de que algum policial apareça, ele é louco.
Vejo uma olhada melhor para esse maluco, ele é loiro com tem um rabo de cavalo na parte de trás da cabeça e usa um óculos escuros, ainda não paro de pensa o que o presidente estava pensando quando resolveu contratar esses tipos de pessoas, eu consigo ver desta vez que ele tem um machado amarrado nas costas, fico imaginando se ele tem granadas por que raios ele precisar de uma porcaria de um machado, não entendo isso.
o Cara das granadas:
- ola, ainda esta vivo.
Pedro:
- por que você tem um machado?
o cara das granadas:
- o porque do machado?
Pedro:
- sim se você já tem a granada que já faz o serviço.
O cara das granadas:
- isso é para quando a pessoa sai viva da situação e depois eu acabo com ele com o machado.
Pedro:
- esses dois com o machado é a mesma historia.
O cara das granadas:
- o negocio aqueles dois são meus irmãos, e a nossa assinatura é acabar com a pessoa com o machado, cada um usa de uma maneira.
ótimo eu tinha que me meter com uma família de doidos varridos, com esses tipos de malucos que o presidente esta no controle tenho certeza que uma das coisas que ele quer fazer é algum tipo de império do mal ou coisa do tipo, ele ficou louco de vez e começa a contratar qualquer, só sei que nunca é uma boa ideia contratar alguém que é doido de pedra, sempre tem um risco dele colocar toda a operação em risco, uma coisa eu sei ele não é um agente secreto.
Não tenho tempo de pensa como a minha vida esta até o momento esses desgraçado joga mais uma granada vou correndo, ela explode o impacto da explosão me afeta fico com um zumbido no meu ouvido não consigo avança, tento notar onde esse desgraçado esta, noto ele no ultimo momento, ele tenta me atacar no ultimo momento, consigo me esquivar a atempo, eu atiro com a minha Ak-47 o desgraçado sai correndo me deixando em paz por um breve momento.
Tendo o medo que ele vai lançar uma granada, eu não posso fica parado por muito tempo, porque se isso acontecer tem uma chance de uma dessas granadas me acerte, não conseguia ver onde ele estava, ele deve ter se escondido por trás desses escombros, não quero fazer que nem eles e fica atirando direto esperando acerta o alvo, não sei porque fico reclamando da falta de profissionalismo deles, quando eles acabam quase me matando.
Pedro:
- vamos apareça.
o cara das granadas:
- ok.
Pedro:
- onde ele esta?
O cara das granadas:
- estou aqui.
Vejo ele lançando uma das granadas na minha direção tudo o que eu podia fazer era correr, e esperar que nada me acerte na explosão.
Uma coisa me veio na cabeça se ele tem uma Ak-47 com certeza estarei morto, com o tempo que eu fico deitado no chão por causa do impacto, ele podia muito bem pegar a arma e atirar em min, estaria morto em pouco tempo, minha sorte se é que eu possa dizer assim é que estou conseguindo escapar das explosões se uma delas me acerta, seu eu vacilar e fica inconsciente em um desses ataques, ele com certeza ira me matar, tenho que dar um tiro nele.
Pela primeira vez nesse meu estilo de vida eu gostaria que a policia aparecer-se, tenho certeza que eles poderiam resolver essa situação melhor do que eu, tenho certeza que antes dele jogar mais uma vez uma dessas granadas, a policia atiraria nele resolvendo todos os meus problemas pelo menos por enquanto, de repente uma coisa me veio na cabeça, será que aquele drogado covarde tinha seguro na loja dele, se não deve ter perdido muita grana.
Tendo ver onde ele esta, caso eu não consiga que ele possa soltar uma dessas granadas me matando de uma vez, tomará que ele não simplesmente tenha deixado uma no chão para se eu vacilar pisarei na granada morrendo de uma vez.
Vejo uma granada solta no ar, droga eu não vi de onde ele lançou a maldita granada depois eu penso nisso agora só tenho que sair do caminho dela.
Quando corro dou um pulo e cubro minha cabeça, depois esculto a explosão, sinto o impacto isso fez com que eu me distanciar-se do local, estava com meus ouvidos zumbido estava desorientado eu sei que essa é a vantagem que ele queria, estou ferrado.
Vejo ele vindo com o maldito machado na minha direção se eu não me recuperar rápido ele vai me matar e eu não vou poder fazer nada para evitar.
Eu estava zonzo mas ainda conseguia pega a minha arma, desta vez o golpe tem que dar certo vou finalmente acabar com ele de uma vez, tenho que recuperar toda a minha força para dar um tiro nele se não ele me acerta com o machado.
Vejo que ele esta sorrindo provavelmente achando que vai me matar, que ele venha vou matar ele, se aproxime seu maldito.
Chegou perto o suficiente é a minha chance eu dou um tiro espero ter acertado ele, vejo ele olhando a barriga minha visão ainda esta mal, não da para saber o que esta acontecendo espero ter acertado o tiro, até agora não tenho uma pista.
Ele caiu no chão, estou querendo me levanta para ver se esse desgraçado realmente morreu, mas não consigo minha perna ainda esta fraca.
Fico vendo o céu um pouco para tenta me acalma e tentar ganhar forças para me levanta, tenho que saber se ele esta morto mesmo, não posso vacilar e sair daqui quando esse desgraçado lança uma outra granada em min.
Uso toda a força que eu tenho no momento, fico tentando canalizar todo o ódio que eu tenho da situação para me levantar.
Finalmente me levanto quando eu faço isso percebo que ele estava preparando outra granada para jogar, não pensei duas vezes, atirei na granada, ela explode e eu sou jogado com a força da explosão, finalmente podia fica deitado um pouco.
Espero que não tenha mais algum daqueles desgraçados por perto, acho que não vou aguenta outra briga estou cansado demais.
Vejo o Alan vindo na minha direção, ele chegou perto.
Alan:
- ei cara você esta bem?
Pedro:
- vou sobreviver.
Alan:
- vamos sair daqui.
Pedro:
- sua loja tem algum seguro.
Alan:
- tenho uma loja de animais, e junto com isso eu ajudo, assassinos de alugueis a se recuperarem seria uma burrada minha se eu não tiver-se seguro.
O Alan ele estava me ajudando a cair fora do lugar, ele faz com que eu entre numa combe amarela dele, queria recusar isso mas tenho que sair do lugar mais rápido possível, depois reclamando dele de não ter me ajudado antes.
Alan:
- foi sorte ter sobrevivido a explosão.
Pedro:
- sei disso.
Alan:
- tudo vai acabar bem.
Pedro:
- eu sei que vai.
Alan:
- esta é a confiança.
Pedro:
- vai termina com eu enfiando a bala no desgraçado que iniciou tudo isso.

Capitulo:09 um reencontro na hora errada.

Alan estava com a vã pela cidade, o cheiro da maconha dele no ar fica me incomodando por que ele é o motorista eu me preocupava se ele estava drogado, um motorista drogado pode simplesmente coloca toda a minha segurança em risco, mas pelo fato dele se demonstra totalmente competente é por isso que eu não atiro nele, mas juro no momento em que ele bater o carro, vou atirar nele e não vou ter nenhuma piedade nisso, bem pelo menos ele esta indo devagar ao contrário dos outros carros em volta, como passageiro essa atitude dele me deixa feliz, se eu não gostar-se provavelmente eu ficaria reclamando toda hora, por isso eu deixo as coisa como estão, ele fica dirigindo e tudo fica em paz.

Capitulo:19 pedindo ajuda

Nós todos estávamos pensando no que fazer, primeiro nós encontramos um restaurante, formos sentar nas cadeiras, nos reunirmos numa das mesas de lá, espero que nesse restaurante saia tudo bem ao contrário que aconteceu nos outros.
Alan:
- e agora.
Regina:
- Nós ainda termos que sair dessa situação toda.
Pedro:
- pelo menos eu sei quem esta atacando.
O pior que eu sei que nós estamos em uma confusão das grandes.
Regina:
- Não é muito bom saber quem é o inimigo.
Pedro:
- Muito pelo contrário é muito bom saber quem é o seu inimigo, mesmo sabendo que este inimigo é muito perigoso, assim você pode planejar melhor como atacar-lo.
Alan:
- ele com certeza vai mandar toda a equipe para tentar marta-lo vai ter policia, exército e tudo que ele estiver disponível cara.
Embora que eu não achar-se isso possível primeiro tenho certeza que eles mandariam alguém de confiança, aqueles que veio até agora disse que trabalhava por governo, eu duvido disso.
Regina:
- eu sei é o falso presidente.
Pedro:
-Eu sei que ele é o falso presidente mas termos que considerar ele uma ameaça como se fosse o verdadeiro,   o perigo não diminui só aumenta.
Regina:
- depois de matar-lo você acha podemos viver em paz.
Pedro:
- aposto que ainda teria pessoas vindo atrás de min, para eles ele é o presidente, apesar de sabermos da verdade como ele chegou lá.
Regina:
- estamos enganados.
Pedro:
- o que você quer dizer com isso?
Fiquei prestando atenção no que ela tinha a dizer.
Regina:
- tudo o que termos que fazer é ter provas, que ele foi o mandante do crime todo, que ele foi o responsável da morte do presidente anterior.
Pedro:
- fazendo isso eu devia arranjar um bom advogado para me livrar da cadeia.
Alan:
- o que eu devo fazer até lá?
Apesar de que eu não goste muito do plano dela, porque tem um grande risco de me colocarem na cadeia, eu queria fazer o que ela planeja, eu não estarei bem, mas estarei tranquilo sabendo que ninguém vai atrás dela para tentar matá-la.
Pedro:
- você esta certa, termos que provar para todo mundo que ele é o falso presidente, pelo menos o problema vai acabar para todo nós.
Regina:
- você sabe como devemos fazer isso?
Pedro:
- Acho que sei como?
Sabia que a minha unica opção nesse caso é pedir ajudar por Diego cicatriz, um homem branco, cabelo curto, usa normalmente roupa social, nada que chame a atenção, ele é o único detetive que conheço, ainda não entendo por que ele se chama cicatriz, ele não tem nenhuma cicatriz visível.
Uma coisa que me vêem a cabeça que não é muito seguro ela vim comigo, esse cara apesar de parecer uma pessoa normal, é só no momento que ele fala que você percebe o quanto ele é maluco, só vou até ele pelo menos ele consegue resultado.
Regina:
- como você acha que podemos conseguir.
Pedro:
- eu conheço um detetive.
Regina:
- ele tem alguma conexão com a policia por que isso poderia nos ajudar e muito, pelo menos iria aliviar a nossa barra.
Pedro:
- não ele é mais um desses detetives particulares.
Regina:
- vamos até ele.
Eu termia que ela disser-se isso.
Pedro:
- não acho seguro você ir.
Regina:
- ele também é um assassino de aluguel.
Na verdade consegue ser mais perigoso do que isso.
Pedro:
- o negocio é que ele é muito paranoico.
Acho que não tem maneira de descrever-lo que a faria assustada, ela teria que conhecer ele pessoalmente para só assim entender do que eu estou falando, apesar de que tudo que ela passou até agora foi assustador.
Regina:
- não se preocupe, vamos passar por todos esses perigos juntos e vamos sobreviver.
Na verdade eu queria era longe do perigo, mas como parece que tudo o que eu disser vai ser inútil simplesmente me calei.
Pedro:
- ok, vamos.
Alan:
- eu poderia fica aqui cara.
Pedro:
- faça o que quiser esses malucos estão querendo me matar e não a você.
Regina:
- para onde você vai?
Ela não sei se estava com medo, ela estava com o sentimento de quanto mais pessoas melhor, nós formando uma equipe contra o mal, mas isso nunca ia dar certo, porque eu tenho certeza que as vezes ele não tem noção nenhuma do que acontece.
Eu seguro na mão dela para tentar dar uma sensação de confiança, que ela confie em min, que saiba que eu sempre tenho um plano para tudo, todas essas mentiras porque na verdade não estou estou querendo ver a cara dele de novo tão cedo.
Regina:
- vai nos abandonar assim?
Pedro:
- é melhor ele ir embora.
Regina:
- por que diz isso? temos que ter o maior numero possível não sabermos quantas pessoas estão trabalhando para ele.
Pedro:
- considerando que muitas estão achando que ele é o presidente, eu diria que tem muitas pessoas trabalhando para ele.
Regina:
- eu sei que do perigo que eu estou enfrentando estando junto de você, mas estou disposta a enfrenta seja lá quem for, eu quero fuca com você quando tudo isso acabar.
Para min o grande problema é que eu não sei como eu vou estar depois de todos esse trabalho, mas de uma coisa eu tenho certeza que isso não vai acabar bem para min.
Pedro:
- ok, se você quer tanto vamos primeiro para o Diego cicatriz para sabermos melhor o que enfrentar depois iremos matar os batardos um por um.
Nós dois formos ao um bar, não prestei muita atenção ao nome do bar, todas as mesas estavam cheias, naquele momento pensei se ele ia aparecer ou não.
Regina:
- me desculpe perguntar isso, mas por estamos indo para o bar pretende beber para esquecer o grande problema que estamos enfrentando.
Pedro:
- ele sempre escolhe esses tipos de lugares, lugares públicos que você passa e ninguém nota você, uma bela maneira de se esconder na multidão.
Regina:
- ual, ele tão inteligente assim?
Pedro:
- na verdade não.
Regina:
- o que?
Pedro:
- essa é a minha explicação do por que ele faz isso, mas na verdade eu não faço a menor ideia.
Eu vejo Diego cicatriz que estava sentado em uma das mesas, eu e ela nos aproximamos dele.
Pedro:
- ola Diego.
Diego cicatriz:
- você não falou o meu nome todo.
Pedro:
- meu deus você sabe o que eu faço como profissão?!
Diego cicatriz:
- mesmo assim quero ouvir você dizer o meu nome?
Pedro:
- ok, Diego cicatriz.
Diego cicatriz:
- foi tão difícil dizer o meu nome?
Pedro:
- não.
Diego cicatriz:
- agora me diga o que vocês querem?
Pedro:
- eu queria que você investigar-se o presidente do Brasil.
Diego cicatriz:
- eu tenho que dizer esse perdido é meio estranho até para você.
Pedro:
- eu sei disso, mas o caso que esse é uma fraude, o verdadeiro presidente morreu, e esse outro o esta substituindo eu queria que você souber-se o que eles planejam e quantos são.
Diego cicatriz:
- eu vou lhe pergunta uma coisa, e eu tenho medo da resposta, mas como você sabe que o presidente esta morto?
Pedro:
- eu tinha matado ele.
Diego cicatriz:
- por que você fez uma tão idiota assim.
Pedro:
- eles estavam com um atirador apontado para min.
Diego cicatriz:
- você devia deixar que eles descem o tiro.
Pedro:
- o que está feito, está feito.
Regina:
- você pode nos ajudar?
Diego cicatriz:
- eu não sei se eu quero fazer um trabalho de graça.
Pedro:
- eu posso te pagar.
Diego cicatriz:
- me pagar quando eu termina o trabalho?!
Pedro:
- sim.
Diego cicatriz:
- o cara, ele vai te matar antes que eu consiga termina a minha investigação.
Pedro:
- admito que eles tentaram me matar.
O ele se levanta da cadeira.
Diego cicatriz:
- eu vou pensa sobre isso, mas por enquanto eu tenho que ir ao banheiro.
Pedro:
- ok.
O Diego estava caminhando em direção ao banheiro, um homem de terno preto e calça preta, estava se aproximando do dele, quando a pessoa foi tirar a arma, o Diego tirou um faca que ele tinha escondida enfiou no pescoço do cara, fazendo com que ele estiver-se morto em poucos estantes, depois uma outra pessoa com as mesma roupas, apontou uma arma, ele com a mesma faca jogou na pessoa, enfiando a faca bem no meio do olho dele.
O Diego foi até onde nós estávamos, ele apontou para as duas pessoas que ele matou.
Digo cicatriz:
- são amigos seus?
Pedro:
- não, não são amigos meus, são provavelmente assassinos dele.
Eu devia achar um insulto por ele ter me acusado de mandar alguém matar ele, mas como o fato é que eu sou um assassino de aluguel, ele não faz ideia de quantos outros igual a min eu conheço.
Regina:
- irá nos ajudar agora?
Diego cicatriz:
- me diga você fez de proposito não é?
Regina:
- por que ele arriscaria as nossas vidas.
Pedro:
- Regina não é disso que ele esta falando.
Regina:
- sobre o que ele esta falando?
Pedro:
- ele acha que eu sabia que a gente estava sendo seguido, e eles vendo ele conversando a gente, imediatamente ele iria se tonar um alvo, forçando ele para estar do nosso lado.
Diego cicatriz:
- então você sabia que eles estavam se aproximando?
Pedro:
- se eu tiver-se notado eles teria matado desde o inicio, essa mulher que você esta vendo, é a mulher que eu amo nunca colocaria num perigo desses.
Diego cicatriz:
- estou emocionado!
Pedro:
- estou falando sério.
Diego cicatriz:
- depois a gente resolve isso no momento termos que sair daqui antes que mais deles apareçam isso se tem eles por perto pode até ter muito mais.
Pedro:
- você tem razão vamos.
Nós três sairmos daquele bar imediatamente.


capitulo:20
Eu, Diego cicatriz e Regina estávamos saindo do bar, ficávamos olhando para trás para ver se mais alguém estava seguindo a gente, ninguém parecia esta fazendo nada suspeito, droga como não fui muito cuidadoso eu sábia os tipos de pessoas que estão atrás de min, isso foi muito idiota por parte minha.
Diego cicatriz:
- por enquanto tudo parece, que estar normal.
Regina:
- tirando aquelas pessoas do bar pouco tempo atrás.
Pedro:
- com esses caras todo cuidado é pouco.
Diego cicatriz:
- não acredito que você fez isso?
Pedro:
- você não precisa fica me lembrando.
Diego cicatriz:
- seu idiota.
Pedro:
- não vou deixar esse erro acontecer de novo.
Diego cicatriz:
- você acabou de falar eu não preciso fica te lembrando?
Pedro:
- sim foi isso.
Diego cicatriz:
- quando você está numa merda como essa, esse tipo de pensamento tem que ser sempre constante na sua cabeça, no momento que você vacilar alguém manda uma bala na sua cabeça.
Embora que eu saiba de que tudo que ele esta falando é a mais pura verdade, eu não podia abaixar a minha concentração, porque eu tenho certeza que mais pessoas vão vim.
Pedro:
- vou me lembrar disso sempre.
Diego cicatriz:
- ótimo pois na próxima vez vou dar um tiro nessa sua cabeça.
Pedro:
- valeu pelo aviso!
Regina:
- ninguém esta seguindo a gente.
Diego cicatriz:
- você tem certeza.
Regina:
- sim.
Diego cicatriz:
- me desculpe, mas faz quanto tempo alguém esta atrás de você?
Regina:
- a pouco tempo.
Diego cicatriz:
- me desculpe, mas eu não confio nessa sua intuição.
Regina:
- o que você falou?
Pedro:
- ABAIXEM.
Um carro estava andando muito rápido e dava para ver que no carro tinha alguém segurando uma AK-47, não pensei muito pedir para todo mundo se abaixar, os tiros passaram perto da gente por sorte nenhum desses tiros atingiu a gente, imediatamente peguei o meu revolver.
Pedro:
- vamos atire.
Diego cicatriz:
- o carro deles não esta aqui.
Dou uma olhada e o carro deles tinha sumido, eu não sei se eu devo fica tranquilo, tipo eles não vão voltar imediatamente ou eles vão voltar e ter certeza que o trabalho foi feito.
Pedro:
- você acha que eles vão voltar?
Diego cicatriz:
- você voltaria.
Pedro:
- nesse caso termos que sair daqui.
Regina:
- ok, vamos.
Diego cicatriz:
- Lembrando você tinha dito que ninguém estava nos seguindo.
Regina:
- sério, você quer falar disso agora.
Diego cicatriz:
- você tem que verifica melhor as coisas.
Eu não acredito que ele esta querendo entrar em uma discussão com a Regina, ela nem devia estar nessa situação em primeiro lugar, bem também não devo desvia a minha atenção.
Regina:
- não acharia melhor se a gente correr?
Pedro:
- isso seri uma péssima ideia.
Regina:
- por que?
Pedro:
- bem isso faria com que a gente se destacar-se no meio da multidão melhor dizendo nós seriamos considerados alvos fáceis, por isso uma boa estrategia é se esconder.
Regina:
- é isso que estamos fazendo por um bom tempo.
Pedro:
- isso é o que nos mantem vivo até agora, se ficar em plena vista, não duraríamos muito tempo espero que você entenda, nos escondermos não de nenhuma maneira covardia.
Regina:
- entendo.
Não demorou muito eu consigo ver aqueles caras se aproximando de novo, desta vez fiquei bem no meio da rua e comecei a dar alguns tiros na direção deles, eles estavam dirigindo na minha direção, sair da rua o mais rápido que pude.
Diego:
- você quase morreu nessa.
Pedro:
- Bem eu não morri.
Diego cicatriz:
- se eles te matar-sem pelo menos eles iriam de parar de vim atrás da gente.
Pedro:
- nesse momento eles já devem achar que você sabe de alguma coisa.
Regina:
- temos que nos esconder.
Vejo uma loja de roupas, fico olhando para os lados e não vejo nenhuma pessoa vindo atrás da gente muito menos o carro, olho para a Regina.
Pedro:
- vamos entre nessa loja.
Todos nós entramos pelo menos até as pessoas pararem de nos seguir por enquanto, ficava olhando direto a porta da loja vejo se tem alguém suspeito.
Diego cicatriz:
- por quanto tempo temos que fica aqui.
Pedro:
- você ainda tem que descobrir tudo sobre esse tal do presidente, tente descobrir todo o possível, algo que a gente possar atacar todas as pessoas que estão envolvidas nisso tudo.
Diego cicatriz:
- ok, depois de 10 minutos eu saio daqui.
Pedro:
- não exatamente.
Diego cicatriz:
- o que você quer dizer com isso.
Eu vou até Regina, ela estava olhando as roupas, vejo que ela esta realmente interessada nelas, pelo menos isso faz esquecer um pouco da situação de merda que estamos.
Pedro:
- gostaria que você sair-se da loja daqui a 20 minutos e vá no restaurante grande paraíso.
Regina:
- você vem comigo?
Pedro:
- primeiro eu tenho que resolver uma coisa antes.
Regina:
- o que?
Eu saio da loja vejo o carro de novo se aproximando, vejo que a janela desceu de novo, eles estão vindo, fico na calçada esperando eles, quando o carro deles se aproxima dou uma olhada para o motorista imediatamente dou um tiro na cabeça dele, dou vários tiros seguidos conseguindo matar todos eles.
Eu olho para a loja, empurro o copo do motorista e começo a dirigir o carro.
Diego cicatriz:
- o que ele esta fazendo?
Regina:
- se colocando como isca.
Diego cicatriz:
- que idiota.
Regina:
- concordo com isso.

Capitulo:21
Eu estava num quarto de hotel com a vista clara do restaurante"grande paraíso", estava vendo a Regina senta em uma das mesas, ficava olhando de um lado para o outro, tentava ver se eu estava lá, eu ligo para ela, ela atente o telefone.
Regila:
- alô.
Pedro:
- Regina sou Pedro.
Regina:
- você esta aqui?
Pedro:
- não.
Regina:
- você não pretende me abandonar nesse tipo de situação.
Pedro:
- você sabe quando eu falei que a melhor alternativa é se esconder?
Regina:
- me lembro de você ter falado isso.
Pedro:
- antes disso tudo começar eu era bem experiente em me esconder.
Regina:
- você matava pessoas as escondidas.
Pedro:
- exato.
Regina:
- como?
Pedro:
- com uma ar de mira de longo alcance.
Regina:
- você fazia isso com todas as sua vitimas.
Pedro:
- nunca tentava pensa neles como vítimas.
Regina:
- o que você considerava eles?
Pedro:
- alvos.
Regina:
- Ual, não imaginava que você fosse tão frio.
Pedro:
- espere um estante.
Regina:
- sim, eu acho isso muito frio.
Uma pessoa fica olhando para Regina, vejo que ele tem uma arma da cintura não penso duas vezes dou um tiro na cabeça dele, o cara morre na hora.
Regina:
- MEU DEUS, Pedro você matou aquele cara.
Pedro:
- sim.
Regina:
- você podia ter me avisado antes.
Pedro:
- eu não quero que ninguém do restaurante suspeite de você.
Regina:
- para eu fica surpreso como todas as outras pessoas.
Pedro:
- exato.
Regina:
- você quase me matar de susto.
Pedro:
- me desculpe por isso.
Regina:
- ok.
Pedro:
- só para avisar eu localizei outro deles.
Regina:
- você vai matar ele agora.
Pedro:
- pretendo esperar um pouco.
Regina:
- me diga veio alguém atrás de você?
Pedro:
- veio.
Regina:
- você esta bem?
Pedro:
- eu matei eles antes que alguém tiver-se a chance de encostar em min.
Regina:
- foi só um.
Pedro:
- não.
Regina:
- você acha que o Diego esta bem?
Pedro:
- acho.
Regina:
- você acha que teremos noticia dele?
Pedro:
- disso eu tenho certeza.
Regina:
- por que você não acha que ele simplesmente saiu correndo?
Eu dou um tiro num pessoa que estava em um carro parado, notei que ele era um deles, porque ele ficava olhando na direção dela, dei um tiro na cabeça dele, ela tomou um outro susto.
Pedro:
- desculpe por isso.
Regina:
- droga de novo.
Pedro:
- não se preocupe estou te tando segurança.
Regina:
- mas como você tem certeza que ele não vai simplesmente sair correndo?
Pedro:
- por que ele é igual a min.
Regina:
- um assassino?
Pedro:
- quando nós aceitamos o trabalho nós vamos até o fim.
Regina:
- não importa o que aconteça.
Pedro:
- bem se alguém ameaça alguém que a gente gosta, nós matarmos a ameaça.
Regina:
- tenho que pergunta como você conhece essa gente toda?
Pedro:
- Você esta falando do Alan e o resto?
Pedro:
- através de um cara chamado Felipe.
Regina:
- Felipe?
Pedro:
- ele é o cara com todos os contatos.
Regina:
- por que você não pede para ele arranjar alguém que nos tire dessa.
Pedro:
- infelizmente é impossível.
Regina:
- que droga.
Pedro:
- lhe digo uma coisa, no momento que o Diego me dizer quem são os responsáveis vou eliminar cada um deles.

Capitulo: 22

Estava vendo onde a Regina estava, cada pessoa suspeita que eu ver eu meterei uma bala sem pensar duas vezes, bem na verdade não quero acerta nenhum inocente, então é melhor eu pensa mais um pouco antes de cada tiro.
Pedro:
- Também tem uma coisa que eu queria dizer.
Regina:
- o que é?
Pedro:
- normalmente quando uma pessoa esta em algum tipo de perigo, o Felipe normalmente me chama para eu eliminar o problema da pessoa.
Regina:
- você nunca pensou em ter alguém que proteja você, quando você estiver nesse tipo de situação?
Pedro:
- vamos dizer que eu considero que eu faço o meu trabalho bem demais, nunca pensava que por causa de um trabalho iria ter um grande problema para min.
Regina:
- você não ver um desses filmes de ação que eles contratam alguém só para colocar a pessoa em uma espécie de armadilha.
Pedro:
- nunca pensei nesse tipo de coisa.
Regina:
- você esta falando sério.
Na verdade eu cheguei a pensa nessa possibilidade, mas como eu achava essa ideia muito idiota, nunca cheguei a pensa que alguém realmente poderia tentar a fazer isso comigo, bem infelizmente foi isso que acabou me acontecendo.
Pensando bem agora, eu fui muito idiota eu devia ter planejado algo antes, algum tipo de plano caso o meu trabalho não desse muito certo, queria volta para ter algum tipo de estrategia, ou simplesmente volta para não realizar nenhum desse tipos de trabalho.
 Pedro: 
- pensando bem eu realmente devia pensar em algo.   
Regina:
- bem nessas horas não é uma coisa muito boa fica pensando no passado, mas tenta descobrir o que pode fazer em relação ao futuro.
Pedro:
- concordo com você.
Eu esculto alguém abrir a porta, não acreditei quando eu vi era o tal do Jorge o inglês a pessoa que chegou mais perto de me matar nesses ultimo meses.
Pedro:
- eu sou tudo sobre esse presidente.
Jorge o inglês:
- isso era para ser algum tipo de ameça?
Pego o meu revolver e dou alguns tiros ele foi para o banheiro infelizmente até agora não conseguir acerta um tiro nele.
Pedro:
- merda.
Sei que ele vai atirar então eu me escondo por de trás da cama, nesse momento ele começa a atirar com o revolver, alguns tiros passaram perto.
Jorge o inglês:
- eu tenho que dizer.
Pedro:
- o que?
jorge o inglês:
- você podia ter me ajudado nesses meses e ter morrido.
Pedro:
- desculpe, mas quero permanecer vivo.
Jorge o inglês:
- facilitaria o meu trabalho.
Pedro:
- não, ainda pretendo continuar vivo.
Jorge o inglês:
- por pouco tempo.
Ele começou a dar alguns tiros por sorte os tiros passam perto de min, pelo menos nenhum desses tiros esta me atingindo.
Pedro:
- você podia ter desistido do seu trabalho.
Jorge o inglês:
- eu gosto demais do meu trabalho.
Pedro:
- a ponto de morrer por ele.
Jorge o inglês:
- exato.
Pedro:
- isso é mentira.
Jorge o inglês:
- do que você esta falando?
Pedro:
- eu sei por que você esta fazendo tudo isso.
Jorge o inglês:
- por que você acha isso?
Pedro:
- você tem uma família.
Jorge o inglês:
- todo mundo tem.
Pedro:
- estou falando da sua mulher e filhos.
Jorge o inglês:
- como você sabe disso?
Pedro:
- pessoas que estão dispostas a morrer é sempre por alguém.
Jorge  o inglês:
- parabéns você descobriu meu grande segredo.
Pedro:
- de quem você acha que eu vou atrás depois, que eu sair daqui.
Jorge o inglês:
- O QUE?
Pedro:
- eu vou matar cada filho teu.
Nesse momento eu precisava que ele ficar-se furioso para eu ter uma chance de matar ele, então estou provocando ele cada vez mais e mais.
Realmente eu não estou disposto para fazer tudo isso que eu falei, mas ele não sabe disso para ele a minha ameaça é muito séria, tenho que esperar o momento.
Jorge o inglês:
- você não vai sair daqui vivo.
Pedro:
- já ouvir isso e muito nos últimos meses.
Ele dar alguns tiros novamente só passando perto, depois eu dou alguns tiros só para ele não pensa que eu estou sem balas, se isso acontecer nesse momento não vou ter nenhum meio de defesa.
Pedro:
- me diga uma coisa.
Jorge o inglês:
- o que é?
Pedro:
- como você tem certeza que a sua família vai fica bem depois de tudo isso.
Jorge o inglês:
- eu confio no presidente.
Uma coisa que aconteceu que não foi como esperado, comecei a dar risadas, não parava de rir, pela situação que estou passando este presidente não seria uma das pessoas mais confiáveis da vida.
Pedro:
- você esta falando sério!
Jorge o inglês:
- sim estou falando sério.
Pedro:
- você sabe o que você esta fazendo?
Jorge o inglês:
- Tentando te matar.
Pedro:
- isso é basicamente uma queima de arquivo, estão querendo me matar porque acham que eu sei demais, não dá para confiar nesse tipo de pessoa.
Jorge o inglês:
- você esta querendo que eu vá apoiar você.
Pedro:
- na verdade só quero que você fale.
Jorge o inglês:
- o que você disse?
Com a minha arma atiro na direção dele só esculto a dor dele, eu vou para banheiro vejo o revolver um pouco distante dele eu chuto a arma.
Pedro:
- eu precisava que você continuar-se falando só para eu saber onde você estava só para eu conseguir mirar direito na sua direção.
Jorge o inglês:
- vai me matar agora?
Pedro:
- sim.
Eu começo a revista os bolsos dele.
Jorge o inglês:
- o que você esta fazendo?
Pedro:
- achei.
Retiro do bolço dele o soco inglês.
Pedro:
-  eu entendo perfeitamente porque você esta fazendo tudo isso: para sustentar a sua mulher e filhos, mas nesse últimos meses você foi umas das pessoas que mais me irritou em toda a minha vida, por isso a sua morte não vai ser rápida.
Começo a dar vários golpes com o soco inglês nas costas dele. Eu não contava, batia nele sem dó nem piedade, estava descontando toda a minha frustração naquele momento, não me importava com seus gritos de dor.
Pedro:
- Ah, mais uma coisa.
Jorge o inglês:
- O quê?
Pedro:
- Eu vou matar sua esposa e filhos.
Jorge o inglês:
- Não faça isso!!
Comecei a bater na cabeça dele, estava cego pelo ódio que sentia naquele momento. Não parei de socar, mesmo com ele  morto no chão, continuei socando, sei que foi muita crueldade dizer aquela ultima coisa, mas de uma coisa eu gostei muito foi de ver o medo nos olhos dele.
Antes de sair do prédio que estava, limpei a minha mão, limpei todos os possíveis lugares que poderiam ter as minhas digitais.
A Regina me viu no outro lado da rua, nesse momento fui onde ela estava, me sentei na mesa onde ela estava.
Regina:
- esta tudo bem?
Pedro:
- sim.
Eu não quero falar para ela, aquele momento de descontrole que tive, não quero que a Regina fique com medo de min, não quero parecer que estou perdendo o controle da situação.
Regina:
- onde você acha que a gente deve esperar o Diego.
Pedro:
- acho que devemos fica aqui.
Regina:
- mas eles sabem da nossa posição.
Pedro:
- eu sei disso.
Regina:
- isso é muito ruim para nós.
Pedro:
- esta sendo ruim para ele.
Regina:
- eu não estou entendendo.
Pedro:
- ele provavelmente já tinha muitas pessoas na linha de pagamento, quando ele se tornou presidente ele fez isso, matando essas pessoas, que estavam na linha de pagamento, ela fica diminuindo, e ele só pode confiar nas pessoas que ele já tinha pagado, se ele contrata novas pessoas para me matar, pode rolar uma certa suspeita quanto a ele.
Regina:
- a lista de pagamento esta diminuindo?
Pedro:
- exato.
Regina:
- como você sabe disso.
Pedro:
- uma pessoa tentou me matar no hotel, e eu já tinha visto ele antes.
Regina:
- você esta bem?
Pedro:
- não se preocupe comigo esta tudo bem, o negocio com esses tipos de pessoas, tenho certeza que não existe tal coisa de segunda tentativa.
Regina:
- tomará que você esteja certo.
Pedro:
- esses caras, não podem dizer quem eles são para o publico, isso destruiria o plano deles por completo, e ele não pode pedir para ninguém mais.
Regina:
- por que você acha isso?
Pedro:
- eles teriam que dizer, como eles sabem que sou eu quem atirou, isso levantaria muitas suspeitas, e uma coisa eu estou me divertindo.
Regina:
- do que?
Pedro:
- cada um que eu mato, esse desgraçado fica num desespero, porque ele tem que me matar porque sei do o grande segredo dele.

capitulo:23
Eles ainda estavam no hotel, estavam planejando qual seria o próximo plano deles.
Pedro:
- ok, tudo planejado agora termos que sair daqui.
Regina:
- ok.
Pegaram tudo o que podia, enquanto eles saíram do quarto, eles viram 5 pessoas que estavam usando máscaras pretas, todos eles estavam usando terno, eles ficaram olhando de um lado para o outro.
Regina:
- você não acha...
Pedro:
- com a nossa sorte.
Regina:
- sim, eles são.
Pedro:
- vamos voltar para o quarto.
Regina:
- certo.
Os dois voltaram para o quarto.
Regina:
- você acha que eles nos viram.
Pedro:
- espero que não.
Regina:
- mas não termos muita sorte.
Pedro:
- só por precaução afaste-se da porta.
Regina:
- ok.
Ela ficou muito perto da porta do banheiro.
 Regina:
- fico pensando por que eles usam máscaras.
Pedro:
- deve ser uma maneira de intimidar alguém.
Regina:
- espero que eles não sejam assassinos.
Eles ouviram alguém bater forte na porta chutando ela.
Regina:
- droga, eles são.
Pedro fica na frente da porta, deu alguns tiros depois voltou a se encostar na parede.
Pedro:
- saiam daqui.
Os mascarados deram vários tiros, a regina entrou no banheiro.
Pedro:
- merda.
Ele se escondeu de baixo da cama.
Regina:
- por favor, saiam daqui.
As 5 pessoas entraram no quarto, o Pedro atirou no pé de um deles, depois atirou na cabeça.
Pedro:
- saiam daqui.
Eles saíram do quarto, e ele saiu de baixo da cama.
Regina:
- eles saíram?
  Apareceu a mão de um deles na frete da porta, estava com a arma apontada para a cama, o Pedro atirou na mão dele, quando a pessoa caiu, deu um tiro na cabeça.
Pedro:
- faltam só três.
Regina:
- ótimo.
Pedro:
- você não preferem aparecer um por um, para eu matar todos de uma vez.
Um deles joga uma granada no quarto.
Pedro:
- droga.
Ele foi rapidamente para o banheiro, se virou para ela.
Pedro:
- se abaixa.
Os dois se abaixaram e houve a explosão.
Regina:
- eles jogaram uma bomba?
Pedro:
- sim eles jogaram uma granada.
Pedro viu que a explosão fez um buraco no chão do quarto.
Pedro:
- tive uma ideia.
Regina:
- qual?
Ele segura na mão dela.
Pedro:
- vamos.
Regina:
- para onde?
Os dois correram e pularam no buraco, depois disso caíram na cama.
Regina:
- que sorte que tem uma cama aqui.
Pedro:
- termos que sair daqui.
Regina:
- tem razão.
Pedro:
- vamos.
Os dois saíram do quarto, eles viram o elevador parando lar e nele não tinha ninguém dentro, eles entraram foram apertando o botam do térreo, quando chegaram lá, foram correndo e saíram do hotel, depois entraram em uma loja.
Regina:
- estamos seguros?
Pedro:
- por enquanto.
Regina:
- ainda me pergunto onde eles arranjam essas pessoas?
Pedro:
- por enquanto o que sei sobre eles já é mais do que o suficiente.
Regina:
- o que você sabe?
Pedro:
- que eles são inimigos e devemos matar-los.
Regina:
- quando você fala assim me assusta.
Pedro:
- me desculpe.
Regina:
- eu sei que você deve pensar assim.
Pedro:
- essa é a pior parte.
Regina:
- qual?
Pedro:
- eu não queria ter que pensar assim.
Regina:
- por isso que você queria se aposentar.
Pedro:
- quando eu iniciei tudo como matador de aluguel, esse era o meu pensamento via todo mundo com um potencial alvo, odiava basicamente todo mundo, queria ver todas as pessoas mortas, até que um dia eu vi você, a pessoa mais bela de todo o mundo, vi em você a beleza desse mundo, nesse momento o ódio que sentia de todos estava diminuindo, até chegar o momento que não tinha mais raiva em min, por isso estava querendo me aposentar dessa vida.
Regina:
- que lindo.
O pedro e a Regina se abraçam e depois se beijam na boca.

Capitulo:24
O pedro estava muito atento, ficava vendo a parte da entrada do hotel, queria ter mais uma chance de matar eles, não podia passar deixar essa oportunidade passar, porque se eles fugir-sem e deixa-sem eles vivos poderia ocasionar problema mais tarde.
Regina:
- consegue ver se tem mais algum deles lá fora.
Pedro:
- por enquanto não consigo ver nenhum deles.
Regina:
- temos que ir para um hotel mais rápido possível.
Ele ver na rua mais dois mascarados andando na rua, olhando de um lado para o outro, ficavam andando devagar, ele entra mais no fundo da loja, a Regina segue ele.
Regina:
- o que foi?
Pedro:
- me enganei pensava que era só 5, me parece que existem mais deles.
Regina:
- o que vamos fazer?
Pedro:
- espere aqui.
O Pedro saiu da loja, foi em direção as mascados que estavam próximos, quebrou o pescoço de um deles e o outro ele deu um soco, depois de tudo isso ele entra na loja com a roupa que ele tina peque deles, mais as macaras e foi em direção a Regina.
Pedro:
- temos que vestir essas roupas.
Regina:
- como você...?
Pedro:
- matei os dois, sem deixar uma mancha de sangue na roupa.
Regina:
- não devia ter perguntado.
Os dois demoraram muito, foram troca a roupa o mais rápido que podiam, quando fizeram isso foram um em direção ao outro.
Regina:
- então vamos.
Pedro:
- queria fica mais tempo para poder matar todos eles, mas eu tenho que proteger você.
Regina:
- você esta dizendo que eu estou te atrapalhando?
Pedro:
- você é a minha prioridade.
Regina:
- então vamos sair daqui.
Pedro:
- preste atenção vá para o hotel"grande conforto".
Regina:
- por que eu tenho a impressão de que você não vem.
Pedro:
- eu tenho que matar eles, mas primeiro tenho que garantir a sua segurança.
Regina:
- eu não quero que nada aconteça com você.
Pedro:
 - eu posso matar todos eles, mas não posso fazer isso se você estiver em perigo.
Regina:
- promete que você vai voltar para min.
Pedro:
- eu prometo.
Ela e ele tiram a mascara e se beijam.
Regina:
- então boa sorte.
Pedro:
- você esteja me esperando!